O Grupo de Estudos sobre a Antiguidade Tardia da Universidade Federal de Santa Catarina está com inscrições abertas para a leitura conjunta da obra: “A Bolsa e a Vida: economia e religião na Idade Média” de Jacques Le Goff.
As inscrições devem ser feitas pelo formulário on-line. Será fornecido certificado de participação de 20 horas, válido como atividades complementares. Os encontros serão sempre às terças-feiras, a cada duas semanas, às 15h, na Sala do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais – sala 312 do Bloco D do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Cronograma:
15/09: Entre o dinheiro e o Inferno: a usura e o usurário (pp. 9-17)
29/09: A bolsa: a usura (pp. 17-33)
13/10: O ladrão de tempo (pp. 33-47)
27/10: O usurário e a morte (pp. 47-65)
10/11: A bolsa e a vida: O Purgatório (pp. 65-83)
24/11: O Coração também tem suas lágrimas (pp. 83-90)
Para se inscrever, acesse aqui.
Mais informações na página do grupos de estudos ou no Instagram.
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As Edições do Bosque, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC), acaba de publicar o livro “Porque jamais existiu uma Idade Média e temas afins. Um livro para quem gosta de Filosofia”, organizado por Mariana Paolozzi Sérvulo da Cunha e Neusa Monteiro.
Sobre a obra
Todos os temas do livro relacionam-se aos questionamentos sobre a “não existência” da Idade Média. A partir da discussão sobre a necessidade de uma nova cronologia para nossa história, e de reflexões sobre os períodos patrístico (notadamente Agostinho) e escolástico, foram apresentados assuntos que têm algo a ver com esses períodos. A estereotipia Idade Média igual a “astenia cultural”, “domínio irrestrito da Igreja”, ou “fanatismo religioso” vem retrocedendo. A Idade Média concebida como Idade das Trevas — um desses desvios históricos cuja anomalia o distanciamento torna cada vez mais patente – lentamente perde força. À lenda negra dos renascentistas e iluministas contrapõe-se a lenda rosa dos românticos: a Idade Média representaria não a derrocada (barbárie), mas o auge da civilização ocidental, em que se teriam realçados os valores espirituais. Não se trata apenas de uma questão terminológica (a expressão “Idade Média” já seria em si mesma preconceituosa e arbitrária) e, portanto, de criticar uma cronologia hoje obsoleta, que divide a História Ocidental, a partir de uma visão eurocêntrica, em três períodos presos a uma camisa de força conceitual.
O livro tem acesso livre pelo link.
Outras obras das Edições do Bosque estão disponíveis aqui.
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O Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais Meridianum, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), promove o “VI Estudos Medievais: A Idade Média no Imaginário Atual”, encontros semanais com o objetivo de discutir o assunto. As reuniões são realizadas todas as sextas-feiras, das 13h30min às 15h30min, na Sala 332, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), com início nesta sexta-feira, 6 de setembro.
Acesse a programação completa.
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