Fazenda Ressacada comercializa excedentes de silagem de milho

27/02/2019 10:32

Fazenda Experimental da Ressacada, que integra o Centro de Ciências Agrárias (CCA/UFSC), atualizou a lista de excedentes produzidos nas suas unidades de ensino, pesquisa e extensão e tornar pública a oferta para comercialização silagem de milho. A silagem de milho está disposta em um silo de superfície com lona dupla e possui 24,682 metros cúbicos. Cada metro cúbico possui 550 Kg de silagem totalizando 13.575,10 Kg. O silo será comercializado como uma unidade para apenas um comprador. A retirada ficará sob responsabilidade do comprador até 31 de dezembro de 2019.

A divulgação atende à Portaria Normativa nº 68/2016/GR, de 23 de fevereiro de 2016, prorrogada pela Portaria 94/2017/GR , que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC. O documento caracteriza como produção excedente os bens perecíveis e não perecíveis que não foram aproveitados pelas unidades universitárias e pelos órgãos suplementares.

Cotações:

Produto Preço (Kg) Quantidade estimada* (Kg) Total (R$)
Silagem de milho R$ 0,25 13.575,10 3.393,77

Fonte Emater/RS em 22/02/2019.

Mais informações podem ser obtidas por meio e-mail:  ou do telefone (48) 3721-4614, com Sebastião Ferreira Magagnin.

Tags: comercialização de excedentesFazenda Ressacadasilagem de milhoUFSC

Produto regional melhora qualidade nutritiva de alimentação bovina

28/08/2014 09:29

Uma pesquisa feita na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) buscou uma opção para melhorar a alimentação de ruminantes. A ideia, desenvolvida pelo professor Diego Peres Netto, consiste no uso pioneiro de bagaço de maçã misturado a silagem de milho, um tipo de forragem cortada em pequenos pedaços, colocada em silos e prensada.

Bagaço de maçã e silagem de milho melhoram alimentação dos bovinos. Foto: Wagner Behr/Agecom/UFSC

O valor nutritivo da silagem – que pode ser de milho, sorgo ou capim, por exemplo – vem do processo anaeróbico feito por bactérias. A qualidade do processo depende de uma boa compactação, que não permita passagem de oxigênio.

A pesquisa foi idealizada a partir de uma visita a proprietários rurais de Lages (SC). “Na ocasião, nós nos deparamos com agricultores trabalhando com silagem de milho e misturando a ela, empiricamente, bagaço de maçã. Então, tivemos a ideia de avaliar isso de uma forma científica, saber o que acontece com a composição química e a qualidade desse material”, conta Peres Netto, que é professor do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da UFSC (CCA).
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