Homofobia é tema de exposição de cartazes no CFH

16/05/2011 11:30

A exposição do III Concurso de Cartazes sobre Transfobia, Lesbofobia e Homofobia nas Escolas, que está acontecendo no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC, recebeu, nesta edição, 103 peças, revelando o aumento de interesse pelas temáticas abordadas pelo Projeto Papo Sério, que é desenvolvido desde 2007 pelo NIGS-UFSC em escolas da Grande Florianópolis.
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Editora lança hoje 65 livros e divulga resultado de concurso de romance

16/05/2011 08:26

Um grande evento literário marcará as comemorações dos 30 anos de fundação da Editora da UFSC e um ano de virada na política gráfica e editorial que a projetou entre as melhores editoras universitárias do país. Em alusão a essas conquistas, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove hoje, 16 de maio, às 17 horas, na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos, o lançamento coletivo: “A Editora da UFSC no século XXI”, que trará a público 65 obras de grande relevância cultural. No mesmo evento, a Editora vai divulgar o nome do vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance, o único no gênero hoje em Santa Catarina.
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Inscrições para o Apoio Pedagógico

16/05/2011 08:19

Estão abertas até 20 de maio pelo site: www.apoiopedagogico.ufsc.br, as inscrições para as disciplinas do Apoio Pedagógico da UFSC para a segunda etapa do primeiro semestre de 2011. Início das aulas: 23 de maio para os estudantes do Campus de Florianópolis. As disciplinas oferecidas são  Biologia (ênfase em bioquímica e biologia celular), Física, Inglês, Matemática, Produção Textual e Química.
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Aula magna de Licenciatura Indígena põe em pauta a diversidade

13/05/2011 21:26

As calças jeans e as camisetas convivem bem com a tinta preta no rosto. Os flashes insistentes incomodam alguns, e os sorrisos não saem tão fácil dos adultos, mas há crianças que se postam em frente às câmeras, e jovens de penteado moicano com máquinas e filmadoras nas mãos, como que a revidar fazendo suas próprias imagens. A segunda aula magna do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, que aconteceu na quarta, 11/05, reuniu reitor, pró-reitores, professores, estudantes, autoridades e os alunos de tribos Kaigáng, Xokleng e Guarani, que retornam agora à Universidade após dois meses nas comunidades colocando em prática o que aprenderam no curso em seus primeiros trinta dias.

A data teve programação durante toda a quarta: de manhã, os alunos se reuniram com o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Augusto Freitas Meira, quando reivindicaram bolsas de estudos para que possam permanecer na Universidade e concluir o curso, e, às 18h, no hall da Reitoria, foi aberta a exposição “Guarani, Kaigáng e Xokleng – Atualidades e Memórias do Sul da Mata Atlântica”.

A mesa de abertura contou com a presença do reitor Alvaro Prata; do presidente da Funai; da diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) Roselane Neckel e da coordenadora do curso Ana Lúcia Vulfe Nötzold. A mesa de debates foi composta pela pesquisadora do Laboratório de Etnologia Indígena Maria Dorothea Darella; o coordenador-geral da Educação Escolar Indígena da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, Gersem José dos Santos Luciano (Baniwa), e a procuradora da República em Santa Catarina Analúcia de Andrade Hartmann.

Multiplicando as transformações

A solenidade foi ao encontro do que Gersem defende: que o curso transforma seus alunos, mas também a sociedade e a Universidade. O hino nacional foi cantado por alunos Kaigáng – metade entoado em sua língua nativa e a outra metade em português; houve espaço à homenagem a Natalino Crespo – feita de acordo com as tradições de sua tribo – companheiro que os incentivou a ingressar no curso e que faleceu no dia 02/03, e o mestre de cerimônias não deixou de lado os caciques, quando registrou a presença das autoridades. Os detalhes demonstram as modificações sutis que a Universidade começa a ensaiar.

“A UFSC não estava e nem está preparada para recebê-los. Mas a forma de nos adequar é vivenciar e aprender, aperfeiçoar a cada dia”, atesta o reitor. “Faço dois pedidos: que tenham compaixão com a nossa instituição, perdoando nossas falhas, apesar de nossa boa vontade, e que exultem-se a si próprios, sendo bons alunos”.

O curso, que vinha sendo gerado desde 2007 pela Comissão Interinstitucional para Educação Superior Indígena (Ciesi, formada por integrantes da UFSC, organizações representantes dos povos indígenas e entidades parceiras), é um dos 26 do Brasil oferecido exclusivamente aos povos indígenas, e ajuda a somar cerca de oito mil índios no ensino superior. O presidente da Funai explica que esse número só tende a crescer. “De acordo com o IBGE, temos hoje no país cerca de 817 mil índios”. Isso significa que nos últimos dez anos a população indígena cresceu mais de 10%, número superior aos das pessoas que se declaram brancas, negras ou pardas. “Já escutei muito, também em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, a frase ‘aqui não tem índio’. Por isso o curso vai além da educação: é também político. E essas novas gerações que fizerem o ensino superior poderão contribuir de forma mais efetiva com a construção do país”, defende.

Igualdade nas diferenças

A professora Roselane ratifica a fala de Márcio: “este momento significa a inclusão desses cidadãos na sociedade, a partir de seu ingresso na Universidade”. A diretora do CFH vai além. “Em um país de diferenças tão profundas, não podemos tratar da mesma forma a todos, como se todos tivessem condições iguais”, afirmou, mencionando em seguida as políticas públicas de permanência que a Universidade destina a alunos oriundos de escolas públicas, negros e indígenas, e reafirmando a disposição da UFSC em buscar meios de viabilizar, junto com a Funai, bolsas de estudos a esses alunos.

A equidade também foi mencionada por Analúcia, que ainda relembrou o saudoso professor Sílvio Coelho dos Santos como orientador nos estudos das questões indígenas – homenageado anteriormente pela professora Dorothéa, que o apontou como baluarte da antropologia em questões da área. “Quando trabalhei junto a tribos, contava-se nos dedos quantos falavam fluentemente o Kaigáng. ‘Só se pegarmos à força esses indiozinhos’, me diziam os mais velhos. Não existia a valorização dos índios e de sua cultura”. Hoje, de acordo com a procuradora, a Secretaria de Educação de SC já reconhece as diferenças e as estimula, orientando escolas e professores. “Agora os alunos são liberados para os cultos junto com seus pajés, e há horários e merendas diferenciados”, relata.

Dos índios para os índios

Doutor em Antropologia Social, Gersem Baniwa faz parte da primeira leva de professores de dedicação exclusiva da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) que leciona nos cursos de Licenciatura Indígena em Políticas Educacionais e Desenvolvimento Comunitário e Formação de Professores Indígenas. O docente analisa a valorização de sua cultura. “Sempre me perguntei quantos eram os portugueses que desembarcaram no Brasil, e qual o número de indígenas que havia aqui para recebê-los, e a resposta me parece óbvia. Em nenhum momento os índios foram capazes de se articular para enfrentar o inimigo comum. E nisso se passaram cinco séculos. Apenas na década de 1970 se iniciaram as primeiras reações mais conscientes dentro dessa relação histórica de dominação”. “Nenhuma política”, continua, “tem sido implantada porque o Brasil mudou sua percepção de mundo, e sim porque os povos indígenas tomaram outra atitude, e o ensino superior faz parte dessa reação”.

Gersem confessa que o magistério voltado ao índio está em processo de construção. “Ainda não tenho clareza do que fazer em sala de aula. A escola foi inventada pelo mundo branco para atender às necessidades de industrialização e mercantilização, e talvez seja um erro adaptá-la às demandas indígenas”.

Há menos de uma década atuando como categoria, os professores indígenas talvez busquem o meio termo. “A responsabilidade é grande. Como se define uma escola intercultural? Tem povos que nos cobram o ensino da língua nativa, mas não conheço índio que não queira aprender sobre as novas tecnologias. E será que ensinar português vai ser bom para esses povos? Tem quem ache que o índio que fala bem o português já não é mais índio”, problematiza.

O duelo entre o novo e o antigo, no entanto, parece se desfazer a partir da visão do professor. “Há pessoas acreditando que a tradição e a modernidade são incompatíveis. Isso é um problema para os pensadores, porque os índios já resolveram a questão. Para eles, o caminho é a complementaridade: não conheço povo indígena que, já tendo contato com a cultura do homem branco, abdique do direito de frequentar uma escola”.

Gersem ainda enfatizou o caráter social que a educação tem para sua gente. “Os índios são pragmáticos: quem vai à escola deve voltar sabendo fazer sabão, anzol, construir roupas, senão significa que não aprendeu direito. O estudo tem como objetivo melhorar a comunidade”.

Pinturas, danças e direitos

Van (que em Xokleng significa taquara), tem sete anos e foi a atração da cerimônia para os fotógrafos. Com adereço de cisal no cabelo, pintura preta no rosto e usando saia de palha, balançava de tempos em tempos um chocalho de cabaça e passava com a mãe Walderes a música que cantaria junto ao grupo logo depois do evento.

Aos 26 anos, Walderes cria a sobrinha Van como filha, e a deixa com a mãe em José Boiteux, onde se localiza a tribo Laklãno, quando fica em Florianópolis para assistir às aulas. “Agora estou mais tranquila porque ela veio comigo para a apresentação, mas no primeiro mês foi mais difícil”, relata.

Formada em Letras Português/Espanhol em uma universidade de Indaial, a Xokleng afirma que estudar, agora, está bem mais fácil. “Quando fiz a primeira faculdade, com minha mãe, havia vezes em que dormíamos no ponto de ônibus, e no outro dia tomávamos banho na própria universidade, porque não havia dinheiro para voltar para casa. Aqui tem sido bem diferente”, comemora.

Questionada sobre a diferença entre os Xokleng, Kaigáng e Guarani, ela se vira e aponta: “Olha só a pintura. Cada um faz desenhos diferentes, e cada etnia possui suas próprias músicas e danças”, explica, contando que sua tribo, que habita um terreno de cerca de 14 mil hectares, abriga as três etnias.  “Conheci professores de geografia e história que se referiam ‘aos índios’ apenas. Mas há grandes diferenças em relação aos costumes e tradições”. Walderes pretende seguir Licenciatura em Humanidades, com ênfase em Direitos Indígenas. “Hoje estamos reivindicando a redemarcação de nossas terras. Quero lutar pelas causas indígenas”.

Por Cláudia Schaun Reis/ Jornalista na Agecom
Fotos: Pâmela Carbonari / Bolsista de Jornalismo na Agecom

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Tags: indígenamuseu

História da Justiça Criminal na AL é tema de palestra

13/05/2011 14:59

Na terça, 24/05, o professor Osvaldo Barreneche, da Universidad Nacional de La Plata (Argentina) irá ministrar palestra sobre a História da Justiça Criminal na América Latina. O evento acontece às 8h50, no Auditório do Centro de Ciências Jurídicas. As inscrições podem ser feitas no local da palestra. A visita do professor Barreneche também tem como objetivo oficializar a incorporção do Núcleo de Pesquisa Direito e Fraternidade à Red Universitaria para El Estudio de la Fraternidad (RUEF).

Informações: (48) 3721-9479 ou 3721-9372.


Iniciam na segunda as inscrições para o Projeto Amanhecer

13/05/2011 14:47

O Projeto Amanhecer do Hospital Universitário (HU) da UFSC abre na segunda-feira, 16/05 – e prossegue até a quarta, 18/05, as inscrições para suas terapias complementares. Para fazer a inscrição o interessado deve ir até o Projeto Amanhecer no HU, das 8h às 12h e das 14h às 17h, e apresentar algum documento que comprove a condição de aluno, professor, servidor técnico-administrativo ou servidor terceirizado.
O Projeto oferece gratuitamente tratamentos para os mais diversos problemas, buscando também proporcionar o auto-conhecimento dos participantes. Estes tratamentos têm base nas medicinas tradicionais, de cunho vitalista e espiritual, observando o indivíduo como um todo.

Serão oferecidas as seguintes terapias: Naturologia, Florais, Geoterapia, Auriculoterapia, Cranio-Sacral, Arteterapia, Healing, Massoterapia, Cromoterapia, Astrologia, Psicologia, Psicoterapia, Reiki e Massagem Chinesa.

O Projeto Amanhecer localiza-se no Núcleo de Capacitação Técnica, aos fundo do HU, atrás do Grêmio do HU.
Mais informações 3721-8055 ou www.hu.ufsc.br/~proj_amanhecer

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Restaurado painel que mostra os fundadores da Faculdade de Direito

13/05/2011 13:16

Fotos Pâmela Carbonari/ Agecom

A Fundação José Arthur Boiteux (Funjab) inaugurou na manhã desta sexta-feira, dia 13, o painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito, que inclui nomes conhecidos como Nereu de Oliveira Ramos (que foi senador e presidente da República), José Boiteux, Henrique da Silva Fontes, Othon Gama Lobo D’Eça, João Bayer Filho, Fúlcio Coriolano Aducci, Henrique Rupp Júnior e Alfredo von Trompowsky. O coordenador do projeto é o professor Luis Carlos Cancellier de Olivo, do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal de Santa Catarina.

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Tags: painel fundadores do direitoUFSC

Nanofluídos em Processos Térmicos de Conversão de Energia

13/05/2011 11:26

Um encontro para apresentação de trabalhos no âmbito do Programa MEC- CAPES – Pró-Engenharias e  Rede CAPES  – Nanobiotec, tendo como tema os nanofluídos em processos térmicos de conversão de energia, será realizado nos dias 16  (auditório do Departamento de Engenharia Mecânica- Bloco A – térreo, das 14h às 18h30min) e 17 de maio ( auditório do POLO – Bloco A2, das 8h30min às 12h).

Programação:

Segunda, 16 de maio

14h abertura / Prof. Júlio César Passos, UFSC/LEPTEN

14h15min – Balanço dos projetos da Rede CAPES/Nanobiotec e CAPES/Pro-Engenharias / Prof. José A. R. Parise, PUC-Rio

14h45min – Análise da ebulição nucleada de nanofluidos Água-Alumina e Água-Maguemita / Amaury Rainho Neto, UFSC/POSMEC/LEPTEN/Mestrando

15h15minEfeito de superfícies nanoestruturadas sobre a ebulição nucleada da água / Leila Valladares Heitich, UFSC/PGMAT/LEPTEN/Mestranda

16h Correlação para o cálculo do coeficiente de transferência de calor durante a ebulição convectiva de nanofluidos / Anderson A. U. de Moraes, EESC-USP/Pós-doutorando

16h30minResultados recentes sobre a transferência de calor e padrões de escoamento durante a ebulição convectiva em micro-escala levantados na EESC-USP / Prof. Gherhardt Ribatski, EESC-USP

17h – Queda de pressão durante a ebulição convectiva no interior de micro-canais / Jaqueline Diniz da Silva, EESC-USP/Mestranda

17h30min- Previsão do comportamento térmico de nanofluidos como fluidos de resfriamento de motores a combustão interna / Edwin Ronald Valderrama Campos, PUC-Rio/Doutorando

18h – Projeto de uma bancada para avaliação do uso de nanofluidos como fluidossecundários em sistemas de refrigeração / Eden Rodrigues Nunes Junior, PUC-Rio/Doutorando

Terça 17 de maio

8h30minProdução e Síntese de Nanofluidos / Antônio Remi Hoffmann, UFU/Doutorando Eugênio Turco Neto, UFU/Iniciação Científica

9hComparações de Correlações e Resultados Experimentais da Literatura

sobre Nanofluidos / Juan Gabriel Paz Alegrias, UFU/Doutorando Guilherme Azevedo de Oliveira, UFU/Iniciação Científica

9h30minAnálise Numérica de Escoamentos de Nanofluidos em Tubo Horizontal / Joseph Edher Ramírez Chaupis, UFU/Mestrando

Douglas Hector Fontes, UFU/Iniciação Científica

10hEquipamento Experimental da UFU / Juan Gabriel Paz Alegrias, UFU/Doutorando Antônio Remi Hoffmann, UFU/Doutorando

10h30min – Pesquisas na área de transferência de calor com mudança de fase e escoamento bifásico / Prof. Júlio César Passos, UFSC/LEPTEN

11h – Fechamento / Prof. José A. R. Parise, PUC-Rio

11h15minVisita ao LEPTEN/Boiling

Tags: nanotecnologiaUFSC

Editora lança nesta segunda 65 livros e divulga resultado de concurso de romance

13/05/2011 10:15

Um grande evento literário marcará as comemorações dos 30 anos de fundação da Editora da UFSC e um ano de virada na política gráfica e editorial que a projetou entre as melhores editoras universitárias do país. Em alusão a essas conquistas, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove, na próxima segunda-feira, 16 de maio, às 17 horas, na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos, o lançamento coletivo: “A Editora da UFSC no século XXI”, que trará a publico 65 obras de grande relevância cultural. No mesmo evento, a Editora vai divulgar o nome do vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance, o único no gênero hoje em Santa Catarina.

Para a tarde coletiva de autógrafos foram convidadas todas as pessoas envolvidas na produção intelectual da nova safra da Editora, o que inclui mais de 350 nomes, entre ensaístas, organizadores, escritores e tradutores que assinam 65 títulos publicados em 2010 e 2011. “São livros científicos, técnicos, ensaísticos e literários nas mais diversas áreas, que expressam essa mudança no projeto estético e editorial, caracterizada pela publicação de obras de impacto na cultura contemporânea”, explica a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges.  Depois da divulgação do vencedor do concurso haverá coquetel com tarde autógrafos.

Entre os lançamentos recém-saídos do prelo, o diretor da EduFSC, Sérgio Medeiros, destaca a obra Pensar/Escrever o Animal, um compêndio de 421 páginas que trata de uma das questões mais emergentes do pensamento contemporâneo: a superação da perspectiva antropocêntrica. Fruto de uma parceria com a Fapemig, de Minas Gerais, o livro é a primeira obra publicada no Brasil expressando o pensamento interdisciplinar sobre a relação do homem com outras formas de vida e sobre o impacto dessa relação na própria concepção clássica de ser humano.

Organizado por Maria Esther Maciel e lançado na última semana com grande impacto em Belo Horizonte, Pensar/Escrever o Animal reúne 20 ensaios inéditos, traduzidos para o português, de grandes especialistas internacionais, como Dominique Lestel e Donna Haraway, além de textos de ensaístas brasileiros, como Benedito Nunes, um dos maiores estudiosos da literatura moderna brasileira, Márcio Selligmann-Silva e Raúl Antelo. Os ensaios confluem pesquisas na área da filosofia, literatura, artes, etologia, biologia, arqueologia, zoologia, biopolítica, estudos de gênero, psicologia para discutir as tensões nas fronteiras entre o animal, o humano, a máquina e o artefato na direção de uma ética do inumano ou do pós-humano.

Obras locais e universais

Criada em 1980, a Editora da UFSC tem mais de mil títulos no mercado e publica, em média, 50 livros por ano. Reconhecida pela excelência internacional dos seus títulos, é hoje uma das grandes editoras universitárias do país. Destaca-se também pelo cuidado e rigor de suas edições, além de imprimir formatos inovadores, como livro-estante e caixa-livro. O novo padrão gráfico prioriza o uso de papel pólen e se caracteriza pela apresentação de capas, texturas, cores e ilustrações de elegância estética. Merecedores de resenhas, artigos e indicações de leituras dos principais veículos de cultural do país, os lançamentos impactantes de 2010 e 2011 estão expostos no site e nas vitrines da Livraria Cultura e distribuídos para as principais livrarias do território nacional.

Entre suas mais recentes publicações estão traduções de obras inéditas em língua portuguesa de autores como Mallarmé, Evaristo Carriego, Franz Kafka, Giorgio Agamben e Pierre Bourdieu (no prelo). Também lançou ensaios inéditos no Brasil de Gonçalo Tavares e traduções comentadas da dramaturgia de Shakespeare. Através da aquisição de direitos autorais ou da parceria com outras instituições, lançou obras exclusivas de Linda Hutcheon, Paul Claval, Miguel do Vale de Almeida, Luiz da Costa Lima, Luc-Nancy e Judith Butler (os três últimos no prelo).

Com o Instituto Itaú Cultural reuniu e editou os textos críticos do cineasta catarinense Rogério Sganzerla e prepara a publicação do romance de Glauber Rocha. Para incentivar a produção literária em Santa Catarina, lançou em 2010 o Concurso Romance Salim Miguel e já prepara os concursos para livros de conto, poesia, de roteiro e dramaturgia para os próximos anos. Muita expectativa gira em torno do nome do romancista catarinense que levará o prêmio entre 28 escritores inscritos, muitos autores já consagrados.

A editora traz ao leitor o melhor da produção científica, tecnológica e cultural da UFSC, através de séries como a Didática, Geral, Nutrição e Ética e da publicação dos grandes escritores catarinenses de todas as épocas, como Silveira de Souza, Cruz e Sousa, Rodrigo de Haro, Franklin Cascaes (ambos no prelo). É associada à Liga de Editoras Universitárias, formada pela EdUSP, Unicamp, EdUFPA, EdUNB, EdUFMG e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Há dois anos, os livros da EdUFSC podem ser adquiridos pela livraria virtual www.edufsc.ufsc.br

Raquel Wandelli – assessora de comunicação da SeCArte/UFSC / raquelwandelli@yahoo.com.brraquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Fones: 37219459 e 99110524 / www.secarte.ufsc.brwww.ufsc.br

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Estudantes de Literatura Alemã da UFSC visitam o Museu Victor Meirelles

13/05/2011 09:46

Para conhecer as obras do artista catarinense Victor Meirelles no museu do artista, vinte estudantes de Literatura Alemã/UFSC visitaram na quarta-feira, 11 de maio, a exposição “Construções”, cuja curadoria é de Paulo Reis. Acompanhado pelos professores Werner Heidermann e Maria Aparecida Barbosa, o grupo foi guiado pela antropóloga Simone Rolim de Moura da ação educativa do Museu. 
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Tags: Construçõesliteratura alemãVictor Meirelles

Peça Livres e Iguais tem apresentações neste final de semana

13/05/2011 09:31
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A peça é baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos

Está de volta aos palcos de Florianópolis, após três anos,  um dos mais belos espetáculos da história do teatro catarinense: Livres e Iguais, Teatro de Formas Animadas do grupo Teatro sim… por que não?!. A peça fica em cartaz no Teatro da UFSC até 29 de maio, com apresentações às sextas, sábados e domingos, sempre às 20h30.

Pela visão dos diretores Júlio Maurício, Nazareno Pereira e Nini Beltrame, bonecos de sucata em um cenário de luzes e sombras representam o cotidiano de pessoas comuns, que dependem do lixo para sobreviver e convivem com a falta de moradia e trabalho nos grandes centros urbanos do Brasil.
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Tags: Livres e IguaisTeatro da UFSC

DAC abre inscrições para novas oficinas de Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais

13/05/2011 09:07

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para três novas oficinas de Arte: Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais (Pintura e Técnicas Mistas). As inscrições devem feitas na Secretaria do DAC, de 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.  As oficinas acontecem entre 19 de maio e 21 de julho.
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Tags: artes visuaisDACoficinas de arte

A Fundação José Boiteux inaugura nesta sexta o painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito

12/05/2011 15:12

A Fundação José Arthur Boiteux  ( www.funjab.ufsc.br) convida para a inauguração do painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito, nesta sexta-feira, 13 de maio, às 10h, no Centro de Ciências Jurídicas. Após a inauguração haverá palestra  com o presidente da FAPESC, Sérgio Gargioni, sobre o Panorama da pesquisa em Santa Catarina.A Faculdade de Direito de Santa Catarina, que veio a integrar a Universidade Federal de Santa Catarina, foi fundada em 11 de fevereiro de 1932 e tem  hoje mais de 1.000 alunos de graduação e pós-graduação.

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Tags: Faculdade de direitoFundação BoiteuxFundadores faculdade de direitoUFSC

Inscrições para bolsas de iniciação científica encerram no dia 16 de maio

12/05/2011 10:24

Prosseguem até a próxima segunda-feira, 16 de maio, as inscrições para Bolsas de Iniciação em Pesquisa Científica e Tecnológica (IC), em convênio com o CNPq, no âmbito dos Programas PIBIC/CNPq (443 bolsas), para o programa PIBITI/CNPq (50 bolsas) e para o PIBIC-Af/CNPq (25 bolsas), e do Programa BIPI/UFSC (130 bolsas), subvencionado pela UFSC.

O valor mensal da bolsa é atualmente de R$ 360. A inscrição, seleção e acompanhamento dos bolsistas são feitos de forma integrada e regulados pela Resolução Normativa 017/CNPq e pela Resolução Normativa N.º 07/CUn/2010. Este programa é voltado ao desenvolvimento do pensamento científico e tecnológico e à iniciação à pesquisa de estudantes de graduação do ensino superior.

Clique aqui para acessar o Edital 2011/2012.

Clique aqui para inscrição

Tags: Iniciação Científica

Mostra do Festival Mix Brasil na UFSC

12/05/2011 09:55

O Ciclo de Cinema Trânsitos Contemporâneos traz à UFSC uma mostra de filmes e vídeos de curta-metragem selecionados do Festival Mix Brasil, realizado em São Paulo desde 1993. São oito títulos que resumem um pouco da história e dos significados deste que é considerado o “maior fórum de cinema GLBT da América Latina”. A exibição será realizada no dia 20 de maio, a partir de 15h, no Anfiteatro no Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

Serão realizados debates com o doutorando Marcos Aurélio da Silva (Transes/PPGAS/UFSC) e com o mestrando Glauco Ferreira Batista (Transes/PPGAS/UFSC). O Ciclo de Cinema e Debates Trânsitos Contemporâneos é uma realização do Núcleo de Antropologia do Contemporâneo (TRANSES), da UFSC, e tem como objetivo abrir um espaço de diálogo crítico sobre questões do tempo presente a partir da exibição de filmes e posterior debate entre comentadores convidados e a plateia.

Mais informações:  glaucoart@gmail.com / mirebrito@gmail.com / mariafer@matrix.com.b

Programação:
– Eu não quero voltar sozinho, direção Daniel Ribeiro, BRA, 2010,17’
–  Babysitting Andy, direção Pat Mills, CAN, 2007, 11’
– O Móbile: Admiração, direção Lilian Werneck, BRA, 2010, 25’
– Rubbuds, direção Jan Chen, EUA, 2009, 3’
– Furico li Furico lá, direção Sandra Brogioni, BRA, 2009, 4’
– Panteras fora do armário, direção Sandra Brogioni, BRA, 2009, 5’
– A Drag a Gozar, direção Kiko César, BRA, 2007, 5′
– Travileirinho, de Rodrigo Averna, BRA, 2010, 4’

Professora Mara Lago recebe título de Professora Emérita

12/05/2011 09:30

No dia 23 de maio acontecerá a outorga do título de Professora Emérita da UFSC à professora Mara Coelho de Souza Lago, do Departamento de Psicologia. A professora aposentou-se no ano passado, mas continua exercendo atividades profissionais junto ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia e ao Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas, na modalidade de professora voluntária. A cerimônia será realizada no Auditório da Reitoria, às 19 horas, e toda a comunidade acadêmica da UFSC está convidada a prestigiar a homenagem.

Mais informações com a professora Edite Krawulski – Chefe do Departamento de Psicologia – telefone 3721-8548.

DAC abre inscrições para novas oficinas de Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais

11/05/2011 16:40

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para três novas oficinas de Arte: Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais (Pintura e Técnicas Mistas). As inscrições devem feitas na Secretaria do DAC, de 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.  As oficinas acontecem entre 19 de maio e 21 de julho.

Essas novas oficinas estão sendo realizadas devido ao edital recém realizado pela UFSC que viabiliza a atuação de instrutores de arte da comunidade no projeto de extensão Oficinas Livres de Arte do DAC. Continuam em andamento outros cursos e oficinas que iniciaram neste semestre. A relação dessas atividades pode ser conferida no site www.dac.ufsc.br.

Não será cobrada mensalidade, apenas uma taxa de inscrição, por oficina, no valor de R$ 50. Os interessados devem se inscrever na Secretaria do DAC e, em seguida, efetuar depósito no Banco do Brasil, agência 3582-3, C/C 203142-6/Fapeu. A confirmação da inscrição será mediante o comprovante do depósito bancário.

Serviço:

O QUÊ: Inscrições de Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

QUANDO: De 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.

ONDE: no DAC – Departamento Artístico Cultural (Igrejinha da UFSC), Praça Santos Dumont, 117, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Taxa única de inscrição R$ 50, sem cobrança de mensalidade.

INFORMAÇÕES: (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br

Obra fotográfica de Rosana Cacciatore

OFICINA DE FOTOGRAFIA (INTRODUÇÃO À ARTE DA FOTOGRAFIA)

Ministrante: Rosana Cacciatore

Data: 19/05 a 07/07

Carga Horária: 20 horas

Horário: 5ª feiras, das 14h às 17h

Número de alunos: 15 alunos por turma

Requisito: o aluno deve possuir câmera fotográfica digital, não necessariamente profissional.

Sobre a ministrante

Rosana Cacciatore, natural de Porto Alegre-RS, é graduada em Comunicação Social pela PUCRGS, Mestre em Teoria Literária pela UFSC, com pesquisa sobre imagens. Cursou disciplinas na Université de Paris VIII na área de cinema e fotografia. Atua profissionalmente no âmbito da academia e do mercado de trabalho. Como professora, ministrou disciplinas e orientou projetos nos Cursos de Cinema, Publicidade e Jornalismo na Universidade do Sul de Santa Catarina por 10 anos. Como profissional, atua como fotógrafa, editora e assessora de comunicação e imprensa para instituições e projetos culturais. Já trabalhou para Folha de São Paulo, Diário Catarinense, Fundação Franklin Cascaes, RBS TV, Standard, Olgivy and Mather/POA, Lynxfilm/POA, TVI Produções Audiovisuais, Editora Jornal Notícias do Dia, Ministério do Interior, Olho Mágico Espaço Multiarte, entre outras, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Radicada em Florianópolis desde 1989.

Sobre a Oficina

A oficina tem como objetivo oportunizar o conhecimento básico da técnica, da história e da estética fotográfica conjugado a exercícios práticos de produção de imagens. O curso é dividido em três módulos: histórico, estético e técnico. As aulas serão teóricas e práticas para aplicação dos conceitos. Ao final, os alunos desenvolvem ensaio temático. Aberta a pessoas interessadas em fotografia de um modo geral, iniciantes (jovens e adultos) que desejam conhecer melhor a técnica e a estética fotográfica.

Ementa

Século XIX: a fotografia como espelho do mundo (apontamentos históricos, teóricos e estéticos do período). Século XX: a foto como operação de codificação das aparências e como traço do mundo (apontamentos históricos e estéticos do período). Noções de composição: plano, linhas, cores, perspectiva, volumes/luz. Conceitos fotográficos. O olho humano: a percepção visual. A câmera fotográfica: corpo, obturador, diafragma, filme, foco, fotometria, distância focal / objetivas. Os conceitos digitais: ccd, pixel, resolução, tipos de arquivo, Redimensionamento da imagem. Século XXI: a fotografia contemporânea/ as possibilidades digitais.

Gustavo Tirelli com uma de suas obras

OFICINA DE CERÂMICA

Ministrante: Gustavo Tirelli

Data: 19/05 a 21/07

Carga Horária: 30 horas

Horário: 5ª-feiras, das 14h às 17h30

Número de alunos: 10 alunos por turma

Requisito: aberta a todos os interessados (jovens e adultos), iniciantes ou já praticantes da Cerâmica.

Sobre o ministrante

Gustavo Tirelli é Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina desde 2008. Teve como mestres Maria Betânia da Silveira, José Luiz Kinceler e Luis Carlos Canabarro Machado e desenvolve pesquisas sobre queimas cerâmicas, construção de fornos, e construção de instrumentos sonoros a partir da cerâmica.

Sobre a Oficina

A oficina de Cerâmica acontecerá em encontros semanais de três horas e meia, e está aberta a todos os interessados (jovens e adultos), sejam esses iniciantes ou já praticantes da Cerâmica.  A oficina é um espaço para o estudo e a prática Cerâmica com ênfase em suas principais técnicas de construção e acabamentos, tais como acordelado, modelagem manual, placas, moldes, engobes, terras sigilatas e esmaltação. Com o objetivo de estimular os participantes ao reconhecimento de suas poéticas, o curso pretende abordar diversas aplicações das técnicas estudadas, nos módulos em que se organiza: Módulo I, Introdução ao conhecimento cerâmico. História da Cerâmica.  Conceitos básicos; Módulo II, modelagens e acabamentos manuais; Módulo III, Confecção de moldes de gesso; Módulo IV, desenvolvimento de pastas cerâmicas para usos específicos a partir dos processos desenvolvidos.

Ementa

Propiciar o entendimento dos principais conceitos da Cerâmica, sua história e usos até a contemporaneidade. Habilitar os alunos para a prática de modelagem manual e com moldes. Utilizar técnicas de pintura e acabamentos tais como engobes, terras sigilatas e esmaltação. Desenvolver poéticas ligadas à construção artística, ao fazer escultórico e aos processos individuais e coletivos de criação e seus desdobramentos para uma Arte Contemporânea.

Meg Roussenq, instrutora de Artes Visuais

OFICINA DE ARTES VISUAIS (PINTURA E TÉCNICAS MISTAS)

Ministrante: Meg Tomio Roussenq

Data: 24/05 a 12/07

Carga Horária: 32 horas

Horário: 3ª feiras, das 14h às 18h

Requisito: aberta a todo interessado acima de 15 anos.

Sobre a ministrante

Meg Tomio Roussenq, artista plástica, nasceu em Rio do Sul-SC, graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, especializou-se em pintura mural e afresco – Mezzolombardo, Itália. Atualmente frequenta o Curso de Bacharelado em Artes Plásticas – UDESC.

Atua como professora de artes ministrando curso de pintura e seus atravessamentos no processo de criação, em cidades como: Rio do Sul, Ibirama e Florianópolis (Oficinas do MASC – Fundação Catarinense de Cultura). Ministrou Workshop pelo SESC, Capacitação para professores de arte da rede pública estadual e particular, Seminários na FURB e UNIPLAC, cursos de arte em todo o Estado através de projeto de itinerância, pela Fundação

Catarinense de Cultura, assim como em Universidades do Estado. Participou como orientadora do projeto PRETEXTO/SESC. Como artista fez cursos com Rubens Oestroem, Juliana Fuganti, Raquel Stolf, Dudi Maia Rosa, Edite Derdyke, Fernando Cochiarelle, Daniel acosta, Tadeu Guiarelli, grupo Saiartes SP/USP, Nàdia Lamas, Teresa Ricardi (Argentina), Eduardo Frota, Nuno Ramos, Lara Almarcegui (Espanha), Roy Gray ( Inglaterra), Paulo Gaiad, Rosangela Scheren, Anita  Koneski, Dora Longo Bahia, Silvana Macedo, entre tantos  outros.

Artista multimeios, que tem no seu trabalho atual a pintura como processo. Nunca descolada de conceitos, sua produção nasceu do projeto de pesquisa- corpo palavra na escritura do desastre nas artes contemporâneas em Maurice Blanchot e Emmanuel Levinas.

Como artista já fez mais de 35 exposições individuais e 53 exposições coletivas. Participa do grupo de pesquisa em vídeo-arte (Membrana)-UDESC. Participou do Laboratório de Textos (criação de livros artísticos)-UDESC. Participou do Projeto: Blanchot, Levinas e a Escritura do Desastre nas Artes Contemporâneas, orientado por Anita Prado Koneski – UDESC. Vive e trabalha em Florianópolis

Sobre a oficina

Propor investigações no campo da pintura como linguagem dentro da contemporaneidade, passando pelas questões conceituais e técnicas que a constituem, além de possibilitar o máximo de situações onde os alunos possam dar ênfase às suas poéticas dentro da busca por um repertório singular no campo das artes visuais.

As possibilidades de linguagem pictórica como veículo artístico, frente às novas rupturas conceituais, vão possibilitar ao aluno: Localização de repertórios pessoais; Questões conceituais no pensamento moderno contemporâneo; Pintura a óleo, aquarela e têmpera; Prática em suportes alternativos, além de telas, papel e madeira; Proposição de projetos que envolvam a linguagem da pintura e interfaces.

Nesta experiência estética, o texto poético será esburacado e rediscutido no processo da pintura. Através da cor e da linha, novas narrativas visuais serão propostas, estimulando e desencadeando o processo de criação.

O Departamento Artístico Cultural (DAC) faz parte da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: [CW] e Rafael Gomes (Acadêmico de Jornalismo), Assessoria de Imprensa do DAC: SECARTE: UFSC, com textos dos artistas-instrutores.

Crédito da foto de Meg Tomio Roussenq : Rafael Gomes/DAC

Tags: DAC/UFSCoficinas de arte

1º Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo

11/05/2011 08:12

Estão abertas a partir de hoje, 11 de maio, as inscrições para o 1º Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo. O evento será nos dias 09 e 10 de junho na Universidade Federal de Santa Catarina. As inscrições, gratuitas e limitadas a 150 vagas, podem ser feitas através do site www.bapijor.ufsc.br, onde também estão disponíveis mais informações e a programação completa.
(mais…)

Tags: éticajornalismoseminário

UFSC vai melhorar segurança alimentar das ostras

10/05/2011 16:28

Santa Catarina é o primeiro estado brasileiro a analisar a ameaça de organismos marinhos capazes de veicular doenças por meio da ingestão de ostras cultivadas. A investigação está sendo conduzida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e à Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Com a liberação da terceira e última parcela dos recursos do governo estadual em maio, pesquisadores poderão concluir o estudo sobre os vibrios marinhos – principais causadores de gastroenterites associadas ao consumo de ostras –, sua resistência a antibióticos e outros aspectos dos organismos presentes em fazendas marinhas da baía sul, em Florianópolis.

“O desenvolvimento desta pesquisa vem colaborando com o crescimento da credibilidade e ganho de mercado desta importante atividade sustentável, que é a ostreicultura em Santa Catarina”, diz Cleide R.W. Vieira, coordenadora da pesquisa. Ela também cita a redução de barreiras sanitárias para a comercialização de ostras fora do estado e mesmo do país como outro benefício da investigação, que deve gerar tecnologias a serem repassadas para os produtores locais. “Além disso, o desenvolvimento de referência científica para tratamentos com uso de antibióticos adequados no caso da ocorrência de infecções causadas por vibrios, diminui a gravidade do problema e os custos de tratamento para o poder público”, arremata Cleide Vieira.

Mais informações com a professora cleiderosana@cca.ufsc.br.

Por Heloísa Dallanhol /Assessoria Fapesc

Tags: AquiculturaFapesc

Biblioteca Universitária completa 35 anos

10/05/2011 16:12
Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Uma cerimônia simples marcou, na manhã desta terça-feira, dia 10, o 35º aniversário da Biblioteca Universitária da UFSC. Com a participação do reitor Alvaro Toubes Prata, do vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva e de vários pró-reitores e diretores, foi servido um bolo aos presentes, incluindo os funcionários e parte dos frequentadores que passavam pelo hall da BU. A diretora da biblioteca, Narcisa de Fátima Amboni, teve uma indisposição e não pode comparecer.

Em seu lugar, quem fez a recepção foi o chefe da Divisão de Assistência ao Usuário, João Oscar do Espírito Santo, que está há 28 anos na instituição. Ele destacou os avanços obtidos pela biblioteca, incluindo as aquisições de e-books e do scanner planetário, e agradeceu o empenho da administração da Universidade em atender às demandas da casa. “Somos referência não mais apenas em livros impressos, mas como marco do conhecimento”, ressaltou.

O pró-reitor de Infraestrutura, João Batista Furtuoso, elogiou os servidores e disse que “a BU alcançou um elevado patamar graças a eles”. Ele lamentou a falta de reposição de pessoal, que afeta toda a Universidade, mas ressaltou os avanços tecnológicos que permitem aos alunos fazer consultas a distância e usar a internet em todos os ambientes da biblioteca. No momento, o prédio passa por um processo de climatização e recebe investimentos em infraestrutura e acervo, com ampliação dos espaços reservados aos usuários e compra de livros com a assessoria de professores.

Finalizando o ato, o reitor Alvaro Prata deu um depoimento pessoal, relembrando do tempo em que, como estudante de mestrado, fez uso intensivo do acervo da Biblioteca Universitária. Ele afirmou estar contente com a possibilidade de suprir o problema de mão de obra com “um dos maiores concursos da história da Universidade”, marcado para este semestre.

Depoimentos de ex-funcionários e estudantes também respaldaram o bom trabalho que a BU vem realizando. Nos dois casos, foi destacado que nunca a biblioteca teve tanto apoio da administração central quanto nesta gestão.

Exposição – Para comemorar os 35 anos, a biblioteca montou uma exposição na sala ao lado do hall, onde aparecem fotos antigas, fôlderes, cartazes, catálogos, revistas, marcadores de página e materiais utilizados em outros períodos da história da casa. Chamam a atenção também as fichas de controle de registro de livros e as fichas de leitores, marcas dos tempos que precederam o advento da informática.

Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom

Tags: biblioteca