Dia do Servidor Público: exposição revela a arte de quem trabalha na UFSC

33ª Exposição de Artes Visuais dos Servidores da UFSC. A visitação é gratuita e segue até 30 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, no hall da Reitoria. Fotos: Gustavo Diehl | Secom
“Em tempos tão difíceis para a cultura e para a arte, ocupar esse espaço com nossas criações ganha ainda mais significado. Criar é resistir. Expor é compartilhar. A arte é também uma forma de cuidado: ela nos sensibiliza, provoca, acolhe, dá sentido e, tantas vezes, oferece um pouco de alento quando o mundo parece pesado demais.” As palavras são de Rosiane Rosa Guimarães, servidora técnico-administrativa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e uma das participantes da 33ª Exposição de Artes Visuais dos Servidores da UFSC, cuja abertura foi nesta quarta-feira, 7 de outubro, no andar térreo da Reitoria. A visitação é gratuita e segue até 30 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19 horas.
No espaço escolhido, onde todos os dias circulam papéis, processos e passos apressados, pinturas, esculturas, fotografias, aquarelas e desenhos passam a compor também o cotidiano da instituição. A mostra é realizada pela Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), e comemora o Dia do Servidor Público – 28 de outubro -, e, sobretudo, revela aquilo que os servidores criam para além das salas de aula e das mesas de trabalho.
A abertura foi embalada pela música do grupo 14 Cordas. Vinculado ao projeto Orkextra UFSC e formado por dois violinos e um violão, o trio escolheu a música brasileira como fio condutor: de Pixinguinha a Marisa Monte, de Tom Jobim a Jota Pê e Ramón Sixto, as cordas deram voz ao encontro entre quem expõe e quem contempla. A vice-reitora Felipa Amadigi, a chefe de Gabinete Cátia Regina Silva de Carvalho Pinto, e a secretária de Cultura e Arte Maria de Lourdes Alves Borges prestigiaram a exposição.
“Já faz parte da história da universidade”, resume Andréa Búrigo Ventura, servidora da SeCArte e coordenadora da equipe envolvida na realização do evento. Ela recorda que a mostra nasceu na galeria de artes do Centro de Convivência, percorreu outros espaços institucionais ao longo dos anos e, nesta edição, chega ao hall da Reitoria I — um local de passagem que, por algumas semanas, convida à pausa.
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