Professores da UFSC falam sobre ‘Física Quântica’ e ‘Café’ em evento de divulgação científica

18/05/2018 16:52

O Pint of Science 2018, evento internacional destinado à divulgação científica em bares e restaurantes, ocorreu pela segunda vez em Florianópolis, com a participação de professores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Débora Peres Menezes, professora titular do curso de Física da UFSC, onde atua há quase 30 anos, falou sobre a Física Quântica e sua aplicação no cotidiano para o público presente no Mercado São Jorge, bairro Itacorubi. Rui Prediger, professor titular do departamento de Farmacologia, abordou o impacto do café na saúde, no Boteco Bacana, bairro Santa Mônica. As duas palestras ocorreram na quarta-feira, 16 de maio, último dia do evento.
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Café (Psico) Antropológico realiza debate e mostra de vídeos no dia 28

18/07/2017 17:15

O Projeto Café (Psico) Antropológico promove o debate com exibição de vídeos “El coño insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”. O evento, que ocorre no dia 28 de julho, sexta-feira, às 19 h, no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), é gratuito e aberto à comunidade. A atividade é uma parceria entre os cursos de Antropologia e de Psicologia, da UFSC, contará com a presença de professores estrangeiros: José Maria Vascuende del Rio (Universidad Pablo Olavides), Rafael Caceres Feria (Universidad Pablo Olavides), Maria Marco (Universidad Pablo Olavides) e Begonia Sanchez Torrezon (Universidad de Cadiz).

O debate é um evento pré “13° Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero 11”, que ocorre na UFSC na semana seguinte, de 31 de julho a 4 de agosto, e que também contará com a presença dos professores convidados.

O Café  (Psico) Antropológico é uma realização dos núcleos Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (NAVI), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS), ambos do Departamento de Antropologia; e do Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA), do Departamento de Psicologia.

O Café promove a exibição mensal de documentários em espaços de livre acesso ao público em geral, seguido de debate com intelectuais convidados. As sessões têm como objetivo promover mostra de documentários que contribuam para a difusão da produção audiovisual de pesquisadores da UFSC e convidados, bem como estimular o debate e a reflexão, seja acadêmica ou no âmbito da extensão, sobre a produção documentária contemporânea.

Os eventos são organizados pelo Núcleo de Antropologia Visual e Estudos de Imagem (NAVI) em longa parceria com o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e, a partir desta edição, em parceira com o Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA). O evento tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (Bolsa Cultura), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Serviço:

O que: Café (Psico) Antropológico com o debate “El coño insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”, com a presença de professores-debatedores estrangeiros

Quando: 28 de julho de 2017, sexta-feira, às 19 horas

Onde: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC (www.dac.ufsc.br)

Quanto: gratuito e aberto à comunidade.

Mais informações na página do NAVI ou pelo telefone (48) 3721-2241.

[CW] DAC: SeCArte: UFSC, com informações dos organizadores

Tags: antropologiacafeculturaNaviUFSC

UFSC na Mídia: projeto de estudantes da UFSC oferece cafés e gentileza em Florianópolis

18/09/2015 15:52
Deyvid Souza e Gabriel Eduardo dos Santos criaram a ideia do Café Pendente em Florianópolis Foto: Erich Casagrande / Diário Catarinense

Deyvid Souza e Gabriel Eduardo dos Santos criaram a ideia do Café Pendente em Florianópolis
Foto: Erich Casagrande / Diário Catarinense

Que tal tomar um café que foi oferecido por um desconhecido? E melhor, retribuir o favor sem mesmo saber quem receberá? Incentivar a gentileza pela própria gentileza é a ideia do projeto Café Pendente, criado pelos estudantes do curso de Engenharia de Produção Elétrica da UFSC, Deyvid Souza e Gabriel Eduardo dos Santos, e presente em 15 cafés na cidade de Florianópolis.

— Nosso objetivo é incentivar uma corrente de gentilezas que se torne viva por conta própria. Agora a gente está dando um empurrão inicial. A gente se contagia e espera que esse favor seja replicado — acredita dos Santos.

A ideia de Souza e Santos é muito simples e surgiu há uns dois anos quando souberam que essa ação era praticada em alguns lugares da Europa e em Buenos Aires e lembraram dela para a disciplina.

— Na hora de sugerir o projeto que tivesse alguma ação social lembrei dessa ideia e decidimos fazer juntos. Muita gente achou que não daria certo. Agente ouvia ‘Por que pagar um café para alguém que não conheço’, ‘isso não vai dar certo’, mas pelo jeito deu certo — conta Souza.

Você vai a algum estabelecimento que tenha aderido ao projeto e pode receber um café ou lanche que já foi pago por alguém antes. E também pode deixar o mesmo favor pago para outra pessoa que virá em outro dia. Tudo fica anotado em tabelas que marcam quantos cafés estão disponíveis.

— Cada estabelecimento tem sua própria tabela e controle. Mas seria incrível ter algo automatizado que pudesse integrar mais como um banco compartilhado de gentilezas — imagina Souza.

O projeto e a execução são tema do trabalho final da disciplina de Ética e Exercício Profissional ministrada pela professora Myriam Eugênia Ramalho. No início a intenção era ajudar moradores de rua, mas os estudantes perceberam que a gentileza poderia ser um ato para qualquer pessoa.

— Para atender o objetivo da disciplina estávamos felizes se um ou outro café fosse consumido nesse sistema. Mas o projeto teve ótima adesão e foram mais de 100 cafés vendidos em dois meses, número que deve ter aumentado neste último mês — explica Santos.

Texto: Erich Casagrande

Publicado no Diário Catarinense.

Tags: cafeEngenharia de Produção ElétricaÉtica e Exercício ProfissionalUFSCufsc na mídiaUniversidade Federal de Santa Catarina

Comunidade acadêmica pode acessar o Portal de Periódicos da Capes com o IdUfsc

09/10/2013 16:57

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) integra a Comunidade Acadêmica Federada (CAFe) da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), que reúne instituições de ensino e pesquisa brasileiras. Através da CAFe, um usuário mantém todas as suas informações na instituição de origem e pode acessar serviços oferecidos pelas instituições que participam da federação.

Um dos serviços disponíveis para docentes, técnico-administrativos e alunos é o acesso ao Portal de Periódicos da Capes. A novidade é que todos que possuem uma identidade no CAFe, que no caso da UFSC é igual à identidade UFSC (IdUfsc), podem consultar a base de dados fora da instituição, tornando assim muito mais simples o acesso ao conhecimento recente.

Para conectar-se basta acessar o Portal de Periódicos:  http://www.periodicos.capes.gov.br/, selecionar na barra superior “Meu Espaço” e depois “CAFe”, selecionar ‘UFSC’ e digitar o seu IdUFSC.
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UFSC integra plataforma para eventos científicos da Sociedade Brasileira de Computação

23/09/2013 11:29

Já está disponível para a comunidade acadêmica da UFSC o Journal and Event Management System (JEMS), plataforma que permite submeter, revisar, discutir e selecionar artigos para eventos científicos da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O provedor de serviços funciona através da Comunidade Acadêmica Federada (CAFe), uma federação que contempla instituições de ensino e pesquisa brasileiras, entre elas a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Através da CAFe, o usuário poderá manter seu IdUFSC para acessar os serviços oferecidos pelas instituições participantes. Entre os principais beneficiários da federação estão os cursos de educação a distância e as atividades de colaboração.
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Tags: cafeJournal and Event Management SystemSociedade Brasileira de ComputaçãoUFSC

“Guerra dos Pelados” será exibido hoje na primeira edição do Café Kino

10/10/2012 10:10

A primeira edição do Café Kino irá exibir e debater o filme “Guerra dos Pelados” hoje, 10 de outubro, a partir das 12h30min, no Teatro da UFSC. O encontro terá a presença do diretor do filme, Sylvio Back, que estreia na próxima semana sua nova produção, “O Contestado – Restos Mortais”, também sobre a temática da Guerra do Contestado.

O filme “Guerra dos Pelados” retrata a Guerra do Contestado e foi produzido em 1971. A sessão começará às 12h30min e a partir das 14h30min inicia o debate com o tema “Documentário, ficção e filme histórico”. A discussão terá participação do diretor do filme, Sylvio Back; do professor da UFSC especializado na Guerra do Contestado, Paulo Pinheiro Machado; do professor Jair Fonseca como representante do Cineclube Rogério Sganzerla, e do cineasta Zeca Pires. Fonseca conta que é prática dos cineclubes debater para fazer as pessoas pensarem. “Trata-se de ter uma postura ativa diante do cinema, e não de consumo passivo. Filmes produzem pensamento, e debater após as sessões fazem ampliar a cultura cinematográfica.”

Do alemão, Kino significa “cinema”, sendo também usado como sinônimo de um movimento de cineastas. O encontro mensal que irá debater sobre produções de cinematográficas é aberto a todo o público, mas dirigido principalmente às pessoas com interesse na área audiovisual. A segunda edição acontecerá em novembro. O Café Kino foi idealizado pelo secretário de Cultura da UFSC (SeCult), Paulo Ricardo Berton, em um trabalho conjunto com o professor do Curso de Cinema e coordenador do Cineclube Rogério Sganzerla, Jair Fonseca,  do cineasta e coordenador do Núcleo de Documentários do Departamento Artístico Cultural (DAC), Zeca Pires.

Sinopse

Em 1913, no interior de Santa Catarina, a concessão de terras para exploração de seus recursos e a construção de uma estrada de ferro por uma empresa estrangeira gera revolta dos expropriados. Reunidos em torno de um reduto messiânico, os “pelados” reagem, gerando violento conflito com o exército. O filme é baseado no episódio histórico da Guerra do Contestado (1912-1916) e foi filmado na cidade de Caçador.

Sylvio Back: Biobliofilmografia

Sylvio Back, cineasta, poeta, roteirista e escritor. Filho de imigrantes húngaro e alemã, é natural de Blumenau (SC). Ex-jornalista e crítico de cinema, autodidata, inicia-se na direção cinematográfica em 1962, tendo realizado e produzido até hoje trinta e sete filmes – curtas, médias e onze longas-metragens: “Lance Maior” (1968), “A Guerra dos Pelados” (1971), “Aleluia, Gretchen” (1976), “Revolução de 30” (1980), “República Guarani” (1982), “Guerra do Brasil” (1987), “Rádio Auriverde” (1991), “Yndio do Brasil” (1995), “Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro” (1999); “Lost Zweig” (2003); “O Contestado – Restos Mortais” (2010); e “O Universo Graciliano” (2012, em finalização). Também publicou livros roteiros dos filmes.

Com 74 láureas nacionais e internacionais, Back é um dos mais premiados cineastas do Brasil. Sua obra poética, em especial, os livros de extrato erótico, coleciona uma vasta fortuna crítica. Em 2011, recebe a insígnia de Oficial da Ordem do Rio Branco, concedida pelo Ministério das Relações Exteriores pelo conjunto de sua obra cinematográfica e de roteirista.

SERVIÇO

O QUÊ: Café Kino exibe e debate o filme “Guerra dos Pelados”
QUANDO: quarta-feira, 10 outubro de 2012, a partir das 12h30min
ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade
QUANTO: Gratuito
CONTATO: Departamento Artístico Cultural da UFSC – (48) 3721-9348 e Zeca Pires – (48) 9971-7951

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC

Tags: cafefilmeGuerraUFSC

Diálogos entre Filosofia e Literatura saem do café para o livro

23/11/2010 08:26

Filosofia e literatura sempre renderam bons diálogos em cafés, mesa de bar, congresso e livros. Das discussões mensais em torno do Projeto Café Filosófico, realizadas pela Secretaria de Cultura e Arte da UFSC desde 2008, nasceu o primeiro livro da série Café Filô. Oito ensaios resultantes desses cafés estão reunidos na obra Filosofia e Literatura, lançada pela Bernúncia Editora, de Florianópolis, e organizado pela filósofa Maria de Lourdes Borges e pelo professor de literatura José Roberto O´Shea. A obra tecida na costura dessas duas áreas do conhecimento que entrelaçam a verdade racional da ciência e a verdade simbólica e sensível da arte será lançada na quarta-feira, 24 de novembro, às 17 horas, na Livros e Livros, no Centro de Eventos da UFSC.Convite Projeto Café Filosófico

Com este número, a série Café Filô dá início à publicação de coletâneas de ensaios que buscam o diálogo da Filosofia com outras áreas do conhecimento e das artes, tais como cinema, literatura e teatro. Todos são originários de debates desenvolvidos pelo Café Filosófico na igrejinha da UFSC, que se tornou uma arena livre para filósofos e estudiosos de literatura explorarem a troca entre as disciplinas sem as amarras da academia. O próximo número versará sobre Filosofia e Cinema. “Queremos levar ao grande público os textos apresentados nessas conferências por filósofos, literatos e artistas, expostos em uma linguagem acessível ao não especialista”, explica Maria Borges, que é também secretária de Cultura e Arte da UFSC e especialista em Kant.

Escrita por professores de Filosofia e Literatura convidados, a obra começa com o artigo “John Cage e a poética do silêncio”, de Alberto Heller, que arma um diálogo entre filosofia e música, aproximando as composições de Cage dos pensadores Heidegger e Merleau Ponty. Alessandro Pinzani indaga sobre a relação entre filosofia e obra narrativa de ficção, particularmente, entre filosofia e romance. Seria possível um romance filosófico? – é a pergunta que norteia a investigação de Pinzani.

Delamar Dutra explora a filosofia de Habermas e Celso Braida tece sua própria filosofia, ao explorar o auto-engano na ilusão da análise e da técnica. Liliana Reales estabelece um interessante diálogo entre a Filosofia e o mundo imaginário de Jorge Luís Borges no mundo Tlön, do conto do autor argentino. Luiz Carlos Hebeche, por sua vez, aproxima filosofia e poesia, ao pensar a metafísica como a terra distante descrita por Gottfried Benn. Alguns optaram por utilizar a prosa filosófica como ferramenta de análise de alguma obra literária ou artística. É o caso de Raul Antelo sobre a Anfisbena, serpente com duas cabeças da mitologia. Por fim, Sérgio Medeiros propõe uma intertextualidade entre Maurice Blanchot e Mário Perniola em torno do sex appeal do inorgânico.

Este número da série Café Filô quer indagar sobre as identidades e diferenças dessas duas formas de pensamento. É possível fazer Filosofia através da Literatura? Há alguma distinção radical entre o discurso filosófico e o literário? Há algum espaço conceitual que possa ser coabitado pela Filosofia e Literatura? A busca dessas respostas é um convite à exploração literária e filosófica do leitor.  “Nosso objetivo é levar a filosofia e a literatura para um público amplo, deixando de lado aqui as especialidades estritamente acadêmicas de cada autor ou de cada campo do saber”, diz José Roberto O´Shea, tradutor especialista em Shakespeare, que acaba de lançar O Primeiro Hamlet.

Raquel Wandelli

Assessora de comunicação da SeCarte/UFSC

99110524 e 37219459

www.secarte.ufsc.br

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