Administração Central propõe contratação de funcionários terceirizados para atender demanda imediata do curso de Libras

22/05/2014 12:28

Cerca de 50 pessoas, entre alunos, técnicos-administrativos em Educação (TAEs) e professores, realizaram uma manifestação na manhã da última quarta-feira, 21, para reivindicar a contratação de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com formação superior. A contratação de funcionários terceirizados e uma reunião com parlamentares para buscar apoio em negociações foram providências emergenciais propostas pela Gestão da UFSC. A intenção é viabilizar as aulas dos cursos de graduação, mestrado e doutorado na área.

Administração Central e manifestantes dialogam sobre questões relativas à contratação de intérpretes para o Curso de Libras. Foto: Wagner Behr / AGECOM / UFSC

A vice-reitora, Lúcia Helena Martins Pacheco, esclareceu que o tradutor intérprete de Libras é avaliado pelo Ministério da Educação (MEC) como um cargo de nível médio – disposto no Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE) –, pois Libras não é considerada, nessa interpretação, como uma língua estrangeira. Uma mudança na legislação federal seria necessária para contemplar o pedido. Os alunos entregaram à vice-reitora um manifesto com suas reivindicações.

“Nós reconhecemos a importância de ser nível E, de qualificar o profissional, mas a legislação não nos permite decidir. A autonomia universitária não chega até aí. O que podemos fazer é a investidura junto ao MEC, ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e ao Congresso Nacional para tentar sensibilizar para essa questão”, disse a vice-reitora.
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