Teatro da UFSC apresenta “O misterioso sumiço do Boi de Mamão” no Dia das Crianças

10/10/2011 09:00

Num pedacinho de terra perdido mar, na ilha conhecida como Ilha da Magia, crianças e adultos brincavam com o Boi de Mamão. Mas, em um acontecimento misterioso, o Boi sumiu. É assim que começa a história do “misterioso sumiço do Boi de Mamão”, que será apresentado na semana das crianças, no dia 12 de outubro, quarta-feira, às 16h e às 18h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.

Na peça, apresentada com bonecos de luvas e atores, uma detetive é contratada para investigar o sumiço do boi. Personalidades da cultura de Florianópolis como a Rendeira, o Pescador, a Bruxinha curandeira e o Mané são os principais suspeitos.

O objetivo da peça, segundo o ator Khalid Prestes, é resgatar e divulgar a cultura da Ilha de Santa Catarina. “Queremos levar alegria, sorrisos e sonhos com a simplicidade de fazer com que crianças e adultos não deixem apagar a chama da nossa bela cultura, bem como o respeito por uma tradição que jamais deve ser esquecida.”, afirma o ator.

Sobre o espetáculo

O espetáculo nasceu em agosto de 2009 pelas mãos de Danielle Coelho, da Cia. Articulação Cultural, e Khalid Prestes, da Cia Clã dos Nobres Arteiros, que idealizaram uma história com traços típicos da cultura açoriana.

“O misterioso sumiço do Boi de Mamão” foi inicialmente confeccionado com bonecos de cerâmica em forma de fantoches, com os personagens tradicionais da Ilha e das rodas de Boi de Mamão. Para contar essa história, nasceu a detetive Floriana e seu ajudante Amanito, que trouxeram um brilho a mais ao Espetáculo por se tratar de Clowns (uso da máscara: nariz de palhaço). A peça foi criada e produzida em apenas dois meses, tendo sua estreia no Teatro da UFSC, no dia das crianças.

Em março de 2010, o espetáculo foi convidado para participar do Projeto Conexão Cultural Tigre, percorrendo três Estados: Santa Catarina, Paraná e São Paulo, com um total de cinquenta e duas apresentações. Em junho, a peça participou do Festival Internacional de Tetro de Animação (FITA Floripa), e em outubro entrou novamente em cartaz no Teatro da UFSC, com dez sessões.

Em janeiro de 2011, o espetáculo ganhou uma nova produção com a confecção de bonecos maiores, mais coloridos e cenários em perspectiva trazendo ainda mais efeitos visuais e encantamento o público. Em março, a peça estreou a nova produção em grande estilo no Festival de Curitiba, integrando a Mostra Seu Nariz. Em junho, a programação do 5º FITA FLORIPA contou novamente com o espetáculo, que está fazendo o maior sucesso por onde passa.

Alem de festivais e projetos de circulação, “O misterioso sumiço do Boi de Mamão” já esteve em escolas da Grande Florianópolis, shoppings e na programação SESC Florianópolis e Joinville.

Ficha técnica

Produção: Articulação Cultural e Clã dos Nobres Arteiros

Duração: 50 minutos.

Classificação: Livre

Texto: Danielle Coelho e Khalid Prestes

Bonequeiros: Khalid Prestes e Rahima Leung

Cenário: Sérgio Pires Nunes e Rahima Leung

Atuação e Manipulação: Juliana Freitas e Khalid Prestes

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “O misterioso sumiço do Boi de Mamão”

QUANDO: Dia 12 de outubro de 2011, quarta-feira, às 16h e 18 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia (meia-entrada para crianças, idosos, classe artística e estudantes). Crianças menores de 2 anos não pagam. (Ingressos no dia e local a partir das 15 horas.)

CONTATO: Juliana Freitas (Atriz e Articuladora Cultural): (48) 8462-7284 / 9968-0147 – ARTICULAÇÃO CULTURAL – Comunidade Cênica Floripa – SC www.articulacaocultural.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: boi de mamãoTeatro da UFSC

“A mãe do Patinho Feio” fica cartaz no Teatro da UFSC neste fim de semana

08/10/2011 09:39
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Peça aborda temas como a exclusão social

Em comemoração ao Dia das Crianças, o grupo teatral Os Bruxos da Corte apresenta o espetáculo “A mãe do Patinho feio”, nos dias 8 e 9 de outubro, sábado e domingo, às 16 horas, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. O ingresso para a peça custa R$ 20,00 a inteira e R$10,00 para crianças, idosos, estudantes e professores. Ao final da apresentação haverá um debate com a plateia sobre os temas preconceito e exclusão social.

De forma didática e divertida, “A mãe do Patinho feio”, que tem 40 minutos de duração, aborda temas sociais, e conta a história de uma pata que adota patinhos excluídos – um pato feio e um pato preto. Porém, na vizinhança há uma dupla de peruas fofoqueiras que tentarão distorcer as ações da patinha-mãe. A sorte desse Patinho Feio muda quando aparece em seu caminho um Pato Fashion.

Conteúdo pedagógico

– Exclusão social e violência

– Preconceito

– “Ditadura estética” e padrões

– As minorias / o diferente

– Gancho de nome “Einstein” e “Aristóteles”

Histórico

“A mãe do Patinho feio” estreou em 2006 e fez apresentações até 2009, e tem sua reestreia em outubro de 2011 para as comemorações do dia das crianças. A peça fez parte do projeto Teatro na Escola, onde foi apresentada a milhares de alunos de mais de cem colégios de nove municípios catarinenses. “A mãe do Patinho feio” também fez diversas temporadas no Teatro Adolfo Mello e no Teatro da Ubro, além de se apresentar em festivais e feiras culturais de diversos municípios.

SERVIÇO

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “A mãe do Patinho Feio”

QUANDO: Dias 8 e 9 de outubro de 2011, sábado e domingo, às 16 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia (meia-entrada para crianças, idosos, classe artística, estudantes e professores)

CONTATO: Produção: (48) 9618-8199; www.osbruxosdacorte.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: Teatro da UFSC

Espetáculo “A mãe do Patinho Feio” será apresentado no Teatro da UFSC

05/10/2011 18:14

Em comemoração ao Dia das Crianças, o grupo teatral Os Bruxos da Corte apresenta o espetáculo “A mãe do Patinho feio”, nos dias 8 e 9 de outubro, sábado e domingo, às 16 horas, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. O ingresso para a peça custa R$ 20,00 a inteira e R$10,00 para crianças, idosos, estudantes e professores. Ao final da apresentação haverá um debate com a plateia sobre os temas preconceito e exclusão social.

De forma didática e divertida, “A mãe do Patinho feio”, que tem 40 minutos de duração, aborda temas sociais, e conta a história de uma pata que adota patinhos excluídos – um pato feio e um pato preto. Porém, na vizinhança há uma dupla de peruas fofoqueiras que tentarão distorcer as ações da patinha-mãe. A sorte desse Patinho Feio muda quando aparece em seu caminho um Pato Fashion.

Conteúdo pedagógico

– Exclusão social e violência

– Preconceito

– “Ditadura estética” e padrões

– As minorias / o diferente

– Gancho de nome “Einstein” e “Aristóteles”

Histórico

“A mãe do Patinho feio” estreou em 2006 e fez apresentações até 2009, e tem sua reestreia em outubro de 2011 para as comemorações do dia das crianças. A peça fez parte do projeto Teatro na Escola, onde foi apresentada a milhares de alunos de mais de cem colégios de nove municípios catarinenses. “A mãe do Patinho feio” também fez diversas temporadas no Teatro Adolfo Mello e no Teatro da Ubro, além de se apresentar em festivais e feiras culturais de diversos municípios.

SERVIÇO

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “A mãe do Patinho Feio”

QUANDO: Dias 8 e 9 de outubro de 2011, sábado e domingo, às 16 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia (meia-entrada para crianças, idosos, classe artística, estudantes e professores)

CONTATO: Produção: (48) 9618-8199; www.osbruxosdacorte.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: Patinho feioTeatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe a peça “Apenas uma fase em off”

18/08/2011 08:05

O espetáculo é um trabalho dos alunos da Oficina de Teatro para Adolescentes

O Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, recebe nos dias 19, 20 e 21 de agosto (sexta e sábado às 20 horas e domingo às 19 horas) a apresentação da peça “Apenas uma fase em off”.O espetáculo é um trabalho dos alunos da Oficina de Teatro para Adolescentes, do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC. A coordenação é de Zélia Sabino, com direção de Nastaja Brehsan e sonoplastia de Ive Luna.  Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudante).

O espetáculo tem recomendação de público a partir de 14 anos. “Apenas uma fase em off” é construído a partir de jogos de improvisação como base em dois textos: “Confissões de adolescentes”, de Maria Mariana, e “Vem sonhar comigo”, de Antonio Cunha. É uma peça divertida e lúdica que transita pelo universo teatral tramado com a música e a dança, trazendo situações de descobertas e fazendo com que os adolescentes reflitam sobre a sua história.

Em 2010, a apresentação deste espetáculo integrou a temporada comemorativa “Bodas de Cena – UFSC 50 Anos”, realizada pelo Teatro da UFSC. Escolas podem agendar a sua participação, no Teatro da UFSC, entrando em contato com a coordenadora Zélia Sabino pelos telefones (48) 8407-7593 ou 3721-9348.

Sobre a Oficina de Teatro para Adolescentes

A Universidade Federal de Santa Catarina, por meio do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, oferece desde 1987 a Oficina de Teatro para Adolescentes. Esse projeto envolve o ensino, a pesquisa e a extensão, sob a forma de oficinas contínuas. As atividades possibilitam a experimentação e articulação da expressão corporal e da linguagem cênica através da improvisação com estímulos diversos (temas, textos literários, dramáticos e poéticos, objetos, imagens e sons).

A apreciação e análise dos trabalhos realizados objetivam desenvolver o pensamento crítico e o interesse pela produção teatral. O processo inclui trabalhos com oralidade, a concentração, o domínio corporal, a criatividade e principalmente a apropriação de elementos da linguagem teatral. O espaço de criação propicia a atenção à atuação e discussão sobre acontecimentos cotidianos, onde os adolescentes manifestam seus desejos e interesses.

Foi construído a partir dos textos “Confissões de adolescentes” e “Vem sonhar comigo”

O processo também prioriza um percurso criador que tem seu resultado socializado no período final da oficina; essas apresentações promovem o intercâmbio artístico cultural entre a Universidade, as Escolas Públicas do Ensino Fundamental e Médio (professores e alunos) e a Comunidade, e contribuem na formação de um público específico.

Este projeto e seu circuito nas escolas públicas é uma forma dinâmica e lúdica de democratização de uma experiência cultural e acesso ao conhecimento. O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura de Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

específico, à pesquisa e aos bens culturais.

Ficha técnica da peça:

Elenco:
Ana Carolina
Ananda Scaravelli
Bia Borges
Daniel Polachini
Elisa Bayestorff
Fabiano Bernardes
Fernanda Lenzi
Gisele Nogueira
Lucas Viapiana
Mariana Bittencourt
Yago Weschenfelder
Coordenação: Zélia Sabino
Direção: Nastaja Brehsan
Preparação Vocal: Tereza Pesenti
Sonoplastia: Ive Luna
Cenografia: Meg Roussenq
Cenotécnico: Juliano Valffi
Músicos: Eduardo Ferraro, Otto Luna, Alexandre Vicente, Pedro Cury, Isadora Coan, Estúdio The Magic Place.
Agradecimentos: Clóvis Werner, Nilson Só e a todos os ex-alunos que participaram na montagem da peça.

Serviço:
O QUÊ: Espetáculo teatral com adolescentes “Apenas uma fase em off”
QUANDO: Dias 19, 20 e 21 de agosto de 2011 (sexta e sábado às 20 horas e domingo às 19 horas).
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis.
QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudante).
RECOMENDAÇÃO: A partir dos 14 anos.
CONTATO: Teatro da UFSC / DAC: (48) 3721-9348 ou 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC. SECARTE. UFSC, com material institucional e dos produtores.

Tags: Teatro da UFSC

Teatro da UFSC exibe o espetáculo “Tudo quase nada” de sexta a domingo

04/08/2011 10:12

A Cia. Pé de Vento Teatro estreia em Florianópolis o seu novo espetáculo Tudo quase nada, um musical cômico que, através de canções e de bom humor, conta a história de três jovens que ganham seu sustento nas ruas da cidade. Nesta semana é a vez de o Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, receber as apresentações: dias 5, 6 e 7 de agosto – sexta e sábado às 20 h e domingo às 19h .

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Tags: Teatro da UFSCTudo quase nada

Espetáculo Livres e Iguais tem últimas apresentações neste final de semana

27/05/2011 10:26

Com última apresentação neste final de semana, dias 27, 28 e 29 de maio, um dos mais belos espetáculos da história do teatro catarinense: Livres e Iguais, Teatro de Formas Animadas do grupo Teatro sim… por que não?!. A peça está em cartaz no Teatro da UFSC, com início sempre às 20h30. O ingresso custa R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e pode ser comprado na bilheteria do teatro, a partir das 18 horas.

Pela visão dos diretores Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame, bonecos de sucata em um cenário de luzes e sombras representam o cotidiano de pessoas comuns, que dependem do lixo para sobreviver e convivem com a falta de moradia e trabalho nos grandes centros urbanos do Brasil.

Baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos, a peça tem como base a manipulação de bonecos feitos com lixo industrial. Em um cenário lúdico, com sombras obtidas por lâmpadas de automóveis e sons fortes para dar mais dramaticidade à cena, os bonecos manipulados pelos atores retratam a realidade de grande parte da população brasileira. Na peça – indicada para adultos e crianças-, os personagens se veem discriminados, em uma situação de caos, e longe de terem seus direitos básicos reconhecidos. A dificuldade do homem do campo que tenta a vida nos centros urbanos, a falta de liberdade de expressão e a violência são temas que também ganham força na peça, que aposta também na poesia e no lirismo para chamar a atenção do público.

Inspirados na Pop Art, movimento artístico que nos anos de 1960 utilizou lixo industrial como material para a criação de obras, os bonecos usados no espetáculo – todos confeccionados pelos diretores Júlio Maurício e Nazareno Pereira – foram feitos com peças de automóveis e eletrodomésticos. Segundo Maurício, a ideia de usar bonecos ao invés de atores veio da necessidade de mostrar como objetos desprezados por parte da população podem servir como forma de se expressar. “Queríamos falar de uma triste realidade a qual infelizmente já estamos acostumados. Uma maneira de colocar um foco sobre esta realidade,  de salientar o problema, foi mostrá-la com bonecos”, explica o diretor.

História da peça

A inconformidade com a desvalorização do ser humano levou o grupo Teatro sim… Por que não!? a criar em 1999 a peça Livres e Iguais.

A criação do roteiro, assinada por Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame, teve como base um texto dramático escrito por Perito Monteiro que falava sobre a Declaração dos Direitos Humanos. O texto de Monteiro foi escrito para ser encenado por atores. Para se adequar com a proposta do grupo – de fazer teatro com bonecos – o texto sofreu modificações. “Um texto para atores nem sempre pode ser encenado com bonecos. Neste caso é preciso privilegiar a imagem, ação, movimento, a síntese. A colaboração com os atores manipuladores foi muito importante para se chegar ao resultado final do trabalho”, explica Júlio Maurício, diretor da peça.

O espetáculo estreou em junho de 1999, no 13º Festival Nacional de Teatro Universitário de Blumenau/SC, e desde então já foi apresentado mais de 250 vezes no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil, passando por 80 cidades nos estados de e SC, RS, PR, SP, MG, MS, AL, AP. A peça também foi apresentada em Paris, na França, onde foi muito aplaudida, alcançando um público superior a 40 mil pessoas.  “Foi incrível, sessões lotadas e plateia que nos aplaudia muito. Depois de cada apresentação, tínhamos que voltar à cena por três vezes. Além de aplaudirem, eles batiam com os pés no chão, fazendo um grande barulho. Nunca tínhamos tido esta experiência” conta o diretor.

Após 12 anos de espetáculo, “Livres e Iguais” já conquistou 13 prêmios em festivais nacionais e internacionais de teatro. Veja texto crítico sobre a peça e mais informações sobre o grupo em: http://www.teatrosimporquenao.blogspot.com

Histórico do grupo

O Teatro Sim… Por Que Não?!, criado em 1984 por alunos e ex-alunos do Curso de Teatro ministrado pela atriz carioca Margarida Baird, mantém um constante trabalho de aprimoramento de seus integrantes, sempre às voltas com oficinas, cursos e estudos. “Na nossa concepção, o artista nunca está pronto, esta sempre vivenciando um permanente processo de desenvolvimento. O nosso produto (espetáculo) decorre de um processo, e não de um objetivo em si próprio”, explica o grupo.

Dentro dessa filosofia, o grupo já montou as peças As Aventuras de Mestre Nasrudin (1991 a 1995), Paralelos (1994 a 1995), A Farsa do Advogado Pathelin (1996 a 2009),Livres e Iguais (1999 a 2011), Rei Frouxo, Rei Posto! (2001 a 2004), E o Céu Uniu dois Corações (2005 a 2007) e O Pupilo quer ser Tutor (2007 e 2009), também A vida como ela é (2010 e 2011).

Com esses espetáculos, o grupo já circulou por diversos estados brasileiros participando dos principais festivais do teatro do país, além de representar o Brasil em Festivais na Argentina e França.

“Fazemos teatro, não este ou aquele, apenas teatro. Um teatro que permite ao público fazer distintas leituras do mesmo espetáculo. Um teatro com preocupações estéticas e sociais. Teatro como uma das mais sérias brincadeiras já criadas.”

Elenco de “Livres e Iguais” (atores e manipuladores)
Ana Paula Possapp, Júlio Maurício, Leon de Paula, Nazareno Pereira e Valdir Silva.

Técnica
Mariana Cândido, Marcos Pacheco e Ismar Medeiros.

Direção
Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação teatral “Livres e Iguais”.

QUANDO: 27, 28 e 29 de maio, de sexta a domingo, sempre às 20h30.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis – SC.

QUANTO: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), vendas na bilheteria do  teatro, nos dias de espetáculo, a partir das 18 horas.

CONTATO: Produção: Júlio Maurício – (48) 9972-3052 e  (48) 9972-3052 – Contato: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – bolsista de jornalismo do DAC/ SeCArte/ UFSC, com material do grupo.

Tags: Livres e IguaisTeatro da UFSC

Peça Livres e Iguais tem apresentações neste final de semana

20/05/2011 20:05

Está de volta aos palcos de Florianópolis, após três anos,  um dos mais belos espetáculos da história do teatro catarinense: Livres e Iguais, Teatro de Formas Animadas do grupo Teatro sim… por que não?!. A peça fica em cartaz no Teatro da UFSC até 29 de maio, com apresentações às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h30.

Pela visão dos diretores Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame, bonecos de sucata em um cenário de luzes e sombras representam o cotidiano de pessoas comuns, que dependem do lixo para sobreviver e convivem com a falta de moradia e trabalho nos grandes centros urbanos do Brasil.

Baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos, a peça tem como base a manipulação de bonecos feitos com lixo industrial. Em um cenário lúdico, com sombras obtidas por lâmpadas de automóveis e sons fortes para dar mais dramaticidade à cena, os bonecos manipulados pelos atores retratam a realidade de grande parte da população brasileira. Na peça – indicada para adultos e crianças-, os personagens se veem discriminados, em uma situação de caos, e longe de terem seus direitos básicos reconhecidos. A dificuldade do homem do campo que tenta a vida nos centros urbanos, a falta de liberdade de expressão e a violência são temas que também ganham força na peça, que aposta também na poesia e no lirismo para chamar a atenção do público.

Inspirados na Pop Art, movimento artístico que nos anos de 1960 utilizou lixo industrial como material para a criação de obras, os bonecos usados no espetáculo – todos confeccionados pelos diretores Júlio Maurício e Nazareno Pereira – foram feitos com peças de automóveis e eletrodomésticos. Segundo Maurício, a ideia de usar bonecos ao invés de atores veio da necessidade de mostrar como objetos desprezados por parte da população podem servir como forma de se expressar. “Queríamos falar de uma triste realidade a qual infelizmente já estamos acostumados. Uma maneira de colocar um foco sobre esta realidade,  de salientar o problema, foi mostrá-la com bonecos”, explica o diretor.

O ingresso custa R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) e pode ser comprado na bilheteria do  teatro, nos dias de espetáculo, a partir das 18 horas.

História da peça

A inconformidade com a desvalorização do ser humano levou o grupo Teatro sim… Por que não!? a criar em 1999 a peça Livres e Iguais.

A criação do roteiro, assinada por Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame, teve como base um texto dramático escrito por Perito Monteiro que falava sobre a Declaração dos Direitos Humanos. O texto de Monteiro foi escrito para ser encenado por atores. Para se adequar com a proposta do grupo – de fazer teatro com bonecos – o texto sofreu modificações. “Um texto para atores nem sempre pode ser encenado com bonecos. Neste caso é preciso privilegiar a imagem, ação, movimento, a síntese. A colaboração com os atores manipuladores foi muito importante para se chegar ao resultado final do trabalho”, explica Júlio Maurício, diretor da peça.

O Espetáculo estreou em junho de 1999, no 13º Festival Nacional de Teatro Universitário de Blumenau/SC, e desde então já foi apresentado mais de 250 vezes no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil, passando por 80 cidades nos estados de e SC, RS, PR, SP, MG, MS, AL, AP. A peça também foi apresentada em Paris, na França, onde foi muito aplaudida, alcançando um público superior a 40 mil pessoas.  “Foi incrível, sessões lotadas e plateia que nos aplaudia muito. Depois de cada apresentação, tínhamos que voltar à cena por três vezes. Além de aplaudirem, eles batiam com os pés no chão, fazendo um grande barulho. Nunca tínhamos tido esta experiência” conta o diretor.

Após 12 anos de espetáculo, “Livres e Iguais” já conquistou 13 prêmios em festivais nacionais e internacionais de teatro. Veja texto crítico sobre a peça e mais informações sobre o grupo em: http://www.teatrosimporquenao.blogspot.com

Histórico do grupo

O Teatro Sim… Por Que Não?!, criado em 1984 por alunos e ex-alunos do Curso de Teatro ministrado pela atriz carioca Margarida Baird, mantém um constante trabalho de aprimoramento de seus integrantes, sempre às voltas com oficinas, cursos e estudos. “Na nossa concepção, o artista nunca está pronto, esta sempre vivenciando um permanente processo de desenvolvimento. O nosso produto (espetáculo) decorre de um processo, e não de um objetivo em si próprio”, explica o grupo.

Dentro dessa filosofia, o grupo já montou as peças As Aventuras de Mestre Nasrudin (1991 a 1995), Paralelos (1994 a 1995), A Farsa do Advogado Pathelin (1996 a 2009),Livres e Iguais (1999 a 2011), Rei Frouxo, Rei Posto! (2001 a 2004), E o Céu Uniu dois Corações (2005 a 2007) e O Pupilo quer ser Tutor (2007 e 2009), também A vida como ela é (2010 e 2011).

Com esses espetáculos, o grupo já circulou por diversos estados brasileiros participando dos principais festivais do teatro do país, além de representar o Brasil em Festivais na Argentina e França.

“Fazemos teatro, não este ou aquele, apenas teatro. Um teatro que permite ao público fazer distintas leituras do mesmo espetáculo. Um teatro com preocupações estéticas e sociais. Teatro como uma das mais sérias brincadeiras já criadas.”

Elenco de “Livres e Iguais” (atores e manipuladores)
Ana Paula Possapp, Júlio Maurício, Leon de Paula, Nazareno Pereira e Valdir Silva.

Técnica
Mariana Cândido, Marcos Pacheco e Ismar Medeiros.

Direção
Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação teatral “Livres e Iguais”.

QUANDO: Até 29/5 de 2011, de sexta a domingo, sempre às 20h30

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANTO: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia), vendas na bilheteria do  teatro, nos dias de espetáculo, a partir das 18 horas.

CONTATO: Produção: Júlio Maurício – (48) 9972-3052 e  (48) 9972-3052 – Contato: DAC / Teatro da UFSC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – bolsista de jornalismo do DAC/ SeCArte/ UFSC, com material do grupo.

Tags: Teatro da UFSC

Peça Livres e Iguais tem apresentações neste final de semana

13/05/2011 09:31
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A peça é baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos

Está de volta aos palcos de Florianópolis, após três anos,  um dos mais belos espetáculos da história do teatro catarinense: Livres e Iguais, Teatro de Formas Animadas do grupo Teatro sim… por que não?!. A peça fica em cartaz no Teatro da UFSC até 29 de maio, com apresentações às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h30.

Pela visão dos diretores Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame, bonecos de sucata em um cenário de luzes e sombras representam o cotidiano de pessoas comuns, que dependem do lixo para sobreviver e convivem com a falta de moradia e trabalho nos grandes centros urbanos do Brasil.
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Tags: Livres e IguaisTeatro da UFSC

Nova temporada de “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny” no Teatro da UFSC

30/03/2011 11:28

Dias 2, 3, 8, 9, 10 e 15, 16,17 de abril, sempre às 21h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Gratuito e aberto à comunidade. É preciso retirar os convites no DAC, às quintas e sextas-feiras, das 14h às 18h, ou na bilheteria do Teatro, meia hora antes do espetáculo (sujeito à disponibilidade de lugares).
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Tags: Carmen FossariMahagonnyTeatro da UFSC

Cravo-da-Terra comemora 10 anos com show no Teatro da UFSC

15/12/2010 16:58

Grupo Cravo-da-Terra

O grupo musical Cravo-da-Terra comemora 10 anos de carreira e faz show nesta quinta-feira, 16/12, às 20h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Com músicas dos CDs Cravo-da-Terra (2006) e Infinito Som (2007), o repertório do espetáculo inclui também canções inéditas. O grupo utiliza instrumentos de sopro, corda e percussão e combina a tradição popular a elementos contemporâneos.

Durante o show será projetado um vídeo realizado pelo artista visual Tiaraju Verdi, com imagens dos 10 anos de carreira do Cravo e sequências fotográficas produzidas com os músicos. Para o mês de janeiro de 2011 está prevista a gravação do terceiro CD, denominado Rio das Pacas.

Iniciado em 2000, o grupo tornou-se conhecido e respeitado por sua particularidade sonora e poesia de suas canções. O começo de sua história ocorreu em bares e cafés da cidade de Florianópolis, com arranjos preciosos para clássicos da MPB. No ano de 2001, o Cravo desenvolveu uma pesquisa com compositores da cidade, de onde surgiu um repertório com 14 músicas, apresentado em auditórios, teatros e bares.

A partir de 2002, o grupo começou a dedicar-se às suas próprias composições. O primeiro CD Cravo-da-Terra foi elaborado com cuidado durante cinco anos. Nesse período, realizaram pesquisas e atingiu uma produção autoral. O disco, distribuído nacionalmente pela Tratore, tem 14 músicas, entre instrumentais e canções, compostas e arranjadas pelo grupo, influenciadas pela música tradicional brasileira, mas com linguagem própria.

Em junho de 2008 foi lançado o CD Infinito Som, reconhecido pelo “Prêmio Catavento” de Melhor Cantora concedido à Ive Luna pela Rádio Cultura AM, e da seleção no Programa Rumos do Itaú Cultural.

Os músicos

O Cravo é formado por Ive Luna (vocal, flauta transversal, percussão), Mateus Costa (contrabaixo acústico), Pedro Cury (vocal e violão), Rodrigo Paiva (percussão) e Tales Custódio (violino). Mas a comemoração do aniversário vai ter a participação também dos ex-integrantes Luís Coelho, Otávio Rosa, Sílvio Mansani e Marcelo Mello. A maioria dos músicos atuais e da antiga formação passou pela faculdade de música da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

SERVIÇO:

O QUÊ: Show 10 Anos do grupo Cravo-da-Terra.
QUANDO: Dia 16/12/2010, quinta- feira, às 20h.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Campus da Trindade, Florianópolis.

QUANTO: R$ 20 ou antecipado a R$ 10, nas Livrarias Catarinenses da Rua Felipe Schmidt, Centro, e do Beiramar Shopping, no Café Berinjela, localizado no Max Flora Center, localizado na Rua Lauro Linhares, 897, Trindade.

CONTATO: Ive Luna (48) 9918-1130, Rodrigo Paiva (48) 9161-6841, Mariana Coelho – Produção e assessoria de imprensa (48) 9117-1403.

Fonte: Patrícia Siqueira – Acadêmica de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do DAC: SECARTE: UFSC, com texto e fotos da produção.

Tags: 10 anos de carreiragrupo cravo-da-terraTeatro da UFSC

Teatro da UFSC apresenta “Cotidiano em Cena”, esquetes com alunos da OPT do DAC

01/12/2010 11:29

Alunos da OPT no Teatro da UFSC

A Oficina Permanente de Teatro (OPT) do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC encerrará o semestre letivo deste ano com apresentações públicas de “Cotidiano em Cena”, esquetes teatrais envolvendo mímica e máscaras, nos dias 2 e 3 de dezembro, quinta e sexta-feira, às 21 horas, no Teatro da UFSC. Serão mostradas várias cenas do cotidiano tendo como linguagem a mímica, a pantomima e as máscaras, dirigidas por Sérgio Bessa, ator, bailarino e instrutor da OPT. Os espetáculos são gratuitos e abertos à comunidade.

A preparação mímica é do mímico Augusto Sopran, também instrutor da OPT, e as máscaras expressivas foram orientadas pelo ator e artista plástico Nei Perin.

Segundo Sérgio Bessa, não se trata de um espetáculo fechado mas sim de apresentar à comunidade o processo de formação do ator através de jogos dramáticos, dando um caráter de aula pública às apresentações que encerram o semestre. Nas cenas de “Cotidiano” há um pré-roteiro de Carmen Fossari, que coordena a Oficina Permanente de Teatro do DAC.

A OPT recebe alunos da UFSC de vários cursos que querem ter também uma vivência teatral adjunta às suas formações acadêmicas, ex-alunos técnico-administrativos e docentes da UFSC, além da comunidade em geral.

Neste ano, a oficina de Teatro e as outras oficinas de arte do DAC, em outras linguagens artísticas, contou com a atuação de diversos instrutores — profissionais de arte da comunidade externa —, que puderam ser contratados pela UFSC por um edital próprio realizado pela Universidade. Esse apoio da instituição amplia a oferta de oficinas em mais opções de linguagens artísticas e garante que se ofereça atividades gratuitas de extensão cultural para a comunidade, sem a necessidade de cobrança de mensalidades.

Sobre a Oficina Permanente de Teatro

Com quase três décadas de trabalho, com atuação desde 1982, a Oficina Permanente de Teatro (OPT) faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC, e realiza suas atividades na formação do ator/cidadão.

Igrejinha e Teatro da UFSC - Sede do DAC

Igrejinha e Teatro da UFSC - Sede do DAC

A OPT tem por objetivo uma vivência na área das Artes Cênicas compreendendo o estudo teórico e a vivência teatral. A cada turma, dependendo da vocação do grupo formado, é realizado um processo de montagem seguindo a tendência natural do grupo. Essa vivência poderá ser de Teatro de Rua, de Mímica ou de montagem dos Clássicos. Depois dessa etapa, os alunos que sintonizam a sua vocação podem integrar o elenco do Grupo Pesquisa Teatro Novo da UFSC.

Dentro dessa oficina, em que é desenvolvido o Curso de Formação de Ator, está sendo pesquisada uma metodologia própria do ensino da Arte Teatral, integrando todas as disciplinas, não dissociando a percepção da formação do ator de seu todo. A filosofia deste trabalho é “como ser para representar o outro ser”. A Oficina possibilita aos alunos o Registro Profissional de Ator/Atriz.

Sobre a diretora da OPT

Carmen Lúcia Fossari é mestre em Literatura Brasileira, pela UFSC — com opção em Teatro —, diretora de Espetáculos do Departamento Artístico Cultural, coordenadora e professora da Oficina Permanente de Teatro da UFSC e diretora e fundadora do Grupo Pesquisa Teatro Novo.

Dentre as suas produções estão os enredos escritos para Escolas de Samba de Florianópolis e artigos para jornais de Santa Catarina. Escreveu durante dez anos para o Anuário Brasileiro de Teatro, do Rio de Janeiro, editado pelo Serviço Nacional de Teatro. Dirigiu e produziu mais de 60 peças teatrais nas categorias de Teatro Adulto, Infantil, de Títeres e de Rua.

Veja mais sobre a OPT e sua diretora no site www.dac.ufsc.br.

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação de “Cotidiano em Cena”, esquetes teatrais com mímica e máscaras, com alunos da Oficina Permanente de Teatro (OPT) do DAC/UFSC.

QUANDO: Dias 2 e 3 de dezembro de 2010, quinta e sexta-feira, às 21 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

REALIZAÇÃO: Oficina Permanente de Teatro / Departamento Artístico Cultural / Secretaria de Cultura e Arte / Universidade Federal de Santa Catarina – www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e da produção.

Tags: oficina permanente de teatroTeatro da UFSC

Teatro da UFSC apresenta Zunido de Poema

19/11/2010 18:56

A peça é uma performance poético-musical criada a partir do livro de poemas Álbum Vermelho, de autoria da poeta Ryana Gabech, será encenada no domingo, 21/11, às 19h, no Teatro da UFSC, e é gratuita e aberta ao público.

Ao som da bateria e do teclado, os poemas ganham cor, cheiros e gostos. A poesia e a música saltam juntas em um contexto lírico e ritmado, levando ao público as preciosidades rebuscadas das composições da poetisa Ryana e a genialidade excêntrica e virtuose do músico Toucinho Batera.

Transitando entre as notas irrequietas e a tradição oral de se dizer poesia, a parceria entre músico e poetisa passeia entre temas sobre o feminino, a transformação, a delicadeza e o sonho. A dimensão sonora da imagem sugerida pela palavra, transposta às notas, teclas e batidas, levam o espectador a lugares e primaveras que só a música e a poesia conseguem compor.

Ryana Gabech é artista plástica, poeta e performer. Lançou sua primeira obra aos 15 anos de idade. Publicou quatro livros de poemas: Mar e Avelãs, A data invisível do poema, Trêmulo e Álbum Vermelho. Em 2008 e 2009, realizou turnê por Florianópolis, Itajaí e Parati (RJ) com a performance Trêmulo, criada a partir do livro homônimo, ambos de sua autoria. É integrante do coletivo de artistas Laava, pelo qual ministrou oficinas de poesia em Florianópolis, Palhoça e Rio de Janeiro.

Toucinho Batera atua na cena musical nacional há mais de 40 anos. Ao longo dessa trajetória acompanhou artistas renomados como Fafá de Belém, Originais do Samba, Pery Ribeiro, Eduardo Araújo e César Camargo Mariano. Foi homenageado pelos cineastas Alan Langdon e Guilherme Ledoux, que produziram o documentário Sistema de Animação, sobre sua vida e arte, lançado em 2008 e contemplado com diversos prêmios em mostras e festivais de cinema nacionais.

Ficha técnica:

Ryana Gabech – concepção, textos e performance

Toucinho Batera – direção musical, arranjos sonoros, bateria, teclado e performance

Lendro Fortes – arranjos musicais

Maria Fernanda Jacob – figurino

Marina Borck – fotografia

Sarah Ferreira – filmagem e makin of

Luiz Henrique dos Santos – arte gráfica

Cleiton Moreira e Juliana Sussel – direção cênica

Andrea Rosas – produção executiva

Contato:

(48) 3365-0532 / 84773551

ryanagabecholiveira.blogspot.com

Tags: peçapoesiaRyana GabechTeatro da UFSCToucinho Batera

Projeto 12:30 Acústico recebe o grupo musical A Corda em Si

17/11/2010 11:04

O Projeto 12:30 Acústico desta quinta-feira, 18/11, recebe o show  O Som do Vazio com o Grupo Musical A Corda em Si. O show “para ver, ouvir e sentir” tem Fernanda Rosa na voz e Mateus Costa no contrabaixo acústico. A apresentação acontece no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, e é gratuita e aberta à comunidade.

O show “para ver, ouvir e sentir” tem Fernanda Rosa na voz e Mateus Costa no contrabaixo acústico

O Som do Vazio teve a sua estreia no Teatro da UFSC, e agora os músicos voltam ao mesmo local para realizar o último show deste ano em Florianópolis. O espetáculo conta com a participação de Dimi Camorlinga no pandeiro, Eva Figueiredo no clarinete, Larissa Galvão na flauta transversal e Adriana Cardoso na voz, além de figurino, cenário e iluminação preparados exclusivamente para o show, como um diálogo entre diferentes áreas artísticas, que se desenvolve em torno do conceito do Vazio.

O Grupo Musical A Corda em Si, composto por Mateus Costa (contrabaixo acústico) e Fernanda Rosa (voz) surgiu em abril de 2009 com a proposta de fazer releituras de canções brasileiras. Tendo uma grande aceitação por parte do público catarinense, o grupo participou do Circuito SESC de Música em Junho/Julho de 2010, circulando por 21 cidades do Estado. Em setembro do mesmo ano fez o lançamento do seu primeiro CD O Som do Vazio, de produção independente, com apoio parcial da Itaipu Binacional. O CD possui 12 faixas de áudio e uma faixa multimídia, que inclui informações do grupo, partitura de um dos arranjos, e um vídeo clip da canção Valsinha, de Chico Buarque e Vinícius de Moraes, interpretado pelo Duo com a participação da Bailarina Maria Carolina Vieira.  O CD O Som do Vazio estará à venda durante o show por R$20,00.

O grupo surgiu em abril de 2009 com a proposta de fazer releituras de canções brasileiras

Sobre os músicos

Fernanda Rosa – cantora

Atua profissionalmente deste 2003 em vários espaços culturais de Florianópolis, como o Teatro Álvaro de Carvalho, Teatro UFSC e no Centro Integrado de Cultura (CIC). Estudou canto com a professora Samira Hassan  e participou  de workshop com Izabel Padovani – Técnica de Alexander. Atualmente cursa a graduação em Música na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Também atua como professora de canto. Em 2006 participou da gravação do CD  Lenga la Lenga – jogos de copos e mãos, que esteve entre os três finalistas do Prêmio TIM de Música. Em 2008 recebeu no Festival da Canção em Timbó, categoria nacional, o 3° lugar como melhor interprete de canções brasileiras.

Mateus Costa – contrabaixista, compositor e arranjador

Desde 1989 atua como instrumentista e arranjador em diferentes estilos musicais. Estudou contrabaixo com a professora Maria Helena Salomão – primeiro contrabaixo da Orquestra Sinfônica do Paraná (Osinpa). Integrou a Orquestra Sinfônica do Estado de Santa Catarina (Ossca) e o Quinteto de Cordas da Ossca. Participou da Orquestra Municipal de Florianópolis e da Camerata Florianópolis. Foi arranjador e regente do grupo Urubá (Madrigal e Banda). Participou como instrumentista e arranjador da gravação de CDs de compositores e de grupos locais como: Cravo-da-Terra; Silvio Mansani; Neno Miranda e Lagusta lá Guê. É graduando do curso de Licenciatura em Música pela Udesc. Hoje é membro da Orquestra Udesc.

Depoimento sobre o trabalho dos músicos *

“A formação contrabaixo acústico e voz é bastante rara, e exige dos intérpretes recursos técnicos altamente especializados, pois a ausência de acordes obriga os músicos a uma execução impecável na afinação, visto que a clareza e a dissonância das notas fica muito evidenciada no contraste entre a voz soprano e o grave do registro harmônico do contrabaixo. Ou seja, o risco de uma apresentação com deslizes é uma constante em trabalhos do gênero, e é por isso que muito nos impressionou a apresentação do Grupo A Corda em Si dentro do Panorama SESC de Música.

Não apenas tecnicamente impressionante, mas musicalmente bem acabado, com arranjos criativos e bem executados, o espetáculo foi muitíssimo bem recebido pelo público. A seleção do repertório e o tratamento das composições para a formação proposta é um trabalho de criação muito competente, conforme atestou a curadoria do Panorama SESC de Música 2009, salientando que, mesmo sem composições próprias, o trabalho com os arranjos exibia por si uma qualidade raras vezes encontrada em composições originais.[…]”

(*) Afonso Nilson Barbosa de Souza, Mestre em Artes Cênicas pela Udesc e Técnico de Cultura do SESC Florianópolis em carta de indicação do Grupo Musical A Corda em Si para o Circuito SESC de Música 2010.


SERVIÇO:

O QUÊ: Show O Som do Vazio com o Grupo Musical A Corda em Si.
QUANDO:
Quinta, 18/11, às 12h30min.
ONDE:
Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis.
QUANTO:
Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO Projeto:
e (48) 3721-9348 ou 3721-9447
A CORDA EM SI
: – (48) 8442-4855 – Dimitri Camorlinga / (48) 9113-7717 – Mateus Costa / (48) 9996-1471 – Cleuza Figueiredo – Mais informações, vídeos e fotos do Grupo: www.acordaemsi.wordpress.comwww.myspace.com/acordaemsi

Fonte: [CW] DAC: SeCArte: UFSC, com material do grupo

Tags: A Corda em SiO Som do VazioProjeto 12:30 AcústicoTeatro da UFSC