Ejep e Ação Júnior ganham prêmio nacional

28/09/2005 16:58

Um projeto desenvolvido por duas empresas juniores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi o grande vencedor do prêmio Vitrine Social, que ocorreu no Rio de Janeiro (RJ). Promovido pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores, o concurso fazia parte de um evento nacional e reunia trabalhos que envolviam o conceito de responsabilidade social. “A UFSC destacou-se por aproveitar as competências já existentes nas empresas juniores para desenvolver projetos sociais”, afirma o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Osvaldo Quelhas, que participou da comissão julgadora.

O projeto premiado, chamado “Programa 3º Amigo”, é fruto de uma parceria entre a Ejep – empresa júnior do departamento de Engenharia de Produção e Sistemas (EPS) – e da Ação Júnior – que reúne alunos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Serviço Social. A Ação Júnior começou o trabalho, tendo como objetivo ser a intermediária entre entidades interessadas em patrocinar ações sociais e organizações do terceiro setor – não-governamentais -, que seriam as beneficiadas.

Para ampliar a abrangência do projeto, a Ejep foi convidada a trabalhar no Programa 3º Amigo, dedicando-se a atividades relacionadas à engenharia de produção. Assim, as duas empresas juniores se propuseram a captar recursos e aplicá-los na prestação de consultorias gratuitas para organizações do terceiro setor. “Essas organizações necessitam de soluções para problemas administrativos e estratégicos, como gestão financeira e planejamento”, afirma o estudante da quarta fase de Engenharia de Produção Luciano Bernardi – que apresentou o trabalho e recebeu o prêmio no último domingo.

Segundo uma pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), entre os principais problemas enfrentados por essas entidades estão o aumento da demanda por seus serviços e as dificuldades financeiras – decorrentes, principalmente, da incapacidade de obter novos recursos. Nesse contexto, o Programa 3º Amigo busca ajudar as ONGs a identificarem as causas das dificuldades e traçarem um plano de ação para superá-las.

Segundo Bernardi, é nesse objetivo que reside o grande diferencial entre o 3º Amigo e outros projetos existentes na área. “A maioria dos programas se volta para o auxílio por meio da simples doação de recursos a essas entidades, enquanto o desenvolvido na UFSC quer fazer com que soluções sejam propostas, para que as ações tenham continuidade”.

Antes mesmo de firmar parceria com a Ação Júnior, a Ejep elaborou, no primeiro semestre deste ano, seu primeiro projeto social – o “cliente” era uma instituição de Florianópolis dedicada ao atendimento de idosos. “Era necessário que desenvolvêssemos um sistema de custos e uma análise estatística”, explica Bernardi. Ao concluir o trabalho, os estudantes entregaram à entidade um levantamento que apresentava o custo real por pessoa atendida, além de uma estimativa de gastos. “Eles não tinham conhecimento disso e agora poderão se planejar para obter saúde financeira.”

A partir do ano que vem, a Ejep espera desenvolver no mínimo um projeto social por semestre em parceria com a Ação Júnior. Por terem ganho o prêmio Vitrine Social, as duas empresas devem receber cerca de R$50 mil para executar o Programa 3º Amigo. “A Ejep sempre buscou fazer ações sociais e esse prêmio pode nos ajudar a dar ainda mais ênfase nessa área”, diz Bernardi.

Empresa Junior aproxima estudantes do mercado

Criada em 1991, a Ejep é administrada por alunos dos cursos de Engenharia de Produção (habilitações em Civil, Elétrica e Mecânica) e tem como principal atividade a realização de consultorias que buscam melhorar procedimentos e solucionar problemas de empresas públicas e privadas. “Um curso tem alunos de diferentes perfis. A Empresa Júnior está voltada para àqueles que querem conhecer a realidade do mercado”, afirma o professor do EPS João Ernesto Castro, que apóia os alunos.

O contato com o mercado de trabalho, a relação com profissionais e pesquisadores da área e o desafio de buscar soluções são citados pelos estudantes como os principais atrativos da empresa júnior. Isso porque possibilitam ao aluno de fases iniciais do curso o conhecimento de temas e processos que são tratados somente no final da graduação. “Não fosse a Ejep, eu certamente não continuaria no curso”, afirma o estudante da terceira fase, Emílio Mesquita.

A Empresa Júnior de Engenharia de Produção presta consultoria em cinco áreas: qualidade, finanças, engenharia de produto, sistemas de produção, estratégias e organização. Além do “alunos consultores”, professores do EPS participam da elaboração dos projetos.

Fonte: Núcleo de Comunicação do CTC/ Por Débora Horn

Informações com o professor João Ernesto Castro 3331-7039 ou e-mail castro@deps.ufsc.br ou com o professor Ottoni ottoni@deps.ufsc.br, ou 33131-7023

Para falar com os membros da Ejep 3331-7072.

Mais informações sobre a Ejep em www.das.ufsc.br/~ejep

Conheça o departamento de Engenharia de Produção e Sistemas em www.eps.ufsc.br

Grupo Gente Feliz entrega recursos para reforma da ala pediátrica do HU

28/09/2005 16:36

O Grupo Gente Feliz entregou à direção da Associação dos Amigos do Hospital Universitário, um cheque no valor de R$ 170 mil, referente à arrecadação de campanha em forma de pedágio, destinado à reforma da ala pediátrica do HU. O repasse foi feito hoje, (28), pela manhã, na sala de reuniões da direção do hospital. O projeto de melhorias está sendo elaborado pelo Escritório Técnico da UFSC e acompanhado por arquitetos da organização Gente Feliz. A campanha que levantou a verba foi realizada em outubro do ano passado, e o dinheiro arrecadado estava aplicado.

Engenheiros e arquitetos estão preocupados com a humanização do ambiente, a fim de que pacientes, acompanhantes e o corpo de funcionários possam se sentir bem no local. A obra vai ser licitada no próximo mês, mas o início da construção será em janeiro de 2006. Vários ajustes estão sendo feitos nos projetos, para dar um bom padrão de reforma e, ao mesmo tempo, diminuir o custo final.

A presidente do Grupo Gente Feliz, Clarissa Sirotsky, disse que a reforma segue um padrão ANVISA. Todavia, deverá atender às condições gerais do próprio HU. Clarissa estava acompanhada da diretora financeira, Ana Virginia Keller. Segundo o presidente da Associação dos Voluntários do HU, Narciso Policarpo, os 170 mil reais equivalem a um terço do valor da reforma. Contudo, a direção do hospital sinalizou com o investimento de mais 200 mil. O restante deverá ser buscado através de parcerias com o governo do estado e na sociedade civil.

Por José Antonio de Souza/jornalista da Agecom

Inscrições para concurso de monografias sobre a UFSC abertas até novembro

28/09/2005 14:55

Estão abertas as inscrições para o Concurso de Monografias “UFSC

45 anos – Memória dos Cursos de Graduação”. Cada monografia inscrita

deverá ter como foco a história e o desenvolvimento dos cursos da

unidade acadêmica na qual estuda seu autor ou autores. Ao todo, são 12 unidades, pois o CTC foi dividido em duas. As inscrições devem ser

feitas até 25/11, na direção de cada centro de ensino.

O concurso é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Ensino da Graduação(PREG), em razão dos 45 anos da UFSC. A PREG considera a

importância do registro histórico e da memória dos cursos de graduaçãoda universidade. E, para isso, cada trabalho deverá conter itens como: projeto inicial de cada curso, criação, corpo docente atual e inicial, número de formandos, estrutura, perspectivas iniciais e atuais, instalações, localização etc.

O trabalho poderá ser feito por dois autores quando o centro de ensino possuir mais de quatro cursos. Caso contrário, a monografia deve ser assinada por apenas uma pessoa. Cada centro de ensino selecionará três monografias, das quais duas serão classificadas em primeiro e segundo lugares, recebendo R$ 1.500,00 e R$ 500,00, respectivamente.

Os terceiros colocados de cada unidade receberão menção honrosa.

O regulamento do Concurso de Monografias está disponível em

www.reitoria.ufsc.br/preg/conc_monog.htm .

Por Talita Garcia/bolsista de jornalismo da Agecom

Seminário sobre Gestão de Risco e Responsabilidade Internacional será realizado na universidade

28/09/2005 14:49

O Grupo de Estudos de Relações Internacionais e Meio Ambiente da UFSC (Gerima), em parceria com o Programa Alfa e a Embaixada da França, promove o Seminário Internacional “Gestão de Risco e Responsabilidade Internacional”, que acontece entre os dias 7 e 8 de outubro, no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ).

O evento vai contar com a presença de participantes da Argentina, Brasil, Espanha, França e Uruguai. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até mesmo no dia do evento. Data limite para envio de trabalho: 26 de setembro. Inscrições pelo e-mail alfafloripa@yahoo.com.br

Mais informações pelo telefone (48) 3233-2179.

Agamben: filósofo italiano realiza conferência na UFSC

27/09/2005 17:00

Foto: JB Online

Foto: JB Online

A UFSC recebe nesta quinta-feira, 29/9, a visita de um dos filósofos mais inovadores e importantes da atualidade. Giorgio Agamben profere a conferência “O que é um movimento?“, no Centro de Cultura e Eventos da universidade, às 19h30min. O evento é uma realização dos programas de pós-Graduação em Literatura e Direito, com o apoio da Fundação Boiteux, Fapesc e da Capes.

O pensador Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. Foi aluno do filósofo alemão Martin Heidegger e assim teve contato com uma das mentes mais influentes do século XX. Com o lançamento do livro “L`uomo Senza Contenuto”, em 1970, deu início às publicações, que se tornariam conhecidas em todo o mundo. Dentre suas obras estão “Stanze: La Parola e il Fantasma Nella Cultura Occidentale” e a mais marcante delas, “Homo sacer – o poder soberano e a vida nua I”, em que recorda uma esquecida figura jurídica latina:o Homo sacer, aquele cuja morte não consistia em sacrifício e cujo assassinato não implicava em pena jurídica, o “joão-ninguém”. Para o filósofo a figura do Homo sacer esta presente nas sociedades capitalistas contemporâneas, sujeito à vida nua, desprovida dos direitos humanos fundamentais.

O livro “Infância e História – destruição da experiência e origem da História, lançado este ano, é o mais novo trabalho que leva a assinatura de Agamben. A diversidade de seus objetos de estudos e sua capacidade de oferecer análises das situações sócio-jurídicas atuais são alguns dos fatores que fizeram desse professor da Universidade de Verona um dos principais filósofos contemporâneos.

Destaca-se ainda por ser um especialista na obra de Walter Benjamin, filósofo alemão da escola de Frankfurt, que formulou a conhecida teoria sobre a obra de arte na era da reprodutibilidade técnica. Agamben dirigiu as traduções italianas da “Obra Completa” de Benjamin, enriquecidas com alguns textos até então desconhecidos.

Um dos principais temas estudados por Agamben é o “estado de exceção” e suas implicações sociais. Dentro desse assunto se enquadram situações como a enfrentada pela sociedade norte-americana, principalmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Isso porque, depois dessa data, o governo americano, com o pretexto de aumentar a segurança nacional contra o terrorismo, implantou regras que muitas vezes desrespeitam direitos democráticos dos cidadãos. Para ele, os Estados contemporâneos, principalmente os EUA, mais do que garantir e administrar a ordem, são máquinas de produção e gestão da desordem, permitindo intervenções que lhes dão legitimidade e poder.

Destas teorias resultou uma de suas obras fundamentais, “Estado de Exceção”, que se tornou essencial para entender o Estado e a política contemporânea. O livro expõe as áreas mais obscuras do direito e da democracia, justamente as que legitimam a violência, a arbitrariedade e a suspensão dos direitos, em nome da segurança e da concentração de poder. Tudo isso também levou Agamben a recusar-se a lecionar nos EUA como protesto contra a política de segurança norte-americana.

O evento realizado na UFSC integra uma série de conferências que proferidas por Agamben. O filósofo esteve presente em São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói. Em todos os encontros, além de discutir os assuntos relacionados com seus estudos em geral, Agamben abordou como tema principal “Oikonomia: Sobre a Gênese Teológica do Governo”.

Mais informações através do telefone da Fundação Boiteux – (48) 3233-0390

Por Julia Fecchio/bolsista de jornalismo da Agecom

Projeto 12:30 apresenta Banda da Caverna

27/09/2005 14:56

Três irmãos roqueiros se encontram musicalmente após uma adolescência em projetos separados. Essa é a história da banda Da Caverna, atração desta quarta-feira no Projeto 12:30. O som remete ao “bom e velho rock n’roll” das décadas de 60 e 70, com ênfase no que foi produzido no Brasil durante o período. O show começa às 12h30 na Concha Acústica da UFSC, é gratuito e aberto à comunidade.

Os músicos definem seu show como algo peculiar, pois trajam

figurinos que lembram os primeiros grupos de rock do País. Da Caverna executa covers de nomes como Raul Seixas, Mutantes, Casa das Máquinas, Made in Brazil, Roberto e Erasmo Carlos, além de músicas de artistas estrangeiros como Kinks, Beatles, Jimi Hendrix e de canções próprias. A banda já abriu para o Velhas Virgens, ícone do

rock n’roll nacional, e participou de grandes festivais catarinenes como o Rural Rock Fest, em São Pedro de Alcântara, o River Rock Fest, em Indaial, e o Tchumistock, em Rio do Sul.

Da caverna tem dois CDs lançados: “Tiranossauro Rock’s”, registro de

novembro de 2003, e “Rolando Pedras” de abril de 2004. O primeiro trabalho tem seis faixas e foi gravado como uma apresentação ao vivo no estúdio, não houve tratamento sonoro e todos os músicos tocaram ao mesmo tempo, como num show. A opção reduz a qualidade do produto final, mas foi utilizada para preservar a energia das músicas. Já “Rolando Pedras” contou com uma produção mais esmerada, 10 faixas e mixagem e masterização digitais, mas segundo os músicos, ainda é

“simplesmente rock n’roll”.

Da Caverna é formada pelos irmãos Vinicius Zimmermann, guitarrista

idealizador do Rural Rock Fest e ex-integrante da banda Us Cachorro; Filipi Zimermann, baterista e mais novo dos três e Vitor Zimmermann, baixista com passagem pelo grupo Carne Viva.

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Pró- Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro.

Artistas interessados em participar devem entrar em contato com o DAC

através dos telefones (48) 331-9348/ 331-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO: Show com a banda Da Caverna

Onde: Projeto 12:30, na Concha Acústica da UFSC

Quando: 28 de setembro de 2005, quarta-feira, às 12h30

Quanto: Gratuito e aberto ao público

Programa: Músicas próprias e covers

Telefone: 9924-4816

Fonte: Roberto Saraiva – aluno bolsista de Extensão

Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30

DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC

Idosos sobem ao palco para encenar suas histórias de vida

27/09/2005 14:36

Grupo Chão de Estrela é composto por dez integrantes

Grupo Chão de Estrela é composto por dez integrantes

O grupo de teatro do Núcleo de Estudos da Terceira (NETI) completa cinco anos de estrada com uma montagem que tem na vida dos participantes o foco das atenções. O espetáculo “Nos Cantos da Memória” entra em cartaz de sexta a domingo (30/9, 1 e 2/10), no Teatro da Igrejinha da Universidade Federal de Santa Catarina, em comemoração ao mês do idoso. As apresentações acontecem às 20h.

A montagem surge como resultado de dois anos de trabalho do Chão de Estrela com a diretora, atriz e jornalista Maria Paula Carvalho Bonilha, que desenvolve, em parceria com o NETI, um projeto-piloto homônimo. O projeto propõe a realização de oficinas de teatro com alunos do NETI e da comunidade pertencente à terceira idade.

“Nos Cantos da Memória” fez pré-estréia nas 4ª e 5ª Sepex (Semana de Pesquisa e Extensão da UFSC), e em curta temporada para o público do NETI, no Teatro da Igrejinha (UFSC), em junho deste ano.

Fragmentos de vida no palco

“Nos Cantos da Memória” aposta no resgate de narrativas e histórias de vida dos participantes como eixo de conexão e aproximação da expressão cênica e da linguagem teatral. Desta forma, as narrativas atuam como ‘pré-textos’ a serem vivenciados e compartilhados pelo grupo ao longo do processo.

Idades variam de 50 a 86 anos

Idades variam de 50 a 86 anos

Segundo a diretora Maria Paula Carvalho Bonilha, o projeto teve como gatilho inicial o exercício de escritura narrativa e socialização de memórias em grupo, a partir de diferentes técnicas de contação de histórias.

Após a repercussão e vivência das memórias dos participantes, foram realizados exercícios de improvisação individual e em grupo, com o objetivo de montagem das cenas e escritura do texto dramatúrgico. Diferentes tipologias textuais surgiram a partir da exploração da via física ou corporal, da experimentação musical e da manipulação de objetos. As cenas foram elaboradas para que o trabalho possa ser levado a diversos ambientes e instituições da cidade.

O Grupo

O Chão de Estrela foi criado por Elfriede Kalvelage, uma das fundadoras do NETI e coordenadora de grupos de convivência no núcleo. Imigrante alemã radicada no Brasil desde a Segunda Guerra Mundial, Elfriede visualizou no Chão de Estrela não apenas uma maneira de estimular a (re)construção de valores de cidadania e auto-estima, mas também o desenvolvimento da expressão e formação artísticas.

Atuando desde 2000, o Chão de Estrela é composto por dez integrantes com idade entre 50 e 86 anos. Em março de 2001, o grupo estreou sua primeira montagem, “O Milagre”, uma adaptação do texto L’Annonce faite a Marie, de Paul Claudel, dirigido por Márcio Correa. “O Milagre” percorreu diversos teatros e espaços alternativos da capital e grande Florianópolis.

Em junho de 2003, Maria Paula Carvalho Bonilha iniciou o projeto “Nos Cantos da Memória” com o grupo. Em novembro de 2004, o NETI e o Chão de Estrela receberam o certificado de participação do projeto na Categoria Programas Exemplares do Concurso Banco Real Talentos da Maturidade.

Grupo Chão de Estrela (integrantes)

Elfriede Kalvelage

Idemício Silveira

Edilberto Brito

Rejane Sperb

Helena Maria Schuch

Jurema Goulart

Ilza Gonzalez

Yara Gre

Juracy Manoel Pires

Léa Palmira

O QUÊ? Espetáculo “Nos Cantos da Memória”

QUANDO? 30/9, 1 e 2/10

ONDE? Teatro da Igrejinha/UFSC

QUANTO? R$ 3,00

Mais informações pelos telefones: (48) 9965-4504 com Maria Paula

ou (48) 9962-1836 com Brito.

e-mail: mariapaulacarvalho@hotmail.com

UFSC sedia III Congresso Brasileiro de Agroecologia

27/09/2005 14:18

Realizado há dois anos em Porto Alegre, o Congresso Brasileiro de Agroecologia acontece em 2005 de 17 a 20 de outubro, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Com o tema “A sociedade construindo conhecimentos para a vida”, o evento terá mesas-redondas e conferências que discutirão assuntos como educação e agroecologia, opções de mercado e comercialização, produção animal e vegetal, ecosocialismo e biodiversidade.

Em torno de dois a três mil congressistas de vários estados brasileiros e de países do Mercosul são esperados para o congresso, que envolve professores, pesquisadores, estudantes e agricultores. As plenárias trarão especialistas, personalidades e expoentes da área ambiental e agroecológica nacional e internacional, como Leonardo Boff, João Pedro Stédile, John Wilkinson, Patt Mooney, Miguel Rosseto, Martinez Allier, Pinheiro Machado, Vandana Shiva, entre outros.

O congresso é organizado por dezenas de pessoas e entidades. A comissão executiva é formada por Paulo Tagliari (Epagri), Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho (UFSC), Marciel Stadinik (UFSC) e Pedro Boff (Associação Brasileira de Agroecologia).

A taxa de inscrição é de R$ 10,00 para estudantes e agricultores e de RS50, 00 para profissionais. O formulário está disponível em www.agroecologia2005.ufsc.br. Informações sobre a forma de pagamento e o programa completo do congresso em www.agroecologia2005.ufsc.br

A produção orgânica mundial cresce anualmente 20 a 30%, sendo que no Brasil supera 40%. De acordo com os organizadores, a agricultura orgânica é o setor da economia que mais cresceu no último ano no Brasil. O país já é o quinto produtor mundial, com 800 mil hectares cultivados organicamente e possui 19 mil produtores. Em Santa Catarina a produção agroecológica já conta com mais de 60 associações de produtores.

Mais informações: 331 5356 / (49) 224 4400 ramal 225.

Por Talita Garcia / bolsista de Jornalismo da Agecom.

Inscrições para a Galeria de Arte da UFSC devem ser feitas até sexta-feira

27/09/2005 14:08

Galeria funciona no prédio do Centro de Convivência

Galeria funciona no prédio do Centro de Convivência

Encerra nesta sexta-feira, dia 30 de setembro, na Galeria de Arte da UFSC, o período de inscrições para apresentações de propostas de exposições de arte contemporânea, individuais ou coletivas, de artistas plásticos de todo o Brasil, e do estrangeiro, para realizarem exposições no primeiro semestre de 2006, no campus da UFSC, em Florianópolis. As propostas poderão ser entregues em mãos ou encaminhadas pelo correio, via Sedex, postadas até o dia 30 de setembro, e serão analisadas por uma comissão formada por artistas e profissionais da área, representantes de instituições culturais, universidades e associações de artistas. Os proponentes deverão entregar um currículo comprovado, com fotocópias de documentos, cursos e titulações, além de outros itens conforme consta no roteiro.

A Galeria de Arte da UFSC, com cerca de 16 anos de atuação sistemática e periódica, desde 1989, tem se consolidado como espaço de referência para exposições no Estado de Santa Catarina, sendo local de estudo e apreciação da arte, promovendo woskshops e encontros com artistas, ampliando o acervo de obras de arte que promovem a humanização do campus, e apresentando trabalhos de diversos artistas plásticos locais, nacionais e estrangeiros, em uma dúzia de exposições individuais e coletivas em que cerca de 90 artistas apresentam seus trabalhos para um público da ordem de 10 mil pessoas por ano.

Espaço cultural com localização privilegiada dentro do campus da UFSC, a Galeria de Arte, considerada uma das melhores do Estado, tem uma programação permanente e realiza exposições a cada 25 dias. Com sala de exposição denominada Aníbal Nunes Pires, e área de 220m2, dispõe de infra-estrutura necessária à realização de mostras de qualquer natureza.

As exposições realizadas na Galeria de Arte têm possibilitado que se ofereça, à comunidade universitária, um “Encontro com o Artista”. O objetivo desse encontro é possibilitar que o artista que expõe na universidade possa fazer uma comunicação do seu trabalho para a comunidade universitária, artistas e professores de arte da rede pública de ensino. Nesses encontros o artista tem a oportunidade de falar sobre o processo criativo da sua obra, o que envolve o conceito teórico e as técnicas utilizadas na produção de uma obra de arte. Nessa aproximação entre o artista e a comunidade também são relatadas experiências de vida do artista, desde a sua formação, processos de pesquisa, produção e difusão dos trabalhos. “O encontro é uma oportunidade para socializar o conhecimento que é produzido nos ateliês e na academia” enfatizam os coordenadores do projeto da Galeria de Arte da UFSC.

A Galeria tem como objetivo mostrar propostas com linguagens contemporâneas em várias técnicas que proporcionem à comunidade universitária o debate, discussão e conhecimento de novas técnicas do fazer artístico. É um espaço aberto à comunidade, atendendo a artistas brasileiros e de outras nacionalidades.

Diversos artistas de Santa Catarina e de outras regiões do Brasil já realizaram exposições na Galeria da Universidade, tanto em exposições individuais, como coletivas, a exemplo de grupos de artistas do Paraná e do Rio Grande do Sul. Além dos brasileiros, a presença de artistas estrangeiros foi marcada por exposições como a do argentino Alejandro Pita, da austríaca Moje Menhardt e do norte-americano Gene Anderson, designer de cerâmica do Museu Guggenhein de Nova York que, além da exposição, durante um mês, realizou um workhsop com um grupo de ceramistas locais, o que resultou numa obra que está afixada em parede externa de edifício da UFSC.

A UFSC oferece a infra-estrutura física, com sala de exposições, sala de apoio de montagem/desmontagem, pequena copa e banheiro. Além disso, a universidade também oferece a impressão de 700 convites modelo padrão para serem encaminhados pela instituição e pelos artistas. A equipe do DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC, que administra a galeria, oferece os serviços de apoio administrativo, bem como de divulgação junto à imprensa local. As obras selecionadas devem ser encaminhadas e retiradas por conta dos artistas expositores.

A Galeria funciona no prédio do Centro de Convivência do campus, de segunda a sexta-feira das 10 às 18h30.

A Galeria de Arte da UFSC faz parte do DAC – Departamento Artístico Cultural, vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC.

Veja a planta da galeria, o roteiro para encaminhar proposta e outros documentos nos links sobre a Galeria de Arte, em Artes Visuais e Espaços Culturais, no site www.dac.ufsc.br

Endereço para correspondência:

Universidade Federal de Santa Catarina

Galeria de Arte da UFSC

DAC – Departamento Artístico Cultural

Praça Santos Dumont, 117 – Campus Universitário

88040-900 – Trindade – Florianópolis-SC

Telefone da Galeria: (48) 331-9683 (das 10 às 18h30)

Telefones e Fax do DAC: (48) 331-9348 e 331-9447

Contato: galeriadearte@dac.ufsc.br e www.dac.ufsc.br

Fonte: [CW] DAC–PRCE-UFSC

Representantes escolhidos para Comissão Interna de Supervisão do Plano de Carreira agradecem participação na eleição

27/09/2005 14:04

Os representantes eleitos para a Comissão Interna de Supervisão do Plano de Carreira da UFSC agradecem as pessoas que participam da eleição. Geraldo Botelho Lage (do HU, eleito com 382 votos); Deni Germano Alves Filho (CDS – 236 votos); Ricardo Pereira (DMSG – 235 votos) e Jorge Emmanuel Feijó (220 votos) representarão a comunidade universitária junto à Comissão Interna de Supervisão do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação. Os membros foram escolhidos em eleição realizada no dia 19 de setembro. O mandato será de três anos.

Estudantes não têm mais representação no Conselho Universitário

27/09/2005 11:32

A partir desta terça, dia 27, os estudantes da UFSC não têm mais representação no Conselho Universitário (CUn), órgão máximo deliberativo e normativo da UFSC. O mandato de um ano dos seis representantes discentes acabou ontem e, como o Diretório Central dos Estudantes (DCE), que é responsável pela indicação dos novos alunos não existe no momento, as seis cadeiras ficarão vagas até que se constitua um novo DCE.

A única possibilidade para fazer com que os universitários não fiquem sem representantes no CUn, além da imediata convocação das eleições para a nova gestão do DCE, seria criar uma comissão do Conselho de Entidades de Base (CEB) – instância composta por todos os Centros Acadêmicos da universidade – que indicasse os novos conselheiros em caráter excepcional.

Quanto ao DCE, as eleições ainda não têm data marcada para acontecer. Segundo Otávio Dutra, ex-integrante da gestão Lutar quando a regra é vender, e que também faz parte do Comando de Greve dos Estudantes, o processo eleitoral só será iniciado depois do fim da paralisação na UFSC. Otávio afirmou que os alunos do movimento grevista enviaram à Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) um ofício no qual solicitam que os conselheiros discentes do CUn sejam mantidos no cargo até a implantação do próximo DCE, a fim de que a classe não perca representatividade em nenhuma reunião.

O ofício, no entanto, ainda não foi recebido pela PRAE e, quando chegar, será reenviado para o CUn. De acordo com Eugênio Gonçalves, diretor do Departamento de Assuntos Estudantis, a PRAE não tem competência para julgar se os seis representantes discentes podem ou não permanecer no conselho além do término dos mandatos, pois o único órgão que pode deliberar sobre isso é o próprio CUn. Eugênio Gonçalves afirma que o impasse se deve à irresponsabilidade da gestão Lutar quando a regra é vender. “As eleições deveriam ter sido feitas antes da greve, que não é desculpa para não ter um DCE em funcionamento”, disse ele.

O CUn tradicionalmente não se reúne durante a greve. Após o término da paralisação, será convocada uma reunião para definir o calendário acadêmico do resto do semestre. Nessa reunião, os estudantes não terão representantes.

Fonte: Site Universidade Aberta/Por Caroline Mazzonetto

Inscrições para o Colégio Agrícola de Camboriú iniciam em 10 de outubroprae

26/09/2005 15:12

Estarão abertas a partir de 10 de outubro as inscrições para o Processo Classificatório/2006 do Colégio Agrícola de Camboriú (CAC), ligado à UFSC. Serão abertas 340 vagas, distribuídas entre seis cursos técnicos em nível médio e o curso de Ensino Médio. As provas acontecem dia 3 de dezembro, em Camboriú, Chapecó e Medianeira (PR). As inscrições encerram no dia 11 de novembro e custam R$ 20,00. A taxa pode ser paga em postos de auto-atendimento em qualquer agência do Banco do Brasil.

Os inscritos para os cursos de Técnico em Agropecuária (concomitante ao ensino médio) e Técnico em Informática (concomitante interno ao ensino médio) estarão automaticamente inscritos no curso Ensino Médio, oferecido em período integral. O pré-requisito para inscrição nesses cursos é ter o Ensino Fundamental completo.

Para todos os outros quatro cursos – Técnico em Agropecuária, Técnico em Informática, Técnico em Meio Ambiente e Técnico em Transações Imobiliárias – é necessário ter concluído o Ensino Médio. O teste será realizado a partir de uma prova escrita e de uma entrevista, exceto para Técnico em Informática e Transações Imobiliárias, que terão apenas a prova escrita.

Caso o candidato tire nota zero na entrevista e/ou na redação, e/ou em qualquer uma das áreas (Linguagem, Códigos e Tecnologia, Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias) será desclassificado.

A ficha de inscrição, o guia de recolhimento da União, o manual do candidato e o edital do concurso são encontrados nos seguintes locais:

– Colégio Agrícola de Camboriú, rua João da Costa s/n, Centro, Camboriú /SC.

– Nas Secretarias de Educação dos municípios de SC.

– No site: www.cac.ufsc.br

O comprovante de pagamento da taxa de inscrição e a ficha de inscrição devem ser entregues no CAC ou enviados para: CAC – rua João da Costa, s/n, Centro, Camboriú / SC, Cep: 88340.000. Até 11/11.

Mais informações em www.cac.ufsc.br ou cac@cac.ufsc.br (Coordenação de Ensino do CAC).

Por Talita Garcia/ bolsista de Jornalismo da Agecom.

VESTIBULAR 2006/UFSC: inscrições devem ser feitas até o dia 3 de outubro

23/09/2005 11:14

As inscrições para o Vestibular 2006 da UFSC devem ser feitas exclusivamente pela internet até o dia 3 de outubro, no site www.vestibular2006.ufsc.br. Esta é uma das mudanças operacionais do concurso da Universidade Federal de Santa Catarina. As provas serão realizadas de 11 a 13 de dezembro, das 15h às 19h, voltando a três dias de vestibular. O concurso abrirá 3.920 vagas para 62 opções de cursos.

O candidato deverá entrar no site www.vestibular2006.ufsc.br e preencher integralmente o Requerimento de Inscrição, enviando o documento via rede para a Comissão Permanente do Vestibular (Coperve). O candidato deve também imprimir o comprovante de requerimento de inscrição e o boleto bancário, para pagamento da taxa de R$ 70,00, até o dia 4 de outubro (as inscrições encerram no dia anterior, mas o pagamento pode ser feito até esta data). O pagamento pode ser efetuado em qualquer agência bancária ou em postos de auto-atendimento.

Os candidatos que foram beneficiados com a isenção total ou parcial (divulgada no dia 12/8), devem fazer sua inscrição por meio do link ´Inscrição para isentos´, no site do vestibular, usando o número do requerimento de isenção e o CPF. O candidato beneficiado com a isenção parcial, e que vai pagar R$ 35,00, deve efetuar o pagamento também até o dia 4 de outubro, prazo dado aos demais candidatos.

O candidato com inscrição deferida terá seus dados cadastrados e o local de realização das provas publicados no site do vestibular, no link ´Confirmação de inscrição`, a partir do dia 31 de outubro. A confirmação também será envida via e-mail aos candidatos que informarem este endereço eletrônico. As inscrições indeferidas serão divulgadas no site e o motivo será comunicado via correio. Os candidatos com inscrições preliminarmente indeferidas deverão entrar em contato com a Coperve até 18h do dia 11 de novembro. Depois desta data o indeferimento será definitivo.

Para realização das inscrições exclusivamente via internet, a UFSC contará com o apoio da Secretaria de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, que se comprometeu a orientar as escolas para que disponibilizem computadores para que seus alunos possam realizar a inscrição. Há também o comprometimento de que as Gerências de Educação e Inovação (GEREIs) darão suporte tecnológico ao processo, disponibilizando seus equipamentos.

Alterações pedagógicas

Este ano o concurso passa também por mudanças pedagógicas. Uma delas é a inclusão de uma questão discursiva em cada dia de prova, para uma abordagem interdisciplinar. O objetivo é avaliar melhor o candidato, que deverá expressar seu conhecimento e desenvolver seu raciocínio na construção das respostas.

Outra mudança pedagógica refere-se à pontuação das questões. O fato de o candidato incluir nas questões de múltipla escolha alguma alternativa errada não irá mais, necessariamente, anular a questão. Porém, a inclusão de uma alternativa errada faz com que o candidato perca uma questão correta. O vestibulando também não poderá zerar em nenhuma disciplina. Ficam mantidos os pontos de corte do vestibular anterior, ou seja, a nota mínima para aprovação do candidato é 3,00 na disciplina de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, 3,00 na Redação, e um mínimo de 20,00 pontos nas disciplinas de Língua Estrangeira, História, Geografia, Física, Matemática, Biologia e Química. As questões discursivas não estão incluídas no ponto de corte por serem interdisciplinares.

Provas

Com o retorno aos três dias, no primeiro serão realizadas as provas de Língua Estrangeira, de Língua Portuguesa e de Literatura Brasileira e Redação. No segundo dia acontecem as provas de Matemática, Geografia e Biologia e, no terceiro, o candidato responde as questões de Física, História e Química.

As provas serão realizadas nas cidades de Florianópolis, Blumenau, Camboriú, Chapecó, Criciúma, Itajaí, Joaçaba, Joinville, Lages e Tubarão. O candidato que necessitar condições especiais para realizar as provas deverá informar no requerimento de inscrição e comprovar com laudo médico encaminhado à Coperve até o dia 17 de outubro.

Mais informações:

Por parte da imprensa:

Devem ser obtidas com professor Edemir Costa, presidente da Comissão Permanente do Vestibular, telefone 48 331-9953.

Por parte de candidatos:

Acesse o site www.vestibular2006.ufsc.brou use o telefone da Coperve: 48 3331- 9200

Data / Provas / Como será

1a Prova

Data: 11/12

Horário: 15h às 19h

Disciplinas: Língua Estrangeira, Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e Redação

Como será

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de Língua Estrangeira (Alemão, Espanhol, Francês, Inglês ou Italiano)

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira

– Redação

– Uma questão discursiva de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira

2a Prova

Data: 12/12

Horário: 15h às 19h

Disciplinas: Matemática, Geografia e Biologia

Como será:

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de Matemática

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de Geografia

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de Biologia

– Uma questão discursiva interdisciplinar, envolvendo Matemática e/ou Geografia e/ou Biologia

3a Prova

Data: 13/12

Horário: 15h às 19h

Disciplinas: Física, História e Química

Como será:

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de Física

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de História

– 10 questões de múltipla escolha e/ou abertas de Química

– Uma questão discursiva interdisciplinar, envolvendo Física e/ou História e/ou Química

Seminário sobre Gestão de Risco e Responsabilidade Internacional será realizado na universidade

23/09/2005 09:26

O Grupo de Estudos de Relações Internacionais e Meio Ambiente da UFSC (Gerima), em parceria com o Programa Alfa e a Embaixada da França, promove o Seminário Internacional “Gestão de Risco e Responsabilidade Internacional”, que acontece entre os dias 7 e 8 de outubro, no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ).

O evento vai contar com a presença de participantes da Argentina, Brasil, Espanha, França e Uruguai. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até mesmo no dia do evento. Data limite para envio de trabalho: 26 de setembro. Inscrições pelo e-mail alfafloripa@yahoo.com.br

Mais informações pelo telefone (48) 3223-2179.

Valorização e auto-estima dos Kaingáng é meta de projeto da UFSC

23/09/2005 09:20

A UFSC está ajudando os Kaingáng do oeste do Estado a recuperarem sua auto-estima a partir de pesquisas sobre sua história. Esse é o objetivo do projeto “Kaingáng na conquista da cidadania: produção e elaboração de materiais didáticos-pedagógicos sobre a história indígena”, coordenado pela professora Ana Lúcia Vulfe Nötzold, do Laboratório de História Indígena (Labhin), vinculado ao Departamento de História, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).

Desenvolvido desde 1999, o projeto consiste na produção de livros e materiais didáticos com a ajuda dos alunos e professores da escola da Terra Indígena Xapecó, localizada no município de Ipuaçu, a 580 km de Florianópolis. A aldeia é uma das maiores do Estado, com cerca de cinco mil habitantes e foi a primeira no Brasil a ter uma escola estadual com Ensino Médio no interior de uma terra indígena.

O trabalho de produção literária é feito a partir de duas frentes. A primeira é desenvolvida pelos bolsistas do projeto, alunos da universidade, que entrevistam os moradores mais antigos da aldeia. Nesses contatos, que depois são transcritos e publicados, são abordados aspectos da cultura Kaingáng, como as celebrações de vida e morte, entre outros. Os alunos Kaingáng são os responsáveis pela segunda parte do projeto, que consiste na realização de oficinas de ‘contação de histórias’, onde os moradores da comunidade compartilham com as crianças um pouco do histórico da aldeia. “Participam destes encontros alunos desde a pré-escola até o Ensino Médio, todos de forma espontânea”, explica a professora Ana Lúcia. No final, todo o conteúdo produzido é analisado em conjunto com os alunos participantes e seus professores, que decidem o que vai ser impresso nos livros.

Duas publicações já foram editadas pelo projeto: a primeira, em 2003, chamada “Nosso vizinho Kaingáng”, falava sobre a história da comunidade Kaingáng de Xapecó. Já a segunda, em 2004, com o nome de “O ciclo de vida Kaingáng”, focou as tradições de nascimento, casamento e envelhecimento dos Kaigáng. Com uma tiragem de mil exemplares cada um, os dois livros foram distribuídos gratuitamente em escolas e bibliotecas do Estado. Para a professora, os objetivos iniciais das publicações, que era de melhorar a imagem que outras comunidades tinham dos Kaingáng, a partir de um maior conhecimento sobre sua cultura, foi alcançado. “Eles estão se valorizando mais agora”, conta Ana Lúcia.

Um dos próximos passos do projeto será a produção de um terceiro livro, no ano que vem, relatando o artesanato produzido pelos moradores da aldeia. Antes, porém, está prevista a impressão de um jogo de memória, contendo desenhos produzidos pelos alunos da escola. “São retratos de objetos que eles consideram importantes”, diz a professora, que pretende terminar a confecção do jogo ainda neste ano. Para o futuro, Ana Lúcia espera trabalhar a relação entre a cultura Kaingáng e as outras. “Quero introduzi-los em outros relatos para que, olhando para fora, eles se conheçam melhor”, explica. Por conta disto, a intenção da professora é inscrever o projeto na edição deste ano do edital Proext, do Ministério da Educação.

Mais informações sobre o projeto no telefone (48) 3331 9642 e no site www.cfh.ufsc.br/~labhin.

Leo Branco/Bolsista Agecom

Novas tecnologias para uso de óleos e gorduras são apresentadas em simpósio internacional

21/09/2005 15:32

Pesquisadores, professores e estudantes estarão reunidos em Florianópolis nos dias 22 e 23 de setembro para discutir temas atuais e relevantes da área de Ciência e Tecnologia de Óleos e Gorduras. O II Simpósio Internacional Tendências e Inovações em Tecnologia de Óleos e Gorduras será realizado no Centro de Convenções (Centro Sul) e terá participação de universidades como a UFSC, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), além de instituições de países como Estados Unidos, Uruguai e Chile. A organização do simpósio é da Sociedade Brasileira de Óleos e Gorduras (SBOG).

O objetivo do evento é promover o intercâmbio entre os diferentes setores envolvidos nos estudos de ciência e tecnologia de alimentos e também a divulgação dos novos trabalhos e processos em desenvolvimento nas áreas de óleos e gorduras. Além disso, a realização do encontro busca apresentar as inovações tecnológicas e sua utilização na produção de alimentos diferenciados no que diz respeito às características nutricionais e de saúde.

Serão apresentados 40 trabalhos, dos quais aproximadamente dez foram desenvolvidos na UFSC. Segundo a presidente do SBOG, Jane Mara Block, professora da UFSC, os projetos vieram dos cursos de pós-graduação de departamentos como o de Ciência e Tecnologia de Alimentos e de Engenharia de Alimentos. Na programação, além da apresentação dos trabalhos, haverá realização de palestras com técnicos de indústrias, estudiosos e pesquisadores da área de alimentos.

A SBOG, fundada em 20 de setembro de 1993, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos e de caráter científico, tecnológico e cultural. O objetivo da instituição é programar e estimular pesquisas e estudos no campo dos óleos, gorduras, derivados e matérias-primas destinadas ao setor de alimentos. Jane Mara Block, que preside a sociedade desde 2004, é professora da UFSC e atua na área de Ciência e Tecnologia de Óleos e Gordura há 14 anos.

Para participar do simpósio, que é organizado em parceria com UFSC, basta acessar o site da SBOG, www.oleosegorduras.org.br</a onde estão as informações e as taxas que devem ser pagas para se inscrever.

Mais informações pelo telefone 3331-5367

Por Julia Fecchio / Bolsista de Jornalismo da Agecom/UFSC

Semana da Arquitetura acontece até sexta-feira

21/09/2005 14:51

Você sabe o que é uma catenária e uma parabolóide hiperbólica? Os alunos de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vão aprender o que são e como construí-las na Semana da Arquitetura, que começou nesta segunda-feira (19/09). Até sexta-feira, atividades didáticas, lúdicas, investigativas, oficinas, palestras e apresentações artísticas pretendem trazer mais vida ao cotidiano acadêmico e proporcionar uma interação nem sempre possível no dia-a-dia entre alunos, professores, técnicos-adminitrativos. O evento é aberto ao público e se realiza nas instalações do Departamento de Arquitetura e Urbanismo (ARQ).

Espécie de arco, a catenária será uma das construções propostas nas oficinas. Dias 22 e 23, com a orientação do arquiteto e professor da Universidade de São Paulo (USP) Reginaldo Ronconi, os alunos trabalham para erguer uma catenária de tijolos com um vão de aproximadamente três metros no gramado do ARQ. Em outra oficina, será possível concretizar uma parabolóide hiperbólica, uma derivação de formas geométricas como o triângulo. Sobrepostas, vão se reproduzindo a partir de uma base e servem de sistema estrutural para coberturas, por exemplo. Vitor Lotufo, arquiteto e professor da Escola da Cidade, também de São Paulo, orientará os alunos nessa tarefa quinta e sexta-feira.

Ambos os professores ministram palestras. Ronconi discute a prática do canteiro experimental na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, na quarta-feira, às 18h30, e Lotufo fala sobre os sistemas estruturais na concepção do projeto de arquitetura, na quinta, no mesmo horário.

“A formação de um profissional é mais do que ficar na sala de aula”, diz a professora Maria Inês Sugai, coordenadora do Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFSC. Na sua opinião, educar é algo “mais amplo, que envolve debates, reflexões, apresentação de investigações e experimentação, como está ocorrendo na semana acadêmica organizada pelos estudantes. Questões que no cotidiano profissional são inseparáveis, na escola acabam sendo ministradas de forma fragmentada, o que acaba gerando, como disse o professor Almir Reis, chefe do ARQ, uma “dificuldade em relacionar tecnologia e projeto, principalmente estrutura”.

Além do aprendizado desse conhecimento, o estudante Everson Martins afirma que uma das coisas mais interessantes é a possibilidade de “conhecer melhor os colegas e trabalhar junto”. “Na Semana, fazemos coisas da arquitetura que não estão na sala de aula”, diz. As oficinas de vídeo e as apresentações artísticas também são significativas, na opinião de Everson, porque proporcionam uma “leitura diferente da realidade”, também importante para o arquiteto.

A semana se encerra com a entrega de um prêmio aos projetos mais expressivos para o “pavilhinho” do ARQ, dia 23, às 18h30. Os trabalhos foram entregues dia 19 e estão sendo avaliados por uma comissão formada por professores e estudantes. O Concurso do Pavilhinho, assim como a Semana da Arquitetura, tem o apoio da Direção do Centro Tecnológico e da Pró-Reitoria de ensino de Graduação.

A Semana da Arquitetura está sendo realizada como atividade de greve. De acordo com a professora Maria Inês, esse é um evento extracurricular e tradicionalmente as aulas são suspensas para a sua realização. Para o acadêmico Everson, a greve comprometeu a participação, principalmente dos alunos.

Por Carla Cabral, coordenadora do Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico/UFSC

FALE com os professores Almir Reis e Maria Inês Sugai, por telefone (48 331 9550/9572) ou e-mail (almir@arq.ufsc.br e misugai@uol.com.br).

FAÇA o download da programação completa da Semana da Arquitetura.

VISITE o site do ARQ em http://www.arq.ufsc.br

Estudantes de Engenharia Mecânica representam a UFSC na sétima competição SAE Brasil Aerodesign

21/09/2005 14:45

Madeira, varas de pescar, fibra de vidro. Motores, rádio, receptores e controle. Nas mãos de 10 alunos de graduação da Engenharia Mecânica, esses materiais transformaram-se em um pequeno avião, capaz de carregar cerca de 10 quilos. O aeromodelo irá representar a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em São José dos Campos (SP), na sétima competição SAE Brasil Aerodesign, que começa na sexta-feira, 23/9.

Veterana no evento, a equipe Céu Azul, que ficou em sétimo lugar entre os 60 competidores do ano passado, espera alcançar resultados ainda melhores. “A nossa expectativa é estar entre os cinco primeiros colocados”, afirma o estudante Bruno Contessi. E vale tudo para figurar entre os vencedores: trabalho extraclasse e totalmente voluntário, noites sem dormir e muita vontade para reconstruir o aeromodelo caso algo não saia como o previsto nos testes de vôo – neste ano, o avião ficou totalmente destruído por duas vezes depois de ser testado.

A elaboração do projeto começou em janeiro, quando foram divulgadas as regras da competição. Pensando em apenas aperfeiçoar o modelo que garantiu bons resultados no ano passado, os estudantes da UFSC tiveram uma surpresa: seria necessário diminuir a envergadura do avião, ou seja, a distância entre as pontas de cada asa precisaria ser menor. “São as asas do avião que dão sustentação. Por isso, a redução da envergadura implica na redução da capacidade de carga também”, explica Contessi, que é o capitão do grupo.

Para resolver esse problema, a equipe optou por construir um modelo biplano – com duas asas de cada lado. A solução fez com que a capacidade de carga, em relação ao avião construído no ano passado, fosse pouco reduzida: o modelo antigo pesava 3,4 quilos e podia carregar até 9,3 quilos, enquanto o novo pesa 4,1 quilos e tem capacidade para 9,2 quilos. Outra diferença entre o avião que competiu em 2004 e o deste ano está no sistema de freios, que antes não existia, agora desenvolvido pelos alunos na tentativa de obter maior pontuação durante o pouso.

O custo total do projeto, que inclui compra das peças utilizadas, ferramentas e materiais, assim como a viagem dos estudantes a São Paulo, é estimado em cerca de R$8 mil. Desse valor, somente o aeromodelo custou R$2,5 mil.

A competição – Organizada pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE-Brasil), o evento reunirá neste ano 61 equipes, de 45 universidades nacionais e estrangeiras. Mas a escolha da campeã não se restringe aos dias de prova. Há três meses, os participantes tiveram que entregar um relatório, no qual explicam o “passo-a-passo” da execução do projeto.

“Esse relatório e a apresentação que é feita no primeiro dia de competição, equivalem a 30% da pontuação total”, ressalta Contessi. Quando enviam o projeto à SAE, as equipes devem fazer uma previsão da capacidade de carga do aeromodelo, obtida por meio de cálculos que consideram fatores como altitude e condições atmosféricas no momento do vôo.

Recebem maior pontuação os aviões que conseguirem carregar a quantidade de carga mais aproximada do previsto pela equipe. No segundo dia de prova, são eliminados todos os que não conseguirem carregar no mínimo três quilos. O último dia da competição é dedicado a várias baterias de vôos entre os participantes, até que seja conhecido o campeão.

Experiência e aprendizado

A equipe Céu Azul é formada por alunos da terceira à décima fase do curso de Engenharia Mecânica. Orientados pelo professor Edison da Rosa, todos eles trabalham no projeto em horários extraclasse, sem nenhuma remuneração.

Para o capitão da equipe, que participa da competição pela terceira vez, quem se dedica a esse tipo de atividade deve ter uma enorme vontade de aprender. “Como nosso curso não é voltado para a aeronáutica, temos que pesquisar muito em livros, artigos e internet, para encontrar soluções. O processo de construção não é nada simples.”

Contessi lembra também que a competição é aberta a alunos de qualquer engenharia, física e também ciências aeronáuticas. “Competimos com equipes que só estudam isso, o tempo todo. Então, o desafio é muito grande”. Tanto entusiasmo tem trazido ótimos resultados para a UFSC. Em 2004, a equipe Céu Azul obteve o melhor desempenho entre todas as competidoras da região Sul – o sétimo lugar.

As duas equipes que conseguirem melhor classificação no Brasil ganham como prêmio a oportunidade de disputar a SAE Aerodesign East Competition, nos Estados Unidos. Há dois anos, a vencedora da competição nacional é a equipe formada por estudantes de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). “Eles foram os primeiros alunos de Mecânica que ganharam, o que já é um avanço”, lembra Contessi. (DH)

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Débora Horn, Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico/UFSC

FALE com o professor Edison da Rosa por telefone (48 331-9339) ou por e-mail (darosa@emc.ufsc.br).

CONVERSE também com o capitão da equipe Céu Azul, Bruno Contessi, por telefone (48 9101-8445) ou por e-mail (bruno.contessi@gmail.com.br)

VISITE o site da equipe da UFSC em www.aerodesign.ufsc.br

CONHEÇA também o departamento de Engenharia Mecânica (www.emc.ufsc.br)

LEIA matérias relacionadas na página do CTC: www.ctc.ufsc.br

Robôs da UFSC competem em evento do IEEE

SAE-Brasil: UFSC conquista vitórias

UFSC promove Dia de Informação Profissional

21/09/2005 14:34

Neste sábado, 24/9, será realizado na UFSC o Dia de Informação Profissional. O encontro acontece das 14h às 17h, com o objetivo de apresentar os diferentes Cursos Superiores e Tecnólogos para os jovens que precisam definir qual curso seguir e, principalmente, para aqueles que têm até o dia 3 de outubro para se inscreverem

no Concurso Vestibular da UFSC 2006.

Trinta profissionais e estudantes das mais variadas áreas estarão conversando com os jovens, apresentando sua experiência profissional, assim como informando sobre o currículo do curso, os estágios a serem realizados e as diferentes possibilidades do Mercado de Trabalho. O encontro vai contar também com representantes do CEFET, apresentando seus Novos Cursos Tecnólogicos.

A professora Dulce Pena, especialista em Orientação Profissional, afirma que a falta de Informação Profissional é uma das principais causas das desistências dos Cursos Universitários. “Os jovens escolhem sem saber o que é a profissão, o que eles vão estudar na Faculdade, e quando já estão no segundo ou terceiro ano, percebem que “NÂO ERA AQUILO QUE EU QUERIA” e acabam desistindo, precisando começar tudo de novo. O sofrimento é grande, para a pessoa e para a família que muitas vezes não entende porque o estudante vai “largar” o Curso já na metade”, avalia a professora.

A informação profissional é fundamental para uma escolha mais

consciente. Esta é uma ATIVIDADE DE GREVE que esta sendo coordenada pelo LIOP Laboratório de Informação e Orientação Profissional e pelo PRDHS, Pró-Reitoria de Desenvolvimento Humano e Social e DDPP Departamento de Desenvolvimento de Potencialização de Pessoas.

Serviço:

Dia de Informação Profissional

Inscrições no local, meia hora antes do evento e GRATUÍTAS

Dia 24 de setembro, Sábado, das 14 as 17 horas

LOCAL – Centro de Capacitação da UFSC, atrás do Restaurante Universitário RU

Encontro discute interface entre segurança pública e mídia

21/09/2005 13:34

Acontece a partir desta quinta-feira, 22/9, no Hotel Maria do Mar, o “I Seminário Segurança Pública e Mídia – Construção Midiática da Violência”. O objetivo é discutir o papel da mídia na construção da percepção social da segurança coletiva e sua contribuição para uma melhor compreensão dos papéis e responsabilidades das instituições. O seminário é uma realização do Instituto de Pesquisas e Estudos em Segurança Pública (Ipesp) e do Laboratório das Violências (Levis), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. O evento prossegue até sexta.

A abertura, agendada para 14h30min do dia 22, vai contar com a presença do governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira, o secretário de segurança pública e defesa do cidadão, o reitor da UFSC, Lúcio Botelho, o presidente da OAB e o presidente da Associação Catarinense de Imprensa. Às 16h começa a conferência “Uma questão de segurança Pública: A Construção Midiática da Violência”, com o professor Theophilos Rifiotis, do Levis.

O segundo dia de seminário terá duas mesas-redondas seguidas de debates: “Responsabilidade Social da Mídia e Segurança Pública” , às 8h30min, e “Segurança Pública: Experiências com os Meios de Comunicação, às 14h. Os debatedores serão Rifiotis e o assessor de imprensa da Secretaria da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, João Carlos Mendonça Santos.

Local: Hotel Maria do Mar, rodovia João Paulo, 2285, Bairro João Paulo, Florianópolis.

Informações e Inscrições gratuitas: 331 9714/ Levis, ou pelo e-mail ipesp@ssp.sc.gov.br.

Por Talita Garcia/ bolsista de Jornalismo da Agecom.

Observatório Astronômico da UFSC participa do projeto Telescópios na Escola

21/09/2005 13:04

Grupo de Astrofísica desenvolve projeto na UFSC

Grupo de Astrofísica desenvolve projeto na UFSC

O programa Telescópios na Escola tem o prazer de anunciar que,

a partir desta quinta-feira, 22/9, dia do Equinócio da Primavera,

mais três telescópios estarão disponíveis para uso por estudantes das

escolas brasileiras: um em Valinhos, interior de Sâo Paulo, mantido

pela USP; outro em Florianópolis, em Santa Catarina, mantido pela

UFSC; e o terceiro no Rio de Janeiro, mantido pela UFRJ.

Somado ao telescópio do Miniobservatório do INPE, são quatro telescópios do programa já em operação. Na UFSC o projeto é desenvolvido pelo Grupo de Astrofísica, ligado ao Departamento de Física, do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas.

Os professores e escolas interessados em utilizar os telescópios disponibilizados pelo projeto podem ver como fazê-lo na webpage do projeto: www.telescopiosnaescola.pro.br.

Em breve, mais três telescópios estarão disponíveis: em Porto Alegre

(UFRGS), São Paulo (IAG/USP) e Natal (UFRN). Como eles são

acessados e controlados via Internet, estudantes de qualquer parte

do Brasil (e do mundo!) podem usar os telescópios do

programa, bastando agendar a observação desejada em um deles

(ver webpage acima).

O uso de telescópios em educação é uma forma agradável e eficiente

para os alunos experimentarem ciência e tecnologia enquanto

exploram a sua vizinhança no Universo. Os jovens, e aqui estão

incluídos os professores, gostam de explorar novos horizontes.

Através deste programa, eles próprios passam a ser os exploradores;

escolhem quais objetos estudar (estrelas, planetas, asteróides,

cometas, galáxias, etc.); planejam e fazem as observações,

com apoio dos membros do projeto; decidem como trabalhar com os

dados e ainda aprendem como fazê-lo. Além da astronomia, podem ser

abordados temas de física; matemática; química; geografia; tecnologia

e engenharia (indo de óptica e detetores até computadores);

processamento de imagens e Internet; etc.

Através dos Telescópios na Escola os alunos desenvolverão um projeto

científico de verdade, fazendo observações com telescópios robóticos

e registrando em tempo real a imagem de astros. A operação dos

telescópios é feita através da Internet, no modo de observação

remota, não necessitando de softwares específicos pois é feito

através de uma página web.

Também não há necessidade de conhecimentos prévios em astronomia,

toda assistência necessária será fornecida pela equipe antes,

durante e após as sessões remotas.

Este projeto, cujo nome original foi Educação em Ciências com

Observatórios Virtuais, obteve financiamento da Fundação Vitae

e recebe o apoio do CNPq. Outras informacoes tambem podem ser

obtidas por email: tne@astro.iag.usp.br.

Mais informações na UFSC com os professores Antônio Kanaan kanaan@astro.ufsc.br, 3319234-225; Raymundo Baptista bap@astro.ufsc.br 3331 9234-237 ou Roberto Cid : cid@astro.ufsc.br

Leia também:

UFSC inaugura Observatório Astronômico.

Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais inicia na próxima segunda-feira

21/09/2005 12:53

Com a popularização da Internet, atos corriqueiros como ir ao banco, comprar um livro ou uma roupa se transformaram. O acesso a bens e serviços acontece num click. O mesmo click traz a ameaça de hackers e vírus, que se sofisticam tanto quanto os sistemas computacionais projetados por cientistas de áreas como a computação e a engenharia. A necessidade de transmissões de dados mais seguras em redes como a Internet é uma das tônicas das pesquisas da área e será discutida em Florianópolis, de 26 a 30 de setembro, no 5.º Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais (SBSeg 2005).

O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), organizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e patrocinado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (fapesc), Intel e Microsoft.

“A popularização dos computadores e da Internet trouxe à tona a necessidade de mais segurança”, afirma o professor do Departamento de Informática e Estatística da UFSC (INE) Frank Siqueira, sem esconder que nos últimos tempos a preocupação tem crescido com o surgimento de formas de ataque cada vez mais sofisticadas, como o cavalo de tróia, capaz de roubar as senhas do usuários.

O roubo virtual de uma senha pode trazer grandes problemas, desde a destruição de programas e aqruivos em determinada máquina até a realização de transferências não desejadas de dinheiro de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas. Segundo dados do Governo Federal, no início de 2005 foram registrados 7.942 casos de fraudes na Internet contra 562 no mesmo período do ano anterior. Isso representa um crescimento de mais de 1.000% das ocorrências desse tipo, geralmente provocadas pela vulnerabilidade dos computadores e da rede.

A votação digital, por exemplo, também exige segurança, e muita. Um dos painéis do SBSeg abordará exclusivamente as novas tecnologias nessa área. Além dos painéis, o evento terá palestras com convidados estrangeiros: Richard Kemmerer (Universidade da Califórnia, Estados Unidos), Vincente Rijmen (Universidade de Graz, Áustria), Mike Scott (Universidade da Cidade de Dublin, Irlanda), e George Cox (Intel).

Em minicursos e sessões técnicas serão abordados temas como segurança em grades computacionais, comércio eletrônico, políticas de segurança, criminalística computacional, pirataria de software, vírus e outras formas de ataques a sistemas computacionais. A programação completa está no site do evento (http://www.sbseg2005.ufsc.br/programacao.html).

Por Carla Cabral / Coordenadora do Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico da UFSC

FALE com o professor Frank Siqueira, por telefone (48 331-7748) ou e-mail (frank@inf.ufsc.br)

MAIS INFORMAÇÕES sobre o SBSeg 2005 em http://www.sbseg2005.ufsc.br ou através do e-mail sbseg2005@inf.ufsc.br

VISITE TAMBÉM o site do Departamento de Informática e Estatística

Projeto 12:30 apresenta banda Over12

21/09/2005 08:39

O punk não morreu e está muito bem de saúde para os jovens músicos da banda Over12, que pretende renovar o estilo com “velocidade, berros e letras de impacto”. O grupo tem cerca de oito meses de estrada e procura conquistar seu espaço entre as bandas de rock da cidade. A apresentação é gratuita e aberta à comunidade e começa às 12h30 na Concha Acústica da UFSC, em frente ao CCE.

Apesar do pouco tempo em atividade, a Over12 já realizou algumas façanhas de dar inveja aos mais experientes. Uma delas foi abrir um show para os Garotos Podres, banda com 23 anos de existência e sinônimo do estilo. Outro bom exemplo são as apresentações feitas no Festival de Santo Amaro da Imperatriz, que reuniu mais de 1000 pessoas na platéia, e no Rural Rock Fest V, tradicional evento roqueiro em São Pedro de Alcântara.

O grupo capitaneado pela vocalista Nana alçou vôos ainda mais altos, incluindo uma recente turnê pelo Rio Grande do Sul com shows em alguns bares como Garagem Hermética e Barbazul. Atualmente divulgam seu recém gravado CD de estréia, “Me Deixe Viver”, com 12 faixas. A Over12 conta ainda com Diego na bateria, Diovani e Deividy nas guitarras e Kadu no baixo.

O Projeto 12:30 é realizado pelo DAC – Departamento Artístico Cultural / Pró- Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural, grupos de música, dança e teatro. Artistas interessados em participar devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 331-9348/ 331-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br.

SERVIÇO: Show com a banda Over12

Onde: Projeto 12:30, na Concha Acústica da UFSC

Quando: 21 de setembro de 2005, quarta-feira, às 12h30

Quanto: Gratuito e aberto ao público

Programa: Músicas próprias

Telefone: 91225236

Fonte: Roberto Saraiva – aluno bolsista de Extensão

Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30

DAC – Departamento Artístico Cultural da UFSC

Nota à Comunidade Universitária

20/09/2005 18:11

A comunidade universitária da UFSC tem acompanhado há dias os movimentos das categorias docente, técnico-administrativa e discente, em razão da paralisação de parte das atividades destes segmentos. Em todos os momentos o papel da administração central tem sido o de insistir no diálogo, buscando incansavelmente a garantia de que o funcionamento da instituição se paute pelo bom senso e pelo respeito às pessoas e ao patrimônio público.

No entanto, ações claramente identificadas como unicamente perturbadoras, têm ameaçado a legitimidade e a caracterização dos movimentos. Trata-se da presença e participação de pessoas sem envolvimento com a instituição e movidas por propósitos que divergem daqueles que todos defendemos: uma universidade pública, democrática, plural e responsável.

Neste sentido, e tendo em vista episódios recentes de desrespeito, agressão, ofensa e ameaça ao patrimônio, reiteramos neste momento a posição de manter os canais de diálogo, desde que existam condições para tanto. Não hesitaremos em buscar os meios legais e legítimos para preservar as relações entre as pessoas que buscam a construção de uma universidade comprometida com a sociedade, sustentada pelos princípios da responsabilidade pública e da defesa intransigente da Instituição.

Florianópolis, 20 de setembro de 2005.

A Administração Central da UFSC

Coral da UFSC leva chorinho à escola pública de Florianópolis e a encontro internacional de corais no Paraná

20/09/2005 16:55

Até o final do ano outras escolas receberão o coral.

Até o final do ano outras escolas receberão o coral.

Nesta terça-feira, dia 20 de setembro, o Coral da UFSC estréia o concerto didático “Vozes no Choro”, em escola pública de Florianópolis. A apresentação acontece às 21h no Colégio Simão Hess, na Trindade, e faz parte do projeto “Práticas Musicais para a Comunidade”, aprovado no edital Pró-Bolsa e Pró-Extensão da UFSC. Até o final do ano, outras escolas e comunidades de Florianópolis receberão a presença do Coral da Universidade Federal.

O projeto de extensão que está sendo realizado pelo Coral da UFSC possui outros desdobramentos, como “Música para portadores de Parkinson”, “Trilhando Caminhos para uma nova escuta, para usuário de Implante Coclear”, além do espetáculo “Vozes no Choro”, em apresentações didáticas com a participação de músicos da cidade.

“Vozes no Choro” também será levado ao Paraná nesta semana, onde o Coral da UFSC participará do X Festival Internacional de Corais de Maringá que se realizará de 22 a 28 de setembro naquela cidade. O Coral da UFSC encerrará, em apresentação especial, a noite de concertos do dia 23 com o espetáculo “Vozes no Choro”, e também se apresentará em outros locais da cidade. No dia 24, acontecerá uma passeata cultural no centro de Maringá e à noite outra apresentação com todos os corais participantes do evento, formando um grande coro. Em Maringá, o coral da UFSC e outros corais participarão da gravação de um CD em estúdio. O Festival continuará com oficinas de regência até o dia 28 de setembro.

O Coral da UFSC tem 40 anos de história. Já passaram pelo grupo mais de 2.500 cantores, entre brasileiros e estrangeiros. Atualmente o coral possui 53 componentes e é formado por alunos, professores e funcionários da UFSC, bem como por pessoas da comunidade externa. Desde maio de 2004, conta com a regência de Miriam Moritz formada em 1987, que já regeu vários concertos em congressos, recitais e encontros de corais, atuou em diversos países da Europa, e é pós-graduada em Musicoterapia.

Coral da UFSC / Departamento Artístico Cultural / Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC.

Fonte: [CW] DAC-PRCE-UFSC