Estudante da UFSC vence concurso de vídeo promovido pela Chancelaria Argentina

22/12/2015 09:44

arte-post-vencedoresO graduando em Relações Internacionais pela UFSC, Thiago Söthe, foi o vencedor de concurso promovido pela Chancelaria Argentina com o tema “Malvinas, uma Causa Regional e Global”.

O objetivo do concurso era promover a discussão sobre a questão das Ilhas Malvinas e os candidatos deveriam gravar vídeos de até 1 minuto abordando a temática. Foram mais de cem vídeos enviados de toda a América Latina e Caribe.

Como prêmio, Thiago viajará em junho de 2016 a Nova York para acompanhar as reuniões da Sessão Especial do Comitê de Descolonização das Nações Unidas.

Assista ao vídeo: http://embaixadaargentina.org/estudante-brasileiro-ganha-concurso-de-video-malvinas-uma-causa-regional-e-global/

Tags: Chancelaria ArgentinaMalvinasrelações internacionaisThiago SötheUFSC

Ciclo Malvinas, Mar e Meio Ambiente recebe o filósofo Edgardo Castro

28/05/2012 08:55
.

Castro oferece em sua obra conjunto de teóricos que ajudam a pensar o funcionamento das formas de poder contemporâneas.

A segunda conferência do ciclo Malvinas, Mar e Meio Ambiente terá como palestrante o professor e filósofo Edgardo Castro para debater sobre “Soberania e territorialidade: considerações biopolíticas”. Gratuito e aberto ao público, o evento será realizado nesta terça-feira, 29 de maio, a partir das 18h, na Sala Hassis (andar térreo do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC).

Estudioso de Foucault e Agamben, Castro oferece em sua obra uma poderosa cartografia de teóricos que ajudam a pensar o funcionamento das formas de poder contemporâneas, baseadas na fusão entre governo e estado de exceção. Na estreia do ciclo, no último dia 10, o diretor da Biblioteca Nacional de Buenos Aires, Horacio Gonzáles, lotou o auditório Henrique Fontes com a conferência “Literatura e política: a partir de Malvinas”.

Na conferência, Edgardo deverá explorar os pontos de intersecção e diferenças entre Agamben e Foucault, explica o professor Raul Antelo, pesquisador do Núcleo de Estudos Literários e Culturais (Nelic), que organiza o ciclo ao lado da professora Liliana Reales, coordenadora do Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-americanos. Em recente entrevista para a revista IHU On-Line, de Porto Alegre (http://www.ihuonline.unisinos.br), Edgardo Castro ponderou que as relações entre Agamben e Foucault são permeadas de continuidades e rupturas nem sempre fáceis de discernir. Isso porque, “para Agamben, diversamente de Foucault, a produção da vida nua não é um fenômeno moderno, se não tão velho como a existência do próprio poder soberano”.

Para Agamben, os dois polos da máquina política do Ocidente são a produção da vida nua e sua administração, explica Castro. “A ideia de Agamben é que, na política ocidental, lei e exceção se sobrepõem. Governar no Ocidente é, por isso, exercer o poder na forma da exceção: os decretos-lei, as leis de necessidade e urgência, os poderes especiais delegados ou assumidos pelo executivo”, diz ainda o pensador à Revista do Instituto Humanitás Unisinos. “Em última análise, a vida nua não é, para Agamben, o fundamento da política ocidental que está, antes, no que articula os dois polos da máquina política, o que constitui, segundo a formulação de O reino e a glória, o arcanum imperii, o segredo melhor guardado do poder”.

Tal fundamento é, então, a glória em seu duplo sentido, objetivo e subjetivo, o glorificado e a glorificação, conceito marcadamente teológico, que pode ser traduzido, em termos mais modernos, por consenso, diz ainda Castro. “Soberania e governo, poder de expor a vida à morte e poder de administrar a vida se fundem, então, no consenso. A Agamben, nesse sentido, interessa sublinhar aqui o nexo entre totalitarismo e democracia”.

Em Vocabulário de Foucault, Castro mostra a ideia de governo como condução das condutas do pensador francês. O poder consiste, em termos gerais, em conduzir condutas e dispor de sua probabilidade, induzindo-as, separando-as, facilitando-as, dificultando-as, limitando-as, impedindo-as. Em seus últimos escritos e cursos no Collège de France, aparece um conceito que substitui o de luta, que é o de governamentalidade. A história das práticas, tal como é formulado por Foucault, questiona a ideia da revolução como conceito fundamental da historiografia moderna. “Na realidade, tanto a concepção jurídica liberal como a marxista e a freudiana acerca do poder podem ser vistas como diferentes versões do ideal revolucionário; cada uma delas, a seu modo, constituiu-se como a promessa de uma liberação”, como analisa Pablo Scharagrodsky, professor do Programa de Pós-Graduação Sujeito e Políticas em Educação da Universidade Nacional de Quilmes, que analisa a obra de Castro. Todavia, em Foucault, a substituição do conceito de luta pelo conceito de governamentalidade coloca em xeque a ideia da revolução.

O professor Edgardo Castro é doutor em Filosofia pela Universidade de Freiburg, na Suíça. É professor na Universidad Nacional de San Martín (UNSAM) e já lecionou em muitas Universidades argentinas (Universidad Nacional de La Plata e Rosario). Entre suas obras, constam Pensar a Foucault (Biblos, Buenos Aires, 1995); Penser l’homme et la science. Betrachtungen zum Thema Mensch und Wissenschaft (Friburgo, Presses Univesitaires, 1996); El vocabulario de Michel Foucault (Unqui, Prometeo, 2004), traduzido como Vocabulário de Foucault (BH, Autêntica, 2004), com nova edição (Buenos Aires, Siglo XXI, 2011), um poderoso guia em forma de dicionário alfabético para conhecer os caminhos e pensamentos do teórico e Lecturas foucaulteanas. Una historia conceptual de la biopolítica. (Ed. UNIPE, 2012).

Serviço:
Ciclo Malvinas, Mar e Meio Ambiente
Conferência (2): 
“Soberania e territorialidade: considerações biopolíticas”
Edgardo Castro, professor e filósofo
Data: 29 de maio 2012, às 18h
Local: Sala Hassis- Prédio CCE
Aberta ao publico em geral
Entrada franca

Mais informações com os professores Liliana Reales () e Raul Antelo ()

Por Raquel Wandelli / Assessora de Comunicação / Secretaria de Cultura (SeCult) / 3721-9459 / 9911-0524 /

Tags: MalvinasNúcleo de Estudos Literários e CulturaisUFSC

Edgardo Castro discute relação entre governo e regime de exceção

21/05/2012 17:52

“Exceção é sinônimo de governo no ocidente”, diz filósofo que profere conferência no segundo encontro “Malvinas, mar e meio ambiente”, no dia 29 de maio, na UFSC. 

Abertura do ciclo “Malvinas, mar e meio ambiente”

A segunda conferência do ciclo “Malvinas, mar e meio ambiente” traz como palestrante o professor e filósofo Edgardo Castro para debater sobre “Soberania e territorialidade: considerações biopolíticas”. Gratuito e aberto ao público, o evento ocorre a partir das 18h do dia 29 de maio, na Sala Hassis (andar térreo do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC). Estudioso de Foucault e Agamben, Castro oferece em sua obra uma poderosa cartografia de teóricos que ajudam a pensar o funcionamento das formas de poder contemporâneas, baseadas na fusão entre governo e estado de exceção. Na estreia do ciclo, no último dia 10, o diretor da Biblioteca Nacional de Buenos Aires, Horacio Gonzáles, lotou o auditório Henrique Fontes com a conferência “Literatura e política: a partir de Malvinas”.

Edgardo Castro discute soberania e territorialidade

Na conferência, Edgardo deverá explorar os pontos de intersecção e diferenças entre Agamben e Foucault, explica o professor Raul Antelo, pesquisador do Núcleo de Estudos Literários e Culturais (Nelic), que organiza o ciclo ao lado da professora Liliana Reales, coordenadora do Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-americanos. Em recente entrevista para a revista IHU On-Line, de Porto Alegre (http://www.ihuonline.unisinos.br), Edgardo Castro ponderou que as relações entre Agamben e Foucault são permeadas de continuidades e rupturas nem sempre fáceis de discernir. Isso porque, “para Agamben, diversamente de Foucault, a produção da vida nua não é um fenômeno moderno, se não tão velho como a existência do próprio poder soberano”.

Para Agamben, os dois polos da máquina política do Ocidente são a produção da vida nua e sua administração, explica Castro. “A ideia de Agamben é que, na política ocidental, lei e exceção se sobrepõem. Governar no Ocidente é, por isso, exercer o poder na forma da exceção: os decretos-lei, as leis de necessidade e urgência, os poderes especiais delegados ou assumidos pelo executivo”, diz ainda o pensador à Revista do Instituto Humanitás Unisinos. “Em última análise, a vida nua não é, para Agamben, o fundamento da política ocidental que está, antes, no que articula os dois polos da máquina política, o que constitui, segundo a formulação de O reino e a glória, o arcanum imperii, o segredo melhor guardado do poder”.
Tal fundamento é, então, a glória em seu duplo sentido, objetivo e subjetivo, o glorificado e a glorificação, conceito marcadamente teológico, que pode ser traduzido, em termos mais modernos, por consenso, diz ainda Castro. “Soberania e governo, poder de expor a vida à morte e poder de administrar a vida se fundem, então, no consenso. A Agamben, nesse sentido, interessa sublinhar aqui o nexo entre totalitarismo e democracia”.
Em Vocabulário de Foucault, Castro mostra a ideia de governo como condução das condutas do pensador francês. O poder consiste, em termos gerais, em conduzir condutas e dispor de sua probabilidade, induzindo-as, separando-as, facilitando-as, dificultando-as, limitando-as, impedindo-as. Em seus últimos escritos e cursos no Collège de France, aparece um conceito que substitui o de luta, que é o de governamentalidade. A história das práticas, tal como é formulado por Foucault, questiona a ideia da revolução como conceito fundamental da historiografia moderna. “Na realidade, tanto a concepção jurídica liberal como a marxista e a freudiana acerca do poder podem ser vistas como diferentes versões do ideal revolucionário; cada uma delas, a seu modo, constituiu-se como a promessa de uma liberação”, como analisa Pablo Scharagrodsky, professor do Programa de Pós-Graduação Sujeito e Políticas em Educação da Universidade Nacional de Quilmes, que analisa a obra de Castro. Todavia, em Foucault, a substituição do conceito de luta pelo conceito de governamentalidade coloca em xeque a ideia da revolução.
O professor Edgardo Castro é doutor em Filosofia pela Universidade de Freiburg, na Suíça. É professor na Universidad Nacional de San Martín (UNSAM) e já lecionou em muitas Universidades argentinas (Universidad Nacional de La Plata e Rosario). Entre suas obras, constam Pensar a Foucault (Biblos, Buenos Aires, 1995); Penser l’homme et la science. Betrachtungen zum Thema Mensch und Wissenschaft (Friburgo, Presses Univesitaires, 1996); El vocabulario de Michel Foucault (Unqui, Prometeo, 2004), traduzido como Vocabulário de Foucault (BH, Autêntica, 2004), com nova edição (Buenos Aires, Siglo XXI, 2011), um poderoso guia em forma de dicionário alfabético para conhecer os caminhos e pensamentos do teórico e Lecturas foucaulteanas. Una historia conceptual de la biopolítica. (Ed. UNIPE, 2012).
Serviço:
CICLO MALVINAS, MAR E MEIO-AMBIENTE
Conferência (2): “Soberania e territorialidade: considerações biopolíticas”
Edgardo Castro, professor e filósofo
Data: 29 de maio 2012, às 18 h
Local: Sala Hassis- Prédio CCE
Aberta ao publico em geral
Entrada franca
Mais informações com os professores Liliana Reales () e Raul Antelo ()
Raquel Wandelli
Assessora de Comunicação
Secretaria de Cultura (SeCult)
37219459 e 99110524
Tags: cicloEdgardo CastroMalvinasmar e meio ambienteUFSC

Diretor da Biblioteca Nacional de Buenos Aires faz palestra sobre Malvinas nesta quinta

09/05/2012 20:24

Horacio González discute sobre o intelectual e a política na América Latina

À frente de uma das instituições mais influentes no cenário político e cultural da Argentina, o professor Horacio González tem tido um papel decisivo no debate político pela afirmação da democracia na América Latina, sobretudo com a reabertura da ferida da Guerra das Malvinas. Nesta quinta-feira (10) pela manhã, González está em Florianópolis para uma conferência sobre as relações entre literatura e política tomando como ponto de partida as Malvinas. Com início às 9 horas, no auditório Henrique Fontes, a conferência abre o Ciclo de palestras e debates sobre o tema: Malvinas, mar e meio-ambiente. Sociólogo e professor da Universidad de Buenos Aires, o herdeiro do posto ocupado no passado por Jorge Luís Borges na direção da Biblioteca Nacional de Buenos Aires tem produzido uma intensa discussão em defesa do posicionamento do intelectual em torno das questões emergentes do seu tempo.

Com uma conferência por mês de maio a outubro e um cine-debate em novembro, a série de palestras Malvinas, mar e meio-ambiente tem o objetivo de discutir as questões políticas implicadas no campo político, artístico, cultural e ambiental. Pretende ainda motivar a reflexão sobre o papel dos intelectuais que assumem cargos públicos, conforme a professora de Literatura da UFSC Liliana Reales, que coordena o evento ao lado do professor Raul Antelo, com a união de esforços de três entidades culturais: a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, o Núcleo de Estudos Literários e Culturais (NELIC) e o Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino americanos.

Os debates tomam como ponto de partida o caso da Guerra das Malvinas, que mobiliza não só a Argentina, mas toda a América Latina, desde que David Cameron, o herdeiro do país britânico voltou a atacar a Argentina em fevereiro deste ano. Artistas e intelectuais latinoamericanos se armam pela palavra e pelo pensamento no combate aos restos dessa política cultural colonialista. Uma fervilhante discussão sobre o ranço imperial voltou a inspirar a matéria artística e cultural e a mover a esfera pública, à qual se soma com voz e atitude Horacio González.

À frente da bicentenária instituição da Biblioteca Nacional há 25 anos, Gonzáles é responsável por um programa de edições ousado e impactante, pelo Museu do Livro e da Língua, e ainda pela co-produção de uma série de programas veiculados na TV do MEC, o canal Encuentro, chamado O livro perdido, nos quais aparece comentando literatura, política, história (ver: http://www.bn.gov.ar/). “É um exemplo de intelectual que se propõe a conhecer profundamente as questões do seu país, do continente e do seu tempo”, assinala o professor Raul Antelo, que assina um ensaio comentando polêmica entre Gonzáles e Vargas Llosa (ver link http://secarte.paginas.ufsc.br/wp-admin/post.php?post=2237&action=edit&message=1).

Formado em Sociologia na Universidade de Buenos Aires em 1970 e doutor em Ciências Sociais pela USP (1992), cidade onde viveu o exílio, Gonçalez (Buenos Aires, 1944) é integrante do Espaço Carta Abierta, que agrupa intelectuais apoiadores do governo kirchnerista e reivindica o domínio do que os britânicos chamam de Falkland. Tem ocupado todos os espaços de debates para defender a soberania e a democracia da América Latina e pensar o momento político e cultural. Professor titular na Universidad de Buenos Aires e na Universidad Nacional de Rosario, é também animador de várias publicações culturais, tais como a revista El ojo mocho.

Como autor, publicou entre outras obras, de La ética picaresca (1992), El filósofo cesante (1995), Arlt: política y locura (1996), Restos pampeanos. Ciencia, ensayo y politica em la cultura argentina del siglo XX (1999), Cóncavo y convexo. Escritos sobre Spinoza (1999), Retórica y locura. Para una teoría de la cultura argentina (2003), Los asaltantes del cielo. Política y emancipación (2006), Las hojas de la memoria. Un siglo y medio de periodismo obrero y social (2007), Kirchnerismo, una controversia cultural (2011).

Serviço:

CICLO MALVINAS, MAR E MEIO-AMBIENTE
Conferência de abertura:
“Literatura e política: a partir de Malvinas”
Horacio Gonzalez, diretor da Biblioteca Nacional de Buenos Aires
Data: 10 maio 2012, às 9.00h
Local: Auditório Henrique Fontes do CCE
Aberta ao publico em geral
Entrada franca
Informações: professores Liliana Reales () e Raul Antelo ()
Raquel Wandelli  e (48) 3721-9459
Tags: MalvinasSeCArteUFSC

Malvinas, mar e meio ambiente

07/05/2012 17:16

Será realizado nesta quinta-feira, 10 de maio, o ciclo de palestras e debates “Malvinas, mar e meio ambiente”. Conferência de abertura: “Literatura e política: a partir de Malvinas”, com o professor e sociólogo Horacio Gonzalez, diretor da Biblioteca Nacional de Buenos Aires.

Promoção: SeCArte, Núcleo de Estudos Literários e Culturais (NELIC) e Núcleo Juan Carlos Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos. Local: Auditório Henrique Fontes/CCE, 9h.

Informações: (48) 3721-9288 – Ramal 203, pelo e-mail

Tags: MalvinasNelicSeCArteUFSC

Comissão organiza debates sobre a questão das Malvinas

13/04/2012 12:43

No dia 10 de março, o reitor em exercício, Carlos Alberto Justo da Silva, recebeu em seu gabinete uma comissão que visa promover o debate sobre a questão das Malvinas. Formada pela Secretária de Cultura da UFSC, Maria de Lourdes Borges, e pelos professores Liliana Reales (LLE/CCE) e Raúl Antelo (LLV/CCE), a comissão defende a tese de paz no Atlântico Sul e a reabertura das negociações entre Argentina e Reino Unido. A ideia do grupo é organizar na UFSC, nas próximas semanas, um ciclo de palestras, projeções de filmes e debates, o que contou com o apoio do reitor.

“A iniciativa é de extrema importância”, afirma o reitor em exercício. “Penso que se deva dar outra luz a esse processo de discussão e a UFSC pode contribuir com sua característica acadêmica, buscando esclarecer o porquê das coisas e ajudando a construir uma capacidade crítica sobre o tema”, diz.  Este ano completam-se 30 anos da Guerra das Malvinas, que durou 72 dias e resultou na morte de 649 soldados argentinos, 255 britânicos e 3 civis das ilhas.

Conforme explica o professor Antelo, esta mobilização em favor do diálogo e da paz no Atlântico Sul está acontecendo em diversas partes do mundo, a partir de ações do Ministério das Relações Exteriores da Argentina e dos consulados. Em Florianópolis, a comissão elaborou o documento “Pela imediata reabertura das negociações e pela paz na região”, que está sendo apoiado por professores, artistas e intelectuais de instituições de diversos países.

Por Laura Tuyama, jornalista na Agecom

Saiba mais:
Documento: Pela imediata reabertura das negociações e pela paz na região.

Tags: comissãoMalvinasUFSC

Documentário sobre as Ilhas Falkland estreia na TV UFSC nesta quinta-feira

13/04/2011 08:22

Nesta quinta-feira estreia na TV UFSC o documentário “Acorde e sinta o cheiro das flores”,  produzido como Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo por Paulo Rocha e Gustavo Naspolini. O vídeo aborda os problemas enfrentados pelas Ilhas Falkland, que se situam no extremo sul do Oceano Atlântico, próximas à Argentina, objeto de constante disputa territorial entre o país sulamericano e a Grã-Bretanha. Essa disputa culminou na Guerra das Malvinas, em 1982.
(mais…)

Tags: FalklandMalvinasTV UFSC