Universidades canadenses financiam projetos de pesquisa

10/05/2013 16:21

O programa LACREG, da Associação de Universidades e Faculdades do Canadá (Association of Universities and Colleges of Canada – AUCC), oferece financiamento para projetos de pesquisa do Canadá e da América Latina, com bolsas de até 15 mil dólares canadenses. Os projetos custeados devem abordar uma ou mais das quatro áreas: Agricultura e Meio Ambiente; Política Global de Saúde; Ciência e Inovação; Política Social e Econômica.

As inscrições vão até as 16h do dia 20 de junho, e podem ser feitas pelo endereço http://www.aucc.ca/programs-services/international-programs/canada-latin-america-and-the-caribbean-research-exchange-grants-lacreg/apply/. O candidato deve ser professor regular de período integral com PhD, em instituição de educação superior brasileira; pesquisador regular e de período integral com PhD, em instituto de pesquisa brasileiro; estudante de pós-graduação em período integral (mestrado, PhD, pós-doutorado) em universidade brasileira; ou estudante de pós-graduação período integral, atuando em instituto de pesquisa brasileiro.
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Nacionalismo Revolucionário e a Esquerda Latino-Americana

27/06/2012 13:28

Acontece nesta sexta-feira, 29 de junho, às 18h30min, no Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, a conferência “Nacionalismo Revolucionário e a Esquerda Latino-Americana”, com a socióloga argentina Alcira Argumedo. O evento tem o apoio do Núcleo de Estudos em História da América Latina (NEHAL) e do CFH, é aberto ao público e abre o Congresso Estadual das Brigadas Populares.

Alcira Argumento, que é professora da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires, atua como deputada nacional na Argentina, representando o Movimiento Proyecto Sur. É autora das obras El silencio y las voces en América Latina: notas sobre el pensamiento nacional-popular, Los laberintos de La crisis e Un horizonte sin certeza: América Latina ante La revolución científico-técnica.

Mais informações: Vitor Hugo Tonin: vitorht@gmail.com

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Jornadas Bolivarianas começam nesta segunda

23/04/2012 08:00
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As Jornadas deste ano apresentam estudos e reflexões sobre o Caribe

Começa nesta segunda-feira, 23 de abril, a oitava edição das Jornadas Bolivarianas, evento anual do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA). A conferência de abertura, às 18h30min, será com a professora cubana Digna Castañeda, coordenadora da Cátedra Caribe, na Universidade de Havana. Ela fala sobre a estratégica posição do Caribe na América Latina e sua importância geopolítica, tanto para o império quanto para a luta popular.

Sempre é importante lembrar que o Caribe é o espaço geográfico que fica entre as Américas, no meio do mar, primeiro lugar a ser encontrado pelos invasores europeus em 1492. Ali também foi palco da grande rebelião dos escravos que acabou com a formação do primeiro estado negro de todo o continente: o Haiti, além de ser no Caribe, em Cuba, a primeira experiência socialista da região.

Na terça, 24/04, durante o período da manhã, acontece a apresentação do livro “Em luta pela terra sem mal”, da jornalista Juliana Piva, que trata do trabalho escravo indígena na Bolívia, seguida da conferência do professor Carlos Martínez, da Universidade Nacional da Colômbia, autor de vários livros sobre o Caribe.

Na parte da tarde acontece a tradicional apresentação de trabalhos, com temática latino-americana, às 14h30min. A conferência da noite será com o professor Norman Girvan, da University of the West Indies (Trinidad y Tobago), que é também consultor das Nações Unidas para o Desenvolvimento Político. Haverá ainda a apresentação do livro “Anuário Educativo Brasileiro”, obra coordenada por Nildo Ouriques (UFSC) e Guadelupe Bertussi (Universidade Pedagógica do México).

No dia 25 de abril, a conferência da manhã, às 9h, será com a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Maria Ceci Misoczky, que falará sobre os desafios e as lutas do povo haitiano. No período da noite, a partir das 18h30, acontece uma mesa redonda com todos os conferencistas, sobre as lutas populares e o movimento social no Caribe. Para fechar os debates haverá a apresentação do primeiro volume da Biblioteca do Pensamento Crítico Latino-Americano, coordenada pelo IELA numa parceria com a Editora Insular. O primeiro livro é de Ruy Mauro Marini,“Subdesenvolvimento e Revolução”.

As jornadas de 2012 apresentam, então, um pouco do estudo e da reflexão que se faz sobre o Caribe, essa importante e estratégica região, com uma experiência histórica riquíssima sem a qual seguiremos ignorando parte do nosso passado como povo, nosso presente e futuro comum. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas no Auditório da Reitoria, onde acontece o evento.

Confira a programação completa aqui.

Informações: www.iela.ufsc.br ou Elaine Tavares  (48) 9907-8877

Tags: América LatinaIELAJornadas Bolivarianas

Palestra sobre fragmentação da América Latina abre segundo dia de seminário promovido pelo IELA

18/11/2010 17:42

Foto: Paulo Noronha/Agecom

“Há sempre necessidade de saber mais sobre as independências na América Latina”: foi assim que o professor Andres Kozel, da Universidad Nacional Autonoma de México (UNAM) começou a palestra “Considerações sobre a tese da independência como balcanização”, às 9h, do segundo dia do “Seminário 200 anos de Independências da América Latina”. O evento é promovido pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) da UFSC e acontece no auditório do CFH.

Com base nas obras de Jorge Abelardo Ramos, intelectual e político argentino que escreveu sobre a história da América Latina, Kozel questionou a existência de uma nação latino-americana e apontou as independências dos países como responsáveis pela fragmentação da região. Um dos motivos, segundo o professor, seria o fato de que as independências não foram sinônimo de liberação social. Quanto ao Brasil, o professor disse que Jorge Abelardo Ramos apresenta um antibrasileirismo por acreditar que o país está separado da América espanhola e teve um papel pró-britânico e antiamericano na guerra do Paraguai. Por isso, Kozel afirma existir uma polêmica a respeito da inclusão do país na América Latina.

Sobre o IELA

Se dependesse do IELA, tal polêmica não existiria: seus integrantes afirmam que os brasileiros também são latino-americanos, ainda que com certa inconsistência. O Instituto realiza pesquisas dedicadas ao conhecimento da realidade da América Latina, consolidando um núcleo de reflexão. O Seminário 200 anos de Independência na América Latina foi promovido para atender a necessidade de recuperação histórica.

Mais informações: http://www.iela.ufsc.br.

Marília Marasciulo / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Tags: América LatinaAndres KozelIELAseminário
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