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Laboratório de Ambientes Hipermídia da UFSC realiza semana de pesquisa de 9 a 12 de novembro
O Laboratório de Ambientes Hipermídia (Hiperlab) realiza entre os dias 9 e 12 de novembro a II Semana de Pesquisa Hiperlab. O objetivo é disseminar e fomentar pesquisas no campo do Design e das Mídias Digitais, ao reunir e integrar pesquisadores que atuam nestas áreas.

Os quatro dias de atividade contam com palestras e painéis que serão transmitidos a partir das 17h no YouTube do Hiperlab.
Mais informações na página do Hiperlab e no Instagram.
Confira a programação:
DIA 09 – 17h
Palestra: Serious game na educação: impacto, experiências e potenciais
Profª Daniela Michelan, UFPRModeradora: profª Luciane Fadel
DIA 10 – 17h
Palestra: Interfaces internacionais: iconografia, patrimônio histórico e vivências plurais do design pelo mundo
Prof. Joatan (Jonny) Preis Dutra, De Montfort University Leicester (DMU)
Moderadora: profª Mary Vonni Meurer
DIA 11 – 17h
Painel 1: USER-CAPACITY TOOLKIT – Prêmio CAPES / Tese da área de Arquitetura, Urbanismo e Design
Profª Rosimeri Franck Pichler.
Profª Giselle D Merino.
Painel 2: Doutorado Sanduíche em Portugal: relato de experiências
Participantes: Alexandra Presser, Eduardo Napoleão, Laíse Miolo de Moraes
Moderador: prof. Gilson Braviano.
DIA 12 – 17h
Painel 3: Metodologias CriativasLeandro Werner, Doutorando Design UFSC; Carla Alves, Doutoranda ESPM SP
Moderador: Julio Teixeira
Painel 4: Análise de dados para o Design da informação
Heloisa Viola.
Jefferson Lewis Velasco, CIASC
Moderador: Israel Bráglia -
Instituto Memória e Direitos Humanos realiza live em parceria com laboratório de Filosofia e Sociologia da UFSC
O Instituto Memória e Direitos Humanos (IMDH) e o Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia (LEFIS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizam na quarta-feira, 11 de novembro, às 15h, a live Conversas sobre direitos humanos: A política de desaparecimento, da ditadura ao Brasil atual.

A transmissão será pelo canal do IMDH no YouTube.
Com apoio da UFSC e da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), o evento conta com a participação de Edson Teles (CAAF-Unifesp), sob a moderação de Luana Heinen (IMDH e CCJ-UFSC)
Mais informações você encontra no site, Facebook, Instagram e Twitter do IMDH.
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PET Matemática realiza palestra sobre cadeias, matrizes de inferências, coloração e grafos bilocais
O Programa de Educação Tutorial (PET) Matemática da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove nesta terça-feira, 10 de novembro, a palestra Cadeias, Matrizes de Inferências, Coloração e Grafos Bilocais, com o professor Jáuber C. de Oliveira, do Departamento de Matemática da UFSC. A atividade começa às 12h e será realizada no canal do Youtube.
A atividade faz parte do Ciclo de Palestras do PET Matemática, que convida professores, graduandos e pós-graduandos de diferentes departamentos da UFSC para falarem sobre assuntos relacionados à matemática e divulgá-los para aqueles que ainda desconhecem as suas possíveis ramificações.
Para mais informações, basta acessar o site ou Instagram do PET Matemática.
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Laboratório de Virologia Aplicada fecha parcerias para pesquisas com o coronavírus
Pesquisar o SARS-C0V-2 no passado da população de Santa Catarina e no presente de regiões desassistidas: são projetos em andamento do Laboratório de Virologia Aplicada (LVA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O primeiro é uma parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), Hospital Universitário da UFSC, Laboratório de Protozoologia, Laboratório de Bioinformática e empresas conveniadas para investigar amostras retroativas de pacientes; o segundo, com a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), para utilizar o esgoto como ferramenta sentinela e averiguar a incidência de Covid-19 em áreas vulneráveis.
“Vamos avaliar o coronavírus antes de saber que ele circulava”, conta a pesquisadora do LVA e professora da UFSC Gislaine Fongaro, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP). Amostras clínicas atreladas a diagnóstico de doenças respiratórias serão reavaliadas para investigar SARS-CoV-2. Trata-se de projeto em parceria com o Lacen de SC. São amostras colhidas entre julho de 2019 e janeiro de 2020, antes da pandemia. Como a equipe já trabalha no sequenciamento do genoma do vírus que circula atualmente em Santa Catarina, irá “observar a taxa de mutação do vírus, novas cepas, comparar o início com o pico da pandemia e a segunda onda, tudo parte de um macroprojeto com vários parceiros. Ao amadurecer estas propostas, vamos conseguir mais resultados e abrir novas possibilidades de pesquisas para tirar conclusões além das amostras retroativas”, frisa.
O trabalho do LVA ganhou destaque internacional quando descobriu que amostras do novo coronavírus estavam no esgoto de Florianópolis em novembro de 2019. “Houve grande visibilidade da virologia ambiental. A OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) vêm dando respaldo em seminários e reuniões para utilizar isto como ferramenta”, comenta a professora da UFSC. Gislaine afirma que ferramentas sentinelas serão importantes após a pandemia: “Agora, tudo é positivo (em grandes centros urbanos), mas como não temos em mãos data para uma vacina, testes em pools que representam grupos e detectam indiretamente o vírus indicariam o momento de tomar mais cuidado”.
Esses estudos estão sendo muito importantes, analisando o esgoto como ferramenta epidemiológica sentinela (para monitoramento), reconhecida pela da Organização Mundial de Saúde (OMS) – ao invés de testes individuais, o material serve como uma amostra coletiva de uma população. O LVA participa da validação e implantação de protocolos mínimos de controle deste tipo de ferramenta. “Recebemos e processamos amostras de esgoto coletadas de locais vulneráveis a doenças respiratórias, como assentamentos, alojamentos, presídios e asilos”, observa a pesquisadora. “Conseguimos avaliar quando aumenta a carga viral, e passar o resultados para as autoridades tomar decisões. Já tivemos negatividade em determinadas regiões, mas também positividade onde não havia registro oficial de coronavírus. Cabe à vigilância epidemiológica local tomar decisões específicas para evitar mais casos e infecções”, alerta Gislaine.
Uma grande preocupação de pesquisadores do campo da virologia ambiental, avalia Gislaine, é a necessidade de vários controles de qualidade, desde a área da coleta ao método para recuperar vírus da amostra. “Como não temos legislação específica, para reforçar a confiabilidade, utilizamos controles internos para extrair e recuperar a partícula exógena, monitorando o processamento da amostra desde a coleta até a análise de concentração das partículas virais, do material genético. É preciso entender de virologia aplicada a área ambiental para nem superestimar nem subestimar resultados. Ainda, só porque encontrou material genético de um vírus na água, não significa que vai infectar as pessoas”, pondera a professora.
Testes virucidas
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Diálogos UFSC recebe cursos de Física, Matemática e Química na quinta, dia 12
A partir das 14h desta quinta-feira, 12 de novembro, a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a 12a edição do Diálogos UFSC. No ocasião, os coordenadores dos cursos de Física, Matemática e Química participam da live que apresenta informações sobre cada curso, além dos campos de atuação e mercado de trabalho dos profissionais da área.
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TV UFSC estreia neste sábado a série ‘Fragmentos Filosóficos’
Falar sobre Filosofia e como ela faz parte das ações e decisões que tomamos no dia a dia. Este é um dos objetivos do Fragmentos Filosóficos, novo programa que vai ao ar pela TV UFSC neste sábado, dia 7 de novembro, às 20h. A estreia faz parte da programação pelas comemorações dos 60 anos da UFSC.Em Fragmentos Filosóficos, a cada episódio um convidado explica sobre um tema da Filosofia, relacionando com a vida e o cotidiano. A série é uma produção da TV UFSC junto com as professoras do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Franciele Bete Petry e Maria de Lourdes Alves Borges. A gravação e edição é de Jonatan dos Santos.
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Abertas inscrições para 2ª turma do curso sobre metodologias no processo de ensino e aprendizagem
Estão abertas as inscrições para a segunda turma do curso Metodologias e estratégias para a integração das TDIC e inovação do Processo de Ensino e Aprendizagem. O período de inscrições vai até dia 14 de novembro nesta página. Com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), a ação é de iniciativa do Núcleo de Formação e Inovação: integração das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) na Educação Básica.On-line e gratuito, o curso aborda os seguintes tópicos: formas de avaliação não presenciais; métodos de avaliação mediados pelas tecnologias; elaboração de questionários on-line e estratégias para melhorar a interação no Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem (AVEA) e promover o desenvolvimento de atividades colaborativas.
As atividades ocorrem em uma carga horária de 16 horas, distribuídas em duas semanas, com direito a certificado. São oferecidas 100 vagas. Esta segunda turma terá aulas de 16 a 30 de novembro.
Mais informações no site do Núcleo.
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Diálogos UFSC recebe cursos de Educação Física, Psicologia e Nutrição dia 10, terça-feira
A partir das 14h desta terça-feira, 10 de novembro, a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a 11a edição do Diálogos UFSC. No ocasião, os coordenadores dos cursos de Educação Física, Psicologia e Nutrição participam da live que apresenta informações sobre cada curso, além dos campos de atuação e mercado de trabalho dos profissionais da área.
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Programa Institucional de Apoio Pedagógico da UFSC divulga vagas para novas turmas de Leitura e Produção Textual
Estão abertas as vagas para três novas turmas de Leitura e Interpretação Textual oferecida pelo Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Com 15h, o curso on-line gratuito será realizado de 16 de novembro a 18 de dezembro, nos seguintes horários:
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Pró-reitoria de Extensão promove curso para registro de ações de extensão e atividades docentes
Estão abertas as inscrições para o curso Sigpex: registro de ações de extensão e atividades docentes, na modalidade à distância. Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (Proex/UFSC), o curso tem duração de duas horas e possui duas opções de turma:
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Dança durante a pandemia: imersão artística Co-Incidências tem inscrições abertas até dia 8, domingo
Em pleno período de distanciamento social, a casa virou território a ser explorado e – no momento – lugar seguro que abriga as práticas do movimento. A ideia do curso “Co-Incidências: onde os encontros são possíveis” nasceu dessa experimentação à distância protagonizada por corpos ciborgues, enquadrados na interface do Zoom e demais plataformas de presença virtual.
A imersão artística é umas das atividades gratuitas propostas pela 6ª Semana da Dança UFSC, e ocorre de 17 a 20 de novembro, das 10h às 12h, no aplicativo Zoom. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no site oficial do evento www.semanadadancaufsc.com até 08 de novembro.
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‘Teaching in critical times’: podcast debate Educação na perspectiva crítica
O podcast “Teaching in Critical Times” é um projeto de extensão através de parceria entre pesquisadores do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que a cada semana, convida pesquisadores e professores brasileiros para discutir diferentes aspectos do ensino e pandemia, partindo de uma perspectiva crítica.Idealizado por Leonardo da Silva (IFSC) e Priscila Fabiane Farias (UFSC), o podcast acaba que iniciar sua segunda temporada, disponível no link a seguir: https://linktr.ee/ensinocritico.
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Projeto Fora do Circuito exibe filme ‘Metropolis’ on-line nesta quarta, 11
O segundo filme do Festival Fora da Rua, do projeto Fora do Circuito, será Metropolis (Alemanha, 1927). A exibição ocorre nesta quarta-feira, 11 de novembro, a partir das 20h15 no canal do projeto no YouTube.Sobre o filme
Em 2026, a cidade de Metropolis é governada por ricos industriais, a partir do topo de seus arranha-céus. Freder, filho do dono o local, passa seus dias praticando esportes quando conhece Maria, que traz crianças dos subterrâneos da sociedade, onde trabalhadores produzem a riqueza social. Apaixonado por Maria, Freder sabe que somente pode vê-la novamente se puder descer ao subterrâneo e, para isso, precisa se passar por trabalhador e descobrir o mundo que desconhecia.
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Professora do Departamento de Psicologia da UFSC passa a integrar a Rede Nacional de Ciência para Educação (CpE).
A Rede Nacional de Ciência para Educação (CpE) aprovou, em reunião realizada no dia 22 de outubro, a professora Natália M. Dias, do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (PSI/UFSC), como Pesquisadora Associada da CpE. A rede CpE agrega pesquisadores de diferentes áreas de conhecimento, reconhecidos por suas contribuições na promoção de melhores práticas e políticas educacionais baseadas em evidências.
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Comissão de Ações Solidárias do Centro Socioeconômico solicita doações de cestas básicas
A Comissão de Ações Solidárias do Centro Socioeconômico (CAS/CSE) da Universidade Federal de Santa Catarina tem atendido uma média de 52 pessoas da comunidade da unidade em situação de vulnerabilidade devido à pandemia Covid-19.
Atualmente, estão registrados 32 estudantes e 19 funcionários do serviço terceirizado para o recebimento de doações mensais de cestas básicas. No entanto, a Comissão está com dificuldade de atender à demanda e solicita contribuição de cestas básicas.
Os interessados em ajudar podem entrar em contato pelo e-mail acoessolidarias.cse@contato.ufsc.br ou pelo telefone (48) 3721-6673.
Mais informações em cse.ufsc.br/comissao-de-acoes-solidarias-cas
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Informática para trabalhos acadêmicos é tema de aulão do Programa Institucional de Apoio Pedagógico
O Programa Institucional de Apoio Pedagógico (PIAPE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove na terça-feira, 10 de novembro, às 17h, o aulão on-line Informática para trabalhos acadêmicos: por onde começar?, com a tutora Camila Collato.A iniciativa tem como objetivo mostrar, de forma introdutória, os principais softwares para a realização de trabalhos acadêmicos (Microsoft Office; Google Docs e Libre Office) e como acessá-los ou realizar seu download de forma gratuita por meio do vínculo com a UFSC. A atividade será transmitida no canal do PIAPE UFSC no Youtube.
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EdUFSC 40 anos: série da TV UFSC traz entrevista com o primeiro diretor
A série “EdUFSC 40 anos”, da TV UFSC, traz, nesta sexta-feira, 6 de novembro, a entrevista com o professor João Nilo Linhares, que fundou a Editora e a dirigiu entre março de 1981 a dezembro de 1982.
Junto com a esposa e professora da UFSC, Marilda Machado Linhares, o professor Linhares recorda as motivações, os desafios de transformar uma ideia em realidade.
O professor João Nilo Linhares é formado em Direito pela UFSC e atuou no Departamento de Administração da Universidade. Como primeiro diretor da EdUFSC, seu trabalho foi desde buscar espaço físico e montar uma equipe até a criação de um modelo institucional que veio a se tornar referência a muitas instituições de ensino que posteriormente criaram suas editoras.
A série “Editora da UFSC 40 anos” é uma produção conjunta entre a EdUFSC e a TV UFSC. O objetivo é relembrar um pouco da história da editora, através do relato de pessoas que têm uma ligação com a EdUFSC. O primeiro episódio foi lançado no dia 30 de outubro, aniversário da editora, com a entrevista com o professor Ubaldo Cesar Balthazar, reitor da Universidade. Confira a playlist.
Leia mais:
40anoseditora.ufsc.br
Editora da UFSC: 40 anos dedicados à difusão de educação, ciência e artes -
Em isolamento social, Coral da UFSC ensaia a música ‘Canção do Sal’
Devido ao isolamento social em decorrência da pandemia do Covid, os integrantes do Coral da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) continuam estudando e ensaiando individualmente e, de maneira remota, fazem reuniões virtuais em grupo e ensaios coletivos. Na avaliação da regente Miriam Moritz, “o trabalho tem sido de total adaptação, visto que a experiência de um coro esta calcada em uma grande convivência entre seus membros”.
Nessa nova experiência, o grupo ensaiou e gravou um vídeo com a música Canção do Sal de Milton Nascimento, com arranjo de Chistina Bottura, em que, além dos coralistas, participaram alguns integrantes do Madrigal e da Orquestra de Câmara da UFSC.
Para a realização dos ensaios e da gravação do vídeo com a música, a regente gravou a parte instrumental (piano, violão) e as vozes individuais com acompanhamento para estudo de cada cantor; fez a gravação só de vozes e coordenou os ensaios pela plataforma Zoom com cada naipe, além de realizar reuniões com o coro para detalhamento dos trabalhos. Realizou ainda a edição de todos os áudios gravados. O vídeo foi editado por Claudio Felippio Junior, bolsista do Coral, DAC/SeCArte/UFSC.
> Assista ao vídeo com a Canção do Sal:
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Pesquisa desenvolvida no HU/UFSC avalia resposta imune do organismo à Covid-19
Um grupo de pesquisadores e professores ligados ao Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh), ao Departamento de Análises Clínicas do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e ao Hospital Nereu Ramos, está desenvolvendo uma pesquisa com cerca de 200 pacientes que tiveram a Covid-19 para verificar, entre outras coisas, por que o organismo das pessoas reage de forma diferente à doença, qual é o tempo em que é possível se considerar imunizado e como o organismo reage à infecção ao longo do tempo.
De acordo com a professora do Departamento de Análises Clínicas da UFSC, Maria Cláudia Santos da Silva, coordenadora do pesquisa, denominada “Resposta Imune dos Pacientes Infectados pelo Sars-CoV-2, um estudo de coorte”, o objetivo é investigar o comportamento das células imunes, dos anticorpos e das proteínas inflamatórias no corpo das pessoas infectadas.Segundo ela, embora a Covid-19 seja uma doença respiratória infecciosa altamente contagiosa, nem todas as pessoas desenvolvem o quadro grave e alguns estudos apontam que a transição de um estado assintomático ou de sintomas leves para este quadro grave possa estar ligada à resposta imune individual de cada pessoa. É este um dos pontos que a pesquisa pretende atingir. Outro ponto importante diz respeito à imunização. “Apesar dos anticorpos específicos para a SARS-Cov-2 serem detectados em parte dos doentes, até o momento não se tem certeza de sua capacidade de proteção imunológica futura”, afirmou.
Devido a isso, os estudos que acompanhem os pacientes por um período. “Estes estudos, com certeza trarão à luz da ciência informações confiáveis e dados imprescindíveis para entendimento do desenvolvimento da Covid-19 e de seu agravamento”, explicou a professora coordenadora do projeto da pesquisa, que obteve financiamento da empresa JBS Ltda para a execução do estudo.
A pesquisadora também explicou que o estudo poderá ajudar a direcionar, no futuro, as intervenções clínicas (os protocolos para tratamento dos doentes), além de identificar, de forma mais organizada e científica, as características da população brasileira diante da infecção, o que pode contribuir para o estabelecimento de políticas públicas de saúde relacionadas à Covid-19.
Texto: Unidade de Comunicação Social
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Livro analisa papel dos intelectuais de ‘Le Monde Diplomatique’ diante de questões relativas ao Oriente Médio
Lançado neste mês pela Editora Appris, Paris – Palestina: intelectuais, islã e política no Monde Diplomatique (2001-2015) levanta discussões acerca da atividade intelectual de jornalistas e historiadores. Terceiro livro da pesquisadora Juliana Sayuri sobre Le Monde Diplomatique, Paris – Palestina se debruça sobre temas intrincados que ocuparam nas manchetes da imprensa mundial.A obra analisa posicionamentos dos intelectuais do periódico francês diante de questões relativas ao Oriente Médio, como o conflito Israel – Palestina, os atentados de Nova York (2001) e de Paris (2015) e a Primavera Árabe. “Se é verdade que os meios de comunicação democratizam as informações sobre os acontecimentos, é fato também que os metamorfoseiam e os vulgarizam, em um processo que nada tem de casual ou politicamente inocente. Compreender como esses fenômenos ocorrem e decifrar as relações entre as narrativas e os fatos que elas descrevem é urgente, mas não é tarefa das mais fáceis. Poucos objetos de estudo para o entendimento dessa complexa trama poderiam ser mais fascinantes e desafiadores do que Le Monde Diplomatique“, diz Alexandre Busko Valim, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), autor do prefácio do livro.
Juliana Sayuri é jornalista e historiadora. Doutora em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), com estágio pós-doutoral na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e temporada de pesquisa na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris. Foi visiting scholar na Columbia University, em Nova York. Também é autora de Paris – Buenos Aires (Alameda) e Diplô: Paris – Porto Alegre (Com-Arte), finalista do Prêmio Jabuti de 2017.
Mais informações em editoraappris.com.br
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Egressas do curso de Jornalismo da UFSC são premiadas em edital de cultura do estado
As jornalistas Catarina Duarte e Lívia Schumacher tiveram seu livro-reportagem, O guia de receitas manezinhas, premiado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no edital Elisabete Anderle 2020 na categoria de Patrimônio Imaterial – Produção e Difusão. O livro traz histórias ricas e muito bem contadas trazendo luz a personalidades da região de Florianópolis – algumas bem conhecidas, outras nem tanto. Os entrevistados são de idades variadas, de regiões diversas, de vidas muito diferentes, mas com duas coisas em comum: o amor pelo preparo comida e a sua contribuição na manutenção de uma cultura ancestral.No Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que recebeu nota máxima por unanimidade, ressalta em seu prefácio que “este é um livro que ensina. Já na introdução, a contextualização do que é a miríade histórica e social de Florianópolis e a importância da culinária nesse contexto delineia o que vem a seguir. O manezinho, como muitos creem, não é descendente somente de açorianos, tem também ascendência negra e é filho de índios. Nem os próprios habitantes das ilhas dos Açores são puramente europeus, têm influências étnicas norte-africanas, orientais-judaicas e, até mesmo, indianas. Ou seja, ser manezinho é mais que mero estereótipo. Na culinária isso também se mistura: o beiju e o uso da folha de bananeira são heranças indígenas; o pirão, os caldos e a feijoada são de origem africana; já os risotos, as massas e os embutidos provém dos europeus. Essa é a riqueza que faz nossa comida ser tão exuberante de sabores e texturas.”
Nas palavras da autora Lívia, “esse livrinho foi fruto de um ‘bilhão de quilômetros’ rodados por Florianópolis em 2019 pra contar histórias de manezinhos que fazem comida e tudo que vem junto com isso. Agora, vamos poder levar essas pessoas tão queridas pra mais gente.” A publicação que une jornalismo, gastronomia, cultura, design e fotografia em um trabalho primoroso, foi apresentada em 2019 como TCC, sob orientação do professor Ildo Francisco Golfetto e co-orientação da professora Valentina da Silva Nunes.
O resultado final do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura Edição 2020 foi divulgado na última quinta-feira, 5 de novembro.
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UFSC na mídia: Antropóloga analisa mudança de postura em relação a denúncias de abuso sexual
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, a professora do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e presidente do Conselho Mundial de Associações Antropológicas, Carmen Rial, analisou a mudança de postura da sociedade e da imprensa em relação a denúncias de abuso sexual.
A publicação faz um comparativo entre dois casos: o primeiro ocorrido em 1987, quando quatro jogadores do Grêmio foram presos na Suíça devido a uma denúncia envolvendo uma vítima de 13 anos e depois recebidos como heróis na volta ao Brasil e defendidos por jornalistas; e a recente acusação contra o jogador Robinho, condenado em primeira instância na Itália por estupro coletivo, que teve suspenso seu contrato com o Santos após pressão de comentaristas, torcedores e patrocinadores.
A primeira situação foi registrada pelas antropólogas Carmen Rial e Miriam Pillar Grossi, ambas atualmente docentes da UFSC, em uma reportagem para o Mulherio, jornal feminista publicado nos anos 1980. Mais de três décadas depois, o texto viralizou em postagens no Facebook e em grupos de WhatsApp. Foi republicado em blogs e no site do Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem da UFSC. E, no último dia 31 de outubro, uma entrevista Carmen foi veiculada na Folha.
> Confira a entrevista completa da professora à Folha de S.Paulo
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Caso Mari Ferrer: Professoras da UFSC destacam importância de conduta ética no Direito
Uma nova onda de protestos sobre o desfecho do julgamento do empresário André Camargo Aranha, acusado de estuprar a influencer catarinense Mariana Ferrer, invadiu as redes sociais de todo o país nesta semana e levantou o debate sobre a postura ética no Direito.
Após reportagem do jornal Intercept, que divulga imagens da audiência, o assunto pautou discussões tanto pela alegação, por parte da defesa, de que não havia a intenção de estuprar, como também pela conduta dos advogados e magistrados. Para professoras e pesquisadoras de gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), os episódios relacionados ao processo evidenciam machismo, misoginia e desqualificação da conduta da mulher manifestados no sistema de Justiça.

Professora Grazielly Baggenstoss comenta lógica da discriminação à conduta das mulheres. Crédito: Apufsc
A professora de Direito da UFSC, Grazielly Alessandra Baggenstoss, destaca os marcadores sociais dos envolvidos, sendo o réu um homem branco, de uma determinada condição econômica, e a vítima, uma mulher. “São questões que vão fazer a diferença no tratamento recebido pelos envolvidos e é preciso ter esse pensamento jurídico crítico”, afirma.
Para ela, o advogado de defesa buscou a lógica da discriminação, sugerindo que a vítima estaria pedindo por uma atitude violenta, como se a violência fosse justificável. “É importante destacar que houve uma linha argumentativa muito sórdida de colocar a mulher em um parâmetro moralista discriminatório. É resgatada uma ideia dos séculos passados, da mulher honesta, que deve ter determinada conduta moral, o que tira o olhar de responsabilização do homem e a atenção do ato que foi praticado”.
A professora comenta ainda a postura dos demais profissionais na ocasião. “As imagens da audiência mostram de forma muito grave e violenta o tratamento à vítima, não só pela ação do advogado, mas também pela omissão do promotor de justiça, fortalecendo a tortura psicológica, em um desrespeito e humilhação inaceitáveis no sistema de Justiça”.

Uma das coordenadoras do IEG, Joana Pedro defende o investimento na formação dos profissionais do Direito. Crédito: Apufsc
Para a professora Joana Pedro, uma das coordenadoras do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC, o caso mostra como as mulheres que denunciam violências estão sendo desqualificadas, humilhadas, intimidadas amplificando ainda mais os efeitos psicológicos que essas ações terão sobre elas.
Segundo a professora, o caso faz parte de um contexto mais amplo, que reflete a sociedade muito masculina e que está reagindo aos poucos ganhos que as mulheres tiveram. “Neste momento de crise econômica, saíram do armário todos aqueles machistas, misóginos. O que está em disputa é quem vai ficar com os poucos bons empregos, quem vai se submeter para sobreviver”.
De acordo com a pesquisadora, é preciso investir em formação para evitar os retrocessos. “Nós precisamos de um corpo de advogadas e advogados que instruam melhor, que ajudem, que não deixem uma mulher ser humilhada. Precisamos de mais amparo, de melhor instrução para que não percam o medo de denunciar. Elas precisam ter coragem”, ressalta Joana Pedro.
> Acesse a íntegra da publicação no site da Apufsc
Texto: Imprensa Apufsc
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UFSC na mídia: Professor da Universidade alerta sobre exposição à Covid-19 no futebol amador

Reportagem aborda contaminação no futebol catarinense. Foto: Jefferson Alves/Brusque FC/Divulgação (Notícias do Dia)
O jornal Notícias do Dias publicou na última quinta-feira, 5 de novembro, a reportagem Covid-19 e Futebol: jogadores e comissões expostos à contaminação e problemas de saúde, de autoria de Maurício Frighetto. O texto destaca que 61 atletas profissionais de futebol foram contaminados pelo coronavírus até o momento no estado.
A matéria, no entanto, traz um alerta do professor Juliano Fernandes da Silva, membro do Núcleo de Pesquisa em Desenvolvimento do Futebol e do Futsal (NUPEDEFF) do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Juliano ressalta que deve-se prestar atenção também à modalidade amadora do esporte. “Geralmente são pessoas mais velhas, acima do peso e que já se enquadram muitas vezes no grupo de risco. Essa é uma questão bem delicada. Obviamente chama muito a atenção quando um clube está com um número de infectados alto. Mas identificou porque tem condição de testagem. E os quantos que não são testados?”, indaga.
> Clique AQUI para acessar a íntegra da reportagem
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NeuroTalks promove live para conversar sobre como traumas moldam a mente
O projeto NeuroTalks recebe, nesta quinta-feira, 5 de novembro, às 19h, a professora Isabela Lobo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para conversar sobre como traumas moldam a mente.Isabela Lobo possui graduação em Ciências Biológicas (UFF), onde realizou também mestrado e doutorado na área de Neurologia/Neurociências. É docente da UFRJ. Realiza pesquisas com ênfase em neurobiologia do medo e do estresse e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).
O NeuroTalks é um projeto que tem como objetivo trazer conteúdo de Neurociências em linguagem acessível. As transmissões ocorrem no canal do Youtube A culpa é do cérebro, do professor Andrei Mayer, do Departamento de Ciências Fisiológicas.
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