Certificação em libras recebe inscrições até 31 de março

24/03/2011 15:19

Estão abertas até 31 de março as inscrições para o exame nacional para certificação de proficiência no uso e no ensino de língua brasileira de sinais (libras) e para certificação de proficiência na tradução e interpretação da libras-português-libras (Prolibras), que certificará pessoas surdas ou ouvintes fluentes, com ensino superior ou ensino médio completo. Os certificados obtidos pelo Prolibras asseguram a competência no uso e no ensino de libras ou na tradução e interpretação da língua, sendo aceitos por instituições de educação superior ou básica. As provas serão realizadas nos dias 1º e 3 de maio.

Para participar do exame, é necessário acessar a página do Prolibras  na internet, preencher o formulário de inscrição, imprimir o comprovante de requerimento de inscrição e o boleto bancário no valor de R$ 30,00, e pagá-lo até o dia 1º de abril.

O Prolibras será aplicado em instituições de ensino dos seguintes municípios: Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Maringá (PR), Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, Santa Maria (RS), São Carlos (SP), São Cristóvão (SE), Niterói (RJ), São Luís, São Paulo, Teresina, Uberlândia (MG) e Vitória. Caberá ao participante informar no ato da inscrição em qual dessas cidades realizará a prova.

O Prolibras será realizado em duas etapas: uma prova objetiva e uma prova prática. A primeira é composta por 20 questões de múltipla escolha sobre a compreensão da linguagem de Libras, e ocorrerá às 15h (horário de Brasília) do dia 1º de maio, com duração de duas horas. Os participantes com pontuação igual ou superior a 12 pontos na prova objetiva, em uma escala de zero a 20, estarão habilitados a participar da última etapa do processo. A prova prática será realizada às 14h (horário de Brasília) do dia 3 de maio, com duração de 15 minutos para cada participante.

Será certificado o candidato que alcançar a média mínima de 6 na prova prática, que vai de zero a dez, e tiver concluído o ensino médio ou superior, dependo do nível da certificação pretendida, e que tiver entregado todos os documentos solicitados no dia da prova prática. O diploma de certificação será expedido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A instituição foi selecionada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia responsável pelo exame, por meio de chamada pública.

Acesse o edital do Prolibras.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Inep – Terça-feira, 22 de março de 2011 – 18:36

Tags: prolibras

Seminário Energia Limpa será aberto pela ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira

24/03/2011 14:53

Com os objetivos de discutir a geração de conhecimento em inovações sustentáveis e integradoras e de desenvolver soluções para uma sociedade mais consciente dos grandes desafios sociais, o Instituto Ideal, realiza nos dias 4 e 5 de abril, o seminário “Energia Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração”, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. O evento é gratuito e aberto à comunidade.

O seminário contará com a participação de profissionais e estudantes do setor, e será aberto pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que falará no dia 4 de abril, às 20h30, sobre os desafios para a integração de fontes alternativas na matriz energética latino-americana. Já no dia 5 de abril, as atividades começam com uma mesa-redonda com representantes de diversas instituições do Mercosul, debatendo sobre as interrelações entre conhecimento, sustentabilidade e integração. No período da tarde, serão abordados temas relacionados com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a apresentação de projetos relacionados à utilização do Sol como fonte energética.

Durante o evento, também está previsto o lançamento da terceira edição do concurso de monografias sobre Energias Renováveis e Eficiência Energética – Eco_Lógicas. Confira a programação completa no site http://www.institutoideal.org.

Serviço:

O que: Seminário Energia Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração

Data: 4 e 5 de abril

Local: Centro de eventos da UFSC, Florianópolis

Inscrições: Gratuitas, no local do evento, a partir das 17h do dia 4.

Mais informações: Instituto Ideal – Rua Lauro Linhares, 2123 – Torre A

Sala 503 | Trindade | Florianópolis – SC | Fone: (48) 3234-1757 |

info@institutoideal.org

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Informações à Imprensa:

Carla Lins

Assessora de Comunicação

Telefone: |48| 8836-2774

MSN: carlaborgeslins@gmail.com|Skype: carla-lins

Tags: Instituto Idealministra meio ambienteSeminário Energia Limpa

A Antropóloga estreia dia 29 de abril colocando em cena misticismo ilhéu

24/03/2011 14:37

Fotos: Divulgação

Bruxos e bruxas, vampiros, lobisomens, anjos e demônios são personagens em alta na ficção contemporânea. Vieram do imaginário das mais diversas culturas para as telas do cinema cumprindo o gasto papel dos tradicionais heróis e vilões da indústria do entretenimento. Movido por um visível interesse afetivo pela cultura ilhoa, Zeca Pires, diretor do Departamento Artístico-Cultural da UFSC, não cedeu às fórmulas fáceis do mercado: inscreveu o universo mágico ilhéu nessa onda mística com o cuidado científico de um antropólogo e a delicadeza poética de um cineasta. Seu aguardado longa-metragem A antropóloga, que estreia no dia 29 de abril em todas as salas comerciais de Florianópolis, tem todos os ingredientes de um suspense, mas é, na verdade, um filme de mistério. Vencedora do Edital da Fundação Catarinense de Cultura de 2003, a obra preserva, pela ambiguidade e sutileza, o silêncio respeitoso pelo mundo inapreensível do sagrado.

Com apoio institucional da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, da RTP dos Açores e do Fundo Municipal de Cinema, Zeca Pires levou nove anos para viabilizar financeiramente o segundo longa de sua carreira e chegar a essa síntese de tratamento artístico e antropológico da cultura popular. O respeito ao mistério tira A Antropóloga do lugar-comum das ficções que tratam o universo simbólico como espelho da realidade, onde as entidades sobrenaturais servem de mera caricaturas para a reencenação maniqueísta da luta entre o bem e o mal. No drama de Carolina (Rafaela Barcelos), a menina com suspeita de empresamento bruxólico, o eterno embate entre o bem e o mal se faz presente, sobretudo no confronto final entre a antropóloga e a bruxa, mas está cercado de ambiguidades e contradições.

A mulher que obseda Carolina é também o fantasma da mãe morta no parto, e pode sugerir os malefícios do apego materno, mas também a disputa pelo amor do pai viúvo e a somatização do sentimento de culpa da menina pela morte da mãe. Com a mesma complexidade, as benzedeiras e curandeiras, que se armam de resmas de alho, plantas para limpeza energética, objetos com poderes de exorcização e orações capazes de afastar as mulheres solteiras de seus homens, compartilham também com as bruxas feitiçarias e conhecimentos pagãos sobre os poderes medicinais das ervas. Malu, a antropóloga portuguesa interpretada com verdade pela atriz de teatro mineira Larissa Bracher, transita ela própria pelos dois planos. E experimenta a perseguição medieval às bruxas quando Sueli, a esposa crente do pescador Pedro insinua-lhe para atravessar o seu caminho, porque na Ilha não há homens para uma mulher como ela.

A exemplo das grandes obras de mistério, assinadas por autores do talento de Edgard Allan Poe, Henry James ou o cineasta Roman Polansky, A Antropóloga coloca o espectador em contato com o sobrenatural sem dar a chave do segredo. O enredo transita sutilmente entre a explicação científica para o desenlace dos fatos e a abertura para o campo do inexplicável, que abala o ceticismo cientificista inicial da pesquisadora portuguesa. Em seu trabalho de campo na Costa da Lagoa, Malu se depara com uma miríade de indícios e relatos de magia que acaba associando aos registros do antropólogo ilhéu Franklin Cascaes e ao drama da menina. Como o pai Adriano (Luige Cútulo), que apesar de médico recorre à magia para salvar a filha, o abismo da morte desinstala a cientista das convenções acadêmicas.

No argumento de Tabajara Ruas, roteirizado por Tânia Lamarca e Sandra Nebelung, a origem da própria doença da menina, de onde parte o foco da narrativa, é mantida na ambiguidade. Tanto pode ser um tipo raro de câncer cerebral, conforme o diagnóstico oficial, como efeito do embruxamento provocado pela sétima filha mulher de uma família sem descendentes homens, em alusão a uma antiga lenda açoriana que encontra variantes em todo o mundo. Nesse sentido, a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, compara o 35 mm de Zeca Pires a O bebê de Rosemary. “O segredo não se esgota nem na explicação científica do distúrbio paranóico da gravidez, nem na hipótese da paternidade diabólica”, lembra a filósofa. No Polansky manezinho, Maria de Lourdes enaltece a solução final, que afirma o poder da magia como uma opção pelo encantatório em resistência à supremacia da lógica racional.

O mais interessante no filme e o que faz dele uma obra emblemática deste tempo e deste lugar onde continua a se proliferar o imaginário místico de herança celta-açoriana é a forma como atualiza enigmas milenares. A religiosidade ilhoa, que já é um amálgama de crenças pagãs com teologias de diferentes origens, é mergulhada no sincretismo contemporâneo que entrecruza catolicismo, espiritismo, umbanda, mesa branca, magia, xamanismo, protestantismo. Enquanto a mística Ritinha tenta curar Carolina do embruxamento, um grupo de adolescentes com tendências góticas aporta na Ilha atrás das convenções bruxólicas.

Em meio às bruxas, fadas, beatas, benzedeiras, curandeiras, rendeiras, pesquisadoras, cientistas, A Antropóloga faz um filme com atmosfera feminina. A obra canta a sensibilidade e a intuição femininas, a despeito do conteúdo contraditoriamente machista e misógino que por vezes permeia a cultura popular, herdeira da disposição política medieval de colocar na fogueira toda mulher que escapa ao controle da sexualidade e da religiosidade ortodoxa. “Por isso não criamos uma alegoria para as bruxas, pra que cada um formasse uma imagem e um conceito para si”, explica o diretor, que resume assim sua obra: “Um elogio cinematográfico despretensioso e sutil à magia e ao poder das mulheres que encontra um lugar de resistência no cenário mágico da Ilha de Santa Catarina”.

Na atualização da lenda, seria fácil escorregar para uma caricatura da cidade vendendo a imagem sedutora da paradisíaca Ilha das Bruxas. Mas Zeca preferiu o filtro diáfano das nuvens em um dia de pouca luz para dar visibilidade ao mistério da sua terra. Além da curiosidade cultural e do espírito de pesquisador que circundam a obra, dois outros recursos concorrem para produzir esse cuidado. Em primeiro lugar, a direção fotográfica, de Charles Cesconetto, foge ao clichê das imagens publicitárias e anestesiantes das belezas turísticas. A câmera adentra o interior das matas litorâneas, revelando o sertão do mar, menos colorido, mas não menos fascinante. “Optamos por uma dessaturização da cor para produzir um efeito quase monocromático das imagens e fazer o público se concentrar na narrativa”, conta Zeca. Com um orçamento de R$ 1 milhão e 600 mil, baixo para os padrões brasileiros, Zeca economizou a viagem para Açores produzindo a terra da pesquisadora na própria Ilha de Santa Catarina. O filme contou com o patrocínio da Petrobrás, Ancine, Fábio Perini, Tractebel Energia, Banco Bonsucesso, Eletrosul, Celesc, Fundação Badesc, Furnas, Angeloni e RBS. A distribuição é da Imagem Filmes, que preferiu adiar a estreia prevista para 8 de abril para não coincidir com outro lançamento nacional.

O segundo recurso inovador é a intercalação da linguagem de documentário com a linguagem de ficção. Durante nove meses antes de iniciar as filmagens propriamente ditas, Zeca, que tem formação de documentarista e diversos títulos do gênero em sua filmografia, morou na Costa da Lagoa para preparar o cenário do filme e acabou aproveitando na trama as cenas documentais. Em seu trabalho de campo, a pesquisadora entrevista estudiosos da cultura local, como Gelci Coelho, o Peninha, herdeiro do patrimônio intelectual de Cascaes, e Alésio dos Passos Santos, que foi seu guia nas expedições pelo interior da Ilha. Mas entrevista principalmente pescadores, moradores das comunidades, curandeiras, benzedeiras muito idosas (uma delas já faleceu), enfim, esses habitantes que se escondem atrás das faixas de areia e encantam o filme com sua ingênua malinagem. Como as inserções dos entrevistados são integradas ao contexto da narrativa e a entrevistadora é também a protagonista da história, a solução acaba por derrubar as fronteiras entre documentário e ficção, assim como o discurso da ciência e da cultura popular ficam no mesmo plano da linguagem.

Assim, a leitura do filme passa por várias camadas de interpretação que vão da mais racional a mais sensorial e nos dão conta de que todas transitam igualmente no mundo das possibilidades do simbólico. Nenhuma é capaz de fechar a porta do mistério e desestimular o espectador a uma nova leitura. Em seu célebre comentário aos poemas de Caproni, o filósofo italiano Giorgio Agamben fala da res amissa como o sentimento da coisa perdida, algo que possuímos tão intensamente que perdemos a consciência da sua presença e por isso se tornou inapreensível. Essa coisa do plano do invisível e do imaginário mais intocado da sua gente que Zeca Pires tenta evocar como matérias do sagrado que não podem ser consumidas pelo fogo do espetáculo.

Por Raquel Wandelli, assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

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Tags: A Antropólogalonga-metragemzeca pires

Teste da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração

24/03/2011 12:39

Estão abertas até 17 de maio as inscrições para o Teste Anpad – Edição de junho de 2011. Criado em 1987 pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, o exame nacional avalia conhecimentos em língua portuguesa, língua estrangeira (inglês) e raciocínios lógico, quantitativo e analítico.

O teste tem sido utilizado por diversas instituições como parte dos processos de seleção de cursos de pós-graduação stricto sensu e de cursos profissionalizantes de Administração, Ciências Contábeis e áreas afins, além de requisito básico em processos seletivos de diversas organizações. A UFSC é uma destas instituições.

As inscrições devem ser feitas no site http://www.anpad.org.br/teste.php. Veja o Edital.

Tags: inscriçõesTeste Anpad

Conferência ´50 anos da revolução cubana`

24/03/2011 11:36

Nesta quinta-feira, 24 de março, com a historiadora Claudia Wasserman (UFRGS), autora do livro A revolução cubana: 50 anos de imprensa e história no Brasil, que estará à venda no evento.  Auditório do Centro de Educação (CED), às 18h30min. Promoção: Instituto de Estudos Latino-Americanos e Programa de Pós-Graduação em História. Informações: www.iela.ufsc.br ou (48) 3721-9359.

Tags: IELArevolução cubana

Parque Linear do Córrego Grande será lançado no sábado

24/03/2011 10:25

Será sábado, dia 26, o lançamento do Parque Linear do Córrego Grande, um projeto que pretende lutar pela preservação da memória e das condições ambientais do bairro, localizado próximo à Universidade Federal de Santa Catarina.

A programação começa com uma visita guiada até a cachoeira do Poção, às 9h, com saída do Sertão do Córrego, acompanhada de guias. Às 10h, haverá a Ecobike – Gincana da Mobilidade, e às 16h, atividades de educação ambiental. Apresentações culturais, às 18h, antecedem o lançamento do projeto, às 19h, no conselho comunitário do Córrego Grande.

A promoção é do Curso de Arquitetura da UFSC, Fórum da Bacia do Itacorubi e Associação dos Moradores do Sertão do Córrego Grande (Amosc), com apoio da Prefeitura Municipal de Florianópolis, Udesc e instituto Mangue Vivo e patrocínio da Eletrobras.

Mais informações com César Floriano dos Santos, professor do curso de Arquitetura da UFSC, pelos fones 3721-9740 e 9119-4825, e ainda pelo e-mail parquelinear@gmail.com

Tags: Parque Linear do Córrego Grande

Ciência para Todos: o poder dos oceanos e da química

24/03/2011 10:22

Editores do site Ciência para Todos comunicam a publicação de novos ensaios:

  1. Haidi Fiedler “The Power of Oceans and of Chemistry / O Poder dos Oceanos e da Química”
  2. Fredric M. Menger “A Story about a Young Mathema-tician / Uma História sobre um Jovem Matemático”
  3. Haidi Fiedler “Carnival, Colors and Chemistry / Carnaval, Cores e Química”

Em breve serão divulgados ensaios  discutindo micelas, penicilina e fluorescência em plantas. A iniciativa tem apoio de pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Catálise e Sistemas Moleculares e Nanoestruturados, com sede na UFSC.

Tags: Ciência para todosdivulgação da ciência

Abertas inscrições para concurso de cartazes sobre transfobia, lesbofobia e homofobia

24/03/2011 10:09

Estão abertas até o dia 6 de maio as inscrições para a terceira edição do concurso de cartazes realizado pelo Núcleo de identidades de Gênero e Subjetividades, ligado ao Laboratório de Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O concurso faz parte das atividades desenvolvidas por meio do projeto de extensão “Papo Sério – Educação, Gênero e Sexualidades”, vinculado ao Departamento de Projetos de Extensão da UFSC com apoio do Núcleo de Educação e Prevenção da Grande Florianópolis (NEPRE), vinculado à Secretaria Municipal de Educação.

Na visão dos organizadores, a ausência da discussão sobre as violências de gênero em sala de aula pode perpetuar as possibilidades de situações discriminatórias na escola. Objetivo do concurso é estimular o debate sobre a transfobia, lesbofobia, homofobia, bem como outras expressões de violências presentes no ambiente escolar.

Podem participar do concurso alunos da rede pública de ensino da Grande Florianópolis. Os estudantes devem produzir cartazes que obedeçam à proposta do concurso, atuando sob orientação de professor ou profissional da educação de sua escola. Os interessados deverão enviar os cartazes obrigatoriamente em cartolina para o NIGS, com ficha de inscrição que está disponível no site do concurso. Os trabalhos serão avaliados quanto à criatividade, originalidade e comunicação.

Na semana de 9 a 13 de maio será realizada exposição no hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A mostra será integrada às atividades referentes ao Dia Mundial de Combate à Homofobia, 17 de maio. Além de certificados de participação, os autores dos cartazes vencedores receberão uma coleção de livros sobre Gênero, Educação e Sexualidades para as bibliotecas de suas escolas.

Veja o edital do concurso.

Mais informações pelo e-mail paposerionigsufsc@gmail.com / fone (48) 8462-4283 / sites http://sites.google.com/site/concursonigs/ ou www.nigs.ufsc.br

Tags: concurso de cartazesviolências de gênero

Curso de capacitação para professores: ‘Um Mundo à Beira Mar’

24/03/2011 10:00

A capacitação tem como objetivo proporcionar a professores do ensino infantil, fundamental e médio uma introdução à ecologia de ecossistemas costeiros (praias arenosas, costões rochosos, baias, dunas, restingas, manguezais, marismas, lagoas e rios). Serão adotadas tecnologias de educação a distância.

As inscrições deverão ser feitas pelo site www.oceanografia.ufsc.br, no link do curso Um Mundo à Beira Mar, entre os dias 1º e 30 de abril. Serão oferecidas 120 vagas a serem preenchidas por ordem de inscrição.

Informações: http://www.cfh.ufsc.br/informativo_2011.pdf

Tags: capacitaçãoEducação a Distância

Inscrições gratuitas para grupos de orientação profissional e aposentados

24/03/2011 09:49

O Laboratório de Informação e Orientação Profissional (LIOP) da UFSC está com inscrições abertas para grupos de orientação profissional, aposentados e pré-aposentados.

As inscrições, gratuitas, devem ser feitas no Serviço de Atenção Psicológica (SAPSI), no prédio novo do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), 2º andar. Outras informações pelo telefone (48) 3721-4989.

GRUPOS DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL

Público-alvo: vestibulandos e estudantes em dúvida sobre a escolha profissional.

Informações: marucia.bardagi@gmail.com

PROGRAMA APOSENT-AÇÃO: Aposentadoria para ação

Público-alvo: Aposentados e pré-aposentados. Grupo com encontros semanais às segundas-feiras à noite, sob a coordenação de José Roberto e Marcos. Início: dia 11 de abril.

Informações: marcossandinimioto@hotmail.com e zerobberto@gmail.com

APOSENT-AÇÂO INTENSIVO e com imersão numa Pousada na Lagoa.

Público-alvo: preferencialmente pessoas já aposentadas e que continuam trabalhando.

Período: 8 a 10 de abril, com início às 18h (sexta-feira) e término às 18h (domingo). Para este atendimento, deverá ser paga uma taxa referente às despesas com hotel, alimentação e coffee break.

Informações: dulcepenna@terra.com.br

Tags: aposentadosLIOPorientação profissional

Lançado edital para contratação de instrutores para oficinas do Departamento Artístico Cultural

24/03/2011 08:38

A Universidade Federal de Santa Catarina lançou edital para contratação de empresa que possa disponibilizar instrutores para ministrar oficinas de arte no Departamento Artístico Cultural (DAC). As propostas serão selecionadas por meio de pregão eletrônico no dia 5 de abril. As orientações para os interessados estão no edital publicado no site da Comissão Permanente de Licitação em www.ufsc.br/cpl

Repetindo a experiência bem sucedida do ano passado, esse edital é uma oportunidade aos artistas e profissionais de arte da comunidade para participarem de projeto de extensão da UFSC. A Universidade, através de recursos institucionais, realiza mais esta ação de apoio e valorização da arte e da cultura, e se empenha para atender a demanda por cursos e oficinas.

O DAC realiza há anos cursos e oficinas livres de arte com profissionais existentes no departamento e em outros setores da instituição, mas a demanda pelas atividades, tanto por parte da comunidade universitária quanto da externa, é sempre maior. Com este edital, a UFSC ampliará o número de profissionais das artes, o número de linguagens artísticas a serem oferecidas e, consequentemente, o número de vagas à comunidade.

O edital prevê a contratação de oito instrutores para atendimento de cerca de 200 vagas em oficinas de arte. As novas oficinas acontecerão em dois semestres deste ano, nas seguintes modalidades: violão (nível iniciante e nível intermediário); canto e técnica vocal, artes visuais (pintura e técnicas mistas); fotografia, cerâmica artística, teatro para adultos (os primeiros jogos, o ritmo / o corpo e o movimento mímico) e para adolescentes (jogos teatrais, improvisações e montagens teatrais).

O DAC continua realizando as oficinas tradicionalmente ministradas pelos profissionais da casa, cujas atividades estão iniciando em março. Veja no site do DAC (www.dac.ufsc.br), em Cursos e Oficinas de Arte, as atividades que já estão sendo oferecidas neste primeiro semestre.

Os cursos e oficinas livres de arte fazem parte de projeto de extensão do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina.

Atuação do DAC

O Departamento Artístico Cultural, vinculado à Secretaria de Arte e Cultura da UFSC, desenvolve atividades de arte e cultura com ações de ensino, pesquisa, produção e extensão, como:

– Exposições periódicas de arte contemporânea e encontros com o artista, na Galeria de Arte da UFSC (temporariamente fechada para reforma).

– Produção cinematográfica, parcerias e apoio a produções catarinenses.

– Apresentações de coral, madrigal e orquestra de câmara da UFSC em eventos e escolas da comunidade, e projetos de musicoterapia.

– Montagens teatrais, apresentadas na cidade e região e/ou em festivais estaduais, nacionais e internacionais.

– Projeto 12:30, com eventos semanais de música, teatro e dança na concha acústica e no Teatro da UFSC. Inscrições abertas para apresentações de artistas e grupos no campus da UFSC.

– Midiateca Arte na Escola – Polo UFSC: com acervo de DVDs, livros e materiais pedagógicos sobre arte para consulta e empréstimos.

– Para mais detalhes, veja os links dos projetos e atividades no site do DAC ou acompanhe as notícias publicadas em www.dac.ufsc.br

Serviço:
O QUÊ: Lançado edital para contratar instrutores para Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC
QUANDO: Encaminhamento de propostas até dia 05/04/2011 às 8h14min, exclusivamente por meio do sistema eletrônico. Data e hora para abertura da sessão do pregão eletrônico: Dia 05/04/2011 às 8h15min
ONDE: Informações no edital, em www.ufsc.br/cpl
Contato para imprensa: DAC / UFSC (48) 3721-9348 ou 3721-9447

Fonte: [CW] DAC: SeCArte: UFSC, com material institucional.

Tags: DACoficinas de arte

Espetáculo Os Rinocerontes com desconto para servidores da UFSC

24/03/2011 08:20

O espetáculo Os Rinocerontes, de Eugène Ionesco, será encenado no Teatro da Ubro ( Escadaria da Rua Pedro Soares, 15, Centro – atrás do Colégio Coração de Jesus), de 24 a 27 de março, às 20h. Com adaptação e direção de Marcello Serra, a peça é uma realização do Núcleo de Oficinas da Cia. De Arte Irreversível e Mito Produções Artísticas. Ingressos: R$ 20,00  (inteira) e R$ 10,00 (estudantes, terceira idade e classe artística). Professores e STA´s da UFSC  R$ 8,00.

(mais…)

Tags: os rinocerontespeça desconto servidores UFSC

Plano de Formação de Professores da Educação Básica tem edital de convocação e reconvocação

22/03/2011 19:15

Foi divulgado o edital de convocação e reconvocação para matrícula do candidatos com inscrição validada nos Cursos de Licenciatura em Letras-Espanhol e Letras-Português, integrantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) – Plataforma Freire.

Os candidatos reconvocados terão nova chance para realizar suas matrículas nos polos de apoio presencial para os quais se inscreveram (Blumenau, Canoinhas, Chapecó ou Itajaí) nos dias 24 e 25 de março de 2011.

A Plataforma Freire faz parte do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), gerido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com as secretarias de educação dos estados e dos municípios e as instituições públicas de ensino superior. O objetivo é melhorar a formação dos docentes em exercício na rede pública, o que influencia na qualidade do ensino que as crianças e os jovens recebem nas escolas.

Participam do Parfor 141 instituições de educação superior –  dentre elas a UFSC – que oferecem cursos de licenciatura presenciais e a distância – estes, pela Universidade Aberta do Brasil (UAB).

Mais informações:  (48) 3721-8325 ou www.ead.ufsc.br.

Tags: Educação a Distânciauniversidade aberta do brasil

Conferência sobre literatura argentina

22/03/2011 18:20

´Modos de ver-ler-escutar a literatura (a cultura) argentina. Apontamentos a partir de um debate`. Com Analía Gerbaudo, da Universidad Nacional del Litoral (Santa Fé – Argentina). Quinta, 24/03, às 15h30, na Sala Machado de Assis, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Promoção da Pós-Graduação em Literatura e do Núcleo de Estudos Literários e Culturais (Nelic).

Informações: 3721-9582, 3721-6602 ou nelic@cce.ufsc.br.

Concurso público para professor e processo seletivo para substituto

22/03/2011 17:52

Concurso Público para Professor
Foi publicado o Edital 008/DDPP/2011 – Concurso Magistério Superior. Serão 59 vagas distribuídas em 48 campos de conhecimento. Inscrições até 30 de março de 2011.

Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto
Estão abertas de 23 de março a 1º de abril de 2011 as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto – Edital 17/DDPP/2011. Serão nove vagas distribuídas entre o CCS e o CED.

Inscrições para cursos extracurriculares de Libras terminam dia 28

22/03/2011 17:32

Foram prorrogadas até o dia 28 de março, segunda-feira, as inscrições para os cursos extracurriculares de Língua Brasileira de Sinais (Libras) da UFSC. Os cursos pretendem disseminar a língua para alunos, professores, servidores e também para a comunidade externa, capacitando-os para a comunicação geral, a instrumental e a preparação para exames de proficiência.

Serão seis turmas – três para o nível I e três para o II – com no mínimo 12 e no máximo 20 alunos. Interessados em cursar o nível II devem agendar avaliação de nivelamento (pelo email letraslibras@cce.ufsc.br ) ou trazer comprovante/ certificado de curso realizado. As aulas iniciam em 29 de março, terça-feira.

Valores

Para os estudantes, professores e técnico-administrativos da UFSC, os cursos têm o investimento de R$ 240. Para a comunidade em geral, o valor fica em R$ 360. Os alunos receberão certificado da Fapeu ao término do curso.

Horários:

Libras I

Turma A – 4ª feira/ 18h30 – 21h40
Turma B – 3ª e 5ª feira/ 16h30 – 18h
Turma C – 3ª e 5ª feira/ 18h30 – 20h40

Libras II

Turma A – 4ª feira/ 18h30 – 21h40
Turma B – 3ª e 5ª feira/ 16h30 – 18h
Turma C – 3ª e 5ª feira/ 18h30 – 20h40

As matrículas devem ser realizadas das 8h às 12h ou das 14h às 18h, na Secretaria do Curso Letras/Libras, sala 137, Centro de Comunicação e Expressão (CCE) – Prédio A.

Informações:  (48) 3721-6586 ou letraslibras@cce.ufsc.br.

Tags: cursos extracurricularesinscriçõesLibras

Exposição ´Ser Pataxó: educação e identidade cultural`

22/03/2011 16:48

O Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem (Navi) e o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC convidam para a exposição “Ser Pataxó: educação e identidade cultural”, de Augusto Oliveira e Sonny Thoresen. A mostra está aberta à visitação até 22 de abril, na Galeria da Ponte, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas.

A exposição é resultado da dissertação de mestrado de Augusto Oliveira. As fotos, feitas pelo fotógrafo sueco Sonny Thoresen, estão vinculadas ao projeto de pesquisa Índios no Sul da Bahia, coordenado por Augusto. A Aldeia Indígena Nova Vida-Fazenda Bahiana, localizada a cerca de 18 km da sede do município de Camamu, é fruto de uma dissidência, ou cissiparidade, ocorrida na Reserva Caramuru-Paraguaçu
para sair da violência a que estavam submetidos os indígenas na região dos municípios baianos de Itaju do Colônia, Pau Brasil e Camacã.

A Galeria da Ponte, localizada no segundo andar do prédio do CFH, é um espaço destinado a exposições fotográficas provenientes do trabalho de campo de pesquisadores.

Serviço:
Exposição fotográfica Ser pataxó: educação e identidade cultural
Local: Galeria da Ponte – CFH/UFSC
Visitação: de 21 de março a 22 de abril

Mais informações: Augusto Oliveira, e-mail: augustofagundeso@yahoo.com.br

Tags: exposição fotográfica

A condição do homem moderno na obra de Hannah Arendt

22/03/2011 11:48

Palestra com o professor Adriano Correia, do Departamento de Filosofia da Universidade de Universidade Federal de Goiás (UFGO). Tema: A condição do homem moderno na obra de Hannah Arendt. No dia 29 de março, às 19h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Promoção do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas e Pós-Graduação em Filosofia. Informações: dich@cfh.ufsc.br

Abertas inscrições para Pré-Vestibular da UFSC

22/03/2011 11:47

Iniciam nesta terça-feira, 22 de março, as inscrições para o curso pré-vestibular gratuito oferecido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As aulas serão realizadas em 28 cidades catarinenses, incluindo Joinville e Jaraguá do Sul, beneficiando cerca de 5 mil alunos. A inscrição deve ser feita até 18h do dia 27 de abril, no site www.prevestibular.ufsc.br. O edital e demais documentos para inscrição serão disponibilizados no site até o final da tarde.

Podem se inscrever alunos que tenham concluído ou que estejam cursando o terceiro ano do ensino médio em escola pública. O candidato não pode estar cursando ou ter se formado em curso superior e deve ter disponibilidade para frequentar as aulas de segunda a sexta-feira, no horário de aula da unidade escolhida.

Os critérios de seleção são o histórico escolar do ensino médio e a renda familiar. Os dados são avaliados e quem tem as melhores notas e comprovadamente menor condição de pagar um curso particular tem preferência para a vaga. A seleção não prevê prova.

Os interessados devem acessar o site www.prevestibular.ufsc.br, ler atentamente o edital, preencher o formulário de inscrição, imprimir e assinar o documento. Também devem enviar o comprovante do requerimento de inscrição e as fotocópias dos documentos exigidos via correio para a secretaria do Pré-Vestibular da UFSC, ou entregá-los pessoalmente na unidade escolhida para frequentar o curso.

O coordenador e idealizador do projeto, professor Otavio Auler, tem  grandes expectativas com relação às novas unidades e destaca que o curso é público, gratuito e de qualidade. As novas unidades ficam localizadas nas cidades de Caçador, São Miguel do Oeste, Laguna, Navegantes, Imbituba e Concórdia.

Oferecido pela UFSC há sete anos o pré-vestibular vem colecionando histórias de conquista e superação. Em 2008, com a parceria do governo, por meio da Secretaria de Estado da Educação, implantou o projeto em 12 cidades. No ano seguinte foram 19 núcleos.

Municípios em que o Pré-Vestibular da UFSC estará presente em 2011:

Araranguá, Balneário Camboriú, Biguaçu, Blumenau, Brusque, Canoinhas, Caçador, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis (UFSC e Instituto Estadual de Educação), Imbituba, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Laguna, Mafra, Navegantes, Palhoça, Rio do Sul, Santo Amaro da Imperatriz, São Bento do Sul, São José, São Miguel do Oeste e Tubarão.

Mais informações no site www.prevestibular.ufsc.br / (48) 3721-8319

Tags: Pré-Vestibular

Editora da UFSC lança Ecos no Porão

22/03/2011 09:59

Fotos: Paulo Noronha / Agecom

Florianópolis é o cenário para uma legião de homenzinhos fazendo cooper com calções esdrúxulos, tristes velhos pederastas, velhinhos trovadores, desempregados, avozinhas, solteironas, aposentados, enfim, habitantes da vizinhança da Ilha onde pulsa um coração decrépito, murchando para a vida, que pode ser acordado de súbito por um pequeno incidente, a fuga de um canário ou uma rajada de vento.

Mas Florianópolis não é mero pretexto para o quase octogenário escritor Silveira de Souza descrever o local onde nasceu e viveu. Mais do que isso, a Ilha é o “mundinho” onde se constituem essas “figurinhas ridículas” e apaixonantes do grotesco que vão ganhar dramaticidade e lirismo em Ecos no Porão, o segundo volume da antologia de contos de Silveira, que a Secretaria de Cultura e Arte e a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina lançam nesta terça-feira, dia 22 de março, às 10 horas, com a presença do autor, durante a Feira de Livros da UFSC e Liga das Editoras Universitárias, na Praça da Cidadania.

Esses habitantes ao mesmo tempo ordinários e excêntricos dos porões da ficção de Silveira, que podem estar no café, na Beira-Mar, na Praça XV, no Calçadão ou em quarto de hotel, carregam um traço em comum: todos experimentam o vazio da existência. Mas ao longo das 137 páginas são surpreendidos no automatismo banal do seu dia a dia urbano por sutis acontecimentos que anunciam possibilidades de passarem do mundinho para o “mundão” e conhecerem uma dimensão mais sublime da vida. E o que produz o acesso ao mundão? Uma sinfonia de Bethoven, um sonho ou um pesadelo, uma emoção inesperada, uma cena da memória, um abalroamento de carro, enfim, interferências mais ou menos perceptíveis que alteram o estado de coisas e, como em um poema hai kai, sugerem uma revelação.

Nem sempre os seres da Ilha percebem essas epifanias cujo deslinde o autor deixa a cargo da perspicácia e prazer do leitor, como anota bem o editor da obra, Sérgio Medeiros Vieira. “Em geral essas mudanças provocam os personagens momentaneamente, levando-os para a absoluta estranheza, mas não chegam a arrancá-los em definitivo do seu mundinho”, diz o diretor da Editora, que chama atenção para a delicadeza e a sofisticação da obra. É como se as possibilidades de sair do vazio estivessem por toda parte, mas os habitantes não se dispusessem a enxergá-las.

A exemplo do primeiro volume, Ecos no Porão II traz na capa a ilustração de um grande artista plástico catarinense, neste caso uma instalação de Fernando Lindote. Em papel pólen, a obra reúne três seleções do próprio autor dos livros Canário de assobio (1985), Relatos escolhidos (1988), Contas de vidro (2002) e ainda cinco contos inéditos, entre eles a narrativa metalinguística “Ecos no porão”, que dá nome à obra e traduz uma metáfora de Silveira para as deformações estilísticas da leitura dos escritores clássicos que inundam seu imaginário desde os dez anos de idade. Vendidas com desconto de 50% durante a Feira EdUFSC/LEU (R$ 15,00), que se estende até o dia 8 de abril, na Praça da Cidadania, os dois volumes apresentam-se, assim, no crivo do escritor e do editor, como o melhor da safra de Silveira.

Os personagens velhos passeiam por grande parte dos contos, mas assumem uma expressividade absoluta em “Vidraças partidas”, onde a decrepitude ganha um lirismo refinado na tentativa de sublimar o vazio através do amor sexual por um jovem. Todavia, em “O olho de Deus”, uma carta assinada aos efebos por mais um velho – funcionário público – aturdido pelo vazio, Silveira alcança um domínio da linguagem que fica à altura da ironia de Franz Kafka no conto “Convenção à Academia”.

Volta e meia Paulo, uma espécie de superego do autor passeia pelas narrativas. Ele mesmo um senhor de baixa estatura e calvo, e conversa franca e elevada, como o homenzinho de “olhinhos afiados” e “face rechonchuda” do conto “He, He, He, He!”, da coletânea Contas de vidro. Como se acometido de uma inspiração sublime, o baixote interrompe a reunião de engravatados executivos encafifados com o planejamento publicitário da empresa para contar um episódio bizarrísimo envolvendo os índios e índias tupinambás e Jean de Léry, missionário francês que narrou sua visita ao país por volta de 1557 na obra Le voyage au Brésil. Em seu relato aparentemente nonsense, o homenzinho exalta “um canto sublime, de extraordinária beleza”, que se produz inicialmente de um murmurante “he, he, he” entre os varões da tribo e contagia o coro das mulheres até assumir a proporção de um canto catártico. O personagem é calado pela perplexidade desdenhosa dos executivos, que retomam sua reunião sem se dar conta do caráter revelador da intempestiva história.

E assim, com sua habilidade inigualável com a língua, uma boa dose de humor e ironia e um olhar lírico para o grotesco, Silveira parece rir-se baixinho ao final de cada história onde reside uma possibilidade de revelação que nunca se entrega sem esforço do leitor… E é como se ouvíssimos os ecos longínquos do seu “he, he, he…” por trás de cada um dos 28 contos.

ENTREVISTA

A Ilha e seus habitantes na ficção de Silveira de Souza

Considerado pelo escritor Salim Miguel um dos maiores contistas brasileiros da atualidade, Silveira publicou O cavalo em chamas (Ática 1981) e Janela de varrer (Bernúncia, 2006). Como contista e tradutor de autores universais, participou ativamente do Grupo Sul, movimento que trouxe o Modernismo para Santa Catarina nos anos 40 e 50.  Aposentado do serviço público, desenvolveu sua carreira literária em meio à rotina de diversas funções, de professor de matemática do Instituto Estadual de Educação e da Escola Técnica Federal de Santa Catarina, a diretor da Divisão de Informação e Divulgação do Departamento de Extensão Cultural da UFSC. Também atuou no setor de editoração da Fundação Catarinense de Cultura como coordenador das Edições FCC. De mãos ágeis e tão falantes quanto seus contos, mais falantes do que ele próprio, Silveira, concedeu esta entrevista:

O que norteou esta seleção de contos do segundo volume de  Ecos no Porão e o que a diferencia do anterior?

— O plano geral que norteou a preparação de Ecos no Porão, volumes I e II, foi proporcionar uma seleção dos que considero meus melhores textos publicados em livros, desde 1960 até o presente. A única pequena diferença que existe no segundo volume, em relação ao primeiro, é que ele contém alguns relatos inéditos e outros que fizeram parte de coletâneas com outros autores.

Percebe-se em todos os contos uma consciente localização do cenário de Florianópolis que vai muito além do mero retrato ou panorama da cidade pelo escritor. Em que tipo de intenção estética se inscreve essa presença geográfica de Florianópolis na sua ficção?

— De fato, Florianópolis é o cenário de todos os relatos. Por não se tratar de um guia turístico, mas de um livro de ficção literária, o leitor não vai encontrar descrições pormenorizadas ou exaltações entusiásticas a respeito de suas paisagens e recantos pitorescos. O que existe são apenas brevíssimas indicações dessa geografia, integradas à ação e à mente dos personagens. Foi minha intenção que esses personagens se comportassem como habitantes de uma ilha, que a ilha fosse, indireta ou inconscientemente, um componente importante de sua psicologia. Creio que isso diferencia um tanto os meus relatos dos relatos de autores de outros estados.

Alguns elementos naturais marcantes de Florianópolis também são recorrentes na narrativa, como o vento, o mar, as aves. Parece que você dá aos elementos inumanos uma vida e uma participação muito mais específica e marcante do que a de mero cenário para expressão do universo humano…

— Pode ser algo ilusório, mas sempre achei que as ilhas, e em especial a nossa Ilha de SC, propiciam uma aproximação maior do universo humano com outros universos, como o universo de seres inumanos (o mar, os ventos) e o universo de outros viventes, como os peixes, as aves, os insetos, os pássaros, as árvores e os bosques.

Apesar da aparente banalidade de suas vidas, os personagens sempre ganham a possibilidade de uma anunciação ou de uma revelação. Nem sempre se dão conta dessas possibilidades e nem sempre elas têm a força de arrancá-los do seu mundinho… O que você diz sobre isso?

— Na verdade não sei se a minha vida é banal, ou se o mundo de minha literatura é banal. Faz algum tempo que deixei de qualificar as coisas. Quando às vezes tento fazer uma retrospectiva da minha vida até o momento, me dou conta que ela foi pontilhada de fases diversas e até mesmo contraditórias; uma, extremamente tumultuada, com muita bebida, fumaça, cortinas vermelhas e anarquias boêmias; outra (como na infância) cheia de descobertas maravilhosas; outra, tediosa e presa às obrigações sem muito sentido, que eu precisei encarar para poder comprar, como disse certa vez Tom Jobim, “o uisquinho das crianças”; e ainda outra (como presentemente), tranquila e voltada para o estudo e a meditação. Mas, banal ou não, houve algo em todas essas fases que me salvou de um mergulho na mediocridade absoluta: um interesse pela criação literária, que me acompanha desde a infância. Quanto a meus relatos literários os personagens em geral vivem nesse mundinho, sem heroísmos, sendo muitas vezes surpreendidos por (para eles) estranhas ocorrências que podem despertá-los para uma dimensão de suas vidas antes desconhecida.

Ainda que voltado para as delicadezas da existência e da alma, os contos sempre iniciam com cenas concretas, personagens que têm vida corpórea própria, para que depois se deem as abstrações e possibilidades de reflexões filosóficas. Está aí uma escolha estética consciente?

No meu caso, não houve escolha. O modo como escrevo os meus relatos foi nascendo naturalmente, seja como resultado de constante exercício, seja como uma visão muito pessoal do mundo (e da criação literária ou da criação de modo geral), que foi nascendo com a vivência e com as impressões causadas no contato com obras de grandes ficcionistas, com pinturas, músicas, revistas diversas, cinema, paisagens, pessoas, bichos, mil coisas.

E qual o lugar da velhice nos seus contos. Pode comentar que traço há em comum nesses personagens aparentemente reféns da solidão e da decrepitude?

O velho do conto Vidraças partidas (que considero o meu  conto melhor realizado) é um caso especial. Ele existiu, costumava passear pela Felipe Schmidt, de terno e gravata, nos anos 1960, usando um chapéu de feltro. Pensei nele, na sua figura, quando pintou o tema do relato, uma experiência de extrair algo lírico de um comportamento que normalmente se julga degradante.

Você  faz uma literatura ao mesmo tempo densa e econômica, como poucos contistas. Como chegou a essa síntese e que autores o influenciaram nessa escolha estética?

— Harold Bloom escreveu que toda a escritura é uma espécie de releitura. Se ele estiver certo, devo dizer que leio desde os dez anos de idade (estou hoje beirando os 78). Em todo esse tempo, passei por períodos de leitura em que determinado autor, às vezes determinados autores, monopolizavam a minha preferência. Posso citar alguns deles: Monteiro Lobato e Hans Christian Andersen, lá entre os dez e 12 anos. Depois, com o tempo, foram surgindo: Machado de Assis, Anton Checov, Dostoievski, Clarice Lispector, Kafka, Dyonélio Machado, Joseph Conrad, James Joyce, Thomas Mann, William Faulkner, Guimarães Rosa, Cortazar, Jorge Luis Borges, H.P. Lovecraft e mais alguns outros. Nem vamos falar de poetas, de compositores, de alguns desenhistas e pintores, e de alguns diretores de cinema. É provável que todos eles, de algum modo, tenham deixado alguma marca, numa frase, na estruturação de uma determinada estória, na caracterização de um dado personagem. Mas essa é uma praia para os críticos literários.

Alguns escritores, como Salim Miguel, o consideram o maior escritor catarinense da atualidade e um dos melhores contistas do Brasil. O que pensa disso?

— Não tenho como responder a isso. Mas devo dizer que, desde 1960, quando publiquei O Vigia e a Cidade, até agora, o propósito real ao escrever os meus relatos foi conseguir realizar algo que me satisfizesse interiormente, do ponto de vista de uma criação estético-literária. Nunca me interessou ser, como autor, maior ou menor, principalmente num momento em que Santa Catarina tem, residindo aqui e fora daqui, um conjunto de poetas e escritores de primeira linha, como o próprio Salim.

Texto e entrevista: Raquel Wandelli – Assessora de comunicação da SeCArte/UFSC

raquelwandelli@yahoo.com.br e raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Fones: 37219459 e 99110524

www.secarte.ufsc.br e www.ufsc.br

Tags: Ecos no PorãoEdUFSC

Seminário gratuito reúne especialistas para debater energia limpa

22/03/2011 09:45

Fontes alternativas na matriz energética da América Latina; novos desafios com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e as possibilidades de uso da energia solar na Copa de 2014 estão entre os assuntos que serão debatidos durante o Seminário Energia Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração – Idéias energéticas e ambientais para o futuro da América Latina. O encontro será realizado nos dias 4 e 5 de abril, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. As inscrições são gratuitas.

Além de mesas-redondas, palestras e debates, está previsto o lançamento da terceira edição do concurso de monografias sobre Energias Renováveis e Eficiência Energética – Eco_Lógicas. O evento é aberto ao público e as inscrições poderão ser feitas nos dias do seminário, no próprio Centro de Cultura e Eventos, a partir das 17h.

A promoção é do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Instituto Ideal), entidade com sede em Florianópolis e que tem como objetivo fomentar as energias renováveis junto ao poder público, meio acadêmico e empresarial. A direção técnica é da UFSC.

Mais informações: 3234-1757 ou info@institutoideal.org

Confira a programação preliminar:

Dia 4 de abril  – Abertura (19h)

– Mesa-redonda “Fontes alternativas na matriz energética da América Latina: já estamos preparados?”

Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energia do Greenpeace Brasil;
Cícero Blay, superintendente de Energias Renováveis da Itaipu;
Regina Migliori, consultora em Cultura de Paz da Unesco e coordenadora do Núcleo de pesquisas do Cérebro e da Consciência vinculado ao Instituto Migliori;
Curt Trennepohl, presidente do Ibama

– Palestra com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira (20h30)

Dia 5 de abril – Manhã (9h)

– Debate sobre Conhecimento, Sustentabilidade e Integração na América Latina

– “Conhecimento gerando inovação” – Coordenador do Grupo Montevidéo de Universidades Públicas

-“Sustentabilidade além do discurso” – Representante do Escritório Regional de Ciência da UNESCO para América Latina e Caribe

-“Os desafios da Integração” – Representante do Parlamento do Mercosul

– Representante do Centro de Formação para Integração Regional (CEFIR) do Uruguai

– Representante do Consórcio de Universidades Européias e Latino-Americanas em Energias Renováveis (JELARE)

Perguntas

11h 45 – Lançamento do Concurso ECO_lógicas

Almoço – 12h-14hs

Tarde – I Parte (14h)

Palestra “Lixo: novos desafios com a Política Nacional de Resíduos Sólidos” – consultor em desenvolvimento sustentável, Walfrido de Assunção Ataíde

Palestra “A experiência de Maldonado na geração de biogás em aterro sanitário”, engenheiro da prefeitura municipal de Maldonado (Uruguai), Sebastián Bajsa

Perguntas

Intervalo

II Parte – 16h

Palestra “Sol: vamos fazer uma Copa Brilhante?” – Professor do LabSolar/UFSC, Ricardo Rüther

Palestra “Eletricidade solar aqui e agora – Projeto Megawatt Solar” – Engenheiro da Eletrobras Eletrosul , Rafael Takasaki

Perguntas

Noite – 19h

“Ventos: panorama e perspectivas para a geração eólica no país” – Lauro Fiuza, vice-presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica)

Tags: energia solarenergias alternativasInstituto Ideal

Ato público integrado à Campanha do Laço Branco

22/03/2011 08:42

O Núcleo de Pesquisa Modos de Vida, Família e Relações de Gênero (Margens),  apoiado pelo Diretório Central dos Estudantes, UFSC, Grupo de Ação Feminista, Coletivo LGBT Gozze e Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) realiza nesta terça-feira, 22 de março, a partir de 11h30min, em frente ao Restaurante Universitário, ato público integrado à Campanha do Laço Branco – Homens pelo Fim da Violência contra Mulher.

O objetivo é denunciar as violências sexistas e homofóbicas existentes na universidade e na sociedade, particularmente no caso ocorrido final do ano passado, em que uma garota foi agredida por um estudante universitário.

Cartilha de Prevenção às Violências Sexistas, Homofóbicas e Racistas nos Trotes Universitários
O ato reforça a divulgação da Cartilha de Prevenção às Violências Sexistas, Homofóbicas e Racistas nos Trotes Universitários, lançada pelo Núcleo de Identidade de Gênero e Subjetividades (NIGS). O material traz conceitos como sexismo, racismo e homofobia, para que calouros e veteranos possam identificar brincadeiras que fazem parte do trote como preconceituosas e discriminatórias. A cartilha também traz contatos úteis àqueles que se sentirem violentados ou constrangidos, como Ouvidoria e Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, além de organizações não-governamentais que atuam na defesa de direitos humanos ou órgãos do governo para os quais tais situações podem ser denunciadas. A cartilha está disponível no link http://www.nigs.ufsc.br/pdf/trotes_cartilha.pdf

Tags: violências sexistas

Diretor do Núcleo de Estudos Açorianos recebe medalha Francisco Dias Velho

22/03/2011 08:07

O trabalho de quase 30 anos do historiador e fotógrafo Joi Cletison Alves à frente de órgãos da Universidade Federal de Santa Catarina que promovem valorização da cultura local será reconhecido pela Câmara Municipal de Florianópolis. Na sessão solene em comemoração aos 285 anos da cidade, Joi receberá da Câmara a medalha de Mérito Francisco Dias Velho. A distinção será concedida a um total de 14 cidadãos florianopolitanos que “mais notável contribuição deram à comunidade, ao estado e ao País, nas artes, letras e ciências”. Coordenador do Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, Joi lembra que a distinção fortalece o investimento da universidade para que a cultura açoriana continue viva entre a gente catarinense.

A solenidade será realizada nesta quarta-feira, 23 de março, às 20 horas, no Auditório do Pleno, no Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Joi receberá a Medalha Francisco Dias Velho ao lado do ex-reitor da UFSC Antônio Diomário Queiroz e outras personalidades, como Jorge Mussi, Péricles Prade, Andrino Oliveira e Renato Turnês. Especialista em história de Santa Catarina, Joi participou da criação e implantação do Departamento Artístico Cultural da UFSC, em 1984, e hoje, além do NEA, coordena os projetos Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, que atua na preservação do patrimônio arquitetônico e paisagístico das fortificações, e o Saber Fazer, que promove a capacitação de pessoas que vivem do artesanato de base açoriana, todos projetos integrantes da Secretaria de Cultura e Arte da universidade.

Como coordenador do NEA, o historiador idealizou e ajudou a consolidar a Festa da Cultura Açoriana de Santa Catarina, realizada desde 1997, e o Troféu Açorianidade. Publicou ainda o Mapeamento da Cultura de Base Açoriana no Estado de Santa Catarina, criando um importante Sistema de dados sobre a distribuição desses focos de imigração, em 2004. Assumiu também uma atuação decisiva na aproximação cultural e histórica entre Santa Catarina e Açores, coordenando o Intercâmbio Cultural Folclórico Açores/Brasil 1999 e 2010 e o 6º Seminário de Cidades Fortificadas Brasil, Portugal e Argentina, em 2010.

Na mesma cerimônia, outros 12 cidadãos receberão Medalha de Mérito Municipal, concedida aqueles que, por serviços relevantes, tiveram concorrido de qualquer forma para o engrandecimento do Município e mais oito serão agraciados com o título de Cidadão Honorário, concedido às pessoas ou entidades não florianopolitas que reconhecidamente tenham prestado serviços relevantes ao Município, Estado, União e humanidade.

Por Raquel Wandelli / Assessora de comunicação da SeCArte/UFSC
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Fones: (48) 37219459 e 99110524
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