DPAE desenvolve mapa do consumo de energia elétrica na UFSC

17/07/2014 08:50

O Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE) da UFSC elaborou um mapa que apresenta a média do consumo global de energia elétrica em regiões de todos os campi da Universidade. A proposta é que os indicadores sejam atualizados mensalmente em 2015. As informações sobre as faturas de energia elétrica estão disponíveis aqui. Um mapa com o consumo de água também deve ser disponibilizado a partir do próximo ano.

Os estudos foram baseados nas faturas de energia elétrica da UFSC de 2013 e contaram com a colaboração de técnicos e bolsistas que atuam no DPAE. Segundo o engenheiro eletricista Irvando Luiz Speranzini, o mapa começou a ser desenvolvido pela Coordenadoria de Planejamento de Obras (COPLAN), setor que coordenou até junho de 2014. “Existe interesse em criar uma divisão de eficiência energética. A Universidade precisa buscar o uso racional de seus recursos. O Plano de Gestão de Logística Sustentável (PLS), ao qual a UFSC aderiu, precisa dessas respostas. Futuramente, pretendemos também fazer o detalhamento do consumo dos centros de ensino”, informa.

O DPAE trabalha no monitoramento e mapeamento das redes de energia elétrica de média tensão – redes subterrâneas de energia dentro dos campi – e da rede de água. “O objetivo é monitorar para que se possa, de um lado, buscar e avaliar as ações de eficiência aplicadas e, de outro, acompanhar mensalmente os contratos junto aos fornecedores – alterando-os de acordo com o que preveem as normativas da Agência Nacional de Energia Elétrica sempre que sejam vantajosos para a UFSC, principalmente, nos requisitos de escolha da demanda e da modalidade tarifária a ser contratada”, explica o engenheiro.

Conforme o mapeamento, o maior consumo está no campus do bairro Trindade. O Hospital Universitário (HU), também em Florianópolis, está em segundo lugar. “O consumo na UFSC está dentro da média, mas tende a em aumentar em função da quantidade de obras que vêm sendo desenvolvidas na Universidade”, conclui Irvando Luiz Speranzini.

 

Bruna Bertoldi
Jornalista / Diretoria-Geral de Comunicação

 

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