
O auditório do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) receberá, entre 13 e 17 de abril de 2026, o Latin – Latin American Theoretical Informatics, um dos principais eventos da área da computação teórica na América Latina. Promovido desde 1992 e voltado a estudantes de graduação e pós-graduação, o evento já foi sediado em diversas cidades, com Valparaíso (Chile), Campinas (Brasil), Punta del Este (Uruguai), Cancún (México), Buenos Aires (Argentina), Valdivia (Chile), Búzios (Brasil), Oaxaca (México), Arequipa (Peru), Montevidéu (Uruguai), Ensenada (México), São Paulo (Brasil), Guanajuato (México) e Puerto Varas (Chile).
O Latin 2026 abrange diversas áreas da ciência da computação teórica, incluindo, entre outras, teoria algorítmica dos jogos; algoritmos (aproximação, online, parametrizados, randomizados etc.); combinatória analítica e análise de algoritmos; teoria de autômatos e linguagens formais; teoria de códigos e compressão de dados; algoritmos em grafos e combinatórios; otimização combinatória; combinatória e teoria dos grafos; álgebra computacional e teoria dos números computacional; teoria da complexidade; biologia computacional; geometria computacional; criptologia; estruturas de dados e recuperação da informação; computação paralela e distribuída; pattern matching (casamento de padrões); computação quântica; fundamentos teóricos da ciência de dados e do aprendizado de máquina; modelos não convencionais de computação.
Mais informações no site do evento.
Estudantes e lideranças indígenas, pesquisadores e pesquisadoras, docentes, servidores técnicos administrativos e membros da comunidade externa poderão participar de diversos eventos da programação do Abril Indígena da UFSC, que começa nesta quarta-feira, 1º de abril, e se estende até o final do mês. O evento é organizado pela Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (Coema) da Pró-reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe).
A programação será realizada nos campi da UFSC ao longo do mês de abril e contará com atividades como rodas de conversa, palestras, mesas-redondas, apresentações culturais, oficinas e encontros formativos. As ações buscam articular diferentes saberes e promover o intercâmbio entre conhecimentos acadêmicos e tradicionais. Os eventos da programação serão divulgados no site do Abril Indígena.
De acordo com a Coema, o evento busca promover a valorização da diversidade étnico-racial, dar visibilidade às realidades e demandas dos povos indígenas e fortalecer o diálogo entre universidade, comunidades indígenas e sociedade. Também se configura como um espaço de reflexão crítica sobre as desigualdades históricas que marcam a relação do Estado brasileiro com os povos originários.
As atividades acadêmicas, culturais e políticas do Abril Indígena abordarão temas como direitos territoriais, saúde indígena, saneamento, políticas públicas voltadas aos povos indígenas, diversidade étnico-racial e presença e permanência indígena no ensino superior, entre outros, com atenção especial às realidades dos povos indígenas do Sul do Brasil.
Atualmente, a Universidade Federal de Santa Catarina conta com 225 estudantes indígenas, pertencentes a diferentes povos, entre eles Kaingang, Xokleng, Guarani, Baniwa, Kambeba, entre outros, expressando a pluralidade de territórios, saberes e identidades presentes na instituição.
“O Abril Indígena reafirma o compromisso da UFSC com a promoção da justiça social, da equidade e do reconhecimento da diversidade sociocultural. A iniciativa contribui para o fortalecimento da presença indígena na universidade e para a construção de um ambiente acadêmico mais inclusivo e plural. Além disso, promove o debate público sobre questões fundamentais para os povos originários, ampliando a conscientização da sociedade sobre direitos, desigualdades históricas e a importância do respeito à diversidade cultural”, afirma Juliane Pasqualeto, assistente social da Coema.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.
A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
Estão abertas até 15 de abril as inscrições para o 1stBE&Bio – International Symposium Bridging Engineering & Biology. O evento será realizado no dia 17 de abril, a partir das 9h45, na sala PG09 do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Também haverá possibilidade de acompanhar as atividades de forma remota. A proposta do simpósio é favorecer trocas interdisciplinares entre pesquisadores da Engenharia e da Biologia. Podem participar estudantes de graduação e de pós-graduação, docentes e pesquisadores das áreas relacionadas.
A organização é de pesquisadores dos departamentos de Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica e Eletrônica, Engenharia Biomédica, Engenharia Química e de Alimentos, do Programa de Pós Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais e do Centro de Ciências Biológicas. As inscrições gratuitas devem ser feitas pelo formulário de inscrição no site do evento. Os participantes receberão certificação de 2h30.
O evento é realizado no âmbito do Programa Conhecimento Brasil – Apoio a Projetos em Rede com Pesquisadores Brasileiros no Exterior (CNPq/MCTI/FNDCT n. 22/2024).
Mais informações podem ser obtidas no site do evento.
A Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) realiza por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento das Violências de Gênero (CDGEN) e do Serviço de Validação de Autodeclaração de Pessoa com Deficiência (PcD), Escola Pública, de Gênero, o evento UFSC Trans Inclusiva – Recepção de Estudantes Trans em Florianópolis.
O evento ocorre na próxima sexta-feira, 17 de abril de 2026, às 14h, no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE), e busca marcar o ingresso do primeiro grupo de estudantes pelas cotas trans na UFSC. A iniciativa integra as ações institucionais voltadas à promoção da equidade e da inclusão, com foco no acolhimento e na permanência de pessoas trans no ambiente universitário.
A programação inclui uma apresentação cultural de Ballroom com Dudazone, multiartista e Mother da Casa das Duras – Ballroom Sul, e Laura Nicolly, multiartista da Ballroom Sul 007, evidenciando expressões artísticas e políticas da cultura trans. Na sequência, será realizada a mesa redonda Desafios e avanços das políticas de ações afirmativas para pessoas trans e enfrentamento da mobilização global antigênero, com a participação do advogado e pesquisador Renan Quinalha (Unifesp), do procurador da República Lucas Dias (MPF) e de Raí Macedo, estudante de Ciências Sociais da UFSC e militante da Rede Trans UFSC, Frente Trans Floripa e Movimento Correnteza. A mediação será de Mirê Chagas, assistente social, ativista e cofundadora da Rede Trans UFSC.
Durante o evento, haverá a participação do projeto SITUA – Situação de Saúde da População LGBTQIAP+ em Florianópolis e também será realizado o lançamento do projeto de extensão Transfigura, além de uma banca de livros organizada pela Livraria Livros & Livros. A atividade é aberta ao público e oferecerá certificação de três horas aos participantes.
Para realizar a incrição preencha o formulário.
O Departamento Artístico Cultural da UFSC (DAC) realiza, nesta sexta-feira, 17 de abril, mais uma edição da tradicional Roda de Choro UFSC, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O encontro será realizado às 18h, na Igrejinha da universidade, localizada no bairro Trindade, em Florianópolis, com entrada gratuita e aberta ao público.
A proposta do evento é reunir músicos de diferentes idades e níveis de experiência em uma roda musical colaborativa. Para participar, basta levar um instrumento. A iniciativa busca promover a integração entre estudantes, professores e a comunidade externa, criando um espaço de troca artística e convivência entre diferentes gerações.
Mais informações podem ser obtidas no site do site do DAC, pelo Instagram oficial do DAC ou pelo e-mail dac@contato.ufsc.br
O projeto Cine Paredão promove, nesta sexta-feira, dia 17 de abril, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme Livros Restantes (2025) dirigido e roteirizado por Márcia Paraíso, em uma exibição marcada para às 19h, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Misturando drama e comédia, o longa tem duração de 1h45min e classificação indicativa de 14 anos. A trama acompanha Ana Catarina, personagem vivida por Denise Fraga, que, prestes a se mudar para Portugal, se depara com cinco livros que resistiram ao desapego. Carregados de memórias, dedicatórias, cheiros e marcas do tempo, os objetos a levam a revisitar o passado ao decidir devolvê-los a quem os presenteou. Os reencontros, alguns após duas décadas, despertam reflexões profundas sobre a própria trajetória e o processo de seguir em frente.
O elenco conta ainda com nomes como Adriano de Brito, Andréa Buzato, Augusto Madeira e Renato Turnes, entre outros. A entrada é gratuita e aberta à comunidade. Em caso de chuva, a sessão deve ocorrer no auditório do CFH. Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram oficial do projeto: @cineparedao
Os grupos presenciais de cessação do tabagismo, promovidos pelo Projeto de Extensão do Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo (NET-Tab), vinculado ao curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), terão atividades com novas turmas no primeiro semestre, entre 2 de março e 6 de junho de 2026.
As reuniões ocorrerão nas segundas-feiras, das 17h30 às 19h, na sala multiuso, no andar térreo, do bloco pedagógico do curso de graduação de Medicina UFSC, anexo ao Hospital Universitário (HU). Após esse período, estão previstas mais duas reuniões de manutenção para acompanhamento dos participantes. Durante os encontros, os inscritos terão acesso a estratégias práticas para lidar com os desafios de abandonar o cigarro, em um ambiente acolhedor que estimula a troca de experiências e o apoio mútuo.
A iniciativa existe desde 2008 e é coordenada pela professora Leila Steidle do Departamento de Clínica Médica com participação de profissionais capacitados na área.
Os encontros são gratuitos e destinados à comunidade em geral, especialmente pessoas que desejam parar de fumar e estudantes da área da saúde.
Mais informações pelo número (48) 99683-1645 ou pelo direct do Instagram @net_tab
Estudantes e lideranças indígenas, pesquisadores e pesquisadoras, docentes, servidores técnicos administrativos e membros da comunidade externa poderão participar de diversos eventos da programação do Abril Indígena da UFSC, que começa nesta quarta-feira, 1º de abril, e se estende até o final do mês. O evento é organizado pela Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (Coema) da Pró-reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe).
A programação será realizada nos campi da UFSC ao longo do mês de abril e contará com atividades como rodas de conversa, palestras, mesas-redondas, apresentações culturais, oficinas e encontros formativos. As ações buscam articular diferentes saberes e promover o intercâmbio entre conhecimentos acadêmicos e tradicionais. Os eventos da programação serão divulgados no site do Abril Indígena.
De acordo com a Coema, o evento busca promover a valorização da diversidade étnico-racial, dar visibilidade às realidades e demandas dos povos indígenas e fortalecer o diálogo entre universidade, comunidades indígenas e sociedade. Também se configura como um espaço de reflexão crítica sobre as desigualdades históricas que marcam a relação do Estado brasileiro com os povos originários.
As atividades acadêmicas, culturais e políticas do Abril Indígena abordarão temas como direitos territoriais, saúde indígena, saneamento, políticas públicas voltadas aos povos indígenas, diversidade étnico-racial e presença e permanência indígena no ensino superior, entre outros, com atenção especial às realidades dos povos indígenas do Sul do Brasil.
Atualmente, a Universidade Federal de Santa Catarina conta com 225 estudantes indígenas, pertencentes a diferentes povos, entre eles Kaingang, Xokleng, Guarani, Baniwa, Kambeba, entre outros, expressando a pluralidade de territórios, saberes e identidades presentes na instituição.
“O Abril Indígena reafirma o compromisso da UFSC com a promoção da justiça social, da equidade e do reconhecimento da diversidade sociocultural. A iniciativa contribui para o fortalecimento da presença indígena na universidade e para a construção de um ambiente acadêmico mais inclusivo e plural. Além disso, promove o debate público sobre questões fundamentais para os povos originários, ampliando a conscientização da sociedade sobre direitos, desigualdades históricas e a importância do respeito à diversidade cultural”, afirma Juliane Pasqualeto, assistente social da Coema.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.
A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
Estudantes de graduação que desejam melhorar o foco e a produtividade já têm um compromisso marcado para o dia 22 de abril. O programa Academy UFSC, vinculado ao Departamento de Ciências da Administração e integrante do plano INOVA UFSC, realiza a live Pare de Adiar!, com o objetivo de conscientizar sobre os impactos da procrastinação na vida acadêmica e profissional.
O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube do Academy UFSC, das 19h às 20h15, e é totalmente gratuito. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia pela plataforma Sympla. Os participantes receberão certificado com carga horária de uma hora. A iniciativa busca incentivar, desde os primeiros semestres da graduação, uma postura mais eficiente diante das demandas acadêmicas. Durante a live, serão apresentadas estratégias práticas para combater a procrastinação, considerada um dos principais obstáculos ao desempenho e ao desenvolvimento pessoal.
Entre os destaques do encontro estão a análise dos gatilhos mentais que levam ao comportamento de ‘deixar para depois’, além de técnicas aplicáveis no dia a dia para promover mudanças de hábito e desenvolver uma postura mais proativa, especialmente em ambientes desafiadores. O facilitador do evento será Filipe Mescolotto, especialista em facilitação de aprendizagem, cofundador do Instituto Converse e instrutor do SEBRAE. Com experiência prática e abordagem dinâmica.
Mais informações podem ser encontradas no site institucional do Academy UFSC e no perfil oficial do programa no Instagram @academy.ufsc



