Calendário de Eventos UFSC

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Roda de conversa ‘Literatura, Mulheres e Promoção de Leitura’
ago 27@14:00 – 17:00

“Literatura, Mulheres e Promoção de Leitura” é o tema da roda de conversa on-line que ocorre nesta quinta-feira, 27 de agosto, às 14h. A atividade faz parte de um ciclo de conferências promovido pelo Grupo de Políticas e Direitos Linguísticos (PoLiTicas) do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A roda de conversa é gratuita e aberta a todos. A transmissão será pelo YouTube.

O ciclo de conferências está vinculado ao projeto Estética, Linguagens & Mulheres, que tem o compromisso com a luta contra todas as formas de opressão e invisibilização, incluindo de gênero.

A roda de conversa terá a participação de Cláudia Lamego e Bruna Paiva, com mediação de Cristine Severo (UFSC) e Maria Luiza Barbosa (UFSC). Confira o perfil das convidadas:

Cláudia Lamego: jornalista, editora, mediadora e curadora de diversos clubes de leitura, entre eles o do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro; Leituras Italianas com a Lamego; do Clube F. da editora Bazar do Tempo; Janelas abertas para a América Latina, da Janela Livraria, e Clube de Leitura Insubmissas, da livraria Alento. Na Janela, já promoveu leituras guiadas da obra completa de Elena Ferrante. É mediadora de eventos na Flip e na Bienal do Livro do Rio. É mestranda em Estudos de Literatura na UFF e pesquisadora bolsista do CNPQ.

Bruna Paiva:  é autora dos livros “Um diário para Alice”, “Enquanto o Carnaval Durar” e “Fã de Carteirinha”. Tem um trabalho, sobretudo, voltado para o público jovem e a missão de incentivar o hábito da leitura em busca do pensamento crítico. Finalista do concurso Livros do Futuro do TikTok, em 2025. Coordena o clube do livro do Laboratório de Teorias e Práticas Feministas, na UFRJ. É doutoranda e mestre em Ciência da Literatura, pela UFRJ, e pós-graduada em Edição e Gestão Editorial, pelo NESPE.

Para participar da Roda de Conversa, acesse aqui.

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Imaginar o impossível – sobre a modernidade e seus fins
set 28 dia inteiro

O Grupo de Estudos em Literatura e Modernidade (GELMo/UFSC) terá o evento Imaginar o impossível – sobre a modernidade e seus fins no dia 28, 29 e 30 de setembro na sala Machado de Assis, localizada no quarto andar do Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As inscrições para a comunicação devem ser realizadas até o dia 7 de agosto, e para ouvintes seguem abertas até a data do evento.

Desde 2024, GELMo reúne estudantes com projetos de pesquisa em literatura e artes visuais dedicados à leitura crítica da modernidade. Segundo os organizadores, embora sejam diferentes entre si, esses projetos têm como objetivo analisar de forma crítica os problemas e as contradições da sociedade ocidental moderna e suas narrativas legitimadoras, explorando as linhas de fuga que, entre a crítica e a criação, permitem imaginar alternativas para a catástrofe conduzida pelo capitalismo planetário.

Nesse sentido, o que mobiliza as pesquisas do grupo, conforme seus integrantes, é uma exigência coletiva: trata-se da necessidade de reelaborar a idéia de abrir caminhos para outras formas de vida em comum, fora do capitalismo, num contexto em que o futuro parece coincidir, cada vez mais, com a própria exaustão do mundo, a ser vivida como um presente sem termo.

No total serão recebidas 14 propostas de comunicação, que deverão dialogar diretamente com as preocupações, para que componham as mesas-redondas com as integrantes do Grupo. 

Para mais informações na página e no Linktree.

 

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Imaginar o impossível – sobre a modernidade e seus fins
set 29 dia inteiro

O Grupo de Estudos em Literatura e Modernidade (GELMo/UFSC) terá o evento Imaginar o impossível – sobre a modernidade e seus fins no dia 28, 29 e 30 de setembro na sala Machado de Assis, localizada no quarto andar do Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As inscrições para a comunicação devem ser realizadas até o dia 7 de agosto, e para ouvintes seguem abertas até a data do evento.

Desde 2024, GELMo reúne estudantes com projetos de pesquisa em literatura e artes visuais dedicados à leitura crítica da modernidade. Segundo os organizadores, embora sejam diferentes entre si, esses projetos têm como objetivo analisar de forma crítica os problemas e as contradições da sociedade ocidental moderna e suas narrativas legitimadoras, explorando as linhas de fuga que, entre a crítica e a criação, permitem imaginar alternativas para a catástrofe conduzida pelo capitalismo planetário.

Nesse sentido, o que mobiliza as pesquisas do grupo, conforme seus integrantes, é uma exigência coletiva: trata-se da necessidade de reelaborar a idéia de abrir caminhos para outras formas de vida em comum, fora do capitalismo, num contexto em que o futuro parece coincidir, cada vez mais, com a própria exaustão do mundo, a ser vivida como um presente sem termo.

No total serão recebidas 14 propostas de comunicação, que deverão dialogar diretamente com as preocupações, para que componham as mesas-redondas com as integrantes do Grupo. 

Para mais informações na página e no Linktree.

 

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Imaginar o impossível – sobre a modernidade e seus fins
set 30 dia inteiro

O Grupo de Estudos em Literatura e Modernidade (GELMo/UFSC) terá o evento Imaginar o impossível – sobre a modernidade e seus fins no dia 28, 29 e 30 de setembro na sala Machado de Assis, localizada no quarto andar do Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As inscrições para a comunicação devem ser realizadas até o dia 7 de agosto, e para ouvintes seguem abertas até a data do evento.

Desde 2024, GELMo reúne estudantes com projetos de pesquisa em literatura e artes visuais dedicados à leitura crítica da modernidade. Segundo os organizadores, embora sejam diferentes entre si, esses projetos têm como objetivo analisar de forma crítica os problemas e as contradições da sociedade ocidental moderna e suas narrativas legitimadoras, explorando as linhas de fuga que, entre a crítica e a criação, permitem imaginar alternativas para a catástrofe conduzida pelo capitalismo planetário.

Nesse sentido, o que mobiliza as pesquisas do grupo, conforme seus integrantes, é uma exigência coletiva: trata-se da necessidade de reelaborar a idéia de abrir caminhos para outras formas de vida em comum, fora do capitalismo, num contexto em que o futuro parece coincidir, cada vez mais, com a própria exaustão do mundo, a ser vivida como um presente sem termo.

No total serão recebidas 14 propostas de comunicação, que deverão dialogar diretamente com as preocupações, para que componham as mesas-redondas com as integrantes do Grupo. 

Para mais informações na página e no Linktree.