UFSC inaugura Centro de Cultura e Eventos

07/05/2004 17:21

Em construção há oito anos, o Centro de Convenções da UFSC será inaugurado no próximo Domingo, 9/05, às 19h. A obra irá abrigar um auditório com capacidade para 1400 lugares, agência do banco Santander, a livraria da FEESC, uma agência de viagens e uma praça de alimentação com quatro módulos, que poderão ser transformados em lanchonetes, restaurantes ou cafés. A inauguração acontece durante a cerimônia de transmissão de cargo do atual Reitor, Rodolfo Pinto da Luz, para Lúcio Botelho.

O espaço será utilizado para eventos da universidade como formaturas, seminários e congressos, e também para eventos externos à universidade. A intenção é proporcionar um espaço adequado para a realização de formaturas sem custo nenhum para os alunos.

O projeto do Centro de Convenções foi feito em 1995 ainda na gestão do reitor Antônio Diomário de Queiroz. Na época a obra chegou a ser iniciada, mas logo foi interrompida por falta de recursos financeiros. Quando o reitor Rodolfo Pinto da Luz assumiu, em 1996, fez-se um esforço para captar recursos junto ao Ministério da Educação, mas não se obteve nenhum resultado.

Já em 2000, uma comissão foi criada para buscar alternativas. Algumas alterações foram feitas no projeto original. O andar térreo por exemplo, onde era prevista a instalação de salas de artes, agora vai ser ocupado por uma área comercial. “A implantação dessa área comercial possibilitou a capitação de recursos para a continuação da obra”, explica o coordenador da Central de Eventos, Luis Roberto Barbosa.

Através de licitações públicas, a universidade fechou contrato com o Banco Santander, que pagou aproximadamente um milhão e 500 mil reais pelo aluguel do espaço no período de 15 anos. Pelo mesmo período a Livraria Feesc fechou contrato com a universidade 350 mil reais. Assim, por 15 anos os comerciantes vão pagar mensalmente apenas a taxa de condomínio, que ainda não foi calculada. Ainda estão abertas licitações para concorrência pelo espaço da agência de viagens, de dois boxes alimentícios, uma loja de fotografia, e um ponto de cachorro quente.

Jornalismo da UFSC oferece curso para a terceira idade

06/05/2004 18:28

O Departamento de Jornalismo da UFSC, em parceria com o Núcleo de Estudos da Terceira Idade – Neti -, apresenta oficialmente no próximo dia 19, às 15 horas, no Hall da Reitoria, Campus Universitário, o para Colaboradores de Imprensa de Terceira Idade, inédito no Brasil.

Nele, os alunos, todos de terceira idade, aprenderão técnicas básicas de redação e de entrevista, o que os habilitará a participarem como colaboradores em periódicos dirigidos a este segmento.

Na ocasião, será distribuída a edição piloto do jornal Vida Nova, publicação dirigida à terceira idade e que é resultado também de um projeto de extensão do Curso de Jornalismo e da ONG NAIPI (Núcleo de Apoio Integrado Pró-Iguaçu).

O jornal, além de preencher um espaço necessário para o debate das questões específicas deste público, tem ainda como objetivo fazer com que os idosos falem por eles mesmos. Para isto, serão aproveitados os alunos do curso para Colaboradores de Imprensa de Terceira Idade.

Será apresentada também a revista “Cadernos da Ilha”, edição número 2, que fala do lendário Caminho do Peabiru, uma via construída pelos povos pré-colombianos que ligava o Pacífico ao Atlântico. Esta revista também é resultado de um projeto de extensão do Departamento

de Jornalismo da UFSC e da ONG NAIPI.

Para maiores informações, contatar o Prof. Henrique Finco, Departamento de Jornalismo da UFSC – fone (48) 331 90 84, e-mail: vidanovajornal@yahoo.com.br

Professor da UFSC é ágraciado com o grau de Comendador da Ordem do Mérito Cartográfico

06/05/2004 18:16

O professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Carlos Loch, será agraciado nesta quinta-feira, dia 6, com o grau de Comendador da Ordem do Mérito Cartográfico. O título é concedido pela Sociedade Brasileira de Cartografia em comemoração ao dia do profissional da área. A

cerimônia será realizada no Rio de Janeiro.

Loch já foi homenageado com a Ordem de Cavalheiro, em 1994, e de Oficial, em 1998.

Com o novo título ele está em segundo lugar na hierarquia do Mérito Cartográfico. O professor recebeu ainda outros reconhecimentos, tais como o Prêmio Ricardo Franco e a nomeação para constituir a Comissão Geodésica Alemã. “É um reconhecimento para nossa instituição (UFSC) e para o Departamento de Engenharia Civil”, orgulha-se. O professor acredita que o grupo de pesquisas em Cadastro Técnico Multifinalitário vem fazendo um trabalho muito bom para o país. Internacionalmente, Loch também é conhecido – é o único latino-americano a participar da Comissão Geodésica Alemã,país com o qual realiza alguns trabalhos.

Um dos trabalhos mais reconhecidos de Carlos Loch deve ser finalizado ainda esse ano. Trata-se do Plano Diretor que tem o município de São José como referência e que segue o Estatuto da Cidade. O empenho rendeu-lhe, inclusive, um convite para expor no Ministério das Cidades.

Fonte: Núcleo de Comunicação do CTC/ por Amanda Miranda

“Refazendo ganha 1º Concurso Fotográfico do CTC

06/05/2004 18:08

A fotografia “Refazendo”, que retrata um processo de soldagem, foi considerada a imagem mais expressiva entre as 98 inscritas no 1º Concurso Fotográfico do CTC, escolhida na tarde de segunda-feira, dia 3 de maio.

A comissão julgadora composta pelos fotógrafos Olívio Lamas, Marco Cezar, Ivan Giacomelli e Victor Carlson julgou que a fotografia do estudante do curso de Geografia André Tomasini foi a que melhor atendeu os critérios propostos – adequação ao tema, alta qualidade técnica e estética. Na opinião dos profissionais, André venceu porque integrou na composição movimento, harmonia de cor e informação sobre tecnologia.

Na categoria Imagem Digital, a vencedora foi “A energia que vem do Sol II”, do aluno do curso de Engenharia Mecânica Felipe Cleber Amaral. Em Foto Colorida, a escolhida foi “Entre o sol e a sociedade”, do aluno do curso de Jornalismo Fernando Angioletto. As menções honrosas ficaram com “A nova Baía Sul”, de Juliana Debei Herling, aluna do curso de Jornalismo e “Placa Mãe”, de André Tomasini (categoria Foto Digital). “UFSC – Unindo Forças”,

do servidor técnico-administrativo Nilton Cezar Pereira e “Horizonte Tecnológico” de Fernando Angioletto foram as agraciadas com a menção na categoria Foto Colorida.

O primeiro lugar receberá R$ 2 mil e a primeira colocada de cada categoria, R$ 500. Além das cinco fotos citadas, outras 15 vão compor uma exposição itinerante, que será organizada na UFSC pelo Núcleo de Comunicação do CTC, ainda este ano. A cerimônia de premiação está prevista para o final de maio, na ocasião do lançamento da

revista do CTC Tecnologia & Sociedade, que estampará a foto de André Tomasini na capa. O demais trabalhos serão publicados nas seções da revista.

Enquadramento, luminosidade e foco são alguns dos quesitos técnicos necessários para uma boa fotografia. Mas não bastam para que uma imagem seja expressiva. É onde entra a imaginação do autor em relacionar um cenário com a temática, no caso, os alcances e impactos sociais da tecnologia a partir das pesquisas e projetos do

Centro Tecnológico. Ao se abrir o leque, a criatividade conta pontos para que alguns dos registros clicados pelos trinta e dois inscritos se sobressaíssem. Olívio Lamas, que acumula no currículo um prêmio Esso e um Wladmir Herzog, afirma que existem pessoas com facilidade nata para perceber boas fotos. Mas a perspicácia e o faro são

habilidades que podem ser desenvolvidas com a prática. Lamas ressaltou que os objetivos do fotojornalismo, que preza pelo potencial informativo da imagem, são diferentes daqueles envolvidos na atividade de fotografar festas, por exemplo. O professor do Curso de Jornalismo da UFSC Ivan Giacomelli comenta que “algumas fotos tinham uma boa idéia, mas foram mal conduzidas pelo fotógrafo”.

Momentos antes do início do julgamento, o diretor do CTC, professor Ariovaldo Bolzan falou sobre a importância da iniciativa para a Universidade e para a comunidade. “A sociedade às vezes tem dificuldade em perceber a integração social do trabalho realizado no CTC, o concurso ajuda a cumprir este papel”. Carla Cabral,

coordenadora do Núcleo de Comunicação e organizadora do Concurso, salienta que a importância da promoção é levar ao conhecimento da sociedade outros ângulos do CTC e do desenvolvimento das tecnologias, que muitas vezes passam despercebidos no dia-a-dia.

Quando a divulgação combina tecnologia e arte, o objetivo é alcançado com ainda mais plenitude. “A arte tem esse poder, de mexer com a sensibilidade das pessoas.”

Fonte: Núcleo de Comunicação do CTC/ Marcela Campos

para mais informações acesse www.ctc.ufsc.br

Editora da UFSC é destaque na Feira de Rua do Livro de Florianópolis

06/05/2004 11:21

Depois de participar da 18ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, onde se destacou entre as editoras universitárias, a Editora da UFSC oferece os seus melhores títulos na Feira de Rua do Livro de Florianópolis, de 5 a 15 de maio, das 10 às 21 horas, no Largo da Alfândega no centro da cidade. A EdUFSC levou mais de três mil livros, a maioria deles com seu selo. Além de obras publicadas ao longo de seus 24 anos de existência, mostrará os últimos lançamentos e fará a divulgação das 14 revistas que edita.

Os títulos próprios serão vendidos com desconto de até 30 por cento. As obras selecionadas de outras editoras universitárias saem 10 por cento abaixo do preço de capa. A idéia, segundo o diretor da EdUFSC, Alcides Buss, é estimular cada vez mais o hábito de leitura. “Os eventos servem para vender, mas principalmente para a promoção e divulgação do livro e da própria EdUFSC”, assinala.

A EdUFSC ocupa dois estandes (50 A e 51 A). No local lançará no dia 11, a partir das 17 horas, o novo livro do sociólogo Agripa Faria Alexandre, intitulado Políticas de resolução de conflitos socioambientais no Brasil, publicado em co-edição com a Editora da Furb (Edifurb).

O esquema de participação será o mesmo montado para a Bienal. Serão oferecidos livros de todas as Séries e Coleções da EdUFSC, incluindo as 14 revistas que publica. Destacam-se as Séries Geral, Didática, Enfermagem e Nutrição. Entre as novidades está a Coleção Rebento, destinada principalmente às escolas.

Coral da UFSC tem nova regente e abre inscrições para novos cantores

05/05/2004 19:14

Desde esta quarta-feira, dia 05 de maio, o Coral da UFSC passa a ter como regente Miriam Moritz, recém contratada para o cargo após ter sido a primeira colocada no concurso público realizado recentemente pela Universidade.

Com acontece em todo inicio de ano, o coral está recebendo novos candidatos interessados em participar do grupo. O Coral da UFSC é aberto à comunidade universitária e à comunidade em geral.

Em 40 anos de vida, completados em janeiro de 2003, e com expressiva atuação no movimento coral catarinense e brasileiro, o Coral da UFSC já gravou 7 discos LPs e 3 CDs; apresentou oratórios e gravou

especiais para a televisão; atuou como coral piloto incentivando a criação de dezenas de corais no Estado; realizou mais de 1500 concertos de extensão universitária. Já se apresentou em inúmeras cidades de todas as regiões de Santa Catarina e nas principais capitais do Sul do Brasil e em cidades de seis países, quando

da sua tournèe européia em 1994. O Coral possui um banco com centenas de partituras para consultas da comunidade.

Coralistas da UFSC com a regente Severina Borges

Coralistas da UFSC com a regente Severina Borges



Já passaram pelo Coral da UFSC mais de 2300 cantores. O coral está aberto a cantores interessados tanto da Universidade, quanto da comunidade externa. Tradicionalmente, desde 1977, os ensaios acontecem

sempre às terças e quintas-feiras, das 8 às 10 horas da noite, na Igrejinha da UFSC, antiga igrejinha da Trindade. Os interessados em cantar no coral da Universidade devem ligar para 331-9348 e 331-9447.

A REGENTE MIRIAM MORITZ, POR ELA PRÓPRIA

Quando iniciei meus estudos de piano, aos 10 anos, nunca imaginara que estaria dando início a uma grande trajetória musical. Foi aí que eu, Miriam Santos, conhecida por Miriam Moritz, pois uso o sobrenome da mãe para continuar eternizando a musicalidade da família, iniciei meus estudos musicais. Nunca mais parei, cantei no Colégio Coração de Jesus, me formei em música pela UDESC em 1987, aos 21 anos, onde estudei flauta transversa, canto e canto coral na faculdade. Comecei, então, a trabalhar como auxiliar de regência no mesmo colégio onde estudara. Aos 23 anos decidi mudar minha vida e rumei em direção ao além mar, passando quase 5 anos tocando os mais variados tipos de música, na flauta transversa e percussão, em diversas casas localizadas em Portugal e Espanha. Com saudades, retornei a lecionar em minha cidade querida, Florianópolis. Continuei fazendo cursos e participando de congressos e fui lecionar na Escola Dinâmica, onde dava aulas para quase 500 alunos. Na escola de Música Compasso Aberto, lecionei percepção e teoria, flauta transversa, flauta-doce, canto, musicalização infantil, violão, percussão e formei três

grupos vocais com os seguintes nomes: Entrando no Compasso, de crianças, Língua Solta, de adolescentes e Boca Chiusa, de adultos. No ano de 2003 fui professora substituta do curso de licenciatura em música da UDESC nas disciplinas de canto coral e regência, e lecionei na UNIPLAC, até este ano, as disciplinas de regência, canto coral e prática artística. Em 2003 finalizei meu curso de pós-graduação em musicoterapia pela UNISUL. Também em parceria com a Hélio Amaral Escola de Música coordeno as oficinas de música da Casa de Cultura Estácio de Sá, e continuo lecionando canto, flauta transversa e ensaiando com o Grupo Vocal Boca Chiusa, músicas, basicamente do repertório brasileiro, que considero riquíssimo.

Hoje, estou muito feliz, com o que a música vem me proporcionado ao longo destes 27 anos de estudos musicais e 17 anos de profissionalização. Mais ainda, por estar podendo, junto com os cantores da UFSC, continuar esta minha caminhada. Já está comprovado cientificamente os inúmeros benefícios adquiridos ao

se fazer música, ao cantar, além daqueles que conseguimos sentir quando deliciosamente deixamos que notas soem de dentro de nossos corpos interagindo com outros que estão ouvindo.

Parabéns pela UFSC, por manter viva esta parcela tão importante da cultura brasileira, que é o cantor. Os interessados em “cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz” (Gonzaguinha), devem se dirigir ao DAC, pois já iniciaram as seleções dos candidatos.

Miriam Moritz

Miriam Moritz  e coral da orquestra Carlos Gomes/Blumenau

Miriam Moritz e coral da orquestra Carlos Gomes/Blumenau

O Coral da UFSC faz parte do DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC.

SERVIÇO:

O QUE: Abertas inscrições para cantores do Coral da UFSC, com nova regente

QUANDO: Até final de maio

ONDE: Coral da UFSC – Igrejinha da UFSC, praça Santos Dumont, na Trindade

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade

CONTATO: Departamento Artístico Cultural da UFSC: 331-9348 e 331-9447

Fonte: DAC-PRCE-UFSC

UFSC participa da produção do longa “Diário de um Novo Mundo”

05/05/2004 19:04

foto Rodrigo/Agência Assmann

foto Rodrigo/Agência Assmann

A UFSC está participando da produção do longa-metragem “Diário de um Novo Mundo” que está sendo gravado durante esta semana em Florianópolis. O filme do cineasta Paulo Nascimento é uma co-produção entre Brasil, Argentina, Uruguai e Portugal e conta a história da imigração açoriana na América do Sul. Os atores Edson Celulari e Daniela Escobar são os protagonistas da trama, que também reúne atores da Argentina, Uruguai, Espanha, Portugal e Itália.

A UFSC participa da produção através do Departamento de Apoio à Extensão (Daex) e do Laboratório de Ensino a Distância (LED). O Daex cedeu as locações na Fortaleza de Anhatomirim e emprestou uma lancha e pessoal de apoio em terra e na Ilha. O LED cedeu sala para produção, estúdios para seleção de elenco e ensaios, telefone e tempo parcial de dois servidores: Alexandre Pinho e Fernando Jose Spanhol.

Depois das cidades gaúchas de Porto Alegre, São Leopoldo, Rio Pardo e Chuí, as gravações em Santa Catarina são as últimas na etapa de produção do filme. As locações na Capital são a Fortaleza de Anhatomirim, a Praia da Daniela e a Igreja de Santo Antônio de Lisboa. Nas gravações em Florianópolis, participam mais de cem figurantes catarinenses que foram selecionados em março pelo LED.

O filme é uma adaptação do romance do escritor gaúcho Luiz Antônio de Assis Brasil “Um Quarto de Légua em Quadro”. A história narra o romance vivido por Gaspar de Fróis (Edson Celulari) e Dona Maira (Daniela Escobar). Gaspar de Fróis é um médico que chega ao Brasil em 1765 a bordo de um galeão com um grupo de imigrantes açorianos e se apaixona por Dona Maria, a esposa de um militar português. Na época, Espanha e Portugal viviam os conflitos pela posse das terras que hoje pertencem a Brasil, Uruguai e Argentina.

Em entrevista coletiva realizada na manhã de terça-feira (4), Edson Celulari disse que estava bastante gratificado em voltar a fazer cinema num momento em que o cinema nacional está em expansão. “Fiquei surpreso ao ver a qualidade técnica e o profissionalismo que existem no cinema nacional. O Paulo (Nascimento), por exemplo, tem tanta certeza do que quer, que ninguém diz que ele está fazendo seu primeiro longa”, conta o ator. Já Paulo Nascimento disse que as gravações estão sendo feitas num ritmo mais rápido do que o esperado, e que o filme estará pronto em agosto.

Autor de diversos curta-metragens, Nascimento começou sua carreira na publicidade. Já produziu e dirigiu mais de cem filmes publicitários, entre eles um rodado nos EUA. Para fazer o seu primeiro longa-metragem, ele conseguiu financiamento através de um prêmio do governo do Rio Grande do Sul, além de outros prêmios conquistados no exterior. Em Santa Catarina, além da UFSC, o longa está recebendo o apoio das prefeituras de Florianópolis, São José, Palhoça e Governador Celso Ramos.

Por Gutieres Baron/bolsista de jornalismo da Agecom

Laboratório da UFSC realiza soltura de juvenis de peixe ameaçado de extinção

05/05/2004 18:20

Nesta quinta, dia 6 de maio, o LAPAD – Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixes de Água Doce – do Centro de Ciências Agrárias

da Universidade Federal de Santa Catarina, estará realizando a soltura da piracanjuba, espécie nativa da bacia do rio Uruguai que

se encontra ameaçada de extinção de acordo com a Lista Vermelha da Fauna Ameaçada de Extinção no Rio Grande do Sul.

O evento comemora o sucesso da reprodução em cativeiro deste peixe nobre da bacia. A desova foi efetuada mediante a reprodução

induzida, na Estação de Piscicultura de São Carlos, São Carlos, SC em janeiro deste ano.

A soltura será realizada nos dias 6 e 7 de maio de 2004, quando 3000 juvenis de piracanjuba marcados serão liberados em três locais na área de abrangência do reservatório de Itá, sendo eles Marcelino Ramos (RS), Itá (SC) e Concórdia (SC).

Este evento que espera avaliar a capacidade do ambiente em receber a espécie, conta com a participação dos consórcios de Itá e Machadinho, os quais são responsáveis pela gerência das Usinas Hidrelétricas de Itá e Machadinho e da Universidade Comunitária Regional de Chapecó (Unochapecó).

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação presta homenagem aos Professores que dirigiram a área nos últimos 25 anos

05/05/2004 11:49

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFSC homenageou, nesta terça-feira, 04 de maio, os dez Pró-Reitores da área, criada em 1979. Todos os ex-Pró-Reitores estiveram presentes e receberam do Reitor Rodolfo Joaquim Pinto da Luz um brasão da Universidade, pelos relevantes serviços prestados ao logo do últimos 25 anos. A servidora técnica-administrativa , Zelanda Maria de Espíndola, que trabalha desde a criação da PRPG, também recebeu uma placa de reconhecimento do atual Pró-Reitor, Professor Álvaro Prata.

foto Paulo Noronha

foto Paulo Noronha



Foram homenageados: Paulino Vandresen (1979/1980); Sílvio Coelho dos Santos (1980/1984 e 1984/1986); Hamilton Savi (maio a novembro de 1984 e 1984/1986); Bruno Rodolfo Schlemper Júnior (1986/1988); Antônio Diomário de Queiroz (1986/1988); Luiz Rodney Mello (maio a dezembro de 1988); Abelardo Alves de Queiroz (1988/1989 e 1989/ 1992); César Zucco (1992/1996); Renato Carlson (1996/1998) e João Pedro Assumpção Bastos (1998/2000).

O Reitor Rodolfo Joaquim Pinto da Luz disse na solenidade que cada um dos professores, servidores técnico-administrativos e estudantes que viveram a Pós-Graduação neste período, é responsável pelo reconhecimento que a UFSC alcançou ao longo de sua existência na área de Pesquisa e Pós-Graduação. E comemorou a informação do Professor Álvaro Prata, de que a UFSC alcançou nesta data a criação do seu 50º programa de Pós-Graduação.

UFSC e Sebrae-SC assinam protocolo de cooperação técnica, científica, cultural e administrativa

05/05/2004 10:48

O Reitor da UFSC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, e o Diretor Superintendente do Sebrae-SC, Carlos Guilherme Zigelli, assinaram nesta terça-feira, 4, um Protocolo de Cooperação para incentivar o intercâmbio técnico, científico, cultural e administrativo entre as duas instituições.

Pelo convênio, serão desenvolvidas atividades de pesquisa, desenvolvimento, formação e treinamento de recursos humanos, além da absorção e transferência de conhecimentos. Para cada ação específica será formalizado um contrato que irá prever as necessidades de cada atividade. O protocolo tem duração de cinco anos.

O Diretor Superintendente do Sebrae-SC, Carlos Guilherme Zigelli, afirmou que o ato é a realização de um sonho da entidade, que precisa de um parceiro estratégico em sintonia e de grande reconhecimento, como é o caso da UFSC.

Já o Reitor disse que a parceria permitirá ainda mais a aproximação entre o Sebrae e a universidade, no sentido de consolidar a formação de estudantes com espírito empreendedor, capazes de gerar ainda mais empregos e renda. E que “a relação entre as entidades poderá buscar o que todos pretendemos: ajudar a melhorar as condições de desenvolvimento do país”.

Conselho Universitário homenageia Dra Zilda Arns e Professora Leda Scheibe

05/05/2004 10:32

O Conselho Universitário da UFSC concedeu, na noite desta terça-feira, 04, dois títulos de Dignidade Acadêmica. O primeiro foi entregue à Professora Leda Scheibe, que ingressou na UFSC em 1967 e aposentou-se em 1997, tendo tido, entre outras funções, a de Diretora do Centro de Ciências da Educação.

Em seu discurso, a agora Professora Emérita Leda Scheibe, destacou sua trajetória na UFSC, sempre voltada à defesa da educação, da liberdade, da busca de uma formação completa dos educadores.

O segundo título, o de Doutor Honoris Causa, foi entregue à Médica Pediatra e Sanitarista Zilda Arns Neumann, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança. Nascida em Forquilinha, SC, a Dra Zilda reiterou no seu discurso a importância da solidariedade, da dedicação às pessoas e da fé em Deus, heranças dos pais que procura levar às comunidades que atende. Destacou também o importante papel da UFSC como agente de aproximação com a sociedade.

Dra Zilda Arns - foto Paulo Noronha

Dra Zilda Arns - foto Paulo Noronha

O Reitor Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, ao saudar as homenageadas, lembrou o fato de a universidade estar reconhecendo os relevantes serviços prestados por duas mulheres que, ao longo de sua vida defenderam ardorosamente duas das mais significativas áreas do conhecimento: a educação e a saúde.

Professor da UFSC lança livro sobre Transferência de Calor e Mecânica dos fluidos computacional

04/05/2004 18:09

O professor Clovis Maliska, do departamento de Engenharia Mecânica, lança seu livro nesta sexta-feira, dia 7, às 17h, no hall da Reitoria.

O autor é professor titular do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina, engenheiro mecânico e mestre em ciências pela mesma universidade. Obteve seu doutorado em 1981 pela Universidade de Waterloo, Canadá, um importante centro mundial na área de desenvolvimento de metodologias para simulação numérica de escoamentos. É fundador e coordenador do Laboratório de Simulação Numérica em Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor-SINMEC da UFSC, com atuação intensa no ensino, pesquisa e em atividades de extensão na área de simulação com um grande número de empresas.

Saiba mais:

Os avanços dos métodos numéricos, juntamente com o espetacular crescimento dos computadores, está permitindo que problemas de escoamentos de fluidos com transferência de calor e de massa, turbulentos e multifásicos já possam resolvidos com facilidade, integrando as ferramentas de Mecânica dos Fluidos Computacional aos procedimentos de projetos e análise de escoamentos nas mais diversas áreas, como aerodinâmica, automotiva, ambiental, petrolífera, química, entre outras.

Este texto apresenta o método dos volumes finitos, técnica numérica tradicional e largamente empregada na solução de problemas de escoamentos de fluidos. A primeira parte dedica-se aos fundamentos do método em coordenadas cartesianas, enquanto que a segunda estende a metodologia para malhas estruturadas e não-estruturadas. Nesta segunda edição praticamente todos os capítulos receberam melhorias, com muitas novidades sobre malhas não-estruturadas. O texto é preparado com os assuntos sendo tratados de forma gradativa e didática, adequado, portanto, para ser usado como livro-texto em cursos de CFD na graduação e na pós-graduação. Por tratar-se de uma metodologia empregada nos mais importantes pacotes comerciais da área, é um texto indispensável também ao engenheiro envolvido com a simulação numérica de escoamentos.

Fonte: Professor Clovis R Maliska/ departamento de engenharia mecância da UFSC

UFSC convoca a sétima chamada do Vestibular 2004

04/05/2004 17:01

A Universidade Federal de Santa Catarina convoca os nove candidatos abaixo relacionados, habilitados no processo seletivo 2004 para se matricularem para o segundo semestre de 2004 até o dia sete de maio.

Engenharia Elétrica – Rafael Marrega Rezende

Engenharia Sanitária e Ambiental – Abel Alan Marcarini

Engenharia de Produção Elétrica – Elton de Souza

Engenharia Química- Rodrigo Guardini Miyake

Betina Cavinatto

Adriano Fernandes Zeferino

Engenharia de Controle e Automação Industrial – Leandro Pazzetto Arruda

Engenharia de Materiais – Rafael Raposo Silva

Ana Carolina Vicenzi Franco

Para acessar a lista completa com detalhes visite o site do DAE e confira em chamada de calouros

www.dae.ufsc.br

Palestra informativa sobre Bolsas de Estudo no Japão nesta quarta-feira na UFSC

04/05/2004 16:39

Ayako Kamijo, assessora cultural do consulado, em Porto Alegre, conversa com os interessados, no auditório do CSE a partir das 14h30min.

O Consulado Geral do Japão em Porto Alegre estará recebendo inscrições para bolsas de estudo no nos níveis de GRADUAÇÃO, PÓS-GRADUAÇÃO – Especialização em diversas áreas, CURSO ROFISSIONALIZANTE E CURSO TÉCNICO SUPERIOR nas áreas de arquitetura, engenharia e naval, oferecidas pelo Ministério da Educação no Japão.

As bolsas consistem em:

– Passagem aérea ida e volta ao Japão

– Ajuda de custo mensal para estadia e alimentação

– Isenção de taxas escolares

Nível GRADUAÇÃO, CURSO TÉCNICO SUPERIOR E PROFISSIONALIZANTE:

1. Nacionalidade brasileira;

2. Idade entre 17 e 22 anos incompletos em abril de 2005 (data de nascimento entre 02 de abril 1983 a 01 de abril de 1988;

3. Ensino médio completo;

4. Sólidos conhecimentos em inglês ou japonês;

5. Não estar seguindo carreira militar.

Nível PÓS-GRADUAÇÃO – ESPECIALIZAÇÃO

1. Nacionalidade brasileira (não pode ter dupla cidadania japonesa/brasileira);

2. Idade: menos de 35 anos em abril de 2005 (data de nascimento em ou após 02 de abril de 1970);

3. Formados ou formandos em curso superior;

4. Conhecimentos sólidos de inglês ou japonês (em determinados cursos da área de humanas é exigido o domínio da língua japonesa);

5. Não estar seguindo carreira militar

6. Ter carta de aceitação de uma universidade japonesa (ver site http://www.aiej.or.jp).

Maiores informações: Consulado Geral do Japão: cjpoa@terra.com.br (A/C Setor Cultural)

Promoção da Palestra: Escritório de Assuntos Internacionais da UFSC/ESAI Tel: 331 8225

Conto de Fadas do Império Inca novamente em cartaz no Teatro da UFSC

30/04/2004 16:14

Neste fim de semana, sábado e domingo, dias 1º e 2 de maio, às 16 horas, a peça teatral infantil O Lago do Fim do Mundo, com o Grupo Conta-Contos, estará novamente em cartaz no Teatro da UFSC. A peça

baseia-se em um conto de fadas do tempo do Império Inca. Os ingressos custam R$ 10,00 e R$ 5,00.

O LAGO DO FIM DO MUNDO é um conto de fadas da tradição oral da América Andina.

A peça baseia-se num conto de fadas do tempo do Império Inca, que o grupo Conta-Contos registrou recentemente em um CD, que obteve o apoio da lei de incentivo à Cultura, da Fundação Catarinense de

Cultura.

Conta a história que o filho do Imperador Inca havia nascido doente e que todos os médicos e curandeiros já haviam sido chamados, mas nenhum conseguindo curá-lo. Um dia o Imperador vai até uma caverna onde um fogo sagrado fica aceso dia e noite e lá pede ajuda. Ele então escuta uma voz que diz que seu filho devia beber da água mágica do lago do fim do mundo, e a notícia se espalha pelas montanhas… Muitos guerreiros corajoso vão em busca deste lago, mas nenhum o encontra. Um dia a notícia chega a um vale onde vive uma

família de lhamas… E a menina Sumac parte em busca da água do lago mágico , atravessando os altos desafios da montanha e da solidão.

Na peça, a música é tocada ao vivo e mostra diversos instrumentos da cultura da América do Sul. Como o charango, a quena, zampoña, a trutruca, o ronroco, a harpa, o moxeño e outros.

Em cena, a narração cuidadosa nos remete ao Império Inca e seus mitos. Dança, movimento, personagem e bonecos embelezam o espetáculo. E o cenário é um grande painel de montanhas, a perder de vista.

Desde 1990, o Conta–Contos vem se dedicando à arte, à música e à narração de histórias, entendidos como estimuladores da imaginação infantil, e, hoje é reconhecido na cidade como uma referência de

qualidade na produção cultural para crianças.

O CD “ O Lago do Fim do Mundo” pretende ampliar o trabalho de educação artística que o grupo vem fazendo há mais de doze anos na região de Florianópolis.

A direção musical é de Polo Cabrera, músico chileno radicado há mais de treze anos em Florianópolis, que já gravou como nomes como Milton Nascimento, Ney Matogrosso e Mercedes Soza. A direção de texto é de Gilka Girardello, professora da UFSC com doutorado na área de Produção para Crianças, com mais de 20 anos de pesquisa no campo das histórias infantis.

Fonta: DAC/PRCE/UFSC

Andifes prepara documento final sobre a contribuição para a Reforma Universitária

30/04/2004 15:59

Depois de encerrar a série de Seminários sobre a Reforma Universitária, em Goiânia, a Andifes reúne o seu Conselho Pleno em um encontro na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, entre os dias 02 e 04 de maio. A abertura da reunião será realizada pela presidente da Andifes, reitora Wrana Panizzi, no domingo (02), às 20h.

Na segunda-feira, a partir das 08h30, a Andifes apresentará e debaterá com os dirigentes a minuta do documento com a contribuição para a Reforma Universitária, a partir dos relatórios produzidos em cada seminário temático realizado entre os meses de fevereiro e abril, nas cinco regiões do País.

À tarde, será instalada uma mesa redonda com a presença dos ex-presidentes da Andifes para debater a Reforma Universitária e resgatar os principais temas que pautaram as interlocuções da Andifes com as autoridades, comunidades acadêmicas e sociedade em geral, desde a sua fundação, em 1989.

Até o final do encontro, na terça-feira, com encerramento previsto para às 13h, o Conselho Pleno vai deliberar sobre a contribuição da Andifes para a Reforma Universitária, elaborando o documento final que será divulgado ainda na primeira quinzena de maio.

A reunião do Conselho Pleno também definirá a data da eleição da Diretoria Executiva da Andifes.

Ex-presidentes

A Andifes, presidida pela reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Wrana Panizzi, completou 15 anos no último dia 23 de abril. Desde a sua criação, em 1989, a Andifes atua como a representante oficial das 54 instituições federais de ensino superior (IFES) na interlocução com o governo federal, com as associações de professores, de técnico-administrativos, de estudantes e com a sociedade em geral.

Doze presidentes já estiveram à frente da Andifes: Vanessa Guimarães Pinto, ex-reitora da UFMG e ex-secretária de Educação Superior do MEC; Nelson Maculan, ex-reitor da UFRJ e atual secretário de Educação Superior do MEC; Newton Lima Neto, ex-reitor da UFSCar; Antônio Diomário de Queiroz, ex-reitor da UFSC; Odilon Antônio Marcuzzo do Canto, ex-reitor da UFSM; Tomaz Aroldo da Mota Santos, ex-reitor da UFMG; José Ivonildo do Rêgo, reitor da UFRN; Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, reitor da UFSC; Emídio Cantídio de Oliveira Filho, ex-reitor da UFRPE; Carlos Roberto Antunes dos Santos, ex-reitor da UFPR e ex-secretário de Educação Superior do MEC, na gestão do ex-ministro Cristovam Buarque; Mozart Neves Ramos, ex-reitor da UFPE; Paulo Speller, reitor da UFMT.

Informações: Assessoria da Andifes

Núcleo do Departamento de Arquitetura da UFSC elabora metodologia para estudo de impacto de vizinhança

30/04/2004 15:38

O Departamento de Arquitetura da UFSC, através do Núcleo de Investigação em Morfologia e Configuração em Arquitetura e Urbanismo, Projeto & Pesquisa (NUCOMO P&P/ARQ) acaba de receber recursos do Funpesquisa. O projeto prevê estudos de impacto de vizinhança dos três shoppings previstos para Florianópolis: no Itacorubi, Saco Grande e Santa Mônica – que poderão contribuir para a elaboração de metodologia para a realização de Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV) previstos no Estatuto da Cidade.

Embora a pesquisa seja de um ano, o estudo buscará realizar o levantamento dos contextos urbanos e simulação tri-dimensional do antes, o durante e o depois das construções dos shoppings permitindo identificar alguns impactos positivos e negativos a curto, médio e longo prazo.

O NUCOMO é coordenado, desde 2002, pelas professoras Lisete Assen de Oliveira e Gilcéia Pesce do Amaral e Silva e possui ainda a participação dos bolsistas Hermínia Machry, Gisela de Souza, Vicente Maspolini, Alice Viana e Anelise Macari.

O objetivo do grupo é realizar pesquisas que investiguem o impacto da criação de novos lugares e atividades, com base nos tópicos de avaliação do EIV, descritos no Estatuto da Cidade. A partir dos trabalhos será possível criar uma metodologia que capacite os técnicos de prefeituras e de outros órgãos competentes a avaliarem com eficiência o EIV.

Os membros do núcleo já têm experiência na realização de Estudos de Impacto Ambiental (EIV) o da duplicação da SC – 401, de implantação de loteamentos e condomínios e da criação de parques tecnológicos.

A abordagem da pesquisa estará baseada em três critérios de avaliação de impactos: legibilidade, legitimidade e eficiência.

A legibilidade é a clara leitura da paisagem urbana que, se existente, colabora com a qualidade de vida de uma cidade ao propiciar orientação e identificação aos moradores e visitantes, o que facilita uma melhor apropriação dos espaços urbanos.

Já a legitimidade dos impactos positivos e negativos vai depender dos acordos formais ou informais existentes entre os atores sociais que vão interferir decisivamente nas propostas de mudanças dos empreendimentos e atividades urbanas.

Por último, a eficiência deverá ponderar, com base nas constantes mudanças dos padrões de legibilidade e legitimidade dos empreendimentos, a relação custo-benefício sobre a qualidade de vida para população atingida.

SAIBA MAIS

Passos acelerados nas calçadas, buzinas estridentes em meio ao trânsito de veículos, bueiros transbordando de água e lixo com a queda das chuvas. Esses são os reflexos do crescimento urbano acelerado da ilha de Florianópolis, como do resto do país.

O governo federal, reconhecendo que a Reforma Urbana é tão necessária como a Reforma Agrária sancionou em Julho de 2001, a Lei Federal 10.257 denominada Estatuto da Cidade. A lei regulamenta de certa forma o artigo 180 da Constituição Federal quanto à “função social da propriedade privada” estabelecendo normas a que as propriedades urbanas estão sujeitas em prol desta função social, da segurança e do bem-estar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambiental.

No artigo 36, 37 e 38 da mesma lei está previsto o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Este prevê que leis municipais irão definir quais empreendimentos e atividades privadas e públicas em áreas urbanas deverão passar por Estudo de Impacto de Vizinhança para obter suas licenças e autorizações de construção, ampliação ou funcionamento.

Segundo a Lei Federal, o EIV deverá ser executado de forma a estabelecer os efeitos positivos e negativos do empreendimento ou atividade quanto à qualidade de vida da população residente na área e suas proximidades. Esses efeitos vão ser medidos a partir da análise do aumento de população na área, da demanda por equipamentos urbanos e comunitários (como postos de saúde), das mudanças de uso e ocupação do solo, da valorização imobiliária, da geração de tráfego e demanda por transporte público, da mudança na ventilação e iluminação, além dos impactos das propriedades e atividades na paisagem urbana e no patrimônio natural e cultural.

A elaboração do EIV não substitui a elaboração e a aprovação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA). Os municípios têm até cinco anos para adequar o Plano Diretor ao Estatuto da Cidade, inclusive implantando os EIV.

Em Florianópolis a lei municipal que irá definir quais empreendimentos e mudanças de atividades deverão realizar EIV tramita na Câmara dos Vereadores. Hoje a avaliação dos impactos das propriedades e atividades é feita apenas com base no EIA.Para saber mais informações sobre o EIV e sobre o NUCOMO/ARQ o telefone do grupo é 331 9275.

Por Alexandra Alencar/bolsista de jornalismo da Agecom

Professor Lúcio José Botelho é nomeado Reitor da UFSC pelo presidente da República

30/04/2004 10:10

O Presidente da República nomeou, nesta quinta-feira, 29, o professor Lúcio José Botelho para o cargo de Reitor da UFSC. O decreto de nomeação foi publicado nesta sexta, assinado pelo presidente e pelo Ministro da Educação Tarso Genro. Veja a seguir a íntegra do documento, publicado na Seção 2, do D.O.U nº82.(www.in.gov.br)

Ministério da Educação

Decreto de 29 de abril de 2004

O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XXV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei nº 5.540, de 28 de novembro de 1968, resolve

NOMEAR LÚCIO JOSÉ BOTELHO, Professor da Universidade Federal de Santa Catarina, para exercer o cargo de Reitor da referida Universidade, com mandato de quatro anos.

Brasília, 29 de abril de 2004; 183º da Independência E 116° da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Tarso Genro

No início da próxima semana o Professor Lúcio deve ir à Brasília para tomar posse no MEC.

Reitor da UFSC inaugura obras no Colégio Agrícola de Araquari

29/04/2004 19:08

Nesta sexta-feira, dia 30, a partir das 10h , o Reitor da UFSC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, realiza uma série de inaugurações no Colégio Agrícola Senador Carlos Gomes de Oliveira, no município de Araquari, no norte do Estado. Às 11h, ele entrega a pavimentação das ruas que circundam o Colégio, beneficiando inclusive a população que mora nas proximidades.

O curso técnico de Aqüicultura vai receber dois novos laboratórios. O primeiro vai dar condições aos alunos para atividades de dissecação , estudo de anatomia e outras aulas práticas. Paralelamente será liberada a Unidade Didática de Cultivo de Lambari. Segundo o professor Alberto Frank, trata-se de uma unidade prática do curso. A escolha do lambari se dá em decorrência do período de reprodução, que ocorre em menos de um ano, facilitando ao estudante o acompanhamento de todo o ciclo.

O Colégio também recebe o Laboratório de Cogumelos, que faz parte de projeto de pesquisas envolvendo a UFSC, CNPq e Univille. O setor é composto de unidade de incubação, câmara de cultivo, além de laboratório de análise. A criação de cogumelos é mais uma área do curso técnico em agropecuária.

Segundo o professor Frank os cogumelos pesquisados no laboratório são espécies que servem para consumo, como o champignon, ou para fins medicinais.

O professor afirmou também que o mercado dos cogumelos é bastante promissor e a possibilidade de exportação vem atraindo os produtores locais. O Japão, por exemplo, é um dos principais compradores.

O laboratório também pretende desenvolver transferência de tecnologia. Para isso, o Colégio vai repassar aos pequenos e médios produtores os resultados de pesquisas realizadas. Com isso será possível melhorar as condições técnicas. Atualmente a produção é sazonal e isso dificulta a comercialização em outros períodos do ano.

Mais informações (47) 447 1140

Estágios: do valor pedagógico à exploração dos “escraviários” palestra na UFSC

29/04/2004 16:49

O professor Roberto Macedo, da USP, ministra palestra nesta sexta-feira, dia 30/4, às 19h, no Auditório da Reitoria, sobre “Estágios: do valor pedagógico à exploração dos ‘escraviários’’.

O professor Roberto Macedo é economista e professor da USP, com mestrado e doutorado pela Universidade de Harvard (EUA) onde lecionou como “teaching fellow”, leciona também na Universidade Mackenzie e é consultor da FAAP.

A palestra é promovida pela Coordenadoria Geral de Estágios da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação da UFSC e nela estarão presentes o reitor Rodolfo Pinto da Luz e a Pró-Reitora de Ensino da Graduação Sônia Probst.

Informações com a professora Maria de Lourdes Pereira Dias , coordenadora geral de estágios. Tel: 331 8308 e 331 9296 ou mlourdes@reitoria.ufsc.br

Reitor da UFSC entregou esta manhã o novo prédio do Departamento de Química

29/04/2004 15:54

Inaugurado hoje (29) o novo prédio do Departamento de Química, conhecido como o bloco K do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, .”Trata-se de uma nova etapa, mais confortável. Ganhamos uma identidade física própria, apesar de sermos químicos”, brincou o chefe do departamento, NIlto Ângelo Debacher, acrescentando que a construção do bloco, com 1.843,44 metros quadrados a um custo de R$ 980 mil, representa a capacidade produtiva da Química da UFSC, um dos quatro melhores cursos do Brasil.

Sônia Probst, pró-reitora de Ensino e Graduação e professora do Departamento, fez referência às três gerações que deram início ao que ela chamou de “a construção de um departamento fabuloso, que fica para a vida inteira”. Já Ivan Gonçalves de Souza, coordenador do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, lembrou que a inauguração é um reflexo do esforço conjunto de professores, alunos e servidores técnico-administrativos.

O reitor Rodolfo Joaquim Pinto da Luz enfatizou que é essencial a luta para ampliar vagas e construir novas universidades públicas e que é fundamental investir no desenvolvimento científico e tecnológico, único meio de se garantir geração de emprego e renda no país.

Luz acredita que o maior potencial são as pessoas. “Se não tivermos cabeças, não adianta ter prédios e equipamentos, e a Química tem pessoal altamente qualificado” Ele também ratificou a necessidade do Governo Federal não pulverizar o Fundo de Infra-Estrutura, que precisa ser direcionado para as universidades federais e não para as particulares. No final, um trocadilho alquimista: “É preciso muita química para que os resultados aconteçam”.

Por Artêmio Reinaldo de Souza/jornalista da Agecom

Comemoração do Dia Mundial da Saúde e Dia do Trabalhador no 3º Dia de Lazer Ativo na UFSC

28/04/2004 18:36

A programação que o Centro de Desportos promove no dia 1º de maio a partir das 14h no campus da UFSC inclui feira da saúde, passeio ciclístico, caminhada no campus, dança e artes marciais.

O CDS promove no dia 1º de maio, no Campus da UFSC, uma série de eventos recreativos para pessoas de todas as idades. Abertas à comunidade em geral, as atividades fazem parte das comemorações do Dia Mundial da Atividade Física (6 de abril), Dia Mundial da Saúde (7 de abril) e Dia do Trabalhador (1º de maio).

Na abertura, às 14 horas, apresentação musical e sessão de ginástica, seguidas de muito esporte, danças, recreação infantil, alongamento, ioga, tai-chi, passeio ciclístico e caminhada. Além disso, a coordenação do Núcleo de Pesquisa em Atividade Física e Saúde (NuPAF) preparou atividades paralelas como feiras de informações, avaliação física, orientação, recreação infantil e sorteios de brindes.

Mais informações pelo fone 331-8519 (à tarde) ou e-mail: nupaf@cds.ufsc.br .

Inauguradas as novas instalações do Departamento de Aqüicultura do CCA da UFSC

28/04/2004 16:59

Com área de 1.774 m2 distribuídos em quatro andares e custando 1,22 milhão de reais, o reitor da UFSC, Rodolfo Pinto da Luz, entregou as novas instalações do Departamento de Aqüicultura. O prédio recebeu o nome do cientista Rodolfo Von Ihering, que é considerado o pai da reprodução de peixes no Brasil. O pesquisador desenvolveu vários estudos em pescados em todo país, tornando-se referencia, também, internacional.

O chefe do departamento, Vinicius Cerqueira, disse que os alunos devem seguir o exemplo do Ihering, uma vez que com o novo ambiente terão maiores facilidades para assistirem suas aulas teóricas e práticas. O departamento de Aqüicultura foi criado em maio de 1984, o Curso de Engenharia de Aqüicultura foi criado em 1999 “criando fazendas onde só havia água”. Atualmmente o departamento conta com graduação, mestrado e vários laboratórios,que desenvolvem pesquisas de forma integrada com a comunidade.

O professor Rodolfo destacou que a obra é resultado de reivindicações sucessivas junto ao governo federal. Para ele a solução para o crescimento do Brasil passa pelo investimento nas universidades públicas, especialmente nos setores de que se ocupa o Centro de Ciências Agrárias. Observou que há necessidade de aplicação de mais recursos nas instituições de ensino, para que estas possam buscar respostas à solução dos problemas da sociedade.

Já o diretor do Centro, Ênio Luiz Pedrotti observou que o novo prédio foi bem pensado porque é resultado de trabalho de equipe. O envolvimento não só dos técnicos, mas dos professores, servidores e estudantes levou a uma obra tão harmoniosa que até a altura dos balcões dos laboratórios foi discutido pela equipe.

História da Diáspora Africana nas Américas é oferecida pela primeira vez na UFSC

28/04/2004 15:59

O Departamento de História da UFSC oferece, pela primeira vez, a disciplina optativa História da Diáspora Africana nas Américas. A disciplina vem para suprir a carência de conteúdo referente à história dos africanos e seus descendentes e é lecionada toda a sexta-feira, a partir das 8h20, na sala 314 do prédio do Centro de Filosofia e Ciências Humana (CFH).

Há mais de quatro anos, a disciplina era uma demanda por parte dos alunos do curso de graduação para que se oferecesse História da África. Na graduação de História da UFSC os temas ligados à África, escravidão e diáspora africana eram tratados apenas tangencialmente nas disciplinas obrigatórias (História do Brasil, História Moderna e Contemporânea e História da América). Pois o departamento não dispõe ainda de um especialista em História da África.

A professora Beatriz Gallotti Mamigonian desde de que foi contratada, em 2002, procura suprir parte desta demanda, oferecendo disciplinas sobre a história da escravidão no Brasil e agora a história da diáspora africana, orientando trabalhos de conclusão de curso de graduação e mestrado nestas áreas.

O principal objetivo da disciplina é apresentar aos alunos os principais debates relativos à História da Diáspora Africana nas Américas, ou seja da dispersão dos povos africanos para o continente americano na condição de escravos, a fim de que esses adquiram uma perspectiva comparativa. Para isso, relaciona-se, através de aulas expositivas, seminários, apresentação de vídeos e discussão de documentos históricos a história dos africanos em diferentes regiões das Américas (Brasil, Caribe e Estados Unidos principalmente). Outro ponto importante é discutir os vários tipos de documentos e métodos utilizados para escrever a história da Diáspora Africana. Com isso o curso poderá formar professores e pesquisadores habilitados a produzir e transmitir conhecimentos nesta área.

O conteúdo da disciplina cobre aproximadamente cinco séculos, já que começa com o período do início da colonização européia nas Américas e de construção de sistemas escravistas nos séculos XV e XVI e vai até o movimento pelos direitos civis no século XX.

A procura pelo curso é grande. Além de alunos de História, Letras e Jornalismo que fazem a disciplina como optativa, o curso tem alunos estrangeiros e pessoas da comunidade que a fazem como disciplina isolada.

A maioria dos alunos declarou ter procurado o curso porque sentiu falta desta formação nas disciplinas obrigatórias. Muitos têm interesse e curiosidade por este tema e buscam formação de base para seus trabalhos de conclusão de curso. Como História da África e da Cultura Afro-Brasileira constituem conteúdo obrigatório no Ensino Médio e Fundamental desde a promulgação da lei n. 10.639 de 9/01/2003, os alunos sabem que vão precisar desta formação específica no mercado de trabalho.

A professora Beatriz possui mestrado e doutorado na Universidade de Waterloo, no Canadá com área de especialização na história da escravidão comparada e na história da diáspora africana. “Fico contente de poder estar passando para os alunos a experiência em pesquisa e os conhecimentos que adquiri nos últimos 10 anos”, diz a professora.

Sobre a estrutura do Departamento de História para oferecer a disciplina, a professora afirma que do ponto de vista logístico o curso possui salas, equipamentos, etc. Mas há um grave problema quanto ao acervo bibliográfico. O acervo da Biblioteca Universitária e das Bibliotecas Setoriais está muito defasado na área das Ciências Humanas. “Precisaríamos de importante investimento na compra de livros para dar aos alunos a oportunidade de fazer parte dos debates atuais nesta área. Acho estranho que uma universidade como a nossa, que se quer tão moderna e eficiente não priorize as bibliotecas. Faltam funcionários, falta espaço físico e falta principalmente acervo”, desabafa a professora Beatriz.

Como perspectiva de abertura de novas disciplinas que contemplem conteúdos referentes à história dos africanos e seus descendentes. A professora Beatriz, que já lecionou anteriormente a disciplina HST 5880 (Tópico Especial: História da escravidão no Brasil), vai tentar continuar oferecendo regularmente estas duas disciplinas e batalhar para que se contrate um professor africanista. Há também a possibilidade, discutida pelo Departamento, de abrir convênios para intercâmbio de alunos de graduação de países que estudem o tema, o que reforçaria a formação dos alunos na área de Diáspora Africana do Brasil e de outros países.

Além das disciplinas, há outros caminhos em que os acadêmicos e interessados podem buscar este tipo de conteúdo. No Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura, do qual a professora faz parte, existe um grupo de estudos sobre a sociedade escravista. O grupo envolve alunos de pós-graduação e graduação da UFSC e de outras universidades interessados no tema. Nas reuniões quinzenais há discussão de textos importantes e a produção de pesquisas feita pelos alunos ao longo do semestre. O grupo é aberto a todos os interessados.

Em recentes encontros acadêmicos pesquisas atuais sobre o tema foram apresentadas. No ano passado, a professora Beatriz foi a co-organizadora do primeiro encontro a reunir pesquisadores de escravidão na região sul, Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional, I Encontro de Castro, que aconteceu de 23 a 26 de setembro do ano passado, em Castro, Paraná. Este ano ela vai coordenar um simpósio temático dentro da Jornada de História do Trabalho, durante o Encontro Estadual de História, que vai ser realizado de 30 2 de setembro, aqui na UFSC.

A história social da escravidão é uma das principais temas de pesquisa na área das Ciências Humanas, no Brasil de hoje, fato atestado pelo número de dissertações e teses defendidas e também pelo número de publicações que chegam às livrarias. Uma geração de historiadores (do fim da década de 1980 para cá) procurou novas fontes de pesquisa, desmentiu a idéia de que Rui Barbosa teria queimado os documentos sobre a escravidão e hoje investiga, através de inventários, registros eclesiásticos, processos civis e criminais, relatórios administrativos, os detalhes do funcionamento do sistema escravista e os mecanismos de reprodução das desigualdades sociais e econômicas. Estas pesquisas recentes contam uma história do Brasil bem diferente da que é senso comum e da que se aprendeu na escola até há pouco tempo.

“Vemos os africanos e seus descendentes como agentes da História e não mais como vítimas dela. Hoje em dia se reconhece que a pressão escrava teve influência sobre grandes decisões políticas que conduziram à abolição do tráfico de escravos em 1850 e à abolição da escravidão em 1888. É importante que os nossos alunos de graduação tomem contato com este novo paradigma para a história brasileira a fim de evitar reproduzir, quando professores e pesquisadores, o discurso que vitimiza os descendentes de africanos”, conclui a professora Beatriz.

Por Alexandra Alencar/bolsista de jornalismo da Agência de Comunicação da UFSC

Educação Física e Educação para a Mídia em debate nesta quarta-feira na UFSC

27/04/2004 18:17

Nesta quarta-feira, dia 28, acontece a mesa-redonda sobre “Educação Física e Educação para a Mídia”, às 18h30, no auditório do Centro de Desportos (CDS).

O evento, aberto a todo o público, terá como palestrantes o jornalista da TV Cultura, Eduardo Magagnin e o professor do curso de Educação Física da UFSC, Giovani De Lorenzi Pires. A promoção é do Grupo de Estudos Observatório da Mídia Esportiva (Labmídia) e de alunos da disciplina da Educação Física, Esporte e Mídia.

A iniciativa é para comemorar a 100 ª edição do Programa Esporte Cultura e do informativo eletrônico do CDS repórter.

O evento será registrado pelo Labmídia, e pretende discutir a relação dos meios de comunicação com a cultura do movimento e do esporte, como forma de educação.

“O que não há na mídia não existe”, afirma o professor Giovani.

Com base nisso, o professor focou seu doutorado da área das Ciências do Esporte, especificamente na relação existente entre mídia e esporte. Após a apresentação da tese e com a volta deste ao departamento, a disciplina optativa, nomeada de Educação Física, Esporte e Mídia foi oferecida aos alunos de graduação no horário das quartas-feiras, às 18h30, na sala 74, pelo menos este semestre.

O tema também serviu como área de aprofundamento, na especialização e como disciplina do mestrado, na pós-graduação.

Toda a atuação desta temática nas áreas de ensino e pesquisa possuem e o suporte técnico a todo curso de Educação Física é feito pelo Labmídia, constituído e capacitado com orientação do professor Fernando Crócomo, do Curso de Jornalismo.

Já no campo das atividades de extensão o laboratório possui o boletim informativo eletrônico, a Revista de Motrivivência e o programa de TV Esporte e Cultura, todos os programas são produzidos pelos jornalistas e acadêmicos de Educação Física, Melissa Mol e Mário Barroso.

O boletim informativo eletrônico é semanal, com eventos, cursos e datas importantes do calendário escolar, além da coluna de um ex-aluno do curso. Agora o informativo que era divulgado apenas no CDS, já pode ser acessado por todos, no link jornal do site do centro.

A Revista Motrivivência temática de caráter semestral desenvolve assuntos do esporte e de sua relação com a mídia. O nome da revista é devido a uma expressão comumente usada na área da Educação Física que significa as diversas experiências motores que vivemos.

Quanto ao programa de TV Esporte e Cultura, vinculado toda segunda-feira, às 20h, a idéia é proporcionar uma formação ao telespectador sobre temas esportivos escolhidos, para o debate entre pessoas pertinentes ao assunto e os apresentadores, e também professores, Giovani e Ricardo Lucas Pacheco.

Para saber mais informações sobre as atividades referentes a relação da educação física, mídia e esporte o telefone do professor e coordenador do Labmídia, Giovani De Lorenzi Pires é 331 9062 (ramal 18).

Por Alexandra Alencar/bolsista de jornalismo da Agecom