Cena Aberta traz peça “Viandeiros” para o Teatro da UFSC

10/05/2013 11:46

Desde a estreia em 2007, a peça passou por palcos em diversos lugares do Brasil e ganhou prêmios de melhor ator, direção e sonoplastia. Foto: divulgação

A diversidade cultural brasileira sobe ao palco do Teatro da UFSC, no projeto Cena Aberta, nos dias 11 e 12 de maio com a peça “Viandeiros”. A apresentação trata-se de um mosaico poético, reunindo teatro, música e dança. O tema retratado é o imaginário do homem brasileiro, que resulta de pesquisas do criador e protagonista da peça, Luiz Canoa, em diferentes regiões do país.

O único ator em cena interpreta diversos personagens, cada um com sotaque e conhecimentos inerentes às suas experiências de vida.  Os recursos de dança, música popular, folguedos e versos da literatura de cordel são a base para as transformações corporais e vocais de Canoa. As distintas linguagens fundem-se para levar a uma reflexão sobre liberdade e poder, tradição e contemporaneidade, lúdico e sagrado.

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Tags: DACProjeto “Cena Aberta”UFSC

Cia Teatro Alkmico traz peça “Viandeiros” para Teatro da UFSC

08/05/2013 16:37

Desde a estreia em 2007, a peça passou por palcos em diversos lugares do Brasil e ganhou prêmios de melhor ator, direção e sonoplastia. Foto: divulgação

A diversidade cultural brasileira sobe ao palco do Teatro da UFSC, no projeto Cena Aberta, nos dias 11 e 12 de maio, com a peça “Viandeiros”.  A apresentação trata-se de um mosaico poético, reunindo teatro, música e dança. O tema retratado é o imaginário do homem brasileiro, que resulta de pesquisas do criador e protagonista da peça, Luiz Canoa, em diferentes regiões do país.

O único ator em cena interpreta diversos personagens, cada um com sotaque e conhecimentos inerentes às suas experiências de vida.  Os recursos de dança, música popular, folguedos e versos da literatura de cordel são a base para as transformações corporais e vocais de Canoa. As distintas linguagens fundem-se para levar a uma reflexão sobre liberdade e poder, tradição e contemporaneidade, lúdico e sagrado.

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Tags: DACProjeto “Cena Aberta”Teatro da UFSCUFSCViandeiros

Espetáculo “Flor das Águas” retorna ao Teatro da UFSC

03/05/2013 14:41

“Flor das Águas” está vinculada ao grupo de pesquisa Poéticas Vocais do Corpo em Arte, do Curso de Artes Cênicas da UFSC

A poética do sagrado feminino, do ventre do corpo e do ventre da Terra é a temática abordada na peça “Flor das Águas”, que retorna ao palco do Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), nos dias 4 e 5 de maio, sábado e domingo, às 20 horas. O enredo do espetáculo aborda a cultura brasileira de mitologia sobre as deusas do mar, do lago, da chuva, do rio e da cachoeira. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). A bilheteria abre uma hora antes do início da peça.

A montagem teatral “Flor das Águas” está vinculada ao grupo de pesquisa Poéticas Vocais do Corpo em Arte, do Curso de Artes Cênicas, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), coordenado pela professora Janaina Trasel Martins. O projeto “Montagem Teatral do Espetáculo Flor das Águas” tem como proposta a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. As atrizes são alunas do Curso de Artes Cênicas da UFSC, da quinta e sétima fase.
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Tags: curso de artes cênicasDACFlor das águasTeatro da UFSCUFSC

Espetáculo “Flor das Águas” retorna ao Teatro da UFSC

12/04/2013 15:18

O Teatro da UFSC volta a receber a peça “Flor das Águas”, nos dias 13 e 14 de abril, às 20 horas. O enredo do espetáculo fala da cultura brasileira de mitologia sobre as Deusas do mar, do lago, da chuva, do rio e da cachoeira. A peça aborda a temática do sagrado feminino, do ventre do corpo e do ventre da Terra. A apresentação faz parte do Projeto “Cena Aberta”.

O Grupo de Pesquisa Poéticas Vocais do Corpo na Arte, constituído por alunas do curso de Artes Cênicas da UFSC, compôs o trabalho baseando-se em poesias, cantos indígenas, dos orixás, das lavadeiras. As questões sócio-ambientais relativas à água no Brasil também foram estudadas para elaborar a peça. A entrada é gratuita.

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Grupo de Canto para Iniciantes da UFSC abre inscrições nesta terça

02/04/2013 08:39

Coral da UFSC, na Igrejinha. Foto: DAC.

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica que estão abertas as inscrições para o Grupo de Canto para Iniciantes. Podem participar a comunidade acadêmica da Universidade e o público externo (maiores de 18 anos). Os interessados devem comparecer à Igrejinha da UFSC nesta terça-feira, 2 de abril, das 14h30 às 17h. As inscrições serão por ordem de chegada, enquanto houver vagas. O candidato não precisa fazer teste.
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Tags: DACGrupo de Canto para IniciantesIgrejnha da UFSCSecultUFSC

Coral, Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC abrem novas inscrições

18/03/2013 17:50

Coral da UFSC, ensaio na Igrejinha 2010 – Foto: Divulgação

Os grupos do Coral, Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC, que retomaram suas atividades este mês, voltam a realizar testes. No dia 19 (terça-feira) ocorre na Igrejinha da UFSC entrevistas para ingresso no Coral. Os candidatos devem possuir experiência em coro ou canto. O processo de seleção acontece das 16h às 18h30. 

Os interessados nas vagas do Madrigal e da Orquestra de Câmara devem comparecer na Igrejinha da UFSC no dia 20 (quarta-feira), das 14h às 17h. Os candidatos devem levar duas músicas para serem executadas à capella no teste. Os requisitos para o ingresso são: experiência com técnica vocal para o Madrigal e nível médio de instrumento para a Orquestra.
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Teatro da UFSC encerra o ano com a peça “Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel”

15/12/2012 14:32

A Cia. Apatotadoteatro criou o espetáculo a partir de cena de Jorge Luiz Miguel

O Teatro da UFSC abre suas cortinas pela última vez em 2012, com a apresentação do espetáculo “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”, no fim de semana dos dias 14, 15 e 16 de dezembro, às 21h. A companhia Apatotadoteatro trabalhou no encontro dos dramaturgos Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel e uma cena audiovisual, em um texto que fala de sentimentos não revelados e que são comuns às pessoas. A apresentação inclui diálogo e monólogo e pretende abrir um canal direto com o público, a fim de encontrar histórias e verdades.

O texto do espetáculo foi criado a partir da cena breve “Monólogo de Miguel”, de Jorge Luiz Miguel, que fala das coisas que no cotidiano são ocultas pelas pessoas, por causa da culpa, da vergonha e da incapacidade de dizer o que se sente. A companhia teatral descreve a cena de Miguel como “geradora de uma inquietação maior causada pelo conteúdo nas entrelinhas”.

A Cia. Apatotadoteatro se utilizou de múltiplas linguagens para a cena, buscando construir uma obra rica visualmente e com forte impacto emocional que levasse o público à reflexão. Um cenário virtual foi criado para dialogar com a dramaturgia, contribuindo com a ideia de que tudo está apenas no pensamento.

A produção teve apoio da UFSC — por meio do Departamento Artístico Cultural UFSC (DAC)/Secretaria de Cultura (Secult), do Departamento de Artes e Libras (DALi) e do Núcleo de Estudos em Liteatura, Oralidade e Outras Linguagens (NELOOL) —, da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), do Fabiano Silveira Stúdio de Dança, da Companhia de Teatro L.A. Chama e da Fundação Cultural Simpozio.

A realização do espetáculo é do Fundo Municipal de Cultura, Fundação Cultural Franklin Cascaes e Prefeitura de Florianópolis.

O grupo

Apatotadoteatro foi criada em 2004, com o intuito de promover a criação teatral em suas mais diversas linguagens. Desde o início, a interdisciplinaridade marcou presença em seus espetáculos.

De 2004 a 2010, a companhia foi dirigida pelo ator e diretor Cacá Corrêa, que veio a falecer. O triste acontecimento deu força para seguir em frente e desde então, buscam outros reforços para continuar com o intuito de tornar o público mais sensível e cativo ao fazer teatro.

No momento, a maioria dos integrantes da Companhia está ligada a alguma universidade e em seu mais recente trabalho, reflete os estímulos vindos da sociedade contemporânea, que possui discurso fragmentado e relações instáveis. Dentre os principais trabalhos estão “O despertar da primavera” (2005), “O rouxinol do imperador” (2007) e “Lá, no fundo do mar…” (2010).

A obra utiliza de múltiplas linguagens para a cena


Sinopse

Quando as piores lembranças são despertadas, razão e emoção travam um duelo quase mortal. O embate vai para o papel, preto no branco, e o escritor se deixa consumir pela ira.

O projeto traz o encontro de duas dramaturgias, que falam de sentimentos não revelados. São múltiplas linguagens para a cena, que é rica visualmente e de forte impacto emocional – traz o embate entre razão e emoção, tão comuns a todos nós.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel

Roteiro cena audivisual: Thomas Dadam

Elenco: Angélica Mahfuz, Gustavo Bieberbach, Ilze Korting e Ricardo Goulart

Operação de luz: Valéria Binatti

Operação de som: Carol Boabaid

Figurino e apoio: Têre Manfred

 

SERVIÇO:

O QUÊ: peça “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”

QUANDO: dias 14, 15 e 16 de dezembro de 2012, de sexta a domingo, às 21h

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. O teatro abre uma hora antes do espetáculo e possui 108 lugares.

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos.

CONTATO: (48) 8836-0303/ 8407-8380 – apatotadoteatro@gmail.com

Veja mais em www.dialogoempretoebranco.blogspot.com

www.apatotadoteatro.blogspot.com

 

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC

Tags: DACSecultTeatro da UFSCUFSC

Teatro da UFSC encerra o ano com a peça “Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel”

12/12/2012 11:29

A Cia. Apatotadoteatro criou o espetáculo a partir de cena de Jorge Luiz Miguel. Foto: divulgação

O Teatro da UFSC abre suas cortinas pela última vez em 2012, com a apresentação do espetáculo “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”, no fim de semana dos dias 14, 15 e 16 de dezembro, às 21h. A companhia Apatotadoteatro trabalhou no encontro dos dramaturgos Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel e uma cena audiovisual, em um texto que fala de sentimentos não revelados e que são comuns às pessoas. A apresentação inclui diálogo e monólogo e pretende abrir um canal direto com o público, a fim de encontrar histórias e verdades.

O texto do espetáculo foi criado a partir da cena breve “Monólogo de Miguel”, de Jorge Luiz Miguel, que fala das coisas que no cotidiano são ocultas pelas pessoas, por causa da culpa, da vergonha e da incapacidade de dizer o que se sente. A companhia teatral descreve a cena de Miguel como “geradora de uma inquietação maior causada pelo conteúdo nas entrelinhas”.

A Cia. Apatotadoteatro se utilizou de múltiplas linguagens para a cena, buscando construir uma obra rica visualmente e com forte impacto emocional que levasse o público à reflexão. Um cenário virtual foi criado para dialogar com a dramaturgia, contribuindo com a ideia de que tudo está apenas no pensamento.

A produção teve apoio da UFSC — por meio do Departamento Artístico Cultural UFSC (DAC)/Secretaria de Cultura (Secult), do Departamento de Artes e Libras (DALi) e do Núcleo de Estudos em Literatura, Oralidade e Outras Linguagens (NELOOL) —, da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), do Fabiano Silveira Stúdio de Dança, da Companhia de Teatro L.A. Chama e da Fundação Cultural Simpozio.

A realização do espetáculo é do Fundo Municipal de Cultura, Fundação Cultural Franklin Cascaes e Prefeitura de Florianópolis.

O grupo

Apatotadoteatro foi criada em 2004, com o intuito de promover a criação teatral em suas mais diversas linguagens. Desde o início, a interdisciplinaridade marcou presença em seus espetáculos.

De 2004 a 2010, a companhia foi dirigida pelo ator e diretor Cacá Corrêa, que veio a falecer. O triste acontecimento deu força para seguir em frente e desde então, buscam outros reforços para continuar com o intuito de tornar o público mais sensível e cativo ao fazer teatro.

No momento, a maioria dos integrantes da Companhia está ligada a alguma universidade e em seu mais recente trabalho, reflete os estímulos vindos da sociedade contemporânea, que possui discurso fragmentado e relações instáveis. Dentre os principais trabalhos estão “O despertar da primavera” (2005), “O rouxinol do imperador” (2007) e “Lá, no fundo do mar…” (2010).

Sinopse

Quando as piores lembranças são despertadas, razão e emoção travam um duelo quase mortal. O embate vai para o papel, preto no branco, e o escritor se deixa consumir pela ira.

O projeto traz o encontro de duas dramaturgias, que falam de sentimentos não revelados. São múltiplas linguagens para a cena, que é rica visualmente e de forte impacto emocional – traz o embate entre razão e emoção, tão comuns a todos nós.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Ilze Körting e Jorge Luiz Miguel

Roteiro cena audivisual: Thomas Dadam

Elenco: Angélica Mahfuz, Gustavo Bieberbach, Ilze Korting e Ricardo Goulart

Operação de luz: Valéria Binatti

Operação de som: Carol Boabaid

Figurino e apoio: Têre Manfred

 

SERVIÇO:

O QUÊ: peça “Diálogo em preto e branco para o monólogo de Miguel”

QUANDO: dias 14, 15 e 16 de dezembro de 2012, de sexta a domingo, às 21h

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Gratuito

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos.

CONTATO: (48) 8836-0303/ 8407-8380 – apatotadoteatro@gmail.com

Veja mais em www.dialogoempretoebranco.blogspot.com

www.apatotadoteatro.blogspot.com

 

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC.

 

Tags: Cia. ApatotadoteatroDACDALISecultTeatro da UFSCUDESCUFSC

“Salim na Intimidade” tem pré-estreia nesta sexta na Semana de Arte do DAC

06/12/2012 16:24

Documentário do cineasta Zeca Nunes Pires sobre a vida do escritor Salim Miguel é exibido no Teatro da UFSC

“Salim na Intimidade”, documentário do cineasta Zeca Nunes Pires sobre a vida do escritor Salim Miguel terá sua pré-estreia na  programação da Semana de Arte do DAC, às 10h de sexta-feira, 7 de dezembro, no Teatro da UFSC. O trabalho foi desenvolvido no Núcleo de Documentário do DAC/SECULT/UFSC . O filme começou a ser gravado em 2004, quando o escritor completou 80 anos, e aborda o processo de criação, o Grupo Sul e os momentos íntimos da vida de Salim Miguel.

O projeto de Zeca Nunes Pires é uma homenagem ao escritor modernista, que foi melhor amigo de seu pai. No documentário, Salim narra as próprias histórias, com a participação de alguns amigos. A produção reuniu fotos antigas e depoimentos de familiares do artista e profissionais da área.

A equipe do documentário é composta por estagiários do Curso de Cinema da UFSC. Gustavo Remor Moritz e Anderson Brito estão neste  trabalho desde 2009 nas áreas de filmagem e edição, além de Gustavo Triani, que iniciou neste ano na digitalização iconográfica do filme. A professora de tradução da UFSC, Luciana Rassier, tradutora do livro de Salim Miguel “Primeiro de Abril” para a língua francesa, colabora como pesquisadora.

O documentário é uma realização da Universidade Federal de Santa Catarina, por meio do Núcleo de Documentário do Departamento Artístico Cultural/Secretaria e TV UFSC, e da Academia Catarinense de Letras. A produção obteve apoio institucional da Academia Brasileira de Letras, Fundação Cultural Badesc e Cinemateca Brasileira.

A seguir o depoimento do cineasta sobre o trabalho:

Salim Miguel, um escritor diferenciado

Tudo que se possa fazer para homenagear o escritor Salim Miguel é pouco, pois não conseguirá dar a dimensão do ser humano que ele é. Com o melhor amigo do meu pai, ouvi dizer, por diversas vezes, que me conhecia antes mesmo de eu ter nascido. Ainda na barriga da minha mãe, ele já dizia me conhecer. Acho até que ele tem razão. Esse bruxo-líbano-biguaçuense foi encantando e incomodando a cidade pela palavra, pela escrita
e pelo humanismo. Até que o prenderam, ele e a Eglê, colocaram fogo na livraria dele e os expulsaram da Ilha. Com a mulher e os filhos, Salim foi tentar a vida na cidade maravilhosa. Vida difícil para quem só sabia escrever e falar sobre ideias e ideais. Como ele próprio fala, “Existe escritor que diz que não escreve para o leitor. Ninguém deve escrever para o leitor, mas ninguém deve esquecer o leitor, que é coisa diferente de escrever para o leitor. E eu escrevo por uma necessidade interior, eu escrevo porque não sei fazer outra coisa a não ser ler e escrever. Eu não sei trocar uma lâmpada. Eu só sei ler, escrever, ouvir música e conversar. Eu sou conversador impenitente que enche a cara do leitor, do meu ouvinte falando demais”.

Assim que a vida permitiu, ele voltou à Ilha. Agora com um batalhão de amigos. A Literatura, a palavra e a amizade foram suas armas. Um dia, o Aníbal Nunes Pires, de quem eu sempre ouvia maravilhas desse meu amigo invisível, nos deixou. Logo depois, minha vida se cruza com a do Salim, agora fora do ventre da minha mãe. No início, ouvia suas histórias com atenção e lamentava não ter uma câmera para gravar e dividir o prazer de
ouvi-lo com meus amigos. Fiz o contrário, levava meus companheiros de curso de Jornalismo na editora da UFSC, onde trabalhávamos, para escutá-lo: “outra coisa que eu repito sempre é que o autor escreve e o leitor reescreve. E quanto mais reescrevedores tem um autor, tanto melhor. É que a obra dele está atingindo um público maior e o leitor está ao mesmo tempo lendo aquilo que o autor escreveu, mas está também fazendo a sua própria versão daquilo que estava escrito”.

Salim me apresentou o que era simples e importante para a vida: amor, amigos, livros, arte, intuição, dedicação e estudo. Ele me mostrou que o cinema era possível mesmo em Santa Catarina e me revelou o humanismo como uma das melhores formas de encarar a vida. Sem nenhum sentimento de retribuição ou comparação, Salim Miguel fez o que meu pai, seu grande amigo, tentou praticar em outrora. Sobre o cinema também me disse: “Chega um dia em que as salas escuras não bastam. Há necessidade da pessoa que se interessa por cinema se experimentar, fazer também suas tentativas”. E ainda arrematou: “Uma coisa curiosa é que eu percebo nitidamente que há uma influência do cinema na minha literatura, mas os meus livros não são facilmente, nem sei se serão adaptáveis para o cinema, embora a influência do cinema seja visível na questão visual, eu procuro muito além do psicólogo e
social que tem na minha obra, ou que pelo menos eu imagino que tenha, há também o visual, há também cenas onde a pessoa estivesse mais vendo do que simplesmente percebendo aquilo que eu estou dizendo”.

Do escritor que se tornou quase um pai para mim, pensei como um desafio: ainda tenho que fazer um documentário sobre esse amigo especial! Não imaginava que teria que vencer tantos medos interiores para finalizar um documentário de uma pessoa tão próxima. Melhor seria mesmo correr da raia. Até que chegaram alguns colaboradores: Guga, meu principal assistente, Anderson e Gustavo. Os três alunos do Curso de Cinema da UFSC, além da professora e tradutora Luciana Rassier. E o documentário? Sempre adiado até hoje. Difícil muito difícil encontrar um FIM. Que as singelas imagens desse filme consigam transmitir um pouquinho da sede de viver e conviver que Salim Miguel esbanja nos quase 89 anos de vida.

Eu, meu pai e toda legião de amigos agradecem: Obrigado Salim Miguel!

Maktub!

Zeca Nunes Pires, cineasta.

 

Sobre a Semana de Arte do DAC

A Semana de Arte do DAC, que começou no último dia 2 e termina dia 7, tem como objetivo apresentar à comunidade boa parte do resultado de projetos culturais realizados pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (Secult) da UFSC. Durante o ano, o DAC realiza diversos projetos culturais permanentes em Teatro, Música, Cinema e Artes Visuais, incluindo cursos e oficinas Livres de Arte. A coordenação desses trabalhos é realizada por profissionais do DAC, alguns com a atuação de artistas-instrutores da comunidade. As atividades são abertas aos integrantes da Universidade e ao público em geral, geralmente abrindo inscrições no início de cada semestre.

SERVIÇO

O QUÊ: Pré-estreia de “Salim na Intimidade”
QUANDO: na Semana de Arte do DAC, às 10h, sexta-feira (7/12)
ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis
QUANTO: Gratuito
CONTATO: Departamento Artístico Cultural (DAC) / Igrejinha da UFSC, praça Santos Dumont,
Trindade, Florianópolis-SC (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT:UFSC

Tags: DACSecultUFSC

Projeto 12:30 encerra o ano com a banda John Bala Jones

05/12/2012 08:49

O Projeto 12:30 em parceria com a Semana de Arte do DAC recebe a consagrada banda John Bala Jones

O encerramento do vigésimo ano de edições semanais do Projeto 12:30 não poderia ser melhor. A consagrada banda John Bala Jones volta ao palco do Projeto, em um show gratuito, para mostrar ao público universitário como os anos de estrada lhes fizeram bem. Com 13 anos de existência, três álbuns gravados, quatro participações no Planeta Atlântida e sucessos nacionais, a John Bala Jones fecha com chave de ouro o Projeto 12:30 em 2012. O show acontece nesta quarta-feira, 5/12, no Varandão do CCE, próximo à Concha Acústica da UFSC.

A banda trazida à UFSC pelo Projeto 12:30 em parceria com a Semana de Arte do DAC foi formada na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, no ano de 1999. O primeiro CD, que leva o nome do grupo, foi gravado em 2002. Depois de alguns anos em turnê pelo Brasil, a banda voltou a gravar em 2005. O Inesperado Efeito Matilha, segundo álbum da John Bala, já dava sinais do amadurecimento do grupo.

O CD Vida de Luxo, terceiro da carreira, traz a banda de volta às influências clássicas dos músicos da ilha. As músicas do disco retratam o dia-a-dia dos manezinhos e de quem escolheu Floripa para morar. A banda já emplacou diversos sucessos regional e até nacionalmente. Ei Moleque foi a canção responsável por alçar o grupo a outro patamar. No entanto, músicas como Na Ladeira, Submarino da Nação, Mundo Tranquilo, Se Qués Quês, Olhos de Quem Trama, Apesar do Sol, Todo Cuidado, Vícios e Vida de Luxo também tiveram grande sucesso.

Integrantes:

Guilherme Ribeiro – voz
Jerônimo Thompson – guitarra
Fernando Pereira – guitarra
Mateo Troncoso – baixo
Fábio Barreto – bateria
Giulio Franco – percussão

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura (SeCult) da UFSC e apresenta semanalmente atrações culturais, como música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica ou no Varandão do CCE, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

Semana de Arte do DAC

Saiba mais sobre a Semana de Arte do DAC e toda a programação dos dias 2 a 7 de dezembro: http://noticias.ufsc.br/2012/11/30/semana-de-arte-do-dac-comeca-neste-final-de-semana/

SERVIÇO:

O QUÊ: Show da banda John Bala Jones.ONDE: Projeto 12:30 no Varandão do CCE, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 5 de dezembro de 2012, quarta-feira, às 12h30.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: (48) 9621-8741, falar com Pedro Félix – contato@johnbalajones.com.br – Visite www.dac.ufsc.br

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SECULT: UFSC, com informações e foto do grupo.

 

Tags: DACProjeto 12:30UFSC

Semana de Arte do DAC: confira a programação desta terça-feira

04/12/2012 11:16

Oficina de violão – foto Kadu Reis/ DAC/UFSC

Continua na UFSC a Semana de Arte do DAC, que vai até 7 de dezembro, e tem como objetivo apresentar à comunidade boa parte do resultado de projetos culturais realizados pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (Secult) da UFSC. Durante o ano, o DAC realiza diversos projetos culturais permanentes em Teatro, Música, Cinema e Artes Visuais, incluindo cursos e oficinas Livres de Arte. Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade.

A coordenação desses trabalhos é realizada por profissionais do DAC, alguns com a atuação de artistas-instrutores da comunidade. As atividades são abertas aos integrantes da Universidade e ao público em geral, geralmente abrindo inscrições no início de cada semestre.  O fim do ano é um momento em que muitas dessas atividades chegam ao fim e tem seus trabalhos concluídos. A realização da Semana de Arte do DAC é uma oportunidade de dividir com a comunidade parte dos trabalhos realizados pelos projetos culturais permanentes. Todos estão convidados para assistir às apresentações culturais. Uma oportunidade para conhecer um pouco do trabalho artístico realizado pelo DAC; uma oportunidade de fruição da Arte e de reflexão sobre a sua importância na formação e na vida das pessoas.

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Tags: DACSemana de ArteUFSC

Semana de Arte do DAC: confira a programação desta segunda-feira

03/12/2012 09:43

Peça Hamlet será encenada nesta segunda-feira no Teatro da UFSC

Ao longo do ano, o Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (Secult) da UFSC, realiza diversos projetos culturais permanentes em Teatro, Música, Cinema e Artes Visuais, e oferece para a comunidade cursos e oficinas Livres de Arte em diversas linguagens. A Semana de Arte do DAC, que acontece de 2 a 7 de dezembro, tem como objetivo apresentar à comunidade boa parte do resultado desses projetos culturais.

No teatro estará no palco com “Hamlet”, do Grupo Pesquisa Teatro Novo, que abre a Semana, “Don Quixote de Las Dunas”, produção de Teatro de Bonecos da Oficina Permanente de Teatro, que também apresenta a leitura dramática de “Se te castigo e só porque te amo” e o Teatro de Rua com “Cenas da Ilha”. A Oficina de Teatro para Adolescentes apresenta as montagens “As Quatro Estações” e “Estórias Fabulosas de Pippi Meialonga”.

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Tags: DACUFSC

Semana de Arte do DAC começa neste domingo

30/11/2012 17:58

Espetáculo Hamlet, dia 2, às 20h, no Teatro da UFSC

Ao longo do ano, o Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (Secult) da UFSC, realiza diversos projetos culturais permanentes em Teatro, Música, Cinema e Artes Visuais, e oferece para a comunidade cursos e oficinas Livres de Arte em diversas linguagens. A Semana de Arte do DAC, que acontece de 2 a 7 de dezembro, tem como objetivo apresentar à comunidade boa parte do resultado desses projetos culturais.

No teatro estará no palco com “Hamlet”, do Grupo Pesquisa Teatro Novo, que abre a Semana, “Don Quixote de Las Dunas”, produção de Teatro de Bonecos da Oficina Permanente de Teatro, que também apresenta a leitura dramática de “Se te castigo e só porque te amo” e o Teatro de Rua com “Cenas da Ilha”. A Oficina de Teatro para Adolescentes apresenta as montagens “As Quatro Estações” e “Estórias Fabulosas de Pippi Meialonga”.
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Tags: DACSecultSemana de ArteUFSC

11ª Sepex: programação cultural deste sábado

23/11/2012 19:00

A Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (SEPEX) é um dos maiores eventos de divulgação científica de Santa Catarina. A visita aos estandes pode ser feita de 21 à 24 de novembro. No sábado, os estandes ficam abertos das 9 às 13 horas. Desde 2000 o encontro reúne trabalhos desenvolvidos na Universidade em uma mostra científica aberta ao público, no campus da Trindade, em Florianópolis (SC).

Confira a programação cultural do sábado, 24 de novembro:

Local: Palco da Sepex, junto do Centro de Convivência da UFSC

11h – Dança do Frevo – apresentação de coreografia com crianças do 8º ano do ensino fundamental do Colégio de Aplicação da UFSC, participantes da Oficina de Frevo do CA. Coordenação: Prof. Alberto Vinicius Casimiro Onofre.

11h15min – Dança do Ventre – apresentação da coreografia Ice Queen, de dança do ventre com véu wings, por Sammy Tempo (Samanta R. Michelin), graduada em Enfermagem pela UFSC, bolsista voluntária de apoio técnico para o grupo  de pesquisa Nupequis-SC da UFSC.

11h30min – Danças Orientais Árabes – apresentação de sete coreografias de danças orientais árabes:  “Waris” – Grupo de Danças Árabes; Solo: Amanda Pícoli; Solo: Daiana Cimiano; Solo: Náiade Scharkey Schardosim; Solo: Lydia el Charis; Grupo: coreografia “Talisman”; Grupo: coreografia “Magia”. Integrantes do projeto Práticas Corporais, do CDS/UFSC, coordenado pela professora Cristiane Ker.

Exposição: “Cinco Olhares sobre a Colonização Açoriana”

Diferentes percepções sobre a herança cultural dos antepassados vindos do Arquipélago dos Açores no século XVIII se entrecruzam na exposição “Cinco Olhares sobre a Colonização Açoriana”.  Os artistas Plinio Verani, Elias Andrade, Soli, Hassis e Neri Andrade apresentam cinco olhares sobre as heranças culturais no litoral catarinense, cada qual interpretando com seu estilo. As obras retratam a chegada dos imigrantes, o artesanato, a pesca, a arquitetura e a religiosidade. A mostra pode ser vista até 30 de novembro no Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (ao lado do museu universitário), da Secretaria de Cultura da UFSC, de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 e das 14 às 17 horas. Acesso gratuito e aberto à comunidade. Informações e agendamento para escolas: (48) 3721-8605 ou joi@nea.ufsc.br – Visite www.nea.ufsc.br

Teatro da UFSC: A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca

O Grupo Pesquisa Teatro Novo apresenta um novo espetáculo: Hamlet, de Willian Shakespeare, na versão primeiro in-quarto (1603), que nunca foi encenada no Brasil, tradução do professor do CCE, Dr.José R. O Shea, apoio de pesquisa da Associação Nippo Catarinense. Apesar da tragédia de Hamlet se passar na Dinamarca, em uma monarquia ocidental do século XVII, escrita no ano de1603 apeça será baseada no teatro oriental KABUKI, no mesmo período, ano de 1603, em que iniciou o último Shogunato Japonês. O ano de 1603 traz a terceira linha, que ao todo contribui à concepção desta montagem, marca a criação do Kabuki, feito inicialmente apenas por mulheres. O processo de montagem contabiliza dois anos e meios entre a pesquisa, que contou com uma ida ao Núcleo de imigração Japonesa em Frei Rogério, na Festa da Cerejeira, e um ano de intenso trabalho corporal do elenco sob a orientação de Alice Yumi( assessoria) e Fefi Manhães. Produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo (DAC/Secult/UFSC) com direção de Carmen Fossari. Local: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, praça Santos Dumont. Dias 23, 24 e 25/11 às 20h. Ingresso gratuito, devem ser retirados com antecedência no DAC/Teatro da UFSC.

SERVIÇO:

O QUÊ: Programação Cultural da 11ª SEPEX – Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC, para sábado
QUANDO: 24 de novembro, sábado, das 9 às 19 horas, com teatro às 20h.
ONDE: Palco da Sepex, junto do Centro de Convivência da UFSC, Trindade, Florianópolis-SC
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
MAIS: www.sepex.ufsc.br

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC

Tags: 11ª SepexculturaDACUFSC

Teatro do UFSC recebe a versão primeiro in quarto da peça Hamlet

23/11/2012 12:29

O espetáculo faz parte da programação cultural da 11ª SEPEX

A famosa peça shakespeariana se distancia da Inglaterra e aproxima-se da cultura oriental no espetáculo do Grupo Pesquisa Teatro Novo, com participação do grupo Taiko Schimadaico, que sobe ao palco do Teatro da UFSC, nos dias 23, 24 e 25 de novembro, às 20 horas. O texto foi traduzido pelo professor de Literatura da Língua Inglesa da UFSC, José O’Shea, e tem direção geral e de produção da diretora de teatro do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, Carmen Fossari. A versão primeiro in quarto não havia sido apresentada no Brasil antes.

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Tags: DACHamletUFSC

11ª Sepex: confira a programação cultural desta quinta-feira

22/11/2012 11:07

Grupo Terapeutas da Alegria apresenta-se nesta quinta-feira na Sepex

A Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (Sepex) é o maior evento de divulgação científica de Santa Catarina. O tema desta 11ª edição é Sustentabilidade, Economia Verde e Erradicação da Pobreza. São 165 estandes interativos que pode ser visitados até 24 de novembro. Nos dias da semana, o horário de visitação é de 9h às 19h, e no sábado, de 9h às 13h.

Desde 2000 o encontro reúne trabalhos desenvolvidos na Universidade em uma mostra científica aberta ao público, no campus da Trindade, em Florianópolis (SC).  Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade.

Confira os destaques da programação cultural desta quinta-feira.

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Tags: 11ª SepexculturaDACUFSC

Espetáculo “Flor das águas” tem apresentações no Teatro da UFSC

16/11/2012 15:58

A poética do sagrado feminino, do ventre do corpo e do ventre da Terra é a temática abordada na peça “Flor das águas”, com apresentações no Teatro da UFSC, nos dias 16, 17 e 18 de novembro. As apresentações são às 20h, exceto no dia 16, que será às 21h. O enredo do espetáculo fala da cultura brasileira de mitologia sobre as Deusas do mar, do lago, da chuva, do rio e da cachoeira.

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Tags: DACFlor das águasTeatro UFSC

Pré-estreia do documentário sobre Salim Miguel será dia 7 de dezembro

16/11/2012 12:41

Documentário tem pré-estreia marcada para o dia 7 de dezembro, às 10h, no Teatro da UFSC (Igrejinha)

Salim na intimidade – Maktub é um documentário sobre a vida e a obra do escritor Salim Miguel, dirigido por Zeca Nunes Pires. Realizado pelo Núcleo de Documentários do Departamento Artístico Cultural da UFSC (DAC), da Secretaria de Cultura da UFSC, o filme vem sendo gravado desde 2004 quando o escritor completou 80 anos.  A pré-estreia está marcada para o dia 7 de dezembro, sexta-feira, às 10h, no Teatro da UFSC (Igrejinha), encerrando a programação de Arte do DAC para 2012.

Narrado pelo próprio escritor e por amigos, o documentário aborda o processo de criação, O Grupo Sul, os momentos familiares e significativos da vida de Salim Miguel.

A equipe do documentário é composta por estagiários do Curso de Cinema da UFSC. Gustavo Remor Moritz e Anderson Brito estão neste trabalho desde 2009 nas áreas de filmagem e edição, além de Gustavo Triani, que iniciou neste ano na digitalização iconográfica do filme. A professora de tradução da UFSC Luciana Rassier, tradutora do livro de Salim Miguel, “Primeiro de Abril”, para a língua francesa, colabora como pesquisadora.

Veja o trailer do filme:

 

Veja também fotos utilizadas no documentário:

Mais informações:
Zeca Nunes Pires – zknunespires@gmail.com

Tags: DACSecultUFSC

Grupo teatral do DAC apresenta a versão primeiro in quarto da peça Hamlet nesta terça e quarta-feira

13/11/2012 08:14

Montagem se distancia da Inglaterra e aproxima-se da cultura oriental

A famosa peça shakespeariana se distancia da Inglaterra e aproxima-se da cultura oriental no espetáculo do Grupo Pesquisa Teatro Novo, com participação do grupo Taiko Schimadaico, que sobe ao palco no Teatro Pedro Ivo nos dias 13 e 14 de novembro, às 21 horas. O texto foi traduzido pelo professor de Literatura da Língua Inglesa da UFSC, José O’Shea, e tem direção geral e de produção da diretora de teatro do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, Carmen Fossari. A versão primeiro in quarto não havia sido apresentada no Brasil antes.

A peça é inspirada no teatro oriental. Segundo a diretora, o uso da linguagem cênica do oriente é um recurso para distanciar a cena e ter como efeito a aproximação o foco dramático. O figurino é inspirado no período Edo, com apenas alguns figurinos shakesperianos. O cenário mantém os objetos das montagens tradicionais, como a caveira, mas traz também objetos da cultura nipônica, como 25 leques.

Para seguir essas linhas teatrais e culturais foram necessários dois anos e meio de pesquisa, que tiveram assessoria da professora da UFSC , Maria Amélia Dieckie, sobre cultura e arte no Japão, e de Alice Yumi, sobre gestualidade, a linguagem Taiko e maquiagem. A preparação corporal levou um ano e foi comandada pela professora indicada pela Associação Nipocatarinense, Fernanda Manhães.

Nesta tradução de O’Shea, a dramaturgia é focada para a ação dramática, com trechos tanto em prosa quanto em verso. No texto percebe-se o Shakespeare ator e diretor de teatro, com indicações sobre o universo do fazer teatral.

No palco estará presente a dança japonesa, com uso de leques e sombrinhas. Os figurinos assumem uma dimensão de ritual, sintetizando as linguagens oriental e ocidental.

A diretora da peça

Carmen Fossari é coordenadora da Oficina Permanente de Teatro (OPT) e do Grupo Pesquisa Teatro Novo do Departamento Artístico Cultural da UFSC e diretora artística do Grupo Pesquisa Teatro Novo da UFSC. Dramaturga, atriz, poetisa, membro da ACLA (Academia Catarinense de Letras e Artes). Em seu currículo constam mais de 70 direções e produções teatrais, apresentações representando o país  na Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia, México, Porto Rico, e Portugal.

Este ano lançou seu segundo livro de poesias, Lua Palavra Nua, na 22ª Feira Internacional do Livro de São Paulo. Consta do Dicionário Brasileira de Escritoras de  Nelly Novaes, no Catálogo Brasileiro de Dramaturgia de Maria Helen Kunnher(RJ) bem como do Dicionário Catarinense de Escritores.

O tradutor

José R. O’Shea é bacharel pela University of Texas, mestre em Literatura pela American University e PhD em Literatura Inglesa e Norte Americana pela University of North Carolina. Na condição de “research fellow”, realizou estágios de pós-doutoramento no Shakespeare Institute-University of Birmingham, na University of Exeter e na Folger Shakespeare Library. Ingressou no quadro de docentes da Universidade Federal de Santa Catarina em 1990, onde é professor titular desde 1993. Atua em pesquisa, orientação e ensino na área de Literatura de Língua Inglesa, principalmente nos seguintes temas: Shakespeare, Performance e Tradução Literária. É pesquisador do CNPq desde meados dos anos 90, com projeto que contempla traduções em verso e anotadas da dramaturgia shakespeariana, com cinco de tais traduções já publicadas e uma em fase de revisão.

O Grupo Pesquisa Teatro Novo (GPTN)

Criado no ano de 1976, o grupo atua desde então  à frente da comunidade catarinense, trabalhando com espetáculos de Teatro de Rua, Bonecos e encenações em casas de espetáculos e espaços alternativos.No currículo constam montagens realizadas e prêmios conquistados em diversos festivais, em nível estadual, nacional e internacional. Com estas participações trouxe ao Brasil o I Entepola (Encontro de Teatro Popular Latino Americano) realizado em Florianópolis em 1996.

A partir de 1995, o grupo passou a integrar o CLATP – Circuito Latino-Americano de Teatro Popular. Neste sentido, o GPTN já realizou oficinas no México, Paraguai e Chile, e recebeu oficineiros do Peru, Argentina, Chile e Uruguai. O Grupo Pesquisa realizou a gestão do projeto junto ao INACEN – Instituto Nacional de Artes Cênicas (RJ), em  1979, que resultou na criação do Teatro da UFSC.

Já fez oito temporadas teatrais pelo Chile e esteve atuando com seu repertório ainda em Porto Rico, Argentina, Paraguai e México. Desde a sua criação, o Grupo Pesquisa tem a direção artística de Carmen Fossari. Ao todo, já foram produzidos mais de 70 espetáculos nos diversos gêneros teatrais.

Sinopse

A peça, situada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai Hamlet, o rei, executando seu tio Cláudio, que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a mãe de Hamlet. O texto de William Shakespeare traça um mapa do curso de vida e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.

 

SERVIÇO

O QUÊ: Peça Hamlet in quarto

QUANDO: dias 13 e 14, às 21 horas

ONDE: Teatro Pedro Ivo

QUANTO: R$ 20. Estudantes têm direito a meia-entrada (R$ 10) mediante comprovante.

CONTATO: Diretora-geral do espetáculo – carmenfossari@ig.com.br

Mais informações acesse www.hamletnokabuki.blogspot.com

www.carmenfossari-armazemdapalavra.blogspot.com

 

Tags: DACteatroUFSC

Madrigal e Orquestra da UFSC realizam concerto de primavera nesta quarta

07/11/2012 08:52

Ensaio do Madrigal e da Orquestra da Câmara da UFSC

Os integrantes do Madrigal e da Orquestra da Câmara da UFSC se reúnem nesta quarta-feira, dia 7/11, para realizar o Concerto de Primavera, às 19 horas. A apresentação, que acontece na Igrejinha da UFSC, tem o objetivo de integrar os participantes dos projetos de extensão da UFSC e divulgar a música mundial. O evento é gratuito e aberto à comunidade.

No repertório, música erudita e popular, brasileira e estrangeira, dos compositores Schubert, Gonoud, Piazzolla, Tom Jobim, Puccinni, Villa Lobos e outros. Os vários estilos serão apresentados entre duos, trios, quartetos e quintetos. A coordenação dos projetos e a regência são de Miriam Moritz.
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Tags: concerto de primaveraDACMadrigal da UFSCOrquestra de Câmara da UFSCUFSC

Teatro da UFSC recebe a peça infantil “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão”

11/10/2012 18:01

Peça é atração deste fim de semana no Teatro da UFSC

A companhia teatral Articulação Cultural e Clã dos Nobres Arteiros traz de volta a peça apresentada em três edições do FITA Floripa e na Maratona Cultural do ano passado.

Com fantoches e atores no palco, a peça que conta a história do Boi de Mamão que sumiu na Ilha da Magia será apresentada no Teatro da UFSC nos dias 12, 13 e 14 de outubro, para alegrar o dia das crianças. O espetáculo de 60 minutos tem classificação livre e será exibido às 16h e 18h na sexta-feira, às 10h no sábado e novamente às 16h e 18h no domingo.

A peça é voltada para o público infantil e tem sua história inspirada no folclore de Florianópolis. O texto e a concepção são de Khalid Prestes e Danielle Coelho. Além do FITA Floripa e da Maratona Cultural de Florianópolis, a peça passou por eventos como Mostra Seu Nariz, em Curitiba; festival Tecendo o Riso, de Concórdia; Mostra Traço de Bolso: O Riso corre solto, em Florianópolis; e Projeto Itinerante Conexão Cultural Tigre, passando por cidades de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Sinopse

Inspirado no folclore da capital catarinense, o enredo descreve a saga de uma detetive e seu atrapalhado ajudante em busca do paradeiro do Boi de Mamão. A perigosa Bernunça, a bela Maricota, a Rendeira, a Bruxa, o Pescador e até o público são investigados nesta divertida aventura que sugere o resgate de tradições e valoriza a cultura do contato humano tão esquecido nos dias de hoje.

Os grupos teatrais

Articulação Cultural Cia artística foi criada no ano de 2009 através de um blog de divulgação cultural, pelas mãos das atrizes Juliana Freitas e Danielle Coelho. No ano seguinte, a Cia abriu turmas de pesquisa em teatro no DCE UFSC. E desde então vem expandindo a pesquisa na criação de espetáculos infantis e adultos, além de performances, teatro empresa e produções culturais.

Clã dos Nobres Arteiros é uma companhia teatral idealizada pelo ator, palhaço, bonequeiro e produtor teatral Khalid Prestes e pelo mágico, ator, palhaço e bonequeiro Junior Pezzatto no fim de 2007. O nome “Clã” foi dado pela intenção de perpetuar a ideia de uma grande família artística, enquanto que “Arteiros” se deve ao fato de o grupo representar a transformação que a arte causa em cada um e a revolução que isso pode fazer no sistema.

O Clã dos Nobres Arteiros trabalha com produção e montagem de espetáculos teatrais, teatro de bonecos, artes circences, performances para eventos, além de projetos com parceiros institucionais e outros grupos de teatro em Florianópolis.

No fim de 2009 o grupo montou, em parceria com a Articulação Cultural, o espetáculo “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão” e já circulou por vários estados em festivais de teatro, projetos de circulação e eventos diversos.

Para conhecer mais do trabalho do grupo acesse
www.cladosnobresarteiros.blogspot.com.br

www.articulacaocultural.com.br

Você também pode ver uma prévia do espetáculo:

 

SERVIÇO

O QUÊ: peça “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão”

QUANDO: dias 12, 13 e 14 de outubro. Sexta e domingo às 16h e 18h e no sábado às 10h.

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), praça Santos Dumont, Trindade.

QUANTO: Ingressos antecipados com desconto: R$ 7 (meia) e R$14 (inteira) na Casa da Árvore Brinquedos Educativos (SHOPPING MAX E FLORA, Rua Lauro Linhares, 2055 – Trindade).
Os ingressos também serão vendidos 1h antes de cada sessão a R$ 10 (meia) e 20 (inteira). Meia entrada para crianças até 14 anos, estudantes, idosos, classe artística e professores (mediante apresentação de comprovantes).
Gratuito para crianças menores de 2 anos.

CONTATO: Juliana Freitas (Articulação Cultural) – (48) 8462-7284

Khalid Prestes (Clã dos Nobres arteiros) – (48) 9968-0147

Casa da Árvore Brinquedos Educativos – 48 3207-7750 / 8474-0400

Apoio Cultural: Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura da UFSC

Fonte: Bruna Andrade Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC, com material do grupo.

Tags: DACUFSC

Teatro da UFSC recebe a peça infantil “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão”

11/10/2012 10:59

Peça é atração deste fim de semana no Teatro da UFSC

A companhia teatral Articulação Cultural e Clã dos Nobres Arteiros traz de volta a peça apresentada em três edições do FITA Floripa e na Maratona Cultural do ano passado.

Com fantoches e atores no palco, a peça que conta a história do Boi de Mamão que sumiu na Ilha da Magia será apresentada no Teatro da UFSC nos dias 12, 13 e 14 de outubro, para alegrar o dia das crianças. O espetáculo de 60 minutos tem classificação livre e será exibido às 16h e 18h na sexta-feira, às 10h no sábado e novamente às 16h e 18h no domingo.

A peça é voltada para o público infantil e tem sua história inspirada no folclore de Florianópolis. O texto e a concepção são de Khalid Prestes e Danielle Coelho. Além do FITA Floripa e da Maratona Cultural de Florianópolis, a peça passou por eventos como Mostra Seu Nariz, em Curitiba; festival Tecendo o Riso, de Concórdia; Mostra Traço de Bolso: O Riso corre solto, em Florianópolis; e Projeto Itinerante Conexão Cultural Tigre, passando por cidades de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Sinopse

Inspirado no folclore da capital catarinense, o enredo descreve a saga de uma detetive e seu atrapalhado ajudante em busca do paradeiro do Boi de Mamão. A perigosa Bernunça, a bela Maricota, a Rendeira, a Bruxa, o Pescador e até o público são investigados nesta divertida aventura que sugere o resgate de tradições e valoriza a cultura do contato humano tão esquecido nos dias de hoje.

Os grupos teatrais

A Articulação Cultural Cia artística foi criada no ano de 2009 através de um blog de divulgação cultural, pelas mãos das atrizes Juliana Freitas e Danielle Coelho. No ano seguinte, a Cia abriu turmas de pesquisa em teatro no DCE UFSC. E desde então vem expandindo a pesquisa na criação de espetáculos infantis e adultos, além de performances, teatro empresa e produções culturais.

O Clã dos Nobres Arteiros é uma companhia teatral idealizada pelo ator, palhaço, bonequeiro e produtor teatral Khalid Prestes e pelo mágico, ator, palhaço e bonequeiro Junior Pezzatto no fim de 2007. O nome “Clã” foi dado pela intenção de perpetuar a ideia de uma grande família artística, enquanto que “Arteiros” se deve ao fato de o grupo representar a transformação que a arte causa em cada um e a revolução que isso pode fazer no sistema.

O Clã dos Nobres Arteiros trabalha com produção e montagem de espetáculos teatrais, teatro de bonecos, artes circences, performances para eventos, além de projetos com parceiros institucionais e outros grupos de teatro em Florianópolis.

No fim de 2009 o grupo montou, em parceria com a Articulação Cultural, o espetáculo “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão” e já circulou por vários estados em festivais de teatro, projetos de circulação e eventos diversos.

Para conhecer mais do trabalho do grupo acesse
www.cladosnobresarteiros.blogspot.com.br

www.articulacaocultural.com.br

Você também pode ver uma prévia do espetáculo:

 

SERVIÇO

O QUÊ: peça “O Misterioso Sumiço do Boi de Mamão”

QUANDO: dias 12, 13 e 14 de outubro. Sexta e domingo às 16h e 18h e no sábado às 10h.

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), praça Santos Dumont, Trindade.

QUANTO: Ingressos antecipados com desconto: R$ 7 (meia) e R$14 (inteira) na Casa da Árvore Brinquedos Educativos (SHOPPING MAX E FLORA, Rua Lauro Linhares, 2055 – Trindade).
Os ingressos também serão vendidos 1h antes de cada sessão a R$ 10 (meia) e 20 (inteira). Meia entrada para crianças até 14 anos, estudantes, idosos, classe artística e professores (mediante apresentação de comprovantes).
Gratuito para crianças menores de 2 anos.

CONTATO: Juliana Freitas (Articulação Cultural) – (48) 8462-7284

Khalid Prestes (Clã dos Nobres arteiros) – (48) 9968-0147

Casa da Árvore Brinquedos Educativos – 48 3207-7750 / 8474-0400

Apoio Cultural: Departamento Artístico Cultural, da Secretaria de Cultura da UFSC

Fonte: Bruna Andrade Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC, com material do grupo.

Tags: DACTeatro da UFSCUFSC

“Guerra dos Pelados” será exibido na primeira edição do Café Kino

08/10/2012 17:13

Produzido em 1971, o filme de Sylvio Back retrata a Guerra do Contestado que em 2012 completa 100 anos

A primeira edição do Café Kino irá exibir e debater o filme “Guerra dos Pelados” na quarta-feira, 10 de outubro, a partir das 12h30min, no Teatro da UFSC. O encontro terá a presença do diretor do filme, Sylvio Back, que estreia na próxima semana sua nova produção, “O Contestado – Restos Mortais”, também sobre a temática da Guerra do Contestado.

O filme “Guerra dos Pelados” retrata a Guerra do Contestado e foi produzido em 1971. A sessão começará às 12h30min e a partir das 14h30min inicia o debate com o tema “Documentário, ficção e filme histórico”. A discussão terá participação do diretor do filme, Sylvio Back; do professor da UFSC especializado na Guerra do Contestado, Paulo Pinheiro Machado; do professor Jair Fonseca como representante do Cineclube Rogério Sganzerla, e do cineasta Zeca Pires. Fonseca conta que é prática dos cineclubes debater para fazer as pessoas pensarem. “Trata-se de ter uma postura ativa diante do cinema, e não de consumo passivo. Filmes produzem pensamento, e debater após as sessões fazem ampliar a cultura cinematográfica.”

Do alemão, Kino significa “cinema”, sendo também usado como sinônimo de um movimento de cineastas. O encontro mensal que irá debater sobre produções de cinematográficas é aberto a todo o público, mas dirigido principalmente às pessoas com interesse na área audiovisual. A segunda edição acontecerá em novembro. O Café Kino foi idealizado pelo secretário de Cultura da UFSC (SeCult), Paulo Ricardo Berton, em um trabalho conjunto com o professor do Curso de Cinema e coordenador do Cineclube Rogério Sganzerla, Jair Fonseca,  do cineasta e coordenador do Núcleo de Documentários do Departamento Artístico Cultural (DAC), Zeca Pires.

Sinopse

Em 1913, no interior de Santa Catarina, a concessão de terras para exploração de seus recursos e a construção de uma estrada de ferro por uma empresa estrangeira gera revolta dos expropriados. Reunidos em torno de um reduto messiânico, os “pelados” reagem, gerando violento conflito com o exército. O filme é baseado no episódio histórico da Guerra do Contestado (1912-1916) e foi filmado na cidade de Caçador.

Sylvio Back: Biobliofilmografia

Sylvio Back, cineasta, poeta, roteirista e escritor. Filho de imigrantes húngaro e alemã, é natural de Blumenau (SC). Ex-jornalista e crítico de cinema, autodidata, inicia-se na direção cinematográfica em 1962, tendo realizado e produzido até hoje trinta e sete filmes – curtas, médias e onze longas-metragens: “Lance Maior” (1968), “A Guerra dos Pelados” (1971), “Aleluia, Gretchen” (1976), “Revolução de 30” (1980), “República Guarani” (1982), “Guerra do Brasil” (1987), “Rádio Auriverde” (1991), “Yndio do Brasil” (1995), “Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro” (1999); “Lost Zweig” (2003); “O Contestado – Restos Mortais” (2010); e “O Universo Graciliano” (2012, em finalização). Também publicou livros roteiros dos filmes.

Com 74 láureas nacionais e internacionais, Back é um dos mais premiados cineastas do Brasil. Sua obra poética, em especial, os livros de extrato erótico, coleciona uma vasta fortuna crítica. Em 2011, recebe a insígnia de Oficial da Ordem do Rio Branco, concedida pelo Ministério das Relações Exteriores pelo conjunto de sua obra cinematográfica e de roteirista.

SERVIÇO

O QUÊ: Café Kino exibe e debate o filme “Guerra dos Pelados”
QUANDO: quarta-feira, 10 outubro de 2012, a partir das 12h30min
ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade
QUANTO: Gratuito
CONTATO: Departamento Artístico Cultural da UFSC – (48) 3721-9348 e Zeca Pires – (48) 9971-7951

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC

Tags: Café KinoDACUFSC

“A Pereira da Tia Miséria” em única apresentação nesta quinta

26/09/2012 17:27

O grupo Ás de Paus se apresenta sobre pernas de pau

A história da Morte, da Fome e da Miséria será encenada pelo grupo Ás de Paus na peça “A Pereira da Tia Miséria”, na quinta-feira, dia 27 de setembro, às 12h30, no Jardim do CCE (em frente ao Centro de Comunicação e Expressão da UFSC), próximo da Concha Acústica. O texto baseado no conto popular homônimo foi traduzido por Yara Camillo e adaptado pelo ator e pesquisador Luan Valero. O espetáculo faz parte da programação do Festival de Teatro Isnard Azevedo e já passou por várias cidades brasileiras desde sua estreia em agosto de 2010. Gratuito e aberto ao público.

Na peça apresentada em cima de pernas de pau, a Fome é personificada na figura da filha da Miséria. A tão temida Morte é necessária para um mundo em que novas oportunidades não param de nascer. No dia em que a Miséria deveria morrer, ela engana a Morte e decide viver procurando sua filha.

As músicas originais compostas por Eric D’Ávila são inspiradas nas canções populares entoadas em coros, festas e rituais religiosos ou pagãos. Os figurinos criados pelo artista plástico Alex Lima remetem aos artesanatos regionais, fazendo uso de cores, estampas e formas trabalhadas manualmente.

O grupo teatral

O grupo paranaense foi formado em 2008 por artistas que se reuniram numa mesma pesquisa para descobrir modos de discutir artisticamente assuntos que dizem respeito a todos os seres humanos. “A Pereira da Tia Miséria”, sua primeira montagem, foi pensada para o teatro de rua, ferramenta eficaz na discussão pública de questões sociais, políticas e filosóficas, utilizando-se de linguagem popular, canções, teatros de bonecos e, principalmente, do prolongamento do corpo do ator, como o alcançado por meio das pernas de pau.

Com o objetivo de obter possibilidades para desenvolver uma linguagem teatral genuína, o grupo aperfeiçoou as técnicas já existentes em seu uso e pesquisou profundamente as diferentes estaturas, caminhadas, quedas e movimentos, desafiando os limites impostos pela altura e pelo desequilíbrio. Ao longo do processo, foram incorporados equipamentos, como tecidos, muletas, bastões, máscaras, bonecos e outras formas que exigem a manipulação e a consciência da projeção corporal do ator.

Viste o blog do Ás de Paus em http://nucleoasdepaus.blogspot.com.br/.

O Festival Isnard Azevedo

O festival, também conhecido como Floripa Teatro, está em sua 19ª edição e tem uma programação 100% gratuita, cumprindo seu papel de levar à população a arte do teatro. As mais de 100 apresentações seguem até o dia 29 de setembro e passam por diversos pontos de Florianópolis.

Durante os nove dias de duração acontecem, além das peças teatrais, oficinas, debates e trocas de experiências com atores, técnicos, produtores, diretores e o público.

Para mais informações acesse: http://www.floripateatro.com.br.

SERVIÇO

O QUÊ: peça “A Pereira da Tia Miséria”

QUANDO: dia 27 de setembro de 2012, quinta-feira, às 12h30

ONDE: No Jardim do CCE, próximo da Concha Acústica da UFSC (em caso de chuva o evento acontecerá no varandão do CCE)

QUANTO: gratuito

CLASSIFICAÇÃO: livre

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC

Tags: A Pereira da Tia MisériaDACUFSC

Teatro da UFSC recebe o espetáculo “Os 3Rs em a Grande Missão”

14/09/2012 17:04

O Teatro da UFSC recebe o espetáculo “Os 3Rs em a Grande Missão”, no dias 14 (20h), dia 15 (15h e 20h) e dia 16 (15h) de setembro. Com o gênero comédia/aventura, o trabalho objetiva disseminar, por meio da arte, a educação ambiental através dos conceitos de Redução, Reutilização e Reciclagem. O espetáculo tem 45 minutos de duração e a classificação é livre.

Sinopse:

Conta a história da pequena Rosa, uma menina que está à procura do seu amigo, o boneco Lelé que, em uma faxina, foi jogado no lixo pela sua mãe. Para onde vai o lixo? Esta é a resposta que Rosa terá que descobrir em sua caminhada. Enquanto isso, bem longe dali, na Toca do Urubu, os três super atrapalhados heróis: Reduzir, Reutilizar e Reciclar se preparam para a grande missão: encontrar na cidade respostas para tanto lixo misturado! O que esses personagens têm em comum? O que a Grande Mãe Natureza reserva para essa história?

Dentre os objetivos do trabalho do grupo estão: Disseminar por meio da arte a educação ambiental através dos conceitos de Redução, Reutilização e Reciclagem; Proporcionar entretenimento que fomente a reflexão sobre o consumo e a geração de resíduos; Estimular ações práticas envolvendo os conceitos de redução, reutilização e reciclagem; e Ocupar espaços públicos e privados com informação trazida de forma lúdica e divertida.

Segundo o grupo, a temática do espetáculo surgiu de uma necessidade: da grande quantidade de “lixo” produzida por nós todos os dias, da vivência de cada integrante com o tema e que de forma lúdica e provocativa podemos mostrar que é possível transformar nossos hábitos.

Através de Rosa, uma criança, descobrimos o caminho que o lixo percorre até o seu destino final, conhecemos pessoas que vivem e pessoas que transformam em arte o que descartamos diariamente como “lixo”.

Mas o que é lixo? Aprendemos com os 3Rs que o lixo só existe quando misturamos os materiais, mas com imaginação e criatividade podemos dar vida a objetos que foram esquecidos e que precisamos acima de tudo refletir e repensar nosso modelo atual de consumo.

Com esse ideal o grupo criou o espetáculo coletivamente, utilizando materiais descartados como lixo na construção do cenário, adereços, figurinos e instrumentos. Na perspectiva artística, o espetáculo utiliza a linguagem cômica integrando música e dança em seu enredo. Com estrutura versátil a peça pode ser apresentada em praças, escolas ou teatros.

A peça foi apresentada pela primeira vez no Teatro Álvaro de Carvalho, Florianópolis, em julho de 2011, num evento do Centro Cultural Escrava Anastácia e Instituto Padre Vilson Groh. Depois foi apresentada no Morro da Caixa, dia 12 de outubro de 2011, organizado pelas mesmas instituições. Nos dias 26 e 27, na Maratona Cultural. No dia 02 de dezembro no Centro de Referência de Assistência Social Nossa Senhora da Graça, em Itajaí, pela Fundação do Meio AMbiente (FAMAI). Em 2012 o grupo apresentou principalmente a performance “os 3Rs na trilha do Lixo”, trabalhando em paralelo no aperfeiçoamento do espetáculo.

As apresentações anteriores do espetáculo foram participações em eventos e agora, no Teatro da UFSC, o grupo promove então a sua “estréia”. O Grupo conta com o apoio da COMCAP, Estúdio Quilombo, CEPAGRO e Armazém Natural.

Elenco:

O Grupo é formado por quatro artistas que desenvolvem, em conjunto, trabalhos teatrais desde 2006.

– Márcio Momesso: Ator, palhaço, músico e artesão. Formação: Curso de Teatro na Cia Quanta /SP, entre 2002 e 2004.

– Gabriela Morales Tolentino Leite: Atriz, palhaça e arte-educadora. Formação:

Graduanda do Curso de Licenciatura e Bacharelado em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

– Gil Farias: Ator, dançarino, músico, diretor artístico e educador social. Formação: Curso de Dança no Núcleo de Dança e Ginástica Oax Sport/SP, de 1994 à 1999.

– Júlio César Maestri: Educador Ambiental, músico, compositor e ator. Formação: Técnico em Meio Ambiente, pelo Centro Federal de Educação Técnológica de Santa Catarina.

SERVIÇO:

O QUE: Espetáculo teatral “Os 3Rs em a Grande Missão”.

QUANDO: Dias 14 (20h), dia 15 (15h e 20h) e dia 16 (15h) setembro 2012

ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudante). A bilheteria abre meia hora antes do espetáculo.

GÊNERO: comédia/aventura. Duração: 450 minutos. CLASSIFICAÇÃO: livre

CONTATO: Grupo: (48) 9132-1657    teatro3rs@gmail.com – www.agrandemissao.blogspot.com .

O Teatro da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (Secult), www.dac.ufsc.br.

Espetáculo 3rs no Teatro da UFSC

Fonte [CW] DAC.SECULT.UFSC, com material do grupo

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