UFSC oferecerá curso de extensão ´África: diálogos entre história, literatura e artes`
Estão abertas até 30 de abril as inscrições para o curso de extensão ´África; diálogos entre história, literatura e artes. Gratuita, a capacitação será realizada de maio a dezembro, sendo direcionada a professores da rede pública de ensino e outros interessados. O curso será oferecido em três módulos, com 30 vagas em cada um deles. É possível participar de apenas uma das fases ou acompanhar toda a formação.
De acordo com os organizadores e ministradores do curso, Susan Aparecida de Oliveira (CCE) e Silvio Marcus Correa (CFH), a proposta surgiu da necessidade social de inclusão da temática dos estudos africanos e afro-brasileiros no contexto escolar. A iniciativa também reflete a lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que trata da obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira no currículo oficial da rede de ensino.
Se houver número excedente de inscritos, haverá seleção com lista de espera. Serão fornecidos certificados ao final de cada módulo.
Mais informações pelo e-mail cursoafricaufsc@hotmail.com.
Saiba Mais:
Maio a julho:
Módulo I: Do colonialismo à independência
Neste primeiro módulo, será tratado o colonialismo português na África, tanto as experiências insulares (Açores, São Tomé e Cabo Verde) quanto continentais (Angola e Moçambique). Também os processos de descolonização de Cabo Verde, Angola e Moçambique em pleno período de Guerra Fria serão abordados a fim de contextualizar toda uma produção artística (cinema, literatura, teatro, artes plásticas) que emergiu durante a construção nacional desses países. Haverá neste módulo uma ênfase na perspectiva histórica da questão da identidade nacional em Cabo Verde, Angola e Moçambique. Alguns temas sobre a história da africa de colonização portuguesa serão trabalhados com uma proposta didática para material de estudo em
sala de aula.
Agosto a outubro:
Módulo II – Literatura da África (pós-)colonial em língua portuguesa
A partir do contexto histórico do colonialismo português na África, este segundo módulo abordará a literatura colonial em língua portuguesa. Além dos relatos de viajantes e de uma literatura produzida por funcionários da administração colonial ou profissionais liberais portugueses radicados nas colônias africanas, também serão tratados os textos literários de escritores africanos de língua portuguesa. O módulo discute também a literatura pós-colonial nos países africanos de língua portuguesa cujo processo de democratização é bastante recente. Nesse sentido, haverá uma ênfase nos seguintes temas: a) literatura como missão; b) o pan-africanismo na literatura na África pós-colonial de língua portuguesa; c) revisando a negritude na literatura africana pós-colonial de língua portuguesa; d) identidade étnica e identidade nacional na literatura africana pós-colonial de língua portuguesa.
Novembro a dezembro:
Módulo III – Africanidades e suas representações artísticas
Neste último módulo, as representações e influências das culturas africanas fora da África serão abordadas de modo pontual a partir da discussão de tópicos que exemplificam e se enquadram na temática geral. Desde as vanguardas artísticas na Europa até as atuais tendências artísticas na América Latina, alguns aspectos dessas
“africanidades” serão tratados num estudo crítico da literatura, da música, etc. Algumas expressões musicais da América do Sul como o jongo e o candombe, outras plásticas como do pintor Pedro Figari, serão apresentadas em sua relação com elementos africanos.




A jornalista paulista Selma Tronco está de volta a Santa Catarina para distribuir a segunda edição do livro “Rota do enxaimel –Uma trilha de histórias em Pomerode”, que sai pela Odorizzi Editora e Gráfica. Ela esteve no Vale do Itajaí em 2006 e visitou áreas com construções típicas alemãs, constatando que não havia material de pesquisa e publicações sobre o tema. Dois anos depois, ao fazer o trabalho de conclusão do curso de Jornalismo no FIAMFAAM Centro Universitário, em São Paulo, decidiu conhecer essas casas por dentro, visitando moradores do bairro Testo Alto, onde a concentração de enxaiméis atrai muitos turistas de outros estados e países.

“Esmeralda escreve 20092 números inteiros em uma tabela com 2009 linhas e 2009 colunas, colocando um número em cada casa da tabela. Ela soma corretamente os números em cada linha e em cada coluna, obtendo 4018 resultados. Ela percebeu que os resultados são todos distintos. É possível que esses resultados sejam todos quadrados perfeitos?”. Para quem há tempos não se depara com um problema de matemática, a questão acima parece sem solução. Mas ela foi uma das perguntas que alunos de ensino médio, participantes da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), tiveram que solucionar ano passado. Aqueles que atingiram ou acertaram mais questões do que a nota de corte passaram para a etapa estadual, a Olimpíada Regional de Matemática (ORM). 

Conteúdos de filosofia e sociologia acessíveis para todos. Esse é o objetivo do projeto 
A Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina (Fapesc) anunciará nesta segunda-feira, dia 19, os ganhadores da primeira edição do Prêmio Professor Caspar Erich Stemmer da Inovação em Santa Catarina. A solenidade de entrega dos troféus e certificados inicia às 19h30min, no Centreventos Ministro Renato Archer, situado no 6º andar do prédio do CELTA, ParqTec Alfa, bairro João Paulo, Florianópolis.












