Notícias da UFSC
  • UFSC Responde: data de retorno às aulas presenciais e progressão das Fases

    A Agência de Comunicação da UFSC (Agecom) reuniu alguns dos comentários que estamos recebendo nas redes sociais em mais um vídeo da série UFSC Responde, no intuito de trazer respostas a algumas dúvidas da nossa comunidade.

    Neste segundo episódio da série, conversamos com o pró-reitor de Graduação, Daniel Vasconcelos nos estúdios da TV UFSC para saber acerca do calendário de retorno às aulas presenciais de forma abrangente na UFSC, definidas pelo Calendário Acadêmico 2022 para terem início em 18 de abril de 2022. Também falamos sobre as Fases de Combate à Pandemia de Covid-19 e como elas devem progredir.

    Confira o vídeo abaixo, que busca responder:

    Por que a UFSC resolveu que a volta presencial seria em abril de 2022?
    Haverá alguma fase transitória antes desse período, como previsto no plano de retomada em Fases da UFSC?

     

    Veja também:

    UFSC Responde: Atividades da Universidade e o Retorno às Aulas Presenciais


  • Sala Verde promove debate sobre compaixão nas relações por meio da comunicação

    Como a compaixão encontra lugar nas relações por meio da comunicação? – este é o tema do Papo Verde UFSC: Exercitando a compaixão nas relações, com a convidada Alliny Burich. O evento será realizado na terça-feira, 7 de dezembro, das 15h30 às 17h3o, com inscrições online.

    Por meio de comunicação assertiva, o evento pretende contribuir como espaço de diálogo para a pacificação social. Entre os conteúdos previstos, estão os conflitos como uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento familiar, o diálogo e a mediação Familiar. A ministrante é advogada, professora, especialista em Direito das Famílias e Mediação Familiar. O público-alvo são graduandos e graduados em Direito, Psicologia, Serviço Social, Administração, Contabilidade e demais áreas que trabalham com conflitos e ou que desejam ampliar sua compreensão sobre a comunicação.


  • Pagamento das inscrições para Vestibular UFSC/2022 é prorrogado até sexta-feira

    A Coperve informa que prorrogou, a partir desta quarta-feira,  1 de dezembro, 15h, o pagamento das inscrições do Vestibular UFSC/2022 até sexta-feira, 3 de dezembro de 2021, em função da notificação por parte de instituições financeiras de problemas no sistema de processamento de agendamentos e pagamentos. Os pagamentos já efetivados continuam válidos e podem ser conferidos no link “Verificação do pagamento do boleto“.

    No intuito de não prejudicar os candidatos que já se inscreveram e que desejarem fazer o pagamento, os mesmos devem entrar no link “SEGUNDA VIA DO BOLETO BANCÁRIO” disponível no site www.vestibular2022.ufsc.br, gerar um novo boleto e fazer o pagamento na rede bancária, impreterivelmente até sexta-feira, dia 3 de dezembro de 2021.

    A Coperve indica, ainda, que para informar os candidatos sobre as datas estabelecidas no Edital, está fazendo a retificação da Agenda e do Edital. Qualquer dúvida pode ser esclarecida por meio do plantão telefônico da Coperve: (48) 3721 9951 – em horário comercial .


  • TCC de Engenharia Mecânica sobre refrigeração magnética é premiado em evento internacional

    Um trabalho de conclusão de curso (TCC) do Departamento de Engenharia Mecânica acaba de ser premiado como o melhor trabalho de graduação em um evento internacional, o 26th International Congress of Mechanical Engineering (COBEM 2021).  A pesquisa Sistema de gerenciamento hidráulico para uma unidade de refrigeração magnética, de autoria do aluno Diego dos Santos, foi defendida em junho de 2020 e teve a orientação do professor Jader Riso Barbosa Junior, com co-orientação dos pesquisadores Jaime Andrés Lozano Cadena e Guilherme Fidelis Peixer, do Laboratórios de pesquisa em Refrigeração e Termofísica (Polo).

    O trabalho consistiu no desenvolvimento e avaliação de um sistema de gerenciamento hidráulico para refrigeradores magnéticos, com o objetivo de aplicá-lo em condicionadores de ar. Um novo conceito para o sistema hidráulico foi desenvolvido e comparado com soluções comerciais a fim de encontrar a alternativa ótima para a operação, conforme as necessidades do projeto do sistema de refrigeração.

    O estudo foi desenvolvido junto ao grupo de pesquisa em Novas Tecnologias de Refrigeração, dentro do escopo do projeto de pesquisa MagChill, que pretende desenvolver o primeiro condicionador de ar no mundo a ser operado com uma unidade de refrigeração magnética. O projeto é financiado pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais e pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, mas as pesquisas no Polo contam também com o apoio do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, com recursos do CNPq, CAPES e FAPESC.

    Diego recebeu o Prêmio ABCM-Embraer 2020, em premiação ocorrida na última quinta-feira, 25 de novembro. O evento, organizado esse ano por professores do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, foi realizado de forma remota. Ao todo, a equipe do Polo apresentou oito artigos completos, quatro deles em temas relacionados à pesquisa em novas tecnologias de refrigeração. Diego dos Santos é o sétimo integrante do laboratório a receber o Prêmio ABCM (ou Menção Honrosa) desde a sua criação, em 2003.


  • Doutoranda da UFSC recebe bolsa internacional para apoiar pesquisa desenvolvida na Antártica

    A doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Paola Barros Delben é uma das agraciadas com uma bolsa internacional para apoiar estudos e pesquisas conduzidas na Antártica. A bolsa foi concedida pelo Conselho de Gestores de Programas Antárticos Nacionais (COMNAP) e apoiará o projeto de Paola “Gestão de Riscos de Saúde e Segurança em Isolamento, Confinamento e Contextos Extremos”. Ela utilizará a bolsa para realizar pesquisas colaborativas com colegas do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida, Lisboa, Portugal.

    A pesquisa aborda uma das áreas prioritários para a COMNAP, que é a segurança humana, e aumentará a compreensão sobre o impacto do isolamento, confinamento e ambientes extremos nos expedicionários, afirmou a instituição ao anunciar as bolsas.

    Paola é vinculada ao Laboratório Fator Humano, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC, e foi a primeira pesquisadora com projeto de ciências humanas, psicologia, saúde mental e tecnologia aplicada a ser contemplada com esse reconhecimento pelos principais órgãos responsáveis por pesquisas na Antártica.
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  • Estudante da UFSC vence 23º Prêmio Catarinense de Economia

    Vicente Loeblein Heinen é pesquisador do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Foto: Divulgação)

    O estudante Vicente Loeblein Heinen, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi o vencedor da categoria Acadêmica: Monografia de Graduação do 23º Prêmio Catarinense de Economia (PCE) 2021, promovido pelo Conselho Regional de Economia (Corecon-SC). Não houve vencedores nas categorias Artigo Científico, dirigida a profissionais, e Resenha, aberta a profissionais e acadêmicos.

    Vicente Heinen apresentou o trabalho “Superpopulação relativa no Brasil: tamanho e composição entre 2012 e 2020” e receberá R$ 2 mil pela primeira colocação. Técnico em Informática pelo Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSul) e graduado neste ano em Ciências Econômicas pela UFSC, Heinen há quatro anos é pesquisador do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat/UFSC), que acompanha e analisa indicadores econômicos, pesquisas amostrais, registros administrativos como Caged e Rais, e censo demográfico.

    A solenidade de premiação será virtual e ocorrerá dia 13 de dezembro, às 18h30, em conjunto com a 12ª e última sessão ordinária do Corecon-SC.

    Em segundo lugar na categoria Acadêmica ficou Jordana Menezes, com o trabalho “Desigualdade de gênero após a Reforma Trabalhista Brasileira de 2017: uma análise da decomposição salarial de Oaxaca-Blinder com base numa Recentered Influence Function”; e em terceiro, Carolina Fernandes Custódio, com “Uma aplicação do pacote Blinder-Oaxaca Decomposition em R para estimar o prêmio salarial STEM” . Ambos são acadêmicos da Udesc e receberão, respectivamente, R$ 1,5 mil e R$ 1 mil. Confira a íntegra dos trabalhos em corecon-sc.org.br.

    O Prêmio Catarinense de Economia tem o objetivo de incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes de Ciências Econômicas a desenvolverem pesquisas voltadas para o conhecimento e o desenvolvimento da economia catarinense.

    Texto da Assessoria de Comunicação do Corecon-SC

     


  • Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução promove seminário de egressos

    O Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET), do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, promoverá nos dias 8, 9 e 10 dezembro de 2021 o VIII SEPGET: Unidos na Tradução, seminário de egressos do Programa. O evento será on-line, no Canal da PGETUFSC no YouTube e tem o objetivo de discutir como a formação proporcionada aos mestres e doutores contribui ou reflete na inserção profissional e acadêmica dos egressos e egressas do Programa.

    O evento estimula a interlocução entre pós-graduandos e egressos, enriquece as discussões acadêmicas e mostra a realidade profissional, ampliando o conhecimento de seus interlocutores e evidenciando a contribuição social do Programa de Pós-Graduação.

    Para essa edição do evento, considerou-se o tema proposto pela Federação Internacional de Tradutores (FIT) para as comemorações do Dia Internacional da Tradução do ano de 2021: “Unidos na Tradução”.

    Qualquer pessoa interessada em conhecer o Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da UFSC pode assistir às mesas redondas que compõem o seminário.

    Veja o Cadernos de Resumos com a programação do VIII SEPGET: http://sepget.paginas.ufsc.br/files/2021/11/Caderno-de-Resumos-SEPGET.pdf

    Inscrições disponíveis em: http://inscricoes.ufsc.br/sepget2021

    Mais informações no site do evento: https://sepget.paginas.ufsc.br/


  • Projeto Acolhe UFSC cria grupos reflexivos para estudantes da pós-graduação

    O projeto Acolhe UFSC está com inscrições abertas para grupos reflexivos de promoção à saúde. Abertos exclusivamente para os estudantes da pós-graduação UFSC, os encontros quinzenais são conduzidos por psicólogos que visam estabelecer trocas relativas às vivências durante a pandemia e cotidiano da pós-graduação com suporte de conhecimentos da psicanálise.

    As atividades ocorrem pelo Google Meet com duas possibilidades de horário: o primeiro grupo se reúne nas quartas- feiras, das 11h30 às 13h30 e o segundo, também nas quartas-feiras 19h30 às 21h.

    A ideia é que a cada encontro haja uma temática disparadora para o diálogo, tais como: imagens, músicas, filmes, novos hábitos, relações e suas modalidades, trajetos, relações com o espaço. Para participar, é necessário preencher o formulário de inscrição neste link https://bit.ly/acolheufsc.

    Mais informações pelo Instagram @acolheufsc ou pelo e-mail psi.acolheufsc@contato.ufsc.br.


  • Pós-Graduação em Engenharia Têxtil seleciona alunos para o mestrado

    O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Têxtil (PGETEX/UFSC), do campus Blumenau, está com inscrições abertas para seleção de novos alunos para o curso de mestrado, com ingresso em 2022. Estão sendo ofertadas 15 vagas, sendo cinco delas para ações afirmativas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 23 de janeiro.

    Todas as vagas ofertadas são para a área de concentração “Desenvolvimento de processos e produtos têxteis”, com temas distribuídos nas seguintes linhas de pesquisa: Engenharia de processos e produtos têxteis; Sustentabilidade no setor têxtil; e Têxteis técnicos, inteligentes e funcionais.

    Para se inscrever, o candidato deve preencher o Formulário de Inscrição para Pós-Graduação, anexando todos os documentos solicitados no item 3 de edital. O processo seletivo será composto pela análise da formação acadêmica, da atuação profissional e das atividades científicas dos candidatos, bem como do plano de estudos e do memorial descritivo apresentados.

    O resultado final será divulgado no site do programa no dia 18 de fevereiro e o início das aulas está previsto para 7 de março.

    Para mais informações sobre o processo seletivo, acesse o edital.

    Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail pgetex.bnu@contato.ufsc.br ou pelo Whatsapp (48) 3271-3336.

    Serviço de Comunicação UFSC Blumenau


  • UFSC Blumenau promove palestra sobre comunicação assertiva na próxima terça-feira

    No dia 7 de dezembro, próxima terça-feira, a UFSC Blumenau promove a palestra “Apresentação de alto impacto: vença a timidez e conquiste o sucesso profissional”, com a psicóloga Cíntia Lopes. O evento será on-line e aberto ao público, com transmissão ao vivo pelo canal da UFSC Blumenau no YouTube, a partir das 18h. A palestra faz parte do evento de extensão Comunicação assertiva, realizado por alunos e professores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Têxtil (PGETEX).

    A organização do evento é composta pelos mestrandos Michele Schmidt e Renan Felinto e pelas professoras Catia Rosana Lange de Aguiar, Andrea Cristiane Krause Bierhalz e Fernanda Steffens, além do chefe do Serviço de Comunicação e Eventos Institucionais do Campus Blumenau, Felipe Iop Capeleto.

    A professora Fernanda Steffens conta que a ideia de realizar o evento surgiu dos próprios alunos do mestrado, durante a realização do estágio de docência. “Este é um assunto tão pertinente, pois na verdade ninguém é preparado a lecionar ou fazer uma apresentação oral. Entretanto, todos somos cobrados por resultados a partir de reuniões, aulas, entre outras situações”, explica.

    O principal objetivo do evento é encorajar a comunidade interna e externa à UFSC a tornar sua comunicação mais assertiva, seja dentro da atividade acadêmica, como na apresentação de seminários ou em aulas expositivas, bem como nas relações cotidianas, como em uma conversa informal ou reunião de trabalho. “Alguém já disse que ‘palavras ditas não voltam’ e precisamos ser assertivos dentro desta esfera”, conclui Fernanda.

    Esta será a primeira de uma série de três palestras que compõem o evento. As próximas serão realizadas em fevereiro e março de 2022, todas com foco em comunicação assertiva.

    Para participar, não é necessário fazer inscrição prévia. Será emitido certificado para todos que acompanharem o evento pelo canal da UFSC Blumenau no YouTube e assinarem a lista de presença.

    Sobre a palestrante

    Cíntia Lopes é mestra em Psicologia pela UFSC, especialista em comunicação verbal e superação do medo. Atua como palestrante e consultora corporativa nas áreas de gestão, vendas, comunicação e comportamento. Pós-graduada em Novas Mídias, Rádio e Televisão. Possui formação em Programação Neurolinguística pela Sommer Consulting (USA) e certificada internacionalmente pelo UPW Anthony Robbins (USA). É autora de vários livros, entre eles o mais recente “Quem se comunica enriquece”, lançado em maio deste ano.

    Serviço de Comunicação UFSC Blumenau


  • Gerente do Hospital Universitário ressalta a importância da testagem no combate à infecção pelo HIV

    Foto: Ricardo Torres.

    Entre as mensagens importantes do Dezembro Vermelho, mês dedicado à conscientização para o tratamento precoce pelo HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), a gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh), Maria Luiza Bazzo, destaca a importância de incentivar a ampla testagem, permitindo o diagnóstico e o tratamento precoces para garantir qualidade de vida às pessoas infectadas e redução da transmissão do HIV.

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  • UFSC na mídia: Pesquisadores da UFSC falam sobre momento atual da pandemia

    Três pesquisadores da UFSC foram entrevistados recentemente por veículos jornalísticos estaduais sobre temas relacionados à pandemia. Na última quinta-feira, 25 de novembro, a professora Alexandra Boing falou sobre a liberação do uso de máscara em locais abertos no Jornal do Almoço e NSC Notícias. Na ocasião, a professora e pesquisadora do Departamento de Saúde Pública reforçou que Santa Catarina ainda não tem cobertura vacinal uniforme e apresenta instabilidade no número de casos positivos. “O Estado faz uma liberação precoce de uma medida que é barata e eficiente para a redução da transmissão, principalmente neste momento que temos o aumento da circulação das pessoas nas ruas”, salientou. O professor Fabrício Menegon também ressaltou que a medida é precoce. No dia 25, o reitor Ubaldo Cesar Balthazar enviou ofício ao governador Carlos Moisés alertando para os riscos da medida de liberação.

    Na noite de segunda-feira, 29 de novembro, o professor Sérgio Fernando Torres de Freitas participou de uma live, a convite da NSC Total, sobre o tema “Fim do uso de máscaras em locais abertos em SC“. O docente é presidente da Comissão de Monitoramento Epidemiológico da UFSC e está vinculado ao departamento de Saúde Pública. O evento foi transmitido ao vivo e agora pode ser acessado aqui.
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  • ‘A nova direita e reorganização do sistema partidário brasileiro’ é tema de seminário na próxima segunda

    O Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGSP/UFSC) promove a conferência “Qual mudança? A nova direita e reorganização do sistema partidário brasileiro”. A atividade terá como convidado o professor da Universidade de Brasília (UnB), André Borges.

    O evento, que faz parte dos Seminários de Pesquisa do PPGSP, ocorre no dia 06 de dezembro, segunda-feira, às 17h, e será transmitido pelo canal no YouTube do PPGSP.

    Mais informações na página do Programa ou pelo e-mail ppgsocpol@contato.ufsc.br


  • Novas edições das ‘Partilhas Universitárias’ ocorrem na quarta e quinta-feira

    O Setor de Psicologia Educacional da Coordenadoria de Assistência Estudantil (CoAEs) promove nesta semana duas rodas de conversa Partilhas Universitárias. A iniciativa é um espaço aberto e permanente de acolhimento, escuta, diálogo e de trocas entre estudantes de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

    A primeira ocorre nesta quarta-feira, 1º de dezembro, a partir das 14h, e a segunda na quinta-feira, 2 de dezembro, às 10h. O tema é aberto e será definido colaborativamente com os participantes no início da atividade. Devido às atividades pedagógicas não presenciais, as Partilhas Universitárias ocorrem semanalmente através de plataforma on-line.

    Para participar, inscreva-se no link https://bit.ly/3h54Drn. Depois de efetuada a inscrição, o link de acesso para a plataforma será enviado ao e-mail. Na data do evento, a sala será aberta aos 15 primeiros participantes.

    Dúvidas e sugestões podem ser enviadas ao e-mail psicologia.prae@contato.ufsc.br


  • Pesquisa da UFSC sobre inteligência artificial e Covid-19 é premiada em congresso nacional

    Uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sobre inteligência artificial e Covid-19 foi premiada em XVIII Congresso Brasileiro de Informática em Saúde (CBIS 2021), realizado entre 22 e 26 de novembro.

    O estudo partiu das notificações de Covid-19 do município de Florianópolis e aplicou algoritmos de inteligência artificial para predição da internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em pacientes internados com a doença. Considerando o contexto de uma crise sanitária mundial que exige a rápida tomada de decisão e a correta alocação de recursos materiais e humanos, a ferramenta propõe um apoio para a tomada de decisão de profissionais e gestores em saúde.

    O Congresso Brasileiro de Informática em Saúde é promovido pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Esta edição recebeu 125 trabalhos, dos quais foram selecionados os 10 melhores trabalhos para apresentação e avaliação pela banca examinadora.

    A pesquisa desenvolvida pelos pesquisadores do PEN/UFSC foi selecionada entre os cinco melhores desta edição. O trabalho é assinado pela enfermeira e estudante de doutorado Greici Capellari, em parceria com o cientista de dados Lincoln Moura, sob orientação da professora Alacoque Erdmann.


  • Revogação da Lei de Segurança Nacional é tema de live promovida pelo Instituto Memória e Direitos Humanos

    O Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) realiza na próxima quinta-feira, 2 de dezembro, às 19h, a live com o tema A revogação da Lei de Segurança Nacional e os novos crimes contra o Estado Democrático de Direito: Balanço e perspectivas. Com transmissão pelo canal do IMDH no Youtube, o evento terá a participação dos professores Diego Nunes e Paulo Pinheiro Machado, ambos do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

    Em 1º de setembro de 2021, após uma discussão legislativa de pouco mais de quatro meses, foi aprovada a Lei nº 14.197, que revogou a Lei de Segurança Nacional (LSN) de 1983 e inseriu “crimes contra o Estado Democrático de Direito” no Código Penal. Essa resposta do Congresso se deu a partir da prisão do deputado Daniel Silveira e da interposição de algumas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de discutir a constitucionalidade de alguns trechos da LSN.

    Assim, o evento tem como objetivo fazer um balanço da história da LSN – nascida na Era Vargas, radicalizada na ditadura civil-militar e sobrevivente nas transições à democracia – e apontar perspectivas para a repressão do dissenso político – não só pela nova lei, mas pela lei antiterrorismo, uso da Garantia de Lei e Ordem (GLO) e outros instrumentos constitucionais.

    Mais informações em imdh.ufsc.br


  • Doutoranda da UFSC publica artigo em revista internacional sobre efeitos das mudanças climáticas nas populações de baleias

    Uma pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) teve um artigo publicado, na última edição da revista Science Advances, sobre os possíveis efeitos das mudanças climáticas na recuperação das populações de baleias. Fruto de uma colaboração internacional, o texto intitulado Ocean warming threatens southern right whale population recovery foi desenvolvido pela doutoranda Macarena Agrelo, orientada pelo professor Paulo Simões Lopes e coorienatada pelo professor Fábio Daura.

    > Acesse a íntegra do artigo

    Macarena é atualmente aluna do Programa de Pós Graduação em Ecologia da UFSC. No artigo, é realizada a análise de uma série de dados referente a cinco décadas (1971-2017) sobre baleias-francas-austral identificadas por foto na Península Valdés, na Argentina. Constatou-se um aumento acentuado nas taxas de mortalidade das baleias após eventos do El Niño.

    Os resultados da pesquisa apontam para o potencial de interrupção nas interações da rede alimentar no Oceano Antártico, enfraquecendo a contribuição desse ecossistema para a mitigação das mudanças climáticas em uma escala global.

    > Assista abaixo o vídeo de divulgação:


  • Pesquisa da UFSC investiga como as bactérias da Antártida podem ajudar e entender mudanças climáticas

    Alanna e professor Rubens estudam material coletado na Antártida

    Os milhares de microorganismos que habitam o mundo, a maior parte deles desconhecidos da ciência, também podem trazer respostas sobre um dos fatores mais preocupantes da modernidade: as mudanças climáticas. Uma série de pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob coordenação do professor Rubens Tadeu Delgado Duarte, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, investiga como bactérias da Antártida podem trazer respostas sobre o tema e também seu potencial em inovações da biotecnologia.

    Uma dessas pesquisas vem sendo desenvolvida pela estudante de iniciação científica Alanna Maylle Cararo Luiz em seu trabalho de conclusão de curso e foi recentemente apresentada no evento da Sociedade Brasileira de Microbiologia. O estudo Estratégias de crescimento de microrganismos de solos de recuo de geleira da Antártica em termos de seleção r-k trabalha com material coletado em uma expedição pelo continente em 2017, parte do projeto Microsfera – A Vida microbiana na Criosfera Antártica: mudanças climáticas, e bioprospecção.

    As pesquisas ocorrem no Laboratório de Ecologia Molecular e Extremófilos (LEMEx). O professor explica que a ecologia molecular é uma uma área da da biologia em que se utiliza moléculas para estudar a ecologia dos seres vivos, e os extremófilos são justamente aqueles organismos que conseguem sobreviver em condições extremas – tal como ocorre no ainda desconhecido continente mais frio do planeta. No LEMEx, a proposta é utilizar moléculas das bactérias para entendê-las e desvendar propriedades e funcionalidades desconhecidas. “Tem milhares, dezenas de milhares de espécies de bactérias e um único grama de solo. Então, uma colher de chá de solo tem milhões de indivíduos a serem estudados”, explica.

    O continente antártico também é foco dos interesses porque o eixo central das pesquisas está ligado à ideia de compreender as mudanças climáticas. Cientistas do mundo todo investigam esse ponto do planeta por conta do derretimento das geleiras, que ocasiona aumento no nível das águas e produz um verdadeiro efeito cascata na biodiversidade. “Nós queremos utilizar o conhecimento sobre essas bactérias para determinar, por exemplo, se elas podem indicar uma mudança climática mais rápida ou uma mudança climática mais lenta, ou seja, a gente pode utilizá-las como uma forma de monitoramento de mudanças climáticas, como termômetros biológicos”.

    Duarte explica que diferentes seres vivos podem indicar essas variações. Os pinguins, por exemplo, são muito utilizados pela ciência porque se aproveitam do derretimento dos solos para colonizarem o ambiente. Assim, o aumento das “pinguineiras” é uma amostra efetiva do aquecimento. O que ocorre é que este é um processo lento, que depende das características reprodutivas dos animais. As bactérias, ao contrário, podem trazer essas respostas de forma mais ágil e também mais efetiva.

    Collins e Baranowski

    As pesquisas da UFSC são realizadas a partir da coleta de solo e de gelo de duas geleiras na Antártida: a Collins e a Baranowski. Segundo o professor, isso ocorre porque, enquanto uma apresenta um processo de derretimento lento, a outra degela de forma muito rápida. “Os levantamentos indicam que a Baranowski recuou, em 43 anos, o que a Collins levou mais de mil anos para recuar”, comenta.

    Com esse recuo, o solo volta a ficar exposto e as bactérias são despertadas. Esse processo fornece à ciência um gradiente espaço-temporal, já que se coletam amostragens logo em frente às geleiras, no solo que acabou de ficar exposto, e em regiões mais distantes, expostas há vinte, trinta ou quarenta anos. “Esse gradiente é importante porque é possível entender o que aconteceu com as populações de bactérias ao longo do tempo”, explica.

    Ainda segundo o professor, é possível não só comparar o solo exposto mais e menos recentemente como comparar os solos de cada uma das geleiras – a de rápido e lento processo de degelo. “Quando comparamos a Collins com a Baranowski, por exemplo, podemos identificar quais microorganismos ocorrem no solo da geleira que derrete mais rápido. Essas bactérias podem servir como termômetro para nós”.

    No caso da pesquisa de Alanna, a ideia é utilizar bactérias dessas amostras coletadas durante a expedição de 2017 para entender o papel do derretimento das geleiras na sucessão ecológica, o que contribui com o monitoramento dos efeitos das mudanças climáticas. Para ilustrar o que esse fenômeno representa, o professor utiliza um exemplo mais familiar para os brasileiros do que o derretimento das geleiras: as queimadas.

    De acordo com Rubens, este processo impacta em toda a biodiversidade da região que está sendo investigada. “Vamos para uma floresta Mata Atlântica, aqui próximo a nós. Digamos que tenha uma queimada. Então, você tem a biodiversidade em volta, mas tem uma clareira sem planta nenhuma. Ao longo dos anos, a floresta vai ocupar aquele espaço novamente: novas sementes vão cair ali, animais vão começar a visitar. Ao longo do tempo, haverá um processo de sucessão ecológica”, explica. E existe um padrão para que isso ocorra: primeiro gramíneas, depois plantas arbustivas, pequenos arbustos, árvores de porte pequeno. Os animais também vão se guiando conforme esse padrão.

    Na Antártida, o derretimento das geleiras também passa por esse processo, considerando, é claro, as particularidades da região. E é nesse ponto que a investigação da UFSC pode avançar: a geleira derreteu, o solo descongelou e ficou exposto ao oxigênio da atmosfera. Primeiro algumas bactérias começam a crescer, depois outras, sucessivamente. “As populações vão mudando”, reforça o professor. “Isso acontece com qualquer fator de impacto ambiental”. A sucessão ecológica vai refletir os processos de seleção natural de acordo com a disponibilidade de recursos e as estratégias de crescimento dos organismos.

    Na pesquisa, o olhar do professor e da acadêmica está voltado para o crescimento dessas bactérias. Alguns desses microorganismos crescem rápido, levando em torno de 48 horas para a população ficar visível em meio à cultura. Já outros demoram muito mais tempo para crescer. Em solos mais jovens, ou seja, mais recentemente expostos ao fenômeno do degelo, é possível encontrar os organismos que crescem de forma mais acelerada. “Mas à medida que nos distanciamos da geleira, encontramos maior diversidade”, pontua. O fenômeno também é diferente na geleira Collins e na Baranowski.

    Amostras de solo foram coletados a distâncias de 0, 50, 100, 200, 300 e 400 m à frente das duas geleiras da Antártica. A contagem de células viáveis ​​foi realizada em cada uma dessas amostras. As colônias foram contadas diariamente e classificadas de acordo com o seu tempo de crescimento – maior ou menor que 48 horas. A partir daí, o estudo envolveu compreender a estratégia de crescimento e a distância em que se encontravam da geleira.

    O professor explica que, segundo modelos ecológicos, os organismos de crescimento rápido ocorrem logo no início da sucessão e são substituídos, com o passar do tempo, por organismos de crescimento mais lento. No caso dos solos da Antártica, se organismos de crescimento rápido forem encontrados longe da geleira, é um sinal de que um grande volume de gelo derreteu recentemente. A comparação desse fenômeno entre as duas geleiras, associada a dados climáticos da região, irá comprovar a hipótese do grupo de pesquisadores e poderá trazer uma nova ferramenta para estudos de mudanças climáticas em áreas polares.

    Geralmente, estudos como estes requerem também o sequenciamento genético das bactérias selecionadas. Mas o custo alto do processo e os recursos cada vez mais escassos para o investimento em pesquisa podem impedir esse passo adiante.

    Diversidade dos microrganismos sugere possíveis aplicações

    Outra vertente que os materiais coletados na Antártida pela UFSC também pode originar é a investigação das possíveis aplicações biotecnológicas dos organismos presentes no solo e no gelo. Além da pesquisa de Alanna, pelo menos outros sete trabalhos do LEMEx utilizam as amostras do continente.

    Segundo Rubens, um dos mecanismos de adaptação de microrganismos ao frio extremo é a produção de proteínas anticongelantes, ou seja, que interferem na formação do gelo e na sua recristalização. Isso confere resistência celular a baixas temperaturas e ao congelamento. “Uma aplicação possível é na saúde pública, nas vacinas de DNA”, explica. Espera-se que os resultados dos estudos demonstrem que as proteínas produzidas por bactérias da Antártida aumentem a estabilidade da vacina de adenovírus submetidas ao congelamento, o que poderia ser aplicável em produtos como os imunizantes do coronavírus.

    Um dos estudos em execução nessa linha é o da doutoranda Joana Camila Lopes, que investiga a caracterização dessas proteínas buscando as aplicações biotecnológicas. A pesquisa ainda está em fase inicial, mas as expectativas são positivas, podendo também gerar propostas de aplicações na agricultura, como na proteção contra as geadas, por exemplo.

    Todas essas pesquisas são realizadas com amostras coletadas em expedições científicas do Programa Antártico, cuja participação mais recente por parte do LEMEx ocorreu em 2017. As amostras de gelo e de solo ficam armazenadas no laboratório e servem a diferentes pesquisas, de diferentes níveis – da graduação ao doutorado. O material, preservado, também pode servir para estudos futuros.

    Fotos e Texto: Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC


  • Curta-metragem ‘Pseudologia Fantastica’ faz sua estreia no projeto Experimenta nesta terça, dia 30

    O curta-metragem Pseudologia Fantastica, dirigido por Nataly Delacour, terá sua estreia nesta terça-feira, 30 de novembro, às 19h, no canal no Youtube da Secretaria de Arte e Cultura (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O filme tem duração de 26 minutos e classificação indicativa livre.

    A obra, que foi realizada com apoio do Prêmio Elisabete Andere de Estímulo a Cultura e do Edital PróCênicas, fala sobre o uso compulsivo das redes sociais e faz uma sátira a forma como estamos utilizando a internet. “Pseudologia Fantastica retrata a vida através de um feed de notícias, mostrando como a internet passou a ocupar lugares em nossa vida a ponto de não querermos mais ser um indivíduo, e faz uma crítica ao uso compulsivo das redes sociais, onde todas as pessoas são boas e vivem vidas felizes”, diz a apresentação.

    O filme baseado e inspirado nos livros Os funerais do Coelho Branco (2009), de Nene Altro, e The Age of Earthquakes (2015), de Shumon Basar, Douglas Coupland e Hans-Ulrich Obrist.

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  • Confira a programação cultural no Experimenta Pandêmico

    Nesta terça-feira, 30 de novembro, a partir das 18h, ocorre o segundo dia de apresentações da 6ª edição do Experimenta Pandêmico. O evento é on-line com transmissão das atrações pelo YouTube da SeCArte. Até 3 de dezembro, 37 ações culturais desenvolvidas na universidade e produções culturais reconhecidas nacionalmente estarão acessíveis ao público, entre produções audiovisuais, exposições virtuais, espetáculos teatrais, apresentações ao vivo, performances e outras atrações.

    Confira a programão desta terça-feira:

    18h | Bloco de ações variadas produzido por alunos e estudantes da UFSC:

    Teatro – Enfermaria de Cleber José Bosetti
    Audiovisual – A (à) procura da literatura de SC: o Portal Catarina de Thaís Fernandes
    Música- Naturaleza dos Gungos de Ronan Caetano
    Exposição virtual – Cultura e Identidade no Planalto Catarinense de Karen Wesseler Jung

    18h30 | Teatro – [Em]² de Darlan Gebing Scheid

    Sinopse: [Em]2 investiga as prisões e liberdades contemporâneas. Preso neste quadrado que pode ser meu quarto, um campo de concentração ou ainda uma prisão dentro de mim mesmo, eu não vejo a hora de decifrar os caminhos para a tão sonhada liberdade. Sou um jovem brasileiro que acreditei na luta por igualdades, conquistas de classe e gênero, mas sigo vendo da janela do meu quarto nosso país sendo colocado à venda. A presença do meu pai ao longo do espetáculo, desvenda as prisões do medo e ódio que corrói a vida humana. Minha mãe se sente fraca mas não cansa de alcançar esperança por baixo da porta. Eu peço ajuda a vocês para lidar com esse novo real através do pouco que tenho, a poesia.

    19h | Lançamento – Curta metragem – Pseudologia Fantastica de Rodrigo Garcez

    Sinopse: Deslizar… Clicar… Viver…
    Quem você finge ser quando fica online?
    Quão oposto a você é a pessoa que você se torna?
    Pseudologia Fantastica retrata a vida através de um feed de notícias, mostrando como a internet passou a ocupar lugares em nossa vida a ponto de não querermos mais ser um indivíduo, e faz uma crítica ao uso compulsivo das redes sociais, onde todas as pessoas são boas e vivem vidas felizes.

    19h30 | Debate – CinePET – ao vivo

    O CINEPET é um projeto do Programa de Educação Tutorial (PET Pedagogia) que surge no atual contexto em que estamos enfrentando a Pandemia Covid-19 e realizando as atividades acadêmicas remotamente. O projeto consiste em realizar debates acerca de temas previamente escolhidos a partir de um filme selecionado pelo grupo PET, que deve ser assistido previamente ao encontro. Nesta edição faremos o lançamento do documentário Contarolando: muitas histórias para contar. O encontro acontecerá através de videoconferências em plataformas online.

    A ação é aberta ao público externo, tendo como público alvo a comunidade acadêmica e professores da rede pública, com participação integral dos bolsistas do Programa de Educação Tutorial (PET Pedagogia).

    Inscrições: inscricoes.ufsc.br/cinepetcontarolandoparticipantes

    20h30 | Documentário – Cantarolando: muitas historias para contar

    Sinopse: Em comemoração aos 10 anos do grupo Contarolando, o PET Pedagogia da Universidade Federal de Santa Catarina lança este documentário sobre a trajetória de alunos, professores, escritores e comunidade escolar de ensino de Florianópolis.

    O Experimenta Pandêmico é realizado pela SeCArte, Departamento Artístico Cultural (DAC), Departamento de Cultura e Eventos (DCEVEN) com o apoio do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), cursos de graduação em Artes Cênicas, Cinema e do Programa de Educação Tutorial (PET Pedagogia). O evento objetiva, principalmente, mostrar o que é produzido em arte na universidade, ligado à pesquisa, ensino e extensão, proporcionando visibilidade das ações artísticas concebidas no meio acadêmico.

    Serviço:

    O quê: Experimenta Pandêmico | 6ª edição
    Quando: de 29/11 a 03/12/2021
    Onde: YouTube da SeCArte
    Programação: Acesse aqui a programação
    Redes sociais:
     instagram.com/secarte.ufsc | facebook.com/secarte.ufsc
    E-mail: experimenta.secarte@contato.ufsc.br


  • Pesquisadores da UFSC participam de debate em vídeo sobre impacto da pandemia na evasão escolar

    O Núcleo Interdisciplinar de Políticas Públicas (NIPP), do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), e o Laboratório de Pesquisas Sociológicas Pierre Bourdieu (LAPSB), do Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC colaboraram com a produção de um vídeo, proposta do Instituto de Pesquisas de Variações Socioculturais (Instituto Werner-IPEVSC). O vídeo traz um debate acerca da evasão escolar durante a pandemia, tanto no ensino fundamental, médio e superior.

    Participam do vídeo a professora Ione Valle Ribeiro (CED/UFSC), Marcos Rogério dos Santos (UFPR) e o professor Jourdan Linder (Uniplac), que buscam responder questões como “Qual o impacto da pandemia no abandono e na evasão escolar?” e “Precisamos pensar um novo modelo de educação e de práticas pedagógicas?”. Para tanto, utilizam-se de dados e pesquisas  recentes sobre o tema, além de oferecer alternativas de soluções.

    Assista o vídeo na íntegra, abaixo.


  • Empresa Júnior da UFSC vence Maratona Oceanográfica de Inovação

    A Tétis Empresa Júnior de Oceanografia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conquistou o 1º lugar da Maratona Oceanográfica de Inovação, que busca desenvolver o empreendedorismo da área por meio da exposição de oportunidades e soluções inovadoras para as adversidades dos estudos oceanográficos.  Para isso, cada equipe teve que elaborar um pitch,  que é uma apresentação breve para detecção e validação de uma oportunidade ou um problema real, até a criação de uma solução e de seu modelo de negócio. O grupo desenvolveu um projeto que promoveu o monitoramento das emissões de carbono nas embarcações na costa brasileira por meio de dados meteoceanográficos.
    A equipe vencedora incluiu representantes da Tétis e outros alunos do curso. Os estudantes participantes são: Francielle Holtz (membra efetiva da Tétis); Camila Costa (trainee da Tétis, fez o pitch ao vivo e defesa); Rafael Drehmer (trainee da Tétis); Bernardo Zen (trainee da Tétis); Giulia Brocado; Khauany Poleza; e Letícia Volcov Alves.
    A Maratona é promovida pela Associação Brasileira de Oceanografia e contou com a participação de cerca de 100 estudantes e professores de 12 cursos de Oceanografia do Brasil, divididos em 14 equipes sob a supervisão de seus tutores, e orientados por mais de 20 mentores voluntários. Das 14 equipes, oito ficaram entre as finalistas e foram avaliadas por uma banca de sete jurados, no sábado, 27 de novembro, premiando o projeto da Tétis.

    A Tétis Empresa Júnior de Oceanografia foi fundada em 2009 por estudantes da graduação que viram uma maior necessidade de uma abordagem mais empresarial do curso, porém ela só foi oficialmente reconhecida pelo centro em 2017. A organização é responsável pela realização de palestras e cursos de práticas sustentáveis em empresas, escolas e comunidades, assim como fonte de pesquisa e divulgação de eventos na área das ciências do mar. 


  • Estudo analisa como ocorre a regeneração de florestas tropicais e indica diretrizes para restauração

    Espécie do gênero Cecropia em Tefé, Amazonas. Com folhas grandes e crescimento rápido, é um típico exemplar de florestas secundárias úmidas das Américas. Foto: Catarina Jakovac

    O grupo 2ndFOR, rede que envolve mais de 100 pesquisadores de 18 países, publicou nesta segunda-feira, 29 de novembro, um estudo de âmbito continental sobre a regeneração de florestas tropicais. A pesquisa envolveu a análise da recuperação de características funcionais de florestas americanas, do México ao sul do Brasil, e dados de mais de mil parcelas – áreas delimitados para estudo, com uma média de mil metros quadrados cada – e 127 mil árvores. O artigo, disponibilizado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), também fornece diretrizes sobre quais tipos de espécies de árvores devem ser selecionadas para plantios de restauração em florestas úmidas e secas.

    O foco da equipe de cientistas são as florestas secundárias – aquelas que regeneram naturalmente após a remoção da vegetação original para uso humano, normalmente cultivos agrícolas, pastagens e agricultura de corte e queima. Atualmente, mais da metade das florestas tropicais do mundo são secundárias em processo de regeneração. Na América Latina, elas cobrem 28% da zona tropical.

    O que o novo estudo mostra é que as florestas tropicais em regeneração são bastante diversas em sua recuperação. Florestas secas e úmidas diferem fortemente em sua composição funcional em estágios iniciais de sucessão – como é chamado o processo de regeneração – e seguem distintos caminhos ao longo do tempo. À medida que as florestas envelhecem, contudo, tornam-se mais semelhantes em relação às características funcionais. Compreender esse processo auxilia na elaboração de melhores estratégias de restauração florestal. 
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  • UFSC Blumenau entrega arrecadações de campanha contra a pobreza menstrual

    O Campus Blumenau da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou, na manhã desta segunda-feira, 29 de novembro, a entrega simbólica do material arrecadado durante a campanha Todos contra a pobreza menstrual, realizada durante o mês de outubro, para a Prefeitura de Blumenau. O objetivo foi conscientizar sobre o problema, especialmente entre meninas estudantes do ensino fundamental, e arrecadar absorventes descartáveis.

    Os absorventes arrecadados serão doados a cinco instituições de contraturno escolar, localizadas em comunidades em situação de vulnerabilidade social do município de Blumenau. Além dos absorventes, as instituições também receberão caixinhas que serão afixadas nos banheiros femininos para disponibilizar os absorventes às alunas. Ao todo, as instituições atendem cerca de 160 meninas que estudam do 5º ao 9º ano do ensino fundamental.

    A professora Selene de Souza Siqueira Soares, do Departamento de Engenharia Têxtil, que coordenou a campanha na UFSC, ressaltou que, além da doação do material, a ideia é realizar conversas com as meninas sobre menstruação. “É uma questão de educação. Precisamos discutir como é a trajetória dessas meninas até o mercado de trabalho. Elas têm que lidar, desde muito cedo, com cólica, dor de cabeça, inchaço, coisas que os meninos não têm. O ambiente escolar precisa dar apoio a essas meninas e fornecer absorventes é uma forma de trazer algum conforto para elas”, explicou. “Meu sonho é encontrar, daqui a cinco ou seis anos, essas meninas como estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina. É muito emocionante mudar vidas por meio da educação”, avalia Selene. A professora revelou ainda que a ideia é tornar a ação regular na UFSC Blumenau.

    A secretária de Educação Patrícia Lueders explicou que as cinco instituições de contraturno escolar foram escolhidas como um projeto piloto. “A ideia é, no futuro, ampliar para todas as escolas do município”, disse. O prefeito Mario Hildebrandt apoiou a escolha das instituições. “É preciso levar o projeto primeiramente para os lugares que mais precisam”, disse.

     


  • Professor Aloisio Klein é finalista de prêmio que reconhece maiores nomes da ciência nacional

    O professor Aloisio Klein, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, é um dos finalistas do Prêmio CONFAP de CT&I – ‘Professor Francisco Romeu Landi’, premiação nacional que reconhece pesquisadores brasileiros indicados pelas fundações de fomentos de pesquisa dos seus estados. A indicação foi feita pela Pró-reitoria de Pesquisa da UFSC à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina. Os finalistas foram conhecidos na última sexta-feira.

    Klein foi indicado na categoria Pesquisador(a) Destaque – Ciências Exatas e concorre com os professores Ado Jorio deVasconcelos, da Federal de Minas Gerais, indicado pela FAPEMIG, e Paulo Eduardo Artaxo Netto, da Universidade de São Paulo, indicado pela FAPESP. O resultado final será conhecido no próximo dia 9 de dezembro.

    O Prêmio é um iniciativa do CONFAP, com patrocínio exclusivo da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP/MCTI), e será outorgado a pesquisadores e pesquisadoras que tenham se destacado em pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, cujos resultados produziram conhecimento e beneficiaram, direta ou indiretamente, o desenvolvimento e o bem-estar da população brasileira. Será concedido também a profissionais de comunicação que, por meio do jornalismo científico, contribuíram para a aproximação entre a CT&I e a sociedade.

    Leia o perfil do professor Aloisio Klein e conheça mais sobre o seu trabalho

    Conheça todos os finalistas