UFSC marca presença em prêmio de Tecnologia Social

03/04/2007 10:01

O Banco do Brasil, após lançamento nacional em Brasília, apresentou nesta segunda-feira (02), o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Esteve presente na cerimônia o professor Érico Porto Filho, coordenador de Gestão Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), representando o reitor Lúcio José Botelho.

O prêmio é concedido a cada dois anos a empresas públicas, governos municipais e estaduais, instituições de educação e institutos e organizações não governamentais (ONGs) e divulga tecnologias sociais aplicadas em soluções para problemas relacionados à água, alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente e saúde.

As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de junho de 2007 somente através do site www.fundacaobancodobrasil.org.br, onde também os concorrentes poderão encontrar mais informações sobre o prêmio.

Prêmio Internacional Menéndez Pelayo

02/04/2007 18:22

A Universidade Internacional Menéndez Pelayo (Uimp), na Espanha, comunica a convocatória para o 21º Prêmio Internacional Menéndez Pelayo 2007. O Prêmio é instituído anualmente, desde 1987, para distinguir personalidades no âmbito da criação literária ou científica, cuja obra escrita apresente uma dimensão humanística capaz de lembrar, nos nossos dias, a de Menéndez Pelayo.

Poderá ser candidato qualquer autor de língua espanhola ou portuguesa, que cumpra com os requisitos acima e não tenha recebido tal prêmio em edições anteriores.

As propostas quanto aos méritos dos candidatos devem ser devidamente documentadas e enviadas ao “Rectorado de la Universidad” até 1º de maio de 2007.

Outras informações pelo site www.uimp.es e pelo e-mail rector@uimp.es.

UFSC inicia formação continuada aos novos docentes

02/04/2007 17:19

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG/UFSC) inicia na tarde desta segunda-feira, dia 2, às 14 horas, no auditório do CTC, o Programa de Formação Continuada para Professores Efetivos (Profor). O objetivo é oferecer formação pedagógica para os 140 novos docentes que ingressaram nos últimos dois anos na universidade, que atualmente se encontram em estágio probatório. Setenta professores foram incorporados à instituição este ano.

A aula inaugural do Profor será ministrada pelo professor Marcos Laffin, pró-reitor de Ensino, sobre o tema “Formação e prática docente”. Neste semestre o programa vai oferecer três disciplinas, uma oficina e duas palestras, perfazendo uma carga horária de 120 horas-aula em formação pedagógica.

O profor

O Programa de Formação Continuada para Professores efetivos da UFSC, de forma singular, é dirigido aos que estão em estágio probatório. Vinculado à Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, tem como objetivo responder às demandas de formação pedagógica, atendendo à dinâmica das transformações técnico-científicas e socioculturais.

No ano de 2004, o programa sofreu alterações, com base nas necessidades dos professores. Desta maneira, ele é organizado de forma flexível, com eventos nas modalidades presencial e não presencial, nos quais os docentes podem se inscrever em eventos, disciplinas ou temas de seu interesse, organizando seu próprio programa de formação. Além disso, os professores da UFSC podem organizar cursos e palestras para serem oferecidos pelo Profor, articulados com a PREG, e oferecer vagas para o programa em suas disciplinas nos cursos de pós-graduação, contando com a colaboração de diversos Centros de Ensino.

Os temas desenvolvidos abordam diferentes áreas do conhecimento, inclusive sugeridas pelas turmas anteriores, com enfoque especial para os de cultura geral, formação pedagógica e gestão universitária. Enfim, o Profor pode ser entendido como um programa de formação em constante movimento.

A carga horária mínima é de 120 horas de atividades, assim

distribuídas:

– Dois cursos de 54 horas-aula cada, contemplando as áreas de Formação

Pedagógica e de Estrutura e Legislação da UFSC;

– Doze horas de atividades, distribuídas entre palestras, oficinas e

seminários.

O PROFOR é um programa institucional da PREG/UFSC coordenado pela professora Suzani Cassiani de Souza. Outras informações pelo site www.reitoria.ufsc.br/profor e pelo telefone 3721-8307.

Paulo Liedtke/Agecom

Documentário sobre a vida e a obra de Agostinho da Silva é exibido na UFSC

02/04/2007 12:00

O que poderia ser uma reunião de desconhecidos, tornou-se um encontro de pessoas ligadas por uma figura em comum: o filósofo, poeta e escritor George Agostinho da Silva. Amigos, colegas, ex-alunos e representantes de entidades emocionaram-se com a exibição do documentário “Agostinho da Silva – Um Pensamento Vivo”.

O evento ocorreu na última quinta-feira, dia 29, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, como parte da programação dos quatro dias de homenagem ao mestre, que em 2006 completou 100 anos. Nascido na cidade do Porto, em Portugal, Agostinho mudou-se para o Brasil com a intenção de aproximar as duas colônias, através da criação de centros de estudos e de intercâmbio cultural. Foi professor de Literatura Portuguesa da UFSC e também um dos fundadores da instituição.

O cineasta baiano João Rodrigo Mattos, neto de Agostinho da Silva, foi quem dirigiu o documentário. Antes da exibição da obra, fez uma breve apresentação e disse que, apesar de não ter conhecido bem o avô em vida, quis resgatar sua trajetória. De acordo com Mattos, os objetivos da divulgação do filme são democratizar o acesso à vida e à obra de Agostinho e suscitar a curiosidade do público a seu respeito.

O documentário apresentou diversos relatos de pessoas ligadas à vida e à obra do professor, além de trechos de entrevistas dadas por Agostinho à televisão portuguesa. As imagens das cidades e dos locais onde ele trabalhou e viveu, tanto no Brasil quanto em Portugal, ajudaram a enriquecer o trabalho.

Após o término do filme, as pessoas presentes à homenagem trocaram informações e relatos sobre Agostinho da Silva. No momento em que Aurora Goulart, ex-aluna e amiga íntima do professor, expressou todo seu carinho pelo mestre, formou-se um silêncio em toda a sala. “A aula dele era um milagre. Ele era incondicional”, relembrou Aurora.

Por Ana Carolina Dall’Agnol/Bolsista de Jornalismo da Agecom

Inscrições no ESAI para cursos de extensão com a Escola Complutense de Madri

02/04/2007 11:17

Abertas até o dia 20 de abril as inscrições para quem quer participar dos cursos de extensão oferecidos pela UFSC e pela Escola Complutense Latinoamericana, e Madrid, e que serão realizados de 21 de maio a 1º de junho no Campus. Eles terão 60 horas de duração e serão ministrados por professores da UFSC e da UCM, com certificados emitidos pelas duas universidades. Alunos, ex-alunos, servidores e professores da UFSC têm 50% desconto na matrícula, enquanto que estudantes de outras instituições de ensino têm 30%.

Os cursos são os seguintes:

Atualidades em Qualidade Alimentar e Nutricional; Bioinformática; Cooperação internacional para o Desenvolvimento; Cultura de paz e mediação: experiências e propostas; Direitos fundamentais e globalização; Envelhecimento Humano: Panorama Mundial e desafios atuais; Estatística básica aplicada à prática de pesquisa em saúde; Formação de professores de espanhol como língua estrangeira; Gestão de águas na indústria e seus tratamentos para fins de reuso; Gestão de Resíduos; Inteligência de Negócios; Meio ambiente e políticas de desenvolvimento sustentável; Métodos de conservação de alimentos; La prevención del VIH/SIDA em la adolescencia: necesidad de nuevas estratégias; Productos naturais bioactivos; Técnicas atuais na descoberta e desenvolvimento de fármacos procedentes da natureza;Programação para Internet; Vacinas.

O pagamento das inscrições pode ser feito no Banco Santander, banco 008, conta 13000330-6, agência 1227.

Maiores informações no site: www.esai.ufsc.br

Contato: esaijornadas@mbox1.ufsc.br

Fone (48) 3721-8225, ou no próprio ESAI – Escritório de Assuntos Internacionais, prédio da Fapeu, 3º andar.

Galeria de Arte da UFSC mostra “Sentir o Sentido”, exposição individual da artista Helga Tytlik

30/03/2007 18:58

Abre nesta terça-feira, dia 3 de abril, na Galeria de Arte da UFSC, a exposição individual “Sentir o Sentido”, da artista plástica Helga Tytlik. A partir das 18h30 será realizado o Encontro com a Artista, em que Helga falará do processo criativo das suas obras e da sua trajetória, num bate-papo aberto a artistas, estudantes, professores e público em geral. O Encontro com o Artista é uma atividade da galeria em parceria com o projeto Arte na Escola – Pólo UFSC, aberto a professores e estudiosos de arte. Ao fim do ano, haverá certificado de participação. A abertura da exposição acontece logo em seguida, às 19h30.

Artista plástica atuante desde 2001, Helga Tytlik nesta exposição individual reflete pesquisas realizadas durante os últimos dois anos. Natural de São Paulo, Capital, mudou para Joinville em 2001, para dedicar-se à pesquisa artística. Em 1998, após os primeiros contatos com a encáustica, iniciou pesquisa de materiais e técnica objetivando trazê-la para uma linguagem contemporânea.

“Sentir o Sentido” quebra a visitação convencional de uma exposição, propondo


AJUDA?          

senti-la


AJUDA?          

antes de


AJUDA?          

vê-la


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através da passagem do público por entre as obras expostas, que são peças de diversos tamanhos e formas trabalhadas com cera de abelhas. Nesta exposição é permitido ao público tocar as obras, explorando as texturas resultantes do trabalho executado, apropriando-se do material em suas diversas temperaturas. A exposição tem curadoria de Alena Marmo. e conta com apoio cultural de Quimidrol.

Sobre as obras

Duas grandes instalações executadas em 2006 farão parte desta exposição. Uma delas é uma instalação de pinturas, contendo 15 painéis em suporte não rígido, de cerca de 2 metros altura, por 60 cm de largura e 10 cm de espessura, confeccionados em cera-de-abelhas e parafina (às vezes um ou outro, outras vezes a mistura dos dois). Os painéis são executados com a técnica tradicional da encáustica, explorando as diversas texturas resultantes do processo de esfriamento. A outra é uma instalação perceptiva, contendo 15 peças de cera de abelha de diversos tamanhos, formas e texturas, tridimensionais, executados com a técnica tradicional de encáustica, voltados ao exercício da percepção pelo publico.

Segundo a artista, dentro do conceito, explora-se a cera de abelha como o material puro, da natureza, cheiroso, atóxico, milenar e, a parafina como o material industrial, tóxico, recente, fedido etc., relacionando ambos com o ser humano que nasce puro e é corrompido pelo seu meio.

A exposição propõe valor agregado na inclusão social do deficiente visual que poderá “sentir


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a exposição. A proposta desta mostra é baseada na experiência vivida com apresentação do mesmo material no Museu de Arte de Joinville em maio de 2006.

Sobre a artista

Desde a exposição em 1988 na Galeria Finarte, em São Paulo, vem realizando diversas exposições individuais em Santa Catarina e participando de outras mostras coletivas no Estado, como a 34ª. Coletiva de Artistas de Joinville, em Joinville, e a Exposição Mostra AAPLAJ, na Fundação Cultural de Itajaí, ambas em 2004. Em 2006, participou da exposição Pretexto, na Galeria Victor Kursancew, em Joinville, através de Projeto do SESC e, no Museu de Arte de Joinville, realizou esta exposição individual “Sentir o Sentido”, que agora apresenta em Florianópolis.

Com participações em vários cursos e atividades de formação, principalmente com pesquisas sobre encáustica, ministra workshops para divulgar essa técnica e tem atuado em instituições culturais de Joinville como o MAC – Luiz Henrique Schwanke, onde é sócia-fundadora, a AAPLAJ – Associação dos Artistas Plásticos de Joinville, onde faz parte da diretoria, e o Instituto Schwanke, onde é membro do Conselho Consultivo.

Depoimento da artista sobre o processo da sua obra

Pesquiso sobre encáustica desde 1998, objetivando trazer esta técnica milenar para uma linguagem contemporânea.

Inicialmente ative-me a técnica original utilizada no Egito Antigo, utilizando cera de abelhas com pigmentos (naturais e industrializados) de forma figurativa. Ampliei o campo de pesquisa incluindo estudo sobre encáustica dentro da história da arte (em compilação) e estudo sobre pigmentos.

A partir de experimentações feitas em 2001 até 2003, observei que o público resistia para não tocar no trabalho, segurando muitas vezes as mãos às costas para não cair em tentação (provavelmente, por estar impregnado pelas normas que regem uma visitação de museu). Passei a pensar o trabalho de forma mais interativa com o público.

Trazer o trabalho para um suporte não rígido, apropriar-se das rachaduras como parte do desenho e a montagem sugerindo a instalação são os pontos da discussão proposta na exposição.

A continuidade deste processo de observação registrou o


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despertar


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dos registros de memória de algumas pessoas acionado pelo cheiro da cera de abelhas. A partir daí


AJUDA?          

coleciono


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as impressões do público.

Na mostra do Sentir o Sentido, apresentada no Museu de Arte de Joinville em 2006, apresentou-se mais uma possibilidade a ser aliada ao trabalho tratando sobre a inclusão social dos deficientes visuais, enriquecendo ainda mais meu universo de observações. Assim sendo também quanto a visitação dos portadores com síndrome de down. Este universo deverá estar presente também nos próximos trabalhos e espero estar contribuindo para que este público específico também tenha acesso participativo à arte contemporânea

A arte da encáustica

(Texto disponível no site da artista e pesquisadora Helga Tytlik em www.encaustica.com.br)

Encáustica – do grego egkaustiké, significa queimado, preparado com fogo.

A pintura em encáustica é uma das técnicas mais antigas que se tem conhecimento. Originalmente, misturava-se cera de abelhas em estado líquido (aquecida) com pigmentos minerais e executava-se a pintura sobre paredes e estátuas e suportes como madeira, pedras.

Extremamente resistente pois a cera não sofre ação de fundos ou bactérias podendo permanecer intacta por milênios. Existem várias teorias sobre a originem da técnica: uns a atribuem a Polignoto, pintor grego de origem jônica, outros, a Aristides e Praxiteles (IV A.C.), mas os registros mais antigos ainda existentes datam do século III A.C. em tumbas do Egito Antigo. A arte egípcia era conservadora, mantendo-se os princípios artísticos por milênios, notando-se alterações em sua figuração sómente quando houve maior miscigenação com a cultura grega no período ptolomaico (século I A.C.).

Neste período, os gregos passaram a elaborar estátuas de grande porte (conhecimento importado do Egito) e a decorá-las com a mistura de cera. Do outro lado, os egípcios passaram a uma pintura mais realista.

No século V encontramos a pintura encáustica também na iconografia cristã.

A pintura encáustica persistiu até por volta do século VIII e caiu em desuso com a introdução da têmpera e da pintura a óleo – materiais com manuseio mais fácil e que poderiam ser levados a campo. O trabalho em encáustica exige condições adequadas para manuseio (local arejado, cuidados com fogo, ferramentas específicas) mas tem um resultado incomparável.

Durante a história da arte temos alguns registros de revitalização desta forma de pintura. Leonardo da Vinci chegou a iniciar um mural, mas abandonou-o por não ficar safisfeito com os resultados e em alguns museus encontramos pinturas anônimas do século XVII e XVIII (possivelmente, alguns estudos). No século 20, vários artistas passaram a reutilizá-la. Nos anos 1900 podemos citar o mexicano Diego Rivera, que em 1922 pintou o nicho e o muro de fundo do Anfiteatro Bolivar da Escola Nacional Preparatória na Cidade do México, e o americano Jasper Jons-1958.

Atribui-se a João José Rescala a introdução da encáustica no Brasil, técnica por ele pesquisada para fins de restauro. Descendente de imigrantes árabes, nasceu no Rio de Janeiro, em 1910. Estudou arte no Liceu de Artes e Ofícios e na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1943, conquistou o prêmio de Viagem ao Exterior no Salão Nacional de Belas Artes, viajando para os Estados Unidos onde expôs individualmente em Nova Iorque e Chicago. Rescala participou do Grupo Bernadelli, no Rio de Janeiro, ao lado de Pancetti, Bustamente de Sá, Milton Dacosta, Sigaud, Malagoli entre outros. Catedrático de teoria, conservação e restauração de pintura na Escola de Belas Artes da Bahia, onde foi diretor entre 1963 e 1967.

Inscrições para expor na Galeria da UFSC

Estão abertas na Galeria de Arte da UFSC, de 27 de março a 27 de abril, as inscrições de propostas de exposições individuais ou coletivas, de artistas brasileiros ou estrangeiros, para o segundo semestre de 2007. Veja o regulamento em www.dac.ufsc.br.

A Galeria de Arte da UFSC faz parte do Departamento Artístico Cultural, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina.

SERVIÇO

O QUE: Abertura da exposição “Sentir o Sentido” e Encontro com a Artista Helga Tytlik

QUANDO: Encontro com a Artista: Dia 03 de abril de 2007, terça-feira, às 18h30. Abertura da exposição, logo em seguida, às 19h30.

VISITAÇÃO: De segunda a sexta-feira, das 10 às 18h30

ONDE: Galeria de Arte da UFSC, prédio do Centro de Convivência, campus Trindade

QUANTO: Gratuito e aberto á comunidade.

CONTATO: Galeria de Arte (48) 3721-9683 e galeriadearte@dac.ufsc.br – www.dac.ufsc.br

CONTATO: Artista: (47) 3025-6713 ou 9162-0922 – E-mail: helgatytlik@hotmail.com ou www.encaustica.com.br

Fonte: [CW] DAC-PRCE-UFSC, com material da artista.

(*) Imagens incluídas após a data da publicação desta notícia.

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Banco do Brasil reinaugura agência na Trindade

30/03/2007 18:37

Depois de uma reforma que praticamente dobrou o ambiente de atendimento, a agência do Banco do Brasil, localizada no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina, reabre as portas no dia 2 de abril. O prédio ganhou segundo andar, elevador, área habilitada à Lei de acessibilidade aos portadores de necessidades especiais e o primeiro Espaço Estilo da Capital, totalizando uma ampliação de 730 m2.

Na semana da reinauguração está prevista uma programação especial. Serão realizadas atividades culturais com apresentação de cantores líricos, violinistas, dançarinos de balé, street dance e dança de salão; além de exposição de projetos, como o do Instituto Guga Kuerten e de fotos do período de reforma da agência para os clientes poderem comparar as modificações. “A nossa intenção é recompensar os clientes e amigos pela compreensão durante o período das obras”, afirma Heinz Edson Kirchhof, gerente da agência.

A agência Trindade, que atualmente possui 26 mil clientes pessoas físicas, na maioria estudantes universitários e 600 clientes pessoas jurídicas, estava atendendo, provisoriamente ao lado da Igreja da Santíssima Trindade.

Espaço Estilo em Florianópolis

Com a reforma, a agência Trindade é a primeira do BB na Capital a ter

Espaço Estilo – ambiente diferenciado, voltado ao atendimento ao público alta renda. Lá os clientes terão assessoria financeira personalizada para realização de investimentos e análise especializada para opções em produtos e serviços.

Além do Espaço Estilo da agência Trindade, Santa Catarina tem outros três em funcionamento em Joinville, Blumenau e Criciúma. Brevemente, será inaugurada a agência Estilo em Florianópolis e mais um Espaço Estilo em Chapecó, na região oeste catarinense.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil

Prazos para inscrições de trabalhos e oferecimento de minicursos na 6ª Sepex encerram na próxima semana

30/03/2007 18:12

Meta: incentivar articulação  ensino, pesquisa, extensão

Meta: incentivar articulação ensino, pesquisa, extensão

O dia 13 de abril é a data limite para inscrição de trabalhos na mostra da 6ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC. No caso da inscrição de minicursos, o prazo para cadastro das propostas é o dia 2 de abril. Este ano a Sepex será realizada de 16 a 19 de maio, mantendo o objetivo de incentivar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, atividades que formam o tripé básico de atuação da universidade. Todas as inscrições devem ser feitas a partir do site www.sepex.ufsc.br

A inscrição para apresentação de trabalhos, na forma de painel ou estande, é exclusiva para professores, servidores técnico-administrativos e alunos de graduação e de pós-graduação da UFSC. A Comissão Organizadora incentiva que os projetos sejam organizados por departamentos. Mas as inserções no sistema devem ser individuais, para posterior publicação nos anais do evento. Para inscrição de Grupos ou Núcleos, os participantes devem ter um Grupo de Pesquisa ou Núcleo devidamente registrado na UFSC.

Minicursos

Assim como no caso dos painéis e estandes, ministrar minicursos é atividade exclusiva para professores, técnico-administrativos e alunos de graduação, de pós-graduação. As inscrições das propostas e ministrantes devem ser realizadas até o início de abril, para que posteriormente as vagas sejam oferecidas à comunidade. A inscrição para participantes dos minicursos iniciará no dia 13 de abril, prosseguindo até o dia 30 do mesmo mês.

Este ano será também realizada em paralelo à Sepex a Reunião Nacional da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU) e a Maratona Fotográfica da UFSC.

Mais informações sobre a Sepex no site www.sepex.ufsc.br

Também com a professora Eunice Sueli Nodari/Pró-Reitoria de Cultura e Extensão: fone 3721 8304; e-mail: eunice@reitoria.ufsc.br

Economia Política dos Sistemas-Mundo será tema de encontro na UFSC

30/03/2007 17:43

O Departamento de Ciências Econômicas da UFSC realizará nos dias 9 e 10 de julho, no Centro Sócio-Econômico, o 1º Colóquio Brasileiro em Economia Política dos Sistemas-Mundo. As inscrições começam no dia 20 de abril. O evento é aberto e gratuito.

O colóquio é promovido pelo Grupo de Pesquisa em Economia Política dos Sistemas-Mundo (Gpepsm). O coordenador do evento, Pedro Vieira, destaca que o grupo busca abrir um novo campo de pesquisa. “Para entender o mundo globalizado devemos partir da existência de um único sistema social – o Sistema-Mundo”, explica o professor.

O tema estudado pelo grupo foi formalizado com a publicação do 1º volume de O Sistema Mundial Moderno, livro do sociólogo norte-americano Immanuel Wallerstein.

O colóquio prioriza pesquisas relevantes para a América Latina. Vieira esclarece que é importante o “estudo de uma região como parte do mundial, pois ela está conectada com outras regiões, através dos fluxos comerciais”.

Como tema central do evento está o projeto de pesquisa do grupo `Passado, Presente e Perspectiva do Estado Latino-Americano: do neoliberalismo aos novos governos desenvolvimentistas`. A proposta será abordada em diferentes ângulos pelos pesquisadores da equipe.

As pesquisas acadêmicas da área são produzidas apenas pelos integrantes do Grupo de Pesquisa em Economia Política dos Sistemas-Mundos, pois ainda não existem muitos pesquisadores envolvidos com os estudos sobre Sistemas-Mundo. Algumas disciplinas baseadas nessa nova linha de pesquisa são ministradas para os cursos de graduação e pós-graduação em Economia da UFSC.

A programação completa do evento estará disponível no site www.gpepsm.ufsc.br, a partir do dia 22 de junho.

Outras informações sobre o colóquio no telefone 37216627, com o professor Pedro Vieira – coordenador do evento ou em www.gpepsm.ufsc.br

Por Fernanda Rebelo / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Abertas inscrições para seminário de capacitação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável

30/03/2007 16:58

Estão abertas as inscrições para o III Seminário de Capacitação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável. O encontro será realizado de 9 a 13 de abril, com o objetivo de capacitar profissionais e estudantes da área das ciências agrárias, vinculados ou com interesse em participar de projetos comprometidos com a agricultura baseada na agroecologia (menos agressiva ao ambiente e que desgasta menos os recursos naturais, sendo socialmente justa e economicamente viável) e com o desenvolvimento rural sustentável.

O seminário é parte de um programa de cooperação entre universidades brasileiras (UFSC e Unicamp) e americanas (Universidade da Califórnia em Berkeley e Universidade de Nebraska em Lincoln) para promoção da Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável.

Entre os temas que serão debatidos estão crise e perspectivas da agricultura; desenvolvimento rural sustentável; extensão rural e políticas públicas; produção animal agroecológica; controle biológico de pragas e manejo de biodiversidade; transição agroecológica; plantio direto de hortaliças; integração lavoura-pecuária; sistemas agroflorestais; qualidade dos alimentos; transição e certificação; situação atual dos transgênicos e perspectivas.

O evento inclui palestras, grupos de discussão, atividades paralelas e duas viagens de campo dentro de programas distintos para profissionais e estudantes. A programação foi organizada para cinco dias de atividades. A expectativa dos organizadores é de reunir aproximadamente 90 pessoas (50 profissionais e 40 estudantes).

Entre os palestrantes estão Miguel A. Altieri e Clara Nicholls, professores da Universidade da Califórnia – Berkeley; Paulo Emílio Lovato e Rubens Onofre Nodari, professores do Centro de Ciências Agrárias da UFSC; Francisco Caporal (Ministério do Desenvolvimento Agrário); Paulo Mayer, doutorando em Desenvolvimento do Meio Ambiente e Fábio Dal Soglio, professor da UFRGS.

Cooperação

O programa de cooperação entre universidades e americanas iniciou em 2003, com o intercâmbio Capes (Brasil) e Fipse (EUA), sendo direcionado a estudantes de graduação da UFSC, Unicamp, Universidade da Califórnia e Universidade de Nebraska. A partir dessa iniciativa e com o apoio financeiro da fundação norte-americana Warsh Mott Legacy CS Fund, foi firmada (em 2005) a parceria entre a UFSC, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e a Universidade da Califórnia para execução de estudos de sistemas de plantio direto e cursos de formação para agricultores.

Os participantes do III Seminário de Capacitação em Agroecologia ficarão hospedados no Hotel Recanto Champagnat, na Lagoa da Conceição, onde o evento será realizado. O custo de inscrição será de R$ 400,00 para profissionais e R$ 200,00 para estudantes (sob comprovação) e incluirá hospedagem e refeições (café da manhã, almoço e janta) durante todo o evento, matrícula e material do curso, duas viagens de estudo e o certificado conferido pela Universidade Federal de Santa Catarina.

Mais informações e inscrições na página do evento:

www.agroecologia.ufsc.br

Também pelo e-mail contato@agroecologia.ufsc.br e telefone 48 – 3721 5436

Fortaleza de São José da Ponta Grossa ganha nova sinalização

30/03/2007 16:17

Um dos principais pontos turísticos de Florianópolis está de “roupa” nova. Depois de dez anos, a Fortaleza de São José da Ponta Grossa ganhou um novo sistema de sinalização. As novas placas vão permitir que o turista tenha mais autonomia na visitação. Em breve, o novo sistema também estará funcionando nas Fortalezas de Santa Cruz do Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones. A equipe do Sistema de Identidade Visual da UFSC (www.identidade.ufsc.br), em conjunto com o Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, foi responsável pela reformulação. O projeto conta com a importante participação dos bolsistas do Curso de Design do Centro de Comunicação e Expressão, Larissa Pavan e Leonardo Bitencourt.

Desgastadas pelo tempo, as antigas placas de orientação não chamavam a atenção dos visitantes para aspectos fundamentais do conjunto arquitetônico. Agora, além de ajudar a contar a história da fortificação, a nova sinalização está preocupada em permitir que o turista faça uma visitação mais autônoma. “Hoje, qualquer um pode visitar a fortaleza sem a necessidade de um guia”, explica Joi Cletison, coordenador do Projeto Fortalezas. Cada visitante recebe também um guia de visitação, com mapa e informações históricas sobre o local. Ainda de acordo com Cletison, a maior preocupação da reforma foi não deixar que a sinalização agredisse a arquitetura original. Por isso se optou pelo uso de totens baixos, com textos curtos e objetivos em tons terra.

Na parte externa, as orientações para que o visitante encontre a fortaleza também foram reforçadas. Segundo Vicenzo Berti, coordenador do SIV, a sinalização anterior era deficiente. “Quem estivesse na praia de Jurerê ou na Praia do Forte não saberia que, pertinho, encontraria a fortaleza”, diz. Uma placa informativa da localização do forte foi instalada, então, próxima ao mar, em Jurerê. Outra foi colocada no caminho que liga a mesma praia ao forte. A rua que liga Jurerê à fortificação, além de íngreme, possui muitas curvas e uma bifurcação.

Entre as próximas ações do Projeto Fortalezas estão a reforma de uma trilha na Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, a conclusão da restauração do “Paiol da pólvora” na Fortaleza de Santa Cruz do Anhatomirim e uma exposição permanente, nas três Fortalezas, aonde dez painéis vão contar a história dos processos de restauração pelos quais passaram as fortificações.

Saiba mais

O Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (www.fortalezas.ufsc.br) foi criado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o objetivo de restaurar e revitalizar as fortificações, construídas pelos portugueses no século XVIII, para proteger a Ilha de Santa Catarina. Desde a sua criação, foram completamente restauradas as fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim (1739 -Ilha de Anhatomirim), São José da Ponta Grossa (1740 – Ilha de Santa Catarina) e Santo Antônio de Ratones (1740 – Ilha de Ratones Grande).

O Projeto está ligado diretamente à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC, que mantém as três fortificações abertas à visitação durante o ano todo. O visitante, além de ter contato com os prédios históricos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1938, pode visitar dezenas de exposições e ter contato com a flora, fauna e as belezas naturais da Baía Norte da Ilha de Santa Catarina.

Mais informações sobre o novo sistema de identidade visual pelo fone 3721-8302

Por Janaina Cavalli e Daniel Ludwich / Bolsistas de Jornalismo na Agecom

Inscrições para Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional começam na segunda-feira

30/03/2007 15:51

A partir da próxima segunda-feira, dia 2/4, pesquisadores, professores, profissionais e estudantes podem fazer suas inscrições para o XXX Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional (CNMAC). O encontro será realizado no período de 3 a 6 de setembro, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. O objetivo é apresentar novas tecnologias na área, colocar em discussão trabalhos em andamento e inteirar os participantes sobre as produções científicas em desenvolvimento nas mais importantes instituições nacionais. Inscrições até 20 de agosto.

Todos os anos, o evento reúne cerca de 1.200 participantes, com apresentação de trabalhos distribuídos entre conferências, exposições, sessões técnicas de comunicações, sessões especiais dedicadas à Iniciação Científica e ao Ensino, mesas-redondas, minisimpósios e minicursos.

Devido à grande procura por atividades relacionadas ao ensino de Matemática, além de seis minicursos voltados para estudantes da graduação e pós-graduação, serão oferecidos quatro minicursos específicos para professores do ensino médio e fundamental.

O CNMAC é a reunião científica anual da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC), e será sediado na UFSC pela segunda vez. A primeira foi em 1985, quando foi realizada a sexta edição do encontro.

As inscrições podem ser feitas através do site www.congresscentral.com.br/cnmac/index.php

Por Ana Carolina Dall’Agnol / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Departamento de Antropologia Social oferece curso gratuito sobre uso de psicoativos

30/03/2007 10:00

Começaram nesta quinta-feira as inscrições para o curso de extensão “Cultura, Psicoativos e Consciência” oferecido pelo Departamento de Antropologia e pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da UFSC. As matrículas se estendem até o dia 3 de abril e as aulas serão ministradas de 9 de abril a 2 de julho, às segundas-feiras, das 18h30 às 21h30.

O curso tem como objetivo introduzir uma discussão sobre as relações entre cultura, o uso de psicoativos e consciência, enfatizando a importância deste tema no contexto da sociedade atual. Apresenta como proposta também abrir um espaço de debate e reflexão sobre a temática. Alguns dos principais temas abordados serão as relações entre substâncias psicoativas, plantas e estados de consciência; as relações entre saúde, estética, experiência e estados de consciência e questões ligadas ao uso de psicoativos na sociedade contemporânea.

As aulas são divididas em três módulos e o curso terá a duração aproximada de 12 semanas, sendo quatro aulas por módulo. Ao longo das semanas serão realizadas palestras, mesas-redondas e outros eventos.

O curso é aberto à comunidade e direcionado a pesquisadores e agentes sociais interessados na temática, particularmente professores, pedagogos, profissionais da saúde, cientistas sociais, assistentes sociais, psicólogos, participantes de ONGs e de agências governamentais, advogados e outros profissionais que desenvolvam atividades relacionadas a este assunto.

Os ministrantes das aulas são o professor do Departamento de Antropologia da UFSC, Alberto Groisman; o doutor em Ciências Humanas pela Saybrook Graduate School and Research Center, em San Francisco, Califórnia, Marcelo Mercante, e os doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC, Marcos Alexandre dos Santos Albuquerque e Isabel Santana de Rose.

O curso é uma atividade de extensão aprovada e promovida pelo Departamento de Antropologia da UFSC, do CFH. O local ainda não foi confirmado. Outras informações e as inscrições podem ser adquiridas pelo e-mail cultura_psicoativos@cfh.ufsc.br.

Informações e inscrições pelo e-mail cultura_psicoativos@cfh.ufsc.br.

Semana do Calouro, da Psicologia, favorece integração

29/03/2007 10:40

O Centro Acadêmico de Psicologia desenvolve projeto de integração para os calouros. Intitulada “Semana do Calouro”, a atividade é desenvolvida com o objetivo de integrar os alunos da 1ª fase do curso de psicologia com os estudantes mais antigos e de fornecer informações introdutórias relacionadas ao funcionamento do curso. A proposta é desenvolvido pelo Centro Acadêmico Livre de Psicologia, mas foi idealizada pelo aluno Artur M. Aguiar, integrante da 7ª fase do curso de psicologia e coordenador do projeto, frente à aparente desinformação dos calouros em relação à universidade. “Nós propomos um cronograma de atividades de integração nas quais os calouros possam conhecer os colegas e o funcionamento do curso de Psicologia”, conta Artur.

Esse semestre a “Semana do Calouro” concluiu a sua terceira edição. Realizada durante a primeira semana de aula, buscou esclarecer questões a respeito da graduação em psicologia, abordando assuntos como estágios, disciplinas optativas e matrícula e também mostrar o local e funcionamento dos setores administrativos e estudantis do curso e da universidade. “Os alunos são levados para conhecer a Biblioteca e o Restaurante Universitário”, completa o coordenador. Artur destacou que o projeto é desvinculado de atividades relacionadas ao trote universitário.

A programação do evento, que ocupou toda a primeira semana letiva dos calouros, contou com palestras, um piquenique e três oficinas, uma aula de biodança, uma de forró e a outra de Reich. O piquenique foi apelidado de “psiquenique” e aconteceu no bosque localizado atrás do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, CFH. As palestras enfatizaram o esclarecimento sobre o Centro Acadêmico Livre de Psicologia (Calpsi), e a metodologia do curso.

Segundo Artur Aguiar, o primeiro grupo de calouros que participou do evento, a turma 2006/1, hoje, é muito participativa no Centro Acadêmico de psicologia e os resultados em relação à integração são evidentes. “Esse semestre, os calouros já estão indo às reuniões do Centro Acadêmico”, conta.

“O projeto serve para conhecer tanto os colegas de aula como os veteranos. Essa iniciativa é muito importante, pois podemos fazer amizade com pessoas que vamos passar um longo tempo na vida junto”, conta Danielle Tiefensee Cascaes, aluna da 1ª fase do curso de psicologia.

Mais informações: calpsi.ufsc@grupos.com.br

Por Lívia Helena Freitas / bolsista de jornalismo da Agecom

Universidade capacita procuradores e promotes de justiça

28/03/2007 15:09

A convite do Ministério Público de Santa Catarina, a UFSC oferece nesta sexta-feira, 30/3, um curso para procuradores e promotores de ]justiça do estado que trabalham na área ambiental. A capacitação será realizada durante todo o dia, no prédio da Procuradoria-Geral de Justiça, Centro da Capital, pela equipe do Laboratório de Ecologia Florestal, ligado ao Departamento de Botânica do Centro de Ciências Biológicas (CCB). Cerca de 70 procuradores devem participar.

Há vários anos o laboratório da UFSC trabalha no desenvolvimento de tecnologias para recuperação de áreas degradas. Com a transferência de conhecimentos a partir do curso, a fundamentação científica poderá subsidiar a elaboração dos Termos de Ajustamento de Conduta (TAC). No caso de Santa Catarina, a principal preocupação está voltada à regeneração de locais comprometidos pelas atividades de rizicultura, suinocultura, silvicultura e fruticultura. “A universidade desenvolveu tecnologias ecológicas e baratas que podem ajudar, com respaldo técnico, a melhorar a qualidade ambiental do estado”, explica o coordenador do Laboratório de Ecologia Florestal, professor Ademir Reis.

De acordo com o professor, o princípio básico da equipe é priorizar estratégias de restauração que facilitem os processos naturais dos ecossistemas. Entre as técnicas estão os poleiros artificiais, os refúgios para a fauna, a transposição de solo e a chuva de sementes. Os poleiros artificiais são usados para atrair pássaros e morcegos, que assim reencontram na área degrada local de repouso e caça. Ao mesmo tempo, essa fauna deixa sementes no local que precisa ter a vegetação restaurada. A equipe também cria refúgios, mantendo montes de galhos e pedras, que se tornam locais para alimentação e reprodução da fauna. A transposição de solo permite que pequenas parcelas de terra de áreas visinhas sejam levadas para a região degradada, trazendo microorganismos e sementes de volta.

Outra técnica prevê que estruturas para coleta de sementes sejam distribuídas nas imediações. Depois estas sementes são levadas para a área degradada. A tradicional plantação de mudas também adotada, mas não é uma prioridade para a equipe. De acordo com o professor, em conjunto, todas as tecnologias não devem ocupar mais de 5% da área a ser restaurada, para que o restante seja propício às “eventualidades da natureza”. “Todas estas tecnologias são apenas gatilhos para que aos processos naturais sejam recuperados”, explica o professor, ressaltando que usar apenas a plantação de mudas ( o que geralmente é feito) impede a expressão das dinâmicas da natureza, fundamentais para recuperação da vegetação em áreas tropicais, onde a principal característica é a biodiversidade (grande número de espécies animais e vegetais).

Conhecimentos sobre os chamados “processos de sucessão” da vegetação nativa e sobre as tecnologias de regeneração fazem parte da programação do curso. Além do professor, três pós-graduandos (Alexandre Siminski, Deisy Regina Três e Karina Vanessa Hmeljevski), integrados do laboratório, ministram a capacitação.

Mais informações na UFSC com o professor Ademir Reis, fone 48 3721 8539, e-mail: areis@ccb.ufsc.br

Por Arley Reis / Agecom

Reitor da UFSC participa de homenagem ao Prêmio Nobel de Literatura Gabriel García Márquez em congresso internacional

28/03/2007 13:29

O reitor da UFSC, professor Lúcio José Botelho, está em Cartagena das Índias, na Colômbia, onde participa do IV Congresso Internacional da Língua Espanhola, representando as 56 Instituições Federais de Ensino Superior ligadas à Andifes.

Estão reunidos cerca de 1.200 acadêmicos, escritores, jornalistas, estudantes e personalidades do mundo cultural, político e econômico para discutir o tema “Presente e futuro da língua espanhola: unidade na diversidade”, a situação, problemas e desafios da língua espanhola como instrumento para a integração ibero-americana.

Entre os diversos eventos programados, o Prêmio Nobel de Literatura, Gabriel García Márquez, recebeu na abertura do encontro, na segunda-feira, dia 26, uma homenagem especial pelos seus 80 anos de vida e 40 anos da publicação da obra “Cem anos de Solidão”.

Outro destaque do Congresso foi o painel “O espanhol no Brasil”, dia 27, que abordou o presente e o futuro da língua espanhola no país, principalmente em relação ao Mercosul e à obrigatoriedade das escolas de ensino médio em oferecer o Espanhol como matéria optativa, além do encontro binacional de universidades Brasil-Colômbia.

EdUFSC lança livro na Semana de História

28/03/2007 12:52

Nesta quarta-feira (28/3) a partir das 19h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC, acontece a palestra “Nacionalismo, Antiimperialismo e Socialismo: algumas reflexões sobre a ex-URSS e a experiência latino-americana”, com o professor Lúcio Flávio Rodrigues (PUC-SP). Na seqüência ele autografa o livro “Uma ilusão de desenvolvimento – nacionalismo e dominação burguesa nos anos JK”, escrito pelo professor e recentemente publicado pela Editora da UFSC, na coleção Rien (Relações Internacionais e Estado Nacional). Programação integra a Semana de História

Abaixo seguem informações sobre a obra.

Editora lança segundo título da Coleção Relações Internacionais e Estado Nacional (RIEN)

Os tempos de Juscelino Kubitschek de Oliveira, o “presidente bossa nova” são, e serão, eternamente lembrados como os “anos dourados”, os bons tempos, como se costuma dizer, os tempos da construção de Brasília de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, do primeiro campeonato mundial de futebol do Brasil, do início da era Pelé. Tempos que deixaram saudade para quem viveu e conviveu naquela época, mas que Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida em seu Uma ilusão de desenvolvimento – nacionalismo e dominação burguesa nos anos JK. A obra, publicada pela EdUFSC, integra a Coleção RIEN (Relações Internacionais e Estado Nacional).

O fio condutor de Almeida, na verdade, passa por uma análise dos meandros do poder político na segunda metade da década de 50, e recai exatamente onde o consenso parecia definitivo: o nacionalismo e o desenvolvimentismo, a grife JK. Ele aborda o “nacional-desenvolvimentismo” como uma das formas adquiridas pelo populismo e, mesmo reconhecendo o papel proeminente desempenhado por segmentos da cúpula da burocracia de Estado, não a considera a única base social do nacionalismo em questão. Sugere que a configuração adquirida pelo nacional-populismo durante os anos de Juscelino foi justamente aquela em que, devido à forte presença ideológica de caráter empresarial, este nacionalismo mais aparentou constituir o fulcro ideológico de uma sólida hegemonia burguesa no Brasil.

“Dada à imensa ausência de estudos sobre aspectos importantes dos anos JK, o tema se revelou bastante amplo. A bibliografia existente é escassa e quase sempre de caráter bastante genérico. O que apresento é, em grande parte, um trabalho exploratório, onde abordo de um modo um tanto atabalhoado, aspectos pouco ou nunca estudados”, diz o autor.

Por que estudar os anos JK hoje? Segundo Almeida, a chamada “globalização” não significa o fim dos nacionalismos. Na verdade, ao contribuir para a crise da ideologia nacional, a atual fase de transnacionalização do capitalismo em crise estimula o surgimento de questões nacionais de todos os tipos. “Acrescente-se a isso a fadiga ideológica do neoliberalismo e as incertezas diante de um quadro internacional instável e teremos alguns ingredientes para um novo glamour do Estado nacional, com acentuados arroubos neodesenvolvimentistas. No caso brasileiro, isso tem sido canalizado,

inclusive por parte da literatura acadêmica, para reforçar a nostalgia dos anos dourados”, justifica.

A obra de Lúcio Flávio, argumenta Marcos Del Roio, não se debruça sobre a história e a política das classes subalternas. E nem por isso perde alguma coisa em rigor teórico e em intervenção política postada ao lado dos amplos setores oprimidos dessa ordem burguesa. O núcleo da intervenção do autor consiste em oferecer uma contribuição para o conhecimento do processo de definição das políticas estatais de desenvolvimento a partir dos conflitos políticos e ideológicos entre as frações que compunham o bloco do poder. O período JK é identificado como o do “nacionalismo triunfante”, mas, afinal, que nacionalismo é esse?

Uma ilusão de desenvolvimento é o segundo título da recém-lançada Coleção RIEN (Relações Internacionais e Estado Nacional), coordenada pelo professor Waldir José Rampinelli, que lançou As duas faces da moeda – As contribuições de JK e Gilberto Freyre ao colonialismo português. O próximo lançamento da coleção é Imperalismo e luta de classe no mundo contemporâneo, de autoria de James Petras.

“Uma ilusão de desenvolvimento – nacionalismo e dominação burguesa nos anos JK”, Lúcio Flávio de Almeida, Editora da UFSC – Coleção RIEN – Relações Internacionais e Estado Nacional, 339 pg., R$ 34,00. Contatos com o autor Lúcio Flávio: (11) 3670-8517 (universidade); (11) 3868-2314 (casa), e-mail: luc.flavio@terra.com.br. Contatos com o coordenador da coleção, professor Valdir Rampinelli, pelos fones (48) 3233-4991 (casa) e 3331-9249 (UFSC).

UFSC e Epagri lançam espécies melhoradas da goiabeira-serrana

28/03/2007 12:31

Projeto Plantas do Futuro destacou a espécie

Projeto Plantas do Futuro destacou a espécie

Duas cultivares da goiabeira-serrana serão lançadas na próxima terça-feira, 3 de abril, em São Joaquim, Santa Catarina. São as duas primeiras plantas dessa espécie desenvolvidas e lançadas no Brasil. Pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina (Epagri) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram responsáveis pelo desenvolvimento. Depois de longo trabalho de observação das populações na natureza e de uma série de cruzamentos, os pesquisadores selecionaram essas duas cultivares que apresentam um maior número de características favoráveis ao cultivo e à qualidade da fruta.

Uma das importantes vantagens das novas cultivares é o fato de seus frutos maturarem no outono, característica rara em outras plantas frutíferas. Isso garante o fornecimento de frutas frescas na entressafra. As duas cultivares que serão lançadas só variam na época de maturação dos frutos, sendo uma mais precoce e outra mais tardia.

Cultivares serão alternativas para pequenos produtores

Cultivares serão alternativas para pequenos produtores

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) participa do lançamento com o interesse de estimular o cultivo das espécies, uma vez que a goiabeira-serrana é uma das plantas priorizadas em recente estudo desenvolvido pelo MMA sobre as Plantas para o Futuro. Com a iniciativa, os produtores rurais poderão adquirir mudas da planta, sendo possível uma produção em escala comercial. A expectativa é que já a partir de 2008 seja iniciado um processo sistemático de abastecimento dos mercados nacionais com essa fruta.

A goiabeira-serrada é adaptada a regiões de altitude. As duas cultivares são recomendadas para o plantio em áreas acima de 1000 metros de altitude, pois assim ficam reduzidos os problemas fitossanitários, ou seja, de pragas e doenças. Os estados mais propícios para seu cultivo são Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. A aparência do fruto da goiabeira serrana lembra um pouco a goiaba que já é comercializada. Entretanto, seu sabor é mais ácido e silvestre. De acordo com os pesquisadores, a goiaba será uma boa opção para quem quer experimentar novos e marcantes sabores.

Apesar da goiabeira serrana ainda não fazer parte das frutas comercializadas em escala nacional no Brasil, ela já é cultivada em outros países, como a Nova Zelândia, onde podem ser encontrados mais de vinte produtos feitos a partir da fruta, entre eles, sucos, biscoitos, geléias, óleos e, até mesmo, espumante. O motivo de ser pouco conhecida no país é a ausência de variedades melhoradas.

Na visão dos pesquisadores o cultivo desta fruteira é uma alternativa para pequenos agricultores, já que é possível conciliar a produção da goiabeira-serrana com outras atividades agrícolas. A Epagri já iniciou um programa de distribuição de mudas para os agricultores interessados, e já existem mais de 10 pequenos pomares em observação. Este programa deverá ter continuidade, agora com a distribuição de mudas destas duas variedades.

Saiba Mais:

Os nomes

Por se desenvolver em regiões de serra, a goiabeira ganhou popularmente o sobrenome de serrana. Seu nome científico é Acca selowiana. Os índios Kaigang a chamam de kanê kriyne. No Uruguai é conhecida como guayabo verde e guayabo del país e na língua inglesa é denominada como pineapple-guava.

Mais pesquisas

O interesse pelo cultivo da goiabeira-serrana bem como da obtenção de produtos dela derivados, como geléias e licores, vem aumentado nos últimos tempos. A doutoranda do Curso de Pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC, Karine Louise dos Santos, está realizando uma pesquisa participativa nos municípios de São Joaquim, Urupema e Urubici onde os agricultores estão envolvidos na identificação e na escolha de plantas superiores bem como divulgação do potencial desta espécie para o Estado.

Mais informações:

Na UFSC: Pesquisadores envolvidos: Miguel Pedro Guerra e Rubens Onofre Nodari – UFSC (48-37215331)

Na Epagri: Com o coordenador do projeto, Jean Pierre Ducroquet (49-32330324, 99791126)

UFSC oferece cursos para capacitação dos servidores técnico-administrativos e docentes

28/03/2007 08:52

Dando continuidade à programação dos cursos de capacitação profissional destinados aos servidores técnico-administrativos e docentes da UFSC, o DDPP/PRDHS, divulga as seguintes capacitações:

CONHECENDO A UFSC

Data de realização: 13/4/2007

Horário: 8h às 10h

Inscrições: até 3/4/2007

EXCEL BÁSICO

Período de realização: 23/4 a 14/5/2007

Horário: 10h às 12h

Inscrições: até 13/4/2007

ÉTICA NA UNIVERSIDADE PÚBLICA

Data de realização: 24/4/2007

Horário: 14h às 18h

Inscrições: até 13/4/2007

O local de inscrição e de realização dos cursos é o Centro de Capacitação (atrás do refeitório B do RU).

A programação completa para os meses de abril, maio e junho estarão disponíveis no site: www.prdhs.ufsc.br a partir do dia 09/04/2007.

Outras informações pelo telefone 3721-9690.

Centro de Filosofia e Ciências Humanas recepciona calouros com música e poesia

27/03/2007 18:50

Pegue quatro músicos que gostam de poesia e um poeta que gosta de música. Junte a eles a obra de artistas brasileiros desconhecidos do grande público e o lado B de nomes já consagrados. O resultado desta receita é o espetáculo “Margem esquerda”, que será apresentado nesta quarta-feira, 28 de março, às 10h, no hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC. O show, que faz parte da recepção aos calouros do Centro, é uma promoção da direção do CFH.

Em duas horas de música e poesia, os artistas de “Margem Esquerda” vão apresentar, além de músicas e poemas próprios, um repertório que mistura Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Hermeto Pascoal, Chico Buarque de Holanda, Augusto dos Anjos, Milton Nascimento, Xangai e Antonio Nóbrega, além de trabalhos de autores pouco conhecidos do norte e nordeste brasileiro. Segundo César Félix, o poeta do grupo, o espetáculo é “uma oportunidade de sensibilização e exploração dos universos da poesia e da música brasileira.” Formado em História pela UFSC, “Césinha” afirma que mostrar a cultura brasileira é o grande exercício do grupo. “Não tem como o sujeito ir para o show sem aprender coisas novas”.

Além de “Césinha”, o grupo é formado por Laila Loddi, percursionista e dançarina; Luciana Alves, cantora e violoncelista; Paola Gibram, acordeonista; e Raphael Galcer, violonista. O espetáculo terá ainda a participação especial do músico espanhol Pepe Rivera e da bailarina Clarissa Melo.

Mais informações:

Centro de Filosofia e Ciências Humanas – 3721-8511

César Félix – sacicesinha@yahoo.com.br

Por Daniel Ludwich / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Um dos fundadores da UFSC recebe homenagem

27/03/2007 16:03

As comemorações do centenário de George Agostinho da Silva começaram em 2006 e continuam este ano em diversos países, incluindo Portugal continental e ilhas, Timor, Galiza, Macau, Goa, Brasil, Canadá, África do Sul, Bélgica e França.

Para reverenciar a vida e a obra do ex-professor da UFSC de Literatura Portuguesa, filósofo, poeta e escritor, a diretora do Centro de Comunicação e Expressão, Viviane Heberle, os professores Lauro Junker, presidente da Academia Catarinense de Letras, e Sílvio Coelho dos Santos, ex-pró-reitor de Ensino, e Amândio Silva, secretário executivo da Fundação Agostinho da Silva, de Portugal, organizaram quatro dias de evento.

Hoje, dia 27, será inaugurada a exposição foto-bibliográfica “Agostinho da Silva: Pensamento e Ação”, incluindo um painel com documentos da UFSC que marcaram sua trajetória. A mostra fica em cartaz até sexta-feira, dia 30, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, 2º andar, nas salas Aroeira e Pitangueira.

Na quinta-feira, dia 29, das 10h às 12h, serão realizadas duas palestras sobre os 100 anos do professor. A primeira,“Lembrança de Agostinho em Santa Catarina”, com Pedro Agostinho da Silva, professor de Antropologia da UFBA. A segunda, “Reviver Agostinho no Brasil”, com Amândio Silva, seguida da exibição do documentário “Presença de Agostinho da Silva no Brasil”.

À tarde, das 14h às 16h será exibido o filme “Agostinho da Silva – Um Pensamento Vivo”, com apresentação de João Rodrigo Mattos.

A entrada é franca. Outras informações pelo telefone 3721-9351.

Biografia

O mestre Agostinho da Silva, nascido no Porto em 13 de fevereiro de 1906, correu o mundo procurando aproximar as antigas colônias portuguesas com Portugal e o Brasil, através da criação de centros de estudos e de intercâmbio cultural. Exonerado pela ditadura de Salazar nos primeiros anos de sua vida profissional, o mestre circulou por alguns países europeus, pela África e pela Ásia, acabando por chegar ao Brasil nos finais dos anos quarenta. Atuou em diferentes instituições e em particular em universidades.

Na Bahia, onde viveu algum tempo, criou um Centro de Estudos Afro-asiáticos. Aqui em Florianópolis, na antiga Faculdade Catarinense de Filosofia, fundou um Núcleo de Estudos Africanos. Em Santa Catarina, durante o governo Jorge Lacerda sugeriu a criação do Departamento de Cultura, que conseguiu instalar junto com o professor Walter Piazza.

Criada a Universidade Federal de Santa Catarina, Agostinho da Silva transformou-se numa fonte de consultas para o grupo liderado pelo professor Ferreira Lima, responsável pela instalação da nova instituição e seu primeiro reitor. Logo em seguida, em 1962, foi atraído por Darcy Ribeiro, então ministro da Educação, para colaborar na implantação da Universidade de Brasília. Deixou Florianópolis, entretanto, sem se desligar da UFSC e de seus amigos. Em Brasília, foi um dos baluartes da UNB, até ocorrer à intervenção dos militares, nos idos de 1968. Com a queda de Salazar, regressou a Portugal, onde se radicou, refazendo velhas amizades e articulando política e diplomaticamente diversos projetos envolvendo tanto os países de língua portuguesa, como seus inumeráveis ex-alunos, amigos e admiradores.

O mestre tinha trânsito fácil entre intelectuais, políticos, poetas e cientistas. Era amigo de Mário Soares, seu ex-aluno, como de tantos outros. Sua extensa obra, bastante dispersa, felizmente está sendo reeditada e não poucos têm sido os esforços no Brasil em Portugal para recuperar sua fértil trajetória intelectual. O professor George Agostinho da Silva foi um excepcional disseminador de idéias, de ensinamentos, de instituições e de vivências democráticas.

Nova edição do Jornal da UFSC chega com o início do semestre e já está online

27/03/2007 15:51

A UFSC já tem distribuída pelo campus a primeira edição do Jornal Universitário (JU) deste ano. A edição de número 379 traz matérias a respeito do meio ambiente, notas sobre a polêmica do corte da URP dos professores da instituição, conta também os resultados do curso pré-vestibular da UFSC, além de trazer matéria central com informações básicas para os calouros que começam a se familiarizar com a universidade. Todo o jornal já está disponível no formato PDF (com 1,2M) no sítio da UFSC, podendo ser visualizado aqui.

O projeto gráfico sofreu modificações, e a linha editorial vem reafirmada neste número, de acordo com o editor Moacir Loth. “A comunicação social, inserida entre as metas estratégicas da Instituição, pautará o seu trabalho a partir do conceito de política pública, amparando-se nas regras do jornalismo, na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos princípios do Código de Ética do Jornalista. Será uma política plural, integrada, de caráter institucional, que pretende refletir os fatos produzidos pelo conjunto da comunidade universitária. Afinal, o que está em jogo, aqui e nas demais IFES, é o interesse da população”. Moacir completa enfatizando o coletivo. “O trabalho da Agecom está acontecendo graças à qualidade e ao empenho da equipe”.

Trote da Geografia leva carinho a cães abandonados

27/03/2007 15:11

Não só de festas e algazarras é feito o mundo dos calouros. Tem livros, aulas e também conscientização a respeito de cidadania. E essa aula, já no início do curso de Geografia, foi dada pelos veteranos, organizados pelo aluno da terceira fase, Leandro Moraes de Bem, de 21 anos.

Leandro entrou em contato com a Coordenadoria do Bem Estar Animal, da Secretaria Municipal de Saúde, e junto com outros alunos levou os 40 calouros até o bairro Itacorubi, onde está localizado o Canil Municipal de Florianópolis, para darem banho nos cães que lá estão a espera de um lar. Para Leandro, a atividade, realizada no dia 22, serviu para integrar calouros e veteranos e também beneficiar a sociedade.

Quem quiser adotar um animal ou ser voluntário da Coordenadoria do Bem Estar Animal pode entrar em contato pelo telefone (48) 3237 6890 ou entrar no sítio www.pmf.sc.gov.br/bemestaranimal

Por Cláudia Reis / Agecom

Vestibular 2007: UFSC divulga quarta chamada

27/03/2007 11:26

O Departamento de Administração Escolar da UFSC está divulgando a quarta chamada do Vestibular 2007. Os estudantes relacionados devem realizar sua matrícula no período de 26 de março a 2 de abril, no DAE.

Veja o Edital

O Departamento de Administração Escolar, através do Edital nº 10/GD/DAE/2007 de 26 de março de 2007, está também convocando os 10 candidatos classificados no processo seletivo 2007, já matriculados, remanejados para o primeiro semestre.

Os estudantes devem comparecer à Secretaria do Colegiado do respectivo curso para retirada do documento comprobatório de matrícula e iniciar o primeiro semestre letivo de 2007.

Veja o Edital