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Boletim do Necat indica que número médio de mortes diárias por Covid subiu em junho
O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou no último domingo, 27 de junho, a 59ª edição do boletim semanal Covid-19 em SC. Intitulado Número médio de óbitos diários voltou a subir no mês de junho de 2021, o texto foi assinado pelo coordenador-geral do Necat, Lauro Mattei, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC e Programa de Pós-Graduação em Administração da instituição.
Na semana em análise, entre os dias 18 e 25 de junho, o estado registrou 19.549 novos casos e 389 novos óbitos em decorrência da doença. Com isso, mais de 1.044.522 pessoas já foram sido contaminadas em Santa Catarina, sendo que 16.673 delas morreram. Em função disso, o estado se manteve no 2º lugar no ranking nacional dentre os estados com o maior número de registros da doença a cada 100 mil habitantes e, em termos absolutos, para o 6º estado como maior número de casos e 10º estado com maior número de óbitos.
O texto completo pode ser acessado no site do Necat, onde também podem ser encontrados os boletins anteriores.
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Nota de Pesar: falece o vigilante aposentado Valmir Francisco Alves

Valmir, o segundo à esquerda da foto, abraçado por seus colegas de trabalho (Foto de arquivo pessoal)
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comunica, com pesar, o falecimento do servidor técnico-administrativo da carreira Vigilante, Valmir Francisco Alves. Ele tinha 63 anos, e faleceu em decorrência de um câncer nesta segunda-feira, 28 de junho.
Valmir trabalhou na UFSC desde 1980, e estava aposentado desde maio de 2019. Valmir deixa uma esposa, dois filhos e netos.
“Ele trabalhava na equipe da central, era motorista de viatura, patrulhava o campus com os colegas e efetuava atendimento da comunidade universitária. Adorava a atividade e efetuava os seus plantões com competência e alegria peculiar! Um cara brincalhão, alegre e comprometido com a função pública. Perco um colega de trabalho e um amigo fiel!”, homenageou o secretário de Segurança Institucional (SSI), Leandro Oliveira, colega de trabalho de mais de 27 anos de Valmir.
O velório ocorre a partir das 23h desta segunda-feira, até terça ao meio-dia, no Cemitério do Itacorubi. O corpo será então cremado.
A comunidade universitária, enlutada, solidariza-se com os colegas de trabalho, amigos e familiares de Valmir neste momento de dor.
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Criação de camarões é tema do próximo ‘CCA Conecta Egressos’
O Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (CCA/UFSC) promove nesta terça-feira, 29 de junho, às 19h30, mais uma edição do CCA Conecta Egressos, com profissionais da Aquicultura que atuam na área de carcinicultura, ramo da criação de camarões em cativeiro. O evento será transmitido pelo canal do CCA no Youtube e conta com a participação de dois egressos e um professor do curso de Engenharia de Aquicultura.Candi Güttler Demarchi é engenheira de aquicultura formada na primeira turma do curso na UFSC – 2003.1. Possui experiência em produção de pós larvas de camarão e atua, desde 2005, na região Nordeste do Brasil. Trabalha na empresa Aquatec Aquacultura, onde desempenha atividades em larvicultura, produção de microalgas e bacteriologia.
Moises Angel Poli é engenheiro de aquicultura da turma 2010.1. Possui mestrado e doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Aquicultura da UFSC, tem experiência em reprodução e engorda do camarão branco (Litopenaeus vannamei), reprodução e larvicultura de jundiá (Rhamdia quelen) e nos sistemas de cultivo baseados no uso de perifiton e bioflocos. Em 2018 recebeu prêmio internacional do programa Alltech Young Scientis Award, como trabalho de maior impacto na produção de alimentos com pesquisa sobre a criação integrada de camarões brancos e tilápias à produção sustentável de alimentos a partir da tecnologia de sistema superintensivo de bioflocos.
Edemar Andreatta é professor titular do curso de Engenharia de Aquicultura. Atua na coordenação do grupo de pesquisa dedicado ao controle das enfermidades do camarão na área internacional e é coordenador da Estação Experimental Yakult.
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E-book em espanhol reúne trabalhos de alunos do Colégio de Aplicação sobre violência e amabilidade
O livro eletrônico Amabilidad para colorear el mundo é resultado das atividades elaboradas com os alunos da turma de Espanhol do 8º ano do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2021. Ele é fruto de um projeto homônimo que abordou o tema da violência e da amabilidade como estratégia para desenvolver habilidades cognitivas que conduzam à construção de emoções positivas, automotivação e adoção de atitudes respeitosas nas relações interpessoais.A obra traz uma compilação dos trabalhos realizados pelos estudantes e se divide em dois capítulos. No primeiro, são apresentadas as campanhas contra a violência criadas pelos adolescentes. Na sequência, o segundo capítulo expõe o resultado de suas experiências com gestos de amabilidade, inicialmente anotadas em um diário e revisitadas com um olhar crítico e reflexivo sobre seus efeitos.
A proposta didática foi das estagiárias Gilian Fiorin e Liliane Vargas, que foram supervisionadas pela professora regente Eliane Elenice Jorge e pelo professor de Metodologia de Ensino de Línguas Estrangeiras Diego Arenaza Vecino.
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Grupo realiza encontros de apoio psicológico para pessoas em luto
O Laboratório de Processos Psicossociais e Clínicos no Luto (Lappsilu) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove, a partir de 29 de julho, encontros semanais on-line de apoio psicológico para pessoas que vivenciam o luto. As reuniões irão ocorrer às quintas-feiras, das 16h às 18h, pelo Google Meet.Fazem parte dos encontros profissionais e estudantes de Psicologia, que têm o objetivo de oferecer acolhimento e apoio para as pessoas que enfrentam situações relacionadas à morte. As inscrições são abertas a todo o público e devem ser feitas até 9 de julho pelo formulário.
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Biblioteca divulga agenda de cursos para esta semana
A Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC), divulgou sua agenda de cursos que serão ministrados entre os dias 28 de junho e 2 de julho.
Todas as atividades possuem links próprios de inscrição e de transmissão, dão direito a certificado de participação e serão disponibilizadas no canal da BU no Youtube. As temáticas abordadas nos encontros são as mais diversas: organização e planejamento de pesquisas acadêmicas, revisão sistemática, busca em base de dados, entre outras.
A programação completa, inscrições e demais informações estão disponíveis no site da BU.
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Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção abre seleção para mestrado e doutorado
O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGEP/UFSC) está com inscrições abertas, até 25 de julho, para o processo seletivo de mestrado e doutorado, com ingresso no trimestre 2021.3.
As inscrições e o envio dos documentos solicitados em edital devem ser feitos pelo link. São 11 vagas para o mestrado e 9 para o doutorado, em quatro áreas de áreas de concentração: Engenharia de Produto, Processos e Serviços; Ergonomia; Gestão de Operações; e Logística e Cadeia de Suprimentos.
Mais informações no edital do processo seletivo e pelo e-mail do programa.
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Grupo propõe reflexões sobre masculinidades
O grupo Refletindo masculinidades promove encontros quinzenais com o objetivo de fomentar o questionamento coletivo das masculinidades ou papéis masculinos. O projeto é vinculado à Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento de Violência de Gênero (CDGEN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e tem como público-alvo estudantes e servidores da UFSC. As atividades ocorrem pela plataforma Google Meet.A proposta é realizar uma abordagem dialógica, questionando as diferentes formas de expressão do masculino – na educação, nos relacionamentos, na socialização, nas hierarquias de opressão –, além de temas relacionados ao feminismo e às pautas LGBTQIA+. Os assuntos debatidos são definidos pelo próprio grupo, que preza pelo respeito, pelo sigilo e pelo debate livre, propiciando um espaço seguro.
Os interessados devem preencher o formulário de inscrições, no qual devem indicar suas preferências de data e horário, e aguardar o e-mail de confirmação da inscrição. Haverá grupos que reúnem homens e mulheres, mas a maioria dos encontros é exclusiva para quem se reconhece como homem (trans e cisgênero). Mulheres com interesse em participar das discussões também podem se inscrever e aguardar o contato dos organizadores. Os participantes que tiverem presença regular poderão obter certificado de atividade de extensão ao fim do semestre.
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SBPC prorroga matrículas para minicursos de sua 73ª Reunião Anual
Foi prorrogado até 18 de julho o prazo para as matrículas nos webminicursos da 73ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Com o tema Todas as ciências são humanas e essenciais à sociedade, o evento será realizado de forma virtual em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) entre os dias 18 e 24 de julho. As informações sobre as inscrições estão disponíveis no site da Reunião Anual.Os minicursos abrangerão temas de diversas áreas do conhecimento. Para quem se interessa pela área de exatas, serão ofertadas atividades como, por exemplo, O uso dos experimentos mentais como uma possível metodologia de ensino para matemática, Modelagem matemática e computacional na Covid-19 e Recursos e estratégias para o ensino on-line e ativo da química. Os entusiastas da divulgação científica poderão participar de cursos como Divulgação científica: o desafio de incluir diferentes públicos, Metodologia e divulgação científica e Redes sociais para divulgação da ciência.
Já para quem é mais ligado na área de Educação, os webminicursos Ensino de ciências como brinquedos científicos de baixo custo, Educação na prisão – formação de professores para atuação em contextos de privação de liberdade e Movimentos sociais populares e educação no campo são oportunidades para ampliar o conhecimento.
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Saad promove rodas de conversa quinzenais para mulheres da UFSC
A Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades da Universidade Federal de Santa Catarina (Saad/UFSC), por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento de Violência de Gênero (CDGEN), promove rodas de conversa quinzenais para as estudantes, técnicas administrativas e docentes da UFSC.O Entre-laços: roda de compartilhamento para mulheres tem o objetivo de construir um local seguro para troca de experiências, vivências e promoção de acolhimento, questões ainda mais necessárias no contexto de ensino remoto e pandemia. Os encontros têm duração de 1h a 1h30, ocorrem via plataforma virtual e contam com a presença de assistentes sociais e psicólogas.
Para participar, basta se inscrever pelo link e aguardar e-mail de confirmação com o endereço da sala virtual. No mesmo formulário, as interessadas podem indicar suas disponibilidades de data e horário.
Mais informações no e-mail.
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Últimos dias de inscrições para o 5ª Festival de Música da UFSC
As inscrições para a 5ª edição do Festival de Música da UFSC estão abertas até esta quarta-feira, 30 de junho. O evento será realizado de 24 a 27 de agosto, e, em virtude da pandemia de Covid-19, será totalmente on-line, com transmissão das atrações pela internet. O festival pretende proporcionar à comunidade apresentações nos mais variados gêneros musicais, que vão do clássico ao contemporâneo, do erudito ao popular. O edital de participação e demais formulários estão disponíveis na página da Secretaria de Cultura e Arte (Secarte).A seleção do V Festival de Música é aberta à comunidade universitária da UFSC (campi de Florianópolis, Joinville, Araranguá, Curitibanos e Blumenau), bem como a compositores, músicos, intérpretes e comunidade da Grande Florianópolis e municípios onde estão inseridos os demais campi da UFSC. Podem participar todos os gêneros da música cantada ou instrumental, desde que seja comprovadamente autoral e inédita.
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Divulga UFSC – 28/06/2021 – Edição 1674
Se você não consegue visualizar esta mensagem, clique aqui e leia o Divulga UFSC no site. 
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) | www.divulga.ufsc.br – 28/06/2021 – Edição 1674
Ciência e Universidade ampliam compreensão sobre questão LGBTQIAPN+ e impactam realidade Pesquisar, informar, divulgar, formar e incluir. São muitos os verbos que se aplicam à função da Universidade como parte da luta da comunidade LGBTQIAPN+, que celebra no dia 28 de junho o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+. Para além de um papel pedagógico, as ações realizadas por núcleos dedicados a estudar o assunto formam profissionais conscientes de uma questão social importante, podendo, inclusive, impactar a realidade.O Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, é lembrado na UFSC pela campanha Mais do que Letras: Pessoas. Continue a leitura > >..
Conselho Universitário realiza sessão ordinária na terça-feira
O Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (CUn/UFSC) reúne-se em sessão ordinária (on-line) na próxima terça-feira, 29 de junho, às 14h. A sessão será transmitida pelo canal do CUn no YouTube. Acesse a ordem do dia no site. Continue a leitura > >.
Prodegesp divulga orientações sobre a Prova de Vida do Governo Federal A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp/UFSC) publicou informações sobre a Prova de Vida, processo realizado pelo Governo Federal para certificar-se de que seus aposentados e pensionistas poderão usufruir de seus direitos. Continue a leitura > >.
Extensão
Estudantes da UFSC participam de desafio internacional sobre o futuro da mobilidade
A E4, equipe de estudantes do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), está concorrendo na competição internacional Virtual League, da Shell Eco-Marathon. No final de 2020, a E4 conquistou o prêmio “Pitch the Future”, estando atualmente no 10º lugar do ranking global. Neste ano, os alunos estão concorrendo no desafio “Road to 2050” com o tema “Como deve ser o futuro da mobilidade?”. A votação online para decidir o campeão deste ano terminou domingo, 27 de junho. Para mais informações, acesse o site.
Jornada de Psicologia Escolar e Educacional discute práticas profissionais em espaços educativos
O Laboratório de Psicologia Escolar e Educacional (Lapee/UFSC) organiza, em 29 e 30 de junho, sua 3ª Jornada de Psicologia Escolar e Educacional. On-line e gratuito, o evento debaterá as práticas profissionais em espaços educativos, tendo como pano de fundo a Lei nº 13.935/2019, que tornou obrigatória a oferta dos serviços de psicologia educacional e serviço social em escolas da rede pública. As inscrições, a programação e demais informações sobre o evento estão disponíveis no site even3.com.br/jornadalapee.
Curso de Escrita Acadêmica está com inscrições abertas
O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape/UFSC) promove o curso de Escrita Acadêmica – Leitura e Produção Textual de 29 de junho a 6 de agosto. O curso possui três opções de horários. Inscrições aqui ou pela página do PIAPE.
Curso ‘Incapacidade comunicativa’ está com as inscrições abertas até 2 de julho
A Pró-Reitoria de Extensão e a equipe do Programa de Extensão “Conhecendo para prevenir: os 7 Is da saúde do idoso” promovem curso “Incapacidade Comunicativa”. O público-alvo é composto por pessoas com mais de 50 anos. As inscrições vão até o dia 2 de julho. O curso vai de 5 a 30 de julho. A inscrição deve ser feita pelo link. O curso será através da plataforma BigBlueButton, totalmente online, gratuito, contando com encontros síncronos (toda quarta-feira, às 8h) e assíncronos. Mais informações: @conhecendoparaprevenir.
Pesquisa
Professor da UFSC lança livro sobre a música como elemento de conforto para pessoas que estão no fim de suas vidas
A música como elemento de conforto e paz no âmbito físico e psicológico para as pessoas que estão no fim de suas vidas. Esse é o tema do livro Tanatomusicologia: música, espiritualidade e cuidado no fim da vida, lançado pelo professor da Coordenadoria Especial de Biociências e Saúde Única do campus de Curitibanos da UFSC Vladimir Araujo da Silva. A obra reconhece a música como recurso de cuidado em diferentes contextos, bem como os seus efeitos nas dimensões física, psicológica, social e espiritual dos seres humanos. Continue a leitura > >.
Grupo de pesquisa da UFSC Curitibanos promove simpósio em Ambiente e Saúde
O grupo de pesquisa Análise Socioambiental no Planalto Catarinense (ASAM), da UFSC Curitibanos, nos dias 29 , 30 de junho e 01 de julho, o Simpósio Estadual em Ambiente e Saúde (SEAS -2021). O evento é totalmente virtual e tem como público alvo estudantes, pesquisadores e público em geral com afinidades com as temáticas Ambiente, Saúde e Desenvolvimento e Ambiente, Saúde e Educação. A programação é gratuita e ocorrerá pela plataforma Zoom para quem se inscrever, mas também será transmitido no YouTube e Facebook da UFSC Curitibanos.
Pesquisa sobre raciocínio clínico de estudantes da área da saúde entra na Fase II
O Laboratório de Pesquisa e Tecnologia da Educação em Enfermagem e Saúde da Pós em Enfermagem da UFSC irá realizar a FASE II da pesquisa de avaliação do raciocínio clínico de estudantes da área da saúde da UFSC, com uso do instrumento Health Sciences Reasoning Test (HSRT). A pesquisa prevê a realização do teste de raciocínio clínico com 350 estudantes de cursos da área da saúde de universidades públicas e privadas, incluindo Enfermagem, Medicina, Odontologia e Farmácia. Também podem participar profissionais graduados e professores. Para participar, basta acessar o link e realizar sua inscrição. Mais informações pelo e-mail avaliacaoraciocinioclinicohsrt@gmail.com . Continue a leitura > >.
Pesquisador do Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem lança o livro ‘Gays evangélicos: vivendo no front’
Doutorando em Ciências Humanas e pesquisador do Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (Navi/UFSC), Vanrochris Vieira lança o livro Gays evangélicos: vivendo no front pela Editora Appris. A obra trata de quatro formas encontradas por igrejas e movimentos para lidar com a fé e a homossexualidade.Continue a leitura > >.
Pesquisador do HU-UFSC avalia impacto do SARS-Cov-2 sobre DNA de pacientes e risco de desenvolver câncer
Uma pesquisa desenvolvida no Hospital Universitário (HU-UFSC/Ebserh) tem o objetivo de identificar o impacto do vírus SARS-Cov-2 sobre o DNA de pacientes com casos graves de Covid-19 e verificar se estes pacientes têm um risco maior de desenvolver câncer por causa desta infecção. O estudo, chamado de “Análise de Instabilidade Genômica em Pacientes com Covid”, é conduzido pelo biólogo do HU e professor orientador do Programa de Pós-Graduação em Farmácia da UFSC, Sharbel Weidner Maluf, e faz parte do projeto “Busca de marcadores genéticos e epigenéticos em pacientes com Covid”, desenvolvido por pesquisadores da UFSC. Continue a leitura > >.
Professor da UFSC participa de descoberta de estrela gigante ‘piscando’ na Via Láctea
O professor Roberto Saito, do Departamento de Física da UFSC, participou da descoberta da estrela gigante VVV-WIT-08, que despertou interesse mundial ao aparentemente desaparecer por cerca de 200 dias, período em que perdeu cerca de 97% de seu brilho, e que depois voltou lentamente ao normal. O objeto está localizado próximo ao centro da Via Láctea e foi destaque em publicações da Universidade Cambridge, na Inglaterra, e nos periódicos ingleses The Guardian e Daily Maily. A descoberta também recebeu destaque da National Geographic, National Geographic Brasil, Exame Ciência e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).
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PET Pedagogia realiza debate ‘Processos de alfabetização no contexto da educação de jovens e adultos’ nesta terça-feira
O PET Pedagogia da UFSC promove o debate “Processos de alfabetização no contexto da educação de jovens e adultos” nesta terça-feira, 29 de junho, das 18h às 19h30. O encontro virtual será realizado pelo YouTube e integra o projeto “Conversas de escola e de outros lugares: encontros e diálogos”.
A conversa ocorrerá com as professoras Marinaide Lima de Queiroz Freitas (UFAL) e Marli Vieira Lins de Assis (IESB, FTBB, SEEDF), e será mediada pela professora Maria Hermínia Lage Fernandes Laffin (UFSC).
As inscrições podem ser realizadas aqui.

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Afasia é tema de roda de conversa promovida pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do HU
O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (RIMS) e Hospital Universitário (HU) promovem uma roda de conversa sobre afasia no dia 30 de junho. A atividade será realizada das 13 às 15 horas, com duas horas de duração na modalidade on-line, pela plataforma Zoom. As inscrições podem ser realizadas aqui.
A afasia é o comprometimento da linguagem após um dano cerebral. A causa mais comum é o acidente vascular cerebral (AVC) no lado esquerdo do cérebro, que é o dominante para a função da linguagem na maioria das pessoas. Dependendo dos sintomas que o indivíduo apresentar, pode ocorrer a perda da habilidade de usar a comunicação como um instrumento de participação social na vida. Algumas dificuldades podem ser minimizadas ao longo do tempo, enquanto outras podem permanecer.
Durante a pandemia da COVID-19, o grupo de atenção à pessoa com afasia (GAPA-HU) passou a ser realizado na modalidade remota, através de videoconferência, e os encontros vem ocorrendo todas as quintas-feiras e são conduzidos pelas residentes de Fonoaudiologia do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (RIMS) do HU/UFSC. Dessa forma, o evento tem como objetivo expandir as trocas sociais das pessoas com afasia e favorecer a inclusão social desse grupo com a realização de uma roda de conversas com estudantes da UFSC.
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Curso ‘Incapacidade comunicativa’ está com as inscrições abertas até 2 de julho
A Pró-Reitoria de Extensão e a equipe do Programa de Extensão “Conhecendo para prevenir: os 7 Is da saúde do idoso” promovem curso “Incapacidade Comunicativa”. O público-alvo é composto por pessoas com mais de 50 anos. As inscrições vão até o dia 2 de julho. O curso vai de 5 a 30 de julho.
A inscrição deve ser feita pelo link. O curso será através da plataforma BigBlueButton, totalmente online, gratuito, contando com encontros síncronos (toda quarta-feira, às 8h) e assíncronos.
Mais informações @conhecendoparaprevenir
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Pós em Física promove seminário ‘Espectroscopia Raman amplificada em superfície (SERS) aplicada na detecção de pesticidas’
O Programa de Pós-Graduação em Física promove o seminário “Espectroscopia Raman amplificada em superfície (SERS) aplicada na detecção de pesticidas”, com o professor Leonardo Negri Furini, do Departamento de Física da UFSC, no dia 2 de julho, sexta-feira, às 10h15, pelo YouTube. O evento é de presença obrigatória da disciplina Seminários.
Resumo:
A pesquisa na detecção de traços requer basicamente que duas condições sejam satisfeitas: seletividade no reconhecimento de moléculas e sensibilidade para a detecção em baixas concentrações. A espectroscopia Raman satisfaz a primeira condição, ou seja, identifica, através do espectro vibracional, os diferentes compostos. Contudo, é uma técnica limitada a altas concentrações devido à baixa seção de choque. O uso de nanopartículas metálicas (basicamente ouro, prata ou cobre) contorna esse problema garantindo a alta sensibilidade (em casos especiais o limite de detecção é de uma molécula), amplificando o sinal Raman (~fator de 106) em um fenômeno chamado Espectroscopia Raman amplificada em superfície (SERS, do ingês Surface Enhanced Raman Scattering). Assim, conciliando seletividade e sensibilidade a técnica SERS têm sido aplicada na detecção de diferentes compostos, entre eles, os pesticidas.
Mais informações pelo e-mail ppgfsc@contato.ufsc.br
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Engenharia Aeroespacial da UFSC promove live com a primeira wingwalker do Brasil
O curso de Engenharia Aeroespacial, da UFSC Joinville, em parceria com o Museu da Aviação de Florianópolis, promove no dia 30 de junho, quarta-feira, às 18h, uma live com a primeira wingwalker do Brasil, Marta Bognar. Wingwalking, ou “andar pelas asas” em portugês, é o ato de se mover ao longo das asas de um avião durante o voo, às vezes transferindo-se entre aviões. Ele se originou como um truque usado em shows aéreos na década de 1920 e tornou-se objeto de vários filmes de Hollywood.

Marta Bognar, convidada desta live, é uma paulistana que se tornou aeronauta em 1980, e wingwalker em 1993. Foi aluna de Margareth Stivers, da Califórnia, EUA, e já realizou diversos shows com equipes de outros países. Ela formou a equipe brasileira de wingwalkers e, por ser a representante da atividade no Brasil e América latina, recebeu homenagens como o prêmio “Excelência Mulher” e a Medalha Santos Dumont.
A live será mediada pelo professor Rafael Cuenca, coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial da UFSC, e por Alejandro Mazza, curador do Museu da Aviação de Florianópolis. Entre os tópicos a serem debatidos estão wingwalking, segurança na aviação e aviação no Brasil.
A transmissão será realizada no canal do curso no YouTube: bit.ly/aeroufsc.
Você pode enviar sua dúvida, comentário ou sugestão previamente deste Formulário.
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Inscrições abertas para grupos reflexivos sobre envelhecimento
O Laboratório de Psicologia Social da Comunicação e Cognição (Laccos) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) organiza novas atividades do grupo reflexivo Velho, eu?. Por meio de intervenções em grupo e com o suporte dos conhecimentos da Psicologia Social e da Psicologia do Envelhecimento, a ação tem o objetivo de compartilhar experiências, informações e reflexões sobre o processo de envelhecimento e a vivência da velhice na atualidade. Os grupos são conduzidos por estudantes de Psicologia e acontecerão de forma remota (on-line). Cada grupo terá oito encontros semanais, sendo que uma turma acontecerá nas sextas-feiras às 15h, a partir de 23 de julho. A outra se reúne nas segundas-feiras às 9h30, a partir de 26 de julho. Os encontros serão realizados pelo aplicativo Google Meet e têm duração de 1h30.
Para se inscrever, é necessário ter 60 anos ou mais, acesso a internet em computador ou celular e preencher o formulário neste link. A participação é gratuita e não é preciso ter conhecimento prévio sobre o uso de tecnologias. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição.
Mais informações pelas redes sociais (Facebook e Instagram) ou pelo e-mail ana.justo@ufsc.br.
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Pesquisador do HU-UFSC avalia impacto do SARS-Cov-2 sobre DNA de pacientes e risco de desenvolver câncer
Uma pesquisa desenvolvida no Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) tem o objetivo de identificar o impacto do vírus SARS-Cov-2 sobre o DNA de pacientes com casos graves de Covid-19 e verificar se estes pacientes têm um risco maior de desenvolver câncer por causa desta infecção. Os estudos estão na fase de coleta e a expectativa é de que até o final do ano os dados e a análise sejam apresentados.
O estudo, chamado de “Análise de Instabilidade Genômica em Pacientes com Covid”, é conduzido pelo biólogo do HU e professor orientador do Programa de Pós-Graduação em Farmácia da UFSC, Sharbel Weidner Maluf, e faz parte de um projeto maior desenvolvido por pesquisadores da UFSC chamado “Busca de marcadores genéticos e epigenéticos em pacientes com Covid”.
Sharbel Maluf explicou que não há motivo para alarme, pois as mutações no DNA são frequentes em qualquer pessoa, mas há alguns fatores que podem aumentar estas mutações. “Há vários fatores de risco, como o tabagismo, por exemplo. Se você pegar um grupo de fumantes e comparar com um grupo de não fumantes, o primeiro vai ter um impacto maior no DNA, aumentando o risco de câncer. O mesmo pode acontecer com o uso de agrotóxicos em trabalhadores do campo”, detalhou o professor.

Pesquisadoras observam material de pacientes com Covid coletado para o estudo sobre impacto no DNA. Foto: Sinval Paulino.
Na prática, o professor e os estudantes que fazem parte da pesquisa avaliam se o genoma dos pacientes pesquisados tem maior chance de estar instável. “Já se sabe que o vírus tem esta característica de alterar o DNA, o que acontece, por exemplo, no caso do HIV. O que nossa pesquisa pretende é justamente ver qual é a quantidade de alterações no DNA dos pacientes com Covid”, resumiu o pesquisador.
Unidade de Comunicação Social/Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC)
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Pesquisador do Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem lança o livro ‘Gays evangélicos: vivendo no front’
Doutorando em Ciências Humanas e pesquisador do Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (Navi) da Universidade Federal de Santa Catarina, Vanrochris Vieira lança o livro Gays evangélicos: vivendo no front pela Editora Appris. A obra trata de quatro formas encontradas por igrejas e movimentos para lidar com a fé e a homossexualidade. Na Igreja Batista Renovada Galileia, ocorre uma acolhida buscando a cura desses indivíduos. Na Igreja do Mundo Atual, acredita-se que esses homens possam viver sua homossexualidade, mas de maneira santificada. Na Igreja Humanista de Jesus, é defendido que Cristo não normatiza as sexualidades. No Grupo de Militância LGBT de Belo Horizonte, a bancada evangélica é vista como a inimiga, colocando em risco o Estado laico. Em meio a esses grupos e instituições, alguns sujeitos posicionam-se de forma própria, circulando entre eles e fazendo suas definições da situação. É o caso de Gabriel, que já participou de cada um desses quatro grupos, e de Davi, que participa de uma igreja tradicional sem se submeter aos discursos de cura.
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Curso de Escrita Acadêmica – Leitura e Produção Textual está com inscrições abertas
O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes promove o curso de Escrita Acadêmica – Leitura e Produção Textual de 29 de junho a 6 de agosto.
O curso possui três opções de horários:
Turma 1: 3ªs feiras, das 11h às 12h.
Turma 2: 4ªs feirsa, das 13h às 14h.
Turma 3: 4ªs feiras, das 18h às 19h
Ementa: O processo de produção textual. Estratégias para leitura e escrita de textos acadêmicos. Normas técnicas para escrita de textos acadêmicos. Paráfrase, citação textual e sínteses. Planejamento da escrita. Organização e constituição das ideias do texto. Estrutura, ordenação e desenvolvimento do parágrafo. A argumentação no texto acadêmico. Aspectos gramaticais para melhoria da escrita acadêmica.
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Pesquisa sobre raciocínio clínico de estudantes da área da saúde entra na Fase II
O Laboratório de Pesquisa e Tecnologia da Educação em Enfermagem e Saúde da Pós em Enfermagem da UFSC irá realizar a FASE II da pesquisa de avaliação do raciocínio clínico de estudantes da área da saúde da UFSC, com uso do instrumento Health Sciences Reasoning Test (HSRT). A pesquisa prevê a realização do teste de raciocínio clínico com 350 estudantes de cursos da área da saúde de universidades públicas e privadas, incluindo Enfermagem, Medicina, Odontologia e Farmácia. Também podem participar profissionais graduados e professores.
Para participar, basta acessar o link e realizar sua inscrição.
Após a inscrição, serão enviados login e senha para realização do teste. O participante receberá um relatório individual e sigiloso de desempenho no final do teste. A equipe de pesquisa não possui acesso ao desempenho individual dos participantes.
Mais informações pelo e-mail avaliacaoraciocinioclinicohsrt@gmail.com
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Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes promove palestra ‘Doping universitário: Neoliberalismo, Medicalização e Educação’
O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) da UFSC promove a palestra “Doping universitário: Neoliberalismo, Medicalização e Educação” com o psicanalista e psicólogo educacional da UFSC Lucas Emmanoel de Oliveira. A atividade será realizada no dia 5 de julho, às 17h e as inscrições podem ser feitas aqui ou na página do PIAPE.

Resumo da palestra
“O doping faz referência ao consumo de substâncias com o objetivo de alcançar um alto desempenho e obter vantagem em relação ao outro. Esta é uma realidade corrente nos esportes, mas há um tempo tem comparecido, também, na Universidade, o que pode ser compreendido como uma das manifestações do imperativo neoliberal que constitui a vida contemporânea e que propala o máximo desempenho, a alta produção, o excessivo aprimoramento de si e a autorrealização como condições para participar deste engendramento social. Como reafirmação desse processo, a psiquiatria, historicamente comprometida com a normatização da vida e reprodução do capitalismo, além de intensificar o binômio saúde-doença, tem se reformulado para corresponder à demanda dessa exigência de desempenho. E a educação Universitária, será que não reproduz esta ideologia neoliberal e colabora para o doping universitário? E mais, que subjetividades são essas tão pouco resistentes a este imperativo? A partir das contribuições da psicanálise e da teoria crítica, o objetivo deste encontro é partilhar considerações sobre o reconhecimento do Doping Universitário, apreendendo as mediações que constituem esta realidade, o que se dará por meio de explanações conceituais, relatos de experiência e discussão com os participantes”.
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Minicursos da área de estatística são disponibilizados por programa de apoio pedagógico
O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) da UFSC está com inscrições abertas para dois minicursos da área da estatística: “Minicurso de EXCEL aplicado à Estatística” e “Minicurso SestatNet: ensino-aprendizagem de estatística na web”.

Confira os detalhes de cada curso:
Minicurso de EXCEL aplicado à Estatística
Ministrante: Sandra Cossul
Carga Horária: 02 horas
O minicurso ocorrerá no dia 02/07, das 14h às 16h00
Inscrições: http://inscricoes.ufsc.br/activities/6388Minicurso SestatNet: ensino-aprendizagem de estatística na web
Ministrantes: professor José Fletes e Sandra Cossul
Carga Horária: 03 horas
O minicurso ocorrerá no dia 10/07, das 09h às 12h
Inscrições:http://inscricoes.ufsc.br/activities/6400Mais informações na página do Piape.
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Ciência e Universidade ampliam compreensão sobre questão LGBTQIAPN+ e impactam realidade
Pesquisar, informar, divulgar, formar e incluir. São muitos os verbos que se aplicam à função da Universidade como parte da luta da comunidade LGBTQIAPN+, que celebra no dia 28 de junho o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+. Para além de um papel pedagógico – o que abrange, por exemplo, a necessidade de explicar a sigla e combater o preconceito – as ações realizadas por núcleos dedicados a estudar o assunto formam profissionais conscientes de uma questão social importante, podendo, inclusive, impactar a realidade.>> LGBTQIAPN+: mais do que letras, pessoas
Um desses impactos mais diretos veio por meio de um estudo do qual o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) – pioneiro na UFSC e no Brasil – participou. Em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro e a Universidade Federal de Goiás, o núcleo realizou, já na primeira década dos anos 2000, uma pesquisa então inédita sobre conjugalidades e parentalidades LGBTQIAPN+ no país. Seu desdobramento, segundo lembra a coordenadora do NIGS, Miriam Grossi, foi importante para a decisão do STF de equiparar a conjugalidade de pessoas do mesmo sexo com o casamento heterossexual. “Sem dúvida pesquisas científicas são fundamentais, sobretudo neste momento de grandes retrocessos políticos para que a sociedade entenda que pessoas LGBTQI+ são cidadãos como os outros e que têm o direito de se casar, ter filhos, serem amados por suas famílias”, pontua.
Recentemente, o Núcleo de Direitos e Diversidade (NEDD) também uniu o campo da pesquisa à intervenção social: um dos estudos executados pela equipe levou à propositura da ação que reconheceu o direito de constar na certidão de nascimento o real gênero a que uma pessoa se sentia pertencente. “No caso em particular, por tratar-se de uma pessoa não binária, a conquista se deu justamente pelo direito de não constar nenhum dos gêneros binários”, lembra o líder do grupo, professor Clarindo Epaminondas.
Para o professor, a ciência que é produzida nas universidades pode ser considerada responsável por uma mudança de paradigma sobre temas como casamento igualitário, autodeterminação de gênero e sexo e outros temas, o que reforça a correlação direta entre a ciência e o mundo. “Ao contrário do que se pareça, estudar a diversidade sexual inclui entender como funciona a sociedade”, pondera.
Os casos de impacto direto na realidade podem ser considerados paradigmáticos por gerarem rupturas e provocarem mudanças na vida cotidiana de cerca de 15% a 20% da população, conforme indica o professor Rodrigo Moretti, do Epicenes: Núcleo de Estudos em Gênero e Saúde. “A gente deve lembrar que a ideia de minoria é um termo da ciência política e se refere à minoria nas decisões, não em termos numéricos. Então, por mais que a gente provavelmente tenha uma porcentagem maior de pessoas heterossexuais e cisgêneras na humanidade, as pessoas LGBT+ também estão presentes”, afirma, reforçando a relevância de lançar o olhar da ciência ao assunto.
Para a professora Olga Regina Zigelli Garcia, líder do Laboratório Interdisciplinar de ensino, pesquisa e extensão em sexualidades (Afrodite), a universidade, por meio da pesquisa, tem o papel não só de colaborar com as diferentes formas de existência, como de compreender que a existência dentro da diferença tem muito a agregar para o próprio pensamento científico. “Os campos de saber precisam cuidar da diversidade nos espaços de formação para que ela se torne um lugar próspero, um lugar frutífero. Neste caso, é preciso instituir programas sérios de acesso, permanência e êxito de discentes, bem como promover cursos não só para docentes e discentes, mas fundamentalmente para os papéis de poder dentro das instituições”, comenta.
Informar e divulgar
De acordo com o pesquisador Assis Felipe Menin, do Instituto de Estudos de Gênero (IEG), um dos principais centros de pesquisa sobre o assunto no Brasil, o relatório mais recente da Acontece Arte e Política LGBTI+ e Grupo Gay da Bahia, indica que 237 pessoas foram mortas de forma violenta em 2020 “simplesmente por expressarem e viverem aquilo que são”. Menin ressalta que esse número pode ser maior, já que muitos casos não entram na lista das violências da população dissidente sexual. “Logo, o pessoal é político, e a universidade, por excelência, tem a função de compreender os fenômenos sociais”.
Os núcleos de ensino, pesquisa e extensão cumprem um papel adicional nesse cenário: contribuem com a informação, uma das principais ações contra o preconceito. Só no IEG, são 21 laboratórios, da UFSC e de outras instituições, preocupados com a temática. O instituto é formado por frentes de atuação que dão visibilidade ao assunto, entre eles o Fazendo Gênero, simpósio internacional que ocorre desde 1994, o Centro de Documentação (CEDOC-IEG), uma biblioteca especializada em estudos das sexualidades dissidentes e hétero, o Espaço Cultural Gênero e Diversidade e a Revista Estudos Feministas. “A preocupação do IEG nesse momento, para além das frentes dos estudos e pesquisas na interseccionalidade de gênero, raça, feminismos entre outros, é no fortalecimento do ensino, pesquisa e extensão”, registram.
A professora Miriam Grossi, do NIGS, reforça a importância do projeto de extensão Papo Sério, que foi desenvolvido por mais de uma década pelo núcleo. “Fazíamos oficinas de sensibilização a estas temáticas em escolas públicas da Grande Florianopolis”, lembra. O projeto foi paralisado por conta da pandemia, mas as investigações do núcleo continuam. “O grupo está dedicado a entender questões como envelhecimento de gays, impacto das políticas conservadoras contra a diversidade sexual no espaço da escola, violências contra estudantes LGBT em escolas, como gays produzem conjugalidade a partir da decoração de suas casas”, comenta.
No Afrodite, atualmente, 25 estudantes da graduação à pós-graduação de diversas áreas do conhecimento, mais sete pesquisadores e um servidor técnico-administrativo atuam no ensino, pesquisa e extensão. Um dos eixos é justamente voltado para o desenvolvimento de formações mensais nas temáticas de gênero, diversidade sexual e sexualidades que são abertas ao público em geral e obrigatórias para pessoas que compõem o grupo. “Estudar questões relacionadas à diversidade sexual é contribuir para o entendimento de que cada pessoa é única em seu processo de viver e, portanto, deve ser respeitada em suas especificidades”, afirma a coordenadora Olga Regina Zigelli Garcia.
O Epicenes também alia a pesquisa, o ensino e a extensão em suas práticas, atuando em campo interdisciplinar. O grupo promove pesquisas nas temáticas de Gênero e de Diversidade Sexual aplicadas à saúde, mas também é espaço formativo para profissionais de saúde e das ciências sociais. “Se a gente for pensar, seja no âmbito da educação ou da saúde, você desconsiderar uma característica tão importante quanto a orientação afetiva, a expressão de gênero e orientação sexual das pessoas é você desconsiderar vários elementos que fazem com que essas pessoas tenham uma vida diferente dos outros 80%. Isso é uma percentagem muito significativa”, explica Moretti.
Formar e incluir
A formação de profissionais atentos às diversidades e a sua inclusão efetiva é outro eixo de ação dos núcleos que tematizam a questão LGBTQIAPN+ na UFSC. Menin, do Instituto de Estudos de Gênero, lembra que a universidade, aliada à ciência, pode contribuir com a pluralidade e o respeito às sexualidades dissidentes no seu ambiente – e que o ingresso dessa parcela da população é o primeiro passo para acolher esses grupos que historicamente sempre estiveram fora.
“Uma dessas ações, entre outras, é a abertura de cotas para o ingresso das identidades trans nos programas de pós-graduação, que garantem a apropriação desse saber científico e a mobilização de diferentes formas de saberes”, indica. “Ao acolher essa população e as suas especificidades, que não estão relacionadas apenas às demandas mais urgentes da violência física, mas da ordem do psicológico, do jurídico, da saúde, a universidade pública contribui para a sua pluralização”, complementa.
O professor Moretti, do Epicenes, acredita que a Universidade pode contribuir com a formação de sujeitos capazes de compreender as diversidades e de serem sensíveis a ela. Para ele, uma instituição como a UFSC pode atuar em dois grandes blocos: mapear, por meio das pesquisas, o que essas pessoas passam nas suas vidas, articulando diferentes campos do saber, e formar profissionais aptos a lidarem com isso. “Cada vez mais a universidade forma estudantes nessa temática e, com toda certeza, quanto mais isso ocorre, mais você vai ter futuros profissionais nos diversos campos do saber e da sociedade atuando em prol das pessoas LGBT+”.
Este aspecto também é lembrado pelo professor Epaminondas. Conforme explica, a divisão sexual biológica está impregnada em todos os setores da coletividade, o que por si só já justifica a importância de estudá-la. “Estudar e/ou pesquisar sobre diversidade sexual implica conhecer os mais profundos preâmbulos da sociedade e, como tarefa principal, está a de sugerir intervenções na forma como a diversidade sexual deve ser encarada, discutida e ensinada e compartilhada”, define. O professor explica que os estudos sobre os gêneros e as sexualidades são relativamente novos, e as ciências sociais são a base que permitem o acesso e a problematização de questões que se referem à diversidade. “No Brasil e no ocidente, como regra, foi justamente no âmbito das universidades públicas que tais discussões ganharam eco”, diz.
Por isso, a inclusão de disciplinas que tematizem o assunto também é citada pelas lideranças dos núcleos como fundamental. A professora Olga acredita que é necessário dar visibilidade ao assunto nos currículos. “É necessário que estas discussões façam parte da grade curricular, não apenas com disciplinas eletivas, mas também inserindo disciplinas obrigatórias voltadas a estas temáticas, abordadas de forma interdisciplinar em todas as cadeiras, independentemente da área de formação, incluindo na formação discente não apenas saberes técnicos, mas também pensamentos críticos”.
Para a professora Miriam Grossi, estudar as questões relacionadas à diversidade sexual é muito importante para a sociedade brasileira, pois trata-se de uma questão central da democracia. Menin registra que, historicamente, até pouco tempo estas pessoas eram consideradas doentes. As identidades trans, por exemplo, eram percebidas como portadoras de transtornos mentais. Os preconceitos sobre as sexualidades dissidentes, de acordo com o pesquisador do IEG, ainda geram injustiças e problemas sociais. “Espera-se, portanto, que esse conhecimento produzido na universidade pública seja benéfico em aspectos culturais,sociais, intelectuais e econômicos para essa parcela da população”, diz.
Núcleos da UFSC voltados à temática
Instituto de Estudos de Gênero
O Instituto de Estudos de Gênero é uma referência central quando o assunto são as questões relacionadas à temática LGBTQIAPN+. Profissionais da UFSC também estão ligadas à organização, que reúne seis frentes de atuação, vários laboratórios e núcleos voltados aos estudos de gênero, feminismos, sexualidades, diversidades, interseccionalidades, etc. O Afrodite e o NIGS, por exemplo, fazem parte do IEG.
Epicenes
Epicenes: Núcleo de Estudos em Gênero e Saúde tenta se constituir como um grupo de pessoas que promovem pesquisa nas temáticas de Gênero e de Diversidade Sexual aplicadas à saúde, mas também enquanto espaço formativo para profissionais de saúde e das ciências sociais, assim como de articulação junto aos Movimentos Sociais.
NEDD
O Núcleo de Estudos em Direito e Diversidades (NEDD) tem enfoque nas temáticas da diversidade sexual e diversidade de gênero.
Afrodite
O Laboratório Interdisciplinar de ensino, pesquisa e extensão em sexualidades – AFRODITE – visa o fomento das discussões sobre gêneros e sexualidades, visando o respeito às diferenças, tendo em consideração os marcadores socioculturais e o direito das pessoas vivenciarem suas sexualidades em suas singularidades, livres de discriminação e preconceito
Margens
Criado em 1996, o Modos de Vida, Família e Relações de Gênero (Margens) integra estudantes e profissionais em temáticas sobre gênero e sexualidades em uma abordagem crítica e feminista, em âmbitos local, estadual, nacional e internacional. Possui rede consolidada em parcerias com IES, por meio de ex-doutorandas/os que, agora docentes, coordenam suas próprias equipes.
N’aya
O Núcleo Aya (N’Aya) foi forjado no âmago dos movimentos sociais de Travestis, Transexuais, Transmasculines e Não-bináries do Sul Global e, segundo sua carta de princípios, é “um locus de intelectualidades, sabedorias e experiências travestis e trans no âmbito da Universidade Federal de Santa Catarina com legitimidade de atuação dentro e fora da instituição, com caráter de produção, multiplicação e reflexão de pesquisas e ativismos”.Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC




















