UFSC coordena Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha

02/08/2011 17:32
Todos os núcleos têm laboratórios, embarcações, equipamentos de mergulho e coleta

Todos os núcleos têm laboratórios, embarcações, equipamentos de mergulho e coleta

O Brasil é um dos países que menos conhece e protege sua biodiversidade marinha. Isso não decorre da falta de pesquisadores qualificados na área, mas principalmente da desarticulação entre eles. Integrar mais de 25 projetos de pesquisa e extensão mediante a Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha é uma das metas de um projeto apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

A rede consolida esforços regionais iniciados há mais de uma década, permitindo que grupos de pesquisa atuem de forma harmônica e padronizada. Ela é constituída por três núcleos principais – no sul, sudeste e nordeste – e abarcará oito universidades, sejam federais ou estaduais. Todos os núcleos têm laboratórios, embarcações, equipamentos de mergulho e coleta, muitos deles comprados com recursos do edital Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota), lançado pela Fundação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Ao longo de três anos, devem ser aplicados os quase R$3 milhões – para ser exato, R$ 2.719.114,35 – a serem repassados pelo Sisbiota a quatro projetos coordenados por instituições catarinenses, entre eles a Rede Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Marinha, cuja principal executora é a UFSC. Até dezembro, será lançado o Portal Nacional da Biodiversidade Marinha, que vai divulgar os resultados de 25 projetos da rede. “O portal está sendo desenvolvido e contará com informações sobre o projeto, o seu andamento e muitas fotografias das expedições ao longo da costa brasileira e ilhas oceânicas”, diz o coordenador da rede, professor. Sergio R. Floeter, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.

Remédios que vêm do mar

Outros objetivos da rede incluem conhecer o potencial farmacológico dos biomas marinhos do litoral sul e dar suporte científico a estratégias de conservação da biodiversidade marinha nacional. O Mar Territorial Brasileiro e a Zona Econômica Exclusiva do Brasil somam quase 4,5 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a mais da metade da superfície do país. O litoral concentra 70% da população e dá sustento a muitas famílias, porém a pesca excessiva e as mudanças climáticas ameaçam extinguir algumas espécies.

Ironicamente, o Brasil foi o primeiro a assinar a Convenção sobre Diversidade Biológica e formulou o Plano Nacional de Áreas Protegidas, para reduzir a taxa de perda de biodiversidade em áreas marinhas até 2012. A constituição da Rede Nacional em 2011 e os recursos do Sisbiota assegurados pelo CNPq e pela Fapesc até 2013 tornam esta missão mais possível.

A primeira parcela, de R$50 mil, viabilizou a primeira reunião de trabalho da rede, em maio, durante o III Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, em Natal (RN). “Foi um sucesso. Teve mais de 25 participantes, entre professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação”, afirma o Prof. Floeter. Em agosto, a Fapesc deve liberar recursos para garantir a continuidade do projeto

Informações adicionais com o  professor Sergio R. Floeter, pelo e-mail floeter@ccb.ufsc.br.

Por Heloísa Dallanhol/ Jornalista na Fapesc

Tags: biodiversidade marinhaFapescredesisbiota

Chamada pública para financiar eventos

15/07/2011 09:00

Estão abertas até este domingo (17/07) as inscrições para uma chamada pública voltada a financiar eventos científicos no Estado de Santa Catarina. Os projetos deverão ser propostos por pesquisadores vinculados a instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação – CTIs. Eventos locais podem receber até R$ 5 mil, regionais até R$ 10 mil e nacionais/internacionais até R$ 15 mil.

Os pesquisadores interessados em participar devem ler o edital, realizar cadastro na plataforma FAPESC, através do site www.fapesc.sc.gov.br e submeter sua proposta. Um dos requisitos é que cada pesquisador só poderá ser coordenador de um evento.

O cronograma de realização está dividido em duas etapas: a primeira fase destina-se aos eventos a serem realizados entre agosto e dezembro de 2011 e a segunda a eventos programados entre março e junho de 2012. O apoio cobre itens como passagens aéreas para os congressistas, hospedagens, aluguéis de salas, publicações de anais e impressão de material de divulgação científica.

Segundo Larissa Waskow, coordenadora de projetos da FAPESC, as chamadas públicas para o Proeventos acontecem desde 2006 e foram criadas para atender a demanda de pesquisadores que pretendiam divulgar seus trabalhos, porém não tinham auxílio financeiro.

O Proeventos é um programa de apoio à realização de congressos, workshops, seminários, conferências e outras iniciativas do gênero que contribuam para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação em Santa Catarina.

Dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail proeventos@fapesc.sc.gov.br

Joel Pereira
Estagiário da Assessoria de Imprensa
FAPESC – Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina
www.fapesc.sc.gov.br

Tags: eventos científicosFapesc

Estudo da UFSC sobre problemas auditivos tem apoio do governo estadual

08/07/2011 10:08

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) descobriram que apenas 30% dos 40 portadores de HIV avaliados na Grande Florianópolis ouviam normalmente. “A causa maior seria o não uso da medicação”, explica Luciana F. Cardoso Assuiti, fonoaudióloga do Hospital Universitário (HU). “É muito melhor usar o retroviral para não ter doenças oportunistas e ficar surdo.”

A tuberculose e a neurotoxoplasmose estão entre as doenças que mais afetam a audição, mas o problema pode ser minimizado se diagnosticado precocemente. A audiometria de alta frequência provou ser um dos testes mais sensíveis para identificar distúrbios no ouvido durante o experimento realizado pela equipe interdisciplinar da UFSC no Hospital Nereu Ramos.

Entre os pacientes avaliados entre abril e junho deste ano, 16 já sofriam de perda auditiva e destes, quase 7O% devem usar aparelhos para surdez e já foram encaminhados ao HU. Em 12, foram detectadas alterações auditivas que precisam ser monitoradas ano a ano.

A cabine instalada no Nereu Ramos poderá ser usada para exames em pacientes do SUS após a conclusão do estudo, coordenado pela enfermeira Betina H. S. Meirelles. Seus resultados preliminares foram apresentados ao público nesta quarta-feira (06.07), no auditório da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). A FAPESC e a SES (Secretaria do Estado da Saúde) são parceiras do governo federal no Programa Pesquisa para o SUS.

Por intermédio do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE), o Ministério da Saúde coordena o programa, voltado a melhorar o atendimento via SUS. As pesquisas selecionadas por chamadas públicas lançadas em 2009 e 2010 serão resumidas e avaliadas por consultores da SES até sexta-feira (08.06). Um deles, Luís Antonio Silva, falou sobre o estudo intitulado Atenção à saúde auditiva de pessoas que convivem com HIV/ Aids: “É o tipo de projeto importante para o SUS porque tem baixo custo e aplicabilidade imediata. Nós temos mais ou menos 12 mil pacientes em terapia retroviral em Santa Catarina” .

Outras informações sobre o Programa Pesquisa para o SUS podem ser obtidas com Fernanda Beduschi Antoniolli pelo fone (48) 3215-1218 ou pelo e-mail fernanda@fapesc.sc.gov.br.

Fonte: FAPESC – Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina

Tags: FapescHULuciana Assuitiproblemas auditivos

Pacientes com apneia do sono têm pressão alta

05/07/2011 18:49

Uma pesquisa conduzida com ratos na Universidade Federal de Santa Catarina mostra a relação entre pressão alta e apneia obstrutiva do sono, uma condição grave na qual paradas respiratórias de 10 a 30 segundos ocorrem repetidamente enquanto a pessoa dorme. Se a hipertensão arterial decorrente da apneia não for tratada, ela pode alterar os batimentos cardíacos, causar infarto e mesmo morte prematura.

O estudo é um dos 55 cujos resultados preliminares estão sendo explicados até sexta-feira (08/07), no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Juntos, os trabalhos científicos vem recebendo R$5 milhões em investimentos do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Fapesc, parceiros no Programa de Pesquisas para o SUS  (PPSUS).

O estudo desenvolvido na UFSC simula apneia em ratos mediante a redução periódica do nível de oxigênio – de 20% para 8% — dentro de uma caixa vedada onde os animais são colocados. “Todos os procedimentos experimentais foram aprovados pelo comitê de ética da UFSC”, pondera o Prof. Daniel B. Zoccal, do Centro de Ciências Biológicas. Ele acrescenta que aquela diminuição no oxigênio faz aumentar a pressão arterial dos ratos de 12 por 8 – considerada normal também em humanos – para 13 por 9. “Parece ser pouco, mas isso já caracteriza hipertensão arterial”, diz Zoccal.

Esta pressão alta é agravada pelo fato de que os pacientes de apneia obstrutiva do sono geralmente são obesos, sedentários, podem ser diabéticos ou se tornar diabéticos se tiver predisposição à doença, pela associação de fatores envolvidos no seu distúrbio do sono. Não há estatísticas da quantidade de brasileiros que sofrem de apneia, mas entre os norte-americanos ela afeta aproximadamente 5% da população. Muitos nem desconfiam que têm a doença.

Ter dificuldades de raciocínio, ficar estressado e excessivamente sonolento são alguns dos sintomas deste distúrbio do sono sentidos durante o dia. E há coisas que passam despercebidas do paciente à noite: “todo mundo que tem apneia ronca, mas nem todo mundo que ronca tem apneia”, afirma Zoccal. “Demora até o indivíduo se conscientizar de que precisa dormir num hospital para fazer um teste e diagnosticar que realmente sofre de obstrução das vias aéreas enquanto dorme.” Esta alteração na respiração aumenta a pressão, mas grande parte dos portadores de apneia não respondem a tratamentos convencionais com medicamentos anti-hipertensivos, segundo o farmacêutico que também é professor do Departamento de Ciências Fisiológicas da UFSC.

Origem

A hipertensão arterial é investigada desde o século XVIII, mas suas causas ainda são misteriosas. Por isso a pesquisa desenvolvida na UFSC é promissora. “Diante dos resultados, achei-a bastante próxima de ter um aproveitamento rápido no que se refere à modelagem em seres humanos e a aumentar a eficácia do tratamento da hipertensão arterial”, salienta Flávio Magajeuski, da Vigilância Epidemiológica da SES. Ele acrescenta: “estamos diante de um projeto surpreendente, financiado com valores relativamente baixos.”

Magajeuski acompanhou as apresentações das conclusões preliminares do PPSUS, um programa nacional criado para resolver os problemas prioritários de saúde da população e melhorar a gestão no SUS. Os resumos são feitos em meia hora, entre as 9 e as 19h, até sexta-feira, no sexto andar do prédio do Celta, ParqTec Alfa, km, 1 da SC 401 bairro João Paulo, Florianópolis.

Informações adicionais sobre o PPSUS com Fernanda Beduschi Antoniolli, fone 3215-1218, e-mail fernanda@fapesc.sc.gov.br. Sobre a pesquisa da UFSC, fale com Zoccal no 9945-1796.

Por Heloísa Dallanhol/ Jornalista na Fapesc

Tags: Fapescpesquisa saúde

Pesquisas da área da saúde serão apresentadas até o dia 9 no ParqTec Alfa

05/07/2011 18:44

Resultados preliminares de 55 estudos da UFSC, Udesc, Unisul e Furb que podem contribuir para resolver os problemas prioritários de saúde da população catarinense serão apresentados ao público entre os dias 5 e 9 de julho, no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Há estudos sobre diabetes, doenças mentais e câncer (de próstata, mama e colo do útero), dentre as várias pesquisas a serem abordadas entre as 9h e as 19h no Celta do ParqTec Alfa, em Florianópolis.

A primeira manhã do evento, na terça-feira, incluiu resumos de meia hora sobre trabalhos como os intitulados “Estilo de vida e comportamento de risco dos jovens catarinenses” e “Programa de controle e tratamento da obesidade: a contribuição de diferentes programas de exercício físico”. À tarde, foram mostradas conclusões parciais sobre doenças cardiovasculares em crianças e adolescentes, hipertensão arterial e lesão medular, entre outras.

As 55 pesquisas vão custar R$5 milhões em recursos públicos, um valor recorde na história do Programa Pesquisa para o SUS, que começou em 2003 com R$600 mil. O Ministério da Saúde coordena o programa nacionalmente e entra com R$3 milhões. Um milhão veio da Secretaria de Estado da Saúde e outro, da Fapesc.

Informações adicionais com Fernanda Beduschi Antoniolli, fone 3215-1218, e-mail fernanda@fapesc.sc.gov.br.

* O auditório onde será realizado o evento fica no sexto andar do prédio do Celta, ParqTec Alfa, km, 1 da SC 401 bairro João Paulo, Florianópolis.

Por Heloísa Dallanhol/ Jornalista na Fapesc

Tags: Fapescpesquisasaúde

UFSC vai melhorar segurança alimentar das ostras

10/05/2011 16:28

Santa Catarina é o primeiro estado brasileiro a analisar a ameaça de organismos marinhos capazes de veicular doenças por meio da ingestão de ostras cultivadas. A investigação está sendo conduzida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e à Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Com a liberação da terceira e última parcela dos recursos do governo estadual em maio, pesquisadores poderão concluir o estudo sobre os vibrios marinhos – principais causadores de gastroenterites associadas ao consumo de ostras –, sua resistência a antibióticos e outros aspectos dos organismos presentes em fazendas marinhas da baía sul, em Florianópolis.

“O desenvolvimento desta pesquisa vem colaborando com o crescimento da credibilidade e ganho de mercado desta importante atividade sustentável, que é a ostreicultura em Santa Catarina”, diz Cleide R.W. Vieira, coordenadora da pesquisa. Ela também cita a redução de barreiras sanitárias para a comercialização de ostras fora do estado e mesmo do país como outro benefício da investigação, que deve gerar tecnologias a serem repassadas para os produtores locais. “Além disso, o desenvolvimento de referência científica para tratamentos com uso de antibióticos adequados no caso da ocorrência de infecções causadas por vibrios, diminui a gravidade do problema e os custos de tratamento para o poder público”, arremata Cleide Vieira.

Mais informações com a professora cleiderosana@cca.ufsc.br.

Por Heloísa Dallanhol /Assessoria Fapesc

Tags: AquiculturaFapesc

Professor da UFSC assume presidência da FAPESC

11/01/2011 18:31

Sergio Luiz Gargioni é o novo presidente da FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina). Consultor empresarial e professor do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina, com pós-graduação nos Estados Unidos e na Suíça, Gargioni tomou posse na presidência no dia 3 de janeiro, após décadas de experiências profissionais, sendo nos últimos oito meses assessor da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), à qual está ligada a Fundação.

“A FAPESC vai ser um modelo de gestão pública, dentro das limitações que o Estado impõe”, pondera Gargioni, referindo-se ao fato de que o percentual de recursos garantidos pela Constituição Estadual e pela Lei Catarinense de Inovação ao financiamento da pesquisa científica nunca foi repassado integralmente. “Nossa prioridade máxima é fazer cumprir o repasse do 1% constitucional para a FAPESC.”

Outras metas iniciais do presidente são: alinhar programas de pesquisa e inovação com o plano de governo de Raimundo Colombo; agilizar o processo de prestação de contas por parte dos pesquisadores beneficiados por recursos estaduais; e divulgar os resultados obtidos por eles à sociedade como um todo.

Para atingir estes objetivos, Gargioni tem o apoio do Conselho Superior da FAPESC, conforme manifestado na última reunião do grupo, mês passado. Na ocasião, o então presidente, Antônio Diomário de Queiroz, salientou que seu sucessor tinha bom trâmite na academia, no setor empresarial e no governo – três esferas essenciais para o desenvolvimento baseado no conhecimento.

Da teoria à prática

Gargioni se formou em Engenharia Mecânica na UFSC em 1971 e já no ano seguinte lecionava nesta instituição. Em 1973, concluiu mestrado na Universidade de Illinois (EUA) e até 2006 fez cursos diversos, entre eles o de Administração de Negócios, no Instituto IMD Lausanne (Suíça). Nos anos 70 e 80, lecionou na Universidade de Brasília – inclusive deu aulas o atual reitor da UFSC, professor Alvaro Toubes Prata. Ainda na capital federal, foi secretário Executivo do Conselho Nacional de pós-graduação da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e superintendente de Desenvolvimento Industrial e Infraestrutura do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Em 2010, tornou-se conselheiro de Administração certificado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. No ano passado, o professor ainda coordenava projetos na Fundação CERTI (Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras), com base nos seus 16 anos de atuação na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). Lá, foi superintendente do Serviço Social da Indústria (SESI) e diretor superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Antes disso, havia sido secretário-adjunto de Tecnologia, Energia e Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina. Também presidiu o Centro Cerâmico do Brasil e assessorou novos negócios no grupo Portobello, além de ter sido membro de dezenas de conselhos em organizações públicas e privadas.

Informações adicionais com Heloisa Dallanhol, pelo telefone (48) 3215-1208 ou e-mail heloisa@fapesc.sc.gov.br.

Fonte: FAPESC

Tags: FapescpresidenteSergio Luiz Gargioni

Prêmio Stemmer da Inovação recebe inscrições

04/01/2011 16:32

Um total de R$ 500 mil será destinado, através da segunda edição do Prêmio Professor Caspar Erich Stemmer da Inovação Catarinense, a instituições, empresas e pessoas que se destacaram com contribuições em inovação para processos, bens e serviços aplicados no período entre 2008 e 2010 em Santa Catarina, conforme o Edital publicado no site www.fapesc.sc.gov.br. Em 2009, quando foi lançado, recebeu mais de 100 inscrições de diversos municípios catarinenses, como Concórdia, Jaraguá do Sul, Lages, Blumenau e Florianópolis, e beneficiou 16 organizações do Estado.
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Tags: 2010FapescinscriçõesPrêmio Stemmer