Grupo Teatral Artesãos de Dionísio promove oficina de verão

05/12/2003 15:14

A Oficina de Teatro no Verão do Grupo Teatral Artesãos de Dionísio será realizada no período de 20 a 29 de janeiro, na sala de artes do Diretório Central dos Estudantes(DCE)da UFSC. O curso ministrado pelo coordenador do grupo de teatro, Luiz Poeta, é oferecido todos os verões, desde 1997, sendo uma opção nas férias para quem permanecer na cidade.

O coordenador ministrará a oficina em duas turmas, com aulas às terças, quartas e quintas-feiras, das 16h às 19h e das 19h às 22h. Os alunos terão aulas de expressão vocal e corporal, além de passar por um treinamento de atores, técnicas de improvisação, jogos teatrais e noções de mímica.

As inscrições custam R$ 30,00 e podem ser feitas no DCE ou na Associação da Pós-Graduação(APG), ambos localizados no Centro de Convivência da UFSC.

Para mais informações você pode ligar para os telefones: 3319308 ou 3319632.

UFSC sedia `Colóquios Museológicos`

05/12/2003 15:08

Com o objetivo de discutir a Política Nacional dos Museus, acontecem na UFSC na segunda e terça-feira os `Colóquios Museológicos`. As atividades ocorrem no auditório do Centro de Convivência, a partir de 9h. O evento vai reunir museólogos, profissionais de museus, agentes culturais e representantes do Ministério da Cultura para debater questões relacionadas à Política Nacional de Museus, ações do Núcleo de Estudos Museológicos (NEMU) e a formação e capacitação dos profissionais que atuam em museus.

A Política Nacional de Museus está sendo amplamente discutida pelos segmentos do setor museológico nacional, junto com órgãos do governo federal, estadual, municipal, além da equipe do Ministério da Cultura. A idéia é elaborar uma ampla e diversificada rede de parceiros que, somando esforços, contribuam para a valorização e a preservação do nosso patrimônio cultural.

O Núcleo de Estudos de Museológicos foi criado em 1997, no Museu Universitário Oswaldo Rodrigues Cabral, como uma iniciativa para o aprimoramento dos trabalhadores dos museus catarinenses. Os Encontros Regionais do Núcleo são realizados trimestralmente em diferentes regiões do Estado, onde profissionais da área de museologia ministram oficinas temáticas.

Está também previsto na programação do evento o lançamento do livro `Memória e Patrimônio: Ensaios Contemporâneos`, organizado por Mário Chagas e Regina Abreu, no dia 8 de dezembro, às 18h. O livro reúne um conjunto de capítulos, reflexões atuais desenvolvida por um grupo variado de autores que reconhecem a centralidade que o patrimônio cultural no Brasil ocupa no debate contemporâneo.

As inscrições podem ser feitas na abertura do evento, no dia 8 de dezembro, às 9h.

Para mais informações falar com Peninha ou Elizabete Neves Pires pelo telefone 3319325 ou pelos museu@cfh.ufsc.br ou nemu.sc@terra.com.br.

PROGRAMAÇÃO

DIA 8/12

9:00- Inscrição

10:00- Solenidade de Abertura

10:30- Palestra de Abertura- A Política Nacional de Museus.

José do Nascimento Júnior- Gerente da Secretaria de Articulação Institucinal e Difusão Cultural do Minstério da Cultura.

11:30- Debate

12:00- Almoço

14:00- Colóquio I- Reflexões sobre a Política Nacional de Museus.

Mário Chagas- museólogo

Eneida Braga Rocha de Lemos- assessora da Secretaria de Articulação Institucional e Difusão Cultural do Ministério da Cultura

Profª Drª Maria Célia T. Moura Santos- museóloga

Elizabete Neves Pires- historiadora, especialista em Museologia

16:00- Confabulações Degustativas

16:15- Debate

16:45- Cultura republicana e Brasilidade: Um Programa que estimula uma nova imaginação Museal.

Mário Chagas- museólogo

17:45- Debate

18:00- Lançamento do Livro- Memória e Patrimônio- ensaios contemporâneos

Regina Abreu e Mário Chagas (organização)

– Apresentação do Grupo de Danças Folclóricas da Terceira Idade do CDS/UFSC

DIA 09/12

9:00- Colóquio II- Núcleo de Estudos Museológico- Os Desafios Museológicos em santa Catarina, com representantes:

– NEMU/UFSC

– Fundação catarinense de Cultura

– Fundação Cultural de Blumenau

-CEOM/ Unochapecó- Chapecó

– UNIPLAC/ Lages

– Fundação Cultural de Joinville

11:00- Confabulações Degustativas

11:15- Debate

12:00- Almoço

14:00- palestra- “O Programa de Formação e Capacitação em Museologia da PNM: projeto-piloto em Salvador”

Prof ª Drª

15:00- Confabulações Degustativas

15:15- Debate

15:30- Colóquio III Os Cursos de Graduação em Museologia, e a Capacitação dos profissionais de Museus.

Rosana Andrade Dias do Nascimento- chefe do departamento do curso de Museologia da UFBA

Maria Gabriella Pantigoso- diretora da escola de Museologia da UNIRIO.

Engenharia Química estuda plástico biodegradável

05/12/2003 14:20

Carregar compras, embalar alimentos, tomar cafezinho, armazenar o lixo: o plástico se tornou algo indispensável na vida das pessoas, presente em todos os momentos e utilizado das mais diversas formas. Suas características físicas e econômicas ajudaram a popularizar sua aplicação, inclusive substituindo, em alguns casos, materiais como o vidro ou a madeira. Em 2002, o consumo per capita de plástico pelos brasileiros foi de 21,7 Kg, ou seja, cerca de 3 milhões e 700 mil toneladas. A praticidade deste produto, porém, é proporcional ao problema ambiental que o seu uso acarreta, já que o plástico petroquímico demora entre 100 e 400 anos para se decompor.

Na busca de alternativas mais ecológicas e economicamente viáveis, o Laboratório de Engenharia Bioquímica, do Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da UFSC, estuda a produção de dois tipos de plásticos biodegradáveis: o homopolímero Poli(3-hidroxibutirato) e o copolímero Poli(3-hidroxibutirato-co-3 hidroxivalerato). A pesquisa, coordenada pela professora Gláucia Maria Falcão de Aragão, experimenta diversas estratégias de cultura para a bactéria Raltonia eutropha, a espécie escolhida pelo Laboratório para produzir os polímeros. Esta bactéria consegue produzir o equivalente a até 80% do seu peso biopolímero.

Como outras espécies, a Raltonia eutropha só produz esta substância em condições especiais. Primeiro, é necessário “adaptar” os microorganismos ao substrato de interesse por cerca de 24 horas. Hoje, a UFSC utiliza como substrato uma substância preparada a partir do bagaço da maçã, mas já utilizou também o soro do leite, a água de arroz e concentrados de glicose e frutose comerciais. “Estamos testando várias alternativas, para depois selecionar as melhores”, diz a professora Gláucia.

O próximo passo é colocar os microorganismos adaptados em um biorreator, onde recebe oxigênio, nitrogênio, fosfato e outros sais essenciais ao seu crescimento. Inicia-se a fase de crescimento, que dura cerca de 12 horas, período em que a bactéria se multiplica. A etapa seguinte inicia com a limitação de algum elemento essencial – no caso desta pesquisa, o fósforo ou o nitrogênio. Esta limitação é justamente o que “obriga” a bactéria a produzir as moléculas do polímero para acumular carbono como reserva de energia – assim como o corpo humano armazena gordura. Diferente do que é feito na indústria, no entanto, a equipe da UFSC mantém a liberação de uma pequena quantidade de fosfato na solução. “Assim, os organismos mantêm a atividade celular por mais tempo, aumentando o período de produção”, justifica a professora.

Esta é a fase em que as bactérias efetivamente produzem o polímero – o

homopolímero, mais rígido e quebradiço, ou o copolímero, um pouco mais

flexível e resistente aos impactos. Para produzir o segundo, no entanto, é necessário o acréscimo de ácido propiônico na solução. Esta fase pode durar de 20 a 38 horas, variando a porcentagem final de polímero obtido no interior da célula. Ao final da fase de produção, a produtividade cai.

Além disso, são retiradas amostras a cada duas horas para análise. O Laboratório faz a extração do plástico apenas para a caracterização do polímero e não para a confecção de produtos. “O objetivo desta pesquisa é otimizar as condições de cultura das bactérias. Além de avaliar os diferentes substratos para ver qual é mais economicamente viável, também analisamos o melhor tempo de cada fase, quando é melhor limitar o fosfato, enfim, todos os aspectos que interferem no processo”, diz a professora.

Para que as empresas se interessem em produzir industrialmente, é necessário que o plástico biodegradável torne-se mais barato, por isso a preocupação em otimizar as condições de cultura. Hoje, esta alternativa é cinco vezes mais cara do que a produção de plástico petroquímico. “No Brasil e mesmo no mundo, não há ainda uma forte consciência ambiental, a ponto de as pessoas pagarem mais caro por um produto apenas por saber que é menos poluente”, destaca a professora. Mas ela acredita que os impactos ambientais farão com que o plástico biodegradável ganhe força, e as pesquisas só têm a contribuir para isso. “Não há uma previsão de quando o plástico biodegradável irá se popularizar, mas tenho certeza que sempre, e cada vez mais, haverá uma necessidade de se pesquisar soluções mais viáveis”, confia.

A utilização deste tipo de plástico ainda é mínima, e ocorre principalmente em produtos pequenos e de alto valor agregado, como materiais cirúrgicos e odontológicos. “A vantagem para estes casos é de que as linhas cirúrgicas usadas em pontos, por exemplo, são absorvidas pelo organismo, enquanto aquelas feitas de outro material precisam ser retiradas”, explica a professora. Apesar de ainda ser pouco utilizado, por causa do alto custo de produção, a professora garante que o plástico biodegradável pode substituir o petroquímico em praticamente todos os produtos em que é utilizado. A empresa brasileira PHB Industrial S.A., de Serrana (SP), já se prepara para iniciar a produção em escala comercial deste tipo de material em 2004. A empresa é a única no mundo que produz resinas biodegradáveis usando como substrato a cana-de-açúcar, importante fonte de glicose.

Material se decompõe em semanas

“Já me perguntaram se o copinho de plástico biodegradável para cafezinho não iria se desmanchar na mão”, conta a professora Gláucia. A falta de informação sobre o uso deste material faz as pessoas pensarem que, por ser mais facilmente decomposto, o plástico biodegradável tenha uma qualidade inferior. Em primeiro lugar, é necessário esclarecer que este material não é hidrossolúvel, ou seja, não se dissolve em água. A única forma de desmanchar um copinho destes seria enchê-lo de clorofórmio, uma substância que tem aplicações limitadas e é usada basicamente em laboratórios. Além disso, este plástico é, sim, mais fácil de ser decomposto, mas, para que isto aconteça, são necessárias algumas condições especiais, como a presença e o livre desenvolvimento de microorganismos. Tais condições são encontradas apenas em aterros ou em locais com muita umidade.

Enquanto o plástico petroquímico leva até 400 anos para se decompor, a

versão biodegradável leva semanas (veja quadro). O plástico petroquímico, além de não se decompor, quando jogado em lixões e aterros, cria uma camada impermeável que prejudica a decomposição dos materiais biologicamente degradáveis, impedindo a circulação de líquidos e gases. As resinas biodegradáveis também não deixam resíduos: transformam-se totalmente em gás carbônico e água.

SAIBA MAIS sobre as pesquisas na área com a Professora Gláucia Maria Falcão de Aragão, pelo telefone (48) 3319448 ou por e-mail glaucia@enq.ufsc.br

CONHEÇA o Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos no endereço http://www.enq.ufsc.br/

Fonte: Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico

Andifes discute autonomia universitária com MEC

05/12/2003 14:15

A Secretaria de Educação Superior (SESu/MEC) convidou a Andifes para discutir e propor autonomia universitária na próxima quarta-feira (10/12), às 11h. A decisão de reunir MEC e Andifes para analisar o tema surgiu na última reunião realizada entre o ministro Cristovam Buarque e o Conselho Pleno, no dia 27 de novembro, em Brasília.

Para compor a Comissão MEC/Andifes, foram indicados três membros da Comissão de Autonomia da Associação: o presidente, reitor Jáder Nunes de Oliveira (UFPB), reitora Maria Margarida Salomão (UFJF) e reitor Oswaldo Baptista Duarte Filho (UFSCar). Eles estarão representando a Andifes, levando para a discussão da autonomia universitária a posição da entidade sobre o assunto, definida junto à Comissão de Autonomia e ao Conselho Pleno da Andifes.

Fonte: Assessoria da Andifes

Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos comemora 20 anos

05/12/2003 14:10

O Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina (EQA/UFSC) vai comemorar seus 20 anos com homenagens. Na segunda-feira (8/12), às 18h30, no Auditório Luiz Antunes Teixeira, no Centro Tecnológico (CTC), será realizada uma cerimônia para homenagear quem construiu a sua história, como professores, funcionários e ex-alunos. Em 1983, a Engenharia Química deixou de ter apenas uma coordenadoria especial dentro do CTC e passou a departamento, o que aconteceu também com a Engenharia de Alimentos, em novembro de 1997. Vinte anos depois, os dois cursos estão entre os dez melhores do país. O bom conceito faz com que sejam procurados por estudantes de todo o Brasil. A relação candidato/vaga para o Vestibular 2004 está em 8,49 para o curso de Engenharia Química e 8,58 para o de Engenharia de Alimentos.

Nos laboratórios do EQA são realizadas pesquisas nas áreas de Engenharia de Reações Químicas e Desenvolvimento de Materiais; Fenômenos de Transporte e Meios Porosos; Modelagem, Otimização e Controle de Processos; Processos Biotecnológicos; Termodinâmica; Processos de Separação; Desenvolvimento e Otimização de Processos Químicos e de Alimentos; Análise de Gases e Poder Calorífico; tratamento Químico e Biológico de Efluentes.

O objetivo do curso de Engenharia de Alimentos da UFSC é formar profissionais altamente capacitados para atuar nos processos de industrialização de alimentos, que façam desde a seleção da matéria-prima adequada à industrialização, passando por todas as etapas do processo, pela definição das melhores condições de distribuição e de armazenamento do produto acabado. O engenheiro de alimentos combina conhecimentos da ciência e da engenharia na fabricação, preservação, transporte e armazenamento dos produtos alimentícios, procurando aproveitar ao máximo as reservas da agricultura, pecuária e pesca.

Já o curso de Engenharia Química tem como objetivo formar engenheiros para ter ação científica, tecnológica e administrativa, que visem ao bem-estar, à proteção ambiental e ao desenvolvimento da sociedade e que tenham como parâmetros qualidade, segurança e economia. O engenheiro químico é o profissional capaz de atuar nas fases de concepção, planejamento, projeto, otimização e operação de processos químicos.

Atualmente, o Departamento de Engenharia Química e de Engenharia de Alimentos da UFSC possui 29 professores, sendo 23 doutores e 6 mestres, 13 servidores, 430 alunos e 17 bolsistas de iniciação científica.

CONVERSE com o professor Hugo Soares, chefe do Departamento de

Engenharia Química e Engenharia de Alimentos pelo telefone 331 9448

ou e-mail soares@enq.ufsc.br

CONHEÇA o Departamento de Engenharia Química e Engenharia de

Alimentos no endereço http://www.enq.ufsc.br/

Fonte: Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico

UFSC recebe encontro de veículos antigos neste final de semana

05/12/2003 13:48

Em parceria com a UFSC, o Veteran Car Club de Florianópolis promove neste final de semana o 2º VETERAN CAR CLUB – Encontro de Veículos Antigos da UFSC. A exposição de carros antigos acontece na Praça da Cidadania, no Campus Universitário, das 9h às 18h. A inscrição para expor veículos poderá ser feita na hora. Mais de 90 inscrições já foram realizadas.

A exposição vai contar com veículos de vários clubes de Santa Catarina (Joinville, Chapecó, Criciúma, Aranrangua, São Bento do Sul, Blumenau e outros) e também dos visinhos Estados do Rio Grande do Sul e Paraná. No ano passado, mais de 150 veículos foram . A expectativa é de que este ano este número seja ultrapassado.

A exposição de veiculo é aberta gratuitamente ao publico, que poderá admirar muitos veículos raros. Estarão a mostra veículos dos anos 20, até os clássicos da década de 50 ou 60. Durante o evento também estará funcionando o mercado de peças antigas, onde colecionadores de veículos ou apaixonados por carros antigos poderão comprar e trocar peças de carros.

O Veteran Car Club de Florianópolis foi fundado em 1986, conta com mais de 80 associados e neste ano que comemora os seu 18º aniversario. A meta do Clube é conseguir apoio para implantar em Florianópolis um Museu dos Veículos Antigos e dotar a cidade de mais um atrativo turístico.

Maiores Informações: 226 1791 c/ João – 9962 1871 c/Gilberto – 225 4959 c/ Altair – 9982 8938 c/Joi

Promoção do 2º Veteran Car Club é do:

VETERAN CAR CLUB DE FLORIANÓPOLIS

PRO REITORIA DE CULTURA E EXTENSÃO DA UFSC

Comunidade Universitária elege Lúcio José Botelho e Ariovaldo Bolzan para Reitor e Vice-Reitor da UFSC

03/12/2003 22:37

O professor Lúcio José Botelho será o reitor da UFSC na gestão 2004-2008. O segundo turno das eleições aconteceu nesta quarta-feira e a Chapa 3, ´Universidade de Todos´, foi a mais votada, com 56% dos votos. O vice-reitor eleito é o professor Ariovaldo Bolzan.

As urnas funcionaram até às 21h no campus de Florianópolis e até às 17h nos Colégios Agrícolas de Araquari e Camboriú. O Tribunal Regional Eleitoral disponibilizou 50 urnas eletrônicas para um potencial de 30.338 eleitores. Os votos válidos na consulta à comunidade universitária são ponderados na proporção de um terço para os servidores docentes, um terço para os servidores técnico-administrativos e um terço para os discentes.

O reitor eleito pela chapa 3, Lúcio José Botelho, atual vice-reitor da UFSC, é médico, mestre em Saúde Pública pela UFSC. Leciona nos cursos de Pós-graduação em Saúde Pública da UFSC, sendo um dos responsáveis pelo início do projeto de extensão dos ambulatórios periféricos da UFSC. Participou da pastoral da saúde; foi Diretor do Centro de Ciências da Saúde (CCS); Membro do Conselho das Associações do Grupo de Montevideo; foi Chefe de Serviço de Saúde Pública do Hospital Universitário; Consultor da Organização Panamericana de Saúde e coordenador da Comissão Contra o Uso Abusivo de Drogas. Seu vice é o professor Ariovaldo Bolzan, engenheiro químico, formado pela UFSCar, doutor em Engenharia Química pela COPPE/UFRJ.

Ariovaldo Bolzan é professor do programa de Pós-graduação em Engenharia Química da UFSC. Na administração atuou como coordenador do Curso de Graduação em Engenharia Química (1988-89), Chefe de Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos (1991-93) e Vice-Diretor do CTC (1993-95). Bolzan é o atual Diretor do Centro Tecnológico – CTC. Os candidatos da chapa 3 ressaltaram em sua campanha a importância de manter o padrão que a universidade alcançou, estando entre as cinco melhores do país, e assumem o compromisso de continuar a luta pelo ensino público, gratuito e de qualidade.

Conheça as propostas da chapa vencedora em seu site:

Chapa 3 – Lúcio/Ariovaldo

http://www.lucioariovaldo.ufsc.br/

Projeto 12:30 Acústico desta quinta recebe grupo instrumental Saracutiá

03/12/2003 17:08

O grupo instrumental Saracutiá se apresentar no Projeto 12:30 Acústico desta quinta-feira, 04 de dezembro. O trio é formado por Fernando Torres “cebola” no violão, Paulo Xavier na flauta transversa e Wanderlei Souza no pandeiro. No repertório, Pixinguinha, Altamiro Carrilho, Chico Buarque, Gilberto Gil, Tom Jobim, Lupicínio Rodrigues, Hermeto Pascoal, Maurício Carrilho e Villa-Lobos.

O grupo Saracutiá já se apresentou no Projeto 12:30 no início deste ano, mas com uma formação um pouco diferente, trazendo o violonista Márcio Packer, ex-integrante da Banda Primavera nos Dentes. Com a saída de Márcio, Cebola assumiu pouco antes da apresentação do grupo na Fenaostra 2003. “Nós tivemos tempo de ensaiar apenas uma vez, mas o resultado foi excelente”, diz o flautista Paulo Xavier.

Fernando Torres “cebola” é formado em música pelas Faculdades Metropolitanas Unidas e participou de vários grupos musicais e teatrais em São Paulo como compositor, arranjador e instrumentista. Foi professor de violão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Udesc. Atualmente ministra aulas nas oficinas do DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC.

O flautista Paulo Xavier começou sua carreira na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Mais tarde, no Rio de Janeiro, participou da Orquestra Sinfônica Brasileira e de vários grupos musicais com Sérgio Rojas, Tânia Alves e Raimundo Sodré. Além disso, participou da gravação do disco Nó de Caipira de Egberto Gismonti e de gravações da Rádio MEC com Raimundo Sodré. Atualmente, além do trabalho com o grupo Saracutiá, é integrante do Duo de harpa e flauta com André Rocha e da Orquestra Municipal de Florianópolis.

Além de tocar pandeiro no Saracutiá, Wanderlei Sousa, é integrante do Grupo Engenho e do Maracatú Arrasta Ilha. Tocou também na extinta banda Forró Ferrão, que agitou Floripa nas melhores noites de forró. Junto com seu irmão, possui uma oficina de instrumentos de percussão.

O Projeto 12:30 Acústico apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro e é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC. Artistas interessados em participar devem entrar em contato através dos telefones (48) 331-9348/ 331-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br

SERVIÇO:

Show Saracutiá

Onde Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha

Quando 03 de dezembro de 2003, quinta-feira, às 12h30

Quanto Aberto ao público

Programa música instrumental de grandes compositores como Pixinguinha, Altamiro Carrilho, Tom Jobim, Hermeto Pascoal e Villa Lobos.

Associação Amigos do Hospital Universitário promove Bazar de Natal

03/12/2003 17:03

A Associação Amigos do Hospital Universitário promove nos dias 6 e7 de dezembro o Bazar de Natal, uma campanha para a melhoria e ampliação do setor de emergência do HU. O bazar estará funcionando na Primeira Igreja Batista rua Tenente Silveira n° 474, no centro de Florianópolis. Serào vendidas mercadorias doadas pela Receita Federal e todo o dinheiro será revertido para o hospital.

A associação dedica-se ao atendimento das necessidades dos pacientes do Hospital Universitário. Entre as principais contribuições deste sua fundação estão a compra de cobertores, colchões, travesseiros, materiais de higiene, cadeiras de roda e equipamentos como estetoscópios, aparelhos de pressão e respiradores. Mas segundo o presidente da AAHU, Narciso Policarpo, a principal atividade é a visitação e o apoio afetivo feitos todos os dias pelos voluntários aos pacientes.

No último bazar beneficente, realizado no mês de setembro, foram adquiridos equipamentos para a UTI do Hospital Universitário, como novos respiradores, no valor de 110 mil reais. De acordo com Narciso Policarpo, as contribuições também podem ser feitas através da conta de luz. Basta preencher um formulário informando o valor a ser contribuído, que a Celesc debitará mensalmente na conta de luz, e reverterá o valor para a associação.

Mais informações pelo telefone 331-8042 ou 238-2360

Ciclo de conferências discute Vigotski e o Pensamento Contemporâneo

03/12/2003 16:59

O Programa em Pós-Graduação em Psicologia promove nesta quinta-feira, 4/12, o Ciclo de Conferências sobre Vigotski e o Pensamento Contemporâneo. O evento será realizado no auditório da Biblioteca Universitária, das 9h às 14h.

O ciclo de conferências permitirá reflexões sobre as contribuições de Vigotski para a Psicologia moderna. Segundo a professora Andréia Zanella, Vigotski inaugurou a Psicologia Histórico-Cultural que leva em conta a influência dos fatores históricos e culturais nos indivíduos. “Vigotski introduz na Psicologia a dialética cultural, que é a idéia de que o homem influencia e também é influenciado pela própria cultura. Foi ele quem melhor conseguiu explicar a cultura que constitui o sujeito”, explica Andréia Zanella.

Informações biográficas de Vigotski

Lev Semyonovitch Vigotsky nasceu na Bielo Rússia em 1896. Graduou-se em Direito pela Universidade de Moscou e, mais tarde, dedicou-se à pesquisa literária. Entre 1917 e 1923 atuou como professor e pesquisador no campo das artes, da literatura e da Psicologia.

A partir de 1924, em Moscou, aprofundou suas investigação no campo da Psicologia, encaminhando-se para a Educação de Deficientes. Entre 1925 e 1934, desenvolveu, com outros cientistas, estudos de Psicologia nas áreas que contemplavam as anormalidades físicas e mentais. Depois de concluir outro curso, o de Medicina, foi convidado a dirigir o Departamento de Psicologia do Instituto Soviético de Medicina Experimental. Faleceu em 11 de junho de 1934.

Vigotski viveu em plena efervescência da Revolução Comunista. O contexto político pelo qual passava a Rússia influenciou de forma decisiva seus estudos e os de seus colaboradores, principalmente Luria e Leontiev. Assim, o foco de suas preocupações foi o desenvolvimento do indivíduo e da espécie humana, como resultado de um processo sócio-histórico.

Mais informações pelo telefone (48) 331-8566 ou pelo e-mail mest-psi@cfh.ufsc.br

Banda Eternas Ondas se apresenta no Projeto 12:30

02/12/2003 16:49

Músicas com letras irônicas que falam de Bin Laden, Matrix e Nasdaq serão apresentadas pela banda Eternas Ondas no Projeto 12:30 desta quarta-feira, 03 de dezembro. O som dessa galera que veio de Brasília mistura reggae, rock, samba e até ritmos do nordeste, como o baião e o xote. Além de músicas próprias, a banda também vai tocar covers de Raul Seixas, maior influência do grupo.

Formada em abril deste ano, a Eternas Ondas fará sua estréia no Projeto 12:30. “Nós já tocamos em uma festa particular, mas este será o nosso batismo”, diz Hugo Complexus, baixista da banda. Os violões e a percussão ficam por conta de Rodrigo Metao e Paulo Paulada. O vocal é dividido entre os três integrantes da banda.

Há dois anos, quando ainda moravam em Brasília, Rodrigo e Hugo eram integrantes da banda Psicodélico Azul. Numa turnê de três meses aqui na Ilha, a banda chegou a tocar no Projeto 12:30. “Foi muito bom, pois depois desse show é que conseguimos os contatos para tocar nos bares de Floripa”, conta Hugo. Ele diz ainda que mais uma vez o Projeto servirá para que o público conheça este novo trabalho que está realizando com a Eternas Ondas. “Na minha opinião a Universidade é o coração cultural da Ilha, é onde tudo acontece”.

A apresentação da banda Eternas Ondas será a penúltima do calendário 2003 do Projeto 12:30, ficando a finalização por conta da Banda Tijuquera, no dia 10 de dezembro. No entanto, o Projeto continua em março do ano que vem e a coordenação já está aceitando novas inscrições. Artistas interessados em participar devem entrar em contato com o DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC – através dos telefones (48) 331-9348/331-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para o projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO:

Show da banda Eternas Ondas

Onde Projeto 12:30, na Concha Acústica da UFSC

Quando 03 de dezembro de 2003, quarta-feira, às 12h30

Quanto Gratuito e aberto ao público

Programa músicas próprias e covers de Raul Seixas

Telefone (48) 237-6527 c/ Hugo, ou (48) 9602-4348 c/ Paulo

Comunidade universitária escolhe o novo Reitor da UFSC nesta quarta-feira

02/12/2003 15:56

Nesta quarta-feira, 3/12, a comunidade universitária volta às urnas para o segundo turno da escolha do novo Reitor da UFSC, gestão 2004/2008. A eleição acontece nas unidades da Universidade em Florianópolis e nos Colégios Agrícolas de Camboriú e Araquari. O horário da votação vai das 8 horas da manhã até 21 horas, em Florianópolis, e das 8 horas da manhã até às 17 horas, nos Colégios Agrícolas.

As duas chapas mais votadas no primeiro turno, realizado em 19 de novembro, foram: Chapa 1- Saber Mudar, sendo candidato a Reitor o professor Nildo Ouriques e a Vice Alckmar Luiz dos Santos; e Chapa 3 –Universidade de Todos, sendo candidato a Reitor o professor Lúcio José Botelho e a Vice Ariovaldo Bolzan. O Tribunal Regional Eleitoral reservou 50 urnas eletrônicas, onde votarão os 25.704 estudantes, 2.906 Servidores técnico-administrativos e 1.728 Professores. No total são 30.338 eleitores. Confira os locais de votação.

SEÇÃO: Nº 01

(CCA): Hall do Prédio CCA

ALUNOS

SEÇÃO: Nº 02

(CCA): Hall do Prédio CCA

SERVIDORES

SEÇÃO: Nº 03

(CCA): Hall do Prédio CCA

PROFESSORES

SEÇÃO: Nº 04

(CCB): Grêmio do CCB

ALUNOS: CCB / CA

SEÇÃO: Nº 05

(CCB): Sala de Reuniões

SERVIDORES: CCB / CCE / CFM

SEÇÃO: Nº 06

(CCB) : Sala de Reuniões

PROFESSORES: CCB / CCE / CFM

SEÇÃO: Nº 07

(CCE): Sala 06 Prédio (B)

ALUNOS ( A – J )

SEÇÃO: Nº 08

(CCE) : Sala 08 Prédio (B)

ALUNOS ( K – Z )

SEÇÃO: Nº 09

(CCJ) : Sala 108 2º piso CCJ

ALUNOS

SEÇÃO: Nº 10

(CCJ) : Hall Bloco A – CSE

SERVIDORES – ANHATOMIRIM

DAE / CCJ / DAC / NETI / CSE

SEÇÃO: Nº 11

(CCJ) : Hall Bloco A – CSE

PROFESSORES: CCJ / CSE

SEÇÃO: Nº 12

(CCS) : Hall do Prédio CCS

ALUNOS ( A – E )

SEÇÃO: Nº 13

(CCS) : Hall do Prédio CCS

ALUNOS ( F – L )

SEÇÃO: Nº 14

(CCS) : Hall do Prédio CCS

ALUNOS ( M – Z )

SEÇÃO: Nº 15

(CCS) : Sala do Conselho Departamental

SERVIDORES

SEÇÃO: Nº 16

(CCS) : Sala do Conselho Departamental

PROFESSORES

SEÇÃO: Nº 17

(CDS) : Centro de Convívio

ALUNOS

SEÇÃO: Nº 18

(CDS) : Sala de Reuniões Bloco 03

PROFESSORES

SEÇÃO: Nº 19

(CED) : Auditório “Valpi Costa”

ALUNOS

SEÇÃO: Nº 20

(CED) : Auditório “Valpi Costa”

SERVIDORES: CED / MUSEU

CFH / NDI / CA

SEÇÃO: Nº 21

(CED) : Auditório “Valpi Costa”

PROFESSORES: CED / CFH / CA

SEÇÃO: Nº 22

(CFH) : Hall do Prédio da Direção

ALUNOS ( A – F )

SEÇÃO: Nº 23

(CFH) : Hall do Prédio da Direção

ALUNOS ( G – MARGARETH)

SEÇÃO: Nº 24

(CFH) : Hall do Prédio da Direção

ALUNOS ( MARIA – Z)

SEÇÃO: Nº 25

(CFM) : QMC – 01 Sala de Reuniões da Química

ALUNOS ( A – J )

SEÇÃO: Nº 26

(CFM) : Sala de Reuniões Direção CFM

ALUNOS ( K – Z )

SEÇÃO: Nº 27

(CSE) : Hall do Bloco B – CSE

ALUNOS ( A – D )

SEÇÃO: Nº 28

(CSE) : Hall do Bloco B – CSE

ALUNOS ( E – JOSÉ )

SEÇÃO: Nº 29

(CSE) : Hall do Bloco B – CSE

ALUNOS ( JOSEANA – O)

SEÇÃO: Nº 30

(CSE) : Hall do Bloco B – CSE

ALUNOS ( P – Z )

SEÇÃO: Nº 31

(CTC) : Hall do Prédio de Eng. Elétrica

ALUNOS ( A – B )

SEÇÃO: Nº 32

(CTC) : Hall do Prédio de Eng. Elétrica

ALUNOS ( C – EDMUNDO )

SEÇÃO: Nº 33

(CTC) : Hall do Prédio de Eng. Elétrica

ALUNOS ( EDNA – GABRIEL)

SEÇÃO: Nº 34

(CTC) : Hall do Prédio de Eng. Elétrica

ALUNOS ( GABRIELA – JORDELINA )

SEÇÃO: Nº 35

(CTC) : Hall Bloco B

ALUNOS ( JORGE – MANUELA )

SEÇÃO: Nº 36

(CTC) : Hall Bloco B

ALUNOS ( MARA – PAOLA )

SEÇÃO: Nº 37

(CTC) : Hall Bloco B

ALUNOS ( PATRIC – ROMULO )

SEÇÃO: Nº 38

(CTC) : Hall Bloco B

ALUNOS ( RONAL – Z )

SEÇÃO: Nº 39

(CTC) : Hall Prédio CTC

SERVIDORES: CTC / NPD

SEÇÃO: Nº 40

(CTC) : Hall Prédio do CTC

PROFESSORES

SEÇÃO: Nº 41

(REITORIA): Hall Reitoria

SERVIDORES: CDS / GR / RU / BU / IU / DEPTOS / AGECOM / AUDI /

CONSELHOS / PG/ COMISSÕES / EDITORA / COORDENADORIAS / PRÓ-REITORIAS

SEÇÃO: Nº 42

(PREFEITURA /PU): Grêmio PU

SERVIDORES: PU / DEPASE / ETUSC / LARUS / BIOTÉRIO

SEÇÃO: Nº 43

(HU): Hall Próximo do Auditório do HU

SERVIDORES ( A – LOURIVAL )

SEÇÃO: Nº 44

(HU) : Hall Próximo do Auditório do HU

SERVIDORES ( LUCÉLIA – Z )

SEÇÃO: Nº 45

(ARAQUARI) : Colégio

ALUNOS

SEÇÃO: Nº 46

(ARAQUARI) : Colégio

SERVIDORES

SEÇÃO: Nº 47

(ARAQUARI) : Colégio

PROFESSORES

SEÇÃO: Nº 48

(CAMBORIÚ) : Colégio

ALUNOS

SEÇÃO: Nº 49

(CAMBORIÚ) : Colégio

SERVIDORES

SEÇÃO: Nº 50

(CAMBORIÚ) : Colégio

PROFESSORES

HU recebe prêmio `Top Hospitalar 2003`

02/12/2003 13:46

O Hospital Universitário da UFSC foi indicado na categoria especial de Hospital Regional do Ano para receber o prêmio `TOP HOSPITALAR 2003`. Há seis anos o prêmio destaca empresas, hospitais e personalidades do setor da Saúde no Brasil. A solenidade da entrega do troféu acontece nesta quarta-feira, 3/12, às 19h, no Credicard Hall, em São Paulo.

O TOP HOSPITALAR 2003 reúne mais de 324 marcas, avaliadas em sete categorias de produtos médicos-hospitalar. Entre elas, material clínico, hotelaria hospitalar, suprimentos, serviços, equipamentos hospitalares, farmácia e enfermagem. Na festa serão conhecidos os vencedores, além de outros 15 destaques especiais, que recebem a certificação Top Hospitalar 2003 nas categorias: Hospital do Ano, Hospitais Regionais, Maternidade do Ano, Instituição Filantrópica, Hemocentro, dentre outros. A expectativa é de que 1500 profissionais acompanhem a premiação, que segue com apresentação de Toquinho e Rolando Boldrin.

A avaliação do prêmio Top Hospitalar 2003 tem como base a lembrança da marca preferida. O prêmio é atribuído às três marcas mais citadas de cada segmento pesquisado. Os critérios são a referência que a marca tem no mercado, na seleção de compra de equipamentos, produtos e serviços hospitalares. Para a avaliação são sugeridos os produtos aos usuários, entre hospitais e laboratórios, e os mesmos apontam quais as marcas que mais estão presentes em sua lembrança.

O mesmo vale para os destaques que concorrem este ano. Na categoria Hospital do Ano, o HU da UFSC se destacou pela importância da instituição e por sua idoneidade diante dos fornecedores. Em 2002 o hospital realizou 133.673 consultas ambulatoriais. Além disso foram feitos cerca de 706.270 exames e 7.829 internações.

Para mais informações sobre o prêmio TOP HOSPITALAR 2003 o endereço do site é: www.itmidia.com.br

Grupo Artesãos de Dioniso apresenta peça na UFSC

02/12/2003 13:28

O Coletivo de Pesquisa e Atuação Cênica Artesãos de Dioniso apresenta neste final de semana (6 e 7/12) a peça `Um Processo: INFERNO – Nova Estação`. A apresentação acontece a partir de 21h, no Diretório Central de Estudantes, localizado no Centro de Convivência da UFSC. O trabalho do Coletivo foi realizado a partir de escritos do poeta francês Arthur Rimbaud e do treinamento de atores. Ingressos a R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 estudantes podem ser comprados antecipadamente no DCE/UFSC. O público é limitado a 50 pessoas. Informações artesaosdedioniso@yahoo.com.br

Liberada mais uma parcela da Emenda Andifes

02/12/2003 08:49

O ministro da Educação, Cristovam Buarque, informou por meio de um telefonema, à presidente da Andifes, reitora Wrana Maria Panizzi, que mais uma parcela no valor de R$ 30 milhões da Emenda Andifes sairá hoje (02/12).

Há cerca de duas semanas tinham sido liberados R$ 30 milhões do total de R$ 78 milhões da Emenda Andifes. Segundo informações do ministro, os R$ 18 milhões restantes devem ser liberados até o final da semana.

O repasse do dinheiro às IFES será facilitado, uma vez que os convênios já foram assinados no valor global da Emenda.

Informações: Assessoria da Andifes

UFSC estuda forma alternativa de produção de mel

01/12/2003 17:29

Árvore de bracatinga

Árvore de bracatinga

A utilização de secreções das cochonilhas, insetos parasitas que se alimentam da seiva de plantas de bracatinga, é o objeto de estudo de uma pesquisa que está sendo realizada por uma equipe de professores do Centro de Ciências Agrárias da UFSC. O projeto estuda todo o processo de produção do mel para melhorar o aproveitamento deste novo potencial apícola. A iniciativa é patrocinada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(CNPq) e é coordenada pelo professor do Departamento de Fitotecnia da UFSC Afonso I. Orth.

O estudo vem sendo desenvolvido em uma área do município de Bom Retiro, Santa Catarina, onde se encontra uma floresta de bracatingas e também um apiário fixo. A coleta dos dados iniciou em fevereiro de 2002 e a primeira etapa do estudo deve se encerrar agora em dezembro.

A cochonilha é um inseto parasita que suga a seiva da bracatinga, árvore típica da região do planalto de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, através de um longo estilete que é inserido até os vasos da planta. A seiva da bracatinga passa pelo sistema digestivo da cochonilha e depois é eliminado na forma de gotas de melato, que é uma secreção açucarada. Essas secreções são coletadas pelas abelhas para produzir o mel de melato.

Este mel apresenta teor de aminoácidos, ácido cítrico e principalmente sais minerais superior ao encontrado no mel de origem floral. O mel de melato passa por dois processos enzimáticos, o das cochonilhas e o das abelhas. “Isso dá uma qualidade maior ao produto já que ele não cristaliza como o mel comum e apresenta uma cor escura típica, parecido a um melado de cana-de-açúcar. Também apresenta como característica, em sua composição, a presença de monossacarídeos, que são açúcares simples”, explicou o Afonso Orth.

Gotas de melato

Gotas de melato

O período de maior secreção de melato pelas cochonilhas ocorre de fevereiro a maio, em ciclos bienais. Neste período as cochonilhas se encontram no último estágio larval e secretam muito melato. Já nos meses de agosto e setembro ocorre o período de acasalamento, o que provoca uma queda na produção. Os ciclos de produção expressiva de melato pelas cochonilhas duram em torno de cinco meses e ocorrem de dois em dois anos, pois esse é o tempo de desenvolvimento das cochonilhas desde a fase de ovo, passando pelas fases de larva, ninfa até atingir a fase adulta.

Segundo o professor Afonso Orth, o mel de melato é muito mais rentável que o mel floral. Apesar de que na última safra o preço do mel de melato e do mel floral pago aos apicultores foram praticamente equivalentes, a produção do mel de melato é mais barata. Além disso há uma crescente demanda do produto no mercado internacional, principalmente no europeu, como a Alemanha. A produtividade do mel de melato também é maior, podendo atingir 50Kg por colméia no período de máxima secreção (05 meses). Já a produtividade do mel floral varia em torno de 12 a 15 Kg por colméia ao ano no Estado de Santa Catarina. Outra vantagem é que a produção ocorre no início do outono, período em que as abelhas estariam ociosas já que quase não há flores na nossa região para as abelhas poderem forragear.

Maiores informações pelo telefone 331-5425; 331-5421 ou pelo e-mail aorth@mbox1.ufsc.br

Associação Amigos do Hospital Universitário promove Bazar de Natal

01/12/2003 16:30

A Associação Amigos do Hospital Universitário promove nos dias 6 e7 de dezembro o Bazar de Natal, uma campanha para a melhoria e ampliação do setor de emergência do HU. O bazar estará funcionando na Primeira Igreja Batista rua Tenente Silveira n° 474, no centro de Florianópolis. Serào vendidas mercadorias doadas pela Receita Federal e todo o dinheiro será revertido para o hospital.

A associação dedica-se ao atendimento das necessidades dos pacientes do Hospital Universitário. Entre as principais contribuições deste sua fundação estão a compra de cobertores, colchões, travesseiros, materiais de higiene, cadeiras de roda e equipamentos como estetoscópios, aparelhos de pressão e respiradores. Mas segundo o presidente da AAHU, Narciso Policarpo, a principal atividade é a visitação e o apoio afetivo feitos todos os dias pelos voluntários aos pacientes.

No último bazar beneficente, realizado no mês de setembro, foram adquiridos equipamentos para a UTI do Hospital Universitário, como novos respiradores, no valor de 110 mil reais. De acordo com Narciso Policarpo, as contribuições também podem ser feitas através da conta de luz. Basta preencher um formulário informando o valor a ser contribuído, que a Celesc debitará mensalmente na conta de luz, e reverterá o valor para a associação.

Mais informações pelo telefone 331-8042 ou 238-2360

Grupo de Dislipidemia promove confraternização de final de ano

01/12/2003 16:23

O Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Assistência a Dislipidemia, do Hospital Universitário(NIPEAD-HU) da UFSC, promove nesta quarta-feira, 3/12, sua comemoração de fim de ano. O evento é aberto a toda comunidade universitária e acontece em frente ao Hospital Universitário, com diversas atividades como práticas desportivas, biodança, atendimento nutricional e atendimento cardiológico.

A programação inicia às 8h30, haverá uma dinâmica com a psicóloga às 8h45, atividade de educação física às 9h15, atividade com biodança às 10h e encerramento com coffe-break, além da dinâmica de grupo, a partir das 11h.

A Dislipidemia tem sido demonstrada como um fator de risco importante na mortalidade da doença arterial coronariana (DAC). O aumento do colesterol, um dos tipos de lipídios, junto com um aumento de lipoproteína de alta densidade (HDL-C) tem sido associados às ocorrências de acidente vascular cerebral e enfarte.

Este projeto do NIPEAD-HU teve início no ano de 1997 considerando um número elevado de pacientes que passava pela cardiologia mensalmente (no Serviço de Atendimento à Comunidade Universitária –SASC do Hospital Universitário). Desde então, uma equipe multiprofissional tem trabalhado no sentido de atuar na prevenção de doenças cardiovasculares na população universitária.

Os alunos, técnico-administrativos e professores da universidade que comprovarem sua ligação com a instituição, através de documentação, receberão atendimento médico gratuito. O trabalho do núcleo é preventivo e pretende com acompanhamento nutricional, práticas desportivas realizadas no Centro de Desportos (CDS), além de atividades psicosocial, como a biodança, diminuir os riscos de enfarte dos pacientes.

“As informações que surgiram no desenvolvimento das atividades deste projeto mostraram que medidas como controle nutricional, realização de atividade física, controle do peso e cessação do fumo levaram não somente a redução do colesterol total e LDL-colesterol, mas também ao aumento da fração de HDL-colesterol, redução de triglicerídeos, redução de pressão arterial e melhora da tolerância da glicose, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares”, diz a professora Geny Aparecida dos Cantos, coordenadora do projeto desenvolvido.

O NIPEAD possui 14 profissionais e seu trabalho junto ao público ganhou a categoria de melhor trabalho na área de Análises Clínicas, no 29ª Congresso Brasileiro de Análises Clínicas realizado no dia 26 de maio de 2002, em Fortaleza.

Para mais informações o telefone do NIPEAD é 331-9919 com a professora Geny.

Galeria da UFSC mostra objetos do cotidiano na arte de quatro artistas contemporâneas

01/12/2003 16:03

Abre nesta terça-feira, dia 02, às 20 horas, na Galeria de Arte da UFSC, a exposição `ATALHO 2 – (a)mostra coletiva de arte contemporânea`, das artistas Ale Delprá, Crica Gadotti, Fê Luz e Lela Martorano. Nesta exposição produtos usuais, objetos de consumo cotidiano, como bolsas, imãs de geladeira, chaveiros, jogo da memória e marcadores de livro foram transformados em suporte para os trabalhos

plásticos das artistas, com muita criatividade e liberdade de criação. A intenção da mostra é também possibilitar a discussão de temas como o valor de uma obra, a arte como mercadoria, e o consumo da arte.

A mostra vem por meio deste atalho propagar a arte no cotidiano das pessoas. Propagar, também, idéias, reflexões, conteúdos, inseridos, materializados em simples objetos de consumo.

Esta exposição traz obras de quatro artistas, cujos trabalhos enfocam diferentes poéticas e linguagens. Lela Martorano, Crica Gadotti, Fê Luz e Ale Delprá estão unidas neste projeto com o objetivo de tornar o

“produto” arte acessível a um maior número de “consumidores”. Acessível tanto para o artista que “vende” sua idéia e sua obra, quanto para o público que não está acostumado a “consumir” arte.

Segunda as autoras, “Consumir arte no sentido conceitual e poético, pois são poucas as pessoas que têm acesso e que freqüentam espaços de arte em Florianópolis e, também, no sentido de aquisição de um trabalho artístico, que se torna mais acessível pela sua reprodução nestes objetos cotidianos. Além disso, suscitam a discussão de temas como o valor da obra de arte e arte como mercadoria.”

Para isso, as artistas propõe uma interação com o público participante da (a)mostra, convidando-o a responder a seguinte pergunta: O que te vale mais? E porquê? Optando por verbos relacionados aos próprios objetos expostos: portar, guardar, lembrar, marcar, atrair.

As artistas, todas bacharéis do Curso de Artes Plásticas da UDESC, já trabalharam juntas em outras mostras, tais como a Mostra Coletiva de Arte CONSTRUÇÃO HUMANA, realizada em 1999, que teve patrocínio da Brasil Telecom. Realizaram juntas, em 2002, no Espaço Lindolf Bell, no CIC, a primeira edição da (a) mostra Atalho. Continuando suas criações coletivas, retornam em ATALHO 2, com primeira exibição no Espaço Cultural Fernando Beck, no BADESC, de 08 a 31 de outubro e agora, poderá ser conferida com nova montagem na galeria da UFSC, a

partir de 02 de dezembro.

O projeto Atalho 2 pretende, com seu caráter itinerante, atingir outros locais e, também, outras cidades dentro e fora do Estado. Está aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura Federal e conta com possíveis

patrocinadores para a realização total do projeto itinerante, que inclui oficinas de arte para os funcionários das empresas patrocinadoras e a doação de uma porcentagem da venda dos objetos para alguma Instituição de Caridade.

Para as autoras, estes são alguns significados de ATALHO: caminho fora da estrada principal pelo qual se encurtam distâncias. E também ATALHAR significa: abrir uma passagem ou vereda.

LELA MARTORANO: Nesta (a)mostra, Lela Martorano trabalhou com fragmentos da série fotográfica “aberturas buracos e fechaduras”. Essas imagens trabalham com a idéia de “aberturas”, entrada de

lugares, cidades sem tempo… são passagens, olhos, frestas, aberturas para outros horizontes, “meios de transporte”. Local de passagem entre dois estados, entre dois mundos, entre conhecido e desconhecido, entre passado e presente. Podem ser entradas ou saídas. Podem ampliar ou reter a visão. As imagens estão à disposição do olhar, as portas e janelas servem para conduzi-lo à outro lugar…

FÊ LUZ: Atuante em diversas linguagens dentro das artes plásticas (poesia, vídeo, intervenção, entre outras), propõe relações entre arte, espaço urbano e cotidiano. Com o segundo prêmio em poesia (2001 e 2002) pelo edital de Letras da FCC (Fundação Catarinense de

Cultura), vem trabalhando com a questão da palavra nas práticas exercidas. Para a coletiva ATALHO, questiona direcionamentos e orientações impostas pelo sistema urbano de sinalizações. Placas, sinais e palavras caminham juntas na organização espacial de uma cidade. Poeticamente essa relação pretende ser refletida com a inserção de imagens em produtos de consumo; neste caso o CHAVEIRO.

O chaveiro abriga as chaves, que por sinal abriga espaços pessoais. Na identificação deste objeto com o usuário, a imagem é colocada como

espaço pessoal aberto à reflexões sobre um cotidiano imposto.

CRICA GADOTTI: Trabalhando com a poética da memória, apresenta partes de obras inéditas, que compõe a série “Antigüidades Ambígüas”. Nesta série, utiliza imagens de objetos antigos, que fazem parte de sua memória e história, seja direta ou indiretamente e, com os quais, mantém uma relação afetiva. Sapatilhas e pés de criança, selos e escritos do avô, fotografias amareladas pela “ação” do tempo… objetos particulares guardados e que agora são re-descobertos e re-inseridos no espaço-tempo. Imagens de múltiplos sentidos que ultrapassam as ambigüidades do antigo e do novo, do temporal e do atemporal.

ALE DELPRÁ: Questiona o proceder da existência humana em diferentes linhas temporais. Para isso, utiliza desde a imagem da primeira forma de escrita, a cuneiforme, passando por outras formas de escrita mais

recentes, com as quais envia uma mensagem de reflexão para as pessoas, até uma das últimas descobertas cientificas, o quarks, o menor elemento que compõe o átomo.

Esta exposição na Galeria de Arte da UFSC é uma realização do DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC, ligado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC. Visite o site www.dac.ufsc.br

SERVIÇO

O QUE? ATALHO 2 – (A)Mostra Coletiva de Arte Contemporânea

QUEM? Ale Delprá, Crica Gadotti, Fê Luz e Lela Martorano

QUANDO: De 03 a 30 dezembro, de 2ª a 6ª das 10 às 18h30. Abertura dia 02, terça-feira, às 20 horas

ONDE: Galeria de Arte da UFSC – prédio do Centro de Convivência

QUANTO? Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: Galeria: (48) 331-9683

UFSC fica com terceiro lugar em bienal de arquitetura

01/12/2003 15:48

Os alunos de Arquitetura e Urbanismo da UFSC Fernando Koerich de Souza e Ricardo Luis Silva conquistaram o 3º lugar na II Bienal `José Miguel Aroztegui`, realizada em Curitiba. O trabalho `Centro Comercial Casa da Itália / Oco da Cidade`, orientado pelo professor Américo Ishida, concorreu com outros 64 trabalhos do Brasil, Argentina, Colômbia, México, Panamá, Uruguai e Paraguai. A Bienal é um concurso estudantil latino-americano de arquitetura bioclimática, e este ano teve como tema `Arquitetura bioclimática: Centro de comércio e serviços`.

As equipes participantes deveriam desenvolver projetos de centros comerciais que equilibrassem aspectos técnicos, arquitetônicos e sócio-culturais. Os alunos da UFSC sugeriram uma construção que abrigasse lojas e instituições que representem a Itália: um consulado, uma central de intercâmbio, aulas do idioma, gastronomia etc. “A imigração italiana é uma das mais fortes em Santa

Catarina, e em Florianópolis não há quase nada”, justifica Ricardo, um dos alunos premiados. A região escolhida foi uma área da

rua Felipe Schmidt, nos fundo do Lira Tênis Clube. O projeto foi desenvolvido para a disciplina Projeto 6, da 8ª fase do curso de

Arquitetura e Urbanismo.

Por estar entre prédios altos, a construção projetada pelos alunos é toda subterrânea – por isso o subtítulo `Oco da Cidade`. Eles sugerem diferentes soluções de iluminação dentro da obra, todas naturais, assim como as propostas de ventilação. “O vento sul, em geral, é ruim, mas da forma como preparamos o desenho do prédio ele pode ser bem aproveitado”, explica Rodrigo. Além disso, por ser subterrânea, a obra mantém uma temperatura mais constante, entre 18 e 22º C.

Rodrigo ressalta que, no Brasil, há pouca preocupação com as questões bioclimáticas em relação aos demais países da América Latina. “Entre os 65 inscritos, mais de 40 eram brasileiros. No entanto, entre os 30 melhores colocados, apenas 16 são do nosso país”, compara. O projeto irá participar de uma exposição itinerante composta pelos 12 melhores colocados. Outra equipe da UFSC, formada pelos alunos Everson Martins e Samuel Silva de Brito e orientada pelo professor Lino Fernando Bragança Peres, foi selecionada entre os 30 melhores trabalhos, com o projeto `Mercado das Nações Indígenas`.

Fale com os estudantes premiados:

Ricardo Luis Silva – (48) 9127-0728

Fernando Koerich de Souza – (48) 9989-1076

Saiba mais sobre a III Bienal José Miguel Aroztegui no site <a href=http://www.antac.org.br/aroztegui/historico.htm

Fonte: Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico

`Hidrelétricas e povos indígenas’ será lançado nesta segunda

28/11/2003 14:53

O lançamento do livro ‘Hidrelétricas e povos indígenas acontece nesta segunda-feira, primeiro de dezembro, no hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas ( CFH) da UFSC a partir das 19h, durante a V Reunião de Antropologia do Mercosul que começa dia 30 de novembro e vai até 3 de dezembro.

Organizado por Sílvio Coelho dos Santos e Aneliese Nacke. antropólogos e professores, integrantes do Núcleo de Estudos de Povos Indígenas da UFSC. O livro contou com a colaboração de pesquisadores antropólogos e etnoarqueólogos brasileiros, da Argentina e Paraguai.

Para as populações indígenas as experiências resultantes da implantação de projetos hidrelétricos têm sido nefastas.

Com o processo de privatização novas ameaças surgiram, especialmente pela falta de compromisso das empresas privadas com a defesa dos interesses das minorias indígenas.

A obra traz estudos que abrangem, entre outros povos, os Mapuches argentinos e os Guarani. Para estes, o lugar onde vivem ‘é mais que uma aldeia, um Tekoha: o lugar onde se dão as condições de possibilidade do modo de ser guarani. A terra concebida como tekoha, é antes de tudo um espaço sociopolítico’ As conseqüências das construções de represas como a Itaipu Binacional foram terríveis para a desintegração e diáspora desses povos. O livro traz também reflexões sobre terra, tradição e identidade para os povos indígenas como os Kaigang , que com a construção da Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó passaram por um processo de reorganização territorial.

Uma contribuição para além do resultado das pesquisas, se repensar a noção de progresso.

Editora Letras Contemporâneas

Informações : 331 8210

Grupo Armação apresenta Contestado no teatro da UFSC

28/11/2003 14:49

Prossegue neste final de semana no Teatro da UFSC a temporada da peça `Contestado – a Guerra do Dragão de fogo Contra o Exército Encantado`. A peça será encenada pelo Grupo Armação nesta sexta, sábado e domingo.

A montagem teatral põe em cena personagens baseados em figuras reais, imaginadas pelo autor como se presas pelos fios entrelaçados da memória de uma delas, a velha Teodora. Lá estão, de uma forma ou de outra, além de Teodora, o Monge José Maria, Eusébio, sua mulher Querubina e a jovem Maria Rosa.

Texto e direção: Antônio Cunha e os atores do Grupo Armação.

Elenco: Zeula Soares, Édio Nunes, Zica Vieira, José Carlos Ramos, Sandra Ouriques, Reynaldo Gramkov, Chico de Nez, Carin Dell’Antonio, Sandro Maquel, Ivana Brazil, Eduardo Ho9ffmann, Antonius Frank, victor

Cunha, Flávia Dell’Antonio.

Sempre às 21 horas. Ingressos: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (estudantes ou para quem doar 1kg de alimento não perecível).

Serviço:

O QUE: Peça Teatral: Contestado – a Guerra do Dragão de fogo Contra o Exército Encantado, com o Grupo

Armação

ONDE: Teatro da UFSC – Praça Santos Dumont – Trindade

QUANDO: Dias 28, 29 e 30 novembro às 21 horas

QUANTO: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (estudantes ou para quem doar 1kg de alimento não perecível).

[A seguir, texto extraído do folder encaminhado pelo grupo]

DO CONTESTADO AO CONTESTADO

E já lá se vão três décadas. Um grupo de jovens, arregimentados pelo Agusto de Sousa em vários municípios de Santa Catarina e até em outra plagas, reuniu–se para a montagem do `Contestado`, de Romário Borelli.

Pensavam grande aqueles “cablocos do Contestado” de 1972. Intensionavam criar a companhia profissional de teatro de Florianópolis, viajar pelo Brasil mostrando arte e firma-se no cenário artístico nacional. A experiência, artisticamente rica, não vingou enquanto profissionalização, mas estava lançada a semente de um “movimento” artístico que, pretensiosamente, entendemos como um dos mais sérios e representativos de nossa terra.

De lá para cá foram mais de cinqüenta montagens, centenas de atores, dezenas de diretores, autores os mais diversos entre clássicos da dramaturgia mundial, nomes de destaque do teatro brasileiro e jovens dramaturgos catarinenses.

Um espaço cênico próprio foi conseguido, pequeno, é verdade, mas de valor inestimável. A Casa do Teatro, na Praça XV, já serviu de palco para vários espetáculos, do Armação e de outros grupos, sediou cursos e oficinas e hoje abriga, também, uma mini-galeria, numa feliz parceria com a AAPLASC. Em 2002, o Armação, numa reverência ao seu passado, decidiu-se pela montagem de um novo espetáculo, abordando a mesma temática de 30 anos atrás. Convidou e deu plena liberdade para Antônio Cunha escrever um novo texto.

CONTESTADO – A GUERRA DO DRAGÃO DE FOGO CONTRA O EXERCITO ENCANTADO põe em cena personagens baseadas em figuras reais, imaginadas pelo autor como se presas pelos fios entrelaçados da memória de uma delas, a velha Teodora. Lá estão, de uma forma ou de outra, além de Teodora. Lá estão, de uma forma ou de outra, além de Teodora, o Monge José Maria, Eusébio, sua mulher Querubina, a jovem Maria Rosa, o Coronel João Gualberto, o Capitão Matos Costas, o General Setembrino, ercival Farquhar, Manuelzinho, Joaquinzinho, Manuel Rocha, Adeodato, revividos por Zeula, Édio, Zica, Zé Carlos, Reynaldo, Chico, Sandra, Carin, Ivana, Sandro, Frank, Eduardo, Victor e Flávia, velhos, novos e novíssimos conhecidos nossos.

E já lá se vão três décadas. O tempo, implacável, nos levou alguns daqueles “caboclos” de 1972. Porém, talvez com o intuito de compensar as perdas, trouxe-nos outros. Vão-se os Nivaldos vêm-nos as Júlias. E

assim a vida prossegue, irremediavelmente, em seu trilho. Damos início, assim, se não com a mesma pretensão, com idêntico amor, a uma nova caminhada, quem sabe de mais 30 anos. Sim, também parecia impossível naqueles tempos!

ESTE ESPETACULO É DEDICADO A NIVALDO MATTOS, QUE PARTIU, A JÚLIA BAVARESCO, QUE CHEGOU, E A SULANGER BAVARESCO, QUE NOS AJUDOU A CONDUZIR ESTE “TREM”. [Agosto de 2003]

Professores reagem a declaração do ministro da Educação

28/11/2003 11:08

A presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, reitora Wrana Panizzi, rebateu ontem as críticas do ministro Cristovam Buarque à falta de “tensão ideológica” nas universidades:

“A universidade tem suas imperfeições, mas, historicamente nunca deixou de marcar posição, de levar à sociedade suas opiniões e indignações.” Wrana disse ser impossível comparar a universidade de hoje com a dos anos 60 e 70:”O contexto era outro. Mudou a forma de a universidade expressar os temas atuais.”

Para o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Gustavo Petta, o ministro foi infeliz ao ignorar a existência de um movimento estudantil organizado, principalmente nas universidades públicas: “Se ele acha que não existe ideologização, que espere até a semana que vem. Se as mudanças no Provão não nos agradarem, vamos para as ruas.”

Já a socióloga Maria Victoria Benevides, da Faculdade de Educação da USP e fundadora do PT, disse que os setores tradicionalmente conservadores continuam iguais e que os mais animados, também:” Não sei exatamente o que ele está chamando de tensão ideológica. Não faz o menor sentido voltar a pensar do jeito antigo, na base da esquerda contra a direita. Existe, sim, muito debate na universidade brasileira.”

Fonte: Assessoria da Andifes, com informações do jornal O Globo

Edital do Programa de Bolsas de Extensão foi lançado na sexta-feira

27/11/2003 17:24

O Edital do Programa de Bolsas de Extensão da UFSC para o ano de 2004 foi lançado na sexta-feira, 28/11, pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão (PRCE). As inscrições poderão ser feitas de 11 a 12 e 16 a 18 de dezembro de 2003.Os resultados serão divulgados até o dia 27 de fevereiro de 2004. O Edital está disponível na página da PRCE: www.prce.ufsc.brO Edital estará disponível na página da PRCE: www.prce.ufsc.br/daex

A bolsa de extensão é um auxílio financeiro proporcionado pela UFSC a estudantes de graduação. O objetivo é incentivar a participação destes alunos no processo de interação entre Universidade e Sociedade, aprimorar o processo de ensino e aprendizagem através do envolvimento de estudantes e professores em situações práticas e estimular a participação dos estudantes nos projetos de extensão desenvolvidos pela UFSC.

Para ser selecionado o estudante deverá estar matriculado em curso de graduação da UFSC, possuir índice de aproveitamento acumulado (IAA) igual ou superior a 6,0 (seis), dispor de 20 horas semanais para dedicação ao projeto e não receber bolsa da UFSC ou de outros órgãos de fomento.

O período de participação no programa é de dez meses, de março a dezembro de 2004. No desenvolvimento das atividades, os alunos deverão receber orientação de um professor coordenador. Serão reservadas dez bolsas de extensão para projetos que atendam comunidades carentes localizadas no entorno do Campus da UFSC.

A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão recomenda aos coordenadores de projeto que, ao selecionarem os candidatos à bolsa, dêem preferência a alunos com carência financeira. Será vedada a participação de alunos que cursarão a primeira ou a segunda fase do curso de graduação no período de vigência da bolsa, ou que concluirão o curso neste mesmo período. Também não será permitida a participação de estudantes para os quais as atividades desenvolvidas no projeto sejam curricularmente obrigatórias. A bolsa de extensão pode ser renovada apenas uma vez, ou seja, não é permitido a nenhum aluno receber bolsa de extensão por mais de 20 meses.

Mais informações pelo telefone 331-9021

Curso qualifica profissionais que fazem instalações elétricas

27/11/2003 14:09

O curso Qualificação e Atualização Profissional em Instalações Elétricas em Baixa Tensão, organizado pelo Departamento de Engenharia Elétrica da UFSC, começa nesta sexta-feira (28/11). O objetivo é atualizar profissionais para atuarem em projeto, execução, manutenção, perícia e vistoria de instalações elétricas. As aulas serão realizadas de 28 de novembro a 13 de dezembro, às sextas-feiras (das 18h às 22h) e sábados (das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30) no auditório da Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (Feesc). O curso está sendo oferecido em parceria com o Centro de Qualidade Habitat – o organismo catarinense de certificação em

instalações elétricas.

Converse com a professora Helena Flávia Naspoline, do Departamento de Engenharia Elétrica, coordenadora do curso, pelo telefone 331-7633 ou e-mail helena@eel.ufsc.br

Informações e inscrições pelo telefone 233-1900, e-mail habitat@habitat.org.br ou no site www.habitat.org.br/treinamento/cursos.htm

Conheça o Departamento de Engenharia Elétrica da UFSC no site www.eel.ufsc.br

Fonte: Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico