Pós-doutoranda e professora da UFSC publicam artigo em catálogo da exposição ‘Tarsila Popular’

19/07/2019 18:06

O artigo Na caverna de Tarsila: sobrevivências do primitivo como presença do não colonial, produzido em Estágio de Pós-Doutorado por Maria Bernardete Ramos Flores  e Michele Bete Petry, junto ao Programa de Pós-Graduação em História na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) integra o catálogo da exposição Tarsila Popular, no Museu de Arte de São Paulo. O trabalho foi supervisionado pela professora Maria Bernardete Ramos Flores, coordenadora do Projeto Iconografia do Brasil – Arte Primitivista e Modernismo: sobre visualidades emergentes, do Núcleo de Estudos em Políticas da Escrita, da Memória e da Imagem (NEPEMI).

Sobre o catálogo e a exposição

‘Tarsila popular’ é o catálogo que acompanha a mostra de mesmo nome realizada pelo MASP até 28.7, dedicado à obra de Tarsila do Amaral (Capivari, São Paulo, 1886 – São Paulo, 1973), artista fundamental do modernismo brasileiro. De família de fazendeiros do interior de São Paulo, Tarsila estudou em Paris nos anos 1920, onde aprendeu com André Lhote (1885-1962) e Fernand Léger (1881-1955) para em seguida devorar os estilos modernos europeus, como o cubismo, e digeri-los de maneira antropofágica, produzindo algo próprio, singular, híbrido.
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