UFSC na mídia: Estado de S.Paulo publica resenha de peça traduzida por aluna da UFSC

14/01/2019 13:06

No sábado, dia 12 de janeiro, o jornal O Estado de S.Paulo publicou uma resenha de autoria do poeta e ensaísta Sérgio Medeiros sobre “A Armadilha de Medusa”, peça de Erik Satie traduzida pela primeira vez no Brasil pela estudante de doutorado da Pós-graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGET/UFSC), Marina Bento Veshagem. 

A tradução, lançada em novembro durante o III Seminário de Escrita Dramática, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC, tornou acessível uma obra de grande relevância no cenário do século XX, considerada precursora do teatro dadaísta, do surrealismo e do teatro do absurdo.

Confira a resenha completa a seguir ou por meio do endereço eletrônico https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,peca-do-musico-erik-satie-e-traduzida-pela-primeira-vez-no-brasil,70002674843.

 

Peça do músico Erik Satie é traduzida pela primeira vez no Brasil
Autor de ‘A Armadilha de Medusa’ foi considerado um precursor do dadaísmo e do surrealismo

Sérgio Medeiros*, Especial para o Estado
12 Janeiro 2019 | 16h00

Encenação da peça ‘A Armadilha de Medusa’, de Erik Satie, na Alemanha Foto: SONORE WANDBEHÄNG. Disponível em https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,peca-do-musico-erik-satie-e-traduzida-pela-primeira-vez-no-brasil,70002674843.

Grande intérprete da obra para piano de Erik Satie (1866-1925), Jean-Pierre Armengaud, também renomado musicólogo, dedicou um estudo de fôlego ao conjunto das criações musicais desse irreverente mestre francês, que realizou uma das mais significativas revoluções estéticas do século 20, tendo influenciado, entre outros compositores, John Cage e Gilberto Mendes, que viram nele um precursor do dadaísmo e do surrealismo. Sobre a “comédia lírica em um ato do Sr. Erik Satie com música de dança do mesmo senhor”, que acaba de ser publicada no Brasil sob o título A Armadilha de Medusa, em tradução de Marina Bento Veshagem, pesquisadora do programa de pós-graduação em estudos da tradução da UFSC, Armengaud afirmou que se tratava de um “objeto” aparentemente inclassificável, o qual ele próprio não conseguiria definir.

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Primeira tradução de peça de Satie é lançada em leitura dramática na UFSC

30/11/2018 19:10

Companhia Elefants realizou primeira leitura dramática de peça de Satie. Foto: Diana Pedott

Após contar seu dinheiro, o barão Medusa recebe Astolfo, pretendente de sua filha, Frisette. Mas, será que o futuro genro o amará? Envolto em pilhas de dinheiro, o barão cria uma armadilha para testar a lealdade do candidato a noivo de Frisette. O desenrolar desse conflito é recheado de pequenos absurdos. Observadas por um macaco empalhado que dança e acompanhadas de um pianista, as personagens vivem a única peça teatral escrita pelo pianista francês Erik Satie, um dos mais importantes músicos do século XX.

A comédia em um ato foi originalmente redigida em 1913 e foi apresentada pelo próprio Satie, interpretando o Barão Medusa e tocando o piano. Repleta de ironias e sátiras, a peça teve sua primeira tradução brasileira realizada em 2015, como trabalho de mestrado de Marina Bento Veshagem, junto ao Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (PGET), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O resultado desta tradução, entretanto, extrapolou os círculos acadêmicos e a peça, intitulada “A armadilha de Medusa”, é agora publicada em livro, em edição bilíngue.

O lançamento ocorreu durante a III Semana de Leitura Dramática da UFSC, realizada entre os dias 26 a 28 de novembro de 2018. Na ocasião, os presentes puderam apreciar a leitura dramática da íntegra do texto em português. A leitura ocorreu a partir das 20h30, na Caixa Preta, espaço de apresentações artísticas localizado no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Foi a última atividade da Semana e a expectativa e recepção do público não poderiam ter sido mais entusiasmadas: lotação máxima e aplausos em pé.
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