Edital de R$ 800 mil estimula criação de incubadoras empresariais em SC

29/09/2004 11:40

A Fundação de Ciência e Tecnologia de Santa Catarina e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina apresentam nesta quarta, às 16 horas, no Parque Tecnológico Alfa, Auditório do Edifício Celta, o Edital Funcitec – Sebrae/SC Incubadoras de Empresas 2004.

O edital, no valor de R$ 800 mil, traduz uma ação de apoio conjunto da Funcitec e do Sebrae, através de recursos financeiros e técnicos específicos, às instituições privadas e públicas do Estado que não tenham fins lucrativos e estejam interessadas na criação, implantação e consolidação de incubadoras empresariais.

O Parque Alfa está localizado na rodovia SC 401, Km 1, Saco Grande.

Contatos pelos fones 048- 239-2312(Vera) ou 221-0870(Denise). Informações sobre o edital com Urandi Bopré (9982-4755 ou 221-0879).

Fonte: Assessoria de imprensa da FUNCITEC

Semana de Cursos e Palestras da Computação de 4 a 8 de outubro

29/09/2004 11:34

O Programa de Educação Tutorial (PET) de Ciências da Computação da UFSC organiza mais uma edição da Semana de Cursos e Palestras da Computação (SECCOM), entre os dias 4 e 8 de Outubro. Na programação, estão palestras nas áreas de Sistemas Embutidos, XML, empreendedorismo e uma palestra sobre o efeito dos computadores nas pessoas e na sociedade. Haverá ainda uma mesa redonda debatendo a regulamentação da profissão de informática. As palestras acontecerão no Auditório do CTC (Teixeirão). Durante o intervalo das palestras acontecerão apresentações de robôs no hall do prédio da Engenharia Elétrica. Para participar das Palestras é necessário fazer uma inscrição através do site do evento.

Também serão oferecidos cinco minicursos – Introdução à linguagem Java,Introdução ao sistema de diagramação de textos LaTex, Componentes da Interface Gráfica do Java, Análise de Ponto de Função e Configurando um Firewall com OpenBSD – com vagas limitadas e valor entre R$ 5 e R$ 15. As inscrições devem ser feitas através do site, para alunos de Ciencias da Computação e Sistemas de Informação durante os dias 15 de Setembro e 1º de Outubro e para os demais interessados a partir do dia 20 de Setembro. Após inscrever-se o pagamento deverá ser efetuado na sala do PET/CCO que fica no 2º

piso do hall do CTC.

No evento deste ano contamos com o importante apoio da SBC – Sociedade

Brasileira da Computação.

Para maiores informações, acesse http://www.inf.ufsc.br/~seccom, ou entre em contato através do e-mail: seccom@inf.ufsc.br. Ainda pelo tel.: 48 331 94 98,ramal 235.

Fonte: organização do evento

Projeto com participação da UFSC é um dos vencedores do concurso “Melhor Prática em Construção Sustentável”

29/09/2004 11:10

Em parceria com a Eletrosul, o Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabEEE), ligado à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi um dos vencedores do concurso ´Melhor Prática em Construção Sustentável´. Outros dois projetos, de São Paulo e do Paraná, também foram reconhecidos com Menção Honrosa. A proposta de Santa Catarina prevê a construção de uma casa-modelo direcionada à pesquisa e demonstração de soluções inovadoras para uso racional da energia elétrica e menor impacto ambiental. A expectativa é de que o modelo se torne um instrumento educativo para implementação e incentivo à aplicação de conceitos relacionados à sustentabilidade na habitação. A obra está em fase de licitação.

O LabEEE é um laboratório ligado ao Núcleo de Pesquisa em Construção Civil, o Departamento de Engenharia Civil, do Centro Tecnológico da UFSC. Seu grupo de pesquisa já recebeu apoio do Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare), financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia através da Finep; do Procel, programa do Ministério das Minas e Energias voltado à conservação de energia elétrica; e do Programa RHAE, do Cnpq.

Projeto arquitetônico

A proposta de construção sustentável de Santa Catarina leva em conta a especificidade do clima de Florianópolis (cidade em que o modelo será construído), buscando eficiência e conforto a partir do projeto

arquitetônico. “A adequação do padrão arquitetônico é o item que exige menores investimentos, mas proporciona uma das maiores economias de energia. Por isso, todo o projeto arquitetônico, desde suas etapas iniciais de conceituação e concepção, buscou soluções para obtenção da máxima eficiência energética para condições opostas de inverno e verão, procurando também por soluções sustentáveis”, explica a arquitetura Alexandra Maciel, uma das autoras do projeto premiado. De acordo com simulações e estudos prévios comparativos realizados pela equipe, o uso combinado de todas as estratégias

adotadas deverá proporcionar uma economia de 35,6% a 64% de energia em relação a construções convencionais.

“Em termos de materiais foram feitos estudos de baixo impacto ambiental, reaproveitamento e reciclagem para seleção dos componentes. Buscamos também adotar materiais que permitissem aplicação em estado natural de cor e características físicas, estabelecendo uma linguagem com a natureza, procurando empregar conceitos da Arquitetura Orgânica”, explica a arquiteta.

Segundo ela, a vegetação é utilizada como elemento de projeto. Está previsto o plantio de 194 espécies nativas e 1.500 metros quadrados de grama. “O objetivo é recuperar a área e colaborar com a geração do microclima”, explica.

Água

Para uso racional da água, o sistema hidráulico da casa foi desenvolvido prevendo o aproveitamento da chuva e o tratamento de efluentes no local da construção. O projeto prevê que as águas pluviais coletadas e os efluentes tratados serão um suprimento complementar ao sistema de água potável. Por isso, o sistema hidráulico da casa vai usar três reservatórios: de água pluvial, de efluentes tratados e de água potável da rede de abastecimento.

Os reservatórios poderão ser observados a partir de um jardim suspenso, no segundo piso da casa. Assim o visitante vai visualizar um sistema que deve gerar 46% de economia de água potável em relação ao consumo total de água da casa. Dispositivos economizadores e instalações aparentes e de fácil acesso foram priorizados para colaborar com a redução do consumo de água e gastos com futuras reformas.

A concepção das instalações sanitárias também recebeu cuidado especial. Está prevista a construção de tanques independentes de tratamento biológico. Um deles vai tratar somente os efluentes do vaso sanitário e da primeira água da chuva, considerados impróprios para o reaproveitamento mesmo após o tratamento biológico. Neste caso, o tratamento prévio, ainda que não seja suficiente para permitir o reuso da água na casa, vai reduzir a carga de poluição na rede coletora. Com relação aos efluentes de pias e chuveiros, as

instalações sanitárias e o tratamento permitirão o reaproveitamento em atividades que não exigem a água potável, como a irrigação do jardim e um sistema de aquecimento dos quartos.

O projeto premiado prevê que o aquecimento dos quartos será realizado a partir de um sistema “simples e inovador” que minimiza o uso de energia elétrica para aquecimento do ambiente. A proposta é circular água aquecida em uma tubulação de cobre presa ao rodapé, para transferência de calor para a casa. A temperatura interna do ar abaixo de 18ºC, que segue limites de conforto estabelecidos em estudos, determinará os momentos de acionamento da bomba para circulação da água quente. O aquecimento será feito por meio de

sistema solar, que terá seus coletores na cobertura do quarto de casal.

Desempenho econômico

Em relação ao uso da água, a proposta também prioriza o uso das tecnologias economizadoras disponíveis no mercado e que mais se adequam ao uso residencial. Entre elas, torneiras de acionamento hidromecânico e descarga econômica. Os dispositivos foram selecionados a partir das linhas econômicas apresentadas pelos principais fabricantes. Conforme pesquisas realizadas pela Empresa Deca, os mecanismos reguladores de vazão podem reduzir em até

74% o consumo mensal de água do chuveiro, em até 68% o consumo de uma

torneira de lavatório e em até 80% o consumo de água de um misturador de cozinha. Mas não há ainda dados amplos de pesquisas realizadas por órgãos científicos no Brasil que possam atestar esse rendimento. Por isso, a expectativa é de que o monitoramento simulando situação real de consumo será um passo importante para o levantamento do potencial de economia obtido com a aplicação destes dispositivos.

Com área prevista de 206 metros quadrados, incluindo sala, cozinha,

banheiro, serviço, quarto de casal, quarto de solteiro, terraços, acessos, rampas e mezanino, a casa será um ambiente para demonstração e desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa. Todas as soluções e sistemas implementados poderão ser observados através da visitação pública.

Também serão realizadas atividades de monitoramento termo-energético e os dados serão disponibilizados eletronicamente através da visita virtual. O modelo real vai abrigar o Núcleo Procel-Eletrosul-LabEEE, para o desenvolvimento de atividades de pesquisa. O projeto foi coordenado por Henrique Martins, da Eletrosul, e pelo professor Roberto Lamberts, do LabEEE/UFSC, com autoria da arquiteta Alexandra Albuquerque Maciel, pesquisadora do LabEEE. São co-autores a arquiteta Suely F. de Andrade (LabEEE) e o arquiteto Arnaldo de Oliveira (Eletrosul).

Mais informações na UFSC:

Professor Roberto Lamberts

UFSC – NPC

Fone: 48 331 5193 ou lamberts@ecv.ufsc.br

Arquiteta Alexandra A. Maciel

LabEEE/UFSC Fone: 48 331 5183/ 331 5184 ou xanda@labeee.ufsc.br

Saiba Mais

O concurso

O concurso ´Melhor Prática em Construção Sustentável` foi promovido pelo SindusCon-SP, Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e a ONG Iniciativa Internacional para Ambiente Construído Sustentável (IISBE). Na avaliação a comissão julgadora levou em conta critérios como o desempenho ambiental (uso de água e energia, reciclagem, reuso, qualidade do ambiente interno, sítio,paisagem, materiais e componentes); o desempenho social (acessibilidade,participação e controle pelos usuários, educação, saúde e segurança) e o

desempenho econômico (efeitos na economia local, eficiência no uso,

adaptabilidade, flexibilidade e custos no ciclo de vida). O resultado foi divulgado durante a 11ª Conferência Latino-Americana de Construção Sustentável, realizada de 18 a 21 de julho, em São Paulo.

(http://www.clacs04.org/)

Conheça os outros projetos premiados:

Condomínio Residencial Palm Hill – DP Engenharia, São Paulo

Projetado com 34 casas, o condomínio fica no Alto da Boa Vista, em São Paulo. Na construção houve a preocupação de preservar a vegetação existente no terreno, valorizar a iluminação natural para economia de energia e implantar sistemas de captação da água da chuva para reaproveitamento na irrigação e lavagem externa. A obra também envolveu estudos de desempenho térmico, acústico e de toxidade, tendo como desafio adaptar a tecnologia ambiental ao valor comercial das casas, voltadas para a classe média alta.

Refúgio Biológico Bela Vista – 3C Arquitetura e Urbanismo e Construtora Habitável, na unidade de conservação ambiental da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu/PR

O projeto destacou-se pela preocupação com os tipos de materiais usados na construção, como o basalto e resíduos da construção da própria Usina de Itaipu. A madeira veio de áreas de reflorestamento. Os resíduos da obra foram segregados para reciclagem. Outro diferencial é o isolamento térmico de colchão de ar, propiciado pelas paredes e o telhado, economizando o uso de ar condicionado. O projeto também contempla energia solar e aproveitamento da água da chuva na irrigação e descarga sanitária.

Fonte: Programa Habitare

http://www.habitare.org.br/

Assessoria de Imprensa

Jornalista: Arley Reis

arleyreis@ig.com.br

48 333 2153 / 9983 0616

Projeto 12:30 traz nesta quarta a Banda Guaypeka na Concha Acústica

28/09/2004 17:20

Para fechar o mês de setembro, o Projeto 12:30 traz, nesta quarta-feira, 29, a banda Guaypeka, que promete fazer todo mundo dançar “agarradinho” – nome dado a uma das canções mais conhecidas da banda. No repertório, além das músicas próprias, a Guaypeka toca também o melhor de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Skank, Zé Ramalho, entre outros. O show começa às 12h30 na Concha Acústica, localizada na Praça da Cidadania, em frente ao prédio do CCE (Básico).

A Guaypeka é Estácio Neto (Voz, Violão e Guitarra), Tito (Baixo), Jorge Sabino “Galego” (Voz, Triângulo e efeitos), Beto Ferrugem (Voz e Percussão) e Rafael (Bateria). A banda nasceu em 2001, na Armação do Pântano do Sul, no sul da Ilha, com músicos que já haviam feito outros trabalhos, mas que estavam em busca de algo diferente, novo. Assim surgiu a Guaypeka, que ao longo desses três anos de vida, sofreu algumas transformações – inclusive nos seus integrantes -, mas que vem conquistando um espaço cada vez maior no cenário cultural de Floripa. No início deste ano a banda gravou um CD demo que está tocando nas rádios de Santa Catarina e agora está gravando seu primeiro trabalho, que deverá chegar às lojas ainda em 2004.

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro. A agenda do Projeto 12:30 para este ano já está fechada, mas os coordenadores já estão cadastrando as bandas para o ano que vem. Interessados devem entrar em contato pelos telefones (48) 331-9348/ 331-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

Telefone da Banda(48) 338-3656

(48) 9981-6521 com Estácio Neto

Por Sylvia Dantas/ bolsista de jornalismo do DAC/PRCE/UFSC

3ª Jornada Acadêmica de Produção Científica sobre Criança e Adolescente nesta quarta-feira

27/09/2004 16:02

Inicia nesta quarta-feira (29/9), no Hotel Canto da Ilha, em Ponta das Canas (Norte da Ilha de Santa Catarina), a 3ª Jornada Acadêmica de Produção Científica sobre Criança e Adolescente, organizada pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), através do Núcleo de Criança e do Adolescente (NUCA), e Cidade Futura.

O evento, que encerra no dia 30 (quinta-feira), terá a presença de conferencistas renomados, especialistas em estudos sobre criança e adolescente, e a apresentação de 53 trabalhos, de vários cantos do País, sobre quatro diferentes temas: dependência química e/ou violência; comunicação e/ou educação; saúde, educação e sexualidade, e políticas públicas. Além de fomentar o intercâmbio entre pesquisadores e instituições, o evento pretende também mobilizar a sociedade e sugerir políticas públicas para o setor, já que terá a participação de movimentos sociais, universidades e do governo estadual.

A conferência de abertura da 3ª Jornada acontece às 9h20min de quarta-feira (29/9), com a presença da doutora em Educação

e Administração Escolar Maria Stela Santos Graciani, que falará sobre “O compromisso social e o papel das universidades na produção e socialização do conhecimento na área da criança e do adolescente”. Stela Graciani é ainda coordenadora do Núcleo de Trabalhos Comunitários da Pontifícia Universidade Católica (PUC/São Paulo) e diretora do Centro de Formação de Segurança Urbana da prefeitura de São Paulo.

Depois da conferência de abertura, o jornalista Paulo Markun, apresentador do programa Roda Viva, da TV Cultura,

debaterá com os presentes “A educação e o papel da mídia”. À tarde, a partir das 14 horas, inicia a apresentação dos trabalhos divididos entre os quatro temas em diferentes salas do Hotel Canto da Ilha.

Às 16h30, o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Jailson de Souza e Silva, autor do livro “Por que uns e

não outros? Caminhada de jovens pobres pela universidade” (Editora 7 Letras) participará da mesa redonda temática sobre dependência química e/ou violências.

No dia 30, a Jornada inicia com a mesa redonda temática sobre saúde e/ou sexualidade, sob a coordenação da painelista

Edna Aparecida da Silva, professora doutora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Às 14h, o tema será políticas públicas, direitos e justiça, com a presença do professor doutor Erni José Seibel, membro do Laboratório de Estudos das Violências (Levis), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e Durval da Silva Amorim, promotor e coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude do Ministério Público de Santa Catarina, e coordenador do Fórum Catarinense pelo fim da violência e da exploração sexual infanto-juvenil, ONG que conta com o

apoio do MP/SC.

O evento conta com o apoio da Academia Judicial do Poder Judiciário de Santa Catarina (AJ), Tribunal de Justiça, governo

do Estado de Santa Catarina, Parati e Fundação Instituto de Extensão e Pesquisas Educacionais (FIEPE). As inscrições custam R$ 15,00 e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 222-9168, e-mail eventosnuca@udesc.br ou site

www.faed.udesc.br/dape

Fonte: Ana Cláudia Menezes/ assessora de imprensa FAED/UDESC

Colóquio A Persistência Guarani nesta sexta no Museu Universitário

27/09/2004 12:06

O Colóquio A Persistência Guarani – Homenagem a Ivori Garlet, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS)/CFH/UFSC e o Setor de Etnologia do Museu Universitário da UFSC, acontece dia 1º de outubro no Museu Universitário da UFSC.

O colóquio reunirá especialistas em temas Guarani do Brasil e da Argentina, e no seu transcurso acontecerá o lançamento do livro La persistencia Guaraní editado pelo Consejo Superior de Investigaciones Científicas de Madrid, como número monográfico da Revista de Índias.

O colóquio homenageia o antropólogo Ivori José Garlett, um dos autores do livro, que faleceu no último mês de fevereiro, e que dedicou sua vida ao estudo dos Guarani e ao trabalho indigenista junto a essa etnia.

Junto a mesas redondas com a participação de pesquisadores convidados e de membros do setor de Etnologia do Museu Universitário e do PPGAS, o evento contará também com a apresentação do documentário “Mbyá Guarani, guerreiros da liberdade”, de Charles Cesconetto, realizado dentro do programa Doc-TV, Brasil Imaginário, patrocinado pelo Ministério de Cultura.

La Persistência Guarani é uma tentativa – uma entre as muitas possíveis, dada a amplidão do campo de estudos Guarani na atualidade -de levar a um público americanista mais amplo uma noção atualizada dos Guarani e da pesquisa ao seu respeito. Nas suas páginas encontramos mapeamentos da população Guarani atual, resenhas do estado da arte da arqueologia ou a bibliografia sobre os Guarani, discussões a respeito de alguns tópicos constantes dessa bibliografia (como é o caso do profetismo, da diversidade religiosa interna ou da tantas vezes invocada Terra sem Mal), ensaios sobre os conflitos de terra ou sobre a definição da identidade guarani. Fazer balanço dos estudos sobre os Guarani, apreciar os seus limites, as suas lacunas e as suas novas tendências e levar a público, no país e no exterior, os problemas pelos que atravessa o povo Guarani nos dias de hoje, são objetivos comuns do livro e do evento.

Informações 331 9793

Fonte: Por Antropólogo Aldo Litaiff/Museu Universitário UFSC

II Eko Porã nesta terça-feira

27/09/2004 10:39

O festival acontece a partir das 14h na Praça da Cidadania da UFSC.

O Sintufsc promove nesta terça-feira,dia 28, o II Eko Porã (terra boa e bonita para todos), Festival da Primavera. A intenção é trazer de volta a celebração mítica do florescimento de tudo o que é belo na estação conhecida como a da criação. Mas, em vez de celebrar a partir do mito grego, o sindicato busca inspiração na tradição dos povos primevos, como o Guarani Mbyá. Assim, o dia 28 vai ser o dia de saudar o equilíbrio do cosmos, a salvação do planeta, o amor aos seres viventes e celebrar a vida a partir da saudação ao sol – Kuaray. Com o festival, o sindicato iniciou, no ano passado, a busca por uma nova maneira de ser-no-mundo, trabalhando a idéia de uma vida sem o consumo desenfreado, sem a competição e o individualismo.

Feira de Trocas é destaque – Um dos destaques da festividade é a Feira de Trocas, para a qual as pessoas vão trazer coisas e talentos para intercambiar umas com as outras. Vale trocar roupas, calçados, livros, discos, bolsas, bijuterias… Tudo vai ficar à vista no meio da Praça. O objetivo é recusar a loucura do mundo capitalista, começando aqui e agora uma outra forma de organização social. Coisa difícil, mas não impossível.

– Às 19h30 min acontece a palestra: A cura do planeta e o compromisso social, com o padre Vilson Groh.

Confira a programação em www.sintufsc.ufsc.br

Fonte: SINTUFSC/UFSC

Site do Restaurante Universitário já está novamente funcionando

27/09/2004 10:05

O cardápio semanal do Restaurante Universitário agora está disponível através do site www.ru.ufsc.br . Mais do que as refeições servidas na semana, quem acessar o site encontrará quais são os serviços prestados pelo órgão, a equipe de trabalho, os telefones de contato e os locais de venda de passes.

Além da confecção das carteirinhas, a secretaria do R.U. presta outros serviços. A emissão da certidão negativa é um serviço solicitado por todos alunos no semestre de formatura. Sem ela o aluno fica sem a liberação do histórico escolar. O R.U., além de servir alimentação serve também de campo de estágio para alunos de graduação e pós. Quem quiser conhecer os processos produtivos realizados dentro do restaurante pode solicitar à Divisão de Nutrição do Restaurante Universitário uma visita orientada.

A direção do R.U. confirma que a apresentação da carteirinha é obrigatória e quem não apresentá-la não vai entrar no estabelecimento. Calouros ou veteranos devem fazer a carteirinha do Restaurante Universitário no horário de 8h às 12h45min e das 14h às 17h de segunda a sexta. Os documentos necessários são 1 foto 3×4 e Espelho de Matricula. As carteirinhas do Laboratório de Informática e as de Estudante emitida pelo DCE também valem.

Em relação às filas formadas principalmente no horário entre 11h50min até 12h30min a direção do R.U. orienta que os alunos procurem freqüentar o restaurante fora desses horários. “Outra atitude que pode ajudar para diminuir as filas é que o aluno não espere para pegar a carteirinha do R.U. só na hora de mostrar. Ele fica procurando a carteirinha enquanto a fila pára” comenta Carla Fernanda, nutricionista e diretora do R.U.

Os passes do R.U. são vendidos nas Agências Bancárias do Campus – BESC no horário das 11h às 12h50min, Banco do Brasil durante todo o expediente (10h às 16h). E na Livraria da FEESC das 10h30mim às 13h.

Tel. administração R.U. 331-8202

email: ru@reitoria.ufsc.br

Por Anderson Porto/bolsista de jornalismo da Agecom

Encontro com o Artista na Galeria de Arte da UFSC nesta segunda

27/09/2004 09:59

Acontece nesta segunda-feira, dia 27 de setembro, das 14 às 16 horas na Galeria de Arte da UFSC o “Encontro com o Artista” um projeto de extensão da Galeria que realizará o evento deste mês em parceria com o recém implantado Pólo UFSC da Rede Arte na Escola. O encontro aproximará a ceramista Rosana Bortolin, que está expondo na universidade, dos professores de arte da rede pública de ensino estadual e municipal da grande Florianópolis. O evento tem entrada franca e é aberto a artistas, professores e estudiosos de artes

visuais.

O objetivo do “Encontro com o Artista” é possibilitar que o artista que expõe na universidade possa fazer uma comunicação do seu trabalho para a comunidade universitária, artistas e professores de arte da rede pública de ensino. Nesses encontros o artista tem a oportunidade de falar sobre o processo criativo da sua obra, o

que envolve o conceito teórico e as técnicas utilizadas na produção de uma obra de arte. Nessa aproximação entre o artista e a comunidade também são relatadas experiências de vida do artista, desde a sua formação, processos de pesquisa, produção e difusão dos trabalhos. “O encontro é uma oportunidade para socializar o conhecimento que é produzido nos ateliês e na academia” enfatizam os coordenadores do projeto da Galeria de Arte da UFSC.

A Galeria de Arte da UFSC, com cerca de 15 anos de atuação sistemática e periódica, desde 1989, tem se consolidado como espaço de referência para exposições no Estado, sendo local de estudo e apreciação da arte, promovendo woskshops e encontros com artistas, ampliando o acervo de obras de arte que promovem a humanização do campus, e apresentando trabalhos de diversos artistas plásticos locais, nacionais e estrangeiros, em uma dúzia de exposições individuais e coletivas em que cerca de 90 artistas apresentam

seus trabalhos para um público da ordem de 10 mil pessoas por ano.

A Rede Arte na Escola é uma organização que articula instituições brasileiras de Ensino Superior (IES),culturais e educacionais com o Instituto Arte na Escola. Seu objetivo é qualificar o professor de artes por meio de parcerias diversas. Reúne esforços a fim de viabilizar meios e materiais múltiplos ao ensino de arte.

Propicia também condições para formação continuada do professor do ensino básico da rede oficial de ensino. A Rede Arte na Escola, está presente em mais de 20 estados brasileiros, desenvolvendo suas ações

através dos programas Educação Continuada, Midiateca e Prêmio Escola Cidadã.

Desde 1993 a UFSC vinha atuando em parceira com o Pólo UDESC, mas a partir deste ano, com a aprovação do projeto encaminhado pela Universidade Federal, foi assinado um convênio com o Instituto Arte

na Escola e Santa Catarina agora passa a contar também com o Pólo UFSC, que é coordenado pelo Colégio de Aplicação e pelo Departamento Artístico Cultural da Universidade. “A parceria entre essas duas

unidades da UFSC, que atuam com ensino, pesquisa e extensão artística aumenta as possibilidades de ações para os professores da rede pública de ensino”, argumentam as coordenadoras do pólo UFSC. Este

novo pólo terá dois anos para sua implantação e terá a sede na Galeria de Arte da UFSC.

Instalações e cerâmicas de ROSONA BORTOLIN estão na Galeria de Arte da UFSC até 1º de outubro.

Rosana Bortolin nasceu em Passo Fundo (RS) e graduou-se em Desenho e Plástica em sua cidade natal, onde também cursou especialização em Cerâmica. É mestranda na Escola de Comunicações e Artes da

USP e professora no Centro de Artes da Udesc, em Florianópolis. Freqüentou cursos ministrados por mestres da escultura nacional como Vasco Prado, Francisco Stockinger, Katsuko Nakano, Norma Grinberg e

Mário Cladera. Nas suas participações em cursos e simpósios no exterior, deixou obras em Cuba, Espanha e Portugal. Entre coletivas e individuais, expôs em várias cidades catarinenses e ainda em Passo Fundo, Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Santos (SP), Madri, Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), Camaguey (Cuba) e Santiago do Chile.

Rosana Bortolin em sua exposição individual Habitar Ninhos que está na Galeria de Arte da UFSC até dia 1º de outrubro, apresenta esculturas e instalações com terra crua e cerâmica que mostram casulos, casas ou ninhos, procurando com esse tema questionar atitudes relacionadas ao cotidiano e, ao mesmo tempo, refletir

sobre questões formais, poéticas, arquitetônicas e simbólicas com que se depara no processo de criação e na vida. Esta pesquisa é o objeto de estudo da sua dissertação do mestrado em poéticas que realiza na

ECA/USP.

Na instalação “Meu corpo é seu ninho” a artista utiliza uma fonte jorrando argila, a qual emite o som de batimento cardíaco de um feto, e fotografias 1,50m X 0,90m de quando estava grávida, banhada em argila. Este trabalho fala do fluxo sanguíneo, alimentador da fonte humana de vida.

Na instalação seguinte, sem título, é construído um ninho de argila de aproximadamente 1,10m de altura, lembrando um grande seio, onde em seu interior há um triturador industrial (um liquidificador) batendo argila, acionado mediante um sensor de presença, e uma fotografia de1,50m X 0,90m do seio da artista quando grávida, banhado de argila. Este trabalho remete às questões voltadas ao alimento do corpo físico. Data de execução: 2004

Nos três objetos denominados Casa-Ninho I, II, III, com 30, 50 e 90cm de largura, respectivamente, a artista mostra malas de viagem com casulos de insetos em seu interior, onde podem ser observadas suas formas, com a lupa que faz parte do trabalho, e relacioná-las com as formas arquitetônicas utilizadas pelo homem.

Estes trabalhos falam dos viajantes que quando transitam em rodoviárias, aeroportos estações de metrô e locais sem identidade antropológica, lugares opostos ao espaço personalizado, denominados de não-lugares pelo antropólogo Marc-Augé, carregam na mala sua maior referência ou seja: a casa. Data de execução 2003 e 2004.

Os demais trabalhos são ninhos de diversos tamanhos e formas confeccionados em cerâmica com argilas de diferentes tonalidades e queimados em diferentes temperaturas variando dos 900 aos 1.180o C.

No total, são cerca de quatro instalações e uma dezena de peças em cerâmica.

A Galeria de Arte da UFSC funciona no prédio do Centro de Convivência do campus, de segunda a sexta-feira das 10h às 18h30min. Telefone para contato: (48) 331-9683 e-mails: dac@dac.aufsc.br e

artenaescola@dac.ufsc.br

Este evento é uma promoção do DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC, e do Pólo UFSC Arte na Escola (parceria entre DAC e Colégio de Aplicação)

Fonte: DAC/PRCE/UFSC

Colégios Agrícolas da UFSC expõem na 4ª SEPEX

24/09/2004 18:31

Os Colégios Agrícolas de Araquari e Camboriú expuseram seus projetos em estandes e trouxeram seus produtos para venda em uma feirinha.

Os Colégios Agrícolas de Camboriú e de Araquari montaram uma feirinha com produtos orgânicos e naturais, até sábado, na 4ª SEPEX. Legumes e folhas cultivados com adubo orgânico, iogurte natural, carne de coelho e marreco, doces caseiros, queijo colonial são uma amostra dos produtos produzidos e oferecidos em Araquari.

A renda obtida é aplicada na compra de material e maquinário utilizado na escola. A feirinha de Camboriú, ao lado, também vende hortaliças cultivadas de maneira orgânica por alunos com orientação dos professores. Legumes em conserva e mel de eucalipto também são oferecidos. “Em média por dia, incluindo gasto e lucro, a feirinha lá em Camboriú arrecada uns 1,5 mil” contabiliza Walmor José B. Filho funcionário do colégio.

O aluno Fábio Fabris, do terceiro ano de Técnico em Agropecuária do colégio de Camboriú, trabalhando na feira, comenta “as aulas que tenho são na maioria práticas”. E acrescenta “o que eu aprendi já utilizo na fazenda do meu pai. Principalmente na conservação do solo e na pastagem.”



A presença dos Colégios Agrícolas também está em estandes e baners.

Os cartazes do estande do colégio de Araquari mostram como funcionam as produções de alevinos e minicrustáceos, o cultivo da bananicultura (plantação de banana nanica), como é feito o beneficiamento do leite, o aproveitamento de resíduos para a produção de compostagem (adubo orgânico) e alguns dos projetos da escola. Um deles, “Implantação de coletores de sementes de ostras no rio Parati” é um projeto que propõe maximizar a eficiência na produção de ostras partindo desde captação da semente. No estande está um exemplo de Lanterna de Ostras, ou seja, o recipiente onde se cultivam as ostras. “Você chega pensando que só vai aprender a montar aquários de cultivo de camarão e aprende desde incubar ovos e manejar alevinos até defumar peixes” comenta Bárbara Priscila aluna de Técnico em Aqüicultura.

O trabalho dos professores de Camboriú, Rogério Luiz e José Daniel, “Implantação do Pastoreio Voisin, na Unidade Didática de Gado Leiteiro” mostra que diferentes formatos e profundidades dos bebedouros de gado, seja circular ou quadrado, e o tamanho do pasto influenciam diretamente na produção leiteira.“Não é o gado que deve se adequar ao pasto, e sim o pasto se adequar ao gado” Comenta Karine Castellain, 17 anos, aluna do 3º ano de Técnico em Agropecuária, curso concomitante ao ensino médio oferecido em Camboriú.

Por Anderson Porto/bolsisita de jornalismo da Agecom

Fotos: Paulo Noronha

Proposta de Aeromóvel para Florianópolis na 4ª SEPEX

24/09/2004 18:20

Um transporte público que não enfrenta engarrafamentos, não provoca ruídos e não polui o ar. Essa é a proposta do projeto Aeromóvel em Florianópolis, desenvolvido pela já extinta turma de Planejamento Arquitetônico-VIII da UFSC. O projeto, que está exposto na 4ª Sepex, utiliza o sistema Aeromóvel desenvolvido integralmente no Brasil. Movido por propulsão à ar, o aeromóvel não solta fumaça e não produz barulho.

O sistema possui baixo custo de implantação e operação, ocupando um reduzido espaço no centro urbano: o pilar ocupa menos de 1,0m². Cada veículo pode transportar até 26 mil passageiros por hora. O projeto já é utilizado com sucesso desde 1989 em Jacarta, capital da Indonésia. No Brasil, a cidade de Porto Alegre possui um quilômetro funcionando em fase experimental.

Segundo o professor Carlos Campos, do Departamento de Arquitetura da UFSC, orientador do Projeto, o atual sistema Integrado de Transportes de Florianópolis irá atender à demanda da cidade somente até 2025, quando haverá a necessidade de uma tecnologia de transporte com maior capacidade. O aeromóvel é a alternativa mais barata atualmente. O custo médio de implantação do é de 15 milhões por quilômetro, enquanto o do metrô chega a 300 milhões por quilômetro.



O projeto prevê a implantação do Aeromóvel em torno do Morro da Cruz com linhas interligando o norte da Ilha, o sul e o continente. O projeto foi concluído em 1999 e por isso precisa de alguns ajustes. Mas a principal barreira para a implantação do Aeromóvel em Florianópolis é falta vontade política. “Eu apresentei o projeto para o Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF) no ano passado. Eles adoraram, mas nunca mais fizeram contato”, lamenta o professor.

Mais informações pelo telefone 331 9393

Por Gutieres Baron/bolsista de jornalismo

Fotos: Divulgação

Don Pablo entre vogais neste sábado no Teatro do Centro de Cultura e Eventos da UFSC

24/09/2004 16:41

O espetáculo que homenageia os 100 anos de nascimento do poeta chileno Pablo Neruda encerra a 4ª SEPEX. Entrada franca.

O Grupo Pesquisa Teatro Novo, UFSC, reapresenta o espetáculo, denominado: DON PABLO, ENTRE VOGAIS, que estreou em 6 de Julho 2004 no CIC, durante a semana PABLO NERUDA, realizada pelo jornal BRASIL DE FATO.

Trata-se de um texto de metateatro, com autoria e direção de Carmen Fossari,DAC/UFSC, versando sobre a vida e obra de Pablo Neruda, poeta chileno. DON PABLO, ENTRE VOGAIS, é uma montagem cuja linguagem se reveste da busca da cena ritualística, como requer a linguagem da poesia.

O texto bilíngüe (português e espanhol) mescla o verso de Neruda com a prosa que verseja sua vida e, mesmo considerando serem tratados temas conflitantes como o golpe do general Pinochet em Salvador Alende, no Palácio de La Moneda no Chile dos anos 70, ou mesmo o cotidiano popular das classes trabalhadoras, há em cada momento da peça na formulação da imagem e da cena teatral a busca do lúdico permeando todo o espetáculo.

Para contribuir na construção do lúdico inúmeros elementos cenográficos e coreográficos, aqui vale acentuarmos que também o lúdico permeou, capitaneados por sua instigante personalidade, a vida do poeta Pablo Neruda. O espetáculo faz uso de vários recursos que sustentam a construção da cena, citamos: slides, máscaras, danças, tecidos artesanalmente pintados, dentre outros. Com os tecidos coloridos, por exemplo, se constrói uma cena, em que o tecido vira cenário em movimento, ou seja, um possível mar, mar do Pacífico, mar do Neruda, e pelo teatro, o mar de todos nós.

Na peça são trazidos à cena desde o amor inusitado de Neruda por objetos diversos (vidros coloridos, carrancas, postais, caracóis, globos etc…) até a sua vivência e atuação política na Espanha (contra o General Franco) e Chile.

O espetáculo acontece a partir da memória já vivida e da projeção do que viria a ser o futuro da personagem DON PABLO; na ação dramática da peça ele está com a idade de 50 anos.

A concepção cênica potencializa uma interpretação densa, porém as necessárias pinceladas do humor também são construídas em alguns momentos quando o elenco atua coletivamente como um coro. As personagens da peça se mesclam entre personagens reais e fictícias: Don Pablo, sua já viúva Matilde, uma Empregada, um Jornalista, uma Poetisa amiga e personagens que habitam a poética de Neruda se personificam como Olegário Sepúlveda um Sapateiro, Maria a Saliteira, Benilda Varela da comunidade dos trabalhadores nas minas de cobre, uma Mulher do poblito das cordilheiras e um Líder da mina de Lota. Mas não falta um pequeno coro de Ópera Bufa, ou uma Estátua da Liberdade que insiste em reacender uma chama apagada na cena.

Esta peça estreou no dia 6 de Julho de 2004, para um público de 1.200 pessoas no Teatro do CIC Ademir Rosa, durante a programação da Semana Pablo Neruda. O presidente da Sociedade dos Escritores do Chile, também poeta e dramaturgo chileno Oscar Aguilera, assistiu ao espetáculo e depois escreveu que a peça DON PABLO, ENTRE VOGAIS, encenada pelo Grupo Pesquisa Teatro Novo, lhe trouxe uma das mais comoventes emoções quando de sua estadia no Brasil.

Texto e Direção: Carmen Fossari

Assistente de Direção: Márcio Tessmann

Elenco: o cantor e ator GRINGO STARR, no papel de Pablo Neruda. Ivana Fossari no papel de Matilde, sua viúva. No elenco a participação de Adriano de Brito, Sheila Kostin, Carmen Fossari, Marines Petri, Ivan Rodrigues, Nei Perin, que se revezam em diversos personagens.

Figurino: Calu e GPTN

Cenografia: Nei e GPTN

Contra Regra: Carlos Kostin

Iluminação: Carmen.

Montagem: Irani Apolinário

Sonoplastia: Salete Alves, Vitor Kostin

Operador de Luz: João Nunes

Operador Slide: Gustavo Bauernfeind

Fotografia: Ricardo

Fonte: Grupo Pesquisa Teatro Novo

PROMOÇÃO: Promoção: DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC e 4ª SEPEX – Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC. Dia 25 de setembro, sábado às 21 horas no Grande Teatro do Centro de Cultura e Eventos da UFSC – 1.400 lugares – Entrada Franca Fones: 331-9348 / 9971-7066

Agronomia expõe projetos variados na 4ª SEPEX

24/09/2004 16:33

Cerca de três toneladas de lixo orgânico produzido na UFSC são recolhidas todos os dias por alunos do Curso de Agronomia. O projeto, que transforma o lixo em adubo através da técnica da compostagem, é um dos destaques do estande da Agronomia na SEPEX.

O lixo, constituído principalmente por restos de comidas recolhidos do RU e das lanchonetes do campus, passa por um processo de transformação bioquímica promovida por milhões de bactérias. A fermentação faz com que o processo atinja uma temperatura de até 70º C. O adubo resultante é usado principalmente nos jardins

da universidade e também nas hortas escolares de outro projeto dos estudantes de agronomia, também exposto no estande.

Alunos e bolsistas do curso visitam escolas de Florianópolis e região incentivando o uso racional do lixo e ensinando às crianças as maneiras corretas de lidar com uma horta. As crianças aprendem a fazer compostagem e plantar legumes usando o adubo produzido.

Os legumes produzidos são usados na merenda escolar. “Nós procuramos usar hortaliças típicas das culturas indígena e açoriana como o urucum, do qual é feito um extrato que substitui o extrato de tomate

industrializado”, explica o aluno de Agronomia Charles Lamb.

Outro projeto apresentado no estande da Agronomia procura incentivar os agricultores a utilizar o sistema de manejo de pastagens chamado de Pastoreio Voisin, que permite o melhor aproveitamento da pastagem pelos animais, sem prejuízo às plantas que servem de alimento

para eles.

Através da divisão do pasto em piquetes, o gado (de corte ou leite) se alimenta no melhor momento da pastagem. “O sistema proporciona alimentos em maior quantidade e de melhor qualidade”, garante o aluno Alan Rizzoli, revelando que, consequentemente, há aumento de

produtividade dos animais.

O sistema também proporciona a eliminação do uso de herbicidas nas pastagens e a redução da utilização de agrotóxicos de controle de parasitas. Também há um aumento da margem de lucro do agricultor, já que o custo de produção cai agrega valor ao seu produto e

melhoria da lucratividade da atividade bovinocultura e

proporcionando um produto orgânico.

Informações:

Projeto de compostagem do Lixo: Prof Paul Miller(Rick) 331 5345 ou rick@mbox1.ufsc.br

Pastoreio Voisin: Coordenador Prof Abdon Schmitt www.grupopastoreiovoisin.ufsc.br ou 334 31

Por Gutieres Baron/bolsista de jornalismo da Agecom

Fotos: Paulo Noronha

Café Filosófico nesta terça das 15h às 18h30min na Sala 204-Bloco 5 do Centro de Desportos

24/09/2004 16:22

TEMA:

Relevância social e teórica do problema de investigação: pesquisar por quê? Para quê? E para quem?

OBJETIVOS: filosofar de forma lúdica e crítica sobre a relevância social e teórica do “ problema” de pesquisa;

METODOLOGIA: Aula pública interativa e “aberta” á comunidade acadêmica em geral e aos movimentos: docente(APUFSC), servidores técnico-administrativos(SINTUFSC) e estudantes (DCE), além de movimentos sociais diversos.

DATA: 28/9 das 15h às 18h30min

LOCAL: Sala 204- Bloco 5/Centro de Desportos

PROMOÇÃO: Turma de “ Iniciação á pesquisa” ministrada pelo professor Maurício Roberto da Silva, NEPEF – Núcleo de Estudos Pedagógicos da Educação Física, PET

APOIO: SINTUFSC e APUFSC

PROGRAMAÇÃO:

– Debates livres com professores do CDS e convidados das Ciências Sociais e Humanas e outras áreas;

– Música e poesia;

– Café “quase colonial”

Não perca, venha filosofar com alegria e conteúdo, sobre os problemas de relevância pública da vida cotidiana!!!

INFORMAÇÕES: (Maurício) mauran@uol.com.br- fone: 331-9462 / ramal: 18 e Melissa Mol (me.mol@bol.com.br ou mel _ yahoo.com.br

Fonte:Organização do Café Filosófico

CAFÉ FILOSÓFICO !

CONVITE

O professor e os estudantes da disciplina “ Introdução á pesquisa em Educação Física” do Centro de Desportos/Departamento de Educação Física, convidam os estudantes, professores e servidores técnico-administrativos e toda a comunidade acadêmica da UFSC para participar do Café Filosófico a ser realizado no dia 28/9/2004, das 15:00 às 18:30 horas na Sala 204-Bloco 5 do Centro de Desportos.O tema em questão é Relevância social e teórica do problema de investigação: pesquisar por quê? Para quê? E para quem?

O objetivo é refletir, de forma multidisciplinar, sobre a necessidade da universidade investigar “problemas” de pesquisa que sejam de relevância pública, social e teórica.

Saudações lúdicas

Maurício Roberto da Silva

1ª Feira do Livro Universitário na SEPEX

23/09/2004 20:27

A 4ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC – SEPEX – tem este ano uma novidade: a 1ª Feira do Livro Universitário, que conta com a participação de outras dez editoras universitárias nacionais, além da EdUFSC, presente com dois estandes. O evento está acontecendo na Praça da Cidadania, em frente ao prédio da Reitoria.

A EdUFSC, organizadora e promotora da Feira, oferece títulos publicados durante seus 24 anos de existência, que estão sendo vendidos inclusive com descontos. À disposição também dos leitores obras de editoras independentes e das demais editoras universitárias presentes: Fiocruz, Eduel(Universidade de Londrina), UFRGS, Editora da Universidade Federal de Minas Gerais, EdUSP, Unesp e Edusc (Editora da Universidade do Sagrado Coração), Fundação Boiteux, Furb e IBGE, que tem duas novidades em termos de multimídia: o Atlas Geográfico Escolar Multimídia e o software Estacart, programa que permite visualizar uma Base de Informações Municipais. Ambos estão à disposição para consultas no estande.

Thomas Hobbes é um dos destaques nos dois estandes da EdUSC, mas tem a companhia não menos ilustre de Monteiro Lobato e Moacyr Scliar, acompanhados de muita sociologia, economia, história, política, religião, saúde, filosofia etc. Perto dali, a Editora da Furb, de Blumenau, apresenta baús de imagens, ateus ambulantes, botocudos, chuvas intensas, cinema, coisas do tempo, desemprego, sobrevivência, drogas, depressão e assuntos menos mundanos como psicomotricidade variada, resistência genética e sacralização do corpo.



Alcides Buss, diretor da EdUFSC, quer apostar agora num trabalho de marketing mais intenso, via rede, para ampliar o espaço e atrair o maior número possível de editoras universitárias. A Associação Brasileira desse segmento editorial – ABEU -tem hoje mais de 108 associadas. “Foram elas que ocuparam grande destaque na última Bienal do Livro, em São Paulo, na qual compareceram 65 filiadas”, recorda Buss.

As estatísticas demonstram que o mercado vem evoluindo uma média de 51 por cento ao ano. Em 2003 as editoras da ABEU publicaram 800 novos títulos. Só a Editora da UFSC publica 50 títulos anualmente.

Buss diz que a SEPEX aglutina a comunidade universitária e “puxa” a população para o Campus. “É uma excelente oportunidade de conhecer a produção científica e intelectual da UFSC”, complementa.

Por Artêmio R de Souza/jornalista da Agecom

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

NETI presente na 4ª SEPEX

23/09/2004 16:30

O Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI) está marcando presença na quarta edição da Semana de Pesquisa e Extensão da UFSC. No seu estande a movimentação é grande, envolvendo crianças e adultos no projeto Contadores de História.

Acomodada em almofadas, a platéia fica atenta a todos os movimentos e ruídos que a contadora de história faz. No mesmo espaço, quem está ouvindo, num outro momento passa a ser o contador. A partir daí, muitas estórias e historias podem ser contadas para um público cada vez maior.

Lendas, histórias bíblicas, de pescador, de ciganos e muito mais são apresentadas de tal maneira que deixam o público atento em todo momento. As figuras das senhoras do Neti participando daquela atividade misturam-se ao cenário cheio de gravuras e almofadas, contribuindo para que os adultos voem ao passado, às vezes distante, lembrando o tempo que a vovó juntava os netos para contar suas experiências. Os devaneios em que a platéia é levada faz com que a emoção aflore e a saudade se torne bem presente.



Paralelamente ao projeto Contadores de história, o NETI está oferecendo mais de 10 minicursos. As aulas são ministradas pelos próprios alunos da Universidade, da Terceira Idade, curso de Gerontologia e de Monitores.

Informações do NETI 331 9445

Por José Antonio de Souza/jornalista da Agecom

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Guiné-Bissau mostra sua cultura na 4ª SEPEX

23/09/2004 16:21

Os guineenses do estande são super simpáticos e falam português com um delicioso sotaque, e também o crioulo (uma mistura de português, espanhol e línguas nativas). São estudantes de convênio na UFSC, que no momento recebe 12 deles.

Quase todos os guineenses falam francês por causa da fronteira. O país é vizinho de países francófonos como o Senegal e a Guiné-Conacri. O português, que é a língua oficial, só é falado por quem freqüentou a escola até o ensino médio. Essa é a grande diferença de outros países de fala portuguesa.

O continente africano tem 53 países e duas sub-regiões claramente delimitadas: África branca (setentrional) e a negra (ou sub-saariana). A Guiné-Bissau cuja capital é Bissau, tem 1,5 milhões de habitantes e é localizada na costa ocidental da África. É formada por terrenos baixos e pantanosos, com o litoral de mangues e pelo arquipélago de Bijagós (nome de uma das etnias). Ë um dos países em desenvolvimento que depende de ajuda internacional. É essencialmente agrícola e a agricultura emprega cerca de 80% da população. Exportam castanha de caju, madeira e camarão. Há ainda reservas de bauxita, fosfato e petróleo. Estas e outras informações sobre a Guiné-Bissau, constam do banner pendurado no estande.

A nação guineense abriga cerca de 40 grupos étnicos. Helena Arminda Lopes, estudante de Serviço Social na UFSC é filha de mãe bijagó e pai da etnia papel. Escolheu ser bijagó, etnia que marca sua pertinência de forma matriarcal. Há outras etnias como balantas, fulas, mandingas, dentre outros. Santos Nunes cursa Administração na UFSC e pertence à etnia dos manjacas.

A moeda é o franco cfa porque o país está integrado à zona econômica do oeste africano.

História

Os portugueses chegaram à região em 1446. No fim do século XVI instalaram feitorias que serviam de base ao tráfico de escravos. Grande contingente de riquezas naturais foi extraída e milhares de habitantes levados como escravos para outros continentes. Em 1974 a Guiné tornou-se a primeira colônia independente, mas eles já haviam expulsado os portugueses do governo e declarado sua independência um ano antes. No entanto sua independência só foi reconhecida pelos portugueses depois da revolução de abril de 1974, em Portugal, a chamada revolução dos cravos. A independência da Guiné foi conquistada graças à guerrilha do Partido Africano fundado por Amílcar Lopes Cabral.

Cultura

As músicas tradicionais mais antigas são a tina (mandjuandadi) e a gumbe (mais típica). Helena faz uma analogia como o forró e o samba.

No estande estão expostos diversos trajes. Cada etnia tem seu traje típico. Destaca-se uma bela saia de palha. Ela é usada pelas mulheres bijagó num ritual em que saem de casa para se casarem.



Religião

A religião oficial é o cristianismo que, na verdade, fica em terceiro lugar em porcentagem de praticantes entre a população. O islamismo é a segunda mais praticada e a primeira é o animismo. No estande estão expostos objetos pertencentes aos rituais dessa religião.

Helena, quando veio estudar no Brasil, ficou três anos sem ir para casa e as saudades foram imensas, suportadas pelos muitos amigos brasileiros que a faziam sentir como em casa.

Ela pretende voltar e trabalhar em seu país onde o número de profissionais na sua área é bem pequeno, em torno de cinco apenas.

Os guineenses formaram uma Associação de Estudantes da Guiné-Bissau e estudantes que não são da UFSC também estavam se congraçando no estande, como Almama Maquilo Ensaló que estuda Comércio Exterior na Única.

Para saber mais sobre a Guiné-Bissau e a AEGB

contate Helena no email: kuma_tchomado@yahoo.com.br

Estudantes de convênio e estudantes de intercâmbio

Em 2004.2, segundo dados do Escritório de Assuntos Internacionais da UFSC, há 83 alunos estrangeiros que chegaram para intercâmbio em cursos de graduação e vão cursar aqui um ou dois semestres.

Já os estudantes de convênio regularmente matriculados em cursos de graduação somam 74 neste semestre. Eles são provenientes da Jamaica, Panamá, Namíbia, México, Peru, Equador, Angola, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Paraguai, Guiné-Bissau e Cabo Verde.

Por Alita Diana/jornalista coordenadora da Agecom

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

Projetos pioneiros do Departamento de Expressão Gráfica na 4ª SEPEX

22/09/2004 18:40

Estande do NIPE

Estande do NIPE

Softwares livres para Infodesign é um dos projetos que o Núcleo Integrado de Pesquisa e Extensão (Nipe), do Departamento de Expressão Gráfica, desenvolve. Também do mesmo departamento é o Núcleo de Gestão de Design (NGD), que através de um de seus projetos trabalha com a valorização da identidade visual para produtos agrícolas. O Nipe expõe no estande 13 e o NGD no 19 da 4ª SEPEX.

No caso do Nipe são ao todo oito projetos de pesquisa e extensão realizados em conjunto pelos laboratórios de Infodesign, Cidade e Sociedade e Engenharia Gráfica. Alguns estão sendo expostos pela primeira vez, recém concluídos.

É o exemplo do Software Livre no Design Gráfico. Quem trabalha com design e editoração eletrônica sabe como é difícil ter acesso aos softwares específicos, que além de caros são geralmente limitados. Por isso o Nipe iniciou uma pesquisa para averiguar a viabilidade dos softwares livres para design gráfico.

Ao invés do Photoshop, o Gimp; ao invés do Pagemaker, o Scribus, todos softwares livres – disponibilizados na internet e que permitem a alteração do código fonte pelo usuário, tornando possível efetuar melhorias e corrigir erros (bugs) e ainda compartilha-los com outras pessoas. “Softwares como o Gimp travam menos e, para os que tem mais conhecimento e interesse, podem ser utilizados em sua versão de desenvolvimento”, explica o bolsista do projeto, Rafael Berard. Essa é a versão adaptável, mais complexa e para os mais experimentados. Para os leigos e menos aventureiros, existem versões estáveis, prontas para serem usadas – e toas freeware, de graça.

Outros programas pesquisados foram o Inkscape e o Sodi Podi, de engenharia vetorial; o XMRM e o Cinepoint, de vídeo e o NVU, para Web. Todos foram analisados na primeira fase da pesquisa, que após concluída veio para a Sepex. O próximo passo será oferecer aos alunos do curso de Design a possibilidade de manuseá-los – talvez até substituindo os programas de código fechado – como o Photoshop – na maioria das atividades.

Outros projetos existem há mais tempo, como o Valorização dos produtos da Agricultura Familiar Através do Design, do NGD, coordenado pelo professor Eugênio Merino em parceria como o Instituto CEPA/SC. O objetivo é incentivar o desenvolvimento da agricultura familiar, com a elaboração de rótulos, embalagens e logotipos que evidenciem a qualidade dos produtos. “Dessa forma os agricultores obtiveram até 100% de melhoria nas vendas”, afirmou um dos coordenadores do projeto, Danilo Pereira. Até agora mais de 500 famílias foram beneficiadas pelas embalagens e rótulos, usados para todo o tipo de produto: mel, pepino, frango, bolacha, cachaça e derivados de cana.

Estande do NGD

Estande do NGD



Antes, porém, da criação da Identidade Visual, os alunos estabeleceram padrões de qualidade, identificaram o mercado consumidor, a logística de distribuição, os requisitos para a embalagem e os custos. Com tudo acertado, partiram para a concretização do projeto, que deu tão certo – experiência para os alunos, renda para os agricultores – que mereceu uma matéria na revista especializada Globo Rural e no canal Futura, da Net.

Por Willlian Vieira/bolsista de jornalismo da Agecom

4ª SEPEX de 22 a 25 de setembro no campus da UFSC

22/09/2004 17:14

Abertura da  4ª SEPEX com o reitor e autoridades

Abertura da 4ª SEPEX com o reitor e autoridades



A 4ª edição da SEPEX – Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão começou nesta quarta-feira dia 22 e se estende até sábado 25 de setembro no campus da UFSC. A mostra, com entrada franca, está aberta à visitação de 4ª a 6ª das 9h às 21h e sábado das 9h às 17h. É o principal evento anual, aberto à comunidade, que a Universidade Federal de Santa Catarina realiza e a maior mostra científica desenvolvida no Estado.

A abertura foi realizada pelo reitor da UFSC Lucio José Botelho estando presentes, dentre as autoridades, o vice-reitor, o chefe de gabinete, os pró-reitores e os ex-reitores Antonio Diomário de Queiroz que falou como diretor da FUNCITEC, uma das patrocinadoras do evento e o ex-reitor Caspar Stemmer.

A SEPEX é resultado da constante busca pela consolidação e articulação do tripé que sustenta a Universidade: Ensino, Pesquisa e Extensão. Faz parte da programação a apresentação de painéis, 118 minicursos gratuitos, palestras, estandes interativos, exposições e diversas atividades culturais. A mostra vem sendo aperfeiçoada, a cada ano, para atender a um público crescente, notadamente, de alunos de instituições de ensino fundamental e médio. Para se ter uma idéia, a primeira edição, em 2000, recebeu a visita de 15 mil pessoas. Já a de 2003, teve um público de 35 mil.

Nesta edição serão 1245 posters e banners, além dos 506 do Seminário de Iniciação Científica, que este ano também se integra à SEPEX. Os estandes, sempre interativos, serão 120.

Vai acontecer também, na 4ª SEPEX, a 1ª Feira do Livro Universitário com a participação de dez editoras, além da Editora da UFSC.

Paralelamente acontecem eventos de discussão multidisciplinar: Michel Foucault: Perspectivas – Seminário Internacional; 1ª Semana da Mecânica da UFSC, VIII Seminário Iberoamericano de Mostradores de Informação; Círculo Dialógico Pró-Bioculturas com o tema da ecopedagogia; Seminário de Propriedade Intelectual; Seminário Aberto de Grupo de Estudos de Ritual e Imagem e o III Fórum da Cidade de Florianópolis.

A programação cultural também é extensa e totalmente gratuita. A cada hora uma programação diferente. No dia de abertura (quarta-feira, 22) vai ter o boi-de-mamão com as crianças do Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC (NDI), Teatro, Maculelê e Capoeira e o Concerto de Abertura às 21h com a Orquestra Escola da Orquestra Municipal de Florianópolis, com regência de Carlos Alberto Vieira, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Nos outros dias muitas outras atrações: mostra de vídeos produzidos por alunos e professores, maracatu, fanfarra da latinha, entre tantas atividades. No sábado, no Centro de Cultura e Eventos, às 21h, encerrando a 4ª SEPEX acontece a apresentação da peça teatral “Don Pablo entre vogais”, com o Grupo de Pesquisa Teatro Novo, da UFSC, homenageando os 100 anos de nascimento do poeta Pablo Neruda.

A SEPEX é uma vitrine dos trabalhos realizados por professores, estudantes e servidores técnico-administrativos e um momento privilegiado em que a sociedade e especialmente o universo estudantil, podem conhecer e interagir com o que está sendo feito na universidade.

Julia e Tayná, alunas da 1ª série A do CA/UFSC

Julia e Tayná, alunas da 1ª série A do CA/UFSC



No entorno da grande lona da 4ª SEPEX já está funcionando o engenho de fabricar farinha de mandioca do “Seu Zico” ,uma minifazenda, feira de artesanato e outras atrações como a casa de caixas de leite feita pelas alunas da professora Mariza da 1ª série A do Colégio de Aplicação.”Foram 1800 caixas de leite para a montagem da casinha”, conta a aluna Julia. Ela também aprendeu que são necessários 5 anos para a decomposição da caixa de leite. A professora utilizou a construção casa para que os alunos apreendessem conceitos matemáticos, noções de reciclagem, além da mobilização da comunidade que colaborou doando as caixinhas. Estudaram também como há diferentes marcas e rótulos.

A mostra quer estimular estudantes de todas as escolas a se interessarem pela pesquisa científica, e dar a conhecer como a universidade desenvolve um trabalho que responde às demandas e anseios da sociedade.

A UFSC cumpre assim uma de suas missões estimulando a possibilidade de descobertas de novos horizontes e despertando futuros pesquisadores e estudiosos nas diversas áreas do conhecimento.

A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É FUNDAMENTAL!

Programação completa: www.sepex.ufsc.br

Escolas podem agendar visita a visita pelo telefone 331 9915 ou pelo e-mail: sepex@reitoria.ufsc.br

Para entrevistas:

Pró-reitora de Cultura e Extensão:Professora Eunice S Nodari

tel: 331 8304

Pró-reitora de Pesquisa : Professora Thereza Christina Monteiro de Lima Nogueira tel: 331 9716

Apoio: FUNCITEC – Banco do Brasil – Caixa Econômica Federal

Por Alita Diana/jornalista coordenadora da Agecom

Fotos: Paulo Noronha/Agecom

1ª Semana da Engenharia Mecânica na 4ª SEPEX

22/09/2004 12:55

Um caminhão amarelo está colorindo a paisagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde segunda-feira (20). Lá dentro, equipamentos de usinagem e uma mini-sala de aula prometem levar muito conhecimento aos passageiros que embarcarem nessa viagem. Trata-se do caminhão da Deb`Maq, uma unidade de difusão de tecnologia que faz parte da 1ª Semana de Engenharia Mecânica, atividade integrada à 4a Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (Sepex).

Três máquinas de usinagem e dois tornos compõem o conjunto de equipamentos do caminhão, que percorre todo o Brasil e visita instituições parceiras da empresa de máquinas e peças Deb´Maq. A usinagem é a atividade responsável por dar forma às peças utilizadas na indústria. Por meio dela é possível, por exemplo, transformar um feixe de metal em parafusos. Além disso, ela também modela instrumentos de pesquisas inovadoras, como a que permite a transformação de ossos bovinos em parafusos para implante dentário. O caminhão poderá ser visitado na terça (21) e quarta (22) por todos os curiosos.

Além do caminhão, que também servirá como sala de aula para técnicos e estudantes da universidade, o departamento de Engenharia Mecânica (EMC) inova ao oferecer para os participantes da Sepex a oportunidade de conhecer os laboratórios dos cursos de Engenharia Mecânica e Engenharia de Materiais. Durante toda a sexta-feira (24), alunos-monitores organizarão grupos de oito pessoas para percorrer um verdadeiro roteiro de conhecimento. “Queremos atingir alunos do ensino médio para conhecer o curso e para criar motivação. Também queremos mostrar nossas atividades a comunidade que desconhece

nossa atuação”, afirma o chefe do EMC, professor Lourival Boehs. Ao todo serão três roteiros diferentes e os interessados podem optar por um, ou por todos. Alunos de pós-graduação e professores explicarão as atividades desenvolvidas em cada um dos laboratórios.

Outra atividade da Semana são as palestras, que já começaram na noite desta segunda-feira (20). Na quinta e na sexta-feira (23 e 24) elas ocorrem no Centro de Cultura e Eventos da UFSC e são abertas a todos os interessados. Entre os temas, destaca-se o da abertura do evento: “O papel do desenvolvimento tecnológico na indústria aeronáutica”, que será ministrada pelo pesquisador da Embraer Hugo Resende, dia 23, às 14h. A importância das atividades de pesquisa e extensão e a reforma curricular do curso de Engenharia Mecânica também serão temas de debate.

“A realização da Semana de Engenharia Mecânica foi uma idéia nossa, que a gente assumiu e lutou para viabilizar. A sociedade não conhece, muitas vezes, a realidade dentro da universidade e esse evento pode contribuir”, destaca Boehs. Além disso, o professor salienta que os alunos sempre pediram semanas como essa. “É uma velha aspiração dos estudantes e eles definiram boa parte da programação”, conta. Mesmo com um evento totalmente voltado para seu curso, os acadêmicos do

EMC também marcarão presença nos estandes e apresentações no pavilhão oficial.

O Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC possui 16 laboratórios, sete núcleos e grupos de pesquisa, uma biblioteca setorial e uma empresa júnior. A equipe técnica é formada por 69 professores, sendo 64 doutores e 5 mestres, 20 funcionários técnicos e 15 administrativos.

No curso de graduação, dividido em Engenharia Mecânica e Engenharia de Materiais, 195 alunos estão engajados em projetos de iniciação científica.

Criado em 1962, o curso de Engenharia Mecânica é reconhecido como um dos melhores cursos de graduação do país.

O curso tem duração de 10 semestres e contempla, no ciclo básico, disciplinas de Física, Matemática, Química e

Informática. Mas o estudante também se dedica a assuntos específicos como vibrações e acústica, aerodinâmica,

usinagem, soldagem, sistemas hidráulicos e pneumáticos, robótica, automação e controle, veículos automotores, turbinas,

bombas e projetos de produtos.

O curso de Engenharia de Materiais foi criado em 1999 e possui um modelo de ensino cooperativo, em que a formação

acadêmica é complementada com a prática exercida na indústria. Dividido em trimestres, o curso alterna períodos de

aula na universidade com estágios em empresas. Ao se formarem, os estudantes saem com dois anos de experiência

profissional no currículo.

Fonte: Núcleo de Comunicação do CTC/ Por Amanda Miranda com a colaboração de Sabrina Domingos.

Professor Lourival Boehs pelo telefone (48) 331 92 25

Engenharia Mecânica www.emc.ufsc.br

SAIBA mais sobre a 4a Sepex em www.sepex.ufsc.br

NAT- Saúde do Centro de Ciências Biológicas da UFSC treina Guarda Municipal de São José

21/09/2004 18:28

O NAT-Saúde/CCB/UFSC, através do centro de formação de Guardas Municipais, está treinando a Guarda Municipal de São José.

Metodologia especializada e esmerada de ensino, nos consultores de vários tipos de polícias ( Rodoviária Federal; Militar;), Marinha do Brasil, tem dado um porte de cidadania, educação, enfim, uma guarda cidadã, conforme previa o projeto.

O Uniforme de instrução fornecido e desenhado pelo NAT-Saúde, traz as cores da UFSC ( amarelo e azul) e produziu impacto

positivo tão grande nos alunos, que os mesmos fazem questão de andarem na rua, irem para suas faculdades noturnas, vestindo o

uniforme.

Dia 24/9 às 10h30min, o Prefeito de São José, fará a entrega oficial dos atos de nomeação dos mesmos, oportunidade na qual, o grupo de 79 alunos-guarda desfilarão em continência às autoridades presentes.

Fonte:NAT-SAUDE/CCB/UFSC

Apresentações Culturais variadas na 4ª SEPEX

21/09/2004 18:21

A 4ª SEPEX – Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão que acontece no campus da UFSC, de 22 a 25 de setembro, além das centenas de exposições no pavilhão de lona e dos eventos técnico-científicos oferece uma intensa programação artístico-cultural para toda a comunidade, com acesso gratuito.

De quarta-feira até sábado, das 9 às 21 horas, a comunidade poderá assistir às mais de 30 atrações culturais que serão apresentadas no palco da SEPEX, envolvendo a participação de cerca de 200 artistas,

entre alunos e funcionários da UFSC e grupos convidados da comunidade, em atrações que acontecerão de hora em hora.

Neste ano as apresentações acontecerão em três palcos da SEPEX: na grande lona que está montada na praça central do campus, na frente da Reitoria da UFSC, onde está montado um palco de 48 m2 que

receberá a maioria das atrações do evento. No dia de abertura (quarta-feira, 22) vai ter o boi-de-mamão com as crianças do Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC (NDI), Teatro com adolescentes e adultos, Sax e Flauta com alunos e professores, Maculelê e Capoeira.

No horário do Projeto 12:30 haverá uma programação especial durante os quatro dias, alternando o palco da lona com o palco da concha acústica, logo ao lado, onde haverá apresentação da Banda Bandit, dos músicos André & Isa, Rodrigo Piva & Banda e, no sábado, da Banda Tijuquera com o seu repertório no estilo pop rock peixe frito.

No Teatro da Igrejinha da UFSC, também às 12h30min, acontece uma Mostra de vídeos produzidos professores e alunos da UFSC. Na quarta-feira o tema é História, na quinta Antropologia e na sexta é a vez do Jornalismo que através do vídeo “Nossa Terra faz cinema” conta a história do cinema catarinense.

O terceiro palco da SEPEX deste ano será o recém inaugurado Grande Teatro do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, com 1.400 lugares, o maior com estas características na Ilha. Para o concerto de abertura

da 4ª SEPEX, na quarta-feira, dia 22, às 21 horas haverá a apresentação da Orquestra Escola da Orquestra Municipal de Florianópolis, com repertório variado sob a regência do maestro Carlos Alberto Vieira. Na quinta-feira, também às 21 horas, haverá o show musical com o grupo Cravo-da-Terra, com voz, flauta, violino

e contrabaixo, apresentando composições próprias num repertório que é um cruzamento entre o popular e o erudito. O espetáculo de encerramento, no sábado, às 21 horas, ficará por conta da peça teatral “Don Pablo entre vogais”, que homenageia os 100 anos de nascimento do poeta chileno Pablo Neruda, protagonizada

por Gringo Starr, com o Grupo Pesquisa Teatro Novo da UFSC.

O público terá acesso gratuita a todos os eventos.

Saiba mais sobre a 4ªSEPEX e veja a programação cultural completa no site www.sepex.ufsc.br

Fonte: DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC e informações da Agecom

Michel Foucault: Perspectivas – Seminário Internacional começa nesta terça-feira

21/09/2004 09:56

O seminário promovido pela UFSC, UDESC, Fundação Universidade Regional de Blumenau, Universidade do Sul de Santa Catarina e Universidade do Vale do Itajaí se estende até sexta-feira. O evento acontece em vários locais do campus da UFSC constando de Conferências, Simpósios Temáticos, Cursos, Atividades Culturais e Exposições Artísticas. O Curso de Pós-Graduação em Lingüística e Literatura da UFSC integra a comissão organizadora do evento. O seminário integra os eventos de discussão multidisciplinar da 4ª SEPEX.

O encontro acontece aos 20 anos da morte do filósofo francês que já foi professor da PUC/RJ.

Segundo os promotores o evento tem por objetivo ” submeter à apreciação os elementos da obra do referido autor que seguem estimulando uma abordagem crítica de nossa própria atualidade.”

Saiba mais: (extraído do site do evento)

Michel Foucault, pensador francês nascido em 1926 e falecido em 1984. Ao longo de sua vida, em constante diálogo com distintos campos de conhecimento como o Direito Penal, a História ou a Psicologia (ver, entre outros, trabalhos como Vigiar e punir: nascimento da prisão, ou os três volumes da História da sexualidade), e através de um permanente contato com a produção estética (como os contos de Jorge Luis Borges, ou a tela As meninas, de Velásquez, que amparam as reflexões de seu livro As palavras e as coisas), Michel Foucault forneceu uma instigante contribuição para que a modernidade ocidental fosse encarada enquanto uma criação histórica problemática que merecia ser analisada para além das imagens (de liberdade, de progresso, de civilização) que ela projetou acerca de si mesma.

As inscrições para o Seminário já foram encerradas.

Informações completas: www.udesc.br/foucault2004

DOCTV II com inscrições abertas

20/09/2004 16:56

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, a Fundação Padre Anchieta e a ABEPEC (Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais) e a TV CULTURA Santa Catarina lançam a segunda edição do DOCTV – Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do Documentário Brasileiro, agora ampliado para todos os estados da Federação, além do Distrito Federal.

O DOCTV é um projeto pioneiro de fomento à parceria entre a tv pública e a produção independente, criado com o objetivo de promover a regionalização da produção de documentários e articular um circuito nacional de teledifusão a partir da Rede Pública de Televisão.

Concretizando o acesso às diferentes expressões regionais, a primeira edição do DOCTV têm oferecido aos brasileiros, desde o dia 26 de junho, documentários inéditos da série Brasil Imaginário, sempre às 21h de sábado, em programação que se estenderá até dezembro de 2004. Estes documentários têm revelado jovens realizadores que têm pontuado uma nova geografia cultural brasileira.

No estado de Santa Catarina, será selecionado por concurso público o melhor projeto. O autor de cada projeto receberá como prêmio um contrato de co-produção no valor de de R$ 100 mil para realização do documentário, que será exibido em Rede Pública de Televisão no ano de 2005.

Os interessados deverão fazer a inscrição entre 15 de setembro a 30 de outubro e encaminhar o projeto de documentário, com 55 minutos de duração, sobre temas relacionados à diversidade cultural de Santa Catarina(estadual para a TV Cultura SC.

Maiores informações pelo site www.tvcultura.ufsc.br e pelo telefone (48)2280800.

Local de inscrição: TV Cultura SC

• Av do Antão 1884, Altos do Morro da Cruz

•Horário: das 9h às 17h, de segunda a sexta-feiraMais informações pelo telefone da ABD/SC (48) 2344632.

Lançamento do Catálogo Ilustrado de Peixes do Alto Rio Uruguai nesta terça-feira

20/09/2004 12:13

O lançamento do livro ” Catálogo Ilustrado de Peixes

do Alto Rio Uruguai” acontece nesta terça, 21 de setembro, às 18h30min, no hall da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina. O livro, publicado conjuntamente com a empresa Tractebel Energia, é resultado de pesquisas realizadas sob a coordenação do Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixes de Água Doce, do Departamento de Aqüicultura da UFSC.

Segundo os autores, um grande número de espécies de peixes habita a região do alto rio Uruguai, mas essa riqueza não é muito conhecida e está representada por poucas espécies que apresentam destaque na pesca. A edição do Catálogo pretende reverter a situação, disseminando conhecimento sobre essa diversidade de modo a despertar no leitor a consciência da importância dos peixes nesse ambiente e também o interesse pela sua conservação.

O livro mostra como os peixes são importantes componentes dos

ambientes aquáticos, e sua distribuição e ocorrência, no Brasil, são tão amplas quanto é rico o país em recursos hídricos. Logo, é preciso levar em conta a fauna de peixes nas discussões que envolvem a questão da água. O ciclo de vida dos peixes está totalmente vinculado aos rios e às bacias hidrográficas, e, conseqüentemente, ficam expostos a diversas pressões, produzidas principalmente pela ação humana.

Assinam o livro os pesquisadores Evoy Zaniboni Filho, Samira Meurer,

Oscar Akio Shibatta e Alex Pires de Oliveira Nuñer.

Maiores informações pelo fone:48-3319686 ramal 212

Fonte: Assessoria de imprensa da editora da UFSC