Pós-Graduação em Literatura convida para lançamento duplo na sexta-feira

09/07/2014 18:13

O Núcleo de Estudos Comparados de Teologia e Literatura (NUTEL) e a Pós Graduação em Literatura realizam nessa sexta-feira, 11 de julho, a partir das 10h30min, a confraternização e lançamento de dois livros: Pelas Frestas da Caverna e Escritos Luciféricos. É no hall da Pós Graduação em Literatura, no 3º andar do CCE.

Pelas Frestas da Caverna reúne palestras e discursos do pensador, tradutor e escritor Júlio de Queiroz, anteriormente espalhados em folhas, jornais e vídeos. A coletânea, dedicada a literatura e teologia, foi organizada pela professora Salma Ferraz e apresenta ensaios com marca de literatura e poesia, que trazem reflexões filosóficas, teológicas, éticas, na tentativa de entender o homem e a literatura.
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Academia Catarinense de Letras lança livros no dia 29

26/05/2014 15:02

A Academia Catarinense de Letras (ACL) e o Núcleo de Estudos Comparados entre Teologia e Literatura (Nutel) da UFSC convidam para, no dia 29 de maio (quinta-feira), às 19h30min, na sede da ACL, o lançamento das obras do escritor Júlio de Queiroz “Em companhia da solidão”, “Amor e morte – os dançarinos da vida” e “Pelas frestas da caverna” –este uma coletânea de ensaios, organizada pela professora Salma Ferraz. Os volumes das quatro obras serão distribuídos entre os presentes. Um livro surpresa também será lançado.

 

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Professora da UFSC lança ‘Dicionário Machista’ na segunda-feira

16/09/2013 07:45

A professora Salma Ferraz, do Núcleo de Estudos de Teologia e Literatura (Nutel), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lança na próxima segunda-feira, 16 de setembro, o Dicionário Machista: Três mil anos de frases cretinas contra as mulheres. O evento será realizado às 10h30min, na Sala Machado de Assis, 407, 4º andar, Bloco B, Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC.
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Professora da UFSC lança “Dicionário de personagens da obra de José Saramago”

20/11/2012 14:39

Se estivesse vivo José Saramago teria completado 90 anos, no dia 16 de novembro. Em homenagem a José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura de 1998, a professora Salma Ferraz do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas (DLLV) da UFSC, especialista no autor, lança nesta terça-feira, 20, às 19h30min, na Livraria Catarinense do Beiramar Shopping, Dicionário de personagens da obra de José Saramago. A publicação reúne verbetes de toda a sua obra.
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“Nosso problema com a Ponte Hercílio Luz”, por Salma Ferraz

06/04/2011 10:01

Por Salma Ferraz /professora do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da UFSC

Nunca antes na estória desta Ilha se ouviu e viu tanto absurdo com dinheiro público: 180 milhões serão gastos para tornar novamente a ponte Hercílio Luz trafegável. Sem falar que uma montanha de dinheiro público já foi gasto para sua construção. O Projeto de dois engenheiros norte-americanos Robinson e Steinmann foi iniciado em 1922 e concluído em 1926. Para sua construção o então Governador Hercílio Luz fez um empréstimo que dava quase dois orçamentos anuais do estado de Santa Catarina. O pagamento do empréstimo junto aos bancos norte- americanos levou exatamente 50 anos para ser concluído. O valor final pago sobre é controverso, mas fala-se em 14 milhões 478 mil 107 contos e 479 réis. Cacau Menezes já chamou isto de “Indústria da Ponte”.

Temos uma relação mal resolvida com as pontes nesta Ilha. As Pontes aqui são Pontes para muito Ouro… Geralmente muita água e muito ouro passam debaixo destas pontes e o ouro não volta nunca mais…

Argumenta-se que a Ponte Hercílio Luz tem que ser recuperada porque é cartão postal da Ilha. Sim ela é linda, mas existem dezenas de praias exuberantes que se apresentam com cartão postal. Dizem que é símbolo da Ilha? Que tal elegermos a velha e centenária Figueira, que afinal está na IIha há mais tempo que Ponte, para símbolo da Ilha? Não sou agrônoma, mas creio que com uns 50 mil reais por ano daria para manter a velha Figueira em pé. Afinal Num pedacinho de terra/belezas sem par!/Ilha da moça faceira,da velha rendeira tradicional/Ilha da velha figueira, tantas coisas saem mais em conta do que  a Ponte…

Sim, podem argumentar que a Ponte é Patrimônio Cultural de Santa Catarina. Mas o que justifica manter um Patrimônio Cultural ao preço camarada de 180 milhões de reais? Quantas casas populares poderiam ser construídas com este dinheiro? Quantas cestas básicas poderiam ser distribuídas entre a população carente? Quantas escolas básicas com computadores poderiam ser instaladas nos morros? Quantas barreiras de proteção nas encostas dos morros poderiam ser levantadas evitando desabamentos e catástrofes? Quantos postos de saúde poderiam ser implantados aqui. Que tal utilizarmos parte deste dinheiro para a implantação de um Instituto de ponta sobre tragédias climáticas em Santa Catarina com instrumentos de última geração? Isto para prevenir tantas tragédias ocorridas por aqui. Outra parte poderia ser usada para comprar medicamentos e vacinas para pessoas carentes. Ou ainda investir na desfavelização dos morros. Gastar 180 milhões num monumento que pode desabar a qualquer momento…

Patrimônio Cultural para mim é o povo com a barriga cheia e o cérebro ocupado com coisas acima de Rebolation e mulheres frutas.

Proponho um plebiscito entre o povo Ilhéu, explicando o que poderiam comprar com 180 milhões, para tornar mais inteligível o valor de tantos zeros. O plebiscito poderia se chamar Salve a Ponte ou Salve o Mané. Lanço aqui a campanha!

O povo deve ser esclarecido que este dinheiro vai sair dos cofres do Estado e da Prefeitura. Busca-se parcerias, mas precisamos de parceria para tantas outras coisas mais racionais  e urgentes.
Quem nos garante que este dinheiro vai resolver o problema da estrutura da ponte, uma vez que suas duas irmãs norte-americanas já estão devidamente enterradas: a Silver Bridge desmoronou em 1967 e matou 46 pessoas. A outra  St. Marys foi demolida em 1971, para evitar que caísse. Porque só nós não somos práticos e pragmáticos e insistimos numa sandice destas?

A Ponte foi tombada como Patrimônio Histórico pelo Município pelo Decreto 637/92. Em 1997 pelo Estado pelo Decreto 1830,  pela União através da Portaria n. 75 de Maio de 1997. Se o problema é jurídico – a questão de manter um patrimônio cultural-  há de se achar uma  saída legal: a lei ter que estar a serviço do ser humano e não o ser humano a serviço dela.

Maior Patrimônio Cultural desta Ilha, além das praias e a Velha Figueira é o povo desta Ilha, o ilhéu, nosso querido manézinho, este sim precisa ser preservado e para isto é preciso saúde,  educação e moradia!

Salve o Mané, não salve a Ponte!

Por Salma Ferraz /professora da UFSC

NUTEL
Núcleo de Estudos de Teologia e Literatura
ALALITE
Associação Latino Americana de Teologia e Literatura.
UFSC

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Projeto Narrar para alegrar suaviza o cotidiano de crianças hospitalizadas

16/12/2010 15:10

Daniela, Luiz Henrique e Mariana - bolsistas do Projeto Narrar para alegrar

“Todos podem dar um pouco de si”. Foi com esse pensamento que a professora do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas  (DDV) Salma Ferraz idealizou o projeto Narrar para Alegrar, que leva o mundo da literatura infantil a crianças hospitalizadas. Financiada pelo Pró-Bolsa 2010, a equipe é formada por três bolsistas do curso de Letras, que realizam a contação de histórias. As atividades começaram em maio deste ano no Hospital Universitário, onde não tiveram sucesso devido a problemas burocráticos e administrativos. No Hospital Infantil Joana de Gusmão, onde o projeto recebeu mais apoio, a equipe faz duas visitas semanais, nas quartas e quintas-feiras, desde o mês de julho.

Engana-se quem pensa que tudo que é feito é abrir um livro e lê-lo em voz alta. Os bolsistas se empenham para distrair as crianças e levar a elas um pouco de diversão. Oficinas de dobradura, jogo da memória e outras brincadeiras já fizeram parte das atividades. A contação de histórias, feita maca por maca, é bem interativa: os estudantes interpretam os enredos, conversam com a criança e estimulam seu aprendizado. A bolsista Daniela Cristina da Silva, da quinta fase de Letras-Português, diz que muitas vezes quem mais sofre são os pais dos pacientes, por verem seus filhos enfermos, numa situação de sofrimento. Por isso, a equipe tenta incluí-los nas histórias, para que participem com a criança naquele momento especial e construam uma atmosfera confortável.

É inevitável que os bolsistas se apeguem aos pacientes. Aos poucos, crianças que eram ariscas e mostravam desinteresse passam a perguntar pelos “tios das historinhas”, reconhecer seus rostos e construir um vínculo com eles. Muitas vezes, a tarefa dos estudantes não é fácil. Visitar a ala de queimados e a oncologia, por exemplo, exige sangue frio. “Toda vez que vou lá é como seu eu levasse um tapa na cara”, descreve Luiz Henrique Flores, estudante da quarta fase de Letras -Alemão. Segundo os bolsistas, ver as crianças hospitalizadas é uma lição de gratidão pela própria vida. Algumas vezes, os pacientes estão tão apáticos que ignoram a presença dos visitantes. “Só saio de lá triste quando não consigo alcançá-los”, diz Daniela. Felizmente, essas ocasiões são exceção.

Os bolsistas ressaltam que toda a equipe do Joana de Gusmão se esforça para que o ambiente não pareça um hospital. “As alas são megacoloridas, os aventais das enfermeiras são enfeitados, cheios de adereços”, conta Luiz Henrique. Além disso, o hospital tem uma estrutura excelente, com brinquedoteca, salas de teatro, festas e recreação. Os estudantes contam com os livros da biblioteca do Colégio de Aplicação da UFSC para realizarem seu trabalho. Mariana Hoffmann, da sexta fase de Letras Português é a outra bolsista do projeto.

Mais informações com a professora Salma Ferraz:

Por Luisa Nucada/bolsista de jornalismo da Agecom

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