Espetáculo Paper Macbeth é encenado nesta segunda e integra recepção aos calouros

25/03/2013 10:23

Cena – Paper Macbeth

O Espetáculo Paper Macbeth com alunos e ex-alunos do curso de Artes Cênicas da UFSC será encenado nesta segunda-feira, dia 25 de março, às 20h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, integrando a programação de recepção aos calouros. São disponibilizados 108 ingressos gratuitos que devem ser retirados uma hora antes do espetáculo na bilheteria do Teatro.
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Tags: curso Artes CênicasPaper Macbethprogramação calourosTeatro da UFSC

Últimos dias de apresentação do espetáculo “As filhas de King Kong” no Teatro da UFSC

27/02/2013 15:03

Alunos do curso de Artes Cênicas concluem o semestre com apresentação do espetáculo

Os alunos da disciplina de Montagem Teatral do Curso de Artes Cênicas da UFSC fazem as últimas apresentações da peça “As filhas de King Kong” no Teatro da UFSC. O espetáculo, que já passou pela casa durante o Festival de Teatro Isnard Azevedo, retorna nos dias 27 e 28 de fevereiro, às 20h. O espetáculo  já passou pela casa durante o Festival de Teatro Isnard Azevedo. O texto consiste em uma dramaturgia lírica e grotesca sobre o relacionamento com a velhice. A peça tem classificação livre, com entrada gratuita.

Traduzida e adaptada por Paulo Ricardo Berton, “As filhas de King Kong” é obra da dramaturga Theresia Walser e causou polêmica em sua estreia, na Alemanha, em1998. A autora aborda tema como a eutanásia e o tratamento dos idosos. A proposta dos alunos do Curso de Artes Cênicas da UFSC foi abraçar o desafio de levar ao palco este texto tragicômico para a apresentação de final de semestre.
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Tags: As filhas de King KongTeatro da UFSC

Teatro da UFSC encerra o ano com a peça “Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel”

15/12/2012 14:32

A Cia. Apatotadoteatro criou o espetáculo a partir de cena de Jorge Luiz Miguel

O Teatro da UFSC abre suas cortinas pela última vez em 2012, com a apresentação do espetáculo “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”, no fim de semana dos dias 14, 15 e 16 de dezembro, às 21h. A companhia Apatotadoteatro trabalhou no encontro dos dramaturgos Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel e uma cena audiovisual, em um texto que fala de sentimentos não revelados e que são comuns às pessoas. A apresentação inclui diálogo e monólogo e pretende abrir um canal direto com o público, a fim de encontrar histórias e verdades.

O texto do espetáculo foi criado a partir da cena breve “Monólogo de Miguel”, de Jorge Luiz Miguel, que fala das coisas que no cotidiano são ocultas pelas pessoas, por causa da culpa, da vergonha e da incapacidade de dizer o que se sente. A companhia teatral descreve a cena de Miguel como “geradora de uma inquietação maior causada pelo conteúdo nas entrelinhas”.

A Cia. Apatotadoteatro se utilizou de múltiplas linguagens para a cena, buscando construir uma obra rica visualmente e com forte impacto emocional que levasse o público à reflexão. Um cenário virtual foi criado para dialogar com a dramaturgia, contribuindo com a ideia de que tudo está apenas no pensamento.

A produção teve apoio da UFSC — por meio do Departamento Artístico Cultural UFSC (DAC)/Secretaria de Cultura (Secult), do Departamento de Artes e Libras (DALi) e do Núcleo de Estudos em Liteatura, Oralidade e Outras Linguagens (NELOOL) —, da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), do Fabiano Silveira Stúdio de Dança, da Companhia de Teatro L.A. Chama e da Fundação Cultural Simpozio.

A realização do espetáculo é do Fundo Municipal de Cultura, Fundação Cultural Franklin Cascaes e Prefeitura de Florianópolis.

O grupo

Apatotadoteatro foi criada em 2004, com o intuito de promover a criação teatral em suas mais diversas linguagens. Desde o início, a interdisciplinaridade marcou presença em seus espetáculos.

De 2004 a 2010, a companhia foi dirigida pelo ator e diretor Cacá Corrêa, que veio a falecer. O triste acontecimento deu força para seguir em frente e desde então, buscam outros reforços para continuar com o intuito de tornar o público mais sensível e cativo ao fazer teatro.

No momento, a maioria dos integrantes da Companhia está ligada a alguma universidade e em seu mais recente trabalho, reflete os estímulos vindos da sociedade contemporânea, que possui discurso fragmentado e relações instáveis. Dentre os principais trabalhos estão “O despertar da primavera” (2005), “O rouxinol do imperador” (2007) e “Lá, no fundo do mar…” (2010).

A obra utiliza de múltiplas linguagens para a cena


Sinopse

Quando as piores lembranças são despertadas, razão e emoção travam um duelo quase mortal. O embate vai para o papel, preto no branco, e o escritor se deixa consumir pela ira.

O projeto traz o encontro de duas dramaturgias, que falam de sentimentos não revelados. São múltiplas linguagens para a cena, que é rica visualmente e de forte impacto emocional – traz o embate entre razão e emoção, tão comuns a todos nós.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel

Roteiro cena audivisual: Thomas Dadam

Elenco: Angélica Mahfuz, Gustavo Bieberbach, Ilze Korting e Ricardo Goulart

Operação de luz: Valéria Binatti

Operação de som: Carol Boabaid

Figurino e apoio: Têre Manfred

 

SERVIÇO:

O QUÊ: peça “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”

QUANDO: dias 14, 15 e 16 de dezembro de 2012, de sexta a domingo, às 21h

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. O teatro abre uma hora antes do espetáculo e possui 108 lugares.

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos.

CONTATO: (48) 8836-0303/ 8407-8380 –

Veja mais em www.dialogoempretoebranco.blogspot.com

www.apatotadoteatro.blogspot.com

 

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC

Tags: DACSecultTeatro da UFSCUFSC

Teatro da UFSC encerra o ano com a peça “Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel”

12/12/2012 11:29

A Cia. Apatotadoteatro criou o espetáculo a partir de cena de Jorge Luiz Miguel. Foto: divulgação

O Teatro da UFSC abre suas cortinas pela última vez em 2012, com a apresentação do espetáculo “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”, no fim de semana dos dias 14, 15 e 16 de dezembro, às 21h. A companhia Apatotadoteatro trabalhou no encontro dos dramaturgos Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel e uma cena audiovisual, em um texto que fala de sentimentos não revelados e que são comuns às pessoas. A apresentação inclui diálogo e monólogo e pretende abrir um canal direto com o público, a fim de encontrar histórias e verdades.

O texto do espetáculo foi criado a partir da cena breve “Monólogo de Miguel”, de Jorge Luiz Miguel, que fala das coisas que no cotidiano são ocultas pelas pessoas, por causa da culpa, da vergonha e da incapacidade de dizer o que se sente. A companhia teatral descreve a cena de Miguel como “geradora de uma inquietação maior causada pelo conteúdo nas entrelinhas”.

A Cia. Apatotadoteatro se utilizou de múltiplas linguagens para a cena, buscando construir uma obra rica visualmente e com forte impacto emocional que levasse o público à reflexão. Um cenário virtual foi criado para dialogar com a dramaturgia, contribuindo com a ideia de que tudo está apenas no pensamento.

A produção teve apoio da UFSC — por meio do Departamento Artístico Cultural UFSC (DAC)/Secretaria de Cultura (Secult), do Departamento de Artes e Libras (DALi) e do Núcleo de Estudos em Literatura, Oralidade e Outras Linguagens (NELOOL) —, da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), do Fabiano Silveira Stúdio de Dança, da Companhia de Teatro L.A. Chama e da Fundação Cultural Simpozio.

A realização do espetáculo é do Fundo Municipal de Cultura, Fundação Cultural Franklin Cascaes e Prefeitura de Florianópolis.

O grupo

Apatotadoteatro foi criada em 2004, com o intuito de promover a criação teatral em suas mais diversas linguagens. Desde o início, a interdisciplinaridade marcou presença em seus espetáculos.

De 2004 a 2010, a companhia foi dirigida pelo ator e diretor Cacá Corrêa, que veio a falecer. O triste acontecimento deu força para seguir em frente e desde então, buscam outros reforços para continuar com o intuito de tornar o público mais sensível e cativo ao fazer teatro.

No momento, a maioria dos integrantes da Companhia está ligada a alguma universidade e em seu mais recente trabalho, reflete os estímulos vindos da sociedade contemporânea, que possui discurso fragmentado e relações instáveis. Dentre os principais trabalhos estão “O despertar da primavera” (2005), “O rouxinol do imperador” (2007) e “Lá, no fundo do mar…” (2010).

Sinopse

Quando as piores lembranças são despertadas, razão e emoção travam um duelo quase mortal. O embate vai para o papel, preto no branco, e o escritor se deixa consumir pela ira.

O projeto traz o encontro de duas dramaturgias, que falam de sentimentos não revelados. São múltiplas linguagens para a cena, que é rica visualmente e de forte impacto emocional – traz o embate entre razão e emoção, tão comuns a todos nós.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel

Roteiro cena audivisual: Thomas Dadam

Elenco: Angélica Mahfuz, Gustavo Bieberbach, Ilze Korting e Ricardo Goulart

Operação de luz: Valéria Binatti

Operação de som: Carol Boabaid

Figurino e apoio: Têre Manfred

 

SERVIÇO:

O QUÊ: peça “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”

QUANDO: dias 14, 15 e 16 de dezembro de 2012, de sexta a domingo, às 21h

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Gratuito

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos.

CONTATO: (48) 8836-0303/ 8407-8380 –

Veja mais em www.dialogoempretoebranco.blogspot.com

www.apatotadoteatro.blogspot.com

 

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC.

 

Tags: Cia. ApatotadoteatroDACDALISecultTeatro da UFSCUDESCUFSC

Peça “Flor das águas” estreia no Teatro da UFSC

01/11/2012 16:11

Espetáculo é do Grupo de Pesquisa Poéticas Vocais do Corpo na Arte, constituído por alunas do curso de Artes Cênicas da UFSC

A peça “Flor das águas” estreia no Teatro da UFSC no dia 3 de novembro, às 20 horas. O trabalho é do Grupo de Pesquisa Poéticas Vocais do Corpo na Arte, constituído por alunas do curso de Artes Cênicas da UFSC.

A poética do sagrado feminino, do ventre do corpo e do ventre da Terra é a temática abordada na peça “Flor das águas”, que estreia no Teatro da UFSC no dia 3 de novembro e segue com apresentações no mesmo palco nos dias 4, 17, 16 e 18, às 20h horas, exceto no dia 16, que será às 21h. O enredo do espetáculo fala da cultura brasileira de mitologia sobre as Deusas do mar, do lago, da chuva, do rio e da cachoeira.
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Tags: Flor das águasGrupo de Pesquisa Poéticas Vocais do Corpo na ArteTeatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe neste domingo peça do Projeto Circo Mané

19/10/2012 17:25

Em uma noite de lua cheia, um humilde pescador da Barra da Lagoa puxa sua rede acreditando estar lotada de peixes, mas o que ele encontra é uma grande surpresa, uma bruxa perdida. Este é o fio condutor de uma viagem ao folclore da Ilha de Santa Catarina.  A peça que será encenada no Teatro da UFSC no dia 21 de outubro, às 18h, é gratuita e possui classificação livre. Utilizando de personagens típicos da Ilha da Magia, o grupo Circus Fever conta a história que tem como cenário vários locais da cidade. Ao longo da apresentação, o grupo Nosso Samba tocará sambas e chorinhos ao vivo.

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Tags: Projeto Circo ManéTeatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe a peça infantil “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão”

11/10/2012 10:59

Peça é atração deste fim de semana no Teatro da UFSC

A companhia teatral Articulação Cultural e Clã dos Nobres Arteiros traz de volta a peça apresentada em três edições do FITA Floripa e na Maratona Cultural do ano passado.

Com fantoches e atores no palco, a peça que conta a história do Boi de Mamão que sumiu na Ilha da Magia será apresentada no Teatro da UFSC nos dias 12, 13 e 14 de outubro, para alegrar o dia das crianças. O espetáculo de 60 minutos tem classificação livre e será exibido às 16h e 18h na sexta-feira, às 10h no sábado e novamente às 16h e 18h no domingo.

A peça é voltada para o público infantil e tem sua história inspirada no folclore de Florianópolis. O texto e a concepção são de Khalid Prestes e Danielle Coelho. Além do FITA Floripa e da Maratona Cultural de Florianópolis, a peça passou por eventos como Mostra Seu Nariz, em Curitiba; festival Tecendo o Riso, de Concórdia; Mostra Traço de Bolso: O Riso corre solto, em Florianópolis; e Projeto Itinerante Conexão Cultural Tigre, passando por cidades de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Sinopse

Inspirado no folclore da capital catarinense, o enredo descreve a saga de uma detetive e seu atrapalhado ajudante em busca do paradeiro do Boi de Mamão. A perigosa Bernunça, a bela Maricota, a Rendeira, a Bruxa, o Pescador e até o público são investigados nesta divertida aventura que sugere o resgate de tradições e valoriza a cultura do contato humano tão esquecido nos dias de hoje.

Os grupos teatrais

A Articulação Cultural Cia artística foi criada no ano de 2009 através de um blog de divulgação cultural, pelas mãos das atrizes Juliana Freitas e Danielle Coelho. No ano seguinte, a Cia abriu turmas de pesquisa em teatro no DCE UFSC. E desde então vem expandindo a pesquisa na criação de espetáculos infantis e adultos, além de performances, teatro empresa e produções culturais.

O Clã dos Nobres Arteiros é uma companhia teatral idealizada pelo ator, palhaço, bonequeiro e produtor teatral Khalid Prestes e pelo mágico, ator, palhaço e bonequeiro Junior Pezzatto no fim de 2007. O nome “Clã” foi dado pela intenção de perpetuar a ideia de uma grande família artística, enquanto que “Arteiros” se deve ao fato de o grupo representar a transformação que a arte causa em cada um e a revolução que isso pode fazer no sistema.

O Clã dos Nobres Arteiros trabalha com produção e montagem de espetáculos teatrais, teatro de bonecos, artes circences, performances para eventos, além de projetos com parceiros institucionais e outros grupos de teatro em Florianópolis.

No fim de 2009 o grupo montou, em parceria com a Articulação Cultural, o espetáculo “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão” e já circulou por vários estados em festivais de teatro, projetos de circulação e eventos diversos.

Para conhecer mais do trabalho do grupo acesse
www.cladosnobresarteiros.blogspot.com.br

www.articulacaocultural.com.br

Você também pode ver uma prévia do espetáculo:

 

SERVIÇO

O QUÊ: peça “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão”

QUANDO: dias 12, 13 e 14 de outubro. Sexta e domingo às 16h e 18h e no sábado às 10h.

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), praça Santos Dumont, Trindade.

QUANTO: Ingressos antecipados com desconto: R$ 7 (meia) e R$14 (inteira) na Casa da Árvore Brinquedos Educativos (SHOPPING MAX E FLORA, Rua Lauro Linhares, 2055 – Trindade).
Os ingressos também serão vendidos 1h antes de cada sessão a R$ 10 (meia) e 20 (inteira). Meia entrada para crianças até 14 anos, estudantes, idosos, classe artística e professores (mediante apresentação de comprovantes).
Gratuito para crianças menores de 2 anos.

CONTATO: Juliana Freitas (Articulação Cultural) – (48) 8462-7284

Khalid Prestes (Clã dos Nobres arteiros) – (48) 9968-0147

Casa da Árvore Brinquedos Educativos – 48 3207-7750 / 8474-0400

Apoio Cultural: Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura da UFSC

Fonte: Bruna Andrade Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC, com material do grupo.

Tags: DACTeatro da UFSCUFSC

Peça encena a beleza e a decrepitude da vida

21/09/2012 16:22

O espetáculo As filhas de King Kong volta aos palcos de 23 a 25 de setembro, no Teatro da UFSC, dentro do Festival de Teatro Isnard Azevedo, com uma dramaturgia lírica e grotesca sobre o relacionamento com a velhice. A entrada é gratuita.

Depois de uma estreia impactante e disputadíssima, a peça As filhas de King Kong, volta em cartaz neste final de semana, desta vez no Teatro da UFSC (Igrejinha), trazendo ao palco um retrato dramático e cômico sobre nossa relação recalcada com a morte e a velhice. Quando estreou na Alemanha em 1998, a peça da dramaturga Theresia Walser causou grande polêmica por abordar com crueza lírica o tabu da decrepitude e, na sua esteira, a eutanásia e o tratamento dos velhos. O Curso de Artes Cênicas da UFSC abraçou o desafio de levar ao palco esse texto tragicômico para sua já célebre apresentação de final de semestre, que agora retorna dentro da programação do Festival de Teatro Isnard Azevedo.

Em um asilo, três sinistras e ousadas cuidadoras decidem fazer da morte de seus protegidos uma “hora da estrela”, um momento cercado do glamour que marca a morte de um artista de cinema muito famoso. Resguardadas as devidas proporções, As Filhas de King Kong repetiram em Florianópolis o impacto da estréia na Alemanha. Produzido como parte do Projeto Primeiro Ato, patrocinado pela Secretaria de Cultura da UFSC o espetáculo teve lotação máxima em quatro dias de apresentação no mês de julho, provocando longas filas de espera à porta do palco improvisado no Centro de Desportos da universidade. Traduzida e adaptada por P.R. Berton, a peça tem sua segunda temporada no domingo, 23, segunda, 24, e terça, 25, sempre às 22 horas, no Teatro da UFSC.

O tema atinge na veia o complexo de culpa das sociedades ocidentais e orientais que demonstram um desprezo generalizado pela velhice. “Segundo nossa interpretação e também conforme algumas referências propostas pela dramaturga, a peça encontra-se no ambiente do grotesco, do absurdo”, diz a aluna integrante Nathália Menotti Mazini. “O conjunto das referências e o próprio texto pode ser risível a primeira leitura, mas a atmosfera vai ficando cada vez mais tensa e o riso vai ficando frouxo até desaparecer. Afinal, segundo Sodré, ‘o grotesco é o belo de cabeça para baixo’”, escreve ele para o Jornal Qorpus, do Curso de Artes Cênicas.

A encenação As Filhas de King Kong mobiliza desde o início deste ano alunos da sétima fase da disciplina Projeto de Montagem, ministrada pelos professores Dirce Waltrick do Amarante e Paulo Ricardo Berton, responsável pela direção geral. A professora Priscila Genara Padilha cuidou da preparação de ator e Luiz Fernando Pereira da cenografia, figurino e maquilagem. Quatorze alunos integram o elenco que tem um núcleo permanente e outro que se alterna em duas equipes diferentes. Os estudantes também ocupam funções na montagem  e produção do espetáculo. No final deste ano, eles vão compor a segunda turma de Artes Cênicas formada pela UFSC. A primeira turma encenou Setembro, montagem dedicada à reflexão sobre as causas e conseqüências do ataque às torres gêmeas na biopolítica do planeta.

Mais uma das grandes produções artísticas da universidade depois da criação do Curso de Artes Cênicas, As filhas de King Kong fortalecem o entrelaçamento entre arte e saber acadêmico. Aberta ao público e gratuita, a peça foi produzida com apoio do Departamento de Libras (DALI) e recursos da SeCult. Entrevista com a dramaturga Theresia Walser à professora Maria Aparecida Barbosa pode ser lida no jornal eletrônico Qorpus, no link: http://qorpus.paginas.ufsc.br/%E2%80%9C-a-procura-de-autor%E2%80%9D/edicao-n-005/entrevista-com-a-dramaturga-theresia-walser-sobre-a-peca-%E2%80%9Cas-filhas-de-king-kong%E2%80%9D-maria-aparecida-barbosa/

SINOPSE

A peça da Dramaturga Theresia Walser conta a história de três cuidadoras de idosos nada convencionais de um asilo de velhos e revela a vida miserável e decadente de todos que no asilo se encontram. Carla, Berta e Meggie – as tais filhas de King Kong – sonham com uma realidade diferente da que as prende, mas não conseguem alimentar expectativas para as suas vidas. Como passatempo, costumam assassinar seus pacientes da forma mais inusitada possível. Assim que os moradores do asilo se aproximam dos 80 anos, elas arquitetam uma morte espetacular, sempre a partir da data de falecimento de um artista dos anos dourados de Hollywood, transformando dessa forma o assassinato em um glorioso show.

Apesar da idade avançada e dificuldades impostas naturalmente pelo tempo e agravadas pelos maus tratos impostos pelas filhas de King Kong, os velhos, por sua vez, revelam-se mais vívidos e com mais expectativas de vida que suas próprias cuidadoras. Na ânsia por viver um pouco mais, planejam novos rumos e deliram em suas fantasias, muitas vezes absurdas, porém não menos vivas. Velhinhos que esperam pelo filho que jamais voltará, que se apaixonam todo dia pela mesma esposa, por mais que esta esteja perdendo completamente a noção da realidade, que escrevem poemas de amor. Pessoas apaixonadas por suas próprias melodias, esperançosas por encontrar um homem que as ame verdadeiramente. Idosos que, ao final da vida, ainda conseguem inspiração em coisas simples e belas.

A bola da vez é a Senhora Tormann, que presa numa cadeira de rodas, escuta uma fita com a voz do seu filho e pseudo businessman Winnie, enquanto espera inocentemente pelo seu sacrifício. Ainda habitam o asilo Albert, um velho trêmulo e sua mulher de memória cada vez mais tênue, o senhor Nubel e seus instrumentos fálico-musicais, a Senhora Greti e seus vales fogosos e ainda virginais e o Senhor Pott, um poeta in-process. O tiro, porém, sai pela culatra, e as filhas do gorila falham no seu intento criminoso. No entanto, do nada surge um eletricista chamado Rolfi, que pode significar uma salvação para a mediocridade rotineira das três. Berta, Carla e Meggie, cheias de esperança, acreditam que a felicidade finalmente bateu à porta. Mas o asilo tem um lustre e velhos muito desajeitados, que conseguem matar mesmo sem se dar conta disso.

Serviço:

Estreia: As filhas de King Kong

Local: Teatro da UFSC (Igrejinha)

Quando: 23 e 25 de setembro

Horário: 22horas

ENTRADA GRATUITA –

Chegar com uma hora de antecedência

Assessoria de comunicação:

Raquel Wandelli/Jornalista da UFSC na SeCult – 37219459 e 99110524 – 

Ficha Técnica:

Tradução: Profº P.R. Berton

Direção geral: Profº P.R. Berton

Assistente de direção: Ju Disconzi, Marieli Mota, Nath Mazini 

Elenco:

Filhas de King Kong, cuidadoras:

Daniela Antunes e Marieli Mota como Meggie
Giovanna Rosa e Mandy Justo como Carla
Jéssica Faust e Juliana Carvalho como Berta

Velhos:

Mariel Maciel como Sr Pott
Tayná Wolff como Sra Albert
Elisa Bacci como Sr Albert
Carolina Volpi e Nath Mazini como Sra Greti
Liana como Sra Tormann
José Leonardo como Sr Nübel
Eletricista/ Aventureiro:
Ju Disconzi

Preparação do Ator: Profª Priscila Genara Padilha

Sonoplastia: Profº P.R. Berton, Giovanna Rosa e Mariel Maciel

Produção: Carolina Volpi, Elisa Bacci, Giovanna Rosa, Jéssica Faust, Ju Disconzi, Mariel Maciel e Tayná Wolff

Orientação de Cenários, Figurinos e Maquiagem Prof. Luiz Fernando Pereira (LF)

Cenários: Caren Nunes da Silva e Jessica Cardoso Santos

Prod. de Objeto Cênicos: Juliana Kelly Carvalho

Cenotécnico: Guilherme Rosário Rotulo

Figurinos: Daniela Antunes e Mandy Justo

Cabelos e Perucas:  Ljana Carrion e Kátia Miyazaki

Maquiagem: Carolina Volpi e Ljana Carrion

Orientação de Iluminação: Profª Priscila Genara Padilha

Iluminação: José Leonardo e Ljana Carrion

Montagem/Operador de Luz: Gabriel Guedert

Tags: As filhas de King KongTeatro da UFSC

Anti-Nelson Rodrigues neste fim de semana no Teatro da UFSC

24/08/2012 13:20

Peça que foge dos elementos rodriguianos, com uma história em que o amor é maior que a canalhice e o dinheiro

No ano do centenário de Nelson Rodrigues, os grupos teatrais Dearaquecia, Experiência Subterrânea e Teatro que Roda se reúnem para apresentar a peça do “Anjo Pornográfico”

 

O Teatro da UFSC recebe a peça “Anti-Nelson Rodrigues”, ganhadora do “Prêmio Funarte Nelson Brasil Rodrigues: 100 anos do Anjo Pornográfico”, sexta, sábado e domingo ( 24, 25 e 26) às 20h30min. Os grupos teatrais Dearaquecia, Experiência Subterrânea e Teatro que Roda se uniram para fazer o espetáculo e com o prêmio ganharam a montagem e apresentações no Rio de Janeiro e Florianópolis, cidade natal de dois dos grupos. A peça começou a ser produzida em abril deste ano e teve sua estreia no início do mês, no Festival A Gosto do Nelson.

Apesar de ser obra de Nelson Rodrigues, a peça foge dos elementos comuns do autor e retrata uma história em que o amor é maior que a canalhice e o dinheiro. O enredo é estimulante, faz repensar as imagens de Nelson e permite a experimentação com o uso de vários espaços.

A parceria dos grupos teatrais propõe uma encenação não-convencional, em que é usado o palco e todas as instalações da sala teatral, conectando-se por meio de projeções de vídeo. Essa proposta de apresentação está relacionada com a noção de teatro ambientalista, que o diretor da peça, André Carreira, aprendeu ano passado, quando trabalhou nos Estados Unidos com o pesquisador e também diretor teatral Richard Schechner.

Este é o primeiro trabalho em parceria dos grupos teatrais Dearaquecia, Experiência Subterrâne e Teatro que Roda, porém grande parte dos integrantes já trabalharam juntos em outros projetos. A Dearaquecia Teatral é constituída por atores graduados na Universidade Estadual do Estado de Santa Catarina (Udesc) e que durante sua formação participaram do ÁQIS – Núcleo de pesquisa sobre processos de criação artística, coordenado por André Carreira. O Grupo Teatral Experiência Subterrânea existe desde 1995 e surgiu de uma atividade pedagógica também com André Carreira, no curso de Artes Cênicas da Udesc. O Grupo Teatro que Roda é de Goiânia e formou-se em 2003 e também já havia trabalhado antes com o diretor Carreira.

André Carreira trabalha no ramo teatral desde 1979. Formou-se em Educação Artística na Universidade de Brasília, estudou direção teatral na Escuela Municipal de Arte Dramático de Buenos Aires e fez doutorado em teatro na Universidad de Buenos Aires. Atualmente, o diretor é professor do Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina, coordenador da ÁQIS e representa a área de Artes Cênicas junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

 

SINOPSE
A peça narra a história de Oswaldinho, filho de Tereza e Gastão, jovem mimado pela mãe e desprezado pelo pai. Inescrupuloso, ladrão e mulherengo, se torna dono de uma das fábricas do pai e se apaixona por uma funcionária recém-contratada, a jovem incorruptível Joice. Acostumado a ter tudo o que quer, Oswaldinho tenta ‘comprar’ Joice, que anseia por um amor desde menina e não se deixa levar pelo dinheiro.

 

Nelson Rodrigues: O Anjo Pornográfico
Nascido em 23 de agosto 1912, Nelson Falcão Rodrigues foi um dos mais influentes dramaturgos brasileiros. Embora pernambucano, morou desde pequeno no Rio de Janeiro.

Seu pai era proprietário do jornal A Manhã, no qual Nelson trabalhou como repórter policial. Foi exercendo a profissão de jornalista que acumulou experiência para escrever suas peças sobre a sociedade.

A estreia no teatro foi com a peça “A mulher sem pecado”, mas o sucesso definitivo veio em seguida com a encenação “Vestido de noiva”. Com uma obra realista, Nelson tentou transpor a tragédia grega para sociedade carioca. Apesar das polêmicas sobre obras e problemas enfrentados com a censura, seu valor dramático foi reconhecido de por grande parte dos diretores, atores e críticos da época.

Depois de sofrer um aneurisma na aorta e passar por diversas cirurgias, a saúde do autor ficou debilitada. Nelson Rodrigues morreu 21 de dezembro de 1980.

Prêmio Funarte Nelson Brasil Rodrigues: 100 anos do Anjo Pornográfico
A Fundação Nacional das Artes (Funarte) premiou em abril deste ano encenações das 17 obras do dramaturgo Nelson Rodrigues, tendo contemplado um espetáculo de cada texto. O objetivo era promover a apresentação das peças dramáticas do autor no ano de seu centenário. O prêmio teve a inscrição de artistas, produtores, companhias, grupos, associações, cooperativas ou empresas, com ou sem fins lucrativos, de natureza cultural.

 

SERVIÇO
O QUÊ:
 Peça “Anti-Nelson Rodrigues!
QUANDO: 24, 25 e 26 de agosto, às 20h e 30min
ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis
QUANTO: R$10,00. Estudantes pagam meia (R$5,00) apresentando o atestado de matrícula.
CONTATO: (48) 3365-1925 ou (48) 9622-9333 – Produção

 

Bruna Andrade / Estagiária de Jornalismo no DAC /UFSC

 

Assista também à matéria produzida pela TV UFSC:

 

Assista ao video do Universidade Já /TV UFSC sobre o assunto

Tags: Anti-Nelson RodriguesTeatro da UFSC

Espetáculo “A Ciranda dos Guarda-Chuvas” volta ao Teatro da UFSC

18/05/2012 18:24
Teatro da UFSC apresenta "A Ciranda dos guarda-chuvas"

Peça conta história de dois palhaços vendedores de guarda-chuvas

Retorna ao Teatro da UFSC neste final de semana o espetáculo infantil A Ciranda dos Guarda-Chuvas”. As apresentações acontecem no sábado e domingo, sempre às 16h. Mais recente montagem da Expresso Produções, de Florianópolis, a peça teve estreia em Porto Alegre, em fins do ano passado, e uma única apresentação na capital catarinense durante maratona cultural da cidade. Esta é a primeira temporada do espetáculo no Estado.

 

A peça
A Ciranda dos Guarda-Chuvas é um espetáculo teatral infantil que conta a história de dois palhaços vendedores de guarda-chuvas. Pingo e Chuvisco, como todos os vendedores ambulantes, tentam vender seu produto com brincadeiras e muito bom humor. Mas o clima não ajuda e a chuva não vem. Os personagens, então, resolvem ganhar uns trocados inventando histórias como verdadeiros artistas de rua (que são!), já que não conseguem vender os guarda-chuvas.

O texto é do autor gaúcho Pedro Delgado e é a primeira vez que está sendo encenado, por isso, o grupo Expresso Produções escolheu a cidade de Porto Alegre para fazer sua estreia no ano passado. É o segundo texto do autor montado pelo grupo que tem sede em Florianópolis desde 2003. O primeiro texto foi “O Patinho Pateta”, que já fez mais de 80 apresentações em diversas cidades dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Na direção e elenco do espetáculo estão Alê Gandolfi e Gilca Rigotti.

 

Ficha Técnica
Texto: Pedro Delgado
Direção e Atuação: Alê Gandolfi e Gilca Rigotti
Direção de Arte: Gilca Rigotti
Direção musical: Neno Miranda
Cenografia: Juliana Silveira
Figurinos: Denise Severo
Iluminação: Leandro Gass
Operação de som: Simone Pinheiro
Maquiagem: Gilca Rigotti
Arte gráfica: Danielle Ferreira
Gravação das músicas: Estúdio Green
Produção e realização: Expresso Produções

 

Sobre a Expresso Produções
A Expresso Produções iniciou seus trabalhos como grupo teatral em maio de 2003 na cidade de Florianópolis, composta por profissionais graduados da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Utilizou o espaço universitário até o ano de 2005 como sede para ensaios teatrais, pesquisas e para o desenvolvimento de suas demais atividades.

Os trabalhos desenvolvidos pela produtora envolvem os espetáculos teatrais criados por seus integrantes, bem como o apoio a espetáculos de outras companhias teatrais da cidade de Florianópolis e região.

No currículo de espetáculos realizados pela Expresso Produções estão: “A Confissão”, “A Mais Forte”, “Fica Batendo Parado”, “O Patinho Pateta”, “Trans.Veadas”, “Baú de Histórias Infantis” e A “Ciranda dos Guarda-Chuvas”.

A produtora fez ainda parcerias com grupos da região para montagem e produção dos espetáculos: “Pequeno Monólogo de Julieta”, “Tudo isso é muito bonito mas, realmente, não há nada como um Gauguin” e “Setembro”, sendo este último a montagem da primeira turma de formandos do Curso de Artes Cênicas da UFSC.

Os espetáculos e artistas produzidos pela produtora e seus parceiros já ganharam prêmios e participaram de diversas temporadas, eventos, circuitos e festivais do País.

Para citar a trajetória, apenas de algumas produções infantis da Expresso Produções, “O Patinho Pateta”, primeiro espetáculo do grupo voltado às crianças, fez diversas temporadas na cidade de Florianópolis. Foi contemplado pelo Edital Elisabete Anderle 2009, participou do circuito Enter do SESC/SC, fez um circuito por diversas cidades do interior do Rio Grande do Sul, foi apresentado no I Festival Verão Cultural da Fundação Franklin Cascaes, de Florianópolis, foi convidado para se apresentar no Palco Iguatemi, dentre outras apresentações em diversos locais do Estado e do Sul do País.

Outra produção do grupo, o espetáculo Baú de Histórias Infantis, participou da Maratona de Contos de Florianópolis, na Semana do Livro de Brusque, no I Festival Verão Cultural da Fundação Franklin Cascaes e do circuito Enter do SESC/SC.

 

Sobre A Ciranda dos Guarda-Chuvas
A “Ciranda dos Guarda-Chuvas” é o mais recente espetáculo montado pelo grupo e estreado a convite do autor na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, em outubro de 2011. “O texto do gaúcho Pedro Delgado foi um presente do autor ao grupo, depois do sucesso da montagem do espetáculo O Patinho Pateta, do qual o mesmo autor assina o texto”, dizem os produtores.

O processo de montagem do trabalho foi feito nas duas capitais, em Florianópolis e em Porto Alegre. Os atores/diretores mantiveram o processo de auto-direção, porém tiveram o olhar crítico de diversos artistas, buscando, através disso, uma construção mais democratizada e divertida, sempre visando ao público destinado, comentam os integrantes. A trilha sonora foi feita em parceria com o músico catarinense Neno Miranda e a cenografia pela artista plástica gaúcha Juliana Silveira. O figurino é assinado pela estilista Denise Severo.

A parceria entre o autor e o grupo tem rendido frutos importantes para a crescente produção infantil no teatro catarinense, avalia o grupo. O autor tem sido reconhecido por sua dramaturgia e o grupo tem levado ao conhecimento do público o trabalho desse autor. Ainda segundo os produtores, a temporada na capital gaúcha foi um grande sucesso, onde o grupo fez um intercâmbio com o autor e pode conhecer um pouco mais do seu trabalho.

Depois da estreia em Porto Alegre, o grupo fez uma apresentação única do espetáculo na I Maratona Cultural de Florianópolis, com um público que encheu o Teatro da UFSC.

Agora, de volta aos palcos da UFSC, o grupo apresenta uma temporada de um mês inteiro, em todos os fins de semana de maio, no Teatro da UFSC.

Para saber mais sobre a trajetória do grupo visite o site www.expressoprod.wordpress.com.

 

Serviço:
O QUÊ: Espetáculo teatral infantil “A Ciranda dos Guarda-Chuvas”. (duração 45’)
QUANDO: Dias  19, 20, 26 e 27 de maio de 2012, em todos os fins de semana do mês (aos sábados e domingos ), sempre às 16 horas.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
CONTATO: Grupo Expresso Produções (48) 9921-2706 / (48) 9618-3066, e-mail e site www.expressoprod.wordpress.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (www.ufsc.br).

Fonte: [CW] DAC.SECARTE.USC, com texto e foto do grupo.

Tags: DACTeatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe no fim de semana a peça “…In memoriam”

26/04/2012 16:13

Enredo é baseado em "Canción de cuna para un anarquista", do dramaturgo chileno Jorge Díaz.

Duas histórias insólitas que se unem aparentemente por acaso. Uma viúva solitária, Rosaura, encontra um andarilho demente, Balbuena. Talvez ela tenha assassinado o marido por quem guarda luto, enquanto ele afirma ser o anarquista encarregado de sabotar o trem onde viajará Adolf Hitler. Com esse enredo, baseado em Canción de cuna para un anarquista, do dramaturgo chileno Jorge Díaz, as companhias Apatotadoteatro e Cia. Teatro L.A. CHAMA se apresentarão em Florianópolis às 20h, nos dias 27, 28 e 29 de abril, no Teatro da UFSC, e às 19h30min, no dia 1º de maio no Teatro Álvaro de Carvalho (Projeto TAC7:30).

Recentemente a peça “…In Memoriam” foi apresentada por quatro vezes no Festival de Teatro de Curitiba, como um dos espetáculos mais procurados da mostra FRINGE. No elenco atuam os alunos da graduação em Artes Cênicas e Letras da UFSC, Vanessa Grande e Tobias Nunes. A peça é dirigida por Carlos Silva e Gustavo Bieberbach, ambos alunos especiais do Programa de Pós-Graduação em Teatro (PPGT) do Centro de Artes (CEART) da Udesc. O espetáculo é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e será dedicado à professora Maria de Lourdes Borges, Dudy, e à sua equipe, pelo grande incentivo ao teatro, durante a gestão que se encerra.

Uma vez passado o susto do primeiro contato entre Rosaura e Balbuena, inicia-se uma discussão que, entre nostalgia e desvarios, muito revelará sobre esses dois fantasmas: um passado em comum de solidão, sonhos, ideais e ilusões. “Toda problemática supostamente vivida parece tão artificiosa e inconsistente quanto possível e real. Mas o que importa se estiverem mortos, ou inventando? O importante é que nessas lembranças eles estão juntos ou, pelo menos, não estão sós!”, diz o diretor Carlos Silva.

Fundada em 2010, a Companhia Teatro Latino-Americano CHAMA, ou apenas Cia. Teatro L.A. CHAMA, é uma entidade dedicada a divulgar, promover, pesquisar, experimentar e encenar o teatro e a cultura do continente. Seus associados são artistas, atualmente vinculados ao curso de Artes Cênicas da UFSC e ao Programa de Pós-Graduação em Teatro da Udesc.

Em frente a frente Argentina, obra teatral que deu origem ao grupo, percorreu vários palcos de Florianópolis e Campo Grande em 2010. Com menos de dez meses de existência, o L.A. CHAMA tem mais quatro peças em processo de montagem, todas adaptadas de autores latino-americanos. Para o segundo semestre 2012, está finalizando a produção de Os pássaros se vão com a morte, do venezuelano Edílio Peña e Ignácio & Maria, da cubana Nara Mansur, todas com o patrocínio da SeCArte.

Ficha Técnica:

“…In memoriam”, baseado em Canción de cuna, para un anarquista, de Jorge Díaz.

Elenco: Vanessa Grando, Ricardo Goulart e Tobias Nunes.

Projeto Gráfico: Ricardo Goulart.

Assistente de Produção: Carolina Boabaid e Valéria Binatti

Direção: Carlos Silva e Gustavo Bieberbach.

Patrocínio: SECARTE – Secretaria de Cultura e Arte da UFSC

Apoio: NELOOL (Núcleo de Estudos de Literatura, Oralidade e Outras Linguagens), PRAE (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis) / DAC (Departamento de Arte e Cultura da UFSC), Projeto TAC7:30.

Produção e Realização Cia. Teatro L.A. CHAMA & APATOTADOTEATRO

SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo Teatral “…In Memoriam”

QUANDO 1: Dias 27, 28 e 29 de abril de 2012, de sexta a domingo, às 20 horas

ONDE 1: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANDO 2: Dia 1ª de maio, às 19h30

ONDE 2: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), Projeto TAC 7:30. Rua Marechal Guilherme, 26 – Centro, Florianópolis-SC

QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

CONTATO:   / (48) 8819-7428

MAIS INFORMAÇÕES: www.apatotadoteatro.blogspot.com e www.teatrolachama.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: [CW] DAC/SECARTE/UFSC, com texto e foto da produção – visite www.dac.ufsc.br

Tags: SeCArteTeatro da UFSCUFSC

Monólogo de Miguel fecha a Semana Clarice neste sábado

21/04/2012 10:45
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Apresentação fecha a Semana Clarice

O Teatro da UFSC tem a última apresentação da breve cena cena “Monólogo de Miguel” neste sábado, 21 de abril, às 20 horas. A apresentação faz parte da programação da Semana Clarice, e é uma forma de tributo à sensibilidade e ousadia da notável escritora Clarice Lispector, umas das autoras mais lidas no Brasil. A Semana é uma realização do Programa de Ensino Tutorial de Letras (PET) da UFSC.

 

A dramaturgia da peça gira em torno de um escritor que, ao tentar escrever sobre a ira, descobre a dimensão de seus traumas de infância. A realidade e a ficção se entrelaçam para que ele descubra quem ele é e a profundidade da amargura que carrega.

 

Depois de ser apresentada como ensaio aberto na IV Semana Ousada de Artes da UFSC/Udesc, e ter a estreia no 4º Festival de Breves Cenas de Teatro de Manaus, como único representante catarinense no evento, ocorrido em março último, esta é primeira vez que a peça é apresentada em Florianópolis.

 

A peça foi escolhida para o festival de Manaus, segundo a curadoria nacional do evento, devido à “diversidade da obra, valores estéticos e artísticos, bem como a representatividade do objeto de arte em questão, somada a sua originalidade, riqueza de linguagem, valorização da pesquisa e o seu potencial de diálogo estético travado com o público e artistas”.

 

Monólogo de Miguel, da companhia catarinense Apatotadoteatro, em parceria com o NELLOL (Núcleo de Estudos de Literatura, Oralidade e Outras Linguagens/UFSC), tem texto de Jorge Luiz Miguel e direção de Gustavo Bieberbach e Ricardo Goulart. O monólogo tem a participação das atrizes Carol Boabaid e Fabiana Aidar e a expressiva atuação da atriz Ilze Körting, formanda do Curso de Artes Cênicas da UFSC, que também atua na peça.

 

A dramaturgia é densa e verdadeira, mexe com o sentir, toca com profundidade. Como Clarice bem disse: “pensar é o ato, sentir é o fato”. Segundo a atriz Ilze Körting: “Clarice nos marcou com sua força, ternura e sensibilidade, por isso dedicaremos o nosso trabalho para ela”.

 

SERVIÇO:
O QUÊ: Apresentação da breve cena teatral “Monólogo de Miguel”
QUANDO: Dias 20 e 21 de abril de 2012, sexta e sábado, às 20 horas.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis – SC
QUANTO: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
DURAÇÃO: 30 minutos
CONTATO: (48) 9105-5939 –

 

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC.SECARTE.UFSC, com material da produção.

Tags: Semana ClariceTeatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe show do grupo “Estou Cavando um Buraco”

27/03/2012 15:09

Acontece no dia 13 de abril às 19 horas no Teatro da UFSC o show/espetáculo acústico “Ausência”, do grupo Estou Cavando um Buraco, formado por João Pedro Garcia, voz e violão, e por Luís Ramos, voz e performance. O grupo caracteriza-se por suas experimentações artísticas, que dialogam a música e o teatro, em busca de novos sentidos para as duas linguagens.

O estilo musical mistura rock tocado em violão até experimentações mais suaves com a música. Folk, música brasileira, vocalizações elaboradas e improviso também fazem parte da mistura. “Definimos nossa sensibilidade artística pela necessidade de escapar de certas convenções, mas manter um produto final que toca no mais básico do ser humano”, descreve o grupo em seu site.

Os ingressos custam R$6,00 inteira e R$3,00 meia, e podem ser adquiridos na hora. O grupo já se apresentou em vários eventos na UFSC, como na Sepex 2008 e no Sarau Boca de Cena de junho de 2011, entre outros. Para conhecer as músicas, letras e vídeos do grupo, acesse: www.estoucavandoumburaco.com.

Serviço:
O quê: show acústico “Ausência”, do grupo Estou Cavando um Buraco
Dia: 13 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro da UFSC
Ingressos: R$6,00 inteira e R$3,00 meia.

Contatos:
fone: 9620-5127
e-mail:
site: www.estoucavandoumburaco.com

Tags: músicaperformanceteatroTeatro da UFSCUFSC

Espetáculo Mulheres Nuas permanece em cartaz no Teatro da UFSC

16/03/2012 18:48
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Mulheres Nuas está em cartaz no Teatro da UFSC neste fim de semana, às 20h

Continua em cartaz no Teatro da UFSC o espetáculo Mulheres Nuas, que é mais uma produção do Grupo Círculo, do autor Márlio Silveira da Silva, dirigido por Christiano Scheiner, com as atrizes Aline Maya, Emília Carmona e Graziela Meyer no elenco. A estreia da peça aconteceu em 03 de março.

O texto cômico, do autor catarinense Márlio Silveira da Silva, trata de uma viúva solitária, Adalgisa, envolta de seus dois alteregos, Libe e Sara, e discorre sobre a impossibilidade de se desligar do falecido. Nesta montagem, as atrizes trocam de personagens a cada instante desestruturando a intimidade exposta por Adalgisa e reorganizando o sentido cômico direcionado ao público.

O espetáculo segue as mesmas características estéticas dadas aos espetáculos anteriores do Grupo: o ator cenográfico, poucos elementos de cena e cenário, e por fim a montagem de texto de autores locais.

Este é o segundo espetáculo que o Grupo monta do autor Márlio Silveira da Silva, tendo êxito com a estreia, em 2011, do espetáculo Quatro, no Teatro da UFSC.

A característica principal da encenação está na imersão do jogo entre as atrizes. Os figurinos têm como referencial lingeries da década de 50, produzindo o efeito atemporal que a narrativa pede.

 

Sinopse

Mulheres Nuas explora, através do discurso hiperativo e fantasioso, quase surrealista de Adalgisa, a impermanência e a alteridade do universo feminino. Acompanhada por Sara, criada ambígua até no gênero, e por sua filha, Libe, Adalgisa passeia pela própria inconstância como quem passeia pelo shopping, trazendo questões corriqueiras que permeiam o imaginário de qualquer mulher numa linguagem frenética e cômica.

Entre o falecido, que virou pó, o amante que mora no armário se alimentando de naftalina e o analista ausente, Adalgisa convida: “vem de escafandro que eu sou profunda”.

 

Sobre o Grupo Círculo

O Grupo Círculo foi criado em 1999, com a estreia de “A Fome em Três Atos”, reunião de três monólogos do autor Christiano Scheiner, e dirigido por Gláucia Grígolo.

O Círculo foi retomado em 2009, para a montagem de Pequeno Monólogo de Julieta, com a atriz Gilca Rigotti e texto e direção de Christiano Scheiner, que estreou em 2010. Espetáculo que circulou por todo o Estado de Santa Catarina pelo projeto EmCena Catarina do SESC – SC, comprovando a maturidade do grupo.

Em 2011, o Grupo, com novo elenco, remontou o espetáculo Quatro, de Márlio Silveira da Silva. Com estreia de 09 apresentações na UFSC. Quatro teve sua primeira montagem pelo Grupo A, com direção de Fátima Lima.

Devido à boa repercussão dada ao Quatro, o Círculo produz a segunda montagem do autor Márlio Silveira, Mulheres Nuas, com estreia em março de 2012 no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.

 

Serviço:

O QUÊ: Espetáculo “Mulheres Nuas”
QUANDO: Às sextas, sábados e domingos, dias 16, 17, 18, 30, 31 de março e 1º de abril.
HORÁRIO: Sempre às 20horas.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: Entrada Promocional de Estreia a R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 (meia-entrada)
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 anos // Duração: 50min.
CONTATO: // //  Fone: 48 9616.3024

 

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com texto e foto da produção.

Tags: Teatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe estreia da comédia “Mulheres Nuas”

01/03/2012 17:04

A comédia Mulheres Nuas estreia neste final de semana, dias 3 e 4 de março, às 20h, no Teatro da UFSC, com as atrizes Aline Maya, Emília Carmona e Graziela Meyer. O espetáculo é mais uma produção do Grupo Círculo, do autor Márlio Silveira da Silva, dirigido por Christiano Scheiner.

O texto cômico, do autor catarinense Márlio Silveira da Silva, trata de uma viúva solitária, Adalgisa, envolta de seus dois alteregos, Libe e Sara, e discorre sobre a impossibilidade de se desligar do falecido. Nesta montagem, as atrizes trocam de personagens a cada instante desestruturando a intimidade exposta por Adalgisa e reorganizando o sentido cômico direcionado ao público.

O espetáculo segue as mesmas características estéticas dadas aos espetáculos anteriores do Grupo: o ator cenográfico, poucos elementos de cena e cenário, e por fim a montagem de texto de autores locais. Este é o segundo espetáculo que o Grupo monta do autor Márlio Silveira da Silva, tendo êxito com a estreia, em 2011, do espetáculo Quatro, no Teatro da UFSC. A característica principal da encenação está na imersão do jogo entre as atrizes. Os figurinos têm como referencial lingeries da década de 50, produzindo o efeito atemporal que a narrativa pede. 

SINOPSE

Mulheres Nuas explora, através do discurso hiperativo e fantasioso, quase surrealista de Adalgisa, a impermanência e a alteridade do universo feminino. Acompanhada por Sara, criada ambígua até no gênero, e por sua filha, Libe, Adalgisa passeia pela própria inconstância como quem passeia pelo shopping, trazendo questões corriqueiras que permeiam o imaginário de qualquer mulher numa linguagem frenética e cômica.

Entre o falecido, que virou pó, o amante que mora no armário se alimentando de naftalina e o analista ausente, Adalgisa convida: “vem de escafandro que eu sou profunda”.

Sobre o Grupo Círculo

O Grupo Círculo foi criado em 1999, com a estreia de “A Fomeem Três Atos”, reunião de três monólogos do autor Christiano Scheiner, e dirigido por Gláucia Grígolo.

O Círculo foi retomado em 2009, para a montagem de Pequeno Monólogo de Julieta, com a atriz Gilca Rigotti e texto e direção de Christiano Scheiner, que estreou em 2010. Espetáculo que circulou por todo o Estado de Santa Catarina pelo projeto EmCena Catarina do SESC – SC, comprovando a maturidade do grupo.

Em 2011, o Grupo, com novo elenco, remontou o espetáculo Quatro, de Márlio Silveira da Silva. Com estreia de 09 apresentações na UFSC. Quatro teve sua primeira montagem pelo Grupo A, com direção de Fátima Lima.

Devido à boa repercussão dada ao Quatro, o Círculo produz a segunda montagem do autor Márlio Silveira, Mulheres Nuas, com estreia em março de 2012 no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.

SERVIÇO:

O QUÊ: Espetáculo “Mulheres Nuas”

QUANDO: sextas, sábados e domingos do mês de março.

DIAS: 03, 04, 09, 10, 11, 16, 17, 18, 30, 31 de março e 01 de abril.

HORÁRIO: Sempre às 20horas.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANTO: Entrada promocional de estreia a R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 (meia-entrada).

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 anos // Duração: 50min.

CONTATO: / / Fone: 48 9616.3024

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com texto e foto da produção.

Tags: comédiaMulheres NuasTeatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe Festival Internacional de Palhaços Ri Catarina

11/11/2011 09:37

A gargalhada que toma conta de Santa Catarina desde segunda-feira no Festival Internacional de Palhaços Ri Catarina chega ao Teatro da UFSC neste final de semana. Nesta sexta (11), sábado (12) e domingo (13), sempre às 22h, o espetáculo Cabaret Catarina se apresenta no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Com números circenses em um show cômico, Cabaret Catarina trará para o palco da UFSC uma verdadeira homenagem ao palhaço e à arte de fazer rir. Sob a direção do comediante carioca Sergio Machado, Cabaret Catarina traz profissionais do riso do Estado para uma apresentação da arte circense da palhaçaria. O espetáculo tem duração de 70 minutos. A entrada custa R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia

Cronograma das apresentações

Dia 11/11- às 22 horas
Show de humor com os comediantes: Vanderléia Will, Daniel Olivetto, Grazi Meyer, Igor Lima, Malcon Bauer, Milena Moraes e Renato Turnes.

Dia 12/11 – às 22 horas
Ana Paula Grigoli, Cassiano Vedana, Charles Augusto, Cia. Cênica Espiral, Khalid Prestes, Marcio Boró, Palhaça Barrica, Traço Cia. de Teatro e Gabriela Leite.

Dia 13/11 às 22horas
Cabaret de Circo com artistas circenses: Cintia Lopez, Circular Artes do Circo, Circus Fever, Dale Circo Floripa, Diogo Vaz Franco, Gleison Alvez de Carvalho, Mila Spigolon e Projeto Nosso Samba.

Sobre o Festival

De 7 a 13 de novembro, cidades catarinenses caem na gargalhada com apresentações do Festival Internacional de Palhaços Ri Catarina. A primeira  edição do evento será realizada em Florianópolis e no SESC de Joinville,Jaraguá do Sul, Itajaí, Criciúma, Tubarão, Laguna, Lages, Chapecó e Joaçaba.
Os espetáculos na capital ocorrem no Teatro Álvaro de Carvalho e Teatro da Igrejinha-UFSC ao custo de R$ 10 e no Sesc Prainha e Centro Comunitário
Morro das Pedras, com entrada gratuita. Estão confirmadas as participações do palhaço ítalo-americano Leo Bassi e do argentino Tomate.

Mais informações em: http://ricatarina.blogspot.com/

Tags: Festival Ri CatarinaTeatro da UFSCX Festival Internacional de Palhaços

Teatro da UFSC recebe o Festival Internacional de Palhaços Ri Catarina

10/11/2011 15:44

A gargalhada que toma conta de Santa Catarina desde segunda-feira no Festival Internacional de Palhaços Ri Catarina chega ao Teatro da UFSC neste final de semana. Nesta sexta (11), sábado (12) e domingo (13), sempre às 22 horas, o espetáculo Cabaret Catarina se apresenta no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Com números circenses em um show cômico, Cabaret Catarina trará para o palco da UFSC uma verdadeira homenagem ao palhaço e à arte de fazer rir. Sob a direção do comediante carioca Sergio Machado, Cabaret Catarina traz profissionais do riso do Estado para uma apresentação da arte circense da palhaçaria. O espetáculo tem duração de 70 minutos. A entrada custa R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia

(mais…)

Tags: Festival Internacional de PalhaçosTeatro da UFSC

“Ascensão e queda da cidade de Mahagonny” volta ao Teatro da UFSC neste fim de semana

14/10/2011 18:41
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“Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”, peça adaptada da obra do dramaturgo Bertolt Brecht, com direção de Carmen Fossari, volta ao Teatro da UFSC neste fim de semana, 14, 15 e 16 de outubro. A apresentação da sexta, 14/10, na Sessão Maldita, faz parte da programação do 18º Floripa Teatro – Festival Isnard Azevedo.

A entrada é gratuita, e para esta sexta, 14, basta o público chegar um pouco antes da hora do espetáculo, quando serão distribuídos os ingressos. Para os dias 15 e 16, os ingressos poderão ser retirados na bilheteria do Teatro 30 minutos antes da sessão.

Criada na metade do século XX, a peça “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny” revolucionou e chocou o público teatral da época, acostumado com um teatro “bem comportado”.  Adaptado pela diretoria Carmen Fossari, o espetáculo é interpretado por alunos do curso de Artes Cênicas do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC, e por alunos da Oficina Permanente de Teatro do DAC.

A peça é ambientada no universo do cinema mudo, trazendo imagens e áudio que resgatam os anos 1930 e 1940. Este cenário realiza um utópico sonho da diretoria Carmen Fossari de ter visto Charles Chaplin e Bertolt sentados em um bar conversando sobre o filme “Tempos Modernos” e a peça “Na Selva das Cidades”. “Brecht, sua dramaturgia e enunciado estão ‘vivos’ em suas ideias, ainda tão necessárias em um mundo dividido em classes sociais”, comenta a diretoria.

Na peça, os personagens constroem uma cidade onde tudo é permitido, desde que se tenha muito ouro. Sem o valioso metal, é impossível sobreviver na cidade de Mahagonny. Com composições de Kurt Weill, o texto original é uma obra de Teatro Musical, “já a nossa encenação trata-se de uma obra de caráter não musical, embora mantida a belíssima composição tema da peça”, explica Carmen.

Elenco:

Ana Paula Lemos – Jenny

Andherson Souza – coro masculino

Antonieta Mercês da Silva – coro

Daniel Lopes Bretas – coro masculino

Fernando Correia – Chaplin

Flora Moritz – Maysa Trindade

Iris Karapostolis – cantora e procuradora

Jacque Kremer – Leokadja Begbick

Jaime Bezerra do Monte – Joseph

Juliana Frandalozo – Um tal Bert Brecht

Laura Gill Petta – coro feminino

Lechuza Kinski – coro feminino

Luis Tinoco – Jackob

Márcia Cattoi – coro feminino

Neivania Theodoro – coro feminino

Roberto Moura – Heidrich

Robson Walkowski – Paul

(Alguns nomes foram trocados para nomes similares em Português. O Procurador e Willy são, nesta encenação, interpretados por mulheres e transformados em personagens femininos. Chaplita e Bert Brecht, são criações para a dramaturgia desta encenação. C.F.)

Técnica:

Figurino e Cenário: o grupo

Operador de som: Neusa Borges

Cartaz: Márcia Cattoi

Fotolito: Michele Millis

Impressão: Imprensa Universitária

Operador de audiovisual: Ivana Fossari

Sonoplastia: Calu

Efeitos técnicos de palco: Gislaine Aparecida Bahls

Mixagem som: Sérgio Bessa

Preparação de canto: Ive Luna

Fotografia: Marcelo Pereira e Calu

Montagem de luz: Luciano Bueno

Iluminação, redigitalização das imagens e direção geral: Carmen Fossari

Floripa Teatro – 18º Festival Isnard Azevedo

Florianópolis recebe até 16 de outubro, a 18ª edição do Floripa Teatro – Festival Isnard Azevedo, evento que estimula a troca de experiências e dinamiza a vida cultural da cidade. Aprimorando a cada ano a arte milenar do teatro, com a responsabilidade de quem já percorreu uma longa trajetória desde 1993, o evento pretende transformar o espaço urbano em um grande palco para levar, gratuitamente, ao público de todas as idades, espetáculos em diferentes linguagens.

Trinta e um grupos teatrais de seis estados brasileiros estarão na Capital, levando a magia do teatro a 55 espaços e 40 comunidades na Ilha e região continental. É a maior grade de programação na história do festival, que chega à maioridade em 2011 com bons motivos para comemorar.

São nove dias de atividades, entre espetáculos, oficinas, intervenções artísticas, lançamento de livro e trocas de boas energias e experiências entre atores, técnicos, produtores, diretores e o público. Confira mais sobre o Festival no site: www.floripateatro.com.br

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “Ascensão e queda da cidade de Mahagonny”

QUANDO: Dias  14 (sexta) de outubro, na Sessão Maldita, às 23 horas, e dias 15 (sábado) e 16 (domingo), às 20 horas.

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.

QUANTO: Entrada gratuita. (Ingressos: dias 13 e 14, pouco antes da hora da sessão; dias 15 e 16, 30 minutos antes do espetáculo)

CONTATO: Teatro da UFSC – Departamento Artístico Cultural (DAC): 3721-9348 e 3721-9447.

PROMOÇÃO: DAC / SeCArte / UFSC e FESTIVAL ISNARD AZEVEDO / FCFFC – PMF

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

www.dac.ufsc.br

Tags: Teatro da UFSC

Teatro da UFSC apresenta “O misterioso sumiço do Boi de Mamão” no Dia das Crianças

11/10/2011 18:53
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Num pedacinho de terra perdido mar, na ilha conhecida como Ilha da Magia, crianças e adultos brincavam com o Boi de Mamão. Mas, em um acontecimento misterioso, o Boi sumiu. É assim que começa a história do “misterioso sumiço do Boi de Mamão”, que será apresentado na semana das crianças, no dia 12 de outubro, quarta-feira, às 16h e às 18h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.

Na peça, apresentada com bonecos de luvas e atores, uma detetive é contratada para investigar o sumiço do boi. Personalidades da cultura de Florianópolis como a Rendeira, o Pescador, a Bruxinha curandeira e o Mané são os principais suspeitos.

O objetivo da peça, segundo o ator Khalid Prestes, é resgatar e divulgar a cultura da Ilha de Santa Catarina. “Queremos levar alegria, sorrisos e sonhos com a simplicidade de fazer com que crianças e adultos não deixem apagar a chama da nossa bela cultura, bem como o respeito por uma tradição que jamais deve ser esquecida.”, afirma o ator.

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Sobre o espetáculo

O espetáculo nasceu em agosto de 2009 pelas mãos de Danielle Coelho, da Cia. Articulação Cultural, e Khalid Prestes, da Cia Clã dos Nobres Arteiros, que idealizaram uma história com traços típicos da cultura açoriana.

“O misterioso sumiço do Boi de Mamão” foi inicialmente confeccionado com bonecos de cerâmica em forma de fantoches, com os personagens tradicionais da Ilha e das rodas de Boi de Mamão. Para contar essa história, nasceu a detetive Floriana e seu ajudante Amanito, que trouxeram um brilho a mais ao Espetáculo por se tratar de Clowns (uso da máscara: nariz de palhaço). A peça foi criada e produzida em apenas dois meses, tendo sua estreia no Teatro da UFSC, no dia das crianças.

Em março de 2010, o espetáculo foi convidado para participar do Projeto Conexão Cultural Tigre, percorrendo três Estados: Santa Catarina, Paraná e São Paulo, com um total de cinquenta e duas apresentações. Em junho, a peça participou do Festival Internacional de Tetro de Animação (FITA Floripa), e em outubro entrou novamente em cartaz no Teatro da UFSC, com dez sessões.

Em janeiro de 2011, o espetáculo ganhou uma nova produção com a confecção de bonecos maiores, mais coloridos e cenários em perspectiva trazendo ainda mais efeitos visuais e encantamento o público. Em março, a peça estreou a nova produção em grande estilo no Festival de Curitiba, integrando a Mostra Seu Nariz. Em junho, a programação do 5º FITA FLORIPA contou novamente com o espetáculo, que está fazendo o maior sucesso por onde passa.

Alem de festivais e projetos de circulação, “O misterioso sumiço do Boi de Mamão” já esteve em escolas da Grande Florianópolis, shoppings e na programação SESC Florianópolis e Joinville.

Ficha técnica

Produção: Articulação Cultural e Clã dos Nobres Arteiros

Duração: 50 minutos.

Classificação: Livre

Texto: Danielle Coelho e Khalid Prestes

Bonequeiros: Khalid Prestes e Rahima Leung

Cenário: Sérgio Pires Nunes e Rahima Leung

Atuação e Manipulação: Juliana Freitas e Khalid Prestes

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “O misterioso sumiço do Boi de Mamão”

QUANDO: Dia 12 de outubro de 2011, quarta-feira, às 16h e 18 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia (meia-entrada para crianças, idosos, classe artística e estudantes). Crianças menores de 2 anos não pagam. (Ingressos no dia e local a partir das 15 horas.)

CONTATO: Juliana Freitas (Atriz e Articuladora Cultural): (48) 8462-7284 / 9968-0147 – ARTICULAÇÃO CULTURAL – Comunidade Cênica Floripa – SC www.articulacaocultural.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: Teatro da UFSC

Teatro da UFSC apresenta “O misterioso sumiço do Boi de Mamão” no Dia das Crianças

10/10/2011 09:00

Num pedacinho de terra perdido mar, na ilha conhecida como Ilha da Magia, crianças e adultos brincavam com o Boi de Mamão. Mas, em um acontecimento misterioso, o Boi sumiu. É assim que começa a história do “misterioso sumiço do Boi de Mamão”, que será apresentado na semana das crianças, no dia 12 de outubro, quarta-feira, às 16h e às 18h, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha.

Na peça, apresentada com bonecos de luvas e atores, uma detetive é contratada para investigar o sumiço do boi. Personalidades da cultura de Florianópolis como a Rendeira, o Pescador, a Bruxinha curandeira e o Mané são os principais suspeitos.

O objetivo da peça, segundo o ator Khalid Prestes, é resgatar e divulgar a cultura da Ilha de Santa Catarina. “Queremos levar alegria, sorrisos e sonhos com a simplicidade de fazer com que crianças e adultos não deixem apagar a chama da nossa bela cultura, bem como o respeito por uma tradição que jamais deve ser esquecida.”, afirma o ator.

Sobre o espetáculo

O espetáculo nasceu em agosto de 2009 pelas mãos de Danielle Coelho, da Cia. Articulação Cultural, e Khalid Prestes, da Cia Clã dos Nobres Arteiros, que idealizaram uma história com traços típicos da cultura açoriana.

“O misterioso sumiço do Boi de Mamão” foi inicialmente confeccionado com bonecos de cerâmica em forma de fantoches, com os personagens tradicionais da Ilha e das rodas de Boi de Mamão. Para contar essa história, nasceu a detetive Floriana e seu ajudante Amanito, que trouxeram um brilho a mais ao Espetáculo por se tratar de Clowns (uso da máscara: nariz de palhaço). A peça foi criada e produzida em apenas dois meses, tendo sua estreia no Teatro da UFSC, no dia das crianças.

Em março de 2010, o espetáculo foi convidado para participar do Projeto Conexão Cultural Tigre, percorrendo três Estados: Santa Catarina, Paraná e São Paulo, com um total de cinquenta e duas apresentações. Em junho, a peça participou do Festival Internacional de Tetro de Animação (FITA Floripa), e em outubro entrou novamente em cartaz no Teatro da UFSC, com dez sessões.

Em janeiro de 2011, o espetáculo ganhou uma nova produção com a confecção de bonecos maiores, mais coloridos e cenários em perspectiva trazendo ainda mais efeitos visuais e encantamento o público. Em março, a peça estreou a nova produção em grande estilo no Festival de Curitiba, integrando a Mostra Seu Nariz. Em junho, a programação do 5º FITA FLORIPA contou novamente com o espetáculo, que está fazendo o maior sucesso por onde passa.

Alem de festivais e projetos de circulação, “O misterioso sumiço do Boi de Mamão” já esteve em escolas da Grande Florianópolis, shoppings e na programação SESC Florianópolis e Joinville.

Ficha técnica

Produção: Articulação Cultural e Clã dos Nobres Arteiros

Duração: 50 minutos.

Classificação: Livre

Texto: Danielle Coelho e Khalid Prestes

Bonequeiros: Khalid Prestes e Rahima Leung

Cenário: Sérgio Pires Nunes e Rahima Leung

Atuação e Manipulação: Juliana Freitas e Khalid Prestes

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “O misterioso sumiço do Boi de Mamão”

QUANDO: Dia 12 de outubro de 2011, quarta-feira, às 16h e 18 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia (meia-entrada para crianças, idosos, classe artística e estudantes). Crianças menores de 2 anos não pagam. (Ingressos no dia e local a partir das 15 horas.)

CONTATO: Juliana Freitas (Atriz e Articuladora Cultural): (48) 8462-7284 / 9968-0147 – ARTICULAÇÃO CULTURAL – Comunidade Cênica Floripa – SC www.articulacaocultural.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: boi de mamãoTeatro da UFSC

“A mãe do Patinho Feio” fica cartaz no Teatro da UFSC neste fim de semana

08/10/2011 09:39
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Peça aborda temas como a exclusão social

Em comemoração ao Dia das Crianças, o grupo teatral Os Bruxos da Corte apresenta o espetáculo “A mãe do Patinho feio”, nos dias 8 e 9 de outubro, sábado e domingo, às 16 horas, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. O ingresso para a peça custa R$ 20,00 a inteira e R$10,00 para crianças, idosos, estudantes e professores. Ao final da apresentação haverá um debate com a plateia sobre os temas preconceito e exclusão social.

De forma didática e divertida, “A mãe do Patinho feio”, que tem 40 minutos de duração, aborda temas sociais, e conta a história de uma pata que adota patinhos excluídos – um pato feio e um pato preto. Porém, na vizinhança há uma dupla de peruas fofoqueiras que tentarão distorcer as ações da patinha-mãe. A sorte desse Patinho Feio muda quando aparece em seu caminho um Pato Fashion.

Conteúdo pedagógico

– Exclusão social e violência

– Preconceito

– “Ditadura estética” e padrões

– As minorias / o diferente

– Gancho de nome “Einstein” e “Aristóteles”

Histórico

“A mãe do Patinho feio” estreou em 2006 e fez apresentações até 2009, e tem sua reestreia em outubro de 2011 para as comemorações do dia das crianças. A peça fez parte do projeto Teatro na Escola, onde foi apresentada a milhares de alunos de mais de cem colégios de nove municípios catarinenses. “A mãe do Patinho feio” também fez diversas temporadas no Teatro Adolfo Mello e no Teatro da Ubro, além de se apresentar em festivais e feiras culturais de diversos municípios.

SERVIÇO

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “A mãe do Patinho Feio”

QUANDO: Dias 8 e 9 de outubro de 2011, sábado e domingo, às 16 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia (meia-entrada para crianças, idosos, classe artística, estudantes e professores)

CONTATO: Produção: (48) 9618-8199; www.osbruxosdacorte.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: Teatro da UFSC

Espetáculo “A mãe do Patinho Feio” será apresentado no Teatro da UFSC

05/10/2011 18:14

Em comemoração ao Dia das Crianças, o grupo teatral Os Bruxos da Corte apresenta o espetáculo “A mãe do Patinho feio”, nos dias 8 e 9 de outubro, sábado e domingo, às 16 horas, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. O ingresso para a peça custa R$ 20,00 a inteira e R$10,00 para crianças, idosos, estudantes e professores. Ao final da apresentação haverá um debate com a plateia sobre os temas preconceito e exclusão social.

De forma didática e divertida, “A mãe do Patinho feio”, que tem 40 minutos de duração, aborda temas sociais, e conta a história de uma pata que adota patinhos excluídos – um pato feio e um pato preto. Porém, na vizinhança há uma dupla de peruas fofoqueiras que tentarão distorcer as ações da patinha-mãe. A sorte desse Patinho Feio muda quando aparece em seu caminho um Pato Fashion.

Conteúdo pedagógico

– Exclusão social e violência

– Preconceito

– “Ditadura estética” e padrões

– As minorias / o diferente

– Gancho de nome “Einstein” e “Aristóteles”

Histórico

“A mãe do Patinho feio” estreou em 2006 e fez apresentações até 2009, e tem sua reestreia em outubro de 2011 para as comemorações do dia das crianças. A peça fez parte do projeto Teatro na Escola, onde foi apresentada a milhares de alunos de mais de cem colégios de nove municípios catarinenses. “A mãe do Patinho feio” também fez diversas temporadas no Teatro Adolfo Mello e no Teatro da Ubro, além de se apresentar em festivais e feiras culturais de diversos municípios.

SERVIÇO

O QUÊ: Apresentação do espetáculo “A mãe do Patinho Feio”

QUANDO: Dias 8 e 9 de outubro de 2011, sábado e domingo, às 16 horas

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 20,00 a inteira e R$10,00 a meia (meia-entrada para crianças, idosos, classe artística, estudantes e professores)

CONTATO: Produção: (48) 9618-8199; www.osbruxosdacorte.blogspot.com

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Rafael Gomes – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural (DAC): SECARTE: UFSC

Tags: Patinho feioTeatro da UFSC

Teatro da UFSC recebe a peça “Apenas uma fase em off”

18/08/2011 08:05

O espetáculo é um trabalho dos alunos da Oficina de Teatro para Adolescentes

O Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, recebe nos dias 19, 20 e 21 de agosto (sexta e sábado às 20 horas e domingo às 19 horas) a apresentação da peça “Apenas uma fase em off”.O espetáculo é um trabalho dos alunos da Oficina de Teatro para Adolescentes, do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC. A coordenação é de Zélia Sabino, com direção de Nastaja Brehsan e sonoplastia de Ive Luna.  Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudante).

O espetáculo tem recomendação de público a partir de 14 anos. “Apenas uma fase em off” é construído a partir de jogos de improvisação como base em dois textos: “Confissões de adolescentes”, de Maria Mariana, e “Vem sonhar comigo”, de Antonio Cunha. É uma peça divertida e lúdica que transita pelo universo teatral tramado com a música e a dança, trazendo situações de descobertas e fazendo com que os adolescentes reflitam sobre a sua história.

Em 2010, a apresentação deste espetáculo integrou a temporada comemorativa “Bodas de Cena – UFSC 50 Anos”, realizada pelo Teatro da UFSC. Escolas podem agendar a sua participação, no Teatro da UFSC, entrando em contato com a coordenadora Zélia Sabino pelos telefones (48) 8407-7593 ou 3721-9348.

Sobre a Oficina de Teatro para Adolescentes

A Universidade Federal de Santa Catarina, por meio do Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura e Arte, oferece desde 1987 a Oficina de Teatro para Adolescentes. Esse projeto envolve o ensino, a pesquisa e a extensão, sob a forma de oficinas contínuas. As atividades possibilitam a experimentação e articulação da expressão corporal e da linguagem cênica através da improvisação com estímulos diversos (temas, textos literários, dramáticos e poéticos, objetos, imagens e sons).

A apreciação e análise dos trabalhos realizados objetivam desenvolver o pensamento crítico e o interesse pela produção teatral. O processo inclui trabalhos com oralidade, a concentração, o domínio corporal, a criatividade e principalmente a apropriação de elementos da linguagem teatral. O espaço de criação propicia a atenção à atuação e discussão sobre acontecimentos cotidianos, onde os adolescentes manifestam seus desejos e interesses.

Foi construído a partir dos textos “Confissões de adolescentes” e “Vem sonhar comigo”

O processo também prioriza um percurso criador que tem seu resultado socializado no período final da oficina; essas apresentações promovem o intercâmbio artístico cultural entre a Universidade, as Escolas Públicas do Ensino Fundamental e Médio (professores e alunos) e a Comunidade, e contribuem na formação de um público específico.

Este projeto e seu circuito nas escolas públicas é uma forma dinâmica e lúdica de democratização de uma experiência cultural e acesso ao conhecimento. O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura de Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

específico, à pesquisa e aos bens culturais.

Ficha técnica da peça:

Elenco:
Ana Carolina
Ananda Scaravelli
Bia Borges
Daniel Polachini
Elisa Bayestorff
Fabiano Bernardes
Fernanda Lenzi
Gisele Nogueira
Lucas Viapiana
Mariana Bittencourt
Yago Weschenfelder
Coordenação: Zélia Sabino
Direção: Nastaja Brehsan
Preparação Vocal: Tereza Pesenti
Sonoplastia: Ive Luna
Cenografia: Meg Roussenq
Cenotécnico: Juliano Valffi
Músicos: Eduardo Ferraro, Otto Luna, Alexandre Vicente, Pedro Cury, Isadora Coan, Estúdio The Magic Place.
Agradecimentos: Clóvis Werner, Nilson Só e a todos os ex-alunos que participaram na montagem da peça.

Serviço:
O QUÊ: Espetáculo teatral com adolescentes “Apenas uma fase em off”
QUANDO: Dias 19, 20 e 21 de agosto de 2011 (sexta e sábado às 20 horas e domingo às 19 horas).
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis.
QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudante).
RECOMENDAÇÃO: A partir dos 14 anos.
CONTATO: Teatro da UFSC / DAC: (48) 3721-9348 ou 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC. SECARTE. UFSC, com material institucional e dos produtores.

Tags: Teatro da UFSC