Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos promove curso sobre a palmeira real

02/10/2007 15:48

O Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos – CAL – do Centro de Ciências Agrárias da UFSC promove o “I minicurso aproveitamento de resíduos de palmeira real (Archontophoenix Alexandrae)”.

Aberto a produtores de palmeira real e estudantes de graduação e pós-graduação, a atividade está programada para o dia 6 de outubro, das 8h30min às 18h. O valor das inscrições é de R$ 150 para produtores de palmeira real associados da Abrapalmer, R$ 180 para produtores de palmeira-real não associados, e R$ 20 para estudantes.

As pessoas interessadas em uma das 80 vagas oferecidas devem pagar a inscrição no Banco do Brasil, Ag. 3582-3, CC 270251-7, e enviar, junto com o nome completo, endereço e telefone, para o e-mail palmeirareal2007@gmail.com , ou fax (48) 3721-9943.

Para os alunos há ainda um outro requisito, a apresentação do comprovante de matrícula no dia do curso. O evento tem o apoio da FAPEU, do Laboratório de Frutas e Hortaliças, e da UFSC.

Por Mara Cloraci/jornalista da Agecom

Empresa Júnior de Engenharia Mecânica oferece Curso de equações diferenciais para Engenharia Mecânica

02/10/2007 15:35

A i9 Consultoria, Empresa Júnior de Engenharia Mecânica, oferece nos dias 3 e 4 de outubro, quarta e quinta-feira, o “Curso de Equações Diferenciais para Engenharia Mecânica”. Através da aplicação de equações diferenciais de primeira e segunda ordem na mecânica clássica e no eletromagnetismo, o curso pretende mostrar a importância dessas equações nas engenharias. As aulas vão acontecer na sala 105 do Bloco B do CTC, das 18h30min às 21h.

O curso será ministrado pelo professor Mauricio Valencia Ferreira da Luz, do Departamento de Engenharia Elétrica da UFSC. Além de pertencer ao Grupo de Concepção e Análise de Dispositivos Eletromagnéticos (GRUCAD), Luz desenvolve projetos de cooperação científica com universidades da Bélgica, França, Alemanha e Argentina. As inscrições para o curso podem ser feitas diretamente na i9 Consultoria, Bloco A da Engenharia Mecânica, primeiro andar.

i9 na Intermach 2007

i9 na Intermach 2007



i9 Consultoria

Com o objetivo de prestar serviços à comunidade e aprimorar a formação dos acadêmicos do curso, a i9 presta consultoria a empresas nas mais diversas áreas da engenharia mecânica. Formada exclusivamente por alunos da graduação, e Empresa Júnior é uma oportunidade para que eles tenham contato com problemas reais do dia-a-dia das empresas, seja através da prestação de consultorias ou da participação nas atividades administrativas da própria i9.

No dia 15 de setembro, a i9 esteve na Intermach 2007 – Feira e Congresso de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica –, realizada em Joinville. A viagem contou com a participação de membros e ex-membros da empresa e teve como objetivo a integração da equipe com o seu futuro mercado de trabalho. O encontro também foi uma oportunidade de trocar experiências e fazer contatos.

Mais informações:

i9 Consultoria –www.i9.ufsc.br ou

nos telefones 3234-5692 e 3721-7537.

Por Daniel Ludwich/bolsista de jornalismo da Agecom, atuando no CTC.

Florianópolis recebe o XII Congresso Latino-Americano de Óleos e Gorduras

02/10/2007 13:47

Será realizado de 12 a 14 de novembro, em Florianópolis, no Centrosul, o Congresso Latino-Americano de Óleos e Gorduras, que reunirá pesquisadores, técnicos, empresários, estudantes e empresas ligadas ao assunto.

O evento é realizado a cada dois anos em um país da América Latina. Este ano o Congresso terá dois eixos centrais de discussão, o biodiesel e a questão da nutrição/saúde e alimentos funcionais. Apesar de ser um evento técnico, abordará assuntos de interesse à população, como a reutilização os óleos utilizados nas cozinhas, os efeitos e benefícios das gorduras na alimentação, entre outros.

O Congresso é organizado pela Sociedade Brasileira de Óleos e Gorduras (SBOG) e a Seção Latino-americana da American Oil Chemists’ Society (LA-AOCS). A SBOG fundada em 1993, na cidade de Campinas, SP, uma sociedade, de caráter científico-tecnológico e cultural, sem fins lucrativos, atualmente sediada na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

A SBOG tem como principais atividades a realização de reuniões, jornadas, congressos, simpósios, destinados ao ensino, intercâmbio e difusão de conhecimentos e pesquisa na área de óleos, gorduras e derivados. Tem colaborado com os Ministérios da Saúde (através de sua representação junto a ANVISA) e da Agricultura (MAPA) na elaboração e/ou revisão de regulamentos técnicos de padrões de qualidade e identidade para os óleos e gorduras vegetais.

Atualmente, na diretoria da SBOG, duas professoras da Universidade Federal de Santa Catarina, a Profa. Dra. Jane Mara Block, na presidência e, a professora Dra. Roseane Fett, vice-tesoureira, ambas do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Centro de Ciências Agrárias.

No evento estarão presentes palestrantes da América Latina, norte-americanos e europeus. Entre eles os pesquisadores, Alejandro Marangoni (Canadá), Mercedes Panizzi (Brasil), Carmen Dobarganes (Espanha), Alfonso Valenzuela (Chile), Jane Mara Block (UFSC-Brasil) e Daniel Barrera-Arellano (UNICAMP-Brasil), que foi o primeiro presidente da SBOG e desde sua fundação em 1993, têm atuado ativamente na Sociedade. Além das palestras serão realizados workshops e mesas redondas sobre óleos, gorduras e seus derivados.

Será montada também uma Exposição, a maior da América Latina na área de óleos e gorduras, onde estarão expostas as últimas novidades e tendências da área, assim como será disponibilizada uma área para que os interessados possam estabelecer contatos, trocas de experiências e gerar negócios.

O Congresso Latino-Americano de Óleos e Gorduras contará com mais de 60 palestras, a exposição de 150 pôsteres e 15 comunicações orais, selecionados pela comissão científica.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas através do site www.oleosegorduras.org.br/xiicongresso . Estudantes, professores e pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa têm descontos especiais. A expectativa dos organizadores é reunir 600 participantes no congresso e outros 400 na feira diariamente.

Mais informações: 3721-6028.

Por Adriana Laffin – Jornalista

“A Ceia dos Mortos” será lançado nesta terça e traz contos sobre o tema da finitude da vida

02/10/2007 13:05

O livro de contos “A Ceia dos Mortos”, de autoria da escritora Salma Ferraz (professora do Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC e integrante do Núcleo de Estudos Comparados entre Teologia e Literatura – Nutel), será lançado hoje, dia 2, às 18h30, no hall do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), e na próxima quinta-feira, dia 4, às 9h, no mesmo local.

Segundo Salma, a obra traz contos que exploram o tema da finitude da vida. No passado, lembra a escritora, a morte era uma tradição tão normal quanto o nascimento e os rituais que a envolviam eram públicos. No conto que dá título ao livro, uma família que vive essas tradições sofre com as mudanças impostas pelo progresso, que impõe “higienização” sobre a morte.

Autora também dos livros de ficção “Em Nome do Homem” (Sete Letras-RJ) e “O Ateu Ambulante” (Furb), Salma Ferraz pesquisa as relações entre teologia e literatura, mais especificamente o estúdio da bíblia enquanto objeto literário e o trânsito dos personagens do livro sagrado dos cristãos para a literatura.

“A Ceia dos Mortos” foi publicado com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e será distribuído gratuitamente.

Outras informações pelo telefone (48) 3721-9293.

Cursinho da UFSC e LIOP promovem a II Noite da informação profissional solidária

01/10/2007 17:52

O Curso Pré-Vestibular Popular da UFSC, preocupado com a inserção do

estudante no ensino superior e com suas escolhas profissionais, está

promove, em conjunto com o Laboratório de Informação e Orientação Profissional (LIOP) nesta terça-feira, dia 2, no Centro de Ciências da Saúde a II Noite da Informação Profissional Solidária aos seus alunos e à comunidade em geral.

O evento acontece das 18h30min às 22h30min e tem por objetivo informar sobre os Cursos, o mercado de trabalho, as áreas de atuação, compartilhar experiências e auxiliar no processo de escolha profissional.

Palestras e mesas-redondas com diversos profissionais

fazem parte da programação.

O ingresso é 1kg de alimento não perecível e as inscrições devem ser feitas pelo telefone 3721-8319 ou cursinho@cursinho.usfc.br.

UFSC oferece cursos de capacitação aos seus servidores

01/10/2007 16:15

Encontram-se abertas as inscrições para os cursos promovidos pelo Departamento de Desenvolvimento de Potencialização de Pessoas – DDPP, através da Divisão de Capacitação e Afastamento para Formação – DCAF, referentes ao quarto trimestre de 2007.

São oferecidos cursos para as categorias específicas de Recepcionista, Porteiro, Contínuo, Auxiliar Administrativo, Motorista, Bibliotecário, Cozinheiro e Professor, além de outros cursos, abertos a qualquer servidor interessado. As inscrições podem ser feitas no Centro de Capacitação (atrás do refeitório “B” do Restaurante Universitário). A ficha de inscrição, está disponível em www.prdhs.ufsc.br

Mais informações pelo telefone 3721-9690.

Rush’n Roll – Cover da banda canadense Rush – se apresenta no Projeto 12:30 da UFSC

01/10/2007 15:52

A proposta do Rush’n Roll, que se apresenta no dia 3 de outubro na Concha Acústica, não é das menos pretensiosas: reviver com a maior fidelidade possível as músicas da histórica banda canadense de rock progressivo Rush. Com quase 40 anos de estrada, o trio do Rush original influenciou toda uma geração de músicos e, por conta do virtuosismo de seus integrantes e da originalidade de sua música, permanece como referência absoluta do gênero. Na condição de fãs da banda, os integrantes do Rush’n Roll sabem como é difícil agradar os exigentes admiradores do Rush. Com quase um ano de trabalho conjunto, o cover catarinense promete fazer jus ao seu propósito na apresentação do Projeto 12:30. Vale a pena conferir.

Os músicos

O tecladista Juliano de Souza já integrou a Banda Matilha, entre 1999 e 2005, antes de se juntar ao Rush’n Roll. Além das atividades com este grupo vem desenvolvendo os estudos de técnicas de piano e participando de projetos musicais com outros músicos. A vocalista Patrícia Lemos Machado, participou do Grupo Viosol e Coral do Hospital Universitário da UFSC. Hoje estuda técnica vocal com Marco Montandon. Fabiano Arendt é baixista e integrante da banda Rush`n Roll desde seu início. Participou de algumas bandas de garagem no oeste do estado, aonde permaneceu durante quatro anos na banda Nosferatu, atual Kuartz, participando da gravação do CD “Caminho sem Destino”. O baterista André Vitor Borba veio para Florianópolis em 1996 e começou a atuar em bares da região fazendo “canjas”. Depois de várias bandas e projetos hoje toca com a equipe Zaragata, Jukebox e leciona no seu estúdio no centro da cidade.

O guitarrista Rafael Comelli Gerent iniciou seus estudos no instrumento por influência do irmão e amigos, com quem praticou música instrumental. Cita, entre as principais influências musicais: Rush, Yngwie Malmsteen, Alcatrazz, Whitesnake e Ozzy Osbourne.

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Pró- Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC e apresenta semanalmente, às quartas-feiras, ao ar livre na Concha Acústica, e às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC ou no auditório do Centro de Convivência (com apoio da PRAE), atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro. Artistas ou grupos interessados em participar do projeto devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO:

O QUE: Show com a banda Rush’n Roll

ONDE: Projeto 12:30, na Concha Acústica

QUANDO: Dia 3 de outubro de 2007, quarta-feira, às 12h30min

QUANTO: Gratuito e aberto ao público.

PROGRAMA: Rock Progressivo

CONTATO: (48) 9926-9296 ou andrevitorbatera@msn.com

CONTATO: projeto1230@dac.ufsc.br – www.dac.ufsc.br

Fonte: Manfred Matos – aluno bolsista de Extensão – com informações do grupo – Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30 – DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC – (48) 3721-9348 / 3721-9447 www.dac.ufsc.br

UFSC sedia II Evento Brasileiro de Créditos Ambientais

01/10/2007 14:21

O II Evento Brasileiro de Créditos Ambientais, será realizado nos dias 8 e 9 de novembro, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, reunindo especialistas em Créditos de Carbono e demais Commodities Ambientais non-CO², com o objetivo de demonstrar às empresas de diversos ramos de atuação, várias soluções para os problemas ambientais, transformando-os em projetos de sustentabilidade e benefício financeiro.

As commodities sócio-ambientais são provenientes de soluções ambientais propostas para os 91 elementos poluentes relevantes e para alternativas ambientalmente corretas como projetos de energia renovável, redução energética, cogeração de energia, sistemas de saneamento com mitigação de elementos poluentes, sistemas florestais, biodiesel, ferramentas de análise socioambientais, metodologias carbono zero e comercialização de certificados do Protocolo de Quioto.

Instituições como MME, MCT/FINEP, CETESB, ESALQ/USP, PETROBRAS, UBEM,

ETS/ITL, SANEATINS e MAR, disponibilizaram profissionais especializados palestrantes, dentre eles profissionais que também compõem a comissão do Executive Board da ONU no Brasil.

Será também ministrado o curso “Créditos ambientais: da elaboração e

concepção do mdl – mecanismo de desenvolvimento limpo à negociação de

créditos de carbono, créditos non-CO² e portfólio ambiental”.

Paralelamente ao evento, acontecerá uma amostra sócio-ambiental de

produtos e serviços coligados ao meio ambiente e uma pequena amostra da arte e da cultura local. O evento é realizado pela MAR Assessoria

Ambiental e Internacional, MDL e Esquemas de Negociações

Ambientais e Plataformas Independentes de Transações.

Mais informações e inscrições em www.creditosambientais.com.br

Lantec inaugura estúdio de vídeo e amplia serviços de ensino a distância

01/10/2007 13:53

O Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec), criado em 1995 no Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC para promover o ensino integrado às novas tecnologias de comunicação e informação, começa uma nova fase a partir desta semana. Na próxima quarta-feira, 3/10, às 11h, será inaugurado um estúdio de vídeo e televisão, que permitirá ampliar as atividades de ensino a distância.

Com os novos equipamentos será possível aprimorar o atendimento aos milhares de alunos matriculados através dos pólos de ensino a distância que a UFSC mantém no interior do Estado. O Lantec é destinado a professores que desenvolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão, utilizando as novas tecnologias da comunicação para a gravação e edição de programas didáticos, videoconferências, eventos e entrevistas.

As ações do laboratório estão voltadas para a coordenação pedagógica das licenciaturas na modalidade a distância que envolve a produção de materiais didáticos, formação das equipes, avaliação e pesquisa. Os principais cursos beneficiados são: Pedagogia, Biblioteconomia, Física, Matemática, Letras-Libras, Biologia, Filosofia, Letras-Português, Letras-Espanhol e Especialização em Estudos da Tradução.

Mais informações com a professora Roseli Zen Cerny, 3721-9263 e 3721-9097.

Paulo Fernando Liedtke/Agecom

Semana de popularização da ciência na UFSC

01/10/2007 12:42

A apresentação e a avaliação de quase 700 trabalhos de iniciação científica desenvolvidos por alunos de graduação, a II Feira Estadual de Ciência e Tecnologia, com demonstração de projetos de escolas de ensino médio e fundamental, e a ´Mostra UFSC para Divulgação e Popularização da Ciência & Tecnologia` movimentam o campus da UFSC a partir dessa quarta-feira (3/10). As atividades serão realizadas em frente à Reitoria e integram a programação da UFSC na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia , evento promovido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia para aproximar a população da ciência. A Semana acontece de 1 a 7 de outubro, com atividades em todo o país.

Iniciação Científica

Duas palestras na manhã de quarta-feira (3/10) abrem as atividades do XVII Seminário de Iniciação Científica da UFSC, evento que terá a apresentação de projetos de quase 700 estudantes de graduação. Às 10h, o pró-reitor de pós-graduação da UFSC, professor Valdir Soldi, fala sobre o tema ´Da iniciação científica à pós-graduação`, no Auditório da Reitoria. A partir de 11h, no mesmo local, o professor Antonio de Pádua Carobrez, da Coordenadoria Especial de Farmacologia, ministra a palestra ´Da prática à teoria: o que impede o pesquisador de ser um educador´.

Na quarta à tarde iniciam as apresentações dos painéis de projetos, organizados nas áreas de Ciências Exatas, Ciências Humanas e Ciências da Vida. Os painéis ficam abertos à visitação na quarta e na quinta-feira, na estrutura montada em frente à Reitoria. Na quinta-feira serão realizadas as apresentações orais: aquelas da área de Ciências Exatas e da Terra acontecem no Auditório da Reitoria; os projetos da área de Ciências da Vida serão apresentados na Sala dos Conselhos e os de Ciências Humanas e Sociais no Auditório do Centro de Convivência.

Popularização da Ciência

Na mesma estrutura montada para o XVII Seminário de Iniciação Científica da UFSC será realizada a II Feira Estadual de Ciência e Tecnologia, com apresentação de trabalhos de estudantes da rede estadual escolhidos em concurso de Feiras de Ciências em suas escolas. Serão 37 estandes. No mesmo período será ainda realizada a ´Mostra UFSC para divulgação e Popularização da Ciência & Tecnologia`. Esta exposição será montada em uma segunda lona, também na Praça da Cidadania.

Entre os grupos que se apresentarão na ´Mostra UFSC` estão o Laboratório de Instrumentação, Demonstração e Exploração (Labidex), o Laboratório de Ensino, Pesquisa e Divulgação Científica (Quimidex), o Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina (CIT) e o Laboratório de Estudos de Matemática e Tecnologias (Lemat).

Haverá ainda um estande voltado à divulgação da biodiversidade e outro direcionado à demonstração de fontes renováveis de energia, com a participação do Laboratório de Energia Solar da UFSC (Labsolar), do Instituto IDEAL e do grupo brasileiro ligado a International Solar Energy Society (ISES). Neste estande serão apresentados módulos solares fotovoltaicos (que geram energia elétrica a partir da energia solar), além de pôsteres sobre os projetos desenvolvidos. Em outro estande será apresentada a iniciativa do Parque Viva Ciência, projeto que reúne diferentes grupos da UFSC e de outras instituições interessadas na construção do primeiro Museu de Ciências do Estado.

Mais informações sobre o Seminário de Iniciação e a ´Mostra UFSC` com a professora Thereza Nogueira, pró-reitora de pesquisa da UFSC: 3721 9284

Saiba Mais sobre os grupos que integram a ´Mostra UFSC`

Labidex

É um laboratório onde são realizadas demonstrações de experiências em diversas áreas da Física. Os experimentos são úteis para melhor compreensão do conteúdo teórico. A principal meta do Labidex é a melhoria da qualidade do ensino da Física.

Quimidex

É o Laboratório de Ensino, Pesquisa e Divulgação Científica, que de forma lúdica busca demonstrar como são realizados processos químicos, com exemplos do cotidiano. O grupo demonstrar, por exemplo, como fazer um perfume e como o químico desenvolve seu trabalho para extrair aromas e sabores

Lemat

O Laboratório de Estudos de Matemática e Tecnologias foi criado com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino de matemática nos níveis fundamental e médio, através da elaboração de materiais didáticos e de atividades computacionais.

Por Arley Reis / Agecom / UFSC

Inscrições para 23ª Exposição de Arte dos Funcionários da UFSC

01/10/2007 11:15

Exposição de 2005 na Galeria de Arte

Exposição de 2005 na Galeria de Arte

Iniciam na próxima segunda-feira, 8/10, as inscrições para a 23ª Exposição de Arte dos Funcionários da UFSC. Poderão se inscrever professores e servidores técnico-administrativos, ativos ou aposentados. As inscrições serão realizadas até o dia 15 de outubro e as obras deverão ser entregues na Galeria de Arte da UFSC, no prédio do Centro de Convivência. O formulário de inscrição está disponível no site do DAC, no link da Galeria.

Continuando a boa experiência dos dois últimos anos, prossegue o “Encontro com o Artista” na abertura do evento. Este é um momento em que os artistas expositores fazem breves relatos, partilhando com o público, com outros colegas e artistas suas experiências sobre as trajetórias pessoais e o processo de criação das obras.

Encontro com o Artista

Encontro com o Artista

Os expositores interessados em fazer comunicações ou palestras durante a abertura da mostra deverão mencionar essa intenção no momento da inscrição. A abertura da exposição e o “Encontro com os Artistas” estão programados para 30 de outubro, terça-feira, às 18h30min. Para essa abertura também estão agendadas apresentações do Coral da UFSC e do grupo de dança Fazendo Corpo Mole. A exposição ficará aberta para a visitação até 23 de novembro de 2007.

Cada artista poderá inscrever até dois trabalhos, escolhendo entre várias categorias, como desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia, tecelagem, tapeçaria e instalação. Os trabalhos deverão ser entregues em condições de serem expostos, com molduras ou outro suporte, conforme a técnica da obra.

Além de ser um momento de comemoração e de confraternização entre os colegas, a exposição é também uma oportunidade para divulgar o trabalho artístico de funcionários da UFSC que, na maioria das vezes, têm se dedicado à arte como uma atividade paralela às suas atividades profissionais na instituição.

A exposição nasceu do desejo de comemorar o Dia do Servidor (Funcionário) Público Federal, 28 de outubro. A edição da mostra deste ano conta com o apoio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Humano e Social da UFSC e do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Santa Catarina (Sintufsc).

A exposição é uma realização do DAC – Departamento Artístico Cultural / Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina.

Serviço

O QUÊ: Inscrição para a 23ª Exposição de Arte dos Funcionários da UFSC.

QUANDO: De 8 a 15 de outubro, de 2ª a 6ª, das 10h às 18h30min.

ONDE: Galeria de Arte da UFSC, prédio do Centro de Convivência.

QUANTO: Gratuito, aberto aos professores e técnico-administrativos da UFSC, da ativa e aposentados.

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO: http://www.dac.ufsc.br/institucional_espacos_culturais_galeria.php#topo

CONTATO: Galeria: (48) 3721-9683 e galeriadearte@dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC-PRCE-UFSC

Núcleo de Estudos do Tênis de Campo promove campeonatos nas quadras do CDS

01/10/2007 10:39

Com a finalidade de promover integração entre a comunidade universitária e o público em geral, o Núcleo de Estudos do Tênis de Campo, vinculado ao Centro de Desportos, está promovendo o 10º Campeonato Universitário de Tênis da UFSC e o 7º Campeonato de Tênis em Cadeira de Rodas, no período de 19 a 21 de outubro, nas quadras do CDS. As inscrições podem ser realizadas de 1º a 16 do mesmo mês, na secretaria do Netec.

O 10º campeonato faz parte das atividades do núcleo, que atende à comunidade universitária com disciplinas optativas nos cursos de bacharelado e graduação em Educação Física e matéria regular para os graduandos de outros centros de ensino, além de servidores técnico-administrativos e professores interessados no tênis. Já o 7º campeonato para cadeirantes envolve os deficientes físicos da comunidade que desenvolvem atividades de extensão no núcleo. Para as competições dos dois eventos podem se inscrever atletas com idade mínima de 15 anos.

No 10º campeonato as categorias foram divididas em “A”, “B” e “C”, para estudantes de graduação, e “A” e “B”, para servidores e professores, na modalidade masculina. Na modalidade feminina as competições estão abertas para estudantes, professoras e servidoras de até 35 anos de idade. Já da comunidade em geral participa quem tem acima de 35 anos. No torneio destinado a cadeirantes a categoria é livre, com modalidades masculina e feminina.

Segundo o professor Osvaldo André Furlaneto Rodrigues, a procura por esse esporte está crescendo em proporções superiores aos anos anteriores. Somente no Centro de Treinamento do Netec, aberto a pessoas com mais experiência e que querem aprimorar a técnica para chegar ao profissionalismo, há um número considerável de atletas.

Os eventos contam com apoio da UFSC e do Sesi Esporte. Outras informações podem ser obtidas na secretaria do Netec, que funciona no prédio da piscina do CDS. Informações pelo fone 3721-9695, e-mail: netec@cds.ufsc.br.

José Antônio de Souza/jornalista na Agecom

Escritor Mário Prata é o convidado do Círculo de Leitura

01/10/2007 09:50

Um dos mais bem-sucedidos escritores brasileiros, com 23 livros publicados e trânsito também no teatro, no cinema e na televisão, Mário Prata é o convidado para a 28ª edição do Círculo de Leitura de Florianópolis, que acontece às 17h de quinta-feira, dia 4, no Espaço Cruz e Sousa da Editora da UFSC, no campus da Trindade. Desde 1969, quando publicou O morto que morreu de rir, o escritor vem marcando presença na produção cultural brasileira e colaborando na imprensa com crônicas em jornais de grande circulação. Nos anos 90, morou e produziu novelas e seriados em Portugal – experiência que resultou no livro Schifaizfavoire, dicionário de português, que já teve 20 edições.

Mário Prata nasceu em Uberaba (MG) e passou a infância e juventude em Lins (SP). Trabalhou como bancário e estudou economia, mas o amor pela escrita fez com que começasse a se aproximar de escritores, gente de teatro e jornalistas. Já em São Paulo, seu livro de estréia, escrito durante um período em que os estudantes ocuparam a faculdade, foi publicado pelo centro acadêmico, na USP. Mas o reconhecimento veio no ano seguinte, com o sucesso da peça O cordão umbilical, recebida com entusiasmo pela crítica. “Se não tivesse dado certo, eu estaria hoje, provavelmente, aposentado no Banco do Brasil ou seria ministro da Fazenda”, brinca ele em texto postado no seu site oficial.

Prata trabalhou como repórter em vários jornais e revistas e foi resenhista, articulista e cronista de grande capacidade produtiva. Entre os livros que publicou aparecem Besame mucho (1987), Filho é bom, mas dura muito (1995), Mas será o Benedito? (1996), Diário de um magro (1997), Os anjos de Badaró (novela escrita totalmente on line em 2000) e Paris, 98! (2006), alguns com várias edições. No teatro, escreveu ainda Dona Beja e Eu falo o que elas querem ouvir. No cinema, fez o argumento de Xico Rey (dirigido por Walter Lima Junior) e o roteiro de Banana split (de Paulinho de Almeida). E, na televisão, escreveu as novelas Estúpido cupido (1976), Sem lenço, sem documento (1977), Bang bang (2005) e Helena (esta, para a TV Manchete).

No momento, Mário Prata está lendo livros de George Simenon e Andrea Camilleri, porque prepara um romance policial e, como sempre ocorre nesses casos, dirige suas leituras para a área de interesse imediato. Também aposta nas novas possibilidades de leitura e em suportes que podem alcançar as faixas mais jovens de público. “Sempre digo que é na internet que vão surgir os novos escritores”, afirma. “É ali que o jovem coloca o que escreve para o mundo ler em seu blog. No meu tempo, a gente escrevia alguma coisa e dava para dois ou três amigos lerem…”

O projeto

O Círculo de Leitura é um projeto que permite ao convidado e aos presentes discutirem informalmente sobre os livros que estejam lendo, sobre as leituras do passado e as influências de outros autores sobre o seu trabalho. Escritores e jornalistas como Oldemar Olsen Jr., Fábio Bruggemann, Inês Mafra, Mário Pereira, Maicon Tenfen, Cleber Teixeira, Dennis Radünz, Rubens da Cunha, Renato Tapado, Raimundo Caruso, Nei Duclós e Marco Vasques estão na lista dos participantes das etapas anteriores do projeto.

Breve entrevista

Como escolhe suas leituras, diante da grande quantidade de opções que existem e das que surgem a cada dia?

Mário Prata – Para um escritor, a leitura, além do prazer, é um trabalho. Gosto de ler os novos, tanto brasileiros como estrangeiros, para analisar, estudar o rumo que a literatura vem tomando. Aprende-se com os novos, assim como com os clássicos. Dependendo do tipo de livro que estou trabalhando no momento, dedico-me a um tipo de leitura específica. No momento, por exemplo, estou escrevendo um policial e lendo apenas livros dessa área. Os clássicos do gênero: Poe, Doyle, Agatha Christie, Hammet, Highsmith, Chandler, Simenon, Camilleri, Ruth Hendell etc.

Você escreve pensando no reconhecimento do leitor ou porque precisa imperiosamente escrever (tanto que há mais de 30 anos publica livros, escreve roteiros, crônicas e peças de teatro)?

Mário Prata – Escrevo porque é a minha profissão e preciso pagar as minhas contas, em primeiro lugar. Aliás, como qualquer profissional em sua área. Ninguém pergunta a um médico se ele trabalha pensando no reconhecimento do paciente ou porque precisa medicar imperiosamente. Vejo o ato de escrever como um ofício como outro qualquer. Mas é um ofício maravilhoso, porque me dá prazer. Na hora de escrever – me divertindo, criando personagens, situações – me dá prazer imaginar o livro entre os mais vendidos, sem falar na hora de receber meus direitos autorais. Mas o maior prazer para mim é quando tenho uma boa idéia. A idéia central para algum projeto, seja crônica ou um livro. Este é meu grande prazer: a idéia.

Que gêneros e autores mais aprecia?

Mário Prata – Eu leio até bula. Mas leio sempre ficção, que é onde atuo. Alguns autores foram importantes na minha formação. Principalmente os cronistas. Braga, Sabino, Nelson Rodrigues, Millôr, Veríssimo, Sterner, Maistre, Julio Cortázar, Campos de Carvalho, Eça, Machado, Tolstoi.

Como se sente sendo escritor (de sucesso) num país de pouca leitura?

Mário Prata – Triste.

Contatos e entrevistas com Mário Prata: fone (48) 9961-0051 e e-mail mac.prata@terra.com.br

Galeria de Arte da UFSC: prorrogadas até dia 5 as inscrições para exposições no primeiro semestre de 2008

01/10/2007 09:35

A galeria: local de estudo e apreciação da arte

A galeria: local de estudo e apreciação da arte

Estão prorrogadas até esta sexta-feira, 5/10, as inscrições para apresentação de propostas de exposições na Galeria de Arte da UFSC no primeiro semestre de 2008. A galeria está localizada no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

O regulamento pode ser retirado na Galeria ou no site www.dac.ufsc.br. As propostas podem ser entregues em mãos ou encaminhadas pelo correio, via Sedex, e serão analisadas por uma comissão formada por artistas e profissionais da área, representantes de instituições culturais, universidades e associações de artistas. Além da descrição da proposta, os proponentes devem entregar um currículo comprovado, com fotocópias de documentos, cursos e titulações, além de outros itens conforme consta no regulamento.

A Galeria de Arte da UFSC, com 18 anos de atuação sistemática e periódica, desde 1989 tem se consolidado como espaço de referência para exposições no Estado de Santa Catarina, sendo local de estudo e apreciação da arte, promovendo woskshops e encontros com artistas, e ampliando o acervo de obras de arte que promovem a humanização do campus. Além disso, apresenta trabalhos de diversos artistas plásticos locais, nacionais e estrangeiros, em exposições individuais e coletivas, onde cerca de 60 artistas mostram seus trabalhos para um público da ordem de 10 mil pessoas por ano.

Espaço cultural com localização privilegiada dentro do Campus da UFSC, a Galeria de Arte é considerada uma das melhores do Estado, tem uma programação permanente e realiza exposições a cada 25 dias. A sala de exposição denominada Aníbal Nunes Pires tem uma área de 220m2 e dispõe de infra-estrutura necessária para a realização de mostras de qualquer natureza.

Abre espaço para artistas locais, nacionais e estrangeiros

Abre espaço para artistas locais, nacionais e estrangeiros

As exposições têm possibilitado à comunidade universitária, aos artistas e aos professores de arte da rede pública de ensino um “Encontro com o Artista”, com o objetivo de possibilitar que o artista que expõe na universidade possa fazer uma comunicação do seu trabalho. Nesses encontros o artista tem a oportunidade de relatar sobre o processo criativo da sua obra, o que envolve o conceito teórico e as técnicas utilizadas na produção de uma obra de arte.

Nessa aproximação entre o artista e a comunidade também são relatadas experiências de vida do artista, desde a sua formação, processos de pesquisa, produção e difusão dos trabalhos. “O encontro é uma oportunidade para socializar o conhecimento que é produzido nos ateliês e na academia”, enfatizam os coordenadores do projeto da Galeria de Arte da UFSC.

A Galeria tem como objetivo mostrar propostas com linguagens contemporâneas em várias técnicas que proporcionem à comunidade universitária o debate, a discussão e o conhecimento de novas técnicas do fazer artístico. É um espaço aberto à comunidade, atendendo a artistas brasileiros e de outras nacionalidades.

Diversos artistas de Santa Catarina e de outras regiões do Brasil já realizaram exposições na Galeria da Universidade, tanto em exposições individuais, como coletivas, a exemplo de grupos de artistas do Paraná e do Rio Grande do Sul.

Além dos brasileiros, a presença de artistas internacionais foi marcada por exposições como a do argentino Alejandro Pita, da austríaca Moje Menhardt e do norte-americano Gene Anderson, designer de cerâmica do Museu Guggenhein de Nova York que, além da exposição, durante um mês, realizou um workhsop com um grupo de ceramistas locais, o que resultou numa obra que está afixada em parede externa do prédio da UFSC.

A UFSC oferece a infra-estrutura física, com sala de exposições, sala de apoio de montagem/desmontagem, pequena copa e banheiro, além da impressão de cerca de 700 convites modelo padrão para serem encaminhados pela instituição e pelos artistas. A equipe do Departamento Artístico Cultural da UFSC (DAC), que administra a Galeria, oferece os serviços de apoio administrativo, bem como de divulgação junto à imprensa local. As obras selecionadas devem ser encaminhadas e retiradas por conta dos artistas expositores.

A Galeria de Arte da UFSC funciona no prédio do Centro de Convivência do campus, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h30, e faz parte do DAC, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade.

Endereço para correspondência: Universidade Federal de Santa Catarina –

Galeria de Arte da UFSC – DAC – Departamento Artístico Cultural, Praça Santos Dumont, Campus Universitário, Trindade, Florianópolis, SC, CEP.: 88.040-900.

SERVIÇO:

O QUÊ: Abertas inscrições para exposições de Arte Contemporânea na Galeria de Arte da UFSC, em Florianópolis, para o primeiro semestre de 2008.

QUANDO: Inscrições prorrogadas até 5 de outubro de 2007.

ONDE: Galeria de Arte da UFSC – Centro de Convivência ou pelo site www.dac.ufsc.br

QUANTO: Gratuito. Aberto a artistas brasileiros e estrangeiros.

CONTATO: (48) 3721-9683, de segunda a sexta-feira, das 10h as 18h30, galeriadearte@dac.ufsc.br ou www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC–PRCE-UFSC

Jovem pesquisador: Estudante colabora com a caracterização da pesca artesanal na Baía Norte

01/10/2007 09:20

Em campo: 12 meses de contato com a pesca artesanal

Em campo: 12 meses de contato com a pesca artesanal

Acompanhando durante 12 meses o trabalho de oito pescadores, o estudante da 8ª fase do Curso de Biologia da UFSC, Raphael Bastos Mareschi Aggio, caracterizou as principais atividades da pesca artesanal praticada na Baía Norte de Florianópolis. A pesquisa faz parte do projeto “Caracterização da pesca artesanal no mosaico de áreas protegidas do litoral de Santa Catarina”, que será apresentado no XVII Seminário de Iniciação Científica da UFSC, nos dias 3 e 4 de outubro.

Foram longos dias de pesca, cerca de 250 horas trabalhando com os pescadores de Sambaqui e Saco Grande, em Florianópolis; da Caieira e da Fazenda da Armação, em Governador Celso Ramos. O trabalho orientado pela professora Natalia Hanazaki, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC, tem a intenção de reunir dados sobre a arte da pesca nestes locais, as espécies capturadas e seus valores de mercado, números de pescadores artesanais e ainda a situação sócio-econômica da comunidade pesqueira.

Pescado

O relatório parcial do projeto aponta 37 espécies de peixe, três de crustáceos e uma de réptil na composição do pescado. Durante as saídas acompanhadas pelo estudante foram registradas cerca de quatro toneladas de pescados. Entre as principais espécies capturadas estão Corvina, Tainha, Papa-terra e o Camarão Branco. Este último é o mais desejado: 69% das 24 pescarias foram direcionadas à sua captura.

O projeto também analisa as espécies não-alvo, sendo a Tartaruga Verde a mais freqüente nas pescarias. Segundo o estudante, a relação entre pescador e espécies não-alvo é de simples devolução ao mar, porém algumas apresentam relação de competição e de prejuízo aos pescadores. Por isso, ou não são devolvidas ao mar, ou são soltas depois de mortas. Entre elas estão o Baiacu e o Baiacu Amarelo, que com seus dentes afiados cortam o nylon da rede de pesca e se alimentam de peixes que ficam presos a ela.

Transformação

Aggio explica que o crescimento acelerado de moradores no entorno da Baía Norte modificou a fisionomia e a dinâmica ambiental da região. Além disso, os dados sobre a pesca no local são escassos e não há estudo preciso sobre a técnica de trabalho dos pescadores artesanais. Até mesmo o número de pescadores é incerto, pois a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP) está efetuando um recadastramento.

Sobre a condição de vida dos pescadores, o estudante diz que muitos reclamam da instabilidade econômica da profissão e da dificuldade em planejar suas vidas a longo prazo. Todos os 34 entrevistados não desejam a vida de pescador para seus filhos e investem na educação dos jovens. A renda média é de um a dois salários mínimos, o que faz 65% dos entrevistados buscarem outras fontes, como a maricultura, agricultura, criação de animais, o comércio e trabalho informal de verão, aproveitando o potencial turístico da capital.

Visão crítica

O estudante revela que não foi fácil recolher os dados, pois havia muita desconfiança dos pescadores nas primeiras entrevistas. Mas a cada pescaria, que durava cerca de 4 a 5 horas, eles se sentiam mais à vontade para contar suas histórias e as dificuldades da profissão. A maioria dos problemas é relacionada à condição financeira e também aos conflitos com órgãos reguladores da pesca na região.

Aggio cita o caso da Área de Proteção Ambiental de Anhatomirim (APAA), onde existem regras para a pesca, como a proibição da prática do arrasto. A crítica levantada pelo estudante é a falta de preocupação dos órgãos competentes em orientar os pescadores sobre o porquê de certas proibições, evidenciando que ainda faltam informações básicas sobre a ecologia dos animais marinhos locais e sua interdependência.

Na opinião do estudante, não adianta apenas proibir, é necessário conhecer a vida destas comunidades e investir no co-gerenciamento das áreas pesqueiras, assim será possível apontar alternativas para quem depende dessa atividade e tornar o pescador um aliado da conservação.

O estudo mostra que os pescadores têm uma consciência ambiental e sabem o que deve ou não ser feito para sua manutenção da atividade. Inclusive concordam que a rede de arrasto mata larvas de diversos organismos e captura pescados muito pequenos. Entretanto, apesar de detectar essa visão, o projeto registrou transgressões de leis como o uso do arrasto em local proibido e redes fixas colocadas em costões rochosos. Em ambos os casos, os pescadores conheciam a lei, mas realizaram a pescaria ilegal. O estudante afirma que em nenhuma das pescarias acompanhadas houve fiscalização dos órgãos reguladores.

Os resultados são parciais, já que Aggio renovou sua bolsa por mais um ano. A meta é formular documentos que apresentem um panorama dessa atividade, em linguagem acessível tanto para os pescadores artesanais como para instituições governamentais e não-governamentais que atuam na região. Assim o projeto pretende ser uma fonte de dados para trabalhos futuros de análise e desenvolvimento da pesca artesanal na região da Baía Norte.

Informações: www.ecoh.ufsc.br, fone 3721 9460; e-mail: raphael.aggio@gmail.com

Por Fernanda Rebelo / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Semana Nacional de C&T: atividades de Norte a Sul do país

28/09/2007 19:11

A 4ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia inicia nesta segunda-feira, 1/10, com atividades em cerca de 300 cidades brasileiras. Segundo seu organizador, Ildeu de Castro Moreira, o objetivo é mostrar que a ciência é interessante do ponto de vista do entretenimento, da diversão, da reflexão e do aprendizado.

Do interior de Roraima ao Rio Grande do Sul, de Rondônia até o litoral de Pernambuco, passando pelo centro político do país, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia fará sua quarta incursão em cidades de todos os estados brasileiros, de 1º a 7 de outubro, com atividades para todas as idades, gostos e aptidões.

A abertura oficial da semana será feita pelo ministro da C&T, Sergio Rezende, em Salvador (BA). Segundo o coordenador geral da iniciativa, Ildeu de Castro Moreira, diretor do Departamento de Popularização e Difusão de C&T do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a semana nacional é um grande chamado voluntário da população brasileira para um causa comum: a mobilização para temas de C&T.

“A semana engloba todas as áreas do conhecimento, desde ciências exatas e biológicas até sociais e humanas. Estamos falando de milhares de atividades que fazem uma interface entre a ciência e a cultura por meio da arte, representada em seus mais variados elementos, como cinema, música, teatro e exposições”, diz Moreira.

Até o momento foram cadastradas 6.031 atividades no site da iniciativa, de 535 instituições ligadas à ciência e tecnologia espalhadas por 297 cidades brasileiras, como os “Dias de Portas Abertas” em instituições de pesquisa e universidades, festivais e feiras de ciência, concurso para crianças e jovens, oficinas para o público, ida de cientistas a escolas, palestras e discussões públicas, jornadas de iniciação científica, exibição de vídeos científicos e debates nos jornais, rádios e TVs.

“Para aproximar a população do conhecimento gerado nessas instituições de ensino e pesquisa, realizamos um verdadeiro mutirão de pesquisadores, professores, técnicos e estudantes. São milhares de pessoas que vão para as ruas ou que abrem suas portas para encontrar com o público, especialmente jovens e crianças”, afirma Ildeu Moreira.

Segundo ele, a proposta é mostrar que a ciência é interessante do ponto de vista do entretenimento, da diversão, da reflexão e do aprendizado que será necessário para a formação de profissionais qualificados em carreiras importantes.

“As pessoas precisam entender que a ciência e a tecnologia estão cada vez mais presentes em nossas vidas, já que elas têm impacto decisivo no desenvolvimento social e econômico do país”, observa.

O tema escolhido para este ano, “Terra!”, levou em conta a convocação internacional da Organização das Nações Unidas (ONU) para que a questão global seja considerada como tema prioritário para os anos de 2007 e 2008.

Os interessados em participar com atividades podem cadastrá-las até o último dia do evento, que é promovido pela Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCT, por meio de seu Departamento de Popularização e Difusão de C&T, em conjunto com governos estaduais e entidades científicas e tecnológicas.

Alguns destaques da Semana Nacional de C&T de 2007:

Sudeste

Em algumas cidades nos estados de São Paulo, RJ, Espírito Santo e Minas Gerais serão realizadas tendas de ciência em espaços públicos, como parques, praças, shoppings, estações de metrô e centros culturais, onde se juntam representantes de dezenas de instituições em atividades distintas.

Na Praça do Relógio no campus da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, serão realizadas exposições de diversas unidades da entidade e, no Parque da Água Branca, uma exposição intitulada “Em torno de Zumbi” ocorrerá conjuntamente com palestras sobre o meio ambiente.

Nos dias 6 e 7 de outubro, um grande Palco da Ciência será montado no Parque do Ibirapuera para atividades de teatro, música, dança e shows. Destaque para o Show da Física, que apresentará demonstrações de experimentos sobre fenômenos eletrostáticos, ópticos (espelhos) e sonoros, e para o Show de Química, que vai demonstrar como elementos químicos podem transformar água viva em geléia.

O projeto Cientistas nas Escolas levará pesquisadores, tecnologistas, técnicos e bolsistas de pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) a 20 escolas públicas e privadas de São José dos Campos (SP) para a realização de palestras.

No RJ, além das centenas de atividades há uma programação de eventos integrados, como a barca com atividades de ciência no percurso entre RJ e Niterói, as atividades interativas sobre meteoritos e a mostra de rochas e minerais que serão realizadas no Museu Nacional da Universidade Federal do RJ (UFRJ).

Centro-Oeste:

A Agência Espacial Brasileira vai expor um exemplar de um foguete em tamanho real no Complexo Cultural na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, além da atividade “Em Busca do Tempo Perdido”, que fará uma viagem poética e musical pelos reinos animal e vegetal, que sofrem com as mudanças climáticas.

Em Cuiabá será realizada a Mostra de Pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com palestras sobre temas como “Inovação Tecnológica: Desafios atuais no Contexto Nacional” e “Ciência e Tecnologia: Os desafios para Mato Grosso”, além do 15º Seminário de Iniciação Científica da UFMT, de 3 a 5 de outubro.

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) está promovendo também a primeira edição da Semana de Tecnologia da Informação, que comemora os 20 anos de criação do curso de ciência da computação da universidade.

Sul

“Da Prática à teoria: o que impede o pesquisador de ser um educador” e “Da Iniciação Científica à Pós-graduação” são os temas de duas palestras que serão proferidas gratuitamente na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, como parte da programação do XVII Seminário de Iniciação Científica. O Planetário estará com diferentes atividades e pesquisadores mostrarão projetos em frente à reitoria, ao lado da estrutura montada para o Seminário de Iniciação Científica.

O Planetário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) contará com jogos educacionais informatizados sobre temas de astronomia, energia, atmosfera e hidrosfera, de modo a ensinar a ciência de forma lúdica e promover a inclusão digital, além da palestra “Sputinik, a primeira Lua artificial”, que lembrará os principais feitos da conquista espacial.

Nordeste

As atividades integradas na cidade de Salvador (BA) ocorrerão na Praça Municipal Thomé de Souza, a praça do Elevador Lacerda, onde 20 instituições de ensino e pesquisa oferecerão à população um planetário inflável, túnel interativo que simula as mudanças climáticas e telescópios robotizados. Um equipamento que transforma água salobra em água potável, usado no semi-árido da Bahia, também será exposto.

Em Recife ocorrerá uma série de apresentações da professora Jane Morrey-Jones, do Museu de Ciência de Londres, sob o tema “Botando as Tripas para Fora: Vendo seu sistema digestivo por dentro”, além do “Café Scientifique: mudanças climáticas e escolas”, que dará continuidade ao encontro sobre mudanças climáticas realizado em março deste ano, que promoveu um debate entre estudantes de 14 e 17 anos do Reino Unido, São Paulo e Recife.

Norte

“O uso dos recursos hídricos na região metropolitana de Belém” e “Olhando a Terra pelo satélite: o que é e o que faz o Sensoriamento Remoto” serão temas de palestras no Museu Paraense Emilio Goeldi, em Belém (PA). Além disso, serão realizadas observações astronômicas no Núcleo de Astronomia da Universidade Federal do Pará (UFPA).

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) está promovendo, entre outras atividades, a oficina “Preparação de material didático a partir de material reciclado” voltada a estudantes do ensino fundamental e os cursos “Produção de vídeo com temas ambientais” e “Programa de rádio-escola no computador: O Meio Ambiente”, destinados a estudantes de graduação de todo o país.

Por Thiago Romero / Agência Fapesp

Mais informações: semanact.mct.gov.br.

SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA

28/09/2007 19:01

O Hospital Universitário solicita a divulgação da foto e das informações a respeito de uma senhora que foi encontrada no dia 26 nas proximidades da Biblioteca Universitária.

Ela tem aproximadamente 55 anos, é branca, tem cabelos castanhos claros, estatura e peso medianos. Não portava nenhum documento e trajava calça de malha bege claro, blusa de lã marrom com listras amarelas, casaco cinza escuro. Está internada na Clínica Médica do HU, e no momento não está conseguindo se comunicar. Telefones de contato: 3721 9156 e 3721 9161.

Obs: Neste mesmo fim de semana, graças à notícia aqui postada, a senhora foi identificada por visitantes do site da UFSC e seus familiares foram contatados.

Comitê de busca procura candidatos à Direção de Pesquisa e Desenvolvimento da Comissão Nacional de Energia Nuclear

28/09/2007 17:10

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) está iniciando o processo de seleção de um novo diretor para a Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD) da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), com sede na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde o diretor deverá estabelecer residência.

A posição corresponde ao cargo DAS-5, hierarquicamente submetido ao presidente da Cnen e não tem tempo de mandato determinado.

Este sistema de escolha de dirigentes vem sendo praticado pelo MCT para os cargos de direção de todas as suas Unidades de Pesquisa com amplo sucesso, e está sendo estendido agora para uma das diretorias da Cnen.

A seleção será realizada por um comitê de especialistas já nomeado pelo ministro, o qual buscará identificar, entre os membros das comunidades científica, tecnológica e empresarial, nomes que se identifiquem com as diretrizes técnicas e político-administrativas estabelecidas para a Cnen e para o Programa Nuclear Brasileiro.

O trabalho do Comitê resultará numa lista tríplice de nomes, sem preferência ou precedência, a ser utilizada pelo ministro como subsídio para o preenchimento do cargo em questão.

O Comitê será presidido por Roberto Salmeron, do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS-França), e tem ainda como membros os professores Celso Pinto de Melo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Aquilino Senra Martinez, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cecil Chow Robilotta, da Universidade de São Paulo (USP), e Herman Chaimovich Guralnik, da Academia Brasileira de Ciência (ABC).

Poderão se candidatar para o cargo quaisquer pesquisadores ou tecnologistas brasileiros ou naturalizados que atendam aos seguintes requisitos básicos: título de doutor; competência profissional reconhecida na área nuclear ou em áreas correlatas; visibilidade junto à comunidade científica e tecnológica; experiência administrativa e capacidade de promover a agregação entre os diferentes institutos da CNEN; visão de futuro para a instituição, empenho no desenvolvimento integrado científico e tecnológico do País e na participação da CNEN no cenário técnico científico nacional, no âmbito do Programa Nuclear Brasileiro, e no cenário internacional; comprometimento com as iniciativas de expansão das atividades nucleares no País, incluindo a construção de novas usinas, expansão das aplicações nucleares e aprimoramento das ações de segurança e controle; capacidade de tratar questões científicas, administrativas, políticas e de visão estratégica relacionadas com a área nuclear, áreas correlatas com a CNEN; experiência em cooperação nacional e internacional; desembaraço para tratar questões nucleares ligadas a relações internacionais bilaterais e multilaterais; e motivação para enfrentar novos desafios.

As cartas de inscrição para o cargo – acompanhadas de curriculum vitae do candidato e de um texto de até cinco páginas, descrevendo seu projeto de gestão e sua visão de futuro para a área nuclear brasileira – devem ser enviadas até o dia 29 de outubro de 2007 para o endereço abaixo:

Prof. Dr. Roberto Salmeron – presidente do Comitê de Busca para a DPD-Cnen, aos cuidados da Presidência da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Rua General Severiano, 90, Botafogo, Rio de Janeiro, RJ, CEP: 22290-901).

O processo seletivo incluirá uma apresentação e uma entrevista oral de candidatos previamente selecionados pelo Comitê de Busca, em local, data e hora a serem previamente anunciados.

Fonte: Assessoria de Imprensa do MCT

Um método que facilita a comunicação na clínica odontopediátrica

28/09/2007 16:22

Para convencer as crianças a manterem uma relação amistosa e sem medos com seu dentista, um grupo de professores e alunos da Odontopediatria Clínica do Centro de Ciências da Saúde da UFSC criou uma atividade que facilita a comunicação com as crianças e seus familiares, através de apresentações de mesas clínicas de conteúdos diversos e com caráter eminentemente lúdico, educativo e preventivo.

As apresentações, com duração máxima de 20 minutos, são realizadas aos pais e pacientes na sala de espera. A cada dia, é abordado um tema diferente em relação à saúde bucal e geral das crianças, além de se esclarecer sobre a importância dentes decíduos e permanentes na manutenção da saúde.

Outra atividade desenvolvida pelos alunos é um álbum de fotografias para utilização diária na clínica. Ele tem a finalidade de orientar pais e pacientes em relação aos procedimentos clínicos de natureza preventiva que serão realizados, proporcionando maior confiança entre responsável/criança e o aluno de graduação.

A utilização desses recursos possibilita ao aluno maior confiança e segurança com o paciente e seus familiares, além de estimular a comunicação com os pais/responsáveis e a criança, de modo a aprimorar sua adesão ao tratamento.

O trabalho é desenvolvido pela equipe composta por Rosamaria Areal (psicóloga), Michele Bolan, Thais Regina Kummer, Mariane Cardoso, Vera Lúcia Bosco, Izabel Cristina de Almeida, Joeci de Oliveira e Ricardo de Souza Vieira.

A próxima apresentação acontecerá na terça-feira (02), às 13h30min, na Odontopediatria Clínica, no Centro de Ciências da Saúde, na UFSC.

Mais informações com Rosamaria, 91134705 e Michele, 9983 4619.

Por Paulo Clóvis Schmitz

Jornalista na Agecom

Psicologia jurídica debatida na UFSC

28/09/2007 15:40

Cerca de 120 participantes, entre estudantes e profissionais das áreas de Psicologia, Direito e Serviço Social, estiveram reunidos nos dias 27 e 28 de setembro, no Auditório da Reitoria, da UFSC, durante a realização do “III Seminário de Psicologia Jurídica”. O evento teve como objetivo ampliar as reflexões apresentadas nos dois Seminários anteriores (2004/2005), como também divulgar o curso de Especialização em Psicologia Jurídica, única no Estado, realizado pelo Instituto Catarinense de Pós-Graduação.

O quadro de palestrantes contou com a presença da psicóloga gaúcha Sonia Rovinski. A organização do seminário foi do professor da UFSC, Roberto Moraes Cruz, que abordou na conferência de abertura a “Psicologia Jurídica no Brasil e na América Latina”. Os Anais do evento serão brevemente disponibilizados no www.psicologiajuridica.ufsc.br

Jornal Laboratório ZERO faz 25 anos

28/09/2007 14:07

O Jornal Laboratório ZERO, produzido pelos alunos do curso de Jornalismo da UFSC, completou 25 anos em setembro de 2007. Em mais de duas décadas de história, o ZERO firmou-se como referência para grande parte dos jornais laboratórios produzidos no Brasil, tendo acumulado diversos prêmios ao longo de sua trajetória na história da imprensa universitária do país.

Nos primeiros anos, a publicação não tinha periodicidade definida, e como dependia de trabalho quase que exclusivamente manual, raramente ultrapassava uma edição por semestre. Já no início, o periódico tinha uma tiragem relativamente elevada: três mil exemplares, distribuídos para diversas escolas de Jornalismo de todo o país e para vários veículos de imprensa, de circulação regional ou nacional. Na época, o jornal era impresso em Brusque, pois Florianópolis não tinha em grande número de gráficas. O logotipo do jornal surgiu em 1985, criado pelo professor Ricardo Barreto, e ainda hoje é o mesmo.

Para Maria José Baldessar, ex-aluna e atual coordenadora do curso, o ZERO sempre teve a preocupação de se diferenciar de outros produtos lançados no mercado. O professor Ricardo Barreto afirma que o jornal laboratório sempre teve independência editorial para tratar de temas que a grande imprensa não tinha condições ou não queria peitar. Esta maior liberdade do periódico em relação à abordagem dos temas tinha um preço, é claro. Em algumas ocasiões, o jornal recebia críticas pelas denúncias e pelo tratamento que dava a suas matérias.

A publicação foi transformada recentemente em disciplina obrigatória. Antes, era uma optativa, ou seja, apenas os alunos que desejassem fazer a matéria a cursavam. De acordo com Wendel Martins, ex-monitor do ZERO, a transformação da disciplina de optativa para obrigatória, em 2006, foi muito positiva para a produção do jornal, pois quando disciplina não-obrigatória, o jornal laboratório por vezes ficava carente de alunos. Já para Barreto, o periódico é a primeira oportunidade do aluno de publicar uma matéria, de ter contato com a fonte e com a realidade da profissão.

O ZERO coleciona alguns prêmios: os de Melhor Peça Gráfica do Set Universitário da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, de 1988, 1989, 1990, 1991, 1992 e 1998; o de 3º Melhor Jornal Laboratório do Brasil, da Expocom 94 e o de Melhor Jornal Laboratório do I Prêmio Foca do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina de 2000. Hoje a tiragem do jornal é de 5 mil exemplares.

Por Jéssica Lipinski/bolsista de jornalismo da Agecom

Pesquisa brasileira é pioneira em seqüenciamento de levedura na produção de álcool combustível

28/09/2007 12:21

Um grupo quase invisível de trabalhadoras é fundamental para converter o açúcar em álcool nas usinas durante o processo da fermentação. Na última safra, as leveduras transformaram 32 bilhões de quilos de açúcar em 18 bilhões de litros de álcool. Agora, uma dessas leveduras, conhecida como CAT1, teve seu genoma totalmente seqüenciado. O trabalho foi realizado graças a uma parceria entre a Fermentec (Piracicaba, SP), ESALQ-USP, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade de Stanford (Estados Unidos).

A CAT1 é a primeira levedura para a produção de álcool combustível a ter seu código genético desvendado. Uma levedura produtora de vinho, uma linhagem de laboratório, além de uma isolada de um paciente com AIDS já haviam sido seqüenciadas. Porém, estava faltando conhecer o genoma da levedura do álcool combustível pela importância que representa ao país. Em 2007, a CAT1 e a PE2, outra levedura selecionada pela Fermentec foram utilizadas por 134 usinas e destilarias no Brasil e serão responsáveis por 60% da produção brasileira de álcool, correspondendo a 13,4 bilhões de litros. Toda a pesquisa da levedura CAT1 foi financiada pela Fermentec.

Seleção das leveduras

Durante muitos anos as destilarias brasileiras começavam a safra com leveduras de panificação e de laboratório. Não havia metodologia capaz de identificar e monitorar a permanência destas leveduras no processo industrial e tampouco um programa de seleção eficaz. O fermento (como são chamadas as leveduras) mudava ora para melhor, ora para pior. Pouco se conhecia sobre as razões destas mudanças e os prejuízos para a indústria eram grandes durante a safra.

Em 1989, a Fermentec e a ESALQ começaram a trabalhar com uma tecnologia inovadora, a cariotipagem, que permite identificar as leveduras pelo seu DNA, como se fosse a “impressão digital”. A parceria com as usinas para a coleta de amostras e identificação das leveduras possibilitou duas descobertas. “A primeira revelou que os fermentos de panificação e as leveduras de laboratório eram rapidamente substituídos por leveduras selvagens. A segunda descoberta foi a possibilidade de monitorar e selecionar novas leveduras mais eficientes para os processos industriais de fermentação alcoólica”, afirma o presidente da Fermentec, Henrique Vianna de Amorim. Entre as leveduras selecionadas estava a CAT1 isolada da Usina Virgolino de Oliveira de Catanduva, SP.

Benefícios de uma levedura selecionada

Os principais benefícios alcançados com o uso das leveduras selecionadas são o aumento do rendimento fermentativo, maior economia com antiespumantes (as leveduras selecionadas fazem pouca espuma) e por não serem floculantes deixam menos açúcar sem fermentar.

Portanto, uma levedura selecionada, além de não espumar e flocular, ainda resiste ao estresse da fermentação (altos níveis alcoólicos) e predomina sobre as leveduras selvagens. “Fizemos pesquisas durante quatro safras com algumas colônias de leveduras selvagens e descobrimos que 86% espumaram, 52% flocularam e em 87% não tiveram rendimento desejado, ou seja, sobrou açúcar. A usina que tem sua produção afetada por estas leveduras sofre enormes prejuízos”, afirma o coordenador científico da Fermentec, Mario Lucio Lopes. Atualmente cada 1% de perda representa prejuízo financeiro de R$ 1 mi para cada milhão de tonelada de cana moída.

As usinas que usavam apenas leveduras de panificação e de laboratório tinham prejuízos maiores porque essas eram substituídas rapidamente por leveduras selvagens mais adaptadas ao processo industrial. As leveduras selecionadas, como a CAT1 e a PE2, foram isoladas de processos industriais de fermentação alcoólica e têm uma capacidade muito maior de se implantar e permanecer nas fermentações industriais competindo melhor com as espécies selvagens contaminantes. “Esses estudos vão permitir identificar fatores que limitam a produtividade industrial e facilitar a obtenção de linhagens de leveduras mais apropriadas à fermentação conduzida no Brasil”, afirma o professor da ESALQ, Luiz Carlos Basso.

Seqüenciamento da levedura CAT1

Após 18 anos da primeira aplicação da técnica de cariotipagem começa uma nova era nas pesquisas com o seqüenciamento do genoma da CAT1. Segundo o professor Boris Stambuk,do departamento de Bioquímica do Centro de Ciências Biológicas da UFSC, até agora era conhecido que as leveduras eram eficientes fermentadoras e, com a pesquisa, será possível descobrir o porquê desta eficiência. O professor Stambuk, em colaboração com a Fermentec e a Universidade Stanford (Estados Unidos), iniciou em 2005 os estudos que culminaram com o seqüenciamento do genoma da levedura industrial.

As primeiras revelações do genoma se referem a capacidade da CAT1 de predominar sobre outras leveduras, como as selvagens e de laboratório. Essa competitividade da CAT1 foi revelada por causa de um número maior de genes relacionados ao metabolismo das vitaminas B1 e B6. “Leveduras sem essas cópias extras de genes apresentam uma redução marcante na velocidade de crescimento, principalmente nas altas concentrações de açúcar encontradas no processo industrial, como é o caso das leveduras de panificação, que são rapidamente substituídas pelas selecionadas”, afirma Stambuk. A análise inicial do genoma foi realizada utilizando chips de DNA, que podem ser comparados a um tabuleiro cheio de pinos em que cada um deles representa um pedaço (gene) do genoma da levedura. Este trabalho na universidade norte americana foi feito em parceria com os doutores Gavin Sherlock e Barbara Dunn do Departamento de Genética da Universidade de Stanford.

Posteriormente o professor Boris Stambuk trabalhou no seqüenciamento completo do genoma da levedura CAT1 em colaboração com a Fermentec e os pesquisadores Mostafa Ronaghi e Baback Gharizadeh do Stanford Centro de Tecnologia do Genoma da Universidade de Stanford. “É importante salientar que o genoma da CAT1 constitui um primeiro passo que permitirá conhecer melhor a fisiologia da levedura e as adaptações necessárias que permitem produzir álcool combustível mesmo nas condições estressantes do ambiente industrial. O genoma será disponibilizado a toda a comunidade científica, o que permitirá desenvolver estratégias visando o melhoramento genético das leveduras industriais”, conclui Stambuk.

Eficiência na usina

O presidente da Fermentec, Henrique Vianna de Amorim, alerta que o investimento em pesquisa e a integração entre as áreas agrícola e industrial são imprescindíveis para garantir a eficiência na produção e evitar perdas. Atualmente a consultoria investe 20% de seu faturamento em pesquisa para aprimorar a qualidade no atendimento às usinas. “Não adianta ter uma cana de boa qualidade genética e pôr tudo a perder na usina utilizando uma levedura desconhecida, assim como não se deve lavar a dorna (local onde ocorre a fermentação) com água suja porque isso abre as portas para a contaminação. Portanto, é preciso cuidar com rigor de todas as etapas, desde a colheita da cana até a produção do álcool. Um detalhe negligenciado pode significar a diferença entre o prejuízo e o lucro de uma destilaria”, aconselha Amorim.

Sobre a Fermentec

A Fermentec é uma consultoria especializada em fermentação alcoólica e controle laboratorial de todas as etapas de produção de açúcar e álcool. Ao aplicar ciência na indústria, a Fermentec desenvolveu novas tecnologias para o setor sucroalcooleiro colocando usinas e destilarias em posições de destaque no cenário internacional. A sede da empresa em Piracicaba, um dos principais centros de produção sucroalcooleira do Brasil, conta com uma equipe de 40 profissionais das áreas de química, bioquímica, microbiologia, engenharia agronômica e tecnologia de açúcar e álcool, além de modernos laboratórios, biblioteca e salas de aula para a realização de cursos. A Fermentec faz pesquisas em parceria com diversas instituições, principalmente ESALQ/USP e Universidade Federal de Santa Catarina.

Mais informações pelo site www.fermentec.com.br

Fonte: Fermentec – Assistência Técnica em Fermentação Alcoólica

Assessoria de Imprensa Juliana Servidoni

Tels: (19) 9256 4629 / (19) 9634 4880 / (19) 3243 4479

e-mail juservi@terra.com.br

Debate sobre a descriminalização do aborto na UFSC

28/09/2007 10:09

O Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades – NIGS- e o Instituto de Estudos de Gênero – IEG – promovem nesta sexta, 28 de setembro, um debate sobre a descriminalização do aborto. Coordenação da professora Miriam Pilar Grossi (NIGS/UFSC) e Rozeli Porto (NIGS/UFSC). Debatedoras: professora Joana Maria Pedro (IEG/UFSC), Rozeli Porto (doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/UFSC) e Paula Pinhal (doutoranda do Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas/UFSC).

A atividade registra o Dia Latino-americano de luta pela descriminalização do aborto. Inicia às 19h45min com a apresentação do filme À margem do corpo de Débora Diniz, na sala 311 do CFH.

Informações: NIGS telefone: 3721- 9890 ramal 25

Por Mara Cloraci/jornalista da Agecom

Apresentação multiartística e mostra de vídeos vanguardistas “Aliens e o Sublime” nesta sexta na UFSC

27/09/2007 19:40

Nesta sexta-feira,28, acontece a apresentação multiartística e mostra de vídeos vanguardistas “Aliens e o Sublime”. O evento será no auditório do bloco B do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, e acontece das 13h30min às 18h. Além da mostra de filmes e vídeos, a programação conta com ensaio fotográfico, leitura de conto e uma intervenção cênica.

A idéia do evento surgiu a partir da disciplina que abordou a temática “Aliens e o Sublime” trabalhado no curso de pós-graduação em Literatura Brasileira da UFSC.

A abertura do evento será com a leitura de “Um caso de possessão: pós-modernização de Mallarmé”, por Sérgio Medeiros, coordenador geral do encontro.

Para as 16 horas está prevista a apresentação da Intervenção Cênica: “Eu Prometo”, com direção artística de Maris Viana e com os atuantes, Cláudia Assêncio, Cristiano Welaski, Magridt Besen e Verônica Ribas,a maioria, participantes do projeto de pesquisa “Construindo Histórias no Teatro”, realizada pelo Departamento Artístico Cultural da UFSC. A diretora do grupo orienta que os espectadores levem suas câmeras fotográficas, pois com seus registros será produzido posteriormente um memorial.

Para mais informações sobre a programação de “Aliens e o Sublime”, visite <a href=http://www.alienseosublime.ciberarte.com.br

>www.alienseosublime.ciberarte.com.br

SERVIÇO:

O QUE: Aliens e o Sublime – apresentação multiartística e mostra de vídeos vanguardistas.

QUANDO: Dia 28 de setembr , sexta-feira, das 13h30min às 18h.

ONDE: Auditório do Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC, Campus Trindade.

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

Fonte: [CW e LS] DAC-PRCE-UFSC, em apoio de divulgação, com material da organização do evento.

Jovem pesquisador: UFSC promove esta semana seu XVII Seminário de Iniciação Científica

27/09/2007 15:54



A UFSC apresenta nos dias 3 e 4 de outubro, em um evento integrado à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia , o trabalho de seus jovens pesquisadores. Na quarta e quinta-feira, quase 700 estudantes de graduação mostram à sociedade e também a comissões de avaliação o que conseguiram realizar a partir de suas bolsas de iniciação científica.

O XVII Seminário de Iniciação Científica da UFSC será realizado em uma estrutura de 1.110 metros quadrados, na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria. Neste espaço, jovens de vários centros de ensino apresentarão seus trabalhos na forma de painéis, explicando ao visitante suas conquistas e desafios no mundo da pesquisa científica. Apresentações orais também serão realizadas em auditórios da UFSC, destacando alguns dos melhores projetos de iniciação científica da instituição.

Jovens, adolescentes, crianças mostrando ciência

No ´circo` montado em frente à Reitoria será também realizada a Feira Estadual de Ciências e Tecnologia, criada para mostrar como a ciência e a pesquisa vêm sendo trabalhadas no ensino médio e fundamental de Santa Catarina. A iniciativa faz parte de um projeto do Ministério da Educação e da Unesco, que em Santa Catarina tem apoio, entre outras instituições da Fapesc.

A programação conjunta – Seminário de Iniciação Científica da UFSCX e Feira Estadual de Ciências e Tecnologia – vai tentar trazer a comunidade para o campus no período em que nacionalmente o país se mobiliza em torno de temas e atividades de pesquisa, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Este evento criado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) busca chamar a atenção da população sobre a importância da produção do conhecimento científico para a vida e para o desenvolvimento do País.

Diversidade, avaliação e reconhecimento

Uma análise dos programas de atendimento a homens autores de violência sexual; a avaliação das práticas organizacionais em quatro bandas de Florianópolis; a organização de fundamentos para a conservação de populações naturais de xaxim; a caracterização da pesca artesanal nas áreas protegidas do litoral de Santa Catarina e um estudo sobre a educação nutricional e prevenção da obesidade em escolares do ensino fundamental de Florianópolis são apenas alguns dos quase 700 trabalhos que serão apresentados durante o XVII Seminário de Iniciação Científica da UFSC. As palestras de abertura, a exposição de painéis e as apresentações orais são eventos abertos a todos os interessados.

O encontro é um momento de apresentação e de avaliação – serão professores da própria instituição e de comissões externas observando e analisando o seminário. Os projetos que serão mostrados são desenvolvidos por estudantes que recebem bolsas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), financiado pelo CNPq, e do programa Bolsas de Iniciação Científica (BIP), mantido com recursos da própria UFSC. Todos os inscritos que apresentarem seus trabalhos estarão concorrendo ao prêmio ‘Destaques da Iniciação Científica`. Os selecionados recebem o reconhecimento da universidade e seus autores têm apoio financeiro para participar da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o maior encontro de pesquisadores do país.

Apresentações orais e em painéis

Os trabalhos serão apresentados de forma oral e em uma grande mostra de painéis, organizados por campos de conhecimento. Alguns fazem parte das Ciências da Vida – que inclui, por exemplo, a biologia, a agronomia e a medicina, e são alunos orientados por professores do Centro de Ciências Agrárias, do Centro de Ciências da Saúde e do Centro de Desportos da UFSC. Outros são da área de Ciências Humanas e Sociais, e reúnem estudantes orientados por professores do Centro de Comunicação e Expressão, do Centro de Ciências Jurídicas, do Centro de Educação, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas e do Centro Socioeconômico. Há ainda as apresentações na área das Ciências Exatas e da Terra, com bolsistas orientados por professores dos centros de Ciências Físicas e Matemáticas e do Centro Tecnológico.

Palestras

A abertura do seminário acontece às 10h, de quarta-feira (3/10), com a palestra ´Da Iniciação Cientifica à Pós-Graduação`, com o pró-reitor de pós-graduação da UFSC, professor Valdir Soldi. A partir de 11h, o professor da Coordenadoria Especial de Farmacologia da UFSC, Antônio de Pádua Carobrez, fala sobre ´Da prática à teoria: o que impede o pesquisador de ser um educador`.

A iniciação científica

“Quando pensamos em quem faz ciência, a primeira imagem que aparece em nossa mente de um cientista é aquela figura meio esquisitona, de jaleco branco, cabelos arrepiados, óculos fundo de garrafa e, claro, enfurnado em laboratório cercado por tubos de ensaio, pipetas, etc…”. Esse perfil vem sendo lembrado em diferentes eventos pela pró-reitora de pesquisa da UFSC, professora Thereza Nogueira, que logo em seguida retoma: “Tudo bem, eles existem. Mas nem só aos remanescentes de Albert Einstein cabem os louros das descobertas fantásticas capazes de revolucionar a saúde, a educação ou a política de um país. A pesquisa científica é democrática”.

A professora destaca que muitos jovens também participam da produção do conhecimento. “A pesquisa é também objeto de desejo de jovens universitários brasileiros que descobrem o prazer da investigação em várias áreas do conhecimento”. Ela lembra que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), incentiva a pesquisa na graduação com seu Programa Institucional de Iniciação Científica (Pibic), contando atualmente com mais de 20 mil bolsistas em todo o país.

A UFSC estimula as atividades de pesquisa entre seus estudantes de graduação com o Programa de Bolsas de Iniciação à Pesquisa (BIP), criado antes mesmo do CNPq implantar o seu Pibic. “O Seminário de Iniciação Científica é o ponto culminante deste esforço conjunto para formar novos pesquisadores nas mais diversas áreas do conhecimento”, resume a pró-reitora.

“Os programas de iniciação científica despertam nos estudantes de graduação o interesse pela pesquisa científica, incluindo o aluno como parte ativa no processo de geração do conhecimento, além de propiciar oportunidade para que os jovens dominem técnicas e métodos científicos, que se somam aos seus conhecimentos acadêmicos usuais”, complementa.

Os resumos dos trabalhos de pesquisa que serão apresentados no XVII Seminário de Iniciação Científica da UFSC podem ser acessados a partir do site www.dep.ufsc.br/sic07

Mais informações sobre o seminário com a professora Thereza, fone 3721 9284

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom