UFSC apresenta Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos à comunidade

29/10/2015 13:04

A apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) da UFSC à comunidade foi realizada na tarde da última quarta-feira, 28, no Auditório da Engenharia de

A pró-reitora de Administração Adjunta, Lúcia Maria Loch Goes, o pró-reitor de Planejamento e Orçamento, Antonio Cezar Bornia, a coordenadora do PGRS da UFSC, Sara Meireles, o coordenador de Gestão Ambiental da Universidade, Fernando Sant’ Anna, e o prefeito do Campus, Nailor Novaes Boianovsky, participaram do evento. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

A pró-reitora Lúcia Loch, o pró-reitor Antonio Bornia, o prefeito do Campus, Nailor Novaes, e o coordenador da Gestão Ambiental, Fernando Sant’Anna, participaram do evento. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Produção e Sistemas (EPS), no Centro Tecnológico (CTC), integrando as atividades da Semana Campus Lixo Zero. Cerca de 100 pessoas, entre técnicos-administrativos em Educação (TAEs), docentes, estudantes e membros da comunidade externa, participaram do evento.

O PGRS é um instrumento de gestão previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos que consiste em um diagnóstico detalhado do gerenciamento de resíduos na universidade e propõe programas, metas e ações para a adequação às normativas legais e técnicas vigentes, em especial à Política Nacional de Resíduos Sólidos, ao Plano Nacional de Resíduos e ao Decreto Federal nº 5940/2006, que institui a Coleta Seletiva Solidária.

O documento estará disponível para consulta pública entre os dias 3 e 23 de novembro pelo site gestaoderesiduos.ufsc.br. A minuta foi elaborada com o apoio da equipe técnica da Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) e de nove estagiários de Engenharia Sanitária e Ambiental. Os trabalhos começaram em setembro de 2014. “Espera-se que o PGRS seja participativo e abrangente, representando a realidade e trazendo os esforços necessários para a gestão integrada de resíduos sólidos, visando uma maior compatibilidade das ações praticadas na instituição a saúde do trabalhador e do meio ambiente”, afirma a engenheira sanitarista e ambiental da Prefeitura Universitária (PU) e coordenadora do PGRS da UFSC, Sara Meireles.

A engenheira sanitarista e ambiental da UFSC, Sara Meireles, apresentou o Plano para cerca de 100 pessoas. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

A engenheira sanitarista e ambiental da UFSC, Sara Meireles, apresentou o Plano para cerca de 100 pessoas. Foto: Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Recicláveis, rejeitos, orgânicos, resíduos de construção e demolição, de podas e capina, eletroeletrônicos e de patrimônio, de serviços de saúde e laboratoriais – químicos e infectantes -, e de logística reversa – lâmpadas, pilhas, baterias, agrotóxicos, óleos lubrificantes, pneus, eletroeletrônicos e agrotóxicos – estão entre os principais resíduos gerados pela Universidade. “Para abranger essa complexidade, foi elaborado um minucioso e detalhado plano que permitirá, com sua implantação, a resolução dos problemas atuais e a correta destinação dos resíduos, gerando economia de recursos, diminuição de impactos ambientais e inclusão social”, explica a administradora da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, Gabriela Mota Zampieri.

A UFSC produz cerca de 140 toneladas de resíduos convencionais por mês. A coleta é feita pela Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), com destinação ao aterro sanitário localizado na cidade de Biguaçu. “São aproximadamente 46 toneladas de resíduos orgânicos. Do restante, estima-se que 38 toneladas sejam rejeitos e 56 toneladas, recicláveis”, informa a engenheira sanitarista e ambiental da Universidade. Por ano, são contabilizados cerca de 500 quilos de pilhas e baterias. A média mensal é de 2,5 toneladas de resíduos químicos, 12 toneladas de resíduos infectantes e 1.500 lâmpadas.

A comunidade é convocada a participar das ações e dos programas que serão implementados por meio do PGRS. “É possível colaborar com a redução do consumo, quando possível; reuso de materiais; redução do desperdício – principalmente no RU -; uso de técnicas laboratoriais que gerem menor quantidade de resíduos, com reuso; diminuição da quantidade de reagentes ou tratamento do efluente final; segregação do material na fonte para encaminhamento à coleta seletiva solidária, quando houver; manutenção da limpeza e saúde ambiental do campus, entre outras iniciativas”, destaca Sara.

Mais informações em gestaoderesiduos.ufsc.br e gestaoambiental.ufsc.br.

Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação / UFSC /

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