
Foto: Reprodução/Youtube
A professora Letícia Cesarino, do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi uma das entrevistadas em dois episódios da nova edição da série de mini documentários Vale a Pena Perguntar, da Fundação FHC.
O tema do primeiro vídeo Nova onda populista: direitas radicais, aborda as razões que levam tantos eleitores a se aproximarem da extrema direita. Já o terceiro episódio Redes e ruas: mobilização da direita radical explica como a direita radical se relaciona com o ambiente digital e explora o uso das redes para mobilização política pelo populismo radical de direita. O vídeo também examina as relações entre as big techs e esse campo político.
Com a iniciativa do Centro de Estudos e Debates da Fundação FHC, o Caderno Vale a Pena Perguntar Nova onda populista: direitas radicais reúne reflexões que ajudam a compreender como a extrema direita atua nas instituições, nas ruas e redes, na cultura e que riscos representa para a democracia brasileira.
Primeiro episódio: Nova onda populista: direitas radicais
Terceiro episódio: Redes e ruas: mobilização da direita radical
Assista a temporada completa no canal do YouTube da Fundação FHC
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Letícia Cesarino, professora do Departamento de Antropologia da UFSC. Foto: Arquivo Pessoal
A professora Letícia Cesarino, do Departamento de Antropologia, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC foi convidada pelo ministro Silvio Almeida para fazer parte da equipe do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), como assessora Especial de Educação e Cultura em Direitos Humanos. A professora já aceitou o convite e aguarda os trâmites legais para assumir o cargo.
Letícia Cesarino irá chefiar uma equipe responsável por montar um plano de Cidadania Digital para o MDHC, abrangendo as áreas de comunicação e educação em mídias digitais. “A ideia é trazer a experiência da pesquisa, não apenas minha mas de outras equipes no Brasil e exterior, acadêmicas e da sociedade civil, para pensar como abordar a educação para direitos humanos num contexto de mudança rápida propiciado pelas novas mídias, onde problemas como discurso de ódio e extremismo ganham uma influência e proporção inéditos no país”, explica a docente.
Letícia já estava envolvida desde o início do ano em discussões envolvendo o Ministério, a partir de um Grupo de Trabalho que estuda alternativas no combate ao discurso de ódio. “já há um certo fluxo de trabalho em andamento”, esclarece. O Grupo de Trabalho (GT) instituído em 22 de fevereiro é presidido pela ex-deputada federal Manuela D´Ávila e conta com mais de 20 representantes da sociedade civil.
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