Encontro Estadual de História discute mídia e cidadania

02/06/2006 15:27

A mídia em relação à História e à divulgação de pesquisas das mais diversas áreas dessa disciplina serão alguns dos assuntos em discussão, de 5 a 8 de junho, em Florianópolis (SC), durante o XI Encontro Estadual de História. Realizado pelo núcle de Santa Catarina da Associação Nacional de História (ANPUH-SC), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), o evento deste ano tem como tema “História: mídia e cidadania”.

Conhecida por garantir a promoção do intercâmbio entre os professores de história e entre estes e a sociedade catarinense, a reunião científica, que acontece a cada dois anos, também é um momento privilegiado de intercâmbio e articulação entre as pesquisas já realizadas ou em andamento.

Durante os quatro dias do encontro acontecerão minicursos, minisimpósios temáticos, encontro de grupos de trabalho, lançamento de livros e mesas-redondas, nas quais serão debatidos “O ensino de História em Santa Catarina: perspectivas contemporâneas” e “História e Mídia: possibilidades de pesquisa”. Também fazem parte da programação palestras com o Profesoor Marcos Napolitano (USP), a Professora Gabrielle Houbre (Paris 7, Denis-Diderot -França) e Professor Marco Morel (UERJ).

Os treze temas dos minisimpósios são Imagens textuais e sonoras; História, Ensino e Pesquisa; Gêneros e gerações: novas perspectivas de pesquisas; Cidades: experiências e representações contemporâneas; Trabalho, Sociedade e Cultura; Cultura escolar e poder; As populações indígenas: tempo, espaço, memória, sociabilidades e etno-história; História e Saúde; Arte, Imagem e Políticas Culturais; Migrações no Brasil; Religiosidade e Cultura; História Social da América Latina: imbricações entre suas literaturas e a política internacional. Já os três minicursos serão sobre História da África; História Social: fontes e perspectivas; e O ensino de História da América Latina.

XI Encontro Estadual de História

Data: 5 a 8 de junho de 2006

Local: Universidade Federal de Santa Catarina

Inscrições/Retirada de Material: Reitoria UFSC

Mais informações: (48) 3331-8576 – anpuhsc@cfh.ufsc.br

Programação: www.cfh.ufsc.br/~anpuhsc/encontro.htm

UFSC organiza discussão sobre novas alternativas no combate ao desemprego

02/06/2006 14:58

Possibilidades de sobrevivência no mercado de trabalho e novas alternativas no combate ao desemprego. Este é o tema do V Seminário “Desemprego e Alternativas – Pesquisa – Ação”, que acontece neste sábado, 3 de junho, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Além de criar um espaço de discussão sobre alternativas e possibilidades, o seminário deve possibilitar trocas de experiências, tanto entre o meio acadêmico e cooperativas, quanto entre as próprias cooperativas.

Longe de ser um evento isolado, os seminários, que já ocorrem desde 2003, têm apresentado importantes resultados, principalmente no que diz respeito à pesquisa na área de economia da autogestão, tema da palestra do professor da UFSC Idaleto Malvezzi Aued e principal ingrediente das discussões em grupo. Contando com representantes de fábricas recuperadas (empresas que tiveram a sua falência decretada e passaram a ser administradas pelos funcionários) espera-se, como nos eventos anteriores, uma grande troca entre os diferentes tipos de gestões adotadas, assim como a busca de uma maior integração entre estas cooperativas.

A professora Bernardete Dublewriblevski Aued, uma das organizadoras do seminário, cita como um bom exemple deste tipo integração o resultado do encontro entre uma cooperativa de mineiros e uma cooperativa de calçadistas: os mineiros encontraram um fornecedor de sapatos para os seus funcionários e os calçadistas encontraram consumidores para o seu produto.

O seminário começa às 9h com a palestra “A nova morfologia do trabalho”, ministrada pelo professor Ricardo Antunes, da Universidade de Campinas-Unicamp. Às 13h30min, acontece a atividade “Como nós fazemos”, que apresentará discussões em grupo. O encontro se encerra às 16h30min, com a palestra “A economia da autogestão”, ministrada pelo professor Idaleto Malvezzi Aued, da UFSC. O evento será realizado no auditório do CFH. Informações e inscrições: 3331 9786 / Elisa, sala 334 do CFH, e pelo e-mail tmt.ufsc@yahoo.com.br .

Por Daniel Ludwich / Bolsista de Jornalismo na Agecom

Laboratório promove mostra e apresenta trabalhos na área de psicologia do esporte

02/06/2006 14:38

Entre os dias 5 e 9 de junho será realizada a I Mostra do LANESPE, do Laboratório de Psicologia do Esporte e Exercício. O laboratório vai realizar palestras e expor seus trabalhos, banners, equipamentos e vídeos, relacionados com as atividades desenvolvidas na área de Neurociência do Esporte e Exercício.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na sala 72 da Piscina (Centro de Desportos), ou por meio de um dos seguintes endereços de e-mail: marcelorosamachado@hotmail.com ou takase@braincoach.net. As vagas estão limitadas ao número de trinta pessoas por atividade.

O conteúdo das palestras é variado. Entre elas estão “Introdução à Psicologia do Esporte e Exercício” e “Aspectos psicológicos dos Tenistas”. A programação completa da mostra pode ser conferida no site www.braincoach.net

Funcionamento do cérebro

Estudar o funcionamento do cérebro e utilizar esse conhecimento para aumentar a qualidade de vida. Esse é o principal objetivo da equipe do Laboratório de Neurociência do Esporte e do Exercício, ligado ao Departamento de Psicologia, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Criado em 2001, o laboratório é atualmente coordenado pelo professor Emílio Takase. Desde sua fundação já foram desenvolvidos vários projetos na área da Psicologia do Esporte e Exercício, priorizando inicialmente temas clássicos como ansiedade, motivação e concentração. Em 2003, os trabalhos também passaram a destacar a relação da psicologia do esporte e do exercício com a neurociência, que estuda o cérebro e seu funcionamento. Takase afirma que pretende unir esses dois campos e ampliar as pesquisas sobre neurociência do esporte e do exercício, área que apresenta estudos ainda pouco desenvolvidos.

Mais informações com professor Emílio Takase, e-mail: takase@cfh.ufsc.br

Por Manfred Matos e Julia Fecchio – Bolsistas de Jornalismo na Agecom

Homenagem à pesquisadora Maike Hering de Queiroz nesta segunda na UFSC

02/06/2006 12:14

No Dia Mundial do Meio Ambiente será lançado o CD- ROM Bromélias de Santa Catarina de Márcia Patrícia Hoeltgebaum e Maike H de Queiroz, no hall da Reitoria, às 19h.

Uma emblemática ironia cerca as bromélias. Nas décadas de 40 e 50, em nome do combate da malária, essas singelas flores serviram como justificativa para desmatamentos jamais vistos em Santa Catarina. Hoje cumprem papel exatamente inverso. Para evitar a sua extinção, blindam e ajudam

a garantir a preservação da Mata Atlântica catarinense. A história está contada e retratada no CD-ROM Bromélias de Santa Catarina, elaborado pelas biólogas Márcia Patrícia Hoeltgebaum e Maike Hering de Queiroz.

Publicada pela EdUFSC, a obra será lançada oficialmente, no Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho, segunda-feira), a partir das 19 horas, no hall da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, durante uma homenagem especial à professora e pesquisadora Maike Hering de Queiroz, falecida no dia 19 de abril desse ano. O evento é uma parceria da UFSC, através da Editora, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, do Centro de Ciências Biológicas (CCB) e do Departamento de Botânica, com a Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, via Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de SC (Fapesc).

Iniciativa científica, didática e cultural voltada principalmente à educação ambiental, o CD-ROM revela que a família das bromélias possui aproximadamente 3.000 espécies agrupadas em 56 gêneros e três subfamílias. Com exceção de uma espécie descoberta na África, as demais são originárias das Américas do Sul e Central. Planta tipicamente do Novo Mundo, 40% das espécies estão concentradas no Brasil. Segundo as pesquisadoras, a sua ocorrência está intimamente relacionada com a Mata Atlântica, comprovadamente o ecossistema mais rico em quantidade e diversidade de bromélias. Santa Catarina está bem no mapa da planta. Abriga cem espécies, 18 gêneros, 34 variedades e três formas. “Dos gêneros que ocorrem por aqui, nenhum é exclusivo do Estado”, acrescenta Márcia Patrícia Hoeltgebaum.

Mesmo com todo o trabalho que vem sendo desenvolvido por escolas, universidades, entidades e fundações como a Fapesc, os pesquisadores constataram em Santa Catarina uma acentuada diminuição no número de espécies de bromélias nos sentidos leste-oeste e norte-sul. Daí a importância do CD-ROM que, entre outros objetivos, socializa conhecimentos capazes de auxiliar na preservação das espécies e na conservação dos hábitos naturais.

De acordo com as autoras a pesquisa é uma “importante ferramenta na divulgação sobre a importância das bromélias e seu potencial ecológico, ornamental, medicinal e alimentar”. Coordenadora de Projetos da Fapesc, Márcia Patrícia lembra que o CD é também uma excelente ferramenta na promoção da educação ambiental por meio da distribuição gratuita em estabelecimentos de ensino e órgãos ambientais. O CD-ROM igualmente beneficiará, por exemplo, a Unidade de Conservação Ambiental Desterro (UCAD), idealizada e implantada por Maike Hering de Queiroz e que preserva parte representativa da Mata Atlântica da Ilha de SC.

A pesquisa dá uma idéia do significado ecológico das bromélias. “Considerando-se a densidade de bromélias de uma floresta, pode-se estimar que em apenas um hectare 5,2 milhões de espécies de organismos dependem dessas plantas”. Aliás, conforme sublinham as biólogas, “em determinados ambientes as bromélias constituem uma das principais fontes de água disponível para certos organismos. Vários animais dependem da água reservada nas bromélias para suprir suas necessidades metabólicas”. Além disso, são fonte de variados recursos para as aves em florestas tropicais úmidas. “Além de néctar, as bromélias fornecem um amplo banquete de iguarias”, sustentam as pesquisadoras.

Em síntese, o CD-ROM oferece múltiplas abordagens, que vão desde informações gerais até dados científicos mais complexos, atendendo, portanto, a todos os públicos. Isso foi possível graças às pesquisas de campo e à consulta exaustiva de material bibliográfico nacional e internacional.

Além do seu caráter científico, didático, ecológico e cultural, o CD-ROM é um material prático, rico e de beleza ímpar para a divulgação da flora catarinense para turistas, paisagistas, biólogos, agrônomos, ecólogos e aquelas pessoas que amam, respeitam e defendem a natureza, as bromélias, a Mata Atlântica.

O CD-ROM, extremamente acessível e mais simples do que as obras já publicadas anteriormente sobre o tema, é também inovador sob o aspecto tecnológico, permitindo rápida localização dos seus conteúdos.

Quem é Márcia Patrícia Hoeltgebaum

Natural de Blumenau, Márcia Patrícia Hoeltgebaum graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade Regional de Blumenau (FURB) e realizou estágio na Unicamp (SP). Sob orientação da professora Maike Hering de Queiroz, pós-graduou-se em Biologia Vegetal pela UFSC enfocando as bromélias. Atualmente é coordenadora de Projetos na Fapesc, onde está envolvida com programas que abarcam desde a recuperação da Bacia Carbonífera até a possível salvação do Aqüífero Guarani, considerada a maior reserva de água doce do mundo e que, infelizmente, está por um triz.

Márcia está se realizando profissionalmente. “Desde muito cedo queria ser cientista, sempre curiosa em saber como era o funcionamento dos seres vivos, como viviam e se relacionavam”. A pesquisadora abre o livro da sua vida: “Fui escolhida pela Botânica já nos primeiros semestres da graduação, quando, sem querer, percebi que prestava demasiada atenção nas plantas, até mesmo nas aulas de Zoologia. Então, as bromélias tornaram-se uma paixão à medida que desenvolvia os meus estudos no mestrado”. É réu confesso: “Sem dúvida, a beleza e a sua importância no contexto florestal, aliados ao desafio de observá-las em seu habitat natural, muitas vezes a quase 30 metros de altura, transformam a minha admiração pelas bromélias em paixão, amor sem volta”.

Quem é a homenageada

Maike Hering de Queiroz destacou-se como educadora, pesquisadora, ambientalista, mãe, avó, mas principalmente como pessoa, gente. Moldada pelo sofrimento, orientada pela ética e pelos princípios, comandada pela coragem e animada pelo amor à vida, deu sentido de dignidade à existência de uma pessoa e de todos. “Foi uma pesquisadora extraordinária e uma mãe exemplar, com um profundo desenvolvimento espiritual”, definiu Antônio Diomário de Queiroz, marido ex-reitor da UFSC e ex-secretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia.

Natural de Blumenau, Maike formou-se em Biologia pela Universidade de São Paulo (USP) e realizou mestrado e doutorado na França em Biologia Vegetal e Ciências Florestais. Durante quase 30 anos foi professora e pesquisadora do Departamento de Botânica da UFSC. Sua atividade científica e ecológica foi intensa: coordenou, por exemplo, o Laboratório de Análise de Sementes Florestais, o Projeto Rede Semente Sul, a Unidade de Conservação Ambiental Desterro e a Cooperação Universitária Internacional Brasil-Alemanha (“fundamentos científicos para modelos de regeneração de áreas degradadas”).

Lecionando na Pós-Graduação em Biologia Vegetal da UFSC, elaborou 50 projetos de pesquisa, publicou 20 artigos científicos no País e seis no estrangeiro, defendeu duas teses e organizou sete eventos científicos. O reconhecimento veio ainda em vida. A UFSC conferiu-lhe um Certificado de Mérito e uma Moção de Aplauso. Embora discreta e humilde, a pesquisadora conquistou reconhecimento inquestionável junto à comunidade científica.

Maike tinha uma relação especial com a Mata Atlântica e com as flores. As suas pesquisas denunciam a paixão. O CD- Rom Bromélias de Santa Catarina, editado pela EdUFSC e concebido, a quatro mãos, com a bióloga Márcia Patrícia Hoeltgebaum (Fapesc), revela uma pétula do seu amor pela natureza, pela vida, pela carreira abraçada.

CD –ROM Bromélias de Santa Catarina

Márcia Patrícia Hoeltgebaum e

Maike Hering de Queiroz

R$ 25,00

Tel de Márcia Patrícia Hoeltgebaum: (48) 3215-1210 (Fapesc), (48) 9931-0770, (48) 3334-8153 (casa), e-mail: márcia.patricia@fapesc.rct-sc.br

Tel do presidente da Fapesc, Vladimir Piacentini (48) 3215-1203 e (48) 9961-00060.

Por Moacir Loth/jornalista UFSC/FAPESC

Exposição do Projeto Arte na Comunidade no Hall da Reitoria da UFSC

02/06/2006 11:52

Até o dia 9 de junho estão sendo expostas no Hall da Reitoria da UFSC obras de professores e alunos que participam do Projeto Arte na Comunidade. São obras realizadas não só por artistas mas também por leigos que aprendem alguma forma de arte ministradas nas aulas oferecidas pelos Projeto. Como o objetivo do evento é prover condições às pessoas pobres que residem nas comunidades próximas à universidade, todos os trabalhos expostos estão à venda. Os interessados em adquirir as obras devem ligar para o telefone 9102 7388, de Juan Magnelli, e fazer o seu lance pelo quadro ou objeto desejado.

Criado em 2005, o Projeto Arte na Comunidade, pretende formar uma nova diretoria para a gestão 2006/2007. O atual presidente Juan Magnelli esclarece que os interessados podem acessar o site www.artenacomunidade.org.br e inscrever-se.

Um outro objetivo que Juan deseja atingir é o de agregar junto ao Projeto mais artistas que residem nas comunidades próximas a UFSC. Para quem quiser participar expondo ou dando aulas é só acessar o site e colocar o nome e estabelecer um contato com o presidente Juan Magnelli pelo fone 91027388

Por Celita Campos/jornalista da Agecom

UFSC divulga resultados dos experimentos testados durante a Missão Centenário

02/06/2006 11:26

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgaram nesta semana os primeiros resultados dos experimentos testados pelo astronauta brasileiro Marcos Pontes durante a Missão Centenário, encerrada em 8 de abril. Os dados coletados no decorrer da viagem espacial foram armazenados em cartões eletrônicos e agora são analisados nos laboratórios do Departamento de Engenharia Mecânica (EMC).

Apesar de os resultados ainda serem preliminares, necessitando de avaliações mais detalhadas, os dois experimentos – dedicados ao desenvolvimento de sistemas que auxiliem no controle térmico de satélites – foram considerados um sucesso pelos pesquisadores. Tanto os “evaporadores capilares,” sistema desenvolvido pelo Laboratório de Combustão e Engenharia de Sistemas Térmicos (Labcet), quanto os “minitubos de calor,” do Núcleo de Controle Térmico de Satélites (NCTS), funcionaram sem nenhum percalço durante todo o período em foram testados na Estação Espacial Internacional (ISS).

Ao analisarem os dados, os pesquisadores da UFSC constataram que o desempenho dos dois experimentos em ambiente de microgravidade foi muito semelhante ao obtido em Terra. No caso dos minitubos de calor, foram feitas leituras de temperatura e potência térmica enquanto o equipamento era testado ISS. Comparando com os resultados obtidos em laboratório, essas variáveis mostraram que o experimento funcionou normalmente em ambiente de microgravidade.

De acordo com a coordenadora do projeto, professora Márcia Mantelli, a semelhança dos resultados se deve a uma anulação de efeitos ocorrida no interior da Estação Espacial Internacional (ISS). “Em uma situação de gravidade próxima a zero, se, por um lado, a ebulição do fluido que fica no interior dos minitubos foi piorada, por outro, esse fluido se movimentou melhor.” Para a pesquisadora, o experimento comprovou o grande potencial dos minitubos de calor para a aplicação em satélites. “Provamos que o equipamento está apto para voar”, explica.

Evaporadores capilares – Assim como o experimento do NCTS, os evaporadores capilares tiveram desempenho parecido com o alcançado em laboratório. Potência térmica e temperatura também foram as principais variáveis observadas, relacionadas à partida e ao funcionamento do sistema em condição de microgravidade. “Com a Missão, sabemos que o sistema garante o controle de temperatura do interior do satélite, nosso grande objetivo”, afirma o coordenador do Labcet, professor Edson Bazzo.

Diante do sucesso do experimento, o pesquisador lamenta que não existam mais empresas brasileiras com atividades voltadas a aplicações espaciais. “Temos a tecnologia, experimentos agora ainda mais qualificados e capacidade para atender o mercado. O que falta maior demanda por projetos desse tipo”.

Quanto às críticas à validade da viagem de Marcos Pontes, relacionadas ao custo da Missão Centenário, a opinião dos pesquisadores é unânime. “A viagem foi excelente para o desenvolvimento e a popularização da pesquisa espacial, trazendo resultados que serão publicados em diversos periódicos científicos. Além disso, qualificou pessoas do Brasil para o trabalho na área”, afirma Bazzo.

A professora Márcia Mantelli prefere usar uma metáfora para responder às críticas. “Não adianta executar o projeto de uma enorme casa e, ao final, não querer gastar para colocar o telhado. Ou seja: o Brasil treinou um astronauta, gastando nisso quase quatro vezes mais que o custo do vôo. Precisávamos fazer valer esse investimento”.

Fonte: Núcleo de Comunicação do CTC/ por Débora Horn

Converse com o professor Edson Bazzo (48) 3331-9390 ou ebazzo@emc.ufsc.br

Fale também com a professora Márcia Mantelli (48) 3331-9379 ou marcia@emc.ufsc.br

Conheça o Núcleo de Controle Térmico de Satélites em www.labsolar.ufsc.br/ncts

Saiba mais sobre o Laboratório de Combustão e Engenharia de Sistemas Térmicos www.labcet.ufsc.br

Visite o Departamento de Engenharia Mecânica: www.emc.ufsc.br

Núcleo de Estudos da Terceira Idade lança concurso literário nesta sexta-feira

01/06/2006 10:15

Nesta sexta-feira, às 14h, será lançado o concurso literário “Casa do Saber Gerontológico II”, no auditório do Centro de Convivência. O evento é organizado pelo Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI), que executa e avalia programas na área da gerontologia. Tendo como público-alvo os integrantes do NETI, o concurso vai compreender a criação de contos, crônicas, poesias e histórias de vida.

As inscrições devem ser feitas no NETI e os trabalhos devem ser entregues até 30 de setembro. A segunda edição do concurso vai homenagear uma das fundadoras do núcleo de estudos, a professora Lúcia Hisako Takasi. Maiores informações sobre o regulamento dos trabalhos e data de divulgação do resultado no site do NETI: www.neti.ufsc.br. Também pelo telefone 3331-6559

Pré-estréia do curta “Um tiro na asa” acontece neste sábado no CIC

01/06/2006 09:47

A diretora do filme em momento da produção

A diretora do filme em momento da produção

O filme “Um Tiro na Asa”, de Maria Emília de Azevedo, tem pré-estréia marcada para o dia 3 de junho, sábado, às 19h, no Centro Integrado de Cultura, com entrada franca, como convidado especial do 10º FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul.

O curta-metragem – 35mm/16 minutos/cor/dolby 5.1 – relata a história de Antônio, assediado pelo algoz de seu pai, depois que tê-lo torturado e morto nos porões da ditadura militar. A obsessiva perseguição inicia-se virtualmente. As mensagens no computador torturam-no pela freqüência e pelos cruéis enigmas que reproduzem a perseguição ao seu pai. Angústia multiplicada em razão da frieza calculada do carrasco que envia mapas e frases inacabadas repetindo o passado e os labirintos que sugerem a presença do pai desaparecido. O Minotauro persegue suas vítimas pelo labirinto, alimenta-se de suas carnes. “Os touros percorrem as ruas das cidades hispânicas…”

O protagonista imbrica-se com o herói mitológico Ícaro que, na tentativa de alçar aos céus com as asas que o pai Dédalus lhe oferecera em busca da liberdade, não a encontra. Minos vence mais uma vez?

O ator Sérgio Bellozupko

O ator Sérgio Bellozupko

O filme propõe a discussão sobre os sistemas ditatoriais constituídos de tempos em tempos, sem relatar fatos históricos, preocupando-se com as suas conseqüências sobre o homem de hoje. Esmiúça dolorosamente a alma obscura dos que se beneficiam com o sofrimento alheio. Busca entender a passividade diante da perversidade.

O homem pós-ditadura é acéfalo. Consome ludicamente as barbáries impostas pelos sistemas modernos, reverencia impensadamente os dogmas tecnológicos, condenando à morte a leitura e o pensamento. O que somos hoje? Por que não alçamos vôos? O que nos resta, além de assistirmos a queda vertiginosa do homem pós-moderno, nas profundidades do ardiloso sistema?

O curta metragem foi rodado na Ilha de Santa Catarina, nos porões do Teatro Álvaro de Carvalho, Faculdade de Educação, Torre da Catedral Metropolitana e, em Palhoça, nos estúdios da Unisul.

Maria Emília de Azevedo, a diretora do filme, assina o roteiro com Marcelo Esteves. Em seu terceiro curta autoral, concluindo a Trilogia da Dor (Alva Paixão e Roda dos Expostos), Maria Emília leva para a tela, resultado de narrativa, estética e produção elaborados minuciosamente, um longo trabalho de direção de atores e uma equipe afinada pelos princípios da ética profissional e do companheirismo, marcas da diretora. No elenco Sérgio Bellozupko e Reynaldo Grankow. O “texto do pai”, escrito por Dennis Radünz, é apropriado pela voz de Antônio Celso dos Santos. Produção Executiva de Zeca Pires.

A direção de Fotografia de Charles Cesconetto utilizou-se do efeito “no bleach”, que, eliminando as tonalidades intermediárias, torna a imagem fria e com uma luz “dura”. Direção de Arte de Macé Di Bernardi, cuja equipe nos estúdios da Pedra Branca (Unisul) construiu os cenários, produziu documentos de época e um ‘fake’ gabinete de pc para a necessária tela plana. Figurinos de Lou Hamad (profissional do DAC/UFSC) contribuíram para a indeterminação de tempo e espaço sugeridos pela direção. Maquiagem de Antônia Oliveira. Música original, Geheena, de Daniel Guimarães, André Pitta, César Hack e Ana Terra Vignes. Captação e edição de som de Leo Gomes. Montagem de Tiago dos Santos.

REALIZAÇÃO: Mundo Imaginário Produções Cinematográficas Ltda.

PATROCÍNIO: Celesc – Centrais Elétricas S.A (via Lei Estadual de Incentivo a Cultura e Fundação Catarinense de Cultura )

CO-PRODUÇÃO: Casa de Cultura Estácio de Sá e Aquafreda Cine Vídeo

APOIO INSTITUCIONAL: Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina), UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)/DAC (Departamento Artístico Cultural), Fundação Franklin Cascaes, Reunidas

APOIO CULTURAL: Água Mineral Fontana Di Fahdo, Infoshop, Set Produções, Komeco e Nova Schin.

Maiores informações: mundoimaginário@brturbo.com.br

Mundo Imaginário Produções Cinematográficas: 3028-6006

Zeca Pires – Produtor Executivo: 9971-7951 ou 9984-6008 zecapires@brturbo.com.br

Maria Emilia de Azevedo – Diretora: 9902-3378 ou 9984-5997

projetoscinematograficos@gmail.com

FAM COMEMORA UMA DÉCADA EM 2006 (*)

Cinco mostras, oito dias, 130 filmes, muitos encontros. Uma verdadeira maratona. Florianópolis tem a honra de sediar o 10º FAM, um dos mais importantes eventos de audiovisual da região sul e a principal tribuna para discussões políticas do setor no Mercosul. O Centro Integrado de Cultura (CIC) está de portas abertas ao público de 2 a 9 de junho, todas as sessões são gratuitas. Na noite de abertura será exibido o super recente longa-metragem de João Batista de Andrade, Veias & Vinhos, às 21h30. As mostras competitivas começam no sábado.

Para receber o Festival, o teatro do Centro Integrado de Cultura vira um grande sala de cinema, como quase não existe mais no Brasil. Nas sessões mais concorridas, as 900 poltronas às vezes são insuficientes. A última edição computou mais de 20 mil expectadores, e este número cresce a cada ano. O FAM veio pra ficar. Seja bem vindo!

(*) Veja mais sobre o FAM no site www.panvision.com.br

Fonte: [CW] DAC-PRCE-UFSC, com material recebido do Produtor Executivo e do site do FAM.

UFSC oferece curso gratuito de cerâmica de torno e figurativo

31/05/2006 17:56

O Departamento de Cultura e Eventos da UFSC, dentro do Projeto Vitrine Cultural, oferece para a comunidade o Curso de Cerâmica de Torno e Figurativo. As vagas serão preenchidas por meio de sorteio que será realizado no dia 12 de junho, às 15h, no hall do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Serão sorteados 20 vagas por turma, sendo 10 consideradas vagas para lista de espera.

Orientações:

Período de Inscrição para o sorteio : 5 a 9 de junho, das 8h30min até 19h (de segunda a sexta-feira)

A inscrição deve ser presencial.

Local de Inscrição : Departamento de Cultura e Eventos da UFSC, Divisão de Projetos Especiais e Formaturas.

Número de Vagas: 30

Total de turmas: 3

Horários:

Turma 01 – Quarta-feira, 13h30min às 16h30min

Turma 02 – Quinta-feira, 8h30min às 11h30min

Turma 03 – Quinta-feira, 13h30min às 16h30min

Período do curso: de Junho a Novembro/2006

Início do curso: 14/6/2006 (Turma 1) e 22/6/2006 (Turma 2 e 3 )

Professora : Tânia Fernandes

O curso é gratuito e tem como objetivo tratar pedagogicamente importantes manifestações culturais que fazem parte da História.

Informações pelo Fone: 3331-9781 (Cléia, Soni, Ruth, Marivone ou Maria José) ou pelo e-mail formatura@reitoria.ufsc.br ou eventos@reitoria.ufsc.br

Florianópolis será sede do III Encontro Nacional das Comissões Internas de Biossegurança

31/05/2006 16:07

No período de 17 a 20 de setembro Florianópolis será sede do III Encontro Nacional das Comissões Internas de Biossegurança (CIBIo). O evento será realizado no Costão do Santinho, reunindo representantes de empresas públicas e privadas que realizam pesquisa e/ou desenvolvimento com organismos geneticamente modificados (OGM). O tema do evento – que deve ter a presença de Ministros de Estado integrantes do Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) – será “O Fortalecimento das CIBIo e a Nova Lei de Biossegurança”. A organização do encontro é da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e da Comissão Interna de Biossegurança da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A biossegurança, usada a fim de diminuir e controlar os riscos da prática de tecnologias realizadas em laboratório ou aplicadas ao meio ambiente, é regulada no Brasil pela lei 11.105, de 24 de março de 2005, aprimoramento da lei 8.794, de 1995 (a primeira lei brasileira sobre biossegurança). Em diversos países, existem leis ou diretivas específicas a respeito do assunto, para controle e fiscalização de determinados trabalhos. Entretanto, a legislação brasileira só faz referência ao uso da tecnologia do DNA (ácido desoxirribonucléico) e do RNA (ácido ribonucléico) recombinante e estabelece os requisitos para o manejo de OGM – caso do plantio e comercialização da soja transgênica – e de células-tronco quando usadas com fins terapêuticos.

Para o Professor Edmundo C. Grisard, integrante da comissão organizadora do III Encibio, a regulamentação dos trabalhos com células-tronco é uma das principais novidades que a lei 11.105 traz em relação à lei de 1995. Ele destaca também a rotulagem dos alimentos produzidos a partir de OGM e seus derivados, a nova composição da CTNBio, a criação do Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) e ainda do Sistema de Informação em Biossegurança (SIB).

O Conselho, presidido pela Ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e formado por mais nove Ministros do Estado, é responsável pela formulação e implementação da Política Nacional de Biossegurança (PNB) no país.

Em momentos específicos do encontro, os participantes discutirão assuntos relativos à área animal e humana, ou vegetal e ambiental (áreas setoriais da CTNBio). Edmundo explica que a biossegurança em saúde no Brasil possui comissão própria instituída pelo Ministro da Saúde, que deverá tratar de assuntos anteriormente de competência das comissões de segurança do trabalho e das comissões de infecção hospitalar, dentre outras.

Quando uma instituição faz uso da engenharia genética ou realiza pesquisas com OGM, ela é obrigada a criar uma Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) e adquirir o Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB) concedido pela CTNBio. As CIBIo são responsáveis, entre outros assuntos, por ser o elo entre a instituição e a CTNBio e por fiscalizar e acompanhar o desenvolvimento das pesquisa relacionadas a OGM.

Quanto ao fato de a lei brasileira abordar exclusivamente o trato com OGM e células-tronco, Edmundo diz que “biossegurança é um termo abrangente”, e explica: “se alguém na UFSC fura o dedo com uma agulha que contenha material biológico, isso, pela legislação, não é problema da CIBio da universidade, a não ser que o material contenha OGM ou células tronco trabalhadas no âmbito de pesquisa”. Segundo ele, a tendência é de criação de uma lei mais abrangente, que englobe diversos assuntos (relativos às áreas humana, animal, vegetal etc). “O medo é que fique enorme e não funcional”, diz Edmundo.

A lei 11.105 está disponível no site da CTNBio

Inscrições para o evento em Florianópolis, estarão disponíveis no site http://www.encibio.ufsc.br/

Mais informações sobre o evento através do e-mail encibio2006@oceano.com.br .

Por Talita Garcia / bolsista de Jornalismo da Agecom.

Alunos da UFSC desenvolvem portal de artigos científicos

31/05/2006 16:04

Facilitar a comunicação entre a população e os geradores de conhecimento científico no Brasil. Esse é o objetivo do site www.artigocientifico.com.br, criado pelo estudante Paulo Alberto Crestani, do Curso de Agronomia e por Michele Moresco Crestani, do Curso de Odontologia da UFSC. O portal reúne artigos científicos de pesquisadores brasileiros, possibilitando o fornecimento de importantes dados aos pesquisadores e instituições que fomentam as pesquisas nacionais.

Os pesquisadores cadastrados no portal contam com um website pessoal com suas publicações, currículos, dados para contato e sistema de comentários com o objetivo de quantificar e avaliar a aplicabilidade do conhecimento gerado pela pesquisa.

Os responsáveis pelo site garantem que em breve estarão disponíveis novos recursos como agenda de eventos, diretório de links e um serviço de acompanhamento de áreas do conhecimento onde os visitantes serão notificados via e-mail a cada nova publicação. Além disso, haverá uma comunidade científica com grupos de discussão sobre os mais diversos assuntos do meio científico.

Quanto ao processo de avaliação os autores explicam que preparam o sistema para que o controle de qualidade do conteúdo oferecido seja feito pela própria comunidade científica. O portal trabalhará com estatísticas e avaliações por parte da comunidade, que pode emitir a sua opinião sobre as publicações. “Nosso sistema de busca, por exemplo, destaca artigos bem avaliados e de maior relevância, em detrimento a artigos de má qualidade ou impertinentes”, explica Paulo Alberto Crestani.

O portal já foi notícia em dois jornais de veiculação nacional. Em O Estado de São Paulo foi publicada a matéria “Portal busca reunir artigos científicos brasileiros”, no dia 26 de abril. Já em O Globo a reportagem “Ciência na Cabeça” foi veiculada no dia 8 de maio.

Mais informações podem ser obtidas pelo fone (48 )3233 5589.

Por Ingrid Cristina dos Santos / bolsista em Jornalismo da Agecom.

Projeto Plantas do Futuro é tema de novo encontro do Papo Sobre Ciência

31/05/2006 14:48

cartaz de Jordana Damiani/bolsista de Design - Agecom

cartaz de Jordana Damiani/bolsista de Design - Agecom

O próximo encontro do Papo Sobre Ciência acontece nessa quinta-feira, dia 1º de junho, com o tema Plantas do Futuro. Esta linha de pesquisa atende aos propósitos da Convenção da Biodiversidade, assinada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – a Rio 92. O objetivo é conhecer, valorizar e conservar a megadiversidade brasileira, permitindo que seus benefícios sejam usufruídos por comunidades rurais marginalizadas. A iniciativa será apresentada pelo professor Ademir Reis, do Departamento de Botânica da UFSC. O encontro acontece às 10h, no auditório do Centro de Convivência.

Na região Sul do Brasil, foco do trabalho coordenado pela UFSC e que conta com apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Sociedade de Pesquisas em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), do Paraná, o projeto Plantas do Futuro permitiu o levantamento das espécies nativas com potencialidades econômicas. Foram detectados recursos vegetais que representam fonte de alimentação humana e de animais, que são usados na confecção de artesanatos, na medicina caseira e na produção de madeira nobres. “Evidenciou-se que há um conhecimento expressivo sobre estas plantas e muitas delas já representam uma importante fonte na economia de comunidades marginalizadas”, informa Reis.

No entanto, os estudos mostraram também que a cadeia produtiva ou comercial destas espécies é ainda ineficiente para torná-las uma verdadeira fonte de renda e uma alternativa para valorização da diversidade das plantas nativas do sul do Brasil. “O projeto nos revela a necessidade de políticas públicas para valorização do etnoconhecimento das comunidades rurais marginalizadas e a garantia de conservação de muitas espécies potenciais mas com severas ameaças de extinção devido à destruição de seus habitats originais”, alerta o professor. Por isso, destaca, em muitos casos os estudos indicam também que são necessárias ações para criar mecanismos de manejo, sistema que permite o uso dos recursos vegetais e que pode ser uma das principais formas de conservação, como proposto pela Convenção da Biodiversidade, da qual o Brasil é um dos signatários.

O professor lembra ainda que o sul do Brasil tem todo o seu território ocupado pela região da Mata Atlântica, área que lidera a estatística mundial de perda de habitat, com mais de 93% de área original de floresta já perdida. Por isso esta área foi selecionada como um dos chamados “Hotspots” de biodiversidade do mundo. “Muitas das pessoas que vivem nos Hotspots e muitas atividades econômicas desenvolvidas nessas áreas dependem diretamente dos produtos naturais, mediante a exploração de plantas e animais silvestres para a alimentação, combustível, vestuário, remédio e abrigo”, ressalta Reis. Segundo ele, manter estas pessoas nestes ambientes e compatibilizar o uso dos recursos vegetais com a conservação exige mudanças drásticas nas políticas publicas.

SAIBA MAIS:

Fonte: Ambiente Brasil

– o Brasil é considerado o país de maior biodiversidade do planeta

– O país abriga entre 10 a 20% do número de espécies conhecidas pela ciência

– Estão no Brasil cerca de 30% das florestas das florestas tropicais no mundo

– Segundo o Ibama, órgão responsável pelas listas oficiais de espécies da fauna e da flora brasileiras ameaçadas de extinção, 219 espécies animais (109 aves, 67 mamíferos, 29 insetos, nove répteis, um anfíbio, um artrópode, um coral, um peixe e um crustáceo) e 106 espécies vegetais correm o risco de desaparecer. Entre elas, algumas estão praticamente extintas, como a ararinha-azul.

Biodiversidade

É o termo utilizado para definir a variabilidade de organismos vivos, flora, fauna, fungos macroscópicos e microorganismos, abrangendo a diversidade de genes e de populações de uma espécie, a diversidade de espécies, a diversidade de interações entre espécies e a diversidade de ecossistemas.

Convenção da Biodiversidade

A Convenção sobre Diversidade Biológica foi assinada por 156 países, incluindo o Brasil, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ou Rio 92, e ratificada pelo Congresso Nacional em 1994. Além de preconizar a conservação da biodiversidade e a utilização sustentável de seus componentes, a convenção ressalta a necessidade da repartição justa e eqüitativa dos benefícios derivados dos usos diversos dos recursos genéticos.

O projeto Papo Sobre Ciência

Objetivo este ano é estimular a cobertura da Reunião da SBPC

O projeto Papo Sobre Ciência tem como meta aproximar jornalistas e pesquisadores da UFSC, estimulando a prática do jornalismo científico e a divulgação do conhecimento científico e tecnológico. Este ano tem uma meta especial, que é promover encontros que incentivem a cobertura e a participação em um dos principais eventos científicos do país, a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. A 58ª reunião da SBPC será realizada entre os dias 16 e 21 de julho no campus da UFSC, com o tema central “Semeando a Interdisciplinaridade”.

O Papo Sobre Ciência é organizado pela Agência de Comunicação da UFSC, responsável pela promoção dos encontros entre pesquisadores da universidade e jornalistas. Este ano foram programados momentos para discussão de temas como divulgação da ciência, aquecimento global, materiais inteligentes, Aqüífero Guarani, Projeto Plantas do Futuro e direitos dos povos indígenas e afro-descendentes. Os eventos são também abertos ao público em geral.

Mais informações sobre o projeto Papo Sobre Ciência com as jornalistas Alita Diana ou Arley Reis, fone 48 3331- 9601. Também no site www.papociencia.ufsc.br

Acompanhe o cronograma

– 1º/6 Projeto Plantas do Futuro

Convidado: Ademir Reis (Departamento de Biologia / UFSC)

Local/hora: Auditório do Centro de Convivência / 10h

– 22/6 Avanços da Medicina / Células Tronco

Convidado: Andréia Trentin (Laboratório de Imunopatologia Celular e Molecular / Departamento de Biologia / UFSC)

Local/hora: Auditório do Centro de Convivência / 10h

Projeto 12:30 apresenta Ilha de Nós nesta quarta-feira

30/05/2006 22:22

A banda Ilha de Nós, formada há seis anos, no dia do Folclore, toca nesta quarta-feira, dia 31, no Projeto 12:30 na UFSC. O grupo ganhou o CUCCA (Circuito Universitário da Canção, Cultura e Arte) e o 1° Festival Rock in Floripa de Banda Garagem. Em março, se classificou para a final do Festival Roda D’Água, em Antônio Carlos. O show acontece a partir das 12h30min, na Concha Acústica da UFSC, em frente ao CCE (Básico).

Os seis integrantes da Ilha de Nós são influenciados por diferentes

estilos musicais, mas têm em comum a busca pela valorização da

identidade cultural de Florianópolis em suas músicas. Com uma fusão

entre ritmos diversos, como Rock, MPB, Funk e Samba, os músicos

pretendem criar composições de caráter único. No ano passado, a banda

convidou a pianista Camila Figueiredo para rearranjar suas composições.

Gilberto Gil, Lenine, Caetano Veloso, Rita Lee e Sandra de Sá são alguns dos covers que aparecem no repertório da banda, convivendo, no show, com as mais de dez músicas próprias da Ilha de Nós. O vocal fica por conta de Barbara Vasques, acompanhado por Bruno Dekker na guitarra, Pablo Serrano no contrabaixo, Henrique Soares na percussão e Denis Fernandes na bateria.

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC (Departamento Artístico Cultural),da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC, e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro. Artistas interessados em participar devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 331-9348/ 331-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

Programa

Funk e MPB, em músicas próprias e covers

Telefone

(48) 8429-0132

Fonte: Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30/ Por bolsista Renan Fagundes – DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC

(48) 3331-9348 / 3331-9447 www.dac.ufsc.br

Departamento de Jornalismo suspende atividades nesta quarta-feira em respeito à morte de seu primeiro Chefe

30/05/2006 19:47

Daniel Herz/www.jornalismo.ufsc.br

Daniel Herz/www.jornalismo.ufsc.br

O ex-Professor Daniel Herz, 51 anos, faleceu em Porto Alegre nesta terça-feira, vítima de câncer. Primeiro Chefe do Departamento de Comunicação da UFSC, no início da década de 1980, o jornalista Daniel Herz, autor de “A História Secreta da Rede Globo”, estruturou as bases do funcionamento democrático do Curso de Jornalismo, com a implantação do inédito Conselho Paritário de Professores e Alunos e das eleições diretas para todos os cargos de chefia.

Colocou o curso no mapa político do país, organizando o lançamento da Frente Nacional de Luta por Políticas Democráticas de Comunicação. Atualmente dirigia uma empresa comercial, atuava na Federação Nacional dos Jornalistas e presidia uma organização não-governamental dedicada à democratização dos meios de comunicação no país.

XI Encontro Estadual de História discute mídia e cidadania

30/05/2006 17:17

O evento reúne professores, pesquisadores e estudantes, em Florianópolis (SC), entre os dias 5 e 8 de junho.

A mídia em relação à História e à divulgação de pesquisas das mais diversas áreas da disciplina serão alguns dos assuntos em discussão, de 5 a 8 de junho, em Florianópolis (SC), no XI Encontro Estadual de História. Realizado pela ANPUH-SC, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), o evento deste ano tem como tema “História: mídia e cidadania”.

Conhecida por garantir a promoção do intercâmbio entre os professores de história e entre estes e a sociedade catarinense, a reunião científica, que acontece a cada dois anos, também é um momento privilegiado de intercâmbio e articulação entre as pesquisas já realizadas ou em andamento.

Durante os quatro dias do XI Encontro Estadual de História acontecerão minicursos, minisimpósios temáticos, encontro de grupos de trabalho, lançamento de livros e mesas-redondas, nas quais serão debatidos “O ensino de História em Santa Catarina: perspectivas contemporâneas” e “História e Mídia: possibilidades de pesquisa”. Também fazem parte da programação palestras com o Profesoor Marcos Napolitano (USP), a Professora Gabrielle Houbre (Paris 7, Denis-Diderot -França) e Professor Marco Morel (UERJ).

Os treze temas dos minisimpósios são Imagens textuais e sonoras; História, Ensino e Pesquisa; Gêneros e gerações: novas perspectivas de pesquisas; Cidades: experiências e representações contemporâneas; Trabalho, Sociedade e Cultura; Cultura escolar e poder; As populações indígenas: tempo, espaço, memória, sociabilidades e etno-história; História e Saúde; Arte, Imagem e Políticas Culturais; Migrações no Brasil; Religiosidade e Cultura; História Social da América Latina: imbricações entre suas literaturas e a política internacional. Já os três minicursos serão sobre História da África; História Social: fontes e perspectivas; e O ensino de História da América Latina.

XI Encontro Estadual de História

Data: 5 a 8 de junho de 2006

Local: Universidade Federal de Santa Catarina

Inscrições/Retirada de Material: Reitoria UFSC

Mais informações: (48) 3331-8576 – anpuhsc@cfh.ufsc.br

Programação: http://www.cfh.ufsc.br/~anpuhsc/encontro.htm

Medida Provisória concede reajuste a docentes do ensino público federal

30/05/2006 12:12

Foi publicada hoje (30), no Diário Oficial da União, a Medida Provisória nº 295, assinada ontem, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A MP é resultado de negociações realizadas no ano passado e trata da reestruturação e remuneração das carreiras de Magistério de Ensino Superior e de Magistério de 1º e 2º Graus, além das Carreiras da Área de Ciência e Tecnologia, Especialista do Banco Central, Fiscal Federal Agropecuário, entre outros cargos.

Para os professores do ensino superior, a MP aumenta o percentual de incentivo à titulação em 75% aos docentes com título de Doutores ou Livre-docentes; 37% àqueles que têm grau de Mestre; 18% aos que apresentarem certificado de Especialização; e 7,5% para quem possui certificado de aperfeiçoamento. O aumento médio bruto no vencimento básico será de cerca de 8,4% .

O mesmo texto reestrutura a carreira de magistério da seguinte forma: Professor Titular, Associado, Adjunto, Assistente e Auxiliar. Entre os requisitos para alcançar o cargo de Professor Associado (classe que antes não existia), estão a permanência mínima de dois anos no último nível da classe de Professor Adjunto, título de Doutor ou Livre-docente e ser aprovado em avaliação de desempenho acadêmico, que será realizada por uma banca examinadora em cada instituição federal de ensino superior.

A Medida ainda prevê um aumento na Gratificação de Estímulo à Docência (GED) dos aposentados, para 115 pontos, aproximando-se dos 140 pontos dos professores ativos.

Já a Carreira de Magistério de 1º e 2º Graus do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos de que trata a Lei n o 7.596, de 10 de abril de 1987, fica estruturada em seis Classes: A, B, C, D, E e Classe Especial.

Cada classe possuirá quatro níveis, com exceção da Classe Especial, que terá um nível. A progressão na Carreira do Magistério de 1º e 2º Graus ocorrerá, exclusivamente, por titulação e desempenho acadêmico, segundo o texto da Medida Provisória. Para alcançar a Classe Especial, o professor que estiver no nível 4 da Classe E passará por avaliação de desempenho e deverá possuir o mínimo de oito anos de efetivo exercício de Magistério em instituição de ensino federal ou dos extintos Territórios Federais do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, quando portadores de título de Mestre ou Doutor; 15 anos de efetivo exercício de Magistério em instituição de ensino federal ou dos extintos Territórios Federais do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, quando portadores de diploma de Especialização, Aperfeiçoamento ou Graduação.

Para acessar a íntegra do texto da MP nº 295, acesse o site da Imprensa Nacional: www.in.gov.br

Fonte: Site da Andifes

Cotas e ações afirmativas são temas de evento na UFSC

30/05/2006 09:45

A Comissão de Acesso e Diversidade Socioeconômica e Étnico Racial da UFSC e a Pró-reitoria de Ensino da Graduação (PREG) promovem nesta quinta-feira, 1/6, o seminário “Cotas e Ações Afirmativas na Universidade Federal de Santa Catarina”. O evento acontece das 9h às 18h, no anfiteatro do Centro de Cultura e Eventos.

Como a UFSC estuda a possibilidade de adotar o sistema de cotas no próximo vestibular, a Comissão de Acesso e Diversidade Socioeconômica e Étnico Racial, formada há aproximadamente dois meses, trabalha na elaboração de uma proposta de reserva de vagas para a universidade. A comissão, presidida pela professora Gislene Silva, do Departamento de Jornalismo, é formada por representantes dos Centros de Ensino, do movimento negro, do movimento indígena, do Sindicato dos Professores (Apufsc), do Sindicato dos Servidores (Sintufsc) e da Secretaria de Educação. O primeiro texto dessa proposta deve ser entregue à Reitoria até 19/6.

Um dos pontos a ser discutido no seminário – e resolvido pela instituição quando da adesão ao sistema de cotas – é como ela pretende garantir a permanência dos alunos cotistas nos seus cursos. Em visita à UFSC no mês de abril, a ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Matilde Ribeiro, disse que esse foi um dos problemas encontrados pelas instituições que já adotaram as cotas (15 estaduais e nove federais até agora).

As experiências de algumas dessas instituições ganharão espaço no seminário, na mesa-redonda “Experiências de ações afirmativas em universidades brasileiras”, que contará com a presença de profissionais das universidades federais do Paraná (UFPR) e do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade de Brasília (UnB).

O Projeto:

O Projeto de Lei da Reserva de Vagas, ou PL Cotas, do governo federal, prevê a reserva de 50% das vagas nas instituições federais de ensino superior para alunos que fizeram todo o ensino médio em escolas públicas. Dentro desse percentual, serão destinadas vagas àqueles que se declararem negros ou índios em cada estado brasileiro, seguindo os indicadores IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Programação:

9h – Mesa de abertura – Magnífico Reitor, Pró-Reitor de Ensino de Graduação, Presidente da Comissão de Acesso e Diversidade Socioeconômica e Étnico-Racial da UFSC e representantes do Movimento Negro, dos Povos Indígenas e da Secretaria Estadual de Educação.

9h30min – Mesa – “Desigualdades raciais, meritocracia, reparações e ações afirmativas”. Palestrantes: Marcelo Paixão (UFRJ), Dora Lúcia Bertulio (UFPR) e José Jorge de Carvalho (UnB).

14h – Mesa – “Experiências de ações afirmativas em universidades brasileiras”.

Expositores: Dora Lucia Bertulio (UFPR), José Jorge de Carvalho (UnB), Renato Emerson dos Santos (UERJ) e Renato Pedrosa (UNICAMP)

16h às 17h45min – Grupos de Trabalho (em 6 salas do Centro de Cultura e Eventos). Temáticas: Como viabilizar políticas de ações afirmativas para diversidade socioeconômica e étnico-racial na UFSC? Que políticas de permanência adotar?

18h – Encerramento do Seminário (no anfiteatro)

Informações: 3331 9215 / Secretaria do Curso de Jornalismo / Professora Gislene Silva – presidente da Comissão de Acesso e Diversidade Socioeconômica e Étnico-Racial.

Por Talita Garcia / bolsista de Jornalismo da Agecom.

Projeto Plantas do Futuro é tema de novo encontro do Papo Sobre Ciência

30/05/2006 09:41

cartaz de Jordana Damiani/bolsista de Design - Agecom

cartaz de Jordana Damiani/bolsista de Design - Agecom

O próximo encontro do Papo Sobre Ciência acontece nessa quinta-feira, dia 1º de junho, com o tema Plantas do Futuro. Esta linha de pesquisa atende aos propósitos da Convenção da Biodiversidade, assinada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – a Rio 92. O objetivo é conhecer, valorizar e conservar a megadiversidade brasileira, permitindo que seus benefícios sejam usufruídos por comunidades rurais marginalizadas. A iniciativa será apresentada pelo professor Ademir Reis, do Departamento de Botânica da UFSC. O encontro acontece às 10h, no auditório do Centro de Convivência.

Na região Sul do Brasil, foco do trabalho coordenado pela UFSC e que conta com apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Sociedade de Pesquisas em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), do Paraná, o projeto Plantas do Futuro permitiu o levantamento das espécies nativas com potencialidades econômicas. Foram detectados recursos vegetais que representam fonte de alimentação humana e de animais, que são usados na confecção de artesanatos, na medicina caseira e na produção de madeira nobres. “Evidenciou-se que há um conhecimento expressivo sobre estas plantas e muitas delas já representam uma importante fonte na economia de comunidades marginalizadas”, informa Reis.

No entanto, os estudos mostraram também que a cadeia produtiva ou comercial destas espécies é ainda ineficiente para torná-las uma verdadeira fonte de renda e uma alternativa para valorização da diversidade das plantas nativas do sul do Brasil. “O projeto nos revela a necessidade de políticas públicas para valorização do etnoconhecimento das comunidades rurais marginalizadas e a garantia de conservação de muitas espécies potenciais mas com severas ameaças de extinção devido à destruição de seus habitats originais”, alerta o professor. Por isso, destaca, em muitos casos os estudos indicam também que são necessárias ações para criar mecanismos de manejo, sistema que permite o uso dos recursos vegetais e que pode ser uma das principais formas de conservação, como proposto pela Convenção da Biodiversidade, da qual o Brasil é um dos signatários.

O professor lembra ainda que o sul do Brasil tem todo o seu território ocupado pela região da Mata Atlântica, área que lidera a estatística mundial de perda de habitat, com mais de 93% de área original de floresta já perdida. Por isso esta área foi selecionada como um dos chamados “Hotspots” de biodiversidade do mundo. “Muitas das pessoas que vivem nos Hotspots e muitas atividades econômicas desenvolvidas nessas áreas dependem diretamente dos produtos naturais, mediante a exploração de plantas e animais silvestres para a alimentação, combustível, vestuário, remédio e abrigo”, ressalta Reis. Segundo ele, manter estas pessoas nestes ambientes e compatibilizar o uso dos recursos vegetais com a conservação exige mudanças drásticas nas políticas publicas.

SAIBA MAIS:

Fonte: Ambiente Brasil

– o Brasil é considerado o país de maior biodiversidade do planeta

– O país abriga entre 10 a 20% do número de espécies conhecidas pela ciência

– Estão no Brasil cerca de 30% das florestas das florestas tropicais no mundo

– Segundo o Ibama, órgão responsável pelas listas oficiais de espécies da fauna e da flora brasileiras ameaçadas de extinção, 219 espécies animais (109 aves, 67 mamíferos, 29 insetos, nove répteis, um anfíbio, um artrópode, um coral, um peixe e um crustáceo) e 106 espécies vegetais correm o risco de desaparecer. Entre elas, algumas estão praticamente extintas, como a ararinha-azul.

Biodiversidade

É o termo utilizado para definir a variabilidade de organismos vivos, flora, fauna, fungos macroscópicos e microorganismos, abrangendo a diversidade de genes e de populações de uma espécie, a diversidade de espécies, a diversidade de interações entre espécies e a diversidade de ecossistemas.

Convenção da Biodiversidade

A Convenção sobre Diversidade Biológica foi assinada por 156 países, incluindo o Brasil, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ou Rio 92, e ratificada pelo Congresso Nacional em 1994. Além de preconizar a conservação da biodiversidade e a utilização sustentável de seus componentes, a convenção ressalta a necessidade da repartição justa e eqüitativa dos benefícios derivados dos usos diversos dos recursos genéticos.

O projeto Papo Sobre Ciência

Objetivo este ano é estimular a cobertura da Reunião da SBPC

O projeto Papo Sobre Ciência tem como meta aproximar jornalistas e pesquisadores da UFSC, estimulando a prática do jornalismo científico e a divulgação do conhecimento científico e tecnológico. Este ano tem uma meta especial, que é promover encontros que incentivem a cobertura e a participação em um dos principais eventos científicos do país, a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. A 58ª reunião da SBPC será realizada entre os dias 16 e 21 de julho no campus da UFSC, com o tema central “Semeando a Interdisciplinaridade”.

O Papo Sobre Ciência é organizado pela Agência de Comunicação da UFSC, responsável pela promoção dos encontros entre pesquisadores da universidade e jornalistas. Este ano foram programados momentos para discussão de temas como divulgação da ciência, aquecimento global, materiais inteligentes, Aqüífero Guarani, Projeto Plantas do Futuro e direitos dos povos indígenas e afro-descendentes. Os eventos são também abertos ao público em geral.

Mais informações sobre o projeto Papo Sobre Ciência com as jornalistas Alita Diana ou Arley Reis, fone 48 3331- 9601. Também no site www.papociencia.ufsc.br

Acompanhe o cronograma

– 1º/6 Projeto Plantas do Futuro

Convidado: Ademir Reis (Departamento de Biologia / UFSC)

Local/hora: Auditório do Centro de Convivência / 10h

– 22/6 Avanços da Medicina / Células Tronco

Convidado: Andréia Trentin (Laboratório de Imunopatologia Celular e Molecular / Departamento de Biologia / UFSC)

Local/hora: Auditório do Centro de Convivência / 10h

Abertas inscrições para seleção do Doutorado em Farmácia

29/05/2006 23:01

Abertas inscrições para seleção do Doutorado em Farmácia

O programa de Pós-Graduação em Farmácia (Pgfar) da UFSC lançou o edital de seleção e admissão para o Doutorado. Os interessados devem se inscrever até 19/6, através do preenchimento da ficha disponível no endereço: www.ccs.ufsc.br/pgfar, que deve ser entregue na Secretaria do Pgfar, juntamente com outros documentos requeridos no edital.

Os candidatos serão selecionados para o segundo semestre deste ano, nas áreas de concentração de Fármaco-Medicamentos e Análises Clínicas. As áreas de pesquisa são desenvolvimento de fórmulas farmacêuticas; radicais livres e antioxidantes; garantia de qualidade de insumos, produtos e serviços farmacêuticos entre outras.

A seleção será feita com base na análise do projeto de pesquisa e do histórico escolar da pós-graduação; entrevista com a comissão avaliadora e análise do currículo. Os candidatos serão entrevistados de acordo com agenda a ser divulgada na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Farmácia.

Para conferir o edital e outras informações acesse: www.ccs.ufsc.br/pgfar

Por Ingrid Cristina dos Santos / bolsista em Jornalismo da Agecom

Palestra na UFSC aborda arquitetura catarinense do litoral

29/05/2006 22:53

O professor do Departamento de Arquitetura da UFSC, Nelson Saraiva, vai proferir uma palestra sobre sua tese de doutorado, em que abordará a organização físico-espacial de Santa Catarina, além de sugerir projetos arquitetônicos para o estado. Com o tema “Arquitetura da maior à menor escala: vivências, projetos e reflexões sobre os lugares marinheiros catarinenses”, o evento ocorrerá na próxima quarta-feira (31/5) no anfiteatro Teixeirão, localizado no hall do Centro tecnológico (CTC) da UFSC, às 19h.

A palestra será dividida em três capítulos. No primeiro deles, o professor falará sobre as escalas vividas, os lugares em que morou, começando por sua cidade natal – Porto Alegre até chegar a Florianópolis, onde vive há 30 anos. No segundo capítulo, serão apresentados os projetos que Saraiva desenvolveu nos lugares em que morou, sendo o mais relevante deles o desenho urbano e arquitetônico da cidade de Itá, feito por uma equipe de arquitetos da Eletrosul.

Na última parte do evento, o professor apresentará um trabalho detalhado sobre o litoral catarinense. A palestra contará ainda com a presença do professor de Arquitetura da USP, Miguel Alves Pereira, que fará o lançamento em Florianópolis do seu livro “Arquitetura: Cultura, Formação, Prática e Política Profissional”.

Contato Professor Nelson Saraiva – (48) 3233 34 02

Por Ingrid Cristina dos Santos / bolsista em Jornalismo da Agecom

Equipe de Basquete Masculino da UFSC é campeã de torneio início do Campeonato Metropolitano de Florianópolis

29/05/2006 16:46

Realizado no sábado (20) o Torneio Início do Campeonato Metropolitano masculino de basquete, etapa que abre o referido Campeonato promovido pela Federação Catarinense de Basktball, a equipe da UFSC sagrou-se campeã.

Após a divisão das equipes participantes em duas chaves de três, baseado no ranking do ano anterior, foram realizados os jogos de apenas 20 minutos divididos em 04 quartos de cinco minutos cronometrados.

A equipe da UFSC realizou dois jogos na sua chave, venceu o Colégio Santa Terezinha por 74 X 04 e a equipe do Floripa Junior por 50 X 34, classificando-se em primeiro lugar na chave, credenciando-se para disputar a partida final contra o Colégio Barddal vencido por 47 X 30.

O torneio início vem sendo realizado desde a primeira edição do Campeonato Metropolitano promovido pela FCB que aconteceu em 2004. De lá para cá a UFSC foi: campeã no Torneio Início e Metropolitano de 2004 (participação de 6 equipes), Vice no Torneio Início e Metropolitano de 2005 (8 equipes).

Após este primeiro momento que visou marcar o início da competição, o campeonato metropolitano seguirá com as equipes jogando entre si, em turno e returno classificando-se os quatros primeiros que jogarão a semifinal e final sob a forma de play offs de dois jogos vencedores.

Durante a realização do Torneio início foi realizado uma reunião que autorizou o ingresso de mais duas equipes no campeonato, desta forma participará um total de 8 equipes, o que torna a competição maior e mais motivadora para todos.

È necessário esclarecer que o Campeonato Metropolitano é aberto a qualquer entidade e envolve jogadores basicamente adultos que se agrupam e formam suas equipes. A equipe da UFSC tem como base os alunos universitários que participam do projeto de basquete desenvolvido no Centro de Desportos desde 1994 que visa servir como apoio para constituir a equipe representativa da instituição.

A equipe de basquete masculino da UFSC recebe o apoio do Centro de Desportos e da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis. Os encontros do grupo se realizam na 2ª, 4ª e 6ª feiras, às 20 horas no ginásio 2 do CDS sob a responsabilidade dos professores Paulo Macedo e Júlio Rocha.

Programa de Auto-Avaliação Institucional será lançado nesta quarta-feira no Centro de Cultura e Eventos

29/05/2006 16:12

A UFSC e o Ministério da Educação promovem nesta quarta-feira, dia 31, às 11h, no Hall do Centro de Cultura e Eventos, no Campus Universitário da Trindade, o lançamento oficial do PAAI – Programa de Auto-Avaliação Institucional. O objetivo é o de retratar os pontos fortes e fracos dos diversos setores da universidade em relação as suas políticas e práticas. Segundo o reitor Lúcio José Botelho, trata-se de um processo que deverá demonstrar como a UFSC se vê internamente e como ela quer ser vista pela sociedade e pelo próprio MEC.

“É uma auto-avaliação institucional coletiva. Todos avaliam todos. Não é uma avaliação de desempenho individual, mas sim das políticas e práticas dos setores individualmente e de toda a instituição”, avalia o Reitor. “É a oportunidade para as universidades públicas confirmarem o seu conceito de excelência conquistado durante décadas, já que o processo de avaliação abarca as universidades privadas”, diz o pró-reitor de Ensino de Graduação da UFSC, Marcos Laffin, também presidente da Comissão Própria de Avaliação CPA/PAII, que conduz o programa junto com as Comissões Setoriais de Avaliação (CSA), constituídas por Servidores Técnico-Administrativos, professores, estudantes e gestores indicados pelos seus diretores e nomeados por portaria do reitor.

A programação do lançamento do programa abre às 11h com palestras do reitor Lúcio Botelho, Araci Hack Catapan, coordenadora da CPA, apresentação do grupo de performance “Corpo de Letra”, divulgação do PAAI aos estudantes no Projeto 12:30 na Concha Acústica e Seminário.

Sugestões para entrevistas com o presidente da CPA/PAAI, Marcos Laffin, 9911-3355; Araci, coordenadora da CPA, 9963-0396, Neide, 8825-9939 ou Sílvia, 9616-4938.

PROGRAMAÇÃO do Lançamento do PAAI – 31 de maio de 2006

11 h – Apresentação do grupo de performance “Corpo de Letra”.

11h15min – Fala do Professor Lúcio Botelho – Reitor da UFSC

11h30min – Fala da Professora Araci Hack Catapan – Coordenadora da CPA

12h – Divulgação do PAAI aos estudantes no Projeto 12:30 na Concha Acústica.

14h – Seminário de Lançamento do PAAI, aberto à comunidade universitária.

Temática do Seminário:

SINAES

PAAI, CPA e CSAs

Resultados esperados

Grupo de Estudos em Astronomia promove a Quinta Festa com as Estrelas

29/05/2006 15:40

O curso Quinta Festa com as Estrelas será oferecido pelo Grupo de Estudos em Astronomia (GEA), ligado ao planetário da UFSC, no município de Alfredo Wagner, em Santa Catarina. O local foi escolhido devido à sua elevada altitude – 480 metros acima do nível do mar e à baixa poluição do ar, propícios para a observação astronômica. O curso é gratuito e será realizado em 3/6, se as condições climáticas no dia forem adequadas.

“Os alunos assistem a uma palestra sobre os princípios da Astronomia e depois vão para a rua para observar o céu, as constelações”. Explica o organizador da festa, José Geraldo Mattos. Quatro telescópios estarão disponíveis para os participantes do curso e as observações astronômicas serão acompanhadas por monitores. As atividades serão realizadas na localidade de “Lomba Alta”, próxima ao museu de Alfredo Wagner.

Para esta edição são esperados cerca de 150 participantes. 40 pessoas de Florianópolis já se inscreveram e pagaram o valor de R$20,00 pelo transporte até o município. O ônibus sairá às 15h30min da UFSC e o curso começa às 18h em Alfredo Wagner. Os interessados em participar da festa devem se locomover até o local, pois as vagas no ônibus que sai da universidade já foram totalmente preenchidas.

A inscrição deve ser feita através do e-mail geraldomattos@hotmail.com, com o assunto “Quero participar da festa”. Nele deverão constar o nome do interessado e o número de seu telefone (preferencialmente celular). A organização entrará em contato para confirmação da festa.

Para mais informações: José Geraldo Mattos: (48) 99 14 50 78 ou geraldomattos@hotmail.com

Por Ingrid Cristina dos Santos / bolsista em Jornalismo da Agecom

UFSC trabalha no desenvolvimento de vacina contra o HIV

29/05/2006 14:41

Estudos no Laboratório de Imunologia Aplicada

Estudos no Laboratório de Imunologia Aplicada

Uma equipe de professores da UFSC está pesquisando uma vacina contra o vírus da aids. Os estudos começaram em 2003, quando o professor do departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP), Aguinaldo Roberto Pinto, trouxe o projeto dos Estados Unidos. A iniciativa é uma parceria do Instituto Wistar, uma das mais importantes instituições de pesquisa na área biomédica dos EUA, com o Laboratório de Imunologia Aplicada da UFSC, ligado ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia.

O laboratório da universidade ficou encarregado de estudar a resposta imune (a forma de proteção do organismo contra microorganismos patogênicos) quando a vacina é administrada pelas vias intranasal ou intravaginal. O tecido vaginal é motivo de preocupação porque umas das principais formas de transmissão do HIV é por via sexual, que ocorre quando não se utiliza preservativo. As mulheres são as mais atingidas. A administração intranasal tem sido estudada pois vacinas administradas no nariz levam à indução de resposta imune na vagina.

Enquanto na UFSC as pesquisas estão em fase experimental, com testes em camundongos, no Instituto Wistar os pesquisadores já trabalham com chimpanzés, que é a chamada fase pré-clínica. Criado em 1988, o projeto dos Estados Unidos prevê que em breve os testes sejam realizados em seres humanos.

“Existem várias maneiras de se fazer vacinas. O projeto da UFSC utiliza um vírus chamado adenovírus, que foi modificado geneticamente, e em seu genoma foi acrescentado um pedaço de DNA do HIV. Portanto, a vacina é um adenovírus recombinante”, explica o professor. O adenovírus é um vírus que causa uma infecção respiratória semelhante à gripe, porém pode ser modificado geneticamente, deixando de ocasionar doenças aos seres humanos e podendo ser utilizado na fabricação de vacinas.

Essa técnica que utiliza vírus recombinantes para a produção de vacinas já é aplicada por vários grupos de pesquisadores. Porém, o professor da UFSC aponta um problema que ocorre quando o vírus usado é o adenovírus. “Como o adenovírus provoca essa infecção respiratória, muitas pessoas podem ter sido infectadas por ele e contraído a doença, mas nem sabem, pois podem tê-la confundido com uma simples gripe”. Portanto, se um indivíduo que já foi infectado pelo adenovírus receber uma vacina feita com esse mesmo vírus, seus anticorpos vão neutralizá-lo, impedindo que a vacina funcione de maneira correta.

Para evitar esse problema, no projeto da UFSC a equipe trabalha com um adenovírus diferente do que circula no meio ambiente, um adenovírus de chimpanzé. Com isso, o organismo humano não reage contra a vacina, pois não possui anticorpos contra o vírus. “Quando a gente vacina os animais ou as pessoas elas ficam imunizadas contra o HIV, que é o nosso objetivo, e acabam criando defesas contra o adenovírus também”, afirma Pinto.

O professor explica que as vacinas geralmente servem para prevenção. “Se um paciente for vacinado e depois entrar em contato com o microorganismo causador da doença, não será infectado, pois estará protegido”. No entanto, a maioria das vacinas contra o HIV, inclusive a que está sendo desenvolvida na UFSC, não impede a infecção. “O que ela muda é o grau de evolução da doença. O indivíduo é infectado, mas não desenvolve os sintomas imediatamente. Não sabemos ainda se a vacina impede os sintomas ou somente os retarda. Outra vantagem é que a vacina diminui a quantidade de vírus no corpo da pessoa, fazendo com que a probabilidade de transmissão seja menor”.

Não há previsões de quando a vacina produzida na universidade poderá ser comercializada. “O último estágio das pesquisas, que é o teste com primatas, é muito caro e precisa apresentar resultados sólidos e confiáveis para que se comece a testar a vacina em seres humanos”, afirma o professor Pinto. Além dele, que é o coordenador do projeto, fazem parte da equipe de pesquisas o professor colaborador Carlos Roberto Zanetti, também do MIP, dois alunos de mestrado e dois de iniciação científica.

A estimativa de Pinto é de que tenham sido gastos cerca de R$ 200.000 com as pesquisas. O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde – a universidade recebeu verbas do Programa Nacional de DST e Aids. Além disso, apóiam financeiramente a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Por Ingrid C. Santos / Bolsita de Jornalimo na Agecom

Mais informações com Aguinaldo Roberto Pinto, fone 3331 5206 , e-mail: pintoar@ccb.ufsc.br

Ouvidoria da UFSC completa 10 anos

29/05/2006 14:30

O Conselho Universitário aprovou a implantação da Ouvidoria em 28 de maio de 1996. O principal argumento foi a efetiva transparência administrativa, com base em um movimento participativo com condições de vivenciar, opinar, criticar, informar-se, sugerir ou elogiar aquilo que se tem o direito de compartilhar.

Segundo Arnaldo Podestá Jr, atual Ouvidor, “a Ouvidoria veio preencher a lacuna que havia e constituir-se em um canal institucional, reconhecido pela administração que a criou e pela comunidade, com espaço democrático, respeito e respeitado, que presta um serviço para a Instituição, tornando-a mais cidadã, à medida que seus componentes exercem melhor sua cidadania.”

Diferente do que se espera de uma Ouvidoria do setor privado, na administração universitária, além de ser um canal de comunicação por meio do qual a comunidade se manifesta, a Ouvidoria defende a simplificação da máquina administrativa, atendendo a todos que procuram seus serviços com a máxima eficiência e eficácia, sem hora marcada ou outro tipo de entrave burocrático.

Por meio das sugestões, solicitações e informações que chegam à Ouvidoria pode-se ter a percepção dos problemas que afligem a comunidade acadêmica, e procura-se, com imparcialidade, levar a organização a dar a resposta ao cliente.

Ouvidores

Desde a sua criação, já passaram pela ouvidoria a Profa. Sidneya Gaspar de Oliveira,no período de 28 de maio de 1996 até 26 de julho de 2000, o Professor José Carlos Fiad Padilha, no período de 27 de julho de 2000 até 12 de junho de 2001, o Prof. Raimundo Nonato de Oliveira Lima, no período de 13 de junho de 2001 até 1º de julho de 2004. A partir de 2 de julho de 2004, Arnaldo Podestá Jr. o primeiro servidor administrativo a ocupar a função de Ouvidor na Universidade Federal de Santa Catarina.

Outra criação importante da Ouvidoria foi o Balcão de Informação. “É na Ouvidoria também que as pessoas desabafam, colocando pequenas questões que não encontrariam acolhida em outros fóruns da Instituição. É meio que também um confessionário. O sucesso de seu funcionamento e a credibilidade está baseado no respeito conquistado no ambiente Universitário, bem como na comunidade em geral que nos procura”, finaliza Podestá Jr.

Desde a sua implantação, foram abertos 2.798 processos, sendo que os casos em sua grande maioria foram solucionados. Além dos casos processados, a Ouvidoria já efetuou mais de 25.000 outros atendimentos no decorrer destes 10 anos de funcionamento.