O e-Book ‘Vida Marinha de Santa Catarina’, da Editora da UFSC, será lançado nesta quinta-feira, 5 de junho, às 18h, no auditório da Justiça Federal (Avenida Beira-Mar Norte). O livro, organizado pelo professor Alberto Lindner, do Laboratório de Biodiversidade Marinha, do Departamento de Ecologia e Zoologia, do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina, auxilia na identificação de 436 espécies de algas, plantas, invertebrados, peixes, aves, tartarugas e mamíferos marinhos, e pode ser baixado gratuitamente pelo site http://biodiversidade.ufsc.br/resultados.html. O evento tem entrada gratuita e aberta ao público. É o primeiro livro neste estilo produzido no Brasil, e já está sendo utilizado em aulas de campo na UFSC. Mais informações com a EdUFSC: www.editora.ufsc.br / (48) 3721-9408
Diretor executivo – Fábio Lopes: flopes@cce.ufsc.br / (48) 9933-8887 e contatos com Alberto Lindner: (48) 8801-7213 / alberto.lindner@ufsc.br
A sociedade catarinense receberá um belo presente no Dia Mundial do Meio Ambiente: o lançamento do e-book Vida Marinha de Santa Catarina, organizado pelo professor Alberto Lindner. A solenidade será no dia 5 de junho, a partir das 18 horas, no auditório da Justiça Federal no centro de Florianópolis.
A obra foi publicada pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) e financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Com apoio e colaboração de diversas instituições locais, nacionais e internacionais, os 75 autores catalogaram 436 espécies que povoam os 400 quilômetros da costa catarinense. Todo colorido e abrindo cada capítulo com uma foto de página inteira, o livro disponibiliza, em forma de mosaico, 491 imagens legendadas. São algas, plantas marinhas, esponjas, cnidários, briozoários, ctenóforos, poliquetas, moluscos, crustáceos, equinodermos, tunicados, peixes, aves marinhas, mamíferos e tartarugas.
Além da introdução, a obra é enriquecida por dois artigos de caráter científico e pedagógico: “O Mergulho em Santa Catarina” e “O Mar como Sala de Aula”, igualmente ilustrados com fotos. Inclui ainda um índice remissivo e a lista dos autores e suas respectivas entidades ou instituições. Alberto Lindner integra o Departamento de Ecologia e Zoologia do Centro de Ciências Biológicas da UFSC (CCB), atuando junto ao Laboratório de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP). “Esse conjunto de espécies com diferentes padrões de distribuição faz de SC um laboratório natural para a pesquisa científica, bem como uma região privilegiada para contemplação da vida marinha”, afirma o pesquisador natural de Blumenau. (mais…)
EdUFSC publica ‘A tempestade’, de William Shakespeare, traduzido por professor Rafael Raffaelli. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC
Em mais uma empreitada ousada, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) está publicando outro clássico da literatura universal: A tempestade, de William Shakespeare, traduzido pelo escritor e professor de Psicologia Rafael Raffaelli do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC (CFH). Escrita em 1623, a peça marca o apogeu da carreira do dramaturgo inglês e é considerada a última produção solo do autor de Macbeth. Raffaelli também lançou pela EdUFSC Psicanálise e o casamento (1994); Ensaios sobre cinema e pintura (2008) e a tradução da peça Do jeito que você gosta (2011) , de Shakespeare.
Os textos de Shakespeare, segundo Rafael Raffaelli, caracterizam-se pela ambiguidade e pela abertura de sentido, oferecendo ao diretor ou ao comentarista várias alternativas possíveis. “A cena do naufrágio que abre a peça recoloca a questão da falência da vontade e da autoridade humana diante das forças da natureza”, esclarece o tradutor de A tempestade. (mais…)
O diretor da EdUFSC divulga o vencedor do Prêmio Cruz e Sousa de Poesia. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC
O escritor, cronista e crítico teatral Rubens da Cunha foi o vencedor do Prêmio Cruz e Sousa de Poesia da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). O resultado foi anunciado nesta terça-feira, 27, na Sala de Reuniões do Conselho Editorial pelo diretor da Editora Fábio Lopes. A obra Curral, vencedora entre 40 concorrentes, será publicada até o final deste ano. Outros dois autores mereceram menções honrosas: Alckmar Luiz dos Santos, com Dos desconcertos da vida filosoficamente considerada; e Eduardo Silveira, com Calopsita. A Comissão Julgadora foi composta por Péricles Prade, presidente da Academia Catarinense de Letras (ACL); Ronald Augusto, poeta e crítico literário; e Fábio Lopes, professor e diretor da EdUFSC. Esta é a quarta edição do concurso que procura estimular e valorizar a literatura produzida em Santa Catarina. O próximo concurso deverá contemplar o conto ou o romance. A palavra final será dada pelo Conselho Editorial. (mais…)
Dando continuidade à política de valorização da literatura catarinense, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) anuncia no dia 27 de maio, terça-feira, às 14h, o resultado do Concurso Cruz e Sousa de Poesia. O anúncio será feito pelo diretor Fábio Lopes na sala de reuniões do Conselho Editorial da EdUFSC. O Concurso de Literatura da Editora vem sendo realizado desde 2010, e, na primeira edição, contemplou o romance e homenageou o escritor Salim Miguel – o vencedor foi o professor Alckmar Luiz dos Santos, com o romance Ao que minha vida veio…
Em mais uma empreitada ousada, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) está publicando outro clássico da literatura universal: A tempestade, de William Shakespeare, traduzido pelo escritor e professor de Psicologia Rafael Raffaelli do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC (CFH). Escrita em 1623, a peça marca o apogeu da carreira do dramaturgo inglês e é considerada a última produção solo do autor de Macbeth. Raffaelli também lançou pela EdUFSC Psicanálise e o casamento (1994); Ensaios sobre cinema e pintura (2008) e a tradução da peça Do jeito que você gosta (2011) , de Shakespeare.
Os textos de Shakespeare, segundo Rafael Raffaelli, caracterizam-se pela ambiguidade e pela abertura de sentido, oferecendo ao diretor ou ao comentarista várias alternativas possíveis. “A cena do naufrágio que abre a peça recoloca a questão da falência da vontade e da autoridade humana diante das forças da natureza”, esclarece o tradutor de A tempestade. (mais…)
Abrindo as portas para horizontes de uma formação mais integral e universal, o livro Conversando sobre educação tecnológica promove um oportuno diálogo sobre as chamadas “ciências duras” com as humanidades,
inserindo, por exemplo, uma “pitada” de filosofia nas engenharias.
O novo título da EdUFSC é assinado por três estudiosos no assunto: Walter Antonio Bazzo, Luiz Teixeira do Vale Pereira e Jilvania Lima dos Santos Bazzo. A obra coloca os estudantes em contato direto com conhecimentos que fogem dos limites restritos do tecnicismo e, ao mesmo tempo, possibilita uma compreensão ampla da importância vital da tecnologia e da ciência para a população. Ao introduzir este debate crucial , desafia a academia a enfrentar preconceitos, repensar métodos, práticas e paradigmas.
Neste livro, os autores se apropriam de discursos que pretendem “superar os modismos ou as culturas instituídas”. Refutando ideias vinculadas a monólogos e receituários, os autores cismam primar “pela confluência de diferentes visões” na procura de saídas para a educação em tecnologia. Os conteúdos selecionados foram concebidos através das atividades do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação Tecnológica da UFSC (Nepet), que, desde 1997, vem preenchendo lacunas bibliográficas do Brasil nesta área. A EdUFSC, desde então, tem incentivado no País um debate que já faz parte do cotidiano das nações desenvolvidas, isto é, costurar o vínculo existente entre desenvolvimento científico e humano.
Assista também ao UFSC entrevista em que o professor Walter Bazzo fala sobre Educação Tecnológica e as publicações que o Nepet vem lançando na área incluindo o livro Conversando sobre Educação Tecnológica:
Embora muitas vezes incompreendidos na própria academia, o esforço de socializar e popularizar a tecnologia a exemplo do que faz o jornalismo científico, vem oportunizando aos autores a publicação de artigos e livros, disseminando, dessa forma, a educação tecnológica dentro e fora do ambiente universitário. Walter Bazzo e Luiz Teixeira são professores e pesquisadores do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC e Jilvania atua como docente na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) . Os três integram o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação Tecnológica, e os textos reunidos no livro foram elaborados entre 2008 e 2012. Objetivam romper com as “abordagens lineares e positivistas que raramente levam em consideração uma reflexão de cunho mais político, social e filosófico a favor do desenvolvimento humano”. Em síntese, conseguem demonstrar a “interdependência entre os conhecimentos humanos mais abrangentes e a educação tecnológica”.
Na visão dos pesquisadores, “a sociedade contemporânea clama por respostas às dúvidas de nosso convívio com o excesso de tecnologia na vida de cada pessoa”. Para eles, “ a pessoa, em virtude de sua humanidade, se sobrepõe à máquina”. Inspirados no pensador francês Edgar Morin, apontam caminhos e alternativas para consolidar a educação tecnológica na universidade e na sociedade. Consideram, neste contexto, fundamental “o papel da educação tecnológica na retomada dos valores éticos e sociais para a formação dos nossos jovens”. Estimulam a criação de fóruns de debates entre professores e alunos para a transformação do Movimento Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), “também no Brasil”, em campo de estudo prioritário para o aprimoramento da educação nas escolas tecnológicas.
Numa época em que se questiona a “era da tecnologia”, os autores acreditam ser necessário pensar no “sistema humano” de forma autônoma e indissociável das questões técnicas, sociais, políticas e econômicas. Afinal, engenharias incluídas, “sem a filosofia pouco se compreende o mundo em que se vive”. Eles sabem que ainda hoje o ensino de Engenharia “acontece de forma acrítica e é gerado por uma prática que busca um nível de compreensão apenas imediato”. Defendem reflexões humanísticas e rechaçam modelos voltados exclusivamente à eficiência e ao lucro por meio das “tão decantadas inovações tecnológicas”. Enfim, querem profissionais comprometidos com a cidadania e as mudanças sociais.
Os autores, preocupados com a “intrincada relação entre as responsabilidades de técnicos e cidadãos”, questionam: “Será o homem capaz de promover simultaneamente o seu desenvolvimento espiritual-cultural e ecológico ao lado da técnica?”. O livro dá pistas, mas não inclui a receita no cardápio. Avisa, contudo, que “a atitude acrítica gera tanto o trabalhador alienado quanto o consumidor passivo”.
A dupla de engenheiros, Walter Antonio Bazzo e Luiz Teixeira do Vale Pereira, publicou pela EdUFSC, entre outros títulos, o clássico Introdução à Engenharia – Conceitos, Ferramentas e Comportamentos, cujo jubileu de prata foi marcado com uma edição comemorativa no ano passado. Conversando sobre educação tecnológica aprofunda algumas teses que já aparecem naquela obra referendada pela comunidade científica. Resenhadas pela equipe de Comunicação da UFSC, as obras de Bazzo e Vale Pereira sempre mereceram atenção e despertaram ampla divulgação no País.
Em entrevista exclusiva ao escritor Dennis Radünz, publicada na edição nº 7 da revista Subtrópicos, o jornalista Uelinton Farias Alves denuncia “a grossa margem de racismo a que Cruz e Sousa está legado até hoje”. Autor da biografia Cruz e Sousa:Dante negro do Brasil, o autor sublinha que a invisibilidade do poeta de Desterro se dá pelo processo político-social brasileiro. “A sociedade o exclui como exclui todo negro brasileiro”, sentencia.Subtrópicos é a revista cultural da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), que tem entre os seus títulos o livroExeus, de autoria de Dennis Radünz.
Além da entrevista, este número da revista apresenta artigos de professores e intelectuais locais, do país e do exterior. O carioca João Gabriel Almeida analisa as “jornadas de junho”, lançando uma questão intrigante: “Cabe agora, também, pensar em como disputar a juventude que foi para as ruas e que está sendo cativada pelo fascismo”. Músico e morador de Florianópolis, o argentino Alberto Andrés Heller contribui com o texto sobre “O mito do autoconhecimento através da arte”.
Segundo ele, autor de John Cage e a poética do silêncio, “não devemos confundir expressão com autoexpressão, pois o que se expressa na arte supera em muito os limites do individual: o artista e a ‘sua’ criação são atravessados pelo mundo, pela história, pela cultura, pela energia, pelo espaço, pelo tempo.”. Heller entende que “a técnica nunca confere o poder e o domínio sobre a obra”. (mais…)
Nenhum homem foi oficialmente “convidado” a participar do livro coletivo Filosofia: machismos e feminismos, organizado por Maria de Lourdes Borges e Márcia Tiburi, e publicado pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). Embora a contracapa diga que “este é um livro sobre mulheres e filosofia ou sobre temas feministas na filosofia”, o conteúdo vai além e é bem mais variado. São 15 mulheres, oriundas de diversas instituições do país e do exterior, que se debruçam sobre assuntos plurais, interdisciplinares e polêmicos, alguns deles pouco explorados, que são tabus na sociedade e até na academia. Os únicos autores homens infiltrados, Eduardo Subirats e André Cechinel, assinam, em coautoria com Imaculada Kangussu, o artigo “Feminino em perspectiva tripla”.
Segundo Márcia Tiburi, dois livros anteriores trabalharam a mesma veia: As mulheres e a filosofia (Unisinos, 2002) e Mulheres, filosofia ou coisas do gênero (Edunisc, 2008). A novidade é que esta obra é escrita quase na íntegra por mulheres. “Este seria um livro de mulheres para mulheres, e poderia muito bem se chamar Mulheres que escrevem filosofia. No entanto optamos pelo título Filosofia, machismos e feminismos, decididas a privilegiar o conteúdo”, justifica, com razão, a doutora em Filosofia e colunista da revista Cult, Márcia Tiburi, parceira da professora e ex-secretária de Cultura (Secult) da UFSC, Maria de Lourdes Borges, na organização do novo título da editora universitária.
Abrangente, mesclando temáticas antigas e inéditas, o livro guarda uma coerência com os anteriores: a coragem de sair de temas aceitos pelo patriarcado com o qual, alertam as organizadoras, “é sempre bom tomar cuidado!”. (mais…)
Uma teoria da adaptação, de Linda Hutcheon, não chega propriamente a matar o autor, mas coloca em xeque a ideologia do romantismo que valoriza somente a obra do gênio, original e única. O livro da professora da Universidade de Toronto (Canadá), reconhecida e respeitada pesquisadora da cultura contemporânea, ganhou uma segunda edição da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). A tradução é do ensaísta e doutor em Literatura André Cechinel.
Linda Hutcheon não faz uma análise de exemplos específicos, muito menos investiga alguma mídia em particular. “É o próprio ato de adaptar que me interessa, não importa para qual mídia ou gênero”. O desafio abarca não apenas o cinema, a literatura, o teatro, a televisão, o rádio, a ópera e as várias mídias eletrônicas, mas também os parques temáticos, as representações históricas e os experimentos de realidade virtual. Seu enfoque, portanto, é amplo, geral e irrestrito.
A autora faz uma reflexão sobre a popularidade das adaptações e tenta entender ao mesmo tempo a condenação sistemática a esta prática universal incorporada ao cotidiano. Numa entrevista exclusiva ao tradutor André Cechinel, ela avalia que todas as obras são secundárias, ou seja, “toda arte deriva de outra arte”. Acredita, conforme salienta na apresentação do livro, que “a adaptação é (e sempre foi) central para a imaginação em todas as culturas”. (mais…)
Em entrevista exclusiva ao escritor Dennis Radünz, publicada na edição nº 7 da revista Subtrópicos, o jornalista Uelinton Farias Alves denuncia “a grossa margem de racismo a que Cruz e Sousa está legado até hoje”. Autor da biografia Cruz e Sousa: Dante negro do Brasil, o autor sublinha que a invisibilidade do poeta de Desterro se dá pelo processo político-social brasileiro. “A sociedade o exclui como exclui todo negro brasileiro”, sentencia. Subtrópicos é a revista cultural da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), que tem entre os seus títulos o livro Exeus, de autoria de Dennis Radünz.
Além da entrevista, este número da revista apresenta artigos de professores e intelectuais locais, do país e do exterior. O carioca João Gabriel Almeida analisa as “jornadas de junho”, lançando uma questão intrigante: “Cabe agora, também, pensar em como disputar a juventude que foi para as ruas e que está sendo cativada pelo fascismo”. Músico e morador de Florianópolis, o argentino Alberto Andrés Heller contribui com o texto sobre “O mito do autoconhecimento através da arte”. (mais…)
Com circulação antecipada na versão eletrônica, a 6ª edição impressa da revista Subtrópicoscomeçou a ser distribuída pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC). Nesta edição divulga, comenta e critica obras locais, nacionais e internacionais, incluindo títulos publicados pela própria editora universitária.
O crítico literário Kelvin Falcão Klein aborda, por exemplo, Contos de Mércio, do alemão Kurt Schwitters, traduzido pela professora Maria Aparecida Barbosa, e que “nos mostra um mundo da criação, e não da representação”. Já o professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC, Alexandre Fernandez Vaz, analisa Os herdeiros: os estudantes e a cultura, clássico lançado há 50 anos por Pierre Bordieu e Jean-Claude Passeron, traduzido para a EdUFSC pelos professores Ione Ribeiro Valle e Nilton Valle. Nesta obra, segundo o artigo, os dois pensadores europeus “desmontam o mito da educação democrática preconizada pela Terceira República Francesa (1870-1940) e suas ideias liberais”.
A segunda edição revista de Teorias de aquisição da linguagem, organizada pelas professoras e pesquisadoras Ronice Müller de Quadros e Ingrid Finger, reforça a política de inclusão social priorizada pela atual gestão da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC).
Como não existe até hoje uma teoria ou abordagem única, o livro tem o mérito de apresentar e contextualizar as principais correntes teóricas que vêm norteando as pesquisas em aquisição da linguagem. São 276 páginas, sete capítulos e sete autores. As 62 páginas de referências bibliográficas refletem o conteúdo, a pluralidade e a abrangência dos textos apresentados.
O livro também faz uma justa homenagem à professora Leonor Scliar-Cabral, pesquisadora de referência internacional no campo das pesquisas em aquisição da linguagem do Português brasileiro. Ela contribuiu com o capítulo intitulado Evolução das pesquisas em aquisição da linguagem oral monolíngue no Brasil. Leonor constatou que nas últimas décadas houve um “amadurecimento teórico e metodológico dos pesquisadores”. Isso, na sua opinião, deve-se ao surgimento de novos centros de investigação, de novas lideranças e de novos e mais cursos de pós-graduação em Letras e Linguística. Uma prova dessas mudanças está na própria UFSC, que lidera programas e pesquisas em nível nacional e internacional.
O Iraque também é aqui. Responsável pela reabertura, em 2006, da Embaixada do Brasil em Bagdá, o diplomata Bernardo de Azevedo Brito mora agora em Florianópolis. Onze anos depois da invasão norte-americana, consumada em março de 2003, ele lança, pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), um livro que já nasce clássico:Iraque – Dos primórdios à procura de um destino. A sessão de autógrafos acontece nesta quinta-feira, dia 10, a partir das 19 horas, na Fundação Badesc, no centro de Florianópolis.
O autor, que atuou em Bagdá até 2011, acredita que, apesar do quadro político conturbado e complexo, há indícios de franca recuperação da economia destruída pelos EUA e seus aliados. “Em suma, com os recursos abundantes que o petróleo volta a proporcionar, o desenvolvimento do País está avançando em várias frentes”, constata o analista.
Pela primeira vez na história controlado pelos xiitas, conduzidos ao poder pela eleição, a grande questão levantada pelo livro não está relacionada à prosperidade do Iraque. Dominado por regimes ditatoriais, que tiveram entre seus expoentes Saddam Hussein, a pergunta que não quer calar é sobre “a maneira pela qual as liberdades e os direitos fundamentais serão assegurados”. O Iraque, mostrado no livro com mapas e fotos da embaixada brasileira, possui hoje mais de 30 milhões de habitantes, representados por três comunidades étnico-religiosas dominantes: “árabes xiitas, árabes sunitas e curdos, que em sua maioria são sunitas”.
Professora do Centro de Ciências da Educação da UFSC, Ione Ribeiro Valle (esq.) é entrevistada pelos professores Simone Schmidt e Fábio Lopes da Silva. Foto: divulgação
Ao mesmo tempo em que massificou a utilização das mídias sociais, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) tem reforçado a divulgação do seu catálogo pelo meios de comunicação tradicionais. Cumprindo uma promessa da atual gestão, lança no dia 10, quinta-feira, o programa Livro Aberto. Apresentado pelos professores Fábio Lopes da Silva e Simone Schmidt, será exibido pela TV UFSC mensalmente às quintas-feiras, às 19h30min, e aos sábados, às 15h30min. Trata-se de um espaço dedicado a autores, tradutores e comentadores de títulos publicados pela editora universitária.
O programa abre com entrevistados de peso: o diplomata Bernardo de Azevedo Brito, autor de Iraque – Dos primórdios à procura de um destino; e a professora do Centro de Ciências da Educação da UFSC, Ione Ribeiro Valle, co-tradutora de Os herdeiros – os estudantes e a cultura, clássico de Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron, escrito há 50 anos. Ione traduziu também o polêmico Homo Academicus, que faz críticas contundentes e sempre atuais aos intelectuais e à universidade.
A obra da portuguesa Maria Gabriela Llansol está consagrada na Europa, mas, mesmo estudada na academia, ainda é pouco divulgada e conhecida no Brasil. A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) ajuda a mudar essa realidade com a publicação de Partilha do incomum- Leituras de Maria Gabriela Llansol, organizada pela editora e pesquisadora Maria Carolina Fenati.
São 15 artigos de especialistas que analisam a fascinante literatura produzida, compulsivamente, pela autora de clássicos como O livro das comunidades, A restante vida e a trilogia Geografia de rebeldes. “Lancei-me na dianteira de mim mesma”, antecipou Llansol.
Em função da greve dos servidores técnico-administrativos, a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) adiou a abertura da sua Feira de Livros, marcada para o dia 24 de março. Os livros do catálogo da EdUFSC podem ser adquiridos com 30% de desconto na livraria, prédio do Básico, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
No Brasil, de cada 100 novos empregos, apenas quatro são criados pelas grandes empresas. As micro e pequenas empresas respondem por 97,5% do universo empresarial do País. Esses números reforçam o interesse social e acadêmico e, por si só, justificam a publicação de O estado da arte da pequena e média empresa: fundamentos e desafios, organizado por Pierre-André Julien e traduzido pelo economista Miro Hildebrando para a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC).
Dividido em quatro partes, o livro reúne, em 14 capítulos, artigos de referência dos principais pesquisadores do Instituto de Pesquisa sobre as Pequenas e Médias Empresas da Universidade de Québec, Canadá. Conta com a participação e a experiência de milhares de pesquisadores internacionais no desafio de elaborar uma teoria geral aplicada ao campo das pequenas empresas. O organizador é professor titular da Cátedra Bombardier em Gestão de Mudança Tecnológica e do Instituto de Pesquisa sobre a PME. A obra, que costura e defende uma cultura para área, acumula e difunde reflexões e pesquisas desenvolvidas há mais de três décadas. Segundo Pierre-André Julien, o leitor brasileiro está diante de uma obra coerente, “com capítulos inter-relacionados que abarcam todos os aspectos do mundo fascinante da pequena e média empresa”.
Walter Benjamin “é um homem de fronteira, figura instável no limiar da História”, constata o crítico e tradutor português João Barrento, nos ensaios inéditos que acabam de ser publicados pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), sob o título Limiares sobre Walter Benjamin. Fonte inesgotável para pesquisas em várias áreas do conhecimento, o pensador alemão Walter Benjamin – incompreendido e até repudiado no passado – é hoje quase uma unanimidade na academia. João Barrento busca “projetar alguma luz refractada a partir dos textos de Benjamin”.
Os leitores também são presenteados com um CD-ROM: Diário para Walter Benjamin, que contém anotações críticas, notas de tradução, desenhos e imagens. (mais…)
Ao prefaciar A forma-formante – Ensaios com Joaquim Cardozo, de Manoel Ricardo de Lima, o escritor e estudioso Everardo Norões sublinha ser impossível analisar a obra do poeta “sem se impregnar de seu pensamento, sem estar com ele por perto, como se detrás de nós, a cada página, ele apresentasse o texto como um corpo vivo, uma estrela de sua constelação”.
O livro ora publicado pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) é um dos resultados da pesquisa de pós-doutoramento realizada na UFSC pelo autor, que atualmente leciona na Escola de Letras da Unirio (RJ).
Manoel Ricardo de Lima apresenta seis ensaios curtos: A astronomia alegre; A cerca, o poema, a imaginação; Crivo e deserto; As águas sem dono de Pancetti; O poema, um animal que ri; e O nome que falta. Todos os textos, ressalta Everardo Norões, organizador da Poesia completa e Prosa de Joaquim Cardozo, “giram em torno do núcleo ‘forma-formante’, a maneira como o poeta concebe o poema do Universo ou o Universo do poema”.
A revista Subtrópicos, publicada pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC), exibe crítica, criatividade e pluralidade no seu quinto número. Com artigos de várias áreas do conhecimento, abre e equilibra o espaço para opiniões de autores locais, nacionais e internacionais. Por exemplo, enquanto o professor de Sociologia Política Jacques Mick tenta entender e explicar a corrupção no Brasil, o e ex-governador e professor Esperidião Amin esforça-se para divulgar e valorizar a Guerra do Contestado.
Ao mesmo tempo em que a pós-doutora Jade Gandra Dutra Martins analisa Lars Von Trier e a reescritura do cinema, na outra ponta, o professor e escritor alemão Detlev Claussen disseca a obra de Herbert Marcuse. Ex-candidato a prefeito, o professor de Planejamento Urbano Elson Manoel Pereira faz uma crítica oportuna e direta ao novo e polêmico Plano Diretor de Florianópolis. Já o professor e poeta Heron Moura faz uma “viagem” ao Uruguai, concluindo que “todo poeta é um pouco uruguaio, neste sentido de falar para uma multidão de si mesmo”.
“A autonomia da razão, ou a razão como critério último, é a inovação mais característica da contribuição grega ao desenvolvimento do pensamento, característica definidora da filosofia, que era inexistente nas manifestações teóricas dos outros povos”, sublinha o filósofo Fernando Coelho, tradutor e organizador de As categorias, clássico de Aristóteles, lançado em edição trilíngue (grego, português e latim), pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC).
No prefácio, o professor de Filosofia Antiga da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luís Felipe Bellintani Ribeiro, ressalta a relevância social e científica da obra de Aristóteles. “É preciso haver uma ciência da predicação; é necessário que as categorias sejam muitas – mas em número finito”, ressalta. (mais…)
A terceira edição revista do clássico As imagens do outro sobre a cultura surda, de Karin Strobel, atende a uma prioridade da atual gestão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): a inclusão social e o fortalecimento do Programa de Libras (Língua Brasileira de Sinais). O diretor da EdUFSC, Fábio Lopes, salienta que a divulgação de pesquisas e a publicação de obras relacionadas à língua de sinais ocupam espaço especial no programa de ações e estratégias da editora universitária.
Convidada a revisar o livro, a professora Sueli Fernandes constatou que o texto de Karin Strobel “estava pronto, babélico, disperso, plural!” A revisora garantiu, assim, o direito da autora de “ser sujeito em sua própria língua, dissolvendo sua voz no caldo da língua majoritária oficial”.
A escritora sabe que não faltam belos livros e teses sobre os surdos. Mas as suas perguntas não deixam calar: será que “sabem sobre a cultura surda? Sentiram na própria pele como é ser surdo?”.
A obra narra experiências concretas vivenciadas pelos sujeitos surdos contra a opressão cultural e que permitiram, na luta, assegurar a sua sobrevivência e afirmar as suas identidades. Karin Strobel não defende somente o respeito à diferença cultural. Ao denunciar a realidade brasileira, que ainda não aceita nem compreende a cultura surda, a pesquisadora apela à sociedade para que reconheça as suas diferentes identidades, histórias, subjetividades, línguas e formas de viver e de se relacionar com o mundo.
A autora tem uma vida dedicada à causa dos surdos brasileiros. Formada em Pedagogia, é especialista na área de surdez e doutora em Educação Especial pela UFSC. Ex-presidente da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos, hoje é professora e coordenadora do Curso de Letras/Libras da UFSC.
Em todos esses anos de atuação, sintetiza no prefácio a professora Ronice Müller de Quadros, a autora “percebeu o quanto é importante ver o outro e perceber como o outro a percebe enquanto surda”. Desconstruindo o estranhamento do outro e da outra, Karin Strobel toma o “leitor pela mão e o faz perseguir as trilhas dos surdos de um jeito surdo”, afinal, como fica evidente, “os surdos constituem um povo”. A leitura do livro da EdUFSC assume o mérito de mudar o ouvido e a visão sobre esse povo e, quem sabe, ajude a construir, a partir da Universidade, uma história de inclusão, livre de preconceitos e opressão. O Programa de Libras da UFSC parece ser um bom sinal: é referência nacional na língua de sinais.
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A exposição comemorativa “50 anos da Independência de Angola” será inaugurada nesta terça-feira, 11 de novembro, às 18h, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC). A exposição apresenta aspectos da história de Angola, a guerra[...]
O Seminário de Confiabilidade Informacional 2025: Inteligência Artificial e Hiperinformação, realizado pelo programa de extensão Confiabilidade Informacional e Combate à Desinformação no Ambiente Digital (CIDAD), ocorre nos dias 2 e 3 de dezembro de forma on-line, com transmissão[...]
De 5 novembro a 15 de dezembro, a Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, no Espaço Expositivo Hall da Circulação, a mostra Cores do ser: vista imaginária da artista Yulia Ievskaya. A mostra reúne pinturas que[...]
O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC) inaugura nesta quarta-feira, 24 de setembro, às 16h, a exposição Sonhar o rio: do direito à luta pela paisagem. A mostra, que segue até 12 de[...]
A exposição comemorativa “50 anos da Independência de Angola” será inaugurada nesta terça-feira, 11 de novembro, às 18h, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC). A exposição apresenta aspectos da história de Angola, a guerra[...]
O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove o evento Enfermagem e Saúde Planetária: o que estamos pesquisando, na próxima quinta-feira, 4 de dezembro, às 14h, no canal de YouTube do[...]
De 5 novembro a 15 de dezembro, a Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, no Espaço Expositivo Hall da Circulação, a mostra Cores do ser: vista imaginária da artista Yulia Ievskaya. A mostra reúne pinturas que[...]
O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC) inaugura nesta quarta-feira, 24 de setembro, às 16h, a exposição Sonhar o rio: do direito à luta pela paisagem. A mostra, que segue até 12 de[...]
A exposição comemorativa “50 anos da Independência de Angola” será inaugurada nesta terça-feira, 11 de novembro, às 18h, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC). A exposição apresenta aspectos da história de Angola, a guerra[...]
A Conferência sobre Inovação, Regulação e Confiança Digital (Confiar), organizada pelo Laboratório de Segurança em Computação (LabSEC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), irá acontecer no dia 5 de dezembro, das 9h às 17h15,[...]
O Grupo Pesquisa Teatro Novo apresenta nos dias 28, 29 e 30 de novembro e 5, 6 e 7 de dezembro, às 20h, no Teatro Carmen Fossari da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o[...]
O Grupo Pesquisa Teatro Novo apresenta nos dias 28, 29 e 30 de novembro e 5, 6 e 7 de dezembro, às 20h, no Teatro Carmen Fossari da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o[...]
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O Núcleo de Estudos em Encenação Teatral e Escrita Dramática (Needram) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove o Colóquio Internacional ‘O Drama asiático contemporâneo’ – Módulo China em 8 de dezembro, segunda-feira, das 10h às[...]
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O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC) inaugura nesta quarta-feira, 24 de setembro, às 16h, a exposição Sonhar o rio: do direito à luta pela paisagem. A mostra, que segue até 12 de[...]
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