Ano Internacional da Química: Química da pré-história ao século XXI

19/10/2011 15:30

Faruk José Aguilera, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Catálise em Sistemas Moleculares e Nanoestruturados, com sede no Departamento de Química da UFSC, ministra a palestra “Ano Internacional da Química: Química da pré-história ao século XXI”, no dia 21 de outubro, sexta-feira, às 9h, no auditório da Reitoria.

O tema foi escolhido em função do Ano Internacional da Química – “Química – nossa vida, nosso futuro” -, comemorado em 2011 para demonstrar a contribuição essencial dessa área ao desenvolvimento do conhecimento humano. O evento integra a programação da 10ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC.

Mais informações: (48) 3721-6847 Ramal 227 / faruk@qmc.ufsc.br

Tags: Faruk José AguilerapalestrasepexUFSC

Palestra “Cultura e Saber Local”

14/10/2011 12:48

O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PGCIN) da UFSC realizará no dia 18 de outubro, terça-feira, a palestra “Cultura e Saber Local: apropriações das informações na construção dos imaginários da cidade”, ministrada pelo professor Valdir José Morigi (UFRGS).

A palestra ocorre às 14h30, na Sala Henrique da Silva Fontes (Biblioteca Universitária).

Mais informações: (48) 3721-8516 ou http://pgcin.paginas.ufsc.br

Tags: palestraPGCIN

Palestra gratuita: “Fatores de risco para doenças cardiovasculares”

30/09/2011 09:58

O Núcleo de Prevenção para Doenças Cardiovasculares da UFSC promove, no dia 7 de outubro, a palestra “Fatores de risco para doenças cardiovasculares”, ministrada pelas professoras Geny Aparecida Cantos e Liliete Canes Souza.

O evento é gratuito e será realizado às 8h30, no auditório do Hospital Universitário (HU).

Informações: geny@ccs.ufsc.br, (48) 3721-9712, ramal 221 ou 9101-4927.

Tags: Doenças cardiovascularesHU/UFSCpalestraprevenção

Palestra “Sono, sonhos e memória”

25/08/2011 14:39

O Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da UFSC promove a palestra “Sono, sonhos e memória”, com o professor Sidarta Tollendal Gomes Ribeiro (UFRN).

O evento acontece no dia 30 de agosto, terça-feira, às 16h30, na Sala 15, térreo da Farmacologia.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9491/9813, ramal 212.

Tags: farmacologiapalestraSonoUFSC

Dramaturgo Roberto Alvim ministra palestra na UFSC

15/08/2011 14:32

O dramaturgo Roberto Alvim ministra palestra gratuita, dia 19 de agosto, das 18h ás 20h, na Sala Hassis, Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Nos dias 20 e 21 de agosto, Alvim ministrará uma oficina de criação de textos teatrais no Departamento de Artes Cênicas do Centro de Artes da UDESC. As inscrições devem ser feitas, até o dia 17, pelo e-mail stephao08@yahoo.com.br, enviando o currículo profissional e número do CPF. São oferecidas 20 vagas. Os dois eventos são gratuitos e abertos ao público.

Roberto Alvim é dramaturgo, diretor, ator e professor de História do Teatro na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Sendo um dos fundadores da Cia. Club Noir, Alvim é autor de 11 peças, como Todas as Paisagens Possíveis, Qualquer Espécie de Salvação, Às Vezes É Preciso Usar um Punhal para Atravessar o Caminho. Atualmente exerce a função de diretor Artístico do Teatro Ziembinski. É coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI/Paraná e do Núcleo de Dramaturgia SESI/British Council de São Paulo. Como diretor ganhou o prêmio de melhor espetáculo no 5º Prêmio Bravo! Prime de Cultura com a montagem de O Quarto de Harold Pinter (2007).

Outras informações pelo endereço http://www.ceart.udesc.br ou pelo telefone (48) 3321-8350.

Serviço:

Eventos gratuitos e abertos ao público

Palestra com Roberto Alvim

Quando: 19 de agosto, das 18h às 20h

Local: Sala Hassis – CCE – UFSC

Oficina com Roberto Alvim

Quando: 20 de agosto, das 9h às 18h, com intervalo para o almoço.

21 de agosto, das 9h às 12 horas.

Local: Departamento de Artes Cênicas – CEART – UDESC

Tags: oficinapalestraRoberto AlvimUDESCUFSC

Professor Phil MacNaghten ministra palestra sobre engajamento público na ciência

10/08/2011 16:47

O Instituto de Pesquisa em Riscos e Sustentabilidade (IRIS) da UFSC promove no dia 16 de agosto, às 18h30, a palestra “Engajamento público na ciência: da teoria à prática”, com o professor Phil MacNaghten, da Universidade de Durham (Reino Unido).

O tema explora diferentes modelos de engajamento, assim como os conceitos-chave dentro dos estudos críticos de engajamento público, os prós e contras da seleção e moderação de pequenos grupos de discussão e as oportunidades trazidas pelas mídias online e sociais. Serão apresentados alguns exemplos práticos de pesquisas no Reino Unido e Brasil acerca de tópicos em mudanças climáticas, nanotecnologias e transgênicos.

O evento será realizado na Sala de Reuniões da Pós-Graduação em Sociologia Política. Gratuito e aberto à comunidade acadêmica.

Outras informações: www.iris.ufsc.br

Tags: Ciênciaengajamento públicoIRISpalestraPhil MacNaghtenUFSC

Oliver Grau ministra palestra na UFSC sobre arte virtual

03/08/2011 09:01

O pesquisador e professor alemão Oliver Grau, da Universidade do Danúbio, em Krems, Áustria, ministra a palestra “Arquivando e historiando a Media Art” nesta sexta-feira, dia 5 de agosto, às 15h, no auditório Henrique Fontes,  Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. O evento antecede o V Simpósio Nacional da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber), que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de novembro, em Florianópolis.
(mais…)

Tags: ABCiberarte digitalmedia artOliver GraupalestraUFSC

Palestra “Chile, um Polo Mundial da Astronomia”

10/06/2011 10:18

O Grupo de Estudos de Astronomia do Planetário da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 10, às 21h, a palestra “Chile, um Polo  Mundial da Astronomia”, com Edna Maria Esteves da Silva, no Anfiteatro do Planetário, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Campus Universitário. Com início às 20h, serão apresentadas as notícias de Astronomia que foram destaques na semana. A entrada é franca.

Mais informações pelos telefones (48) 3721-9241 e 3721-4133, pelo e-mail geraldomattos@hotmail.com ou pelo site http://www.gea.org.br/programacao.html.

Tags: astronomiaEdna Maria Esteves da SilvaGrupo de Estudos de Astronomia (GEA)palestra

Palestra “A Geometria Oculta do Universo”

20/05/2011 10:54

O Grupo de Estudos de Astronomia (GEA) do Planetário da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 20 de maio, às 21h, a palestra “A Geometria Oculta do Universo”, com Frederico de Freitas Taves.

O evento ocorre no Anfiteatro do Planetário, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). A entrada é franca.

Outras informações pelo telefones (48) 3721-9241 e 3721-4133 ou pelo e-mail geraldomattos@hotmail.com.

Tags: Grupo de Estudos de Astronomia (GEA)palestra

Palestra sobre enobrecimento urbano nesta 5ª na UFSC

27/04/2011 17:53

A palestra Enobrecimento Urbano: balanços e perspectivas, será ministrada pelo professor Rogério Proença Leite, da Universidade Federal de Sergipe, nesta quinta-feira, dia 28 de abril, no miniauditório do CFH ( 3º piso), às 18h30min. Promoção conjunta do PGAU-Cidade/CTC (Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade) e o PPGAS/ CFH ( Antropologia Social)

Informações: Maria Inês Sugai : misugai2@gmail.com / lenardi@terra.com.br

Tags: palestra

Historiador divulga origem do mito de Catarina de Alexandria nesta quinta-feira

14/04/2011 09:41

A roda dentada quebrada, as palmas e o diadema fazem referência à imagem de Santa Catarina de Alexandria, padroeira do Estado, mas grande parte dos catarinenses desconhece a origem desses símbolos. Quem foi Catarina de Alexandria? De onde vem o nome do Estado? É para responder a essas perguntas simples, mas que costumam pegar os catarinenses desprevenidos, e divulgar a história de coragem e amor de Catarina de Alexandria que o historiador João Lupi fará, nesta quinta, 14/04, a palestra “Santa Catarina de Alexandria – A Padroeira dos Estudantes e do Estado de Santa Catarina”. O evento ocorrerá às 15h, no auditório do Centro de Educação (CED) da UFSC.

O interesse pela jovem que deu o seu nome ao Estado ainda é restrito. Nos últimos anos, alguns historiadores, artistas e literatos ilustres começaram a divulgar o nome da santa através da poesia, da pintura (Albertina Prates) e de quadros murais (Rodrigo de Haro). “De 50 anos pra cá, o culto à Santa Catarina de Alexandria diminuiu muito, as pessoas não sabem quem ela foi, não festejam mais a data”, confirma o professor João Lupi, Entusiasta desse mito, Lupi tem se dedicado a valorizar o conhecimento histórico-religioso das crenças responsáveis pela formação do povo catarinense, começando pela busca da origem do nome de nossa terra.

Com a intenção de levar a história de Catarina de Alexandria às escolas, João Lupi publicou dois livros, Santa Catarina: A jovem princesa de Alexandria e Santa Catarina: A origem de seu nome. Ambos foram destinados ao público infantil e editados em parceria com a UFSC e com a Secretaria de Estado da Educação no ano de 2004. Nas duas edições publicadas, o autor conta com linguagem e ilustrações encantatórias da história da vida da santa padroeira dos estudantes. Todavia, a tiragem na época foi pequena e restrita a poucas escolas.

A Grande Mártir Santa Catarina, como é também conhecida, cresceu como pagã mas depois converteu-se ao cristianismo. Após tentar convencer o imperador Maximiamo de que era um erro a perseguição aos cristãos, Catarina foi torturada, presa e então degolada. Nesse momento, um sinal divino aconteceu: no lugar de sangue, jorrou leite do corpo da jovem princesa. Catarina ficou assim reconhecida como mártir – testemunha ou defensora da fé, porque preferiu dar a própria vida a abandonar a fé cristã.

O dia 25 de novembro, dia de sua morte, passou a ser dedicado à imagem da princesa Catarina de Alexandria, que se transformou numa santa cristã. Na Idade Média, os portugueses e espanhóis começavam suas navegações pelo mundo e a devoção à Santa Catarina crescia muito. Nesse mesmo dia, em 1526, o navegador Sebastião Caboto chegou a uma ilha da costa brasileira, habitada pelos índios Carijós, que a denominavam de Meiembipe. Quando aportou na ilha, Sebastião Caboto batizou-a de Ilha de Santa Catarina. Há uma polêmica em torno da motivação desse nome. De acordo com uns, o nome homenageia a santa, enquanto para outros, faz referência a sua esposa Catarina Medrano

Mais informações: Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) – 3721-8605.

Por Marcela Borges/ Bolsista de Jornalismo na SeCArte/UFSC

Tags: palestrasanta catarina de alexandria

Historiador divulga origem do mito de Catarina de Alexandria

13/04/2011 12:26
Imagem representa Santa Catarina de Alexandria

Imagem representa Santa Catarina de Alexandria

A roda dentada quebrada, as palmas e o diadema fazem referência à imagem de Santa Catarina de Alexandria, padroeira do Estado, mas grande parte dos catarinenses desconhece a origem desses símbolos. Quem foi Catarina de Alexandria? De onde vem o nome do Estado? É para responder a essas perguntas simples, mas que costumam pegar os catarinenses desprevenidos, e divulgar a história de coragem e amor de Catarina de Alexandria que o historiador João Lupi fará, nesta quinta, 14/04, a palestra “Santa Catarina de Alexandria – A Padroeira dos Estudantes e do Estado de Santa Catarina”. O evento ocorrerá às 15h, no auditório do Centro de Educação (CED) da UFSC.

O interesse pela jovem que deu o seu nome ao Estado ainda é restrito. Nos últimos anos, alguns historiadores, artistas e literatos ilustres começaram a divulgar o nome da santa através da poesia, da pintura (Albertina Prates) e de quadros murais (Rodrigo de Haro). “De 50 anos pra cá, o culto à Santa Catarina de Alexandria diminuiu muito, as pessoas não sabem quem ela foi, não festejam mais a data”, confirma o professor João Lupi, Entusiasta desse mito, Lupi tem se dedicado a valorizar o conhecimento histórico-religioso das crenças responsáveis pela formação do povo catarinense, começando pela busca da origem do nome de nossa terra.

Com a intenção de levar a história de Catarina de Alexandria às escolas, João Lupi publicou dois livros, Santa Catarina: A jovem princesa de Alexandria e Santa Catarina: A origem de seu nome. Ambos foram destinados ao público infantil e editados em parceria com a UFSC e com a Secretaria de Estado da Educação no ano de 2004. Nas duas edições publicadas, o autor conta com linguagem e ilustrações encantatórias da história da vida da santa padroeira dos estudantes. Todavia, a tiragem na época foi pequena e restrita a poucas escolas.

A Grande Mártir Santa Catarina, como é também conhecida, cresceu como pagã mas depois converteu-se ao cristianismo. Após tentar convencer o imperador Maximiamo de que era um erro a perseguição aos cristãos, Catarina foi torturada, presa e então degolada. Nesse momento, um sinal divino aconteceu: no lugar de sangue, jorrou leite do corpo da jovem princesa. Catarina ficou assim reconhecida como mártir – testemunha ou defensora da fé, porque preferiu dar a própria vida a abandonar a fé cristã.

O dia 25 de novembro, dia de sua morte, passou a ser dedicado à imagem da princesa Catarina de Alexandria, que se transformou numa santa cristã. Na Idade Média, os portugueses e espanhóis começavam suas navegações pelo mundo e a devoção à Santa Catarina crescia muito. Nesse mesmo dia, em 1526, o navegador Sebastião Caboto chegou a uma ilha da costa brasileira, habitada pelos índios Carijós, que a denominavam de Meiembipe. Quando aportou na ilha, Sebastião Caboto batizou-a de Ilha de Santa Catarina. Há uma polêmica em torno da motivação desse nome. De acordo com uns, o nome homenageia a santa, enquanto para outros, faz referência a sua esposa Catarina Medrano

Mais informações: Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) – 3721-8605.

Por Marcela Borges/ Bolsista de Jornalismo na SeCArte/UFSC

Tags: açorianoNEApalestra

Palestra aborda a economia da China: de país pobre a maior economia mundial

30/03/2011 16:26

Foto: Antônio Barañano / TeleNews Torres

O Grupo de Pesquisas em Economia Política dos Sistemas-Mundo (GPEPSM) e o Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CARI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promovem a palestra “China: 1950/2020, de país pobre a maior economia mundial”, proferida pelo professor Vladimir Milton Pomar, geógrafo, empresário e editor das revistas “Negócios com o Brasil” e “Negócios com a China”.

O evento será realizado nesta sexta-feira, 1º de abril, às 14h, no auditório do centro Sócio-Econômico (CSE), com o objetivo de demonstrar como a China passou de economia mais pobre do mundo em 1949, segundo dados da ONU, para segundo maior em 2010 e com a perspectiva de se tornar a primeira economia mundial em 2020.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-6627 ou pelo e-mail hpgpepsm@cse.ufsc.br.

Tags: CARIChinaGPEPSMpalestraVladimir Milton Pomar

A condição do homem moderno na obra de Hannah Arendt

25/03/2011 10:45

Palestra com o professor Adriano Correia, do Departamento de Filosofia da Universidade de Universidade Federal de Goiás (UFGO).

Tema: A condição do homem moderno na obra de Hannah Arendt.

No dia 29 de março, às 19h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Promoção do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas e Pós-Graduação em Filosofia.

Informações: dich@cfh.ufsc.br

Tags: Adriano CorreiaHannah Arendtpalestra

Palestra: “50 anos da revolução cubana”

14/03/2011 17:02

Quem se surpreendeu com o efeito revolução cubana no carnaval na ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, tem mais uma oportunidade de ampliar seu conhecimento sobre a história de Cuba.  No dia 24 de março, quinta-feira, às 18h30, no Auditório do Centro de Educação (CED/UFSC), a professora Claudia Wasserman, da Universidade Federal  do Rio Grande do Sul, dá uma conferência sobre o tema “50 anos da revolução cubana”. A historiadora é autora do livro “A revolução cubana: 50 anos de imprensa e história no Brasil”, que vai estar à venda durante sua palestra na UFSC. Na obra, ela traça um panorama de como repercutiram no Brasil os acontecimentos revolucionários em Cuba e analisa  impressões sobre a revolução cubana que a mídia imprimiu no imaginário popular dos brasileiros ao longo dos anos.

A conferência com Claudia Wasserman é organizada pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA), em colaboração com o Programa de Pós-Graduação em História e o Núcleo de Estudos de História da América Latina (Nehal). Às 14 horas do mesmo dia, na sala 10 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), a historiadora participa da banca de mestrado de Elvis Poletto sobre “Conceito de nação em Mariátegui”, orientada por Waldir Rampinelli, professor do Departamento de História e também presidente do IELA. Doutora  em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com a tese “A questão nacional na América Latina no começo do século XX: Brasil, Argentina e México”, Claudia Wasserman também publicou “História Contemporânea da América Latina (1900-1930)”; “História da América Latina: do descobrimento a 1900”; “Palavra de Presidente”; e “Ditaduras Militares na América Latina”.

História de lutas

O professor Waldir Rampinelli, que vai mediar o debate com Claudia Wasserman, lembra um aspecto importante, mas pouco analisado quando se aborda a história de Cuba: o fato de a revolução cubana não se tratar de um evento, mas de um  processo histórico de longa duração. O que isso quer dizer? “Que a  revolução cubana não começou  na luta contra o ditador Fulgencio Batista, nos anos 50, mas iniciou em 1868, ano em que se desencadeou na ilha a Guerra dos Dez Anos  contra o colonialismo espanhol,” responde Rampinelli.

O historiador lembra que o próprio Fidel Castro, preso e interrogado logo após o assalto ao quartel general de Moncada, em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1953, respondeu que o autor intelectual daquela façanha havia sido José Martí, revolucionário cubano morto em 1895, em luta pela independência de sua Cuba. “Foi Martí um dos responsáveis pelo pensamento mais apurado não apenas contra o colonialismo espanhol, mas também contra o imperialismo estadunidense”, afirma Rampinelli. “O pensador revolucionário advertia de que de nada adiantaria livrar-se do jugo espanhol para cair nas garras do império estadunidense.”

É Martí também o criador do Partido Revolucionário Cubano, que depois vai ter influência sobre o Partido Comunista Cubano, quando a revolução vence, em 1959. Mas, antes de Martí, muitos contribuíram para a construção do processo revolucionário, lutando contra o colonialismo espanhol e o escravismo que afligiam o povo cubano. Entre eles, Rampinelli destaca Carlos Manuel  de Céspedes, um dos patriotas que inicia o combate anticolonial, entregando seus próprios bens à causa da independência, pela qual morre fuzilado;  Antonio Maceo, que também morre no campo de batalha; Ignácio Agramonte, outro líder do processo revolucionário a cair em combate contra os espanhóis;   Máximo Gómez, nascido em São Domingos, na República Dominicana, que chefiou o exército de libertação de Cuba na luta contra os espanhóis. O internacionalismo cubano, portanto, tem raízes que afundam nas lutas independentistas dos povos.

E tinha razão José Martí quando advertia sobre a ameaça representada pelo imperialismo estadunidense. Tanto que, após a vitória do exército popular cubano, em 1898, é aos Estados Unidos que a Espanha se rende, pois o vizinho imperialista interviera no conflito, por isso chamado de Guerra hispano-cubana-americana. O pretexto utilizado fora o de um suposto ataque contra um de seus navios de guerra, o Maine, ancorado na ilha. Após a rendição dos espanhóis, os EUA mantêm a ocupação militar, permitindo a independência formal apenas em 1902, depois de persuadir o parlamento cubano a aprovar a Emenda Platt, que lhe outorgava o direito de intervir em Cuba, mantida na condição de “protetorado” estadunidense.

Não se tratava de uma política nova, já que a intenção dos Estados Unidos de dominar e até anexar Cuba fora defendida como uma política de estado por vários de seus presidentes. É, portanto, nesse contexto histórico de usurpação da soberania do povo cubano que são forjados instrumentos “legais” de dominação política, militar e econômica, impondo a Cuba a condição de nova colônia. No início do século 20, a já citada  Emenda Platt (de 1901)  outorga aos EUA o poder de intervir  em Cuba sempre que haja ameaça à ordem institucional no país, além do “direito” de instalar bases militares em território cubano, a exemplo de Guantánamo. Outra medida de perfil colonial é o Tratado de Reciprocidade Comercial, de 1903, que dá aos EUA o controle do monopólio do açúcar e das alfândegas, praticamente abrindo o mercado cubano aos produtos norte-americanos, sem qualquer concorrência.

Revolução de raiz

Nesse período de nova colonização, no entanto, a luta pela independência prossegue. Nos anos 20, ressalta Rampinelli, é importante o papel de Julio Antonio Mella, fundador do Partido Comunista e da Liga Antiimperialista, líder do movimento estudantil e revolucionário nas lutas das organizações operárias e estudantis contra o imperialismo estadunidense e o ditador Gerardo Machado.  Para organizar a resistência, Mella parte para o México, onde é assassinado, em 1929, pela polícia secreta da ditadura.

Mella, portanto, já  apontara o caminho, depois  seguido por Fidel Castro, nos anos 50, quando traça, no México, onde se refugiara, o caminho da revolução. Daí o acerto de se aplicar o conceito de revolução de longa duração quando se analisa o processo cubano. “As condições históricas de luta pelo nacional, contra o colonialismo e o imperialismo já estavam dadas, sem retirar o mérito estratégico de Fidel Castro,” comenta Rampinelli. “A revolução está na alma, na vida de todo um povo. Se fosse um evento sem raiz, não teria consequências.”

É por esse espírito revolucionário, entranhado na própria história, que os cubanos não cederam às pressões e ao bloqueio brutal imposto a Cuba pelo governo dos Estados Unidos. Em 1992, como explica Rampinelli no artigo “Cuba – 50 anos de revolução”, o Congresso dos Estados Unidos promulga a Lei Torricelli, a qual estabelece duas sanções principais. A primeira é a de proibir o comércio com Cuba de filiais de companhias estadunidenses estabelecidas em outros países. A segunda, impede barcos que entram em portos cubanos com propósitos comerciais de tocar portos estadunidenses, ou suas possessões, durante 180 dias a partir da data de partida da Ilha. Outra legislação de exceção, aprovada pelo congresso estadunidense, é a Lei Helms-Burton, que viola leis internacionais e direitos humanos, outorgando aos  EUA o direito de  impor  sua ordem jurídica a países terceiros. Tal mecanismo estabelece um bloqueio feroz, restringindo o direito ao livre comércio com Cuba.

Rampinelli também aborda, no artigo, aspectos da crise migratória, a parte mais visível dos conflitos entre Havana e Washington. Ele explica: a Lei de Ajuste Cubano, adotada pelo Congresso dos Estados Unidos, em 2 de novembro de 1966, quando era presidente Lyndon B. Johnson, modificou o estatuto dos imigrantes cubanos, qualificando-os de “refugiados políticos”, com direito automático de asilo político e, ao mesmo tempo, com a permissão de residência permanente nos Estados Unidos, estimulando deste modo a emigrarem ilegalmente. Dessa forma, o cubano imigrante ilegal que conseguir pôr os pés (pés secos) em território estadunidense é automaticamente acolhido pela Lei de Ajuste, enquanto o interceptado no mar (pés molhados) pode ser devolvido a Cuba.

Isso tudo acontece a despeito de um acordo assinado entre os dois países que permite a entrada de 20 mil cubanos por ano nos Estados Unidos, pelas vias legais. “Na realidade, o que Washington estimula e incentiva é o roubo de aeronaves e de barcos – os quais não são devolvidos – com fuga espetacular que possa ser manchete nos jornais do mundo,” comenta o historiador.

Os que querem derrotar a revolução cubana, não entendem, adverte Rampinelli, que um processo revolucionário de longa duração não é desmantelado facilmente. Quem pode derrotar esta revolução, afirma, “são apenas os próprios cubanos”. No artigo mencionado, o historiador escreve:

“Uma revolução não subsistiria sem o apoio maciço de sua população. A estratégia de resistência consiste na guerra de todo um povo contra o invasor. Para defender seu processo revolucionário, as pessoas devem sentir no seu cotidiano as mudanças havidas na educação, na saúde, no emprego, na moradia, no meio ambiente, no esporte e na projeção internacional de seu país. Estas conquistas não apenas tornam a vida melhor e mais feliz, como também despertam o patriotismo, ou seja, o orgulho de ser cubano em qualquer parte do mundo. Afinal Cuba é o único país do Terceiro Mundo que resolveu problemas fundamentais como o da fome. No setor educacional, não existe em Cuba um analfabeto funcional, tamanho é o investimento na escolaridade. Já na saúde, os índices se igualam aos dos países mais avançados do Mundo, como o Canadá e a Noruega.

Na economia, Cuba saiu da condição da monocultura do açúcar e hoje grande parte de sua produção é em biotecnologia. Basta ver os índices econômicos apresentados a cada ano pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Por isso, a Revolução Cubana pode se esgotar, e até ser destruída, por suas próprias forças internas. Porém, nunca por uma intervenção externa, já  que o povo aprendeu ao longo de cinco décadas a manejar uma cultura de resistência, a preservar suas conquistas sociais e a saber usar armas.”

Mais informações: 3721-9297, ramal 37 ou iela@iela.ufsc.br.

Por Raquel Moisés / Jornalista

A revolução do povo cubano: muito mais que 50 anos

Por Raquel Moysés  – jornalista

Quem se surpreendeu com o efeito revolução cubana no carnaval na ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, tem mais uma oportunidade de ampliar seu conhecimento sobre a história de Cuba.  No dia 24 de março, quinta-feira, às 18h30min, no Auditório do Centro de Educação (CED/UFSC), a professora Claudia Wasserman, da Universidade Federal   do Rio Grande do Sul, dá uma conferência sobre o tema “50 anos da revolução cubana”. A historiadora é autora do livro “A revolução cubana: 50 anos de imprensa e história no Brasil”, que vai estar à venda durante sua palestra na UFSC. Na obra, ela traça um panorama de como repercutiram no Brasil os acontecimentos revolucionários em Cuba e analisa  impressões sobre a revolução cubana que a mídia imprimiu no imaginário popular dos brasileiros ao longo dos anos.

A conferência com Claudia Wasserman é organizada pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA), em colaboração com o Programa de Pós-Graduação em História e o Núcleo de Estudos de História da América Latina (NEHAL). Às 14 horas do mesmo dia, na sala 10 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), a historiadora participa da banca de mestrado de Elvis Poletto sobre “Conceito de nação em Mariátegui”, orientada por Waldir Rampinelli, professor do Departamento de História e também presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos. Doutora  em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com a tese “A questão nacional na América Latina no começo do século XX: Brasil, Argentina e México”, Claudia Wasserman também publicou “História Contemporânea da América Latina (1900-1930)”; “História da América Latina: do descobrimento a 1900”; “Palavra de Presidente”; e “Ditaduras Militares na América Latina”.

História de lutas

O professor Waldir Rampinelli, que vai mediar o debate com Claudia Wasserman, lembra um aspecto importante, mas pouco analisado quando se aborda a história de Cuba: o fato de a revolução cubana não se tratar de um evento, mas de um   processo histórico de longa duração. O que isso quer dizer? “Que a  revolução cubana não começou  na luta contra o ditador Fulgencio Batista, nos anos 50, mas iniciou em 1868, ano em que se desencadeou na ilha a Guerra dos Dez Anos  contra o colonialismo espanhol,” responde Rampinelli.

O historiador lembra que o próprio Fidel Castro, preso e interrogado logo após o assalto ao quartel general de Moncada, em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1953, respondeu que o autor intelectual daquela façanha havia sido José Martí, revolucionário cubano morto em 1895, em luta pela independência de sua Cuba. “Foi Martí um dos responsáveis pelo pensamento mais apurado não apenas contra o colonialismo espanhol, mas também contra o imperialismo estadunidense”, afirma Rampinelli. “O pensador revolucionário advertia de que de nada adiantaria livrar-se do jugo espanhol para cair nas garras do império estadunidense.”

É Martí também o criador do Partido Revolucionário Cubano, que depois vai ter influência sobre o Partido Comunista Cubano, quando a revolução vence, em 1959. Mas, antes de Martí, muitos contribuíram para a construção do processo revolucionário, lutando contra o colonialismo espanhol e o escravismo que afligiam o povo cubano. Entre eles, Rampinelli destaca Carlos Manuel  de Céspedes, um dos patriotas que inicia o combate anticolonial, entregando seus próprios bens à causa da independência, pela qual morre fuzilado;  Antonio Maceo, que também morre no campo de batalha; Ignácio Agramonte, outro líder do processo revolucionário a cair em combate contra os espanhóis;   Máximo Gómez, nascido em São Domingos, na República Dominicana, que chefiou o exército de libertação de Cuba na luta contra os espanhóis. O internacionalismo cubano, portanto, tem raízes que afundam nas lutas independentistas dos povos.

E tinha razão José Martí quando advertia sobre a ameaça representada pelo imperialismo estadunidense. Tanto que, após a vitória do exército popular cubano, em 1898, é aos Estados Unidos que a Espanha se rende, pois o vizinho imperialista interviera no conflito, por isso chamado de Guerra hispano-cubana-americana. O pretexto utilizado fora o de um suposto ataque contra um de seus navios de guerra, o Maine, ancorado na ilha. Após a rendição dos espanhóis, os EUA mantêm a ocupação militar, permitindo a independência formal apenas em 1902, depois de persuadir o parlamento cubano a aprovar a Emenda Platt, que lhe outorgava o direito de intervir em Cuba, mantida na condição de “protetorado” estadunidense.

Não se tratava de uma política nova, já que a intenção dos Estados Unidos de dominar e até anexar Cuba fora defendida como uma política de estado por vários de seus presidentes. É, portanto, nesse contexto histórico de usurpação da soberania do povo cubano que são forjados instrumentos “legais” de dominação política, militar e econômica, impondo a Cuba a condição de nova colônia. No início do século 20, a já citada  Emenda Platt (de 1901)  outorga aos EUA o poder de intervir  em Cuba sempre que haja ameaça à ordem institucional no país, além do “direito” de instalar bases militares em território cubano, a exemplo de Guantánamo. Outra medida de perfil colonial é o Tratado de Reciprocidade Comercial, de 1903, que dá aos EUA o controle do monopólio do açúcar e das alfândegas, praticamente abrindo o mercado cubano aos produtos norte-americanos, sem qualquer concorrência.

Revolução de raiz

Nesse período de nova colonização, no entanto, a luta pela independência prossegue. Nos anos 20, ressalta Rampinelli, é importante o papel de Julio Antonio Mella, fundador do Partido Comunista e da Liga Antiimperialista, líder do movimento estudantil e revolucionário nas lutas das organizações operárias e estudantis contra o imperialismo estadunidense e o ditador Gerardo Machado.  Para organizar a resistência, Mella parte para o México, onde é assassinado, em 1929, pela polícia secreta da ditadura.

Mella, portanto, já  apontara o caminho, depois  seguido por Fidel Castro, nos anos 50, quando traça, no México, onde se refugiara, o caminho da revolução. Daí o acerto de se aplicar o conceito de revolução de longa duração quando se analisa o processo cubano. “As condições históricas de luta pelo nacional, contra o colonialismo e o imperialismo já estavam dadas, sem retirar o mérito estratégico de Fidel Castro,” comenta Rampinelli. “A revolução está na alma, na vida de todo um povo. Se fosse um evento sem raiz, não teria consequências.”

É por esse espírito revolucionário, entranhado na própria história, que os cubanos não cederam às pressões e ao bloqueio brutal imposto a Cuba pelo governo dos Estados Unidos. Em 1992, como explica Rampinelli no artigo “Cuba – 50 anos de revolução”, o Congresso dos Estados Unidos promulga a Lei Torricelli, a qual estabelece duas sanções principais. A primeira é a de proibir o comércio com Cuba de filiais de companhias estadunidenses estabelecidas em outros países. A segunda, impede barcos que entram em portos cubanos com propósitos comerciais de tocar portos estadunidenses, ou suas possessões, durante 180 dias a partir da data de partida da Ilha. Outra legislação de exceção, aprovado pelo congresso estadunidense, é a Lei Helms-Burton, que viola leis internacionais e direitos humanos, outorgando aos  EUA o direito de  impor  sua ordem jurídica a países terceiros. Tal mecanismo estabelece um bloqueio feroz, restringindo o direito ao livre comércio com Cuba.

Rampinelli também aborda, no artigo, aspectos da crise migratória, a parte mais visível dos conflitos entre Havana e Washington. Ele explica: a Lei de Ajuste Cubano, adotada pelo Congresso dos Estados Unidos, em 2 de novembro de 1966, quando era presidente Lyndon B. Johnson, modificou o estatuto dos imigrantes cubanos, qualificando-os de “refugiados políticos”, com direito automático de asilo político e, ao mesmo tempo, com a permissão de residência permanente nos Estados Unidos, estimulando deste modo a emigrarem ilegalmente. Dessa forma, o cubano imigrante ilegal que conseguir pôr os pés (pés secos) em território estadunidense é automaticamente acolhido pela Lei de Ajuste, enquanto o interceptado no mar (pés molhados) pode ser devolvido a Cuba.

Isso tudo acontece a despeito de um acordo assinado entre os dois países que permite a entrada de 20 mil cubanos por ano nos Estados Unidos, pelas vias legais. “Na realidade, o que Washington estimula e incentiva é o roubo de aeronaves e de barcos – os quais não são devolvidos – com fuga espetacular que possa ser manchete nos jornais do mundo,” comenta o historiador.

Os que querem derrotar a revolução cubana, não entendem, adverte Rampinelli, que um processo revolucionário de longa duração não é desmantelado facilmente. Quem pode derrotar esta revolução, afirma, “são apenas os próprios cubanos”. No artigo mencionado, o historiador escreve:

“Uma revolução não subsistiria sem o apoio maciço de sua população. A estratégia de resistência consiste na guerra de todo um povo contra o invasor. Para defender seu processo revolucionário, as pessoas devem sentir no seu cotidiano as mudanças havidas na educação, na saúde, no emprego, na moradia, no meio ambiente, no esporte e na projeção internacional de seu país. Estas conquistas não apenas tornam a vida melhor e mais feliz, como também despertam o patriotismo, ou seja, o orgulho de ser cubano em qualquer parte do mundo. Afinal Cuba é o único país do Terceiro Mundo que resolveu problemas fundamentais como o da fome. No setor educacional, não existe em Cuba um analfabeto funcional, tamanho é o investimento na escolaridade. Já na saúde, os índices se igualam aos dos países mais avançados do Mundo, como o Canadá e a Noruega.

Na economia, Cuba saiu da condição da monocultura do açúcar e hoje grande parte de sua produção é em biotecnologia. Basta ver os índices econômicos apresentados a cada ano pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Por isso, a Revolução Cubana pode se esgotar, e até ser destruída, por suas próprias forças internas. Porém, nunca por uma intervenção externa, já  que o povo aprendeu ao longo de cinco décadas a manejar uma cultura de resistência, a preservar suas conquistas sociais e a saber usar armas.”

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Palestra “Etnografia, gênero e poder: Antropologia Feminista em Ação”

02/12/2010 17:15

Os programas de pós-graduação em Antropologia Social (PPGAS) e Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promovem a palestra “Etnografia, gênero e poder: Antropologia Feminista em Ação”, com a professora Alinne Bonetti, da Universidade Federal da Bahia.

O evento acontece nesta sexta-feira, dia 3, às 17h, na sala 331, Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). A atividade integra o projeto PROCAD/CAPES (IEG-NIGS-PPGICH-PPGAS e NEIM/UFBA).

Alinne Bonetti é professora da UFBA, vinculada ao Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher. Mestre em Antropologia Social e doutora em Ciências Sociais. Possui pesquisas e publicações na área dos estudos de gênero, movimentos sociais, feminismo e políticas públicas.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9890, ramal 25.

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Grupo de Estudos de Astronomia promove a palestra ‘A Corrida Espacial’

25/11/2010 16:42

O Grupo de Estudos de Astronomia (GEA) da UFSC promove nesta sexta-feira, dia 26, a palestra ‘A Corrida Espacial’, com Cléber Lima Chaves. O evento será realizado às 21h, no Anfiteatro do Planetário. Gratuito e aberto ao público. Outras informações pelo telefone  (48) 3721-9241, planetar@cfh.ufsc.br ou www.gea.org.br.

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Projeto Amanhecer promove palestra sobre realização profissional e pessoal

23/11/2010 10:13

O Ciclo de Palestras Projeto Amanhecer apresenta nesta quarta-feira, dia 24, às 19h30min, no auditório do Hospital Universitário, a palestra “A importância de identificar seus dons inatos e atender as necessidades de sua alma na realização pessoal e profissional”.

A agenda dos assuntos abordados contempla Marketing das empresas x marketing da alma, necessidades da sua alma e sua sustentabilidade, dons inatos e seu diferencial e o perfil das profissões na atualidade. A palestrante é Cibele Kriedt, administradora especialista em Marketing e terapeuta do Projeto Amanhecer da UFSC .

Mais informações: (48) 3721-8055 / ge.amanhecer@gmail.com / http://www.hu.ufsc.br/~proj_amanhecer.

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Professor emérito da UFMG profere palestra sobre educadores do campo

18/11/2010 10:55

Acontecerá no próximo dia 22, segunda-feira, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências (CFH), das 13h30min às 17h, a palestra “A formação dos educadores do campo”, com Miguel Arroyo, professor titular emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerias. A realização é da Licenciatura em Educação do Campo (PIBID/CED/UFSC) com apoio do Instituto de Educação do Campo e Secretaria de Educação do município de Garopaba. Mais informações pelo fone (48) 3721-9905.

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