Professor guarani da aldeia Araça-Í ingressa na UFSC

16/03/2011 10:17

Hélio Karaí Fernandes, 26 anos, membro e líder comunitário da aldeia Araça-í, educador da E. E. I. Mbya Arandu, jurisdição do Núcleo Regional de Educação da Área Metropolitana Norte, vai realizar o sonho de cursar uma faculdade específica para professores indígenas. Ele é um dos 120 alunos Guarani, Kaingáng e Xokleng aprovados no Vestibular do Curso Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, iniciado dia 14 de março de 2011, na Universidade Federal de Santa Catarina. A universidade ofertou 40 vagas para cada etnia dos territórios do sul e sudeste do país, localizados em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Espírito Santo.
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Tags: guaraniprofessorUFSC

Exposição fotográfica traz Açores a São José

15/03/2011 18:20
Fotos: Joi Cletison

Fotos: Joi Cletison

Arquitetura, festas populares, costumes tradicionais, e também as belezas naturais são temas da exposição Açores, de Joi Cletison: as 17 fotos ampliadas trazem imagens das ilhas do Pico, São Jorge, Terceira, Graciosa, Faial, São Miguel e Corvo, e ficam expostas de 17 de março até 3 de abril, no Shopping Ideal (São José/SC).

Diretor do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da UFSC, Joi montou a exposição para comemorar os 260 anos da chegada dos emigrantes açorianos que povoaram o sul do Brasil, especificamente o Estado de Santa Catarina. O evento faz parte da programação da Mostra Açoriana em comemoração ao dia do município de São José (19/03). Além das exposições fotográficas, haverá apresentações do Folclore Açorianos e também demonstração e venda do artesanato de referência açoriana.

Joi atua como fotógrafo há mais de 25 anos e tem dezenas de exposições realizadas no Brasil e no exterior. A proposta da exposição é percorrer as diversas cidades do litoral de SC povoadas por emigrantes açorianos.

Mais Informações 48-3029.7305 ou carolina@shoppingideal.com.br

Fotografias para divulgação: http://www.nea.ufsc.br/fotos_joi_cletison_acores.zip

SERVIÇO:

Local: Shopping Ideal, Rua Adão Manoel da Silva, nº 584 – Areias, São José/SC
Período: 17/03 a 3/04/2011 das 10 às 22 horas.

Promoção: Shopping Ideal, RIC Record e Universidade Federal de santa Catarina

Apoio Cultural: Governo Autônomo dos Açores e Agencia de Comunicação da UFSC

Realização: Núcleo de Estudos Açorianos/UFSC

Texto de apresentação:

“A proposta desta exposição é viajarmos pelo Arquipélago dos Açores através da visão panorâmica e fotográfica de Joi Cletison. Usando o seu afinado e seleto olhar ele nos apresenta aspectos dos Açores e dos Açorianos, desde a paisagem, o cotidiano, a arquitetura, as tradições, a brincadeira com o touro, a religiosidade, o culto ao Divino Espírito Santo, em momentos cristalizados nestas fotografias.

O Arquipélago dos Açores é formado por nove ilhas de formação vulcânica (Santa Maria, São Miguel, Terceira, Faial, Pico, São Jorge, Flores, Graciosa e Corvo) e está localizado no Atlântico Norte a uma distância aproximada de 1.600 km do continente europeu.

Conhecendo um pouco das Ilhas Atlânticas, certamente que nos reconheceremos açorianos no nosso Litoral Catarinense e na nossa Ilha de Santa Catarina”.

Francisco do Vale Pereira

Historiador/NEA/UFSC

Tags: AçoresexposiçãoNúcleo de Estudos Açorianos (NEA)

Encerramento do Projeto Valorização de Produtos Agroalimentares de Qualidade consagra alimentação sustentável

15/03/2011 15:52

O auditório da Reitoria recebeu, no fim de fevereiro, a cerimônia de encerramento do projeto Valorização dos Produtos Agroalimentares de Qualidade (Vapraq), uma parceria entre a UFSC por meio do Centro de Ciências Agrárias (CCA), do Departamento de Fitotecnica (CCA) e a Universidade Teramo/Itália. Ao final houve degustação de azeite de oliva do Frantoio Montecchia/ Teramo, com a presença do produtor Gennaro Montecchia.

A UFSC é parceira da universidade italiana desde 2006. O convênio está em vias de renovação até 2016, compreendendo mobilidade acadêmica (estudantes e professores) e o Projeto VAPRAQ que visa a capacitação de brasileiros com cidadania italiana residentes nos estados de Santa Catarina e Paraná, tendo concluído, ao menos, o ensino médio e tendo entre 18 e 64 anos.

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Tags: alimentação sustentávelAndrea FantiniUniversidade TeramoVapraq

Destaques da Iniciação Científica são homenageados

15/03/2011 12:42

Fotos: Paulo Noronha / Agecom

Seis jovens cientistas que representarão a UFSC na Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC) receberam na manhã dessa terça-feira, 15 de março, a homenagem de Destaques da Iniciação Científica.

Henrique Von Paraski, Ana Carolina Ribeiro Lobo de Cassiano, Aline Boschi Moreira, Leandra Formentão, Camilla Furtado e Carlos Cristiano de Jesus Alcântara (que foi representado na cerimônia por Alan Dorneles) foram selecionados pela qualidade do trabalho apresentado no 20º Seminário de Iniciação Científica da UFSC. O encontro foi realizado nos dias 20, 21 e 22 de outubro de 2010.

“O que uma grande universidade pode fazer de melhor é preparar o estudante para buscar, selecionar e aplicar o conhecimento. E o instrumento mais poderoso nesse processo é a pesquisa”, destacou o vice-reitor da UFSC, professor Carlos Alberto Justo da Silva.

A pró-reitora de Pesquisa e Extensão da UFSC, professora Débora Peres Menezes, lembrou que a premiação é resultado de um amplo processo de análise dos trabalhos desenvolvidos pelos estudantes. No 20º Seminário de Iniciação Científica da UFSC foram avaliados 198 painéis na área de Ciências da Vida, 303 na de Ciências Exatas e da Terra e 217 na área de Ciências Humanas e Sociais – e apenas um painel em cada um destes campos foi selecionado, permitindo a seu autor ser  Destaque da Iniciação Científica.

O seminário teve também 54 apresentações orais (18 em cada uma das áreas) e apenas um estudante em cada uma delas foi escolhido como Destaque. A pró-reitora ressaltou também na cerimônia de premiação a importância dos professores orientadores no processo de Iniciação Científica.

Além de receber placa e diploma, os seis estudantes Destaques da Iniciação Científica 2010 terão inscrição, transporte e hospedagem pagos pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão da UFSC para participar da Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), que será realizada durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A reunião, um dos mais importantes eventos científicos do país, será realizada entre 10 e 15 de julho, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO).

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9332

Por Arley Reis / Jornalista na Agecom

Estudantes selecionados como Destaques da Iniciação Científica 2010

ALUNO ORIENTADOR DEPTO CENTRO DESTAQUE
HENRIQUE VON PARASKI ROLF BERTRAND SCHROETER Engenharia Mecânica CTC APRES. ORAL Ciências Exatas e da Terra
CARLOS CRISTIANO DE JESUS ALCANTARA IVO BARBI Engenharia Elétrica CTC PAINEL
Ciências Exatas e da Terra
ANA CAROLINA RIBEIRO LOBO DE CASSIANO JULIA SILVIA GUIVANT Sociologia Política CFH APRES. ORAL Ciências Humanas e Sociais
ALINE BOSCHI MOREIRA ORIDES MEZZAROBA Direito CCJ PAINEL
Ciências Humanas e Sociais
LEANDRA FORMENTÃO MARIO STEINDEL Microbiologia e Parasitologia CCB APRES. ORAL
Ciências da Vida
CAMILLA FURTADO MARISA MONTICELLI Enfermagem CCS PAINEL
Ciências da Vida
Tags: ICIniciação Científica

Cartilha contra o trote sujo faz sucesso dentro e fora do campus

15/03/2011 10:36

Fotos: Thaine Machado / Bolsista na Agecom

A Cartilha de Prevenção às Violências Sexistas, Homofóbicas e Racistas nos Trotes Universitários tinha no primeiro dia de aula, 14/03, a data oficial de seu lançamento. A solenidade estava marcada para as 18h30, no hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), quando seria feita uma manifestação e a distribuição dos livretos, mas na ocasião reuniram-se apenas as equipes da Agecom e da TV UFSC, a professora Miriam Grossi e alguns bolsistas do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) para um bate papo sobre a obra.

É que o dia dos integrantes do NIGS começou cedo e seguiu cheio até a noite: às seis da manhã divulgaram a cartilha em um programa de TV local; distribuíram a publicação em diversos Centros; fizeram um apitaço na fila do Restaurante Universitário ao meio dia e também estiveram presentes na solenidade de recepção dos calouros, além de conversarem diretamente com os novos estudantes em sala de aula. Depois de tanta correria, a cerimônia acabou ficando em segundo plano, já que sua função principal – apresentar a cartilha à comunidade universitária – foi mais do que cumprida.

“A receptividade foi ótima. Dos cerca de 70 coordenadores de curso que contatamos, metade nos respondeu positivamente, abrindo espaço para que falássemos da publicação diretamente nas salas”, atesta a professora Miriam, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) e do NIGS. O sucesso – comprovado também pelos comentários da maioria dos estudantes, que manifestavam sentimentos como alegria e alívio ao terem contato com a obra -, se estendeu para além do bairro Trindade: não só acadêmicos de Engenharia de Mobilidade, do campus de Joinville, como também alunos de universidades de Brasília, Minas Gerais, da Bahia e do Rio de Janeiro entraram em contato com o Núcleo solicitando cópias da cartilha ou autorização para reproduzi-la. A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) planeja também imprimi-la, seguindo o exemplo da UFSC no combate às práticas discriminatórias que acontecem a cada início de semestre.

Maria Otávia Costa está matriculada na 3ª fase de Antropologia e conta que, como faz parte da primeira turma do curso na UFSC, não chegou a ser submetida às brincadeiras entre calouros e veteranos. Bolsista do NIGS, participou da confecção da Cartilha, e, junto com seus colegas, idealizou o trote dos calouros desse semestre. “Primeiro imaginamos o trote tradicional, mas depois refletimos e conseguimos encontrar uma alternativa, inspirados num texto sobre rituais, de autoria de um antropólogo. Vai ser algo simples, que pretende não assustar as pessoas”. A estudante não revela detalhes porque a brincadeira ainda vai ser realizada.

Gabriela Figueiredo Santos, aluna da 6ª fase de Ciências Sociais, também é bolsista e presenciou já no primeiro dia de aula os trotes sujos ocorrendo no campus e arredores. Raruilquer Oliveira, colega de Gabriela e representante do Coletivo LGBT da UFSC (Gozze), ouviu comentários discriminatórios quando saía da cerimônia de recepção aos calouros após a intervenção feita por seu grupo. “Temos consciência do grande número dos casos de homofobia que ocorrem na Universidade. As manifestações de reprovação só demonstram a necessidade de discutirmos essas relações”, defende. O extremo oposto, entretanto, parece ser a reação da maioria. “Eu sou calouro. Obrigado por essa ação” – foi um dos retornos positivos relatados pelos bolsistas. Se o trote sujo é imposto por quem teve que se submeter ao mesmo ritual no passado, a perspectiva é a de que, nos próximos semestres, os alunos das segundas fases carreguem consigo a cartilha na hora de aplicar o ritual.

Leia mais sobre a Cartilha aqui.

Por Cláudia Schaun Reis/ Jornalista na Agecom

Feira de livros de editoras universitárias oferece até 70% de desconto

15/03/2011 09:09

Fotos: Paulo Noronha / Agecom

A coisa perdida: Agamben comenta Caproni, organizado e traduzido por Aurora Bernardini, Ecos no porão II, livro do contista catarinense Silveira de Souza e Do jeito que você gosta, tradução de Shakespeare. Esses lançamentos que acabaram de sair do prelo compõem uma pequena mostra dos livros que a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, pela primeira vez em parceria com a Liga das Editoras Universitárias (LEU), coloca à venda na volta às aulas, com descontos variando entre 15 a 70%. Até o dia 8 de abril, na Praça da Cidadania da UFSC, a Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU vai oferecer com descontos vantajosos 8.200 mil volumes de suas antigas e novas coleções.

Ao todo aproximadamente 780 títulos e 7.200 livros da EdUFSC serão vendidos com 50 a 70% de desconto e 500 títulos de outras editoras universitárias filiadas à LEU terão 15 a 30%, incluindo-se as da Unicamp, USP, UFMG e UFBA, todas trazendo obras de interesse universal. É a oportunidade de adquirir pela metade do preço em condições normais, o livro Desgostos; novas tendências estéticas, do filósofo italiano Mário Perniola, que será vendido somente na Feira a R$ 16,00. Outros exemplos da nova coleção da EdUFSC são: George Bataille, filósofo, por R$ 12,00; Poetas da Catalunha, que custará R$ 11,00 e A Coisa perdida, que baixou de R$ 45,00 para 23,00. Com tradução inédita em língua portuguesa, o célebre comentário de Agamben com a seleção dos poemas de Caproni será lançado na Feira. A obra foi recomendada pela mídia nacional entre os dez melhores produtos culturais do país. Ecos no porão, segundo volume da coletânea de contos de Silveira de Souza também será lançado com preço especial de R$ 15,00.

Aberta ao público universitário e a toda comunidade, a feira ocorre em tendas cobertas localizadas na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria. Incluem-se entre as obras oferecidas a Série Didática, composta por livros solicitados em diversas graduações (Medicina, Farmácia, Enfermagem, Engenharias, Química, Física, Matemática, Português) e autores que costumam ser solicitados na lista do Vestibular das universidades catarinenses. Entre as novas edições da Série Didática, o editor Sérgio Medeiros destaca títulos como Anatomia sistêmica, Introdução à engenharia e Estatística aplicada às ciências sociais e Manual básico do desenho. O volume Farmacognosia, um dos clássicos da EdUFSC, recentemente reeditado, também estará à venda com desconto. Coordenada por Fernando Wolf, a feira funciona sempre das 9 às 19 horas, exceto aos sábados e domingos.

Lançamentos da EdUFSC à venda na Feira:

  • Ética das virtudes – JOÃO HOBUSS (ORGANIZADOR)
  • A coisa perdida – AURORA FORNONI BERNARDINI (ORGANIZAÇÃO E TRADUÇÃO)
  • A decadência de Santa Catarina – HENRIQUE LUIZ PEREIRA OLIVEIRA • MARLON SALOMON
  • Fundamentação filosófica – GIOVANI LUNARDI • MÁRCIO SECCO
  • Redes locais – MARCELO RICARDO STEMMER
  • Georges Bataille – FRANCO RELLA • SUSANNA MATI
  • Desgostos; novas tendências estéticas – MARIO PERNIOLA
  • 4 poetas da Catalúnia – LUIS SOLER (ORG.)
  • 28 desaforismos –  FRANZ KAFKA –  SILVEIRA DE SOUZA (TRADUÇÃO)
  • Ecos do porão vol 1 – SILVEIRA DE SOUZA
  • Educação do corpo em ambientes educacionais – FÁBIO MACHADO PINTO • ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ • DEBORAH THOMÉ SAYÃO  (ORGANIZADORES)
  • Discussão de novos paradigmas –  JAIME COFRE • KAY SAALFELD (ORGANIZADORES)

Por Raquel Wandelli, jornalista na SeCArte

(048) 37219459 e 99110524

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@ufsc.br

Tags: EdUFSCFeira de Livros

Universidade premia estudantes que se destacam na iniciação científica

15/03/2011 08:28

Seis estudantes de graduação da UFSC serão homenageados nesta terça-feira, 15 de março, como Destaques da Iniciação Científica 2010. A cerimônia será realizada a partir de 11 horas, na Sala dos Conselhos, prédio da Reitoria. Os jovens cientistas foram selecionados pela qualidade do trabalho apresentado no 20º Seminário de Iniciação Científica da UFSC, realizado nos dias 20, 21 e 22 de outubro de 2010. A iniciação cientifica é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa. O seminário da UFSC é um momento de avaliação dos trabalhos e também uma oportunidade para que os jovens universitários apresentem seus trabalhos.

Os estudantes reconhecidos como Destaques da Iniciação Científica 2010 serão inscritos para apresentação dos trabalhos na Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A reunião, um dos mais importantes eventos científicos do país, será realizada entre 10 e 15 de julho, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO). Além da inscrição, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão vai custear hospedagem e transporte.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9332

Estudantes selecionados como Destaques da Iniciação Científica 2010

ALUNO ORIENTADOR DEPTO CENTRO DESTAQUE
HENRIQUE VON PARASKI ROLF BERTRAND SCHROETER Engenharia Mecânica CTC APRES. ORAL Ciências Exatas e da Terra
CARLOS CRISTIANO DE JESUS ALCANTARA IVO BARBI Engenharia Elétrica CTC PAINEL
Ciências Exatas e da Terra
ANA CAROLINA RIBEIRO LOBO DE CASSIANO JULIA SILVIA GUIVANT Sociologia Política CFH APRES. ORAL Ciências Humanas e Sociais
ALINE BOSCHI MOREIRA ORIDES MEZZAROBA Direito CCJ PAINEL
Ciências Humanas e Sociais
LEANDRA FORMENTÃO MARIO STEINDEL Microbiologia e Parasitologia CCB APRES. ORAL
Ciências da Vida
CAMILLA FURTADO MARISA MONTICELLI Enfermagem CCS PAINEL
Ciências da Vida
Tags: Destaque da Iniciação Científica

Projeto 12:30 inicia o ano com duas apresentações musicais na UFSC

15/03/2011 07:56

Bergamotis abre Projeto 12:30 nesta quarta

Bergamotis abre Projeto 12:30 nesta quarta

Nesta quarta-feira, 16/03, o Projeto 12:30 dá as boas-vindas aos calouros da Universidade e inicia as atividades do ano com o show da banda Bergamotis.  Depois da criação do forró e do sertanejo universitário – neo-estereotípicos elitistas sociais e não necessariamente culturais – a Bergamotis é, segundo seus integrantes, ironicamente, a precursora do rock universitário, que mistura rock com rock e com o que mais quiser.

A banda Bergamotis surgiu da união de músicos que tocam juntos, se conhecem e trabalham com música desde o final do século passado em Florianópolis. Estes músicos, que se encontram constantemente no Estúdio Jardim Elétriko, na Trindade, passaram a preparar um repertório eclético, diferente e baseado em rock´n roll nacional e internacional. Músicas dos Beatles, Rolling Stones, Elvis Presley e Bob Marley se misturam com canções nacionais dos Mutantes, Rita Lee, Cazuza, Gilberto Gil e Caetano Veloso, chegando até Roberto Carlos e Chico Buarque.

A formação básica de guitarra, baixo, bateria e voz torna o show prático e dinâmico. Em 2010, a Bergamotis concentrou a maioria de seus shows para o público universitário da Ilha.

Formação da Banda:

Paulo  Brum (Paulete) – Voz;  Marcelo Solla – Guitarra e Voz; Luiz Maia – Baixo e Voz; Silvio César Nazzario – Bateria e Voz.

Projeto 12:30 Acústico abre o ano com a banda Habitantes de Zion

Habitantes-de-Zion é atração do 12:30 Acústico

Habitantes-de-Zion é atração do 12:30 Acústico

O Projeto 12:30 Acústico inicia as apresentações do ano nesta quinta-feira, 17/03, com show da banda de reggae Habitantes de Zion. O espetáculo acontece às 12h30min, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. É gratuito e aberto à comunidade.

A banda Habitantes de Zion foi fundada em meados de 2004 em Florianópolis por Maurício Zion, o ‘Mister Roots’, com alguns companheiros de filosofia e trouxe para o ritmo quente do reggae as suas composições – letras inspiradas nos princípios de amor, liberdade e paz, bandeiras da Nova Era. Foi o encaixe perfeito, pois o reggae, originário da Jamaica, nasceu do anseio da juventude em libertar-se do jugo do preconceito e das barreiras sociais e econômicas, tornando-se, mais tarde, o mais forte louvor de fé daquele povo em um Deus Libertador.

Com um som sem regras e um ritmo contagiante, misturado a letras de mensagens claras e reflexivas, os Habitantes de Zion vêm conquistando público e expressão. Em sua trajetória musical, a banda já dividiu palco com artistas de projeção, como os grupos Jah Live (DF), Mato Seco (SP), Namastê (PR) e as internacionais Israel Vibration (Jamaica), Groundation (Califórnia – EUA) e Midnite (St. Croix – Ilhas Virgens); além dos cantores Ras Bernardo (SP), Professor Dionísio (RS), Dada Yute (SP), Fauzi Beydoun (MA), entre outros. Tudo sempre com muita competência e profissionalismo.

Fiéis ao compromisso de propagar mensagens positivas e músicas de conteúdo e qualidade, o grupo conta hoje com o respeito e admiração de grandes nomes da música brasileira e da reggae music.Mais informações como músicas, fotos, vídeos sobre a banda são encontrados no link www.myspace.com/habitantesdezion

Os integrantes:

Mister Roots (vocal), Meg Roots e Bia Lits (backing vocal), Davizerah (baixo) , Jean Zion (bateria), Rodrigo Mustafa (teclados), Vinicius (percussão), Ras Keko (guitarra base) e Bruno HDZ (guitarra solo).

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC. Apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro, nas versões ao ar livre na Concha Acústica e na versão acústico, quinzenalmente, no Teatro da UFSC.

Foi criado em 1986 e a partir de 1993 os shows passaram a ser realizados semanalmente na praça central do campus, a Praça da Cidadania, onde estão a concha acústica da UFSC e o Varandão do CCE. A cada ano, em cerca de 60 shows, mais de 300 artistas se apresentam para um público estimado em 20 mil pessoas.

Projeto 12:30 Acústico

Para atender à demanda do público e dos artistas que apreciam um estilo de música mais intimista, foi criado o Projeto 12:30 Acústico. No repertório, versões cantadas com acompanhamento ou apenas instrumentais, apresentações solo ou orquestras de câmara. As apresentações acontecem, quinzenalmente, às quintas-feiras do período letivo, às 12h30min, no Teatro da UFSC, e são abertas ao público.

Inscrições Abertas

Artistas interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC por meio dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br. Mais informações sobre como participar do projeto no site www.dac.ufsc.br. As inscrições estão abertas.

Serviço 1:
O QUÊ: Show com a banda Bergamotis
QUANDO: Dia 16 de março de 2011, quarta-feira, às 12h30min
ONDE: Projeto 12:30, na Concha Acústica da UFSC, Trindade, Florianópolis.
QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.
CONTATO: DAC: projeto1230@dac.ufsc.br  – www.dac.ufsc.br

Serviço 2:
O QUÊ: Show com a banda de Reggae Habitantes de Zion

QUANDO: Dia 17 de março de 2011, quinta-feira, às 12h30minONDE: Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis.QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade. CONTATO: DAC: projeto1230@dac.ufsc.br  – www.dac.ufsc.br – BANDA: e-mail: habitantesdezion@gmail.com ou  habitantesdezion@hotmail.com’Mister Roots’ Maurício Zion: (48) 3233-0791 ou (48) 8417-7438 Luz de Zion Produção (48) 3269-7835

Fonte: [CW] DAC: SeCArte / UFSC, com material institucional e das bandas.

Tags: Projeto 12:30

“Trote é para brincar, não para maltratar” é tema de cartilha

14/03/2011 14:41

Com o lema “trote é para brincar, não para maltratar”, será lançada no primeiro dia de aulas na UFSC, 14 de março, a Cartilha de prevenção às violências sexistas, homofóbicas e racistas nos trotes universitários. A apresentação acontece às 18h30min, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

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Tags: cartilhasexistastroteviolências

UFSC recepciona mais de 2.300 calouros no Centro de Eventos

14/03/2011 13:24

O auditório do Centro de Cultura e Eventos da UFSC ficou lotado na manhã desta segunda-feira, dia 14, na solenidade de recepção dos calouros do primeiro semestre de 2011. A partir das 10h30, boa parte dos 2.345 novos alunos do campus de Florianópolis foi recebida pela instituição. Eles assistiram a um vídeo, acompanharam uma palestra e ouviram as boas vindas do reitor Alvaro Toubes Prata, e depois disso foram brindados com um carreteiro no hall superior do mesmo prédio. À noite, às 19h, outros 564 estudantes serão recepcionados, também no Centro de Eventos.
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Tags: calourosrecepçãoUFSC

II Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos na UnB

14/03/2011 12:57

Será realizada nos dias 29 e 30 de junho, na Universidade deBrasília, a II Jornada de Estudos sobre Romances Gráficos. O evento consistirá de uma rodada de palestras com convidados e da apresentação oral de trabalhos sobre o tema. O público alvo é composto de pesquisadores(as), estudantes, profissionais da área e interessados(as) em geral, que poderão participar com a apresentação de trabalhos ou como ouvintes.
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Tags: estudos gráficosjornadaUnB

Isabela Castelan expõe pinturas e desenhos na UFSC

14/03/2011 09:17

Abre amanhã, 15, a exposição de desenhos e pinturas (acrílico e óleo sobre tela) “Em nome do pai”, da artista plástica catarinense, residente em Londres, Isabela Castelan. A mostra, gratuita e aberta à comunidade, é em memória de Walter de Bona Castelan, e poderá ser vista no Hall da Reitoria da UFSC, de 15 de março a 07 de abril. Visitação de segunda a sexta-feira, das 07 às 20 horas.
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Tags: exposiçãoIsabela Castelanpinturas

Neri Andrade pinta memórias do engenho

11/03/2011 16:24
Neri convida a uma viagem pelos corredores da memória de sua infância

Neri convida a uma viagem pelos corredores da memória de sua infância

As obras de Neri Andrade não impressionam somente pelo cromatismo, mas principalmente pelo desenho poético dos casarios, os engenhos, festas religiosas, cenas rurais, lidas da roça e o trabalho da pesca. Suas pinturas naif lançam luzes para a herança cultural deixada pelos casais açorianos na hoje simbolicamente denominada “Décima Ilha do arquipélago dos Açores”. Com a exposição “Memórias do Engenho Andrade”, o espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC abre, de 15 de março a 15 de maio, o calendário de exposições de 2011 em homenagem ao artista.

Através das obras dessa exposição, Neri convida a uma viagem fascinante pelos corredores da memória de sua infância no engenho e no casarão Andrade, onde nasceu e viveu grande parte de sua vida. As telas estão expostas de segunda a sexta feira, das 9 às 12 e das 14 às 17 horas no espaço cultural do NEA, que fica ao lado do Museu Universitário. O evento tem apoio da Agência de Comunicação da UFSC e da Direção Regional do Governo dos Açores.

Com mais de 30 anos de carreira, o artista foi escolhido em 2004 para representar o Brasil no Catálogo Internacional da CFM The Power of Flinght, da General Eletric, produtora de turbinas para aeronaves. Em 2006 foi premiado na Bienal Naif de Piracicaba/SP, com as obras “Pescaria Noturna” e “Interior de Engenho”. O critico de arte Oscar D’Ambrosio escreveu sobre sua obra: “O segredo está em não oferecer o óbvio, mas criar uma visão pessoal de um universo no qual se sente à vontade por conviver com ele desde criança. A localidade que pinta não existe mais da maneira que Neri Andrade a retrata, mas é preservada pela sua memória, pela forma como transforma suas lembranças em obras bem elaboradas.”

Local: Espaço Cultural NEA – Núcleo de Estudos Açorianos – Universidade Federal de Santa Catarina

Período: 15 de março a 15 de maio de 2011.

Visitação: 2ª a 6ª feira das 9 às 12 e das 14 às 17 horas

Informações: (48) 3721.8605 ou (48) 3235.2572 ou nea@nea.ufsc.br

Fotografias para divulgação: http://www.nea.ufsc.br/ExposicaoEngenho_NeriAndrade_2011.zip
Promoção:

Universidade Federal de Santa Catarina

Secretaria de Cultura e Arte

Realização:

Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC

Apoio:

AGECOM/UFSC

Direção Regional dos Açores/Governo dos Açores

Por Raquel Wandelli / 48 99110524 – raquelwandelli@yahoo.com.br

Tags: açorianoexposiçãonaif

UFSC recepciona quase 3 mil calouros

11/03/2011 14:51

Calouros do semestre 2010/2 na cerimônia de recepção/ Foto: Paulo Noronha

Calouros do semestre 2010/2 na cerimônia de recepção - Foto: Paulo Noronha

Os calouros do primeiro semestre de 2011 serão recepcionados às 10h30 de segunda-feira, dia 14, no auditório do Centro

de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, pela administração da instituição. Estarão presentes o reitor Alvaro Toubes Prata, o vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, pró-reitores e secretários da UFSC, que receberão 2.345 novos estudantes que passam a fazer parte da instituição. A solenidade será repetida às 19h, no mesmo local, para acolher outros 564 alunos dos cursos noturnos da Universidade.

Além da parte oficial, haverá show com a dupla Luiz Martins (violinista) e Isa Martins (cantora) para receber os calouros com música e animação. O professor Rafael Salles, do Colégio de Aplicação, fará uma apresentação bem humorada da instituição aos novos acadêmicos. Também será feita a premiação dos melhores colocados no Vestibular 2011. Nas duas sessões, haverá a distribuição do mapa atualizado da UFSC, do Jornal Universitário e de materiais informativos sobre a Universidade.

Nos campi de Joinville, Curitibanos e Araranguá, as respectivas direções também farão a recepção aos novos alunos, com a presença do reitor Alvaro Prata ou representantes da administração central da UFSC

Mais informações no Centro de Cultura e Eventos, com Luiz Roberto Barbosa ou Cléia Ramos, pelo fone 3721-9559.

Universidade premia estudantes que se destacam na iniciação científica

11/03/2011 14:04

Seis estudantes de graduação da UFSC serão homenageados na próxima terça-feira, 15 de março, como Destaques da Iniciação Científica 2010. A cerimônia será realizada a partir de 11 horas, na Sala dos Conselhos, prédio da Reitoria. Os jovens cientistas foram selecionados pela qualidade do trabalho apresentado no 20º Seminário de Iniciação Científica da UFSC, realizado nos dias 20, 21 e 22 de outubro de 2010. A iniciação cientifica é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa. O seminário da UFSC é um momento de avaliação dos trabalhos e também uma oportunidade para que os jovens universitários apresentem seus trabalhos.

Os estudantes reconhecidos como Destaques da Iniciação Científica 2010 serão inscritos para apresentação dos trabalhos na Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A reunião, um dos mais importantes eventos científicos do país, será realizada entre 10 e 15 de julho, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO). Além da inscrição, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão vai custear hospedagem e transporte.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-9332

Estudantes selecionados como Destaques da Iniciação Científica 2010


ALUNO ORIENTADOR DEPTO CENTRO DESTAQUE
HENRIQUE VON PARASKI ROLF BERTRAND SCHROETER Engenharia Mecânica CTC APRES. ORAL Ciências Exatas e da Terra
CARLOS CRISTIANO DE JESUS ALCANTARA IVO BARBI Engenharia Elétrica CTC PAINEL
Ciências Exatas e da Terra
ANA CAROLINA RIBEIRO LOBO DE CASSIANO JULIA SILVIA GUIVANT Sociologia Política CFH APRES. ORAL Ciências Humanas e Sociais
ALINE BOSCHI MOREIRA ORIDES MEZZAROBA Direito CCJ PAINEL
Ciências Humanas e Sociais
LEANDRA FORMENTÃO MARIO STEINDEL Microbiologia e Parasitologia CCB APRES. ORAL
Ciências da Vida
CAMILLA FURTADO MARISA MONTICELLI Enfermagem CCS PAINEL
Ciências da Vida
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UFSC lança Agambem e o poeta que lamentou a existência de deus

11/03/2011 10:33

O filósofo e o poeta que lamentou a inexistência de Deus

Editora da UFSC publica, pela primeira vez em língua portuguesa, célebre comentário de Giorgio Agamben sobre o poeta Caproni, autor de A coisa perdida, numa tradução de Aurora Bernardini, que estará na UFSC nesta sexta-feira (11).

As artes estão repletas de obras belas e definitivas em louvor a deus ou à transcendência divina. Mas nenhum artista, cineasta, escritor ou músico cantou com tanto fervor e desespero estético a inexistência de deus quanto o poeta italiano Giorgio Caproni. Esse paradoxo sagrado de quem ao chorar a ausência divina afirma-a faz de Caproni um dos poetas prediletos dos filósofos do pós-guerra. Em 1999, o pensador Giorgio Agamben escreveu um comentário em prefácio à sua última coletânea de versos que se tornou tão incontornável quanto à própria obra. É essa revelação da poesia pela filosofia que a editora da UFSC acaba de publicar em edição bilíngue sob o título: A coisa perdida: Agamben comenta Caproni, pela primeira vez em língua portuguesa, graças ao trabalho consagrado da tradutora Aurora Bernardini.

Nesse encontro de 375 páginas entre a reflexão e a arte, 40 são dedicadas ao prefácio da tradutora e ao breve, e denso, ensaio de Agamben (Roma, 1942). No restante do livro, imperam soberanos, em tradução bilíngüe, poemas selecionados de onze diferentes obras de Caproni (Livorno, 1912 – Roma, 1990), considerado um clássico da poesia moderna. São versos livres, ora longos, ora curtíssimos, que se fazem de uma delicadeza rude, entabulando misteriosos diálogos com uma entidade invisível ou uma ordem superior, como em “Reflexão”: “Foi dito também: Nós vivemos sobre um monstro”. Eis um mote que todos poderíamos tornar nosso. (A Besta que acuamos é o lugar onde nos encontramos). E também dramaticamente céticos, como em: e “Vou-me” disse,/ “O que lhes deixo é tudo/ o que levo em boa hora./ Tenham saúde. Cuidem/ de si mais do que/ de mim cuidei eu./Vou-me para onde, há tempo, Deus foi-se embora”.

O lamento pela ausência divina ou do que o poeta Rodrigo de Haro identifica como melancolia diante da perda do sagrado faz de cada verso um estranho clamor às avessas, como uma espécie de niilismo inconformado. “Nunca, como nesses poemas, a negação de Deus tem sido uma sua afirmação: como se Caproni tivesse travado com Deus um combate singular, um corpo a corpo definitivo (…)”, escreveu o poeta e crítico Giovanni Testori no Corrie della Serra de 1982, citado no prefácio de Aurora, que é professora da USP e já foi agraciada, na categoria de tradução, pelos prêmios Jabuti e Biblioteca Nacional. É como se o poeta reclamasse a promessa divina da infância traída na vida adulta: Um dos muitos, também eu. Uma árvore fulminada/pela fuga de Deus. (“Também eu”)

Esse sentimento que Agamben chama de traição da ordem do sagrado se expressa com plenitude em Meu Deus, mesmo se não existes, por que não nos assistes?, de “Invocação”, que integra a última coletânea do poeta, cujo título, Res amissa, traduz todo ânimo da obra, mesmo as que têm motivação política de quem combateu no front da Segunda Guerra Mundial e ingressou nas fileiras da Resistência pela libertação. Em seu comentário, Agamben compreende Res amissa como a coisa perdida, a melancolia pela falta daquilo que se teve tão plenamente e passa a ser tão nosso que se perde a consciência da sua presença e se torna impossível perder, mas também se torna impossível recapturar por conta do esquecimento. O próprio Caproni autorizaria essa interpretação em uma anotação a caneta resgatada por Agamben: Todos (sem lembrar de quem)/ recebemos um dom precioso/ e tão ciosos escondemos que não lembramos onde e até mesmo de que dom se trate – /Res amissa, o contrário do Conde. Centro, a perda. Agamben conclui seu comentário dizendo que “de todos os livros de poesia que se continua e se continuará certamente a publicar  é impossível dizer que ao menos um único deles poderá estar à altura do evento que aqui se cumpriu”.

Ensaísta e tradutora de mais de 70 obras, incluindo Jorge Luís Borges, Aurora se dedica no momento à poesia russa e italiana. Convidada a participar, na sexta-feira (11), às 14 horas, na Sala Machado de Assis, do Centro de Comunicação e Expressão, da banca de defesa de André Cechinel, doutorado em Literatura pela UFSC, sobre T.S. Elliot, a autora concedeu entrevista sobre seu trabalho na tradução desses dois grandes expoentes do pensamento e da poesia:

1. Os poemas da antologia nos trazem sempre o sentido dramático de uma ausência, de uma falta no plano superior. Podemos de algum modo relacionar a coisa perdida com a nostalgia ou o desespero pela perda do sagrado (no seu sentido mais pleno), embora o poeta ao tempo que reclame da ausência de Deus afirme sua inexistência?

Aurora Bernardini – A questão da ateologia (a análise da teologia para provar suas falhas intrínsecas) em Caproni é muito simples, embora retorcida, basta ler, na coletânea, o poema “Cantabile”: O menino que venceu/em seguida a vergonha escondida/de crer, e orando/por uma hora deixa agora/seu ramalhete de flores/a Santa Rita de Cássia, como fará, meu Deus,/como fará a perdoar-te/depois, sem ódio, o furto de tua inexistência?

A falha que o poeta imputa à teologia (no caso, ao conjunto de preceitos, princípios e dogmas do catolicismo) é de fazer crer ao menino algo (máxime, a existência de Deus) que depois (quando adulto), irá lhe subtrair. É desse furto que o poeta ressente, nos momentos mais lancinantes de sua existência (e de sua poesia). Trata-se, como o define Hölderlin, eufemisticamente, no prefácio de Agamben, de uma “traição de tipo sagrado”. Bergman, por exemplo, é mais direto. A personagem-chave de O sétimo selo,diz, durante a partida de xadrez com a Morte: “Os homens pegaram os seus medos e deram-lhe o nome de Deus”. Ele mesmo, numa entrevista a Cahiers du cinema, na década de 1960, declara: “depois que deixei de acreditar, sinto-me mais calmo, bem”. Na tradição poética italiana, esta “traição de tipo sagrado” jamais foi questionada tão abertamente.

2. No sentido em que a poesia de Caproni lamenta a perda e de Deus, pode ser vista como uma literatura que potencializa a consciência dessa perda? Ou seja, podemos ter em Caproni uma leitura que leve o homem da pós-modernidade ou o homem contemporâneo à busca do preenchimento? E quando lamenta a inexistência de Deus de alguma forma o poeta está se diferenciando do niilismo ou protestando contra a falácia religiosa?

Aurora Bernardini – Recorrendo novamente a Agamben: “Em Caproni, todas as figuras da ateologia chegam à sua despedida (…) No entanto, ao passo que a infidelidade hölderliniana  fazia questão precisamente que “ a memória dos celestes não findasse”, aqui domina uma sóbria ‘decisão de abrir mão’.(…) Caproni conseguiu exprimir, sem sombra de nostalgia ou de niilismo o ethos e quem sabe a Stimmung da solidão sem Deus.”  E mais, enquanto as diferentes escolas literárias têm discutido a relação vida/arte, na instância da dessujeitivização à qual   Caproni submete sua poesia, vida e arte confluem e se confundem.

3. O que seria perder algo que se possui tão completamente que não se tem consciência da sua posse e como você vê a relação dessa coisa perdida que Agamben faz com a poesia de Caproni, afirmando que ela se tornou a própria res amissa?

Aurora Bernardini – Trata-se de alguma coisa preciosa (um Bem, ou – para um crente – até mesmo a Graça – explica Caproni, citado no prefácio), que o poeta guardou tão bem que não mais a encontra. Aproveitando brilhantemente a deixa, Agamben adentra-se pelos meandros da Graça e lembra o perigo, para a religião cristã, de ela não poder ser perdida, conforme dizia Pelágio. Daí sua condenação por Agostinho, daí sua excomunhão. Por outro lado, o poema “Res amissa”, sem ritmo, sem rima, sem prosódia é comparado por Agamben ao lenho quebrado do violino que Caproni, depois de um concerto, esfacelou:

Dela não encontro traço./ Veio me ver a fim (disso tenho certeza) /de dar-me de presente./ Dela não mais encontro traço./ Revejo ao findar/do dia o rosto minguado/ branco flautado…/ A manga/ em renda…/A graça,/ tão doce e germânica/ no oferecer…/ Um vento/ de choque – um ar quase silíceo enregela/agora o quarto…/ (È lâmina/de faca?/Tormento/ além do vidro e da madeira/- serrada – do postigo?) /Dela não vejo mais sinal./Mais traço./Pergunto/ à Morgana…/ Revejo/ minguado o minguado rosto branco / flauto desaparecido…/  Descerra/- remota – a alvorescente boca, /Mas não fala./(Não pode/ – nada pode – dar resposta.) /Não mais espero encontrá-la./Com demasiado cuidado/ (irrecuperavelmente) a guardei. (“Res Amissa”).

O violino quebrado não tem reparo. Idem, a Coisa perdida não pode ser encontrada. E ela é imperdível por já estar irremediavelmente perdida. “E perdida por força de ser – tal como a vida, tal como, justamente, uma natureza – demasiado intimamente possuída, demasiado ‘ciosamente, (irrecuperavelmente) guardada’”, como comenta Agamben.

4. O que norteou Agamben na seleção desses poemas?

Aurora Bernardini – Agamben mencionou cronologicamente os poemas de Caproni que considerou significativos na obra deste, para o seu prefácio. Eu acompanhei a seleção, introduzindo também outros poemas que considerei representativos, das respectivas coletâneas, cronologicamente, para que o leitor brasileiro possa ter uma visão mais ampla da obra do poeta, a partir de suas fases idílicas (a crença), até a crueza da carnificina na guerra e da vida adulta, a denúncia político-social e o despojamento total.

5. Como é traduzir Caproni? E como vc lida com as “impossibilidades de tradução” na sua obra? Em seu comentário, Agamben diz que, pelo domínio da “ligação musaica”, “(…) nenhuma tradução, não apenas de Pascoli, mas também de Penna ou Caproni, conseguirá dar uma ideia vaga do original.  E da mesma forma, qual o desafio de traduzir Agamben com toda sua erudição medieval?

Aurora Bernardini – Tenho me dedicado ao estudo e ao processo da poesia há alguns anos, inclusive para traduzi-la, pois tradutor de poesia não se improvisa. E é necessário também que se tenha certa propensão… No caso de línguas afins, como a italiana, a tradução exige atenção e sensibilidade mais do que, propriamente, “recriação”. Já, para traduzir um crítico refinado como Agamben é preciso o máximo de rigor filológico e científico, diria: certos conceitos ligados aos termos que ele usa diferem de época em época e de língua para língua. Caproni teve alguns de seus poemas traduzidos por Maurício Santana Dias e Agamben já é um crítico bastante conhecido nas principais universidades do Brasil, cujas editoras o tem publicado em tradução brasileira. Cito da UFMG: Homo Sacer; da Humanitas/UFMG: Infância e História; da Boitempo: Estado de Exceção, Profanações; e agora, da UFSC: Desapropriada maneira.

6. Agamben conclui o comentário dizendo que “de todos os livros de poesia que se continua e se continuará certamente a publicar  é impossível dizer que ao menos um único deles poderá estar à altura do evento que aqui se cumpriu”. Como você vê essa afirmação?

Aurora Bernardini – Agamben chamou seu prefácio de “Desapropriada maneira”, exemplificando e explicando o que distingue estilo e maneira e descobrindo facetas capronianas das quais, provavelmente, o poeta não tinha clara consciência – e isso ocorre aos críticos particularmente argutos – ao comentar, no final do referido prefácio, o trabalho de desapropriação do nexo formal (ligação musaica) e da linha prosódica (métrica, rítmica e rímica) da última coletânea de Caproni (Res amissa). Em particular, o poema “Res amissa” – conclui Agamben – “atingiu para sempre uma região para além do próprio e do impróprio, da salvação e da ruína. Esta é a herança não recebível que a desapropriada maneira de Caproni deixa à poesia italiana”.

Entrevista à Raquel Wandelli – assessora de comunicação da SeCArte/UFSC

raquelwandelli@yahoo.com.br e raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Fones: (48) 37219459 e 99110524

www.secarte.ufsc.br e www.ufsc.br

Tags: AgambenAurora BernardiniEdUFSC

Feira de livros de editoras universitárias oferece até 70% de desconto na volta às aulas

11/03/2011 10:11

A coisa perdida: Agamben comenta Caproni, organizado e traduzido por Aurora Bernardini, Ecos no porão II, livro do contista catarinense Silveira de Souza e Do jeito que você gosta, tradução de Shakespeare. Esses lançamentos que acabaram de sair do prelo compõem uma pequena mostra dos livros que a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, pela primeira vez em parceria com a Liga das Editoras Universitárias (LEU), coloca à venda na volta às aulas, com descontos variando entre 15 a 70%. De 14 de março a 8 de abril, na Praça da Cidadania da UFSC, a Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU vai oferecer com descontos muito vantajosos 8.200 mil volumes de suas antigas e novas coleções.

Ao todo aproximadamente 780 títulos e 7.200 livros da EdUFSC serão vendidos com 50 a 70% de desconto e 500 títulos de outras editoras universitárias filiadas à LEU terão 15 a 30%, incluindo-se as da Unicamp, USP, UFMG e UFBA, todas trazendo obras de interesse universal. É a oportunidade de adquirir pela metade do preço em condições normais, o livro Desgostos; novas tendências estéticas, do filósofo italiano Mário Perniola, que será vendido somente na Feira a R$ 16,00. Outros exemplos da nova coleção da EdUFSC são: George Bataille, filósofo, por R$ 12,00; Poetas da Catalunha, que custará R$ 11,00 e A Coisa perdida, que baixou de R$ 45,00 para 23,00. Com tradução inédita em língua portuguesa, o célebre comentário de Agamben com a seleção dos poemas de Caproni será lançado na Feira. A obra foi recomendada pela mídia nacional entre os dez melhores produtos culturais do país. Ecos no porão, segundo volume da coletânea de contos de Silveira de Souza também será lançado com preço especial de R$ 15,00.

Aberta ao público universitário e a toda comunidade, a Feira ocorre em tendas cobertas localizadas na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria. Incluem-se entre as obras oferecidas a Série Didática, composta por livros solicitados em diversas graduações (Medicina, Farmácia, Enfermagem, Engenharias, Química, Física, Matemática, Português) e autores que costumam ser solicitados na lista do Vestibular das universidades catarinenses. Entre as novas edições da Série Didática, o editor Sérgio Medeiros destaca títulos como Anatomia sistêmica, Introdução à engenharia e Estatística aplicada às ciências sociais e Manual básico do desenho. O volume Farmacognosia, um dos clássicos da EdUFSC, recentemente reeditado, também estará à venda com desconto. Coordenada por Fernando Wolf, a feira funciona sempre das 9 às 19 horas, exceto aos sábados e domingos.

Lançamentos da EdUFSC à venda na Feira:

  • Ética das virtudes – JOÃO HOBUSS (ORGANIZADOR)
  • A coisa perdida – AURORA FORNONI BERNARDINI (ORGANIZAÇÃO E TRADUÇÃO)
  • A decadência de Santa Catarina – HENRIQUE LUIZ PEREIRA OLIVEIRA • MARLON SALOMON
  • Fundamentação filosófica – GIOVANI LUNARDI • MÁRCIO SECCO
  • Redes locais – MARCELO RICARDO STEMMER
  • Georges Bataille – FRANCO RELLA • SUSANNA MATI
  • Desgostos; novas tendências estéticas – MARIO PERNIOLA
  • 4 poetas da Catalúnia – LUIS SOLER (ORG.)
  • 28 desaforismos –  FRANZ KAFKA –  SILVEIRA DE SOUZA (TRADUÇÃO)
  • Ecos do porão vol 1 – SILVEIRA DE SOUZA
  • Educação do corpo em ambientes educacionais – FÁBIO MACHADO PINTO • ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ • DEBORAH THOMÉ SAYÃO  (ORGANIZADORES)
  • Discussão de novos paradigmas –  JAIME COFRE • KAY SAALFELD (ORGANIZADORES)

Por Raquel Wandelli, jornalista na SeCarte

(048) 37219459 e 99110524

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@ufsc.br

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Departamento Artístico Cultural abre inscrições para cursos e oficinas de arte

11/03/2011 09:25

OPT no Teatro da UFSC

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para cursos e oficinas de arte que serão oferecidas no primeiro semestre de 2011. As inscrições devem ser feitas na Secretaria do DAC/Igrejinha da UFSC, de 14 a 18 de março, de segunda a sexta-feira, ou enquanto houver vagas, das 10h às 18h. A maioria das atividades inicia uma semana depois das inscrições. Cada oficina do DAC lida com uma forma de arte, possibilitando aos alunos uma experiência estético-pessoal ligada ao entendimento artístico. Esse objetivo colabora para despertar nos alunos um senso crítico necessário para uma melhor compreensão da sociedade.

Não será cobrada mensalidade, apenas uma taxa de inscrição por curso/oficina no valor de R$ 50. O interessado de se Inscrever no DAC e efetuar depósito no Banco do Brasil. A confirmação da inscrição será mediante comprovante do depósito bancário.

Para as inscrições na Oficina Permanente de Teatro (OPT), os interessados deverão comparecer para entrevista, no Teatro da UFSC, no dia 29 de março, às 20 horas. A taxa de R$ 50 deverá ser paga após a entrevista e aceite do aluno na OPT.

Há vagas para as oficinas de Violão Popular e Erudito, Teatro Adulto – pela Oficina Permanente de Teatro e pela oficina de Construção dos seres ficcionais no contexto do Drama –, teatro para adolescentes, pintando nossa identidade e Oficina Aberta com investigação, experimentação e produção em Artes Visuais.

Ainda neste semestre serão oferecidas outras oficinas em mais linguagens artísticas devido ao edital que está sendo elaborado pela UFSC, que possibilitará a atuação de artistas/profissionais da comunidade como instrutores das Oficinas de Arte do DAC. Esses profissionais externos somados aos profissionais da instituição permitem que o DAC possa ampliar o atendimento das solicitações, oferecendo atividades com qualidade para toda a comunidade. A divulgação será feita através do site www.dac.ufsc.br.

Estão sendo oferecidas cinco oficinas, algumas delas com várias turmas, com disciplinas diferentes, com 140 novas vagas. Considerando as turmas em continuação do semestre anterior, são oferecidas oportunidades para cerca de 270 participantes. Número que poderá se ampliado a qualquer momento com novas oficinas e com os cursos de Recreação e Lazer e de Educação Contínua do programa Arte na Escola – Polo UFSC, destinado a professores de arte da rede pública de ensino.

Além dessas oficinas, o DAC oferece oportunidade de aprendizado com outros projetos de Extensão como o Coral da UFSC, criado há quase cinco décadas, e os recentes Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC. Interessados em ingressar nesses grupos musicais devem enviar e-mail para coraldaufsc@dac.ufsc.br.

A relação completa dos Cursos e Oficinas de Arte do DAC para este semestre, com informações sobre dias e horários e sobre os coordenadores e ministrantes estão no endereço www.dac.ufsc.br (link http://www.dac.ufsc.br/destaques_cursos_oficinas.php#topo).

O Departamento Artístico Cultural (DAC) faz parte da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

SERVIÇO:

O QUÊ: Abertas as inscrições para Cursos e Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC para o primeiro semestre de 2011.

QUANDO: De 14 a 18 de março de 2011, das 10h às 18h, enquanto houver vaga, ou conforme especificado na oficina.

ONDE: Departamento Artístico Cultural (DAC), Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Taxa de inscrição semestral de R$ 50. Há opções de atividades de formação que são gratuitas. Confira no site do DAC.

CONTATO: Departamento Artístico Cultural (DAC), (48) 3721-9348 ou 3721-9447 – dac@dac.ufsc.brwww.dac.ufsc.br.

Outras informações nos links dos projetos e atividades no site do DAC ou acompanhe as Notícias publicadas em www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC: SECARTE: UFSC, com material institucional e dos coordenadores das oficinas.

Tags: artecursosDACinscriçõesoficinas

UFSC abre portas para formação e pesquisa da polícia militar de SC

10/03/2011 16:15

Foto: James Tavares / SECOM

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Alvaro Prata e o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão César Augusto Grubba assinam convênio no final da tarde desta quinta-feira, no Teatro Pedro Ivo, com o objetivo de cooperação técnico-científica para aprimorar o ensino, a pesquisa e a extensão da Diretoria de Instrução e Ensino (DIE) da polícia militar de Santa Catarina.

Durante quatro anos, a UFSC irá ofertar aos integrantes da polícia militar e servidores da DIE-PM cursos de especialização, mestrado e doutorado nas áreas de interesse da PM-SC.

Outras informações pelo telefone (48) 3331-1902.

Tags: convênioDIE-PMensinopesquisa e extensãoUFSC

UFSC debate plágio, direitos autorais e a socialização do conhecimento

10/03/2011 08:28

A Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina (APG-UFSC)  realiza no dia 30 de março um debate sobre o tema ´Plágio, direitos autorais e a socialização do conhecimento`. O evento acontece às 14 horas, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas(CFH). O objetivo é estimular a cooperação na construção de saberes e a articulação entre discentes e docentes dos cursos de pós-graduação da UFSC.

As temáticas propostas para o evento são:

– Programa Nacional de Pós-Graduação 2010/2020: financiamento e avaliação
Professora Maria Lúcia de Barros Camargo / Pró-Reitora – PRPG/UFSC

– Estágio docência: função, objetivos e finalidades nos programas de pós-graduação
Professor Nestor Habkost / Centro de Educação / UFSC

– Relevância social e acadêmica da formação de mestres e doutores na/para a sociedade brasileira
Professora Alacoque Lorenzini Erdmann / Programa de Pós-Graduação em Enfermagem / CCS / UFSC

– Plágio, direitos autorais e socialização do conhecimento

Professor Marcos Wachowicz / Centro de Ciências Jurídicas / UFSC.

Mais informações: Marcos Wachowicz / marcos.wachowicz@gmail.com  / (48) 3721-9287

Tags: direito autoralplágio

Epistemologia e Sociologia da Ciência da Administração são temas de colóquio

10/03/2011 08:05

Nos dias 24 e 25 de março, o Núcleo de Pesquisa em Organizações, Racionalidade e Desenvolvimento (ORD) realizará no auditório do Centro Socio-Econômico (CSE) da UFSC, em Florianópolis, o 1º Colóquio de Epistemologia e Sociologia da Ciência da Administração. No evento pesquisadores apresentarão seus estudos, debatendo o avanço do conhecimento na área.

O tema central do encotro será “Epistemologia e Sociologia da Ciência: rumo à consolidação científica da administração”. São ainda quatro subtemas: Análise Epistemológica da Administração; Sociologia da Ciência da Administração; Racionalidade nas Organizações; Teoria das Organizações e Epistemologia.

As inscrições podem ser feitas pelo endereço www.coloquioepistemologia.tangu.com.br.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9374, pelo e-mail coloquioepistemologia@gmail.com ou pelo blog

http://oficinadeepistemologia.blogspot.com.

Tags: ciência da administraçãoNúcleo de Pesquisa em OrganizaçõesRacionalidade e Desenvolvimento