Palestra “Jorge Amado, Homem de seu Tempo e de seu País”

22/11/2012 12:07

Nesta quinta-feira, dia 22, às 14h, será ministrada a palestra “Jorge Amado, Homem de seu Tempo e de seu País”, pelo professor Eduardo de Assis Duarte (UFMG), no auditório da Reitoria da UFSC.

Palestrante:

Doutor em Letras pela USP, cumpriu programas de Pós-doutorado na UNICAMP e na UFF. Professor aposentado da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, integra como colaborador o Programa de Pós-graduação em Letras – Estudos Literários e o Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade – NEIA. É Pesquisador Nível 1 do CNPq –, tendo coordenado o projeto integrado de pesquisa Afrodescendências: raça/etnia na cultura brasileira, com a participação de pesquisadores de diversas Universidades do Brasil e do exterior. Dentre os produtos do projeto destacam-se a coleção Literatura e Afrodescendência no Brasil: antologia crítica, em quatro volumes, e o literafro – Portal da Literatura Afro-brasileira – com informações biobibliográficas, críticas e excertos de mais de uma centena de autores –, disponível no endereço: www.letras.ufmg.br/literafro. No momento, coordena o grupo de pesquisa interinstitucional Afrodescendências na literatura brasileira, cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq. Projeto em andamento:Machado de Assis, etnicidade e dissimulação.

Reelease da Palestra

Em seu clássico “Instinto de Nacionalidade”, de 1873, Machado de Assis prescreve que o escritor brasileiro deveria antes de tudo ser “homem de seu tempo e de seu País”, mesmo quando tratasse dos “assuntos mais distantes”.  No século XX, Jorge Amado ira encarnar este papel, mesmo adotando um projeto literário em tudo distinto da heranca machadiana. A palestra abordara os vinculos de Jorge Amado com a terra e o povo brasileiros, que fazem dele um grande “narrador do Brasil”, ao mesmo tempo em que ira refletir sobre o envolvimento do escritor com as grandes utopias políticas de seu tempo: o socialismo e o feminismo.

Algumas obras de Jorge Amado: Gabriela, Cravo e Canela” (1958);  “Capitães da Areia” (1937) ; “Terras do Sem Fim” (1943); Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água (1978), “Tieta” (1989).

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