11º Seminário de Recursos Humanos começa nesta quinta-feira

22/04/2003 17:02

`Sociedade do conhecimento: a valorização do capital humano` é o tema da 11ª edição do Seminário de Recursos Humanos que inicia nesta quinta-feira, no Centrosul, Centro de Convenções de Florianópolis. A promoção é do Núcleo de Pesquisas e Estudos em RH da Universidade Federal de Santa Catarina. O evento é destinado a administradores, professores, estudantes e profissionais de RH de todo o Brasil.

Nos últimos quatro seminários compareceram mais de 10 mil

participantes. Esse ano as palestras serão proferidas por quatro consultores. A abertura será feita por Luiza Helena Trajano, empresária diretora do Magazine Luiza. A palestrante vai falar sobre como foi sua trajetória de vendedora a diretora superintendente. No mesmo dia, o consultor Eugênio Mussak – um dos 10 palestrantes brasileiros mais requisitados do país, segunda a revista Veja – vai explorar o tema “Ambiente do conhecimento: a velocidade da inteligência humana”.

No dia 25, quem abre o Seminário é Clemente Nóbrega, especialista em

estratégia empresarial e articulista de grandes revistas brasileiras. Nóbrega falará sobre o tema “A empresa e o ser humano na sociedade do conhecimento: o que está mudando mesmo?” A palestra que fecha o evento é “Emprego, empregabilidade e o trabalho no novo século”, com o consultor Carlos Alberto Júlio, apontado por dois anos pela Gazeta Mercantil como um dos executivos mais cobiçados do país.

As inscrições podem ser feitas no local do evento ou na Masterprom, empresa organizadora. Mais informações pelo telefone (48) 348.4500 ou no site www.fepese.ufsc.br

Prorrogado prazo para inscrição de trabalhos no XVI Simpósio de Mirmecologia

22/04/2003 13:06

Foi prorrogado até o dia 31 de maio o prazo para enviar resumos de trabalho para o XVI Simpósio de Mirmecologia, que acontece de 14 a 19 de setembro na UFSC. O encontro reúne pesquisadores, alunos, professores e técnicos que trabalhem com formigas ou tenham realizado alguma pesquisa sobre esses insetos. O evento é nacional e será realizado pela primeira vez em Santa Catarina.

Os resumos devem ser enviados para o e-mail mirmeco@ccb.ufsc.br e só serão aceitos se acompanhados da inscrição do autor. A ficha de inscrição está disponível no site www.xvi-smirmecologia.ufsc.br . A taxa é R$ 70 para graduandos, R$ 110 para pós-graduandos e R$ 150 para profissionais. Estes valores mudam a partir do dia primeiro de maio. O site traz também as normas para apresentação, informações sobre Florianópolis e modelo de resumo.

A programação do Simpósio tem palestras, mesas-redondas, minicursos e apresentação oral de trabalhos. Mais informações com o professor Benedito Cortês Lopes: 331-9099 e 331-9884.

Laboratório da Protozoologia integra rede internacional para a pesquisa e treinamento em doenças parasitárias

22/04/2003 11:45

O Laboratório de Protozoologia do Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP) da UFSC é um dos três laboratórios brasileiros integrados à Network for Research and Training in Parasitic Diseases in the Southern Cone of Latin America (RTPD Network). Criada em 1995 e fomentada pela Agência Sueca de Desenvolvimento Internacional (SIDA), a rede é voltada para a pesquisa e treinamento de recursos humanos dos países do cone sul em doenças parasitárias. A rede é uma cooperativa de pesquisas que integra vários países da América Latina como Brasil, Peru, Bolívia e Paraguai.

De acordo com o professor Edmundo Grisard, cursos e treinamentos sobre doenças parasitárias são realizados em diferentes países visando alunos latino-americanos. Todos os custos destes cursos são cobertos pela agência Sueca (SIDA). As especialidades incluem conhecimentos básicos e aplicados em bioquímica, biologia molecular e imunologia de várias doenças parasitárias causadas por organismos como o Trypanosoma cruzi, Leishmania e Fasciola hepatica.

Informações: www.rtpd.ufsc.br

ou 331-9512 com Edmundo Grisard.

Projeto 4as Transdisciplinares aborda memória de Florianópolis

22/04/2003 11:29

´A Representação e a Memória da Cidade´ serão temas do segundo encontro do Projeto 4as Transdisciplinares. O evento acontece nesta quarta, 23 de abril, às 19h30min, no Museu da Imagem e do Som, no Centro Integrado de Cultura (CIC). Estarão presentes Sandra Makowiecky (UDESC), João Evangelista de Andrade Filho (administrador do Museu de Arte de Santa Catarina) e Maria Teresa Santos Cunha (UFSC e UDESC). O encontro é gratuito e aberto ao público.

No debate será abordada a importância da obra de artistas plásticos, no registro da memória de Florianópolis. Não apenas a presença de aspectos físicos nas pinturas, mas a de elementos culturais, como os quintais cheios de galos, marca registrada do artista Meyer Filho. Outro destaque é a reconstituição da memória da cidade através de diários e cartas femininas.

O projeto de Extensão 4as Transdisciplinares pretende divulgar para o público em geral as atividades desenvolvidas no Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC. O objetivo é favorecer a difusão do conhecimento, através do debate de questões que possam interessar pessoas da comunidade e não apenas especialistas.

Informações pelo telefone 331-9405

Saiba mais sobre os participantes:

Sandra Makowiecky – Coordenação Temática. Integrante do Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC (o projeto de tese trata da representação da cidade de Florianópolis na visão dos artistas plásticos). Professora de História da Arte do Centro de Artes da Udesc e membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte.

João Evangelista de Andrade Filho – Administrador do Museu de Arte de Santa Catarina desde 1999. Professor titular da Universidade de Brasília – UNB (aposentado), Doutor em filosofia pela UNB e pós-graduado em História da Arte na École Pratique des Hautes Études, Sorbonne, Paris. Ex-professor de História da Arte, Filosofia,

Estética. Artista plástico, ensaísta, historiador, autor de vários livros sobre arte, arte popular, estética e ensaios vários. Implantou o museu de arte de Brasília, sendo seu diretor de 1985 a 1988 e foi professor fundador da UFSC.

Maria Teresa Santos Cunha – participou da primeira diretoria da ANPUH-SC(Associação Nacional de História), em 1986, Doutorado em Educação/ USP, atua em história de educação e história da leitura. Professora da UFSC e UDESC. Destacam-se em suas publicações, o livro ´Armadilhas da Sedução-Os romances de M.Delly´. Atualmente dedica-se a pesquisas em diários e cartas femininas.

Sistema de penitenciária modular é desenvolvido na UFSC

22/04/2003 11:26

Rapidez de montagem, padrão de qualidade e segurança: essas são algumas das características do primeiro protótipo do projeto de penitenciária modular desenvolvido por uma equipe de professores e estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com a empresa Verdicon. Esse sistema de construção de uma penitenciária modular estará disponível em breve, faltando apenas serem realizadas pesquisas complementares na área de conforto ambiental, para avaliar o desempenho térmico e luminoso da cela, além também do desenvolvimento dos modelos da galeria para a circulação do agente prisional.

“A idéia de utilizar peças pré-fabricadas na construção de uma penitenciária tem como objetivo industrializar o que é hoje feito de forma artesanal, oferecendo assim um produto com um padrão de qualidade definido, num tempo que pode ser reduzido para menos da metade do tempo gasto em uma construção convencional”, explica um dos professores envolvidos no projeto, Fernando Barth.

A penitenciária é composta por celas e galerias modulares, dimensionadas de acordo com a lotação prisional, que formam um conjunto articulado junto aos espaços de uso comum como, por exemplo, os refeitórios, áreas de oficinas, pátios de sol e de visita e parlatório. As celas propostas pelo projeto têm capacidade para quatro pessoas, com a dimensão de 2,5m de largura X 3m de altura. Essa medida foi obtida levando em consideração as possibilidades de transporte rodoviário e marítimo das unidades pré-montadas.

Cada unidade prisional é formada por painéis pré-fabricados feitos de GRC (Glass Reiforced Concrete), material mais leve e resistente que o concreto, que não sofre fissuras durante o transporte. Estes painéis são montados, soldados e concretados entre si, havendo ainda um reforço adicional de uma barra de aço entre cada um deles. As celas são unidas umas as outras através de uma camada de concreto. No interior de cada unidade, existem quatro camas montadas com painéis de GRC, que apresentam um sistema de ventilação dos colchões para evitar a retenção de umidade. Os metais do lavatório, bacio e chuveiro são de aço inoxidável e estão soldados aos painéis, o que não permite que essas estruturas sejam destacadas e usadas como armas.

No projeto arquitetônico desenvolvido na UFSC, haverá módulos superiores destinados à circulação do agente prisional, o que possibilitará que as celas sejam monitoradas havendo o mínimo contato direto com o detento. “O dispositivo de abertura e fechamento das portas será monitorado pela parte superior da cela, podendo ser até efetuado por acionamento automático através de um sistema de vigilância eletrônica. Isso diminui os possíveis riscos de coação dos agentes prisionais”, conta Barth.

Para casos de penitenciárias que requerem uma segurança adicional, estão sendo avaliados sistemas de fibra ótica controlados por dispositivos de alarme que são acionados a qualquer tentativa de ruptura dos painéis de GRC, mesmo na falta de energia elétrica. Outro sistema que também está sendo avaliado é a implantação de um dispositivo belga que permite que apenas algumas áreas do presídio apresentem bloqueio para funcionamento de telefones celulares.

Criar um ambiente com condições de habitabilidade foi uma das preocupações da equipe do projeto. Por isso, houve o cuidado de polir as superfícies para que elas ficassem lisas, fazer diferentes níveis de altura no piso para facilitar a limpeza, proporcionar boa ventilação, além de trabalhar com um conceito de privacidade e individualidade do detento. “O detento que está ali foi condenado a ter sua liberdade restringida, o que não significa que ele precisa sofrer maus tratos ou perder sua privacidade mínima. Por isso, se tentou, mesmo em um regime de confinamento, criar efetivamente certas condições de habitabilidade e conforto”, completa Barth.

Mais informações com o professor Fernando Barth, pelos telefones 48 331 9393 ou 48 99634193 e pelo endereço eletrônico ferbarth@arq.ufsc.br.

Fonte: Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico

Workshop sobre Bionegócios do Sul do Brasil acontece na UFSC

17/04/2003 16:42

O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da UFSC realiza nos dias 23 e 24 de abril o ´Primeiro Workshop Sul de Bionegócios´. O encontro vai acontecer no anfiteatro oito, do Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP), em período integral. Estarão reunidos representantes de vários cursos de Pós-Graduação em Biotecnologia, além de empresas que atuam na área.

O primeiro encontro sobre bionegócios tem como objetivo conseguir financiamento de projetos e bolsas de estudo para as dissertações que forem de interesse mútuo entre empresa e aluno. O evento é voltado para professores e mestrandos em Biotecnologia, Farmácia, Farmacologia e Recursos Genéticos Vegetais, interessados na interação com empresas.

O workshop inicia às 9h da quarta-feira, 23. Durante a manhã, os representantes dos programas de Pós-Graduação apresentarão as linhas de pesquisa e a estrutura dos programas. À tarde, as empresas e instituições irão abordar as possibilidades de interação com as universidades e as experiências adquiridas em projetos desenvolvidos em conjunto. Na quinta-feira, 24, acontecerão negociações entre os professores dos programas de Pós Graduação e as empresas, sobre projetos de pesquisa de interesse comum.

Informações com professora Celia Barardi, fone 331 5207.

Projeto estimula produção e comercialização de sementes florestais nativas

17/04/2003 16:23

Aliar a preservação da Mata Atlântica ao estabelecimento de um mercado para sementes florestais nativas é o objetivo do projeto Rede Semente Sul, desenvolvido pela UFSC na região sul brasileira. Santa Catarina, por exemplo, possui hoje apenas 17% da mata original. A preservação desse ecossistema é dificultada pelos problemas do setor produtivo de sementes nativas. Não existem dados sistematizados sobre o assunto, como número de produtores, demanda de mudas e estoque disponível; falta incentivo a criação de pomares e produtores capacitados para a colheita, a armazenagem e a identificação de sementes de qualidade.

O projeto da UFSC tenta solucionar esses problemas criando uma rede de cooperação entre prefeituras, agências de governo, universidades, institutos de pesquisa e organizações não-governamentais. Numa primeira fase, o grupo está realizando estudos técnicos e capacitando os produtores com cursos de treinamento para, em seguida, iniciar a produção de mudas. “Só vamos colocar essas sementes no mercado quando tivermos criado uma base qualitativa”, afirma o diretor do centro de Ciências Biológicas João de Deus Medeiros, um dos coordenadores do Projeto Rede Semente Sul. Os cursos oferecem orientação sobre as espécies com maior potencial para o mercado e as áreas adequadas para produção. Trabalham também com a questão da segurança, como os cuidados a serem tomados na subida de árvores durante a coleta.

Para que a integração entre os participantes seja maior, o projeto prevê a criação de um banco de dados na internet onde os integrantes da Rede possam divulgar vendas. Os clientes poderão acessar as ofertas e entrar em contato com os produtores cadastrados. Além disso, o banco disponibilizará informações sobre as espécies, colheita e produção.

Na avaliação de Medeiros, o objetivo do grupo já foi alcançado: a formação da Rede. Com o sistema de cooperação montado, a produção e o comércio serão conseqüência. “Nosso objetivo não é nos transformarmos em uma empresa, mas permitir que cada produtor se torne dono de seu negócio. O produto deles terá credibilidade no mercado”.

O Rede Semente Sul é financiado pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e faz parte do plano do órgão de criar redes de cooperação em todo o país. Teve início em novembro de 2001 e termina no final deste ano. Medeiros frisa que apenas o projeto vai terminar, a Rede já está consolidada e a UFSC continuará como integrante. A previsão é de que se comece a produzir e comercializar as sementes no segundo semestre de 2004. Mais informações: 331-9321 e 331-9587 ou sementesul@ccb.ufsc.br. O site do projeto é http://www.sementesul.ufsc.br

Professores da UFSC publicam artigo em obra sobre Habitação de Interesse Social

17/04/2003 15:57

Os conjuntos habitacionais Panorama e Bela Vista IV, e os assentamentos Chico Mendes/Nossa Senhora da Glória e Novo Horizonte, são estudos de caso de um consórcio de pesquisas desenvolvido pela UFSC e relatado em um livro que está sendo lançado pelo Programa de

Tecnologia Para Habitação (Habitare/Finep). Professores dos

departamentos de Arquitetura e Urbanismo e de Expressão Gráfica

assinam o capítulo ´Características da habitação de interesse social na Região de Florianópolis: desenvolvimento de indicadores para

melhoria do setor´.

Voltado ao desenvolvimento de pesquisa na área do

ambiente construído, o Programa Habitare tem financiamento e

coordenação da FINEP, além de recursos do CNPq, e Caixa Econômica Federal. Direcionada à difusão dos resultados desse programa, a obra está disponibilizada no site do Programa Habitare, para consulta livre dos interessados: http://habitare.infohab.org.br/projetos/publicacoes.asp

Moradia na Grande Florianópolis

A partir de estudos de caso, o consórcio de pesquisas desenvolvido

pela UFSC e relatado no livro aborda aspectos como a adequação dos

conjuntos habitacionais ao clima da região e avaliação dos conflitos dos moradores com sua moradia (com estudos de caso Conjunto Habitacional Belo Vista, localizado em Barreiros, São José). Aborda também a ocupação de áreas impróprias (com um estudo de caso no Morro da Cruz), além de questões abrangentes de política e gestão habitacional. Um dos sub-projetos relata a experiência de criação de uma ferramenta para projetistas e estudantes de arquitetura, que permite ao morador opinar sobre sua futura moradia, prevendo possíveis ampliações.

Desenvolvidos de forma independente, cada um dos cinco estudos integrados por professores e estudantes da UFSC traz indicadores para melhoria da qualidade da habitação popular na região da Grande Florianópolis. Mais informações com o coordendor

geral das pesquisas, professor Fernando Oscar Ruttkay Pereira, mail:

feco@arq.ufsc.br, fone 48 331 9339

Universidade sedia encontro sobre Educação pelo Esporte

17/04/2003 15:45

Será realizado nos dias 23, 24 e 25 de abril o I Encontro de Formação das Universidades Parceiras na Tecnologia da Educação pelo Esporte, projeto ‘Passando a Bola’. O encontro vai acontecer no auditório da Reitoria, reunindo integrantes da UFSC, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Instituto Guga Kuerten. O evento é organizado pelo Instituto Ayrton Senna em conjunto com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Na quarta-feira, 23/4 o tema do dia será ‘Conhecer o Campus e a infra-estrutura do Projeto Local’. Após a abertura será feita uma visita aos locais onde as atividades do projeto serão desenvolvidas na UFSC, além da apresentação do projeto pela equipe da universidade. À tarde será apresentado um diagnóstico com dados sociais sobre a realidade local e o levantamento dos principais problemas educacionais, em relação ao esporte e ao lazer. Também será discutida a atuação do Instituto Ayrton Senna. O encontro termina às 18h.

O tema do segundo dia é ‘Esporte e pilares da educação interdisciplinar’. O encontro inicia às 8h, com uma abertura solene, além de discussão sobre a importância do conhecimento como opção à violência. À tarde prosseguem os trabalhos em grupo. No último dia, o encontro será realizado na Ilha de Ratones, também com início às 8h. Será feito o planejamento das rotinas diárias e a organização do cotidiano. O encerramento do evento está marcado para às 18h. Mais informações com professor Julio Cesar, fone 331 8551

UFSC e Banco do Brasil assinam convênio de cooperação técnica

17/04/2003 13:45

A UFSC e o Banco do Brasil assinam hoje, às 15 horas, um convênio de cooperação técnica, permitindo a utilização, pela Universidade, de um sistema informatizado de licitações, desenvolvido pelo banco.

O sistema funciona pela internet e é voltado à realização de processos licitatórios para aquisição de bens e contratação de obras e serviços. Pelo convênio, o Banco do Brasil fornece o acesso e presta apoio técnico, sem qualquer ônus para a UFSC.

Conselho de Reitores lança prêmio Crub de Educação Superior

17/04/2003 13:40

O Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras lançou na 69ª Reunião do Crub o ´Prêmio Crub de Educação Superior, com o objetivo de estimular o surgimento de propostas que possam contribuir para o progresso da educação superior e das universidades brasileiras. A primeira edição concederá os Prêmio Lauro Ribas Zimmer, em homenagem ao ex-presidente do Conselho, e o Prêmio Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, em homenagem ao reitor da UFSC que também já ocupou a presidência da entidade.

O prêmio Lauro Zimmer propõe o tema “Novas formas de organização das universidades para o desenvolvimento nacional. Modelos de Universidades Regionais e Redes de Universidades”. Já o prêmio Rodolfo Pinto da Luz propõe “A gestão das universidades federais em face da nova conjuntura nacional: sua organização e seus novos desafios de articulação com a sociedade”. Serão dois premiados em cada prêmio, um para categoria pesquisa, que poderá contemplar dissertações de mestrado ou teses de doutorado que tratem dos temas propostos, e outro para monografia, que contemplará trabalhos independentes realizados por professores das universidades.

Os primeiros colocados receberão uma medalha, um microcomputador e terão o trabalho publicado na Revista Educação Brasileira (periódico semestral do Conselho de Reitores). Os segundos colocados receberão medalha e diploma. Os trabalhos podem começar a ser enviados em agosto. Cada candidato só pode concorrer a um prêmio e em uma modalidade.

Mais informações pelo telefone (61) 349-9010 ou pelo e-mail crub@crub.org.br. O site do Conselho é www.crub.org.br.

Cresce a busca por estágios na UFSC

16/04/2003 17:11

Foto: Paulo Noronha/Agecom

Foto: Paulo Noronha/Agecom

Em busca de uma experiência profissional durante a vida acadêmica, um número cada vez maior de estudantes vêm procurando oportunidades de estágio. Entre o início de dezembro de 2002 e o final de fevereiro deste ano, a Central de Estágios da UFSC regulamentou cerca de 350 novos estágios e aproximadamente 100 foram prorrogados. Desde outubro de 2000, quando a Central passou a atender ao lado da Reitoria, a procura por estágios tem crescido mês a mês.

Atualmente são registrados quase 150 novos estágios mensais. O número de acessos ao site também aumentou. A demanda é atribuída a maior divulgação e aos estudantes que retornam à Central após o fim do período de estágio. Para atender os interessados e agilizar os serviços prestados, está prevista para os próximos meses a criação de um banco de dados único. O novo sistema vai tornar mais rápida a assinatura dos termos de estágio, após a aprovação dos programas encaminhados pelas empresas.

Na UFSC os estágios são descentralizados e cada curso assume a responsabilidade de fazer o contato com as empresas interessadas em contratar estagiários. A função da Central de Estágio é ajudar a conseguir vagas para os estudantes. Para os interessados, a primeira coisa a fazer é procurar o coordenador de estágios do próprio curso, ou na falta deste, o presidente do colegiado. Eles darão orientação sobre a carreira que o aluno pretende seguir.

Existem dois tipos de estágio: o ‘curricular’ obrigatório, tido como disciplina, e o estágio não-obrigatório, que é uma opção do aluno. “Antes de entrar na universidade, o estudante precisa escolher uma profissão. Durante o curso, ele tem mais uma vez que decidir por uma carreira entre os vários campos oferecidos pela profissão. A função do estágio não obrigatório é ajudar nessa escolha”, explica Romeu Trauer, assessor de estágios da Central. “O estágio não-obrigatório oferece a oportunidade de o estudante fazer um ajuste de carreira, aprofundar os conhecimentos em determinada área, operar equipamentos que a universidade não dispõe, além de ser um recurso financeiro e promover a adaptação do futuro profissional à sociedade”.

O sistema de estágio existe na UFSC desde 1965, mas foi entre os anos de 1970 e 1974, com a reforma da educação, que a legislação incorporou os estágios ao currículo. Os primeiros estágios foram implantados por meio de um projeto piloto do governo Federal, nos cursos de Engenharia Mecânica da UFSC e da Universidade de São Carlos, e de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Pernambuco. Nesta última o piloto não vingou e foi extinto. No início o projeto tinha o nome de Cursos Integrados de Engenharia, porque integrava o ensino com a prática na comunidade.

Existem dois modelos de formação profissional. O modelo corporativo, que envolve a prática nos laboratórios da universidade e o modelo cooperativo, realizado em parceria com a sociedade e que tem como exemplo as empresas incubadoras. Um dos cursos da UFSC que se destaca como modelo de curso cooperativo é o de Engenharia de Materiais.

Romeu Trauer não recomenda o estágio na 1ª fase, pois é um período de adaptação, em que o aluno deve se dedicar ao curso e procurar conhecer tudo o que a universidade oferece. Alguns cursos têm restrições quanto a fase que o aluno deve estar freqüentando para se candidatar a uma vaga. Para os graduandos de Biblioteconomia, o estágio pode ser feito só a partir da 5ª fase, para outros a partir da 2ª fase já é permitido. Esse é o caso do curso de Sistemas de Informação.

Num workshop sobre estágios realizado em julho do ano passado, na UNICAMP, um dos problemas levantados pelo Ministério Público do Trabalho foi o grande número de empresas que estão substituindo mão-de-obra por estagiários. O Ministério não é contra o estágio, mas combate os casos em que o estudante realiza tarefas não relacionadas ao curso.

Informações pelo fone 331-9301, com o professor Romeu Trauer ou www.reitoria.ufsc.br/estagio

Inscrições para Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica prorrogadas até a próxima terça-feira

16/04/2003 17:06

Estão prorrogadas até a próxima terça-feira, 22 de abril, as inscrições no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). A proposta para obtenção da bolsa deve ser entregue junto com os documentos solicitados, no Departamento de Apoio à Pesquisa (DAP), no segundo andar do prédio da Reitoria, das 8h às 12h e das 14h às 18h. A ficha de inscrição deverá ser, obrigatoriamente, preenchida on line no endereço www.dap.ufsc.br/pibic

Para concorrer o candidato precisa ter índice de aproveitamento acumulado (IAA) mínimo de sete, com no máximo duas reprovações, sem contar prática desportiva. Freqüência insuficiente (FI) também conta como reprovação. Os interessados precisam entregar uma carta de apresentação do orientador, justificando o pedido da bolsa, o projeto de pesquisa do orientador, o subprojeto de pesquisa do aluno, currículo de produção científica do orientador, histórico escolar do aluno, além de outros documentos listados no edital.

O resultado da homologação da inscrição será divulgado 5 de maio no DAP ou no endereço eletrônico. A divulgação dos alunos contemplados será feita 14 de julho, nos mesmos locais. O número máximo de bolsas é de duas para orientadores doutores e uma para orientadores mestres. Este é também o número máximo de inscrições que serão aceitas por orientador. O valor mensal da bolsa é de R$ 241,51 e a duração é de doze meses, iniciando em 1º de agosto de 2003 e terminando em 31 de julho de 2004.

O Programa de Bolsas de Iniciação Científica da UFSC é formado pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Pesquisa (BIP). O primeiro é conveniado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o segundo é subvencionado pela UFSC. Entre outros objetivos, o programa pretende despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação. A iniciação científica é uma oportunidade que o aluno tem de estar, desde cedo, em contato direto com a pesquisa.

Mais informações no site www.dap.ufsc.br/pibic

MEC divulga relação de vagas para hospitais universitários

16/04/2003 12:26

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira a relação das 7.700 vagas que deverão ser preenchidas, por concurso público, nos hospitais universitários. Os reitores das Universidades públicas federais têm prazo até setembro deste ano para realizar concursos para uma série de categorias, entre elas, enfermeiros, médicos, técnicos em enfermagem, e nutricionistas.

Os salários variam de R$ 1 mil e 200 a R$ 3 mil e as contratações vão substituir os funcionários terceirizados que hoje somam cerca de 20 mil dos 40 mil trabalhadores destes hospitais. De acordo com o secretário de Educação Superior, Carlos Antunes, o impacto na folha de pagamento do MEC será de R$ 30 milhões/ano.

DISTRIBUIÇÃO DAS VAGAS

Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro: 255

Fundação Universidade Federal de Sergipe: 111

Fundação Universidade Federal do Rio Grande: 196

Universidade Federal de Alagoas: 130

Fundação Universidade Federal do Amazonas: 211

Universidade Federal da Bahia: 289

Universidade Federal do Ceará: 310

Universidade Federal de Campina Grande: 172

Universidade Federal do Espírito Santo: 192

Universidade Federal Fluminense: 150

Universidade Federal de Goiás: 323

Universidade Federal de Juiz de Fora: 109

Fundação Universidade Federal do Maranhão: 414

Universidade Federal de Minas Gerais: 430

Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul: 121

Fundação Universidade Federal de Mato Grosso: 129

Universidade Federal do Pará: 200

Universidade Federal da Paraíba: 177

Universidade Federal de Pernambuco: 196

Fundação Universidade Federal de Pelotas: 114

Fundação Universidade Federal do Piauí: 54

Universidade Federal do Paraná: 402

Universidade Federal do RJ: 421

Universidade Federal do Rio Grande do Norte: 205

Universidade Federal de Santa Catarina: 160

Universidade Federal de Santa Maria: 155

Fundação Universidade Federal de Uberlândia: 413

Fundação Universidade de Brasília: 294

Universidade Federal de SP: 1.204

Fundação Universidade do RJ: 133

Fundação Universidade Federal de São Carlos: 30

(Fonte: Assessoria de Comunicação do MEC)

De branco, a UFSC pede paz

16/04/2003 10:01

foto Jones Bastos

foto Jones Bastos

Um dia de paz na UFSC. Um dia marcado por bandeiras brancas, faixas brancas e mais de 2500 balões brancos espalhados por toda a universidade. Entre os mastros das bandeiras do Brasil, do Estado e da universidade, uma bandeira preta destoava. Era a lembrança amarga das milhares de mortes de iraquianos e iraquianas, provocadas pela arrogância de um único país. Um país que mentiu ao mundo e foi à guerra, destruindo tudo a sua volta, inclusive a idéia de

“liberdade”. E foi para repudiar a guerra e saudar a paz que as entidades da UFSC, em parceria com a administração, deram as mãos e realizaram juntos um momento único de reflexão e denúncia.

O público foi pequeno, poucas coisas são capazes de tirar os estudantes das aulas, os professores dos laboratórios, os técnico-administrativos das salas refrigeradas. Mesmo a guerra, o terror, as mortes, a destruição não tiveram força para mover as forças vivas da UFSC, que a cada dia perdem mais o seu contato com a realidade. Mas, quem veio para a frente da Concha Acústica pode ouvir palavras de dor, tristeza, repúdio e principalmente de esperança.

O professor do departamento de Direito, Paulo Roney Ávila Fagundes, lembrou que não basta falar de paz sem que haja um gesto concreto para isso. “Queremos paz mas fazemos a guerra. A universidade mesma não contribui para a paz quando fragmenta saberes, quando permite o exercício do poder sobre o saber. A paz vem de uma cultura da ética e da tolerância. A violência vem da casa, vem da medicina descolada da vida, da distância da filosofia e da ética das coisas reais”.

Paulo ainda fez questão de frisar que a questão principal é a educação. “Bush estudou em Havard, mas lá se ensina para o mercado, não forma seres éticos capazes de interagirem com a natureza. É uma escola de monstros. Nós precisamos de uma escola que eduque para a paz, que respeite o equilíbrio entre a sombra e a luz. Não dá para falar de paz se ainda comemos cadáveres e não respeitamos a natureza”.

A professora do departamento de Filosofia, Sônia Felipe, trouxe um pouco da história dos direitos humanos. Ressaltou que tanto os estadunidenses quanto os franceses quando fizeram sua independência e declaração de direitos, o fizeram em nome da igualdade sim, mas a igualdade deles, para eles, homens, brancos, iguais. Nunca pensaram em igualar mulheres, negros, índios, animais. Por isso, hoje fazem a guerra ainda em nome desses ideais. Não são direitos universais, que valem para todos, são particulares. Tanto que fazem a guerra em nome da paz, deles. Os que mandam. Sônia deixou claro que a intolerância, a violência, a guerra não vão terminar enquanto os seres humanos não forem capazes de distribuir de forma igualitária os bens sociais primários, enquanto não reconhecerem que a igualdade não diz respeito só aos seus iguais na cor ou na origem, mas a toda espécie, sem distinção.

O pastor Luiz Sabanay falou de seu próprio conflito, já que a cristantade a qual representa também tem causado tanta dor e violência ao longo dos anos. Lembrou que vivemos num mundo cuja cultura dominante impede a paz. “Como fazer quando a entrada na universidade por exemplo se dá por competição? A nossa cultura parece que não sabe existir na paz. Só agora, neste momento, existem, além da guerra no Iraque, mais de 90 focos de guerra no mundo. Por isso

precisamos de gestos concretos pela paz”.

Apesar de toda a dor que um conflito como esse do Iraque causa, Sabanay vê a esperança caminhando. “Este é um momento único. Há uma resistência inconformada contra a guerra em todo o planeta, na qual a pessoas gritam que não querem viver nesse mundo. Isso pode mudar toda uma cultura. É um momento de transformação. E cada um de nós tem que encontrar o gesto, a alternativa de mudar isso tudo. Fazer nossa parte e aprender a conviver com as pessoas e a natureza”.

Logo após as falas, a Concha foi tomada pela música e aí o pequeno público pode vibrar na energia da paz e ligar, amorosamente, suas mentes com o resto dos milhões de seres humanos que estão nas ruas do mundo gritando contra a guerra, contra o absurdo do ataque estadunidense ao Iraque, contra a cultura do terror.

Abertas inscrições para o III Encontro Empreendendo no Turismo

15/04/2003 18:29

Estão abertas as inscrições de trabalhos para o III Encontro Empreendendo no Turismo – Empretur 2003, que será realizado de 30 de julho a 2 de agosto na Escola de Novos Empreendedores (ENE) da UFSC. Os interessados têm até o dia 30 junho para o envio de artigos. Os resultado da aceitação de trabalhos poderá ser conferido no site www.ene.ufsc.br, no dia 30 de junho.

O Empretur é um evento de caráter científico e de abrangência nacional, que tem como objetivo utilizar práticas e conhecimentos do empreendedorismo nas áreas de turismo e hospitalidade. Informações: 331- 9820, 331-7108 www.ene.ufsc.br ou

Laboratório de Mamíferos Aquáticos integra pesquisa internacional para monitoramento da baleia Jubarte

15/04/2003 18:17

O Laboratório de Mamíferos Aquáticos (Lamaq) está participando de um projeto internacional de monitoramento de baleias por satélite. O objetivo é descobrir os hábitos de migração desses animais, como os caminhos por onde passam e a velocidade em que nadam. Com informações desse tipo, é possível propor medidas que garantam a sobrevivência e a preservação das baleias. O projeto é desenvolvido em parceria com cientistas da Dinamarca e dos Estados Unidos.

A espécie monitorada é a baleia Jubarte, escolhida principalmente pelo fato de estar ameaçada de extinção. Além disso, vive perto da costa, é calma e lenta, facilitando a aproximação dos cientistas na hora de fixar o aparelho que envia sinais ao satélite. O grupo sabe que a Jubarte acasala e cria os filhotes no norte do Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no sul da Bahia, e que vai em direção à Antártica para se alimentar. O que precisa descobrir são os caminhos feitos durante a migração, se o mesmo animal vai e volta todos os anos, onde se alimenta na Antártica, os perigos pelos quais passa, o tamanho da área que precisaria de proteção e os países que fazem parte das rotas.

Atualmente não se tem esses dados sobre nenhuma espécie de baleia. Para consegui-los, os pesquisadores fixam na Jubarte um sensor de satélite chamado Tag, que manda sinais sempre que ela sai da água para respirar. O Tag é introduzido na camada de gordura da baleia através de uma ponta de metal, uma espécie de arpão que, quando puxado de volta, deixa o aparelho travado no animal. Depois de alguns meses, ele cai. A técnica é chamada de telemetria e é utilizada pela primeira vez na América Central. Só se marcou baleias antes no hemisfério norte, onde ficam as zonas de alimentação.

Além da telemetria, o monitoramento abrange mais três ramos de pesquisa: coleta de DNA, fotoidentificação e bioacústica. Na fotoidentificação, o grupo faz imagens das caudas das baleias, que têm manchas claras e escuras que diferenciam os membros de uma população. Como não se marcam todas as baleias de uma população, uma vez que a telemetria é uma tecnologia cara, pode-se, pelo menos, conhecer todas elas pelas fotos. Na bioacústica, o som emitido na zona de acasalamento é gravado. O objetivo é fazer um arquivo sonoro das espécies que passam pela costa brasileira. Já a coleta de DNA permite saber o sexo do animal e é feita com o pedaço de pele que sai no momento em que o Tag é fixado. Os cientistas podem saber, por exemplo, se a fêmea nada a mesma distância que o macho.

Atualmente o projeto monitora quatro baleias. O aparelho é fixado na época de retorno do acasalamento, em setembro. Um animal foi marcado em setembro de 2001 e os outros, em setembro do ano passado. A equipe ainda tem recursos para marcar quinze baleias, mas está avaliando o melhor local geográfico para realizar a tarefa.

Com relação à preservação da espécie, o pesquisador-chefe da equipe da UFSC que integra o projeto, Paulo Simões Lopes, explica que o Brasil tem mantido uma posição contrária à caça, mas que essa posição depende dos dados buscados pelo monitoramento. “Muitos países, como o Japão e a Noruega, querem voltar à caça. A ausência de pesquisa não é mais argumento para matar”. Em sua opinião, há maneiras de explorar economicamente os animais sem matá-los. Ele cita o exemplo da Argentina e da Austrália, que atraem turistas para ver baleias, obtendo lucros sem maltratá-las. O professor, além de pesquisador-chefe do projeto, é supervisor do Lamaq. O grupo da UFSC é o representante brasileiro no trabalho. Trabalham em conjunto com Lopes estudantes de pós-graduação, oceanógrafos, biólogos, veterinários, institutos brasileiros e dos outros países participantes.

A princípio, o estudo ia ser feito com as baleias Minke, caçadas no Brasil até 1987, chegando quase ao extermínio. Como as Minke são pequenas, rápidas e esquivas, os pesquisadores optaram pelas Jubarte. A intenção é fazer o estudo com a Jubarte e posteriormente estender a pesquisa a outras espécies.

Mais informações com o professor Paulo Simões Lopes, pelo telefone 331-9626

Imagens obtidas nos sites:

www.fgd.org.br/parcerias.asp

csiwhalesalive.org/csi01109.html

Projeto 4as Transdisciplinares aborda memória de Florianópolis

15/04/2003 16:34

´A Representação e a Memória da Cidade´ serão temas do segundo encontro do Projeto 4as Transdisciplinares. O evento acontece no dia 23 de abril, às 19h30min, no Museu da Imagem e do Som, no Centro Integrado de Cultura (CIC). Estarão presentes Sandra Makowiecky (UDESC), João Evangelista de Andrade Filho (administrador do Museu de Arte de Santa Catarina) e Maria Teresa Santos Cunha (UFSC e UDESC). O encontro é gratuito e aberto ao público.

No debate será abordada a importância da obra de artistas plásticos, no registro da memória de Florianópolis. Não apenas a presença de aspectos físicos nas pinturas, mas a de elementos culturais, como os quintais cheios de galos, marca registrada do artista Meyer Filho. Outro destaque é a reconstituição da memória da cidade através de diários e cartas femininas.

O projeto de Extensão 4as Transdisciplinares pretende divulgar para o público em geral as atividades desenvolvidas no Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC. O objetivo é favorecer a difusão do conhecimento, através do debate de questões que possam interessar pessoas da comunidade e não apenas especialistas.

Informações pelo telefone 331-9405

Saiba mais sobre os participantes:

Sandra Makowiecky – Coordenação Temática. Integrante do Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC (o projeto de tese trata da representação da cidade de Florianópolis na visão dos artistas plásticos). Professora de História da Arte do Centro de Artes da Udesc e membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte.

João Evangelista de Andrade Filho – Administrador do Museu de Arte de Santa Catarina desde 1999. Professor titular da Universidade de Brasília – UNB (aposentado), Doutor em filosofia pela UNB e pós-graduado em História da Arte na École Pratique des Hautes Études, Sorbonne, Paris. Ex-professor de História da Arte, Filosofia,

Estética. Artista plástico, ensaísta, historiador, autor de vários livros sobre arte, arte popular, estética e ensaios vários. Implantou o museu de arte de Brasília, sendo seu diretor de 1985 a 1988 e foi professor fundador da UFSC.

Maria Teresa Santos Cunha – participou da primeira diretoria da ANPUH-SC(Associação Nacional de História), em 1986, Doutorado em Educação/ USP, atua em história de educação e história da leitura. Professora da UFSC e UDESC. Destacam-se em suas publicações, o livro ´Armadilhas da Sedução-Os romances de M.Delly´. Atualmente dedica-se a pesquisas em diários e cartas femininas.

UFSC divulga 6ª chamada do Vestibular 2003

15/04/2003 16:19

O Departamento de Administração Escolar está também divulgando a relação de remanejados para o primeiro semestre letivo de 2003. O estudante Andre Reitz do Valle é o único listado na nova relação. Ele deve comparecer na secretaria do colegiado do Curso de Engenharia Civil para retirada do documento comprobatório de matrícula e iniciar as aulas.

Pesquisa investe no reconhecimento tridimensional da face

14/04/2003 19:32

Reconhecer tecnologicamente um ser humano não mais pela assinatura ou impressão digital, mas pelo rosto, imitando a visão. Esta é a proposta do projeto Sorface, que desenvolveu um software capaz de calcular o volume da face a partir de uma imagem captada por um sistema óptico de iluminação especial. A nova forma de reconhecimento, inédita, é feita através de ferramentas de Inteligência Artificial.

Este sistema permite que uma face seja reconhecida em três dimensões, da mesma forma como é percebida pelo olho humano, e não apenas em duas dimensões como fazem os programas computacionais existentes e mesmo a fotografia. “Uma imagem de frente não me permite saber se a pessoa tem o nariz grande ou pequeno, assim como em uma imagem de perfil não dá para saber se o rosto é largo ou fino”, explica o professor Jorge Muniz Barreto, coordenador do projeto.

A captação da imagem é feita por uma câmera digital e uma lâmpada com uma espécie de “rede” sobre a fonte luminosa. A sombra da rede projetada sobre a face é deformada conforme o relevo do rosto. A projeção desta rede sobre o objeto, a partir de um ângulo que pode ser bem maior que a distância pupilar, garante uma precisão maior que a do olho humano (veja as figuras). “Se o objeto fosse plano, paralelo à rede, obteríamos uma imagem de sombra idêntica à rede. Como a face é volumétrica, essa sombra fica disforme”, explica o professor. A partir da sombra das linhas da rede, o computador, através de um algoritmo desenvolvido para esse projeto, resolve cálculos de trigonometria que fornecem o volume do rosto (ver figura). O reconhecimento é feito em uma fração de segundo.

“A idéia surgiu a partir da observação de um peixinho que vive a mil metros de profundidade e tem uma pequena `lâmpada`, como uma antena, com ranhuras sobre os olhos”, conta Barreto. “Como naquela profundidade tudo é muito escuro, é através da sombra projetada que ele percebe se há algum outro animal por perto. Se a sombra ficar deformada, é porque existe volume”, complementa.

O projeto foi tese de doutorado de Antonio Carlos Zimmermann, e já foi publicado em duas revistas científicas estrangeiras, nos Estados Unidos e em Cingapura. Esta primeira parte da pesquisa prevê o reconhecimento consentido, ou seja, a pessoa deve desejar ser reconhecida, já que é preciso expor a face para a captura da imagem. Pode ser utilizado, inicialmente, em bancos, por exemplo, em substituição à senha ou assinatura, ou como segurança suplementar para aqueles que desejem acessar a sala de cofres. Já há um banco analisando a nova proposta.

O trabalho é desenvolvido, em parceria, pelo Laboratório de Conexionismo e Ciências Cognitivas (L3C) e pelo Laboratório de Metrologia e Automação (Labmetro) da UFSC. Além de Zimmermann e do professor Barreto, a equipe é composta por mais onze pesquisadores, quatro deles alunos de graduação com bolsa de Iniciação Científica. O grupo já está estudando a parte teórica de uma segunda etapa do projeto, que possibilitaria o reconhecimento involuntário de faces, para utilização, por exemplo, no combate ao terrorismo.

Mais informações:

www.labmetro.ufsc.br/sorface/projeto.htm

– Professor Jorge Muniz Barreto, coordenador do projeto: barreto@inf.ufsc.br, (48) 331-7515.

– Antonio Carlos Zimmermann, autor da tese de doutorado sobre o assunto: www.labmetro.ufsc.br/~acz/, (48) 239-2033.

Fonte: Núcleo de Comunicação do Centro Tecnológico

Ministro da Educação fala sobre salários, previdência e lança desafio a Universidades em visita à UFSC

14/04/2003 17:10

Com mais de uma hora de atraso, o Ministro da Educação, Cristóvam Buarque, chegou à UFSC acompanhado do Reitor Rodolfo Joaquim Pinto da Luz e do Secretário de Ensino Superior do MEC, Carlos Roberto Antunes. Na Sala dos Conselhos ele se encontrou com representantes da Apufsc, Sintufsc e DCE, além de Diretores de Centro e membros da administração central da UFSC.

Das entidades dos professores e servidores recebeu documentos e respondeu a perguntas sobre previdência, aumento de salários, gradtificações e autonomia. Para o ministro o reajuste anunciado de 1% nos salários é um absurdo. “Eu entendo que, ao invés de conceder este reajuste absurdo, deveríamos ter usado o recurso em uma única área, como a educação, por exemplo”.

Cristóvam Buarque declarou ainda que a reforma da previdência não irá mexer com direitos adquiridos, que é contra o provão mas que este sistema de avaliação vai permanecer enquanto não for encontrada alternativa a ele. E assinalou que “vamos promover uma avaliação ainda mais radical”. O ministro lançou às universidades o desafio de as instituições serem a vanguarda na luta em defesa da educação em geral, por meio de projetos que qualifiquem os professores de ensino básico em todo o país.

Comunidade Universitária se manifesta pela Paz

11/04/2003 18:02

A intenção das entidades representativas das três categorias – Apufsc, Sintufsc e DCE – junto com a administração da Universidade, é marcar um dia de protesto contra a guerra e em defesa da paz mundial.

Serão colocados na área em frente à Reitoria, 2 mil balões brancos. Além disso 21 faixas de pano branco serão estendidas nos prédios da Reitoria e do Centro de Comunicação e Expressão. E em frente à Reitoria, junto às bandeiras da UFSC, de SC e do Brasil, será hasteada uma quarta bandeira, preta, simbolizando o luto pelas vítimas da Guerra. Em cada um dos 11 Centros de Ensino serão colocadas bandeiras brancas, simbolizando a Paz.

O dia terá também um debate, às 10 horas da manhã, na concha acústica, com a participação de Paulo Roney Ávila Fagundes, professor da UFSC e membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB- SC, Sônia Felipe, Professora da UFSC e Luiz Sabanay, Pastor da Igreja Presbiteriana. Ao meio-dia e meia acontece um show musical pela paz e uma oficina de pintura.

Mais informações, no telefone 331-9891, com a Professora Sônia Probst.

Inscrições para Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica prorrogadas até 22 de abril

11/04/2003 16:32

Está prorrogado até o dia 22 de abril o prazo para as inscrições no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). A proposta para obtenção da bolsa deve ser entregue junto com os documentos solicitados, no Departamento de Apoio à Pesquisa (DAP), no segundo andar do prédio da Reitoria, das 8h às 12h e das 14h às 18h. A ficha de inscrição deverá ser, obrigatoriamente, preenchida on line no endereço www.dap.ufsc.br/pibic

Para concorrer o candidato precisa ter índice de aproveitamento acumulado (IAA) mínimo de sete, com no máximo duas reprovações, sem contar prática desportiva. Freqüência insuficiente (FI) também conta como reprovação. Os interessados precisam entregar uma carta de apresentação do orientador, justificando o pedido da bolsa, o projeto de pesquisa do orientador, o subprojeto de pesquisa do aluno, currículo de produção científica do orientador, histórico escolar do aluno, além de outros documentos listados no edital.

O resultado da homologação da inscrição será divulgado 5 de maio no DAP ou no endereço eletrônico. A divulgação dos alunos contemplados será feita 14 de julho, nos mesmos locais. O número máximo de bolsas é de duas para orientadores doutores e uma para orientadores mestres. Este é também o número máximo de inscrições que serão aceitas por orientador. O valor mensal da bolsa é de R$ 241,51 e a duração é de doze meses, iniciando em 1º de agosto de 2003 e terminando em 31 de julho de 2004.

O Programa de Bolsas de Iniciação Científica da UFSC é formado pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Pesquisa (BIP). O primeiro é conveniado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o segundo é subvencionado pela UFSC. Entre outros objetivos, o programa pretende despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação. A iniciação científica é uma oportunidade que o aluno tem de estar, desde cedo, em contato direto com a pesquisa.

Mais informações no site www.dap.ufsc.br/pibic

Universidade realiza I Congresso Brasileiro sobre Habitação Social

11/04/2003 15:47

O Grupo de Estudos de Habitação (Ghab) e o Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFSC promovem, de 27 a 29 de agosto, o I Congresso Brasileiro sobre Habitação Social – Ciência e Tecnologia (I CTHab-Brasil). O congresso, que será realizado no Bristol Castelmar Hotel, busca divulgar os trabalhos em habitação social para promover a troca de experiências e a disseminação do conhecimento dos diferentes grupos de pesquisa em atividade no Brasil. Pretende-se também aproximar a comunidade científica dos interessados pelos resultados das pesquisas em habitação: o setor público, os profissionais do projeto e a sociedade em geral.

Conferências, mesas-redondas, trabalhos técnico-científicos e painéis vão concentrar as discussões sobre a Habitação de Interesse Social, abordando aspectos como concepção, uso e avaliação do espaço, aspectos sociais, econômicos, culturais e do desenvolvimento tecnológico.

No dia 27 de agosto, a conferência de abertura com o historiador e antropólogo Roberto DaMatta terá como tema ‘Notas sobre o Espaço à Brasileira: A Casa como um Sistema Cultural’. DaMatta foi professor do Museu Nacional e da Universidade de Notre Dame, Indiana, nos Estados Unidos, é colunista do Estado de São Paulo e autor de clássicos do pensamento social brasileiro como Carnavais, Malandros e Heróis, A Casa & a Rua, Relativizando: Uma Introdução à Antropologia Social; Conta de Mentiroso e Aguias, Burros e Borboletas.

A mesa-redonda ‘Habitação Social no 3º Milênio’ será realizada no dia 28 e reunirá pesquisadores, representantes de órgãos estatais e técnicos para debater sobre a problemática habitacional voltada às populações de menor poder aquisitivo. Serão tratados temas como evolução histórica, a questão fundiária, a qualidade do projeto como estratégia para a fixação do homem à moradia, suporte técnico para o setor e as possibilidades de financiamento.

Em paralelo, será realizada a Mostra de Produtos e Equipamentos para Habitação Social. Serão expostos materiais, componentes, máquinas e ferramentas voltados para a habitação social e para o bem estar das populações moradoras.

A realização do I CTHab – Brasil e da Mostra de Produtos e Equipamentos para Habitação Social faz parte da comemoração dos dez anos do Ghab. Na ocasião, será lançado o Caderno GHab 10 anos, que incluirá pesquisas e outros trabalhos sobre Habitação de Interesse Social realizados dentro e fora do grupo. O objetivo da publicação é estimular o intercâmbio do grupo com outros centros de pesquisa do país e do mundo.

O Grupo de estudos da habitação – Ghab foi criado pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC com o objetivo de estudar um dos problemas de maior relevância no país – o abrigo – e contribuir para melhorar as condições habitacionais das populações de menor poder aquisitivo. Os principais objetivos do grupo são desenvolver a pesquisa na área de habitação visando a satisfação do usuário, a qualidade da produção e a redução dos custos, e agrupar os estudos sobre a área visando o incremento das pesquisas na área. As inscrições devem ser feitas no site do evento até o dia 30 de junho. Mais informações no site www.cthab.ufsc.br.

UFSC promove neste sábado o 2º Dia do Lazer Ativo

11/04/2003 12:37

Como parte das atividades comemorativas do Dia Mundial da Atividade Física (06/04) e do Dia Mundial da Saúde (07/04), que este ano tem como tema Ambiente saudável para crianças, a UFSC promove neste sábado, dia 12 de abril, o 2o Dia do Lazer Ativo no Campus. O evento é voltado para pessoas de todas as idades e condições, interessadas em passar uma tarde de Lazer Ativo, participando de atividades físicas, assistindo apresentações musicais, conversando e passeando com amigos.

As atividades iniciam às 14 horas e terminam às 18h30. Serão realizadas apresentações musicais, sessões de ginástica, dança, recreação infantil, ioga, tai-chi, passeio ciclístico, caminhadas, feira de informação e avaliação e orientação física.

O evento é promovido pelo Centro de Desportos da universidade com coordenação do Núcleo de Pesquisa em Atividade Física e Saúde (NuPAF). O Dia de Lazer Ativo no Campus é apoiado por entidades como Associação dos Aposentados da UFSC, APUFSC, SINTUFSC, Associação Atlética dos Servidores da UFSC, DCE, Associação Amigo Down, Associações de Bairros, Fundação Municipal de Esportes, entre outros. Informações pelos telefones 331 7088 e 331 8519 ou pelo e-mail nupaf@cds.ufsc.br