UFSC na mídia: Antropóloga analisa mudança de postura em relação a denúncias de abuso sexual

06/11/2020 09:57

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, a professora do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e presidente do Conselho Mundial de Associações Antropológicas, Carmen Rial, analisou a mudança de postura da sociedade e da imprensa em relação a denúncias de abuso sexual.

A publicação faz um comparativo entre dois casos: o primeiro ocorrido em 1987, quando quatro jogadores do Grêmio foram presos na Suíça devido a uma denúncia envolvendo uma vítima de 13 anos e depois recebidos como heróis na volta ao Brasil e defendidos por jornalistas; e a recente acusação contra o jogador Robinho, condenado em primeira instância na Itália por estupro coletivo, que teve suspenso seu contrato com o Santos após pressão de comentaristas, torcedores e patrocinadores.

A primeira situação foi registrada pelas antropólogas Carmen Rial e Miriam Pillar Grossi, ambas atualmente docentes da UFSC, em uma reportagem para o Mulherio, jornal feminista publicado nos anos 1980. Mais de três décadas depois, o texto viralizou em postagens no Facebook e em grupos de WhatsApp. Foi republicado em blogs e no site do Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem da UFSC. E, no último dia 31 de outubro, uma entrevista Carmen foi veiculada na Folha.

> Confira a entrevista completa da professora à Folha de S.Paulo

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