Inscrições abertas para curso de formação para membro de comissão de processo administrativo e de sindincância

16/05/2011 16:13

Divisão de Capacitação e Afastamento para Formação (DCAF) informa  que estão abertas as inscrições para o curso de capacitação profissional para Formação Teórica e Prática para membro de comissão de processo administrativo disciplinar e de sindincância na UFSC

O curso visa preparar servidores para atuarem, inclusive na condição de Presidente ou de Secretário, em Comissões Disciplinares instauradas pela UFSC, tanto nos processos envolvendo docentes e técnico-administrativos quanto nos processos envolvendo empresas inadimplentes.
Podem se inscrever servidores Técnico-administrativos com, no mínimo, Ensino Médio completo e docentes da UFSC, os quais, uma vez designados para atuar nessas Comissões, terão disponibilizada carga horária diária para tal finalidade.
Ministrante: Nilto Parma, Procurador-Chefe da UFSC
Carga horária: 50 horas
Início: 30/5
Horário: das 9h às 11h

Mais informações e inscrições pelo site: www.sgca.ufsc.br/web

Fonte: DCAF

Tags: comissão de sindincânciacomissão processo administrativocurso capacitaçãoUFSC

Projeto 12:30 recebe o Coletivo PIRA! nesta quarta na Concha Acústica

16/05/2011 16:02

Arte da camiseta do Coletivo

O Projeto 12:30 recebe o Coletivo PIRA!, nesta quarta-feira, 11 de maio, às 12h30min na Concha Acústica. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade. O Coletivo PIRA! (Coletivo de Produção Integrada de Resistência Antimanicomial) é um espaço de militância, formação, trocas e intervenções acerca da saúde mental na perspectiva da Luta Antimanicomial e da Reforma Psiquiátrica. Para comemorar o dia Nacional da Luta Antimanicomial (18 de maio) e com o objetivo de sensibilizar a comunidade acadêmica para as formas de ver o sujeito e as relações sociais estabelecidas na produção da loucura, o Coletivo, juntamente com a ABRASME – Associação Brasileira de Saúde Mental – convidam para à HORA DA LOUCURA!!!

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Tags: Coletivo Pira!Projeto 12:30UFSC

Editora lança hoje 65 livros e divulga resultado de concurso de romance

16/05/2011 08:26

Um grande evento literário marcará as comemorações dos 30 anos de fundação da Editora da UFSC e um ano de virada na política gráfica e editorial que a projetou entre as melhores editoras universitárias do país. Em alusão a essas conquistas, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove hoje, 16 de maio, às 17 horas, na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos, o lançamento coletivo: “A Editora da UFSC no século XXI”, que trará a público 65 obras de grande relevância cultural. No mesmo evento, a Editora vai divulgar o nome do vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance, o único no gênero hoje em Santa Catarina.
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Tags: Editora da UFSClançamento coletivoUFSC

Aula magna de Licenciatura Indígena põe em pauta a diversidade

13/05/2011 21:26

As calças jeans e as camisetas convivem bem com a tinta preta no rosto. Os flashes insistentes incomodam alguns, e os sorrisos não saem tão fácil dos adultos, mas há crianças que se postam em frente às câmeras, e jovens de penteado moicano com máquinas e filmadoras nas mãos, como que a revidar fazendo suas próprias imagens. A segunda aula magna do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, que aconteceu na quarta, 11/05, reuniu reitor, pró-reitores, professores, estudantes, autoridades e os alunos de tribos Kaigáng, Xokleng e Guarani, que retornam agora à Universidade após dois meses nas comunidades colocando em prática o que aprenderam no curso em seus primeiros trinta dias.

A data teve programação durante toda a quarta: de manhã, os alunos se reuniram com o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Augusto Freitas Meira, quando reivindicaram bolsas de estudos para que possam permanecer na Universidade e concluir o curso, e, às 18h, no hall da Reitoria, foi aberta a exposição “Guarani, Kaigáng e Xokleng – Atualidades e Memórias do Sul da Mata Atlântica”.

A mesa de abertura contou com a presença do reitor Alvaro Prata; do presidente da Funai; da diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) Roselane Neckel e da coordenadora do curso Ana Lúcia Vulfe Nötzold. A mesa de debates foi composta pela pesquisadora do Laboratório de Etnologia Indígena Maria Dorothea Darella; o coordenador-geral da Educação Escolar Indígena da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, Gersem José dos Santos Luciano (Baniwa), e a procuradora da República em Santa Catarina Analúcia de Andrade Hartmann.

Multiplicando as transformações

A solenidade foi ao encontro do que Gersem defende: que o curso transforma seus alunos, mas também a sociedade e a Universidade. O hino nacional foi cantado por alunos Kaigáng – metade entoado em sua língua nativa e a outra metade em português; houve espaço à homenagem a Natalino Crespo – feita de acordo com as tradições de sua tribo – companheiro que os incentivou a ingressar no curso e que faleceu no dia 02/03, e o mestre de cerimônias não deixou de lado os caciques, quando registrou a presença das autoridades. Os detalhes demonstram as modificações sutis que a Universidade começa a ensaiar.

“A UFSC não estava e nem está preparada para recebê-los. Mas a forma de nos adequar é vivenciar e aprender, aperfeiçoar a cada dia”, atesta o reitor. “Faço dois pedidos: que tenham compaixão com a nossa instituição, perdoando nossas falhas, apesar de nossa boa vontade, e que exultem-se a si próprios, sendo bons alunos”.

O curso, que vinha sendo gerado desde 2007 pela Comissão Interinstitucional para Educação Superior Indígena (Ciesi, formada por integrantes da UFSC, organizações representantes dos povos indígenas e entidades parceiras), é um dos 26 do Brasil oferecido exclusivamente aos povos indígenas, e ajuda a somar cerca de oito mil índios no ensino superior. O presidente da Funai explica que esse número só tende a crescer. “De acordo com o IBGE, temos hoje no país cerca de 817 mil índios”. Isso significa que nos últimos dez anos a população indígena cresceu mais de 10%, número superior aos das pessoas que se declaram brancas, negras ou pardas. “Já escutei muito, também em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, a frase ‘aqui não tem índio’. Por isso o curso vai além da educação: é também político. E essas novas gerações que fizerem o ensino superior poderão contribuir de forma mais efetiva com a construção do país”, defende.

Igualdade nas diferenças

A professora Roselane ratifica a fala de Márcio: “este momento significa a inclusão desses cidadãos na sociedade, a partir de seu ingresso na Universidade”. A diretora do CFH vai além. “Em um país de diferenças tão profundas, não podemos tratar da mesma forma a todos, como se todos tivessem condições iguais”, afirmou, mencionando em seguida as políticas públicas de permanência que a Universidade destina a alunos oriundos de escolas públicas, negros e indígenas, e reafirmando a disposição da UFSC em buscar meios de viabilizar, junto com a Funai, bolsas de estudos a esses alunos.

A equidade também foi mencionada por Analúcia, que ainda relembrou o saudoso professor Sílvio Coelho dos Santos como orientador nos estudos das questões indígenas – homenageado anteriormente pela professora Dorothéa, que o apontou como baluarte da antropologia em questões da área. “Quando trabalhei junto a tribos, contava-se nos dedos quantos falavam fluentemente o Kaigáng. ‘Só se pegarmos à força esses indiozinhos’, me diziam os mais velhos. Não existia a valorização dos índios e de sua cultura”. Hoje, de acordo com a procuradora, a Secretaria de Educação de SC já reconhece as diferenças e as estimula, orientando escolas e professores. “Agora os alunos são liberados para os cultos junto com seus pajés, e há horários e merendas diferenciados”, relata.

Dos índios para os índios

Doutor em Antropologia Social, Gersem Baniwa faz parte da primeira leva de professores de dedicação exclusiva da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) que leciona nos cursos de Licenciatura Indígena em Políticas Educacionais e Desenvolvimento Comunitário e Formação de Professores Indígenas. O docente analisa a valorização de sua cultura. “Sempre me perguntei quantos eram os portugueses que desembarcaram no Brasil, e qual o número de indígenas que havia aqui para recebê-los, e a resposta me parece óbvia. Em nenhum momento os índios foram capazes de se articular para enfrentar o inimigo comum. E nisso se passaram cinco séculos. Apenas na década de 1970 se iniciaram as primeiras reações mais conscientes dentro dessa relação histórica de dominação”. “Nenhuma política”, continua, “tem sido implantada porque o Brasil mudou sua percepção de mundo, e sim porque os povos indígenas tomaram outra atitude, e o ensino superior faz parte dessa reação”.

Gersem confessa que o magistério voltado ao índio está em processo de construção. “Ainda não tenho clareza do que fazer em sala de aula. A escola foi inventada pelo mundo branco para atender às necessidades de industrialização e mercantilização, e talvez seja um erro adaptá-la às demandas indígenas”.

Há menos de uma década atuando como categoria, os professores indígenas talvez busquem o meio termo. “A responsabilidade é grande. Como se define uma escola intercultural? Tem povos que nos cobram o ensino da língua nativa, mas não conheço índio que não queira aprender sobre as novas tecnologias. E será que ensinar português vai ser bom para esses povos? Tem quem ache que o índio que fala bem o português já não é mais índio”, problematiza.

O duelo entre o novo e o antigo, no entanto, parece se desfazer a partir da visão do professor. “Há pessoas acreditando que a tradição e a modernidade são incompatíveis. Isso é um problema para os pensadores, porque os índios já resolveram a questão. Para eles, o caminho é a complementaridade: não conheço povo indígena que, já tendo contato com a cultura do homem branco, abdique do direito de frequentar uma escola”.

Gersem ainda enfatizou o caráter social que a educação tem para sua gente. “Os índios são pragmáticos: quem vai à escola deve voltar sabendo fazer sabão, anzol, construir roupas, senão significa que não aprendeu direito. O estudo tem como objetivo melhorar a comunidade”.

Pinturas, danças e direitos

Van (que em Xokleng significa taquara), tem sete anos e foi a atração da cerimônia para os fotógrafos. Com adereço de cisal no cabelo, pintura preta no rosto e usando saia de palha, balançava de tempos em tempos um chocalho de cabaça e passava com a mãe Walderes a música que cantaria junto ao grupo logo depois do evento.

Aos 26 anos, Walderes cria a sobrinha Van como filha, e a deixa com a mãe em José Boiteux, onde se localiza a tribo Laklãno, quando fica em Florianópolis para assistir às aulas. “Agora estou mais tranquila porque ela veio comigo para a apresentação, mas no primeiro mês foi mais difícil”, relata.

Formada em Letras Português/Espanhol em uma universidade de Indaial, a Xokleng afirma que estudar, agora, está bem mais fácil. “Quando fiz a primeira faculdade, com minha mãe, havia vezes em que dormíamos no ponto de ônibus, e no outro dia tomávamos banho na própria universidade, porque não havia dinheiro para voltar para casa. Aqui tem sido bem diferente”, comemora.

Questionada sobre a diferença entre os Xokleng, Kaigáng e Guarani, ela se vira e aponta: “Olha só a pintura. Cada um faz desenhos diferentes, e cada etnia possui suas próprias músicas e danças”, explica, contando que sua tribo, que habita um terreno de cerca de 14 mil hectares, abriga as três etnias.  “Conheci professores de geografia e história que se referiam ‘aos índios’ apenas. Mas há grandes diferenças em relação aos costumes e tradições”. Walderes pretende seguir Licenciatura em Humanidades, com ênfase em Direitos Indígenas. “Hoje estamos reivindicando a redemarcação de nossas terras. Quero lutar pelas causas indígenas”.

Por Cláudia Schaun Reis/ Jornalista na Agecom
Fotos: Pâmela Carbonari / Bolsista de Jornalismo na Agecom

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Tags: indígenamuseu

Iniciam na segunda as inscrições para o Projeto Amanhecer

13/05/2011 14:47

O Projeto Amanhecer do Hospital Universitário (HU) da UFSC abre na segunda-feira, 16/05 – e prossegue até a quarta, 18/05, as inscrições para suas terapias complementares. Para fazer a inscrição o interessado deve ir até o Projeto Amanhecer no HU, das 8h às 12h e das 14h às 17h, e apresentar algum documento que comprove a condição de aluno, professor, servidor técnico-administrativo ou servidor terceirizado.
O Projeto oferece gratuitamente tratamentos para os mais diversos problemas, buscando também proporcionar o auto-conhecimento dos participantes. Estes tratamentos têm base nas medicinas tradicionais, de cunho vitalista e espiritual, observando o indivíduo como um todo.

Serão oferecidas as seguintes terapias: Naturologia, Florais, Geoterapia, Auriculoterapia, Cranio-Sacral, Arteterapia, Healing, Massoterapia, Cromoterapia, Astrologia, Psicologia, Psicoterapia, Reiki e Massagem Chinesa.

O Projeto Amanhecer localiza-se no Núcleo de Capacitação Técnica, aos fundo do HU, atrás do Grêmio do HU.
Mais informações 3721-8055 ou www.hu.ufsc.br/~proj_amanhecer

Tags: naturologiaterapia

Editora lança nesta segunda 65 livros e divulga resultado de concurso de romance

13/05/2011 10:15

Um grande evento literário marcará as comemorações dos 30 anos de fundação da Editora da UFSC e um ano de virada na política gráfica e editorial que a projetou entre as melhores editoras universitárias do país. Em alusão a essas conquistas, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove, na próxima segunda-feira, 16 de maio, às 17 horas, na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos, o lançamento coletivo: “A Editora da UFSC no século XXI”, que trará a publico 65 obras de grande relevância cultural. No mesmo evento, a Editora vai divulgar o nome do vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance, o único no gênero hoje em Santa Catarina.

Para a tarde coletiva de autógrafos foram convidadas todas as pessoas envolvidas na produção intelectual da nova safra da Editora, o que inclui mais de 350 nomes, entre ensaístas, organizadores, escritores e tradutores que assinam 65 títulos publicados em 2010 e 2011. “São livros científicos, técnicos, ensaísticos e literários nas mais diversas áreas, que expressam essa mudança no projeto estético e editorial, caracterizada pela publicação de obras de impacto na cultura contemporânea”, explica a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges.  Depois da divulgação do vencedor do concurso haverá coquetel com tarde autógrafos.

Entre os lançamentos recém-saídos do prelo, o diretor da EduFSC, Sérgio Medeiros, destaca a obra Pensar/Escrever o Animal, um compêndio de 421 páginas que trata de uma das questões mais emergentes do pensamento contemporâneo: a superação da perspectiva antropocêntrica. Fruto de uma parceria com a Fapemig, de Minas Gerais, o livro é a primeira obra publicada no Brasil expressando o pensamento interdisciplinar sobre a relação do homem com outras formas de vida e sobre o impacto dessa relação na própria concepção clássica de ser humano.

Organizado por Maria Esther Maciel e lançado na última semana com grande impacto em Belo Horizonte, Pensar/Escrever o Animal reúne 20 ensaios inéditos, traduzidos para o português, de grandes especialistas internacionais, como Dominique Lestel e Donna Haraway, além de textos de ensaístas brasileiros, como Benedito Nunes, um dos maiores estudiosos da literatura moderna brasileira, Márcio Selligmann-Silva e Raúl Antelo. Os ensaios confluem pesquisas na área da filosofia, literatura, artes, etologia, biologia, arqueologia, zoologia, biopolítica, estudos de gênero, psicologia para discutir as tensões nas fronteiras entre o animal, o humano, a máquina e o artefato na direção de uma ética do inumano ou do pós-humano.

Obras locais e universais

Criada em 1980, a Editora da UFSC tem mais de mil títulos no mercado e publica, em média, 50 livros por ano. Reconhecida pela excelência internacional dos seus títulos, é hoje uma das grandes editoras universitárias do país. Destaca-se também pelo cuidado e rigor de suas edições, além de imprimir formatos inovadores, como livro-estante e caixa-livro. O novo padrão gráfico prioriza o uso de papel pólen e se caracteriza pela apresentação de capas, texturas, cores e ilustrações de elegância estética. Merecedores de resenhas, artigos e indicações de leituras dos principais veículos de cultural do país, os lançamentos impactantes de 2010 e 2011 estão expostos no site e nas vitrines da Livraria Cultura e distribuídos para as principais livrarias do território nacional.

Entre suas mais recentes publicações estão traduções de obras inéditas em língua portuguesa de autores como Mallarmé, Evaristo Carriego, Franz Kafka, Giorgio Agamben e Pierre Bourdieu (no prelo). Também lançou ensaios inéditos no Brasil de Gonçalo Tavares e traduções comentadas da dramaturgia de Shakespeare. Através da aquisição de direitos autorais ou da parceria com outras instituições, lançou obras exclusivas de Linda Hutcheon, Paul Claval, Miguel do Vale de Almeida, Luiz da Costa Lima, Luc-Nancy e Judith Butler (os três últimos no prelo).

Com o Instituto Itaú Cultural reuniu e editou os textos críticos do cineasta catarinense Rogério Sganzerla e prepara a publicação do romance de Glauber Rocha. Para incentivar a produção literária em Santa Catarina, lançou em 2010 o Concurso Romance Salim Miguel e já prepara os concursos para livros de conto, poesia, de roteiro e dramaturgia para os próximos anos. Muita expectativa gira em torno do nome do romancista catarinense que levará o prêmio entre 28 escritores inscritos, muitos autores já consagrados.

A editora traz ao leitor o melhor da produção científica, tecnológica e cultural da UFSC, através de séries como a Didática, Geral, Nutrição e Ética e da publicação dos grandes escritores catarinenses de todas as épocas, como Silveira de Souza, Cruz e Sousa, Rodrigo de Haro, Franklin Cascaes (ambos no prelo). É associada à Liga de Editoras Universitárias, formada pela EdUSP, Unicamp, EdUFPA, EdUNB, EdUFMG e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Há dois anos, os livros da EdUFSC podem ser adquiridos pela livraria virtual www.edufsc.ufsc.br

Raquel Wandelli – assessora de comunicação da SeCArte/UFSC / raquelwandelli@yahoo.com.brraquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Fones: 37219459 e 99110524 / www.secarte.ufsc.brwww.ufsc.br

Tags: concurso de romanceEdUFSClançamento 65 livros

A Fundação José Boiteux inaugura nesta sexta o painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito

12/05/2011 15:12

A Fundação José Arthur Boiteux  ( www.funjab.ufsc.br) convida para a inauguração do painel restaurado dos fundadores da Faculdade de Direito, nesta sexta-feira, 13 de maio, às 10h, no Centro de Ciências Jurídicas. Após a inauguração haverá palestra  com o presidente da FAPESC, Sérgio Gargioni, sobre o Panorama da pesquisa em Santa Catarina.A Faculdade de Direito de Santa Catarina, que veio a integrar a Universidade Federal de Santa Catarina, foi fundada em 11 de fevereiro de 1932 e tem  hoje mais de 1.000 alunos de graduação e pós-graduação.

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Tags: Faculdade de direitoFundação BoiteuxFundadores faculdade de direitoUFSC

Mostra do Festival Mix Brasil na UFSC

12/05/2011 09:55

O Ciclo de Cinema Trânsitos Contemporâneos traz à UFSC uma mostra de filmes e vídeos de curta-metragem selecionados do Festival Mix Brasil, realizado em São Paulo desde 1993. São oito títulos que resumem um pouco da história e dos significados deste que é considerado o “maior fórum de cinema GLBT da América Latina”. A exibição será realizada no dia 20 de maio, a partir de 15h, no Anfiteatro no Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

Serão realizados debates com o doutorando Marcos Aurélio da Silva (Transes/PPGAS/UFSC) e com o mestrando Glauco Ferreira Batista (Transes/PPGAS/UFSC). O Ciclo de Cinema e Debates Trânsitos Contemporâneos é uma realização do Núcleo de Antropologia do Contemporâneo (TRANSES), da UFSC, e tem como objetivo abrir um espaço de diálogo crítico sobre questões do tempo presente a partir da exibição de filmes e posterior debate entre comentadores convidados e a plateia.

Mais informações:  glaucoart@gmail.com / mirebrito@gmail.com / mariafer@matrix.com.b

Programação:
– Eu não quero voltar sozinho, direção Daniel Ribeiro, BRA, 2010,17’
–  Babysitting Andy, direção Pat Mills, CAN, 2007, 11’
– O Móbile: Admiração, direção Lilian Werneck, BRA, 2010, 25’
– Rubbuds, direção Jan Chen, EUA, 2009, 3’
– Furico li Furico lá, direção Sandra Brogioni, BRA, 2009, 4’
– Panteras fora do armário, direção Sandra Brogioni, BRA, 2009, 5’
– A Drag a Gozar, direção Kiko César, BRA, 2007, 5′
– Travileirinho, de Rodrigo Averna, BRA, 2010, 4’

DAC abre inscrições para novas oficinas de Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais

11/05/2011 16:40

O Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC abre inscrições para três novas oficinas de Arte: Fotografia, Cerâmica e Artes Visuais (Pintura e Técnicas Mistas). As inscrições devem feitas na Secretaria do DAC, de 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.  As oficinas acontecem entre 19 de maio e 21 de julho.

Essas novas oficinas estão sendo realizadas devido ao edital recém realizado pela UFSC que viabiliza a atuação de instrutores de arte da comunidade no projeto de extensão Oficinas Livres de Arte do DAC. Continuam em andamento outros cursos e oficinas que iniciaram neste semestre. A relação dessas atividades pode ser conferida no site www.dac.ufsc.br.

Não será cobrada mensalidade, apenas uma taxa de inscrição, por oficina, no valor de R$ 50. Os interessados devem se inscrever na Secretaria do DAC e, em seguida, efetuar depósito no Banco do Brasil, agência 3582-3, C/C 203142-6/Fapeu. A confirmação da inscrição será mediante o comprovante do depósito bancário.

Serviço:

O QUÊ: Inscrições de Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

QUANDO: De 16 a 18 de maio, de segunda a quarta-feira, das 9h às 18h.

ONDE: no DAC – Departamento Artístico Cultural (Igrejinha da UFSC), Praça Santos Dumont, 117, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Taxa única de inscrição R$ 50, sem cobrança de mensalidade.

INFORMAÇÕES: (48) 3721-9348 e 3721-9447 – www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br

Obra fotográfica de Rosana Cacciatore

OFICINA DE FOTOGRAFIA (INTRODUÇÃO À ARTE DA FOTOGRAFIA)

Ministrante: Rosana Cacciatore

Data: 19/05 a 07/07

Carga Horária: 20 horas

Horário: 5ª feiras, das 14h às 17h

Número de alunos: 15 alunos por turma

Requisito: o aluno deve possuir câmera fotográfica digital, não necessariamente profissional.

Sobre a ministrante

Rosana Cacciatore, natural de Porto Alegre-RS, é graduada em Comunicação Social pela PUCRGS, Mestre em Teoria Literária pela UFSC, com pesquisa sobre imagens. Cursou disciplinas na Université de Paris VIII na área de cinema e fotografia. Atua profissionalmente no âmbito da academia e do mercado de trabalho. Como professora, ministrou disciplinas e orientou projetos nos Cursos de Cinema, Publicidade e Jornalismo na Universidade do Sul de Santa Catarina por 10 anos. Como profissional, atua como fotógrafa, editora e assessora de comunicação e imprensa para instituições e projetos culturais. Já trabalhou para Folha de São Paulo, Diário Catarinense, Fundação Franklin Cascaes, RBS TV, Standard, Olgivy and Mather/POA, Lynxfilm/POA, TVI Produções Audiovisuais, Editora Jornal Notícias do Dia, Ministério do Interior, Olho Mágico Espaço Multiarte, entre outras, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Radicada em Florianópolis desde 1989.

Sobre a Oficina

A oficina tem como objetivo oportunizar o conhecimento básico da técnica, da história e da estética fotográfica conjugado a exercícios práticos de produção de imagens. O curso é dividido em três módulos: histórico, estético e técnico. As aulas serão teóricas e práticas para aplicação dos conceitos. Ao final, os alunos desenvolvem ensaio temático. Aberta a pessoas interessadas em fotografia de um modo geral, iniciantes (jovens e adultos) que desejam conhecer melhor a técnica e a estética fotográfica.

Ementa

Século XIX: a fotografia como espelho do mundo (apontamentos históricos, teóricos e estéticos do período). Século XX: a foto como operação de codificação das aparências e como traço do mundo (apontamentos históricos e estéticos do período). Noções de composição: plano, linhas, cores, perspectiva, volumes/luz. Conceitos fotográficos. O olho humano: a percepção visual. A câmera fotográfica: corpo, obturador, diafragma, filme, foco, fotometria, distância focal / objetivas. Os conceitos digitais: ccd, pixel, resolução, tipos de arquivo, Redimensionamento da imagem. Século XXI: a fotografia contemporânea/ as possibilidades digitais.

Gustavo Tirelli com uma de suas obras

OFICINA DE CERÂMICA

Ministrante: Gustavo Tirelli

Data: 19/05 a 21/07

Carga Horária: 30 horas

Horário: 5ª-feiras, das 14h às 17h30

Número de alunos: 10 alunos por turma

Requisito: aberta a todos os interessados (jovens e adultos), iniciantes ou já praticantes da Cerâmica.

Sobre o ministrante

Gustavo Tirelli é Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina desde 2008. Teve como mestres Maria Betânia da Silveira, José Luiz Kinceler e Luis Carlos Canabarro Machado e desenvolve pesquisas sobre queimas cerâmicas, construção de fornos, e construção de instrumentos sonoros a partir da cerâmica.

Sobre a Oficina

A oficina de Cerâmica acontecerá em encontros semanais de três horas e meia, e está aberta a todos os interessados (jovens e adultos), sejam esses iniciantes ou já praticantes da Cerâmica.  A oficina é um espaço para o estudo e a prática Cerâmica com ênfase em suas principais técnicas de construção e acabamentos, tais como acordelado, modelagem manual, placas, moldes, engobes, terras sigilatas e esmaltação. Com o objetivo de estimular os participantes ao reconhecimento de suas poéticas, o curso pretende abordar diversas aplicações das técnicas estudadas, nos módulos em que se organiza: Módulo I, Introdução ao conhecimento cerâmico. História da Cerâmica.  Conceitos básicos; Módulo II, modelagens e acabamentos manuais; Módulo III, Confecção de moldes de gesso; Módulo IV, desenvolvimento de pastas cerâmicas para usos específicos a partir dos processos desenvolvidos.

Ementa

Propiciar o entendimento dos principais conceitos da Cerâmica, sua história e usos até a contemporaneidade. Habilitar os alunos para a prática de modelagem manual e com moldes. Utilizar técnicas de pintura e acabamentos tais como engobes, terras sigilatas e esmaltação. Desenvolver poéticas ligadas à construção artística, ao fazer escultórico e aos processos individuais e coletivos de criação e seus desdobramentos para uma Arte Contemporânea.

Meg Roussenq, instrutora de Artes Visuais

OFICINA DE ARTES VISUAIS (PINTURA E TÉCNICAS MISTAS)

Ministrante: Meg Tomio Roussenq

Data: 24/05 a 12/07

Carga Horária: 32 horas

Horário: 3ª feiras, das 14h às 18h

Requisito: aberta a todo interessado acima de 15 anos.

Sobre a ministrante

Meg Tomio Roussenq, artista plástica, nasceu em Rio do Sul-SC, graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, especializou-se em pintura mural e afresco – Mezzolombardo, Itália. Atualmente frequenta o Curso de Bacharelado em Artes Plásticas – UDESC.

Atua como professora de artes ministrando curso de pintura e seus atravessamentos no processo de criação, em cidades como: Rio do Sul, Ibirama e Florianópolis (Oficinas do MASC – Fundação Catarinense de Cultura). Ministrou Workshop pelo SESC, Capacitação para professores de arte da rede pública estadual e particular, Seminários na FURB e UNIPLAC, cursos de arte em todo o Estado através de projeto de itinerância, pela Fundação

Catarinense de Cultura, assim como em Universidades do Estado. Participou como orientadora do projeto PRETEXTO/SESC. Como artista fez cursos com Rubens Oestroem, Juliana Fuganti, Raquel Stolf, Dudi Maia Rosa, Edite Derdyke, Fernando Cochiarelle, Daniel acosta, Tadeu Guiarelli, grupo Saiartes SP/USP, Nàdia Lamas, Teresa Ricardi (Argentina), Eduardo Frota, Nuno Ramos, Lara Almarcegui (Espanha), Roy Gray ( Inglaterra), Paulo Gaiad, Rosangela Scheren, Anita  Koneski, Dora Longo Bahia, Silvana Macedo, entre tantos  outros.

Artista multimeios, que tem no seu trabalho atual a pintura como processo. Nunca descolada de conceitos, sua produção nasceu do projeto de pesquisa- corpo palavra na escritura do desastre nas artes contemporâneas em Maurice Blanchot e Emmanuel Levinas.

Como artista já fez mais de 35 exposições individuais e 53 exposições coletivas. Participa do grupo de pesquisa em vídeo-arte (Membrana)-UDESC. Participou do Laboratório de Textos (criação de livros artísticos)-UDESC. Participou do Projeto: Blanchot, Levinas e a Escritura do Desastre nas Artes Contemporâneas, orientado por Anita Prado Koneski – UDESC. Vive e trabalha em Florianópolis

Sobre a oficina

Propor investigações no campo da pintura como linguagem dentro da contemporaneidade, passando pelas questões conceituais e técnicas que a constituem, além de possibilitar o máximo de situações onde os alunos possam dar ênfase às suas poéticas dentro da busca por um repertório singular no campo das artes visuais.

As possibilidades de linguagem pictórica como veículo artístico, frente às novas rupturas conceituais, vão possibilitar ao aluno: Localização de repertórios pessoais; Questões conceituais no pensamento moderno contemporâneo; Pintura a óleo, aquarela e têmpera; Prática em suportes alternativos, além de telas, papel e madeira; Proposição de projetos que envolvam a linguagem da pintura e interfaces.

Nesta experiência estética, o texto poético será esburacado e rediscutido no processo da pintura. Através da cor e da linha, novas narrativas visuais serão propostas, estimulando e desencadeando o processo de criação.

O Departamento Artístico Cultural (DAC) faz parte da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: [CW] e Rafael Gomes (Acadêmico de Jornalismo), Assessoria de Imprensa do DAC: SECARTE: UFSC, com textos dos artistas-instrutores.

Crédito da foto de Meg Tomio Roussenq : Rafael Gomes/DAC

Tags: DAC/UFSCoficinas de arte

Biblioteca Universitária completa 35 anos

10/05/2011 16:12
Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Uma cerimônia simples marcou, na manhã desta terça-feira, dia 10, o 35º aniversário da Biblioteca Universitária da UFSC. Com a participação do reitor Alvaro Toubes Prata, do vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva e de vários pró-reitores e diretores, foi servido um bolo aos presentes, incluindo os funcionários e parte dos frequentadores que passavam pelo hall da BU. A diretora da biblioteca, Narcisa de Fátima Amboni, teve uma indisposição e não pode comparecer.

Em seu lugar, quem fez a recepção foi o chefe da Divisão de Assistência ao Usuário, João Oscar do Espírito Santo, que está há 28 anos na instituição. Ele destacou os avanços obtidos pela biblioteca, incluindo as aquisições de e-books e do scanner planetário, e agradeceu o empenho da administração da Universidade em atender às demandas da casa. “Somos referência não mais apenas em livros impressos, mas como marco do conhecimento”, ressaltou.

O pró-reitor de Infraestrutura, João Batista Furtuoso, elogiou os servidores e disse que “a BU alcançou um elevado patamar graças a eles”. Ele lamentou a falta de reposição de pessoal, que afeta toda a Universidade, mas ressaltou os avanços tecnológicos que permitem aos alunos fazer consultas a distância e usar a internet em todos os ambientes da biblioteca. No momento, o prédio passa por um processo de climatização e recebe investimentos em infraestrutura e acervo, com ampliação dos espaços reservados aos usuários e compra de livros com a assessoria de professores.

Finalizando o ato, o reitor Alvaro Prata deu um depoimento pessoal, relembrando do tempo em que, como estudante de mestrado, fez uso intensivo do acervo da Biblioteca Universitária. Ele afirmou estar contente com a possibilidade de suprir o problema de mão de obra com “um dos maiores concursos da história da Universidade”, marcado para este semestre.

Depoimentos de ex-funcionários e estudantes também respaldaram o bom trabalho que a BU vem realizando. Nos dois casos, foi destacado que nunca a biblioteca teve tanto apoio da administração central quanto nesta gestão.

Exposição – Para comemorar os 35 anos, a biblioteca montou uma exposição na sala ao lado do hall, onde aparecem fotos antigas, fôlderes, cartazes, catálogos, revistas, marcadores de página e materiais utilizados em outros períodos da história da casa. Chamam a atenção também as fichas de controle de registro de livros e as fichas de leitores, marcas dos tempos que precederam o advento da informática.

Por Paulo Clóvis Schmitz/ Jornalista na Agecom

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Biblioteca Central da UFSC comemora 35 anos dia 10 de maio

09/05/2011 15:20

Nesta terça-feira, 10 de maio, a Biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC)  celebra seus 35 anos.  O evento, que será realizado em frente à Biblioteca, começa às 9h30min e terá a duração de uma hora. Entre os convidados estarão presentes o Reitor, Pró-Reitores, diretores de Centro de ensino e a  comunidade. O evento também contará com um bolo de dois metros de comprimento, além do marcador de livro que será distribuído aos usuários da BU.

A Biblioteca Universitária foi fundada em 1968, mas o prédio central só foi inaugurado em 1976 e tem localização privilegiada dentro do Campus, estando num raio de 500m de distância de todos os centros de ensino (exceção ao CCA). Em 1996 o prédio passou por uma reforma de expansão aumentou em 50% a sua área, resultando num espaço de 9134m².

Atualmente o prédio está em processo de climatização e investe em infraestrutura e acervo, com ampliação dos espaços reservados aos usuários e aquisição de livros em conjunto com o os professores. A biblioteca também é referência em inovação de serviços tecnológicos como sistema de consultas de títulos digitalizado na biblioteca virtual, Programa de Capacitação de Usuários, livros eletrônicos além do Ambiente de Acessibilidade Informacional (espaço voltado a pessoas com deficiência).

A Biblioteca da UFSC é a maior do Estado e conta com um acervo de 700 mil volumes (livros, periódicos, teses e dissertações entre outros formatos) à disposição dos 5 mil visitantes diários oferecendo atendimento em horário (das 7:30h às 22:00h) de segunda a sexta-feira e aos sábados das 8h às 17h.

Fonte: BU/UFSC

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Cinema, Chá & Cultura apresenta nesta sexta Quem tem medo de Virgínia Woolf?

09/05/2011 14:57

Elizabeth Taylor e seu Oscar por Quem tem medo de Virgínia Woolf?

A próxima sessão do Cinema, Chá & Cultura, na Fundação BADESC, será no dia 13 de maio (sexta-feira), às 19h. Quem tem medo de Virgínia Woolf? é o filme escolhido, também como uma homenagem a Elizabeth Taylor. Baseado na peça homônima de Edward Albee, que também assina o roteiro, o filme foi dirigido por Mike Nichols e foi o único na história de Hollywood a ser nomeado para todas as categorias do Oscar. Venceu, em 1966, nas categorias de melhor atriz (Elizabeth Taylor), melhor atriz coadjuvante (Sandy Dennis), melhor fotografia preto-e-branco (Haskell Wexler, que foi o último vencedor dessa categoria), melhor figurino preto-e-branco e melhor direção de arte preto-e-branco. Na Inglaterra venceu o BAFTA de melhor filme, melhor atriz e melhor ator. Nesta obra, o espectador é convidado para a sala de estar de George e Martha, onde participa de “um intenso ritual de mortificação mútua e de desagregação progressiva das convenções matrimoniais. ‘O inferno pode ser uma sala de estar confortável e um casal insatisfeito”, disse Albee sobre este texto aterrador e comovente”.

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Tags: Cinema Chá e CulturaQuem tem medo de Virgínia Woolf?

Projeto 12:30 recebe nesta quarta-feira a Banda Somato

09/05/2011 14:31

Banda Somato - foto divulgação

Projeto 12:30 recebe a banda Somato, nesta quarta-feira, 11/05, às 12h30 na Concha Acústica. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade. A banda trabalha tanto com composições próprias como com versões peculiares de artistas das mais variadas origens e gêneros, temperando tudo com sonoridades novas. Vão do folclore latino-americano ao rock, com elementos de chanson française, música erudita e música popular brasileira.

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Tags: Banda SomatoProjeto 12:30

UFSC homenageia os aposentados do mês de maio

09/05/2011 12:54

Aposentados de mês de maio com amigos e familiares

Em solenidade realizada na Sala dos Conselhos, na manhã desta segunda-feira, dia 9, a Universidade Federal de Santa Catarina homenageou 16 servidores e professores que estão se aposentando neste mês de maio. A cerimônia teve as presenças do vice-reitor Carlos Alberto Justo da Silva, representando o reitor Alvaro Toubes Prata, do pró-reitor de Desenvolvimento Humano e Social, Luiz Henrique Vieira da Silva, do diretor do Departamento de Atenção Social e à Saúde, Marcelo Fontanella Webster, e da chefe da Divisão de Serviço Social – Atenção ao Servidor, Ana Paula Balthazar dos Santos.
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Tags: aposentadosUFSC

Centro de Eventos completa sete anos com agenda lotada e melhorias em curso

06/05/2011 11:06

Vista externa do Centro de Cultura e Eventos, que é disputado por artistas e promotores de congressos de todo o Estado

Inaugurado há sete anos, em 10 de maio de 2004, o Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina vem se consolidando como um dos principais locais para realização de eventos no Estado. Mesmo com a cessão do terceiro pavimento, em 2010, para uso temporário em cursos e capacitações da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Humano e Social (PRDHS), o espaço sediou 170 eventos durante o ano passado, incluindo os de caráter artístico e cultural, os técnico-científicos e as solenidades de colação de grau de cursos de graduação da UFSC e Udesc e do Colégio de Aplicação.

De acordo com levantamento realizado pelo Departamento de Cultura e Eventos, o número de espetáculos, encontros, congressos e formaturas vem crescendo ano a ano, o que torna sem sentido o apelido de “elefante branco” com que o prédio já foi conhecido no campus. Diante do fracasso de muitas arenas multiuso construídas em Santa Catarina nos últimos anos – algumas são subutilizadas, outras ficaram pela metade – e da demora na conclusão das obras do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, o Centro de Eventos da UFSC se tornou uma das principais opções para os produtores de shows, congressos e solenidades no Estado.

“Contamos com um dos maiores auditórios em formato de anfiteatro de Santa Catarina, e o maior de Florianópolis”, ressalta Cléia Silveira Ramos, responsável pelos projetos especiais e eventos institucionais do departamento. Ela informa que a procura pelo uso deste e de outros espaços – como as quatro salas multifuncionais onde podem ocorrer seminários, simpósios e workshops – é maior do que a possibilidade de atender a todos os pedidos. “A agenda de 2011 está completa, e já começamos a programar eventos para o próximo ano”, diz ela.

A prioridade, sempre, é do público universitário, mas a comunidade externa também procura o prédio da UFSC para congressos e cerimônias oficiais importantes, informa o diretor do departamento, Luiz Roberto Barbosa. E as melhorias continuam ocorrendo, como a colocação de cortina no palco e investimentos na iluminação. Outras ações estão em processo, como a melhoria da infraestrutura do palco e a criação de condições para receber espetáculos teatrais, por exemplo.

Formaturas e inclusão – Desde que foi entregue, o auditório Garapuvu passou a ser utilizado pelos cursos da Universidade para as cerimônias de formatura de seus alunos, o que barateia os custos desses eventos e uniformiza as solenidades, democratizando o ritual de outorga de grau – um momento especial na vida dos alunos. “Essas solenidades são realizadas sem desembolsos por parte dos alunos, que têm direito a becas, capelos, sistemas de som e iluminação e decoração interna do auditório”, afirma Cléia Ramos.

Auditório do Centro de Cultura e Eventos, o maior de Santa Catarina

As formaturas são organizadas pelo Departamento de Cultura e Eventos, em parceria com as coordenadorias de cada curso, e as cerimônias ficam sob a responsabilidade de servidores técnico-administrativos em educação, ao passo que os mestres de cerimônia são alunos do curso de Jornalismo da UFSC. “Conseguimos resgatar o caráter institucional e acadêmico das formaturas”, destaca Cléia, chamando a atenção para a possibilidade de colação de grau de todos os formandos, o que antes nem sempre acontecia por causa do baixo poder aquisitivo de muitos deles. Em 2010, 2.717 estudantes receberam seus diplomas no local, e o público total das solenidades chegou a 52.025 pessoas.

Show comemorativo – O auditório Garapuvu tem capacidade para 1.371 pessoas sentadas. Ao todo, o Centro de Cultura e Eventos tem 8 mil metros quadrados de área edificada, oferecendo também salas para reuniões e pequenos eventos, praça de alimentação, livraria, banco, mini-lojas, agência de viagens e hall para a confecção de artesanato e exposições.

Para comemorar os sete anos do Centro de Cultura e Eventos, está marcado para o auditório Garapuvu, no dia 25 de maio, às 20h, um show com o cantor e compositor florianopolitano Valdir Agostinho, que vai aproveitar para fazer ali a gravação de um DVD com suas músicas.

Grandes espetáculos – Dentro da proposta de tornar o Centro de Cultura e Eventos um espaço de ebulição cultural, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SecArte) está investindo em melhorias como a ampliação da estrutura do palco do auditório, que em breve terá capacidade para receber qualquer tipo de espetáculo cênico e musical. Já foram colocados o urdimento, as cortinas e as varas fixas e móveis para facilitar as mudanças de cenário e iluminação. Até outubro deste ano a previsão é contar com toda a infraestrutura de uma moderna casa de espetáculos, ajudando a suprir a carência de locais desse gênero em Florianópolis.

As melhorias têm relação com a disposição da secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges, de transformar a UFSC um centro produtor e irradiador de cultura. Eventos como o Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM) e o Festival Internacional de Teatro de Animação (Fita) já estão no calendário da instituição, e a Semana Ousada de Arte, que está indo para a quarta edição, é sempre aguardada com expectativa pelos artistas e produtores culturais da Capital.

“O Centro de Cultura e Eventos vai continuar sendo um espaço institucional importante, abrigando congressos e formaturas, mas também será um dos maiores pontos culturais de Santa Catarina”, afirma Maria de Lourdes. “Ele será dinamizado, atendendo a UFSC e a comunidade externa, e com a conclusão das obras no palco terá um peso cultural cada vez maior”.

Por Paulo Clóvis Schmitz / Jornalista na Agecom

Tags: Centro de Cultura e Eventos

Galeria da Ponte inaugura as exposições fotográficas “Alocação do Corpo” e “Mercadoria”

06/05/2011 10:39

O Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem (Navi) e o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC inauguram nesta sexta-feira, dia 6, as exposições fotográficas Alocação do Corpo, de Clara Figueiredo, e Mercadoria, de Samuel Vaz, na Galeria da Ponte do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Clara Figueiredo projeta o poema de César Félix sobre um corpo nu. Segundo a artista, “a ideia é trabalhar com a paradoxal utilização do corpo para um outro fim, sendo então apenas superfície de uma poesia que se refere ao próprio corpo como mercadoria.”

Samuel Vaz trabalha pensando a “coisificação” que desfoca o sentido da mercadoria. “Não se sabe bem o que está sendo representado, perde-se a referência do que é ou não mercadoria, produzindo novos sentidos. A realidade ocultada pela aparência é elemento de uma modernidade sem limites. Perdemos a condição de moderno, racional, iluminado para uma visibilidade ofuscada. Ocultamo-nos, nos alienamos e nos cegamos”, explica o artista.

As exposições podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, na Galeria da Ponte. A entrada é gratuita.

A Galeria da Ponte, localizada no segundo andar do prédio do CFH, é um espaço destinado a exposições fotográficas provenientes do trabalho de campo de pesquisadores.

Outras informações pelo e-mail marinamoros@gmail.com.

Serviço:

Exposições fotográficas: “Alocação do corpo” e “Mercadoria”

Local: Galeria da Ponte – CFH/UFSC

Visitação: de 6 a 25 de maio, das 8h às 22h

Tags: Alocação do CorpoClara Figueiredoexposição fotográficaGaleria da PonteMercadoriasSamuel Vaz

Jornalismo em Debate, da Rádio Ponto UFSC, discute nesta quinta as coberturas internacionais

05/05/2011 16:11

A terceira edição do programa “Jornalismo em Debate”, transmitido pela Rádio Ponto UFSC www.radio.ufsc.br, vai ao ar, ao vivo, nesta quinta,5 de maio, às 18h30min. Envie sugestões a serem abordadas ou questões para o assunto em foco. Participe escrevendo para: jornalismoemdebateufsc@gmail.com

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Tags: Cátedra FenajJornalismo em DebateRádio Ponto

Curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica tem aula magna dia 11

05/05/2011 16:02

O curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica promove vários eventos: Dia 11: Encontro dos alunos com Márcio Augusto Freitas Meira, presidente da FUNAI, no auditório do CFH, às 9h30min, aula magna no auditório da Reitoria às 14h e abertura da exposição Guarani, Kaingáng e Xokleng – Atualidades e Memórias ao Sul da Mata Atlântica, no hall da Reitoria às 18h (realização SeCArte – Museu Universitário Professor Osvaldo Rodrigues Cabral).

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Tags: aula magnaLicenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlânticapresidente FUNAI

Inscrições para pós-graduações na UFSC

05/05/2011 15:17

Doutorado em Biotecnologia: até 6 de maio

Mestrado em Física: até 10 de maio

Doutorado em Física: até 10 de maio

Mestrado e Doutorado em Estudos da Tradução: 23 de maio a 3 de junho

Doutorado em Engenharia Ambiental: até 27 de maio (2º trimestre); 9 de setembro (3º trimestre)

Mestrado e Doutorado em Saúde Coletiva: até 27 de maio

Doutorado em Língua Inglesa e Linguística Aplicada: até 6 de junho

Doutorado em Literaturas de Língua Inglesa: até 6 de junho

Doutorado em Serviço Social: 1º a 20 de junho

Mestrado e Doutorado em Engenharia Química: 13 a 17 de junho (2º trimestre), 19 a 23 de setembro (3º trimestre)

Mestrado em Biologia Vegetal: até 30 de junho

Mestrado em Engenharia Civil: 15 de junho a 31 de julho

Mestrado e Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento: 1º de julho a 1º de agosto

Mestrado em Engenharia Elétrica: 15 de setembro a 30 de novembro

Mestrado em Agroecossistemas: 19 de setembro a 7 de outubro

Doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais: fluxo contínuo (ingresso no início de cada trimestre)

Doutorado em Engenharia Civil: fluxo contínuo com avaliação feita 15 dias antes do início de cada trimestre

Mestrado em Relações Internacionais: Inscrições previstas de 15 a 30 de setembro

Tags: doutoradoinscriçõesmestradopós-graduaçãoUFSC

Abertas as inscrições para workshop gratuito de criação de cenografia e figurino

04/05/2011 17:25

Dentro da proposta de compartilhamento de saberes do longa metragem de ficção Rendas no Ar, da diretora Sandra Alves e da Vagaluzes Filmes e a Usina da Alegria Planetária – SP,produtora associada da direção de arte, abre seu processo criativo no Workshop Tramas, que se realizará na Casa das Máquinas – Fundação Cultural Franklin Cascaes, de 16 a 20 de maio.  Inscrições: As rendeiras poderão se inscrever diretamente no Centro de Referência da Renda.de Bilro de Florianópolis. Outros interessados devem inscrever-se pelo email comunicacao@vagaluzesfilmes.com.br enviando carta de interesse. A seleção será feita por ordem de inscrição.

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Tags: Rendas no arworkshop Tramas