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Egresso do curso de Arquitetura e Urbanismo lança livro sobre Ponte Hercílio Luz
O arquiteto e fotógrafo Joel Pacheco, egresso do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), lança na próxima quinta-feira, 29 de julho, o livro Ponte Hercílio Luz – uma Ligação de Amor. A edição bilíngue português-inglês condensa em 236 páginas cerca de dois anos de garimpagem de informações e de imagens do monumento símbolo do Estado.Joel registrou as primeiras fotos da Hercílio Luz ainda na década de 1980, quando ingressou na UFSC. Porém, o acervo mais sistemático foi iniciado por volta do ano 2000. Além de sua própria produção, que soma milhares de fotografias, ele pesquisou os arquivos do antigo Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), onde encontrou imagens do projeto original americano (1919); do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina (IHGSC); do Arquivo Histórico de Blumenau (SC); da Casa da Memória de Florianópolis; do arquivo digital do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); do acervo fotográfico do engenheiro fiscal da construção, Felipe Bündgens, cedido por Marco Aurélio Ramos; e outros particulares.
Junto a coletânea de mais de 500 fotografias coloridas e em preto e branco, o autor relata no livro aspectos históricos deste marco da engenharia e da arquitetura, maior ponte pênsil do Brasil, que por 49 anos foi a única conexão entre o território continental de Santa Catarina e a Ilha-Capital. Conta o desejo do então governador Hercílio Luz de construí-la, e sua morte antes de vê-la inaugurada em 1926, a viabilização financeira, projetos e etapas de construção, as interdições e reformas, a reabertura após 37 anos e depoimentos de quem trabalhou nela e viveu perto dela.O lançamento nesta quinta-feira ocorre a partir das 19h, na sala Terraço do hotel Faial Prime Suites, no Centro de Florianópolis.
Fotos: Divulgação
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Projeto ‘Vozes da Comunidade’ recupera memórias relacionadas às fortalezas da Ilha de SC
Existem muitas histórias para contar sobre as fortalezas e não só as que estão nos livros, mas também aquelas vividas ou conhecidas pelos moradores da região. Que tal contar a sua história ou aquela que você ouviu falar, ou que o seu avô conta, ou que o vizinho sempre lembra, ou que a família gosta de relembrar e que tem alguma relação com esses monumentos? O Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina: Vozes da Comunidade está reunindo textos, fotos, desenhos e vídeos enviados pela comunidade sobre o tema. A participação é livre e gratuita.O iniciativa tem o objetivo de resgatar, registrar e divulgar memórias relacionadas às fortificações, valorizando o que as pessoas sentem e pensam sobre esses monumentos. Além disso, esta edição visa fazer com que as pessoas pensem sobre as fortalezas, mesmo sem poder visitá-las no momento. Para enviar material, é preciso ler a Chamada Pública 001/2021 e acessar o formulário de cadastro.
São aceitos desde relatos escritos até desenhos que estejam de algum modo relacionados às fortalezas da Ilha de Santa Catarina. Não é preciso ser um relato oficial. Pode ser uma livre manifestação de memória pessoal, por exemplo. As contribuições poderão fazer parte de diferentes iniciativas de divulgação educativa e cultural, tais como livros, revistas, sites, redes sociais, matérias para TV e outras.
Nesta primeira edição do projeto, o material pode ser enviado até 26 de setembro de 2021. Uma comissão irá avaliar as contribuições e pode tirar dúvidas ou sugerir alterações aos participantes com a intenção de adequar o conteúdo a algumas formas de divulgação.
As fortificações do século XVIII, como a Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones e a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, ajudaram a construir a região tal qual a conhecemos hoje. Todas são patrimônios históricos nacionais tombados em 1938. Anhatomirim e Ratones são também candidatas a Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Mas, além de seu reconhecimento histórico oficial, as fortalezas são também excelentes fontes de histórias vividas e contadas pela comunidade catarinense.
Como participar
Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina: Vozes da Comunidade
- Leia a Chamada Pública 001/2021
- Acesse o formulário de inscrição
- Envie seu material conforme instruções da Chamada Pública
Em caso de dúvida, envie um e-mail para fortalezas@contato.ufsc.br
Texto: Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina
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Boletim do Necat detecta queda consistente no número de mortes por Covid-19 em julho
O Boletim Covid-19 em SC número 63, publicado nesta segunda-feira, 26 de julho, pelo Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat), traz a informação de que os óbitos pela Covid-19 no Estado apresentaram quedas consistentes no mês de julho de 2021. No entanto, de acordo com o boletim, os níveis de contaminação pela doença permanecem em patamares elevados na comparação com outros períodos da pandemia.
O Necat analisou os números da pandemia na semana compreendida entre os dias 16 e 23 de julho, período em que Santa Catarina registrou 12.079 novos casos e mais 206 óbitos. Com isso, mais de 1 milhão e 100 mil pessoas já foram contaminadas no Estado e 17.726 delas perderam suas vidas. “Em função disso, SC se manteve no 2º lugar no ranking nacional dentre os estados com o maior número de registros da doença a cada 100 mil habitantes e, em termos absolutos, o 6º estado como maior número de casos e o 10º estado com maior número de óbitos”.
Com isso, o coeficiente de incidência da doença em Santa Catarina, a cada 100 mil habitantes, é 1,65 vezes o coeficiente verificado no Brasil e 3,27 vezes maior que o índice do estado em melhor situação, o Maranhão.
A média semanal móvel de novos casos apresentou uma redução de 25% em relação aos últimos 14 dias. Porém, a média de 1.726 novos casos diários ainda pode ser considerada muito alta se comparada ao mês de setembro de 2020, quando ficou em torno de 900 casos diários.
Em relação ao número de óbitos, a média semanal móvel apresentou uma queda de 33% em comparação com os últimos 14 dias, com o registro de 29 óbitos diários no Estado. “Em síntese, o cenário atual representado pelo comportamento do conjunto dos indicadores acima mencionados revela que a pandemia ainda continua em uma situação grave no estado de Santa Catarina”, conclui o boletim, que é assinado pelo coordenador geral do Necat, professor Lauro Mattei.
Confira a íntegra do documento neste link.
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Programa de educação alimentar para crianças e adolescentes está com inscrições abertas
Estão abertas até 13 de agosto as inscrições para os interessados em participar do Projeto Amenuti (Ambulatório de Educação Nutricional Infantil), um programa de educação alimentar para crianças e adolescentes até 16 anos. O programa de acompanhamento nutricional consiste em consultas online, de forma individual e em grupo, para quem deseja modificar hábitos alimentares.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelos responsáveis pelas crianças e adolescentes, através de formulário.
O Amenuti é um projeto de extensão composto por integrantes do Programa de Educação Tutorial de Nutrição (PET Nutrição) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), coordenado pela professora Daniela Barbieri Hauschild.
Os atendimentos ocorrerão de forma individual e em grupo, em um programa de educação alimentar, em que serão realizado ao menos quatro encontros quinzenalmente e pelo menos dois encontros a cada três meses. A atividade está prevista para ser realizada no período de 23 de agosto de 2021 a 28 de fevereiro de 2022. Em decorrência da Pandemia Covid-19 os atendimentos estão ocorrendo de forma online, por meio da Plataforma Google Meet ou similar.
Site de divulgação da atividade: https://instagram.com/amenutiufsc?utm_medium=copy_link
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Projeto Procura-se um Leitor convida para a live “Literatura Circulante”
O Procura-se um Leitor promove a live “Literatura Circulante”, que será realizada na quarta-feira, dia 28 de julho, às 19h, no canal do Youtube do projeto. O mediador, Demétrio Panarotto, escritor e professor da Unisul, vai receber convidados para discutir os espaços literários contemporâneos, os saraus e as iniciativas digitais.
O encontro se propõe a responder uma série de questões como: Quem faz a literatura circular? Quais são os formatos, as vozes? Quem está fazendo literatura neste país e por onde? E como esses espaços contribuem para a cultura? O evento não exige inscrição prévia, mas gera certificado de participação.
Será uma reunião de escritores, mas também de agentes de provocação da cena cultural. De promotores de eventos que reúnem as vozes, os gritos, as canções, os pensamentos de quem faz literatura e poesia na contemporaneidade. Conheça um pouco mais sobre cada um deles:
Demétrio Panarotto, mediador da live, é um artista engenhoso, nascido em Chapecó. Sempre cultivou amor pelas artes: é músico, compositor, literato, pesquisador e professor universitário. Desde 2017, organiza o Quinta Maldita, sarau/programa de rádio/podcast com mais de 100 edições que reúne vozes de diversos países.
José Inácio Vieira de Melo é poeta, jornalista e produtor cultural. Alagoano radicado na Bahia, foi coordenador e curador de diversos eventos literários. Atualmente, idealiza o Poesia na Boca da Noite, encontros noturnos com escritores contemporâneos no seu Instagram.
Noélia Ribeiro é escritora pernambucana e vive em Brasília, onde em 2017 recebeu o Prêmio FAC – Igualdade de Gêneros na Cultura (Secult – DF). Em sua página do Instagram, organiza o programa A Fim de Poesia, em que já recebeu mais de 100 poetas com diferentes sotaques e estilos.
Ricardo Silvestrin nasceu em Porto Alegre e construiu sua trajetória entre a escrita e a música. Tem diversos livros publicados e já atuou como editor, colunista, compositor e cantor. Em 2020, criou Um Bando de Gente, sarau virtual em que recebe poetas no seu canal do Youtube.
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Hospital Universitário investe mais de R$ 3,3 milhões em novo tomógrafo
O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) recebeu no último sábado, 24, um Tomógrafo Multslice de 64 canais. O equipamento de última geração permite a realização de exames mais complexos, de forma mais rápida e precisa, e atenderá à demanda de exames da população, além da formação de profissionais de saúde, que terão a oportunidade de aprender com novos recursos tecnológicos.
No total, foram investidos R$ 3,389 milhões, sendo R$ 3 milhões relativos ao preço do equipamento, R$ 336,4 mil para obras de adequação e instalação, R$ 25,6 mil para projetos e o restante para demais componentes da solução. Os recursos são do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).
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PET Matemática promove palestra sobre Roger Penrose, ganhador do Nobel de Física de 2020
Integrantes do Programa de Educação Tutorial (PET) Matemática promovem nesta terça-feira, dia 27 de julho, às 12 horas, a palestra do professor Ivan Pontual Costa e Silva, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), intitulada “Espaço, Tempo e Geometria: um Nobel para Roger Penrose”.
A palestra ao vivo faz parte do projeto Ciclo de Palestras, que consiste em convidar professores e pós-graduandos de diferentes departamentos da UFSC (e de outras universidades, uma vez que assumiu caráter online durante a pandemia) para ministrarem palestras sobre assuntos relacionados à matemática e divulgá-los para aqueles que ainda desconhecem as suas possíveis ramificações.
O matemático Roger Penrose dividiu o Nobel de Física de 2020 com dois físicos experimentais, devido à importância de seu trabalho na descrição matemática dos buracos negros.
A palestra será realizada por meio do Google Meet (meet.google.com/pmy-bhjh-eee) e posteriormente disponibilizada no canal do YouTube do programa.
Para mais informações, basta acompanhar o site e o Instagram do PET Matemática
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CCA Conecta Egressos trará zootecnistas que atuam no ramo de produção de carne
A próxima edição do programa CCA Conecta Egressos, nesta terça-feira, 27 de julho, às 18 horas, trará ex-alunos do curso de Zootecnia que atuam no ramo de produção de carne de qualidade. A live será transmitida no canal do YouTube do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).Os participantes serão os zootecnistas Ana Carolina de Souza Rodrigues e Tomás Gazola, além da professora Sandra Regina Souza Teixeira de Carvalho.
Ana Carolina de Souza Rodrigues é da turma de 2018.1 do curso de graduação em Zootecnia da UFSC. Atuou na empresa Agriness Sistema Tecnológico de Informação, no setor de relacionamento com o cliente. Atualmente é supervisora de produção no Frigorífico Broering no município de Santo Amaro da Imperatriz, Santa Catarina.
Tomás Gazola é da turma 2014.2 e especialista em Produção de Ruminantes pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ-USP). Atualmente é consultor técnico zootecnista da Cooperativa Maria Macia, em Campo Mourão, no Paraná, e sócio proprietário da Fazenda Primavera, em Figueirão, no Mato Grosso do Sul.
A professora Sandra Regina Souza Teixeira de Carvalho é do Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural da Universidade Federal de Santa Catarina. Possui graduação em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Mestrado e Doutorado em Zootecnia pela mesma universidade. Tem experiência na área de Tecnologia de Produtos de origem Animal, com ênfase em carnes, atuando principalmente nos seguintes temas: carnes, processos frigoríficos, resíduos de abate, qualidade da carne, bem-estar animal e qualidade de carnes, zootecnia, vinhos e consultoria em restaurantes e empresas.
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Projeto Cinema Mundo promove debate sobre o filme ‘O Gabinete do Dr. Caligari’
O Ciclo de Cinema Gótico, organizado pelo projeto Cinema Mundo, promove, nesta quinta-feira, 29 de julho, um debate sobre o filme “O Gabinete do Dr. Caligari” (1920). A atividade ocorre às 19h, será transmitida pelo Instagram do projeto, e terá a participação de Daniel Medeiros e Clelia Mello, como comentadores, e de Renata Santos, como mediadora.
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Curso de extensão sobre a consideração moral dos animais não humanos recebe inscrições até 31 de julho
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove, em parceria com a ONG Ética Animal, o curso de extensão Uma introdução ao debate sobre a consideração moral dos animais não humanos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até este sábado, 31 de julho, neste link. A atividade, que é aberta a todos, será realizada de 2 de agosto a 23 de setembro. As aulas serão ministradas on-line e estarão disponíveis no Youtube.O curso é coordenado pelo professor Carlos Roberto Zanetti e as aulas serão ministradas por Luciano Carlos Cunha, doutor em Filosofia pela UFSC. O objetivo é introduzir as questões centrais em ética animal, desde os debates mais clássicos até as discussões mais contemporâneas. Os estudantes irão compreender os principais argumentos em discussão sobre o tema, seus conceitos fundamentais e as perspectivas divergentes.
A programação completa está disponível aqui.
As inscrições podem ser feitas aqui.
O canal do Youtube da ONG Ética Animal pode ser acessado aqui.
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Equipe da UFSC Curitibanos investiga aspectos agronômicos do cultivo da linhaça e publica capítulo em ebook gratuito
Uma semente que tem se popularizado por suas propriedades alimentares vem sendo estudada por um grupo de pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Catarina, no campus de Curitibanos, em colaboração com outras instituições do país. A linhaça, fonte de vários compostos bioativos distintos que apresentam efeitos positivos à saúde humana e animal, tem demanda crescente e produção insuficiente, por isso as pesquisas sobre manejo de produção para a sua cultura são ainda mais relevantes. O livro Linhaça: perspectiva de produção e usos na alimentação humana e animal trata do assunto e tem um capítulo assinado por cientistas da universidade. O acesso é gratuito.
A adaptação edafoclimática – no solo e clima – das plantas de linhaça em Santa Catarina e seu potencial para diversificação de alimentos saudáveis da agricultura familiar é um dos temas estudados pela professora Leosane Bosco, do Programa de Pós-Graduação em Ecossistemas Agrícolas e Naturais. Segundo ela, os resultados indicam alto potencial produtivo, desde que sejam observadas as épocas de cultivo com menores riscos climáticos associados a estresses por frio e déficit hídrico na fase de formação das sementes.
Já a professora Ana Carolina da Costa Lara Fioreze, da Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas, é a coordenadora do Grupo de Pesquisa em Genética e Melhoramento da Linhaça (GenLin). Ela conduz experimentos para desenvolver de maneira participativa cultivares de linhaça dourada produtivas e adaptadas às condições da região. Os experimentos envolvem seleções e cruzamentos entre as plantas promissoras, além de ensaios de campo para avaliar o desempenho agronômico das linhagens de linhaça.
Segundo a professora Leosane, a região Sul é a principal produtora dessa espécie e não há suporte técnico adequado para o planejamento e tomadas de decisão no processo de produção à campo. As pesquisadoras da UFSC começaram as avaliações em 2014 com linhagens locais e cultivares de linhaça para gerar dados capazes de dar suporte no médio e longo prazo aos produtores e técnicos envolvidos com a linhaça. “Essas atividades buscam explorar novas alternativas para produção e diversificação da cultura de propriedades rurais de Santa Catarina, tornando-as mais resilientes e sustentáveis”, observa a professora.
As pesquisadoras também colaboram com atividades do grupo de pesquisa do CNPq Cadeia produtiva da Linhaça, a partir de seus conhecimentos na área de Agrometeorologia e Melhoramento Genético. O grupo é formado por docentes vinculados da Universidade Federal de Santa Maria, Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato, Universidade Estadual de Maringá, Universidade do Estado de Santa Catarina, Instituto Federal Farroupilha – Campus de São Vicente do Sul, Universidade Federal de Viçosa, Centro Universitário IDEAU, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Universidade Estadual de Ponta Grossa e Universidade Federal de Santa Catarina. O livro foi resultado de um workshop realizado pelo grupo em março deste ano e disponível no Youtube. Além das professoras, assinam o capítulo dois a egressa da UFSC Dislaine Becker e a estudante Ana Caroline Basniak Konkol.
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Equipe da UFSC trabalha com dados inéditos captados por equipamentos complexos instalados no fundo do oceano
Uma pesquisa que irá desvendar questões sobre as profundezas do mar está prestes a ter seus primeiros resultados processados pela equipe de cientistas do projeto Monitoramento Sismológico e Oceanográfico de um Segmento na Margem Sudeste do Brasil: Norte da Bacia de Santos ao Sul da Bacia do Espírito Santo, liderado pela Universidade Federal de Santa Catarina e coordenado pelo professor Antonio Henrique da Fontoura Klein. No artigo New horizons in Brazilian Seismology: expanding seismic monitoring to offshore South East Brazil, os cientistas relatam e descrevem os dados coletados pelos sismógrafos instalados no fundo do Oceano e recuperados em um cruzeiro realizado entre os dias 12 e 25 de junho de 2020. A pesquisa tem a parceria do Observatório Nacional.
Estes são os primeiros sismógrafos de fundo oceânico (Ocean Bottom Seismometer – OBS) implantados para estudos sismológicos de longa duração em território brasileiro realizado por uma equipe de pesquisadores brasileiros. Sismógrafos são equipamentos utilizados para detectar os movimentos do solo. O pesquisador Diogo Luiz de Oliveira Coelho, pós-doutorando na UFSC e integrante da equipe, explica que estes, do fundo dos oceanos, são fabricados para suportar as grandes pressões no fundo do mar, por isso são mais complexos que uma estação sismográfica do continente.
A equipe ainda trabalha na análise dos dados, mas já identificou que os OBSs conseguem registrar os grandes terremotos que acontecem no planeta, além de um grande número de eventos sísmicos de curta duração. “Esses eventos de curta duração têm várias fontes potenciais, como micro-terremotos, atividades da fauna marinha e pequenas mudanças no solo do assoalho oceânico. Além disso, também podem estar associados às emissões de gases do fundo do mar”, conta o pesquisador. A vocalização das baleias e a movimentação de animais no fundo oceânico, como caranguejos e polvos, por exemplo, também são captados pelo aparelho.
O OBS é composto por duas esferas de um vidro projetado para resistir às grandes pressões. Sua instalação se dá em águas profundas e ultraprofundas, entre 1000 e 2000 metros. Nelas, há um sistema de comunicação e recuperação e de coleta e armazenamento dos dados. “Já no centro do equipamento existe um compartimento para o sismômetro, equipamento que registra a movimentação do fundo oceânico”, explica.
A instalação ocorreu em um cruzeiro realizado entre 24 de julho e 06 de agosto de 2019, com seis equipamentos erguidos até a superfície do mar por meio de um guindaste e posteriormente liberados para mergulharem em queda livre até repousarem no assoalho oceânico. Destes seis, cinco foram recuperados – quatro no cruzeiro de recuperação e um encontrado em uma praia catarinense. “Próximo ao local onde foram instalados os equipamentos, enviou-se um comando, através de um mecanismo de liberação acústico, para fazer com que os OBSs liberassem os pesos de concreto e flutuassem para a superfície do mar. A dificuldade em recuperá-los está associada às condições do equipamento no fundo do mar, onde qualquer problema pode acarretar na perda dos dados ou do equipamento, como aconteceu com um OBS”, diz Coelho.
Os dados registrados pelos sismógrafos serão tratados e analisados em diferentes frentes. O projeto pretende realizar o monitoramento sismo-oceanográfico para mapear atividades sismológicas, suscetibilidades a processos gravitacionais e conhecimento de massas de água e correntes associadas, bem como a presença de ondas internas que interajam com o substrato marinho. Isso servirá de subsídio para a análise de deslizamentos marinhos e para o planejamento de implantação de infraestrutura submarina.
Amanda Miranda/Jornalista da Agecom/UFSC
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Cursos de extensão da UFSC no Floripa Mais Empregos têm recorde de inscritos e parceria deve continuar
A pró-reitora de Extensão em exercício, Graziela de Luca Canto, disse que a UFSC pretende firmar outras parcerias com a Prefeitura Municipal de Florianópolis e repetir o sucesso do Programa Floripa Mais Empregos. Os cursos de extensão oferecidos pela universidade foram lançados na última segunda-feira (19), com oportunidades nas áreas de Recursos Humanos, Desenvolvedores de Software níveis 1 e 3 e Cuidadores de Idosos. As inscrições iriam até o dia 30 de julho, mas a procura foi expressiva e registrou mais de 2.300 interessados, o que levou ao encerramento nesta sexta-feira (23).
Segundo Graziela, o número de inscritos ultrapassou as expectativas. “Capacitar a população é o segredo para combater o desemprego e estimular o desenvolvimento socioeconômico de Florianópolis. Esta parceria com a prefeitura reforça a importância da UFSC para a sociedade catarinense”, completou.
Em entrevista ao SCC News, a professora Monica Lino comentou que a oferta inicial para o curso de cuidador de idosos era de 60 vagas, mas a procura foi pelo menos dez vezes maior, chegando aos 600 inscritos . “A gente não descarta possibilidade de ter novas versões desses cursos”, disse.
A expectativa é que a UFSC, em parceria com a Prefeitura Municipal, possa qualificar a população e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico da forma mais direta, imediata e efetiva possível. A meta é gerar 20 mil novas oportunidades de trabalho no período de dois anos.
Com informações da Prefeitura Municipal de Florianópolis
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Abertas as inscrições para o Seminário Regional de Educação do Extremo Oeste
Estão abertas as inscrições para o sétimo e último Seminário Regional de Educação – Região do Extremo Oeste (Região Chapecó: Municípios da Micro de Chapecó, Pinhalzinho; Região de São Miguel do Oeste e Maravilha; Região de Xanxerê, Abelardo Luz, São Lourenço do Oeste), que ocorre de forma virtual nas próximas segunda e terça-feira (26 e 27 de julho). A proposta é abordar os impactos da pandemia nas políticas de educação em Santa Catarina.
As inscrições devem ser feitas neste link. Os seminários regionais promovem debates sobre políticas educacionais na atualidade e seus desdobramentos nas diferentes regiões do Estado, a formação de professores e a articulação dos diferentes sujeitos envolvidos em defesa da educação pública, gratuita, presencial e de seus princípios democráticos.
Os seminários regionais já tiveram sua programação nas regiões Norte, Meio-Oeste, Sul, Vale do Itajaí, Região Serrana e Grande Florianópolis. Os eventos contaram com representantes do poder público, manifestações culturais, além de debates com acadêmicos.
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UFSC Joinville abre inscrições para curso de introdução ao software OpenFOAM
Estão abertas, até de 30 julho, as inscrições para o curso Introdução ao OpenFOAM na UFSC Joinville. O software é uma ferramenta de código aberta para solução numérica (simulação) de equações diferenciais parciais, orientado principalmente para aplicações na área de mecânica dos fluidos. Problemas de aerodinâmica, transferência de calor, combustão, física de plasmas, entre outros, podem ser estudados.
O curso é aberto a toda comunidade e apresenta uma abordagem básica desta ferramenta de mecânica dos fluidos computacional (CFD), compreendendo as etapas de pré-processamento, simulação e pós-processamento. O curso é gratuito, lecionado de forma remota (síncrona) e possui uma duração de 20 horas, divididas entre 16 horas de aula e 4 horas de atividades de projeto.
> SERVIÇO
Curso: Introdução ao OpenFOAM
Datas: de 2 a 12 de agosto de 2021.
Local: Aulas síncronas pela plataforma Zoom, curso com apoio da plataforma Moodle
Inscrição: http://inscricoes.ufsc.br/openfoam4
Site: openfoam.paginas.ufsc.br -
Laboratório de Moluscos Marinhos da UFSC comercializa pré-sementes de vieiras excedentes
O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica a disponibilidade de pré-sementes de vieiras excedentes produzidas por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, nº 503, na Barra da Lagoa, em Florianópolis.
Em atendimento à Portaria Normativa nº 68/2016/GR, de 23 de fevereiro, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, torna pública, então, a oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias.
Encontra-se disponível para venda um lote de 117 mil pré-sementes de vieras ao valor de R$ 40,00 cada milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado no Rio de Janeiro.
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Programa de Educação Tutorial de Pedagogia realiza debate sobre documentário ‘A minha vida…e a tua?’
O Programa de Educação Tutorial (PET) de Pedagogia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza na próxima terça-feira, 27 de julho, nova sessão do CinePET, a partir das 19h. A iniciativa é um projeto que possibilita aos estudantes “usufruírem da linguagem audiovisual para construção do conhecimento, além de ampliar seus repertórios culturais e ser uma atividade que rompe com o modo tradicional de ensino, superando os limites da sala de aula e sendo interdisciplinar”.Na próxima sessão haverá debate sobre o documentário A minha vida…e a tua?”, produzido pela Usina da Imaginação. O encontro terá a participação de Rita de Cácia Oenning e Kurt Shaw, sendo mediado pela petiana Juliana Breuer Pires.
Os organizadores salientam que o documentário deve ser assistido previamente ao evento. A obra está disponível neste link. As inscrições para obtenção de certificado serão realizadas durante chat ao vivo, no canal do PET Pedagogia no YouTube, por meio do qual será realizada a transmissão do debate.
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Pesquisadora indígena da UFSC é pioneira em Arqueologia no âmbito da pós-graduação
A tarde do dia 17 de junho marcou uma ocasião especial na Terra Indígena Laklãnõ Xokleng de Ibirama, localizada no interior do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Projeções nas casas e na escola da aldeia permitiram a familiares e amigos assistirem à defesa de mestrado da acadêmica Walderes Coctá Priprá, pelo Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
A apresentação foi realizada de forma remota devido à pandemia de Covid-19, diante de uma sala lotada: 63 pessoas on-line durante a defesa. A aluna teve sua dissertação aprovada sem alterações pela banca, composta pelas professoras Fabíola Andrea Silva, da Universidade de São Paulo (USP) e Luisa Tombini Wittman, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), além de Evelyn Zea, do Departamento de Antropologia da UFSC como suplente.
Walderes é a segunda indígena a defender um mestrado no PPGH (a estudante Delta Maria de Souza Maia, do povo Wapixana da Serra da Moça, de Roraima, concluiu em 2001), mas a primeira a obter a conquista após a implantação da política de ações afirmativas na Universidade. O caminho até o título foi árduo para a mãe de três filhos que iniciou os estudos no ensino superior visando auxiliar na educação da aldeia.
Antes de se tornar uma estudante da UFSC, Walderes cursou Letras Português/Espanhol em uma instituição próxima a Ibirama. “Na época, a gente estava com falta de professores dentro da terra indígena e foi até um pedido da própria liderança que a gente fizesse algum curso de graduação para poder assumir como professor dentro da terra indígena, nas nossas escolas”, recorda.
Já a segunda graduação foi cursada na UFSC: Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, com ênfase em Humanidade. Ela finalizou o curso em 2015 com a linha de pesquisa direcionada à questão do direito indígena. Finalizada esta etapa, a acadêmica desejou dar continuidade aos estudos na área da História e iniciou no programa de pós-graduação em 2017.
Pioneirismo em Arqueologia
Em arqueologia, tema que aborda em sua dissertação, Walderes tornou-se pioneira também ao ser a primeira indígena a defender um título no âmbito da pós-graduação. De acordo com a pesquisadora, seu objeto de estudo surgiu após inúmeras rodas de conversas em sua aldeia. “Meu projeto de mestrado foi desenvolvido com o apoio das lideranças da minha comunidade, principalmente nossos anciões. Eles queriam muito que houvesse um registro da nossa história e do nosso povo”, afirmou.
Intitulada Lugares de acampamento e memória do povo Laklãnõ Xokleng, Santa Catarina, a dissertação de Walderes Coctá Priprá mapeou os locais de memória, os acampamentos mais antigos e também aqueles que surgiram logo após o contato com não-indígenas ocorrido em 1914, conhecido como “pacificação”. Atualmente o povo Laklãnõ Xokleng encontra-se em sua maioria em Santa Catarina, no Alto Vale do Rio Itajaí, cercado por pelos municípios José Boiteux, Doutor Pedrinho, Vitor Meirelles e Itaiópolis, locais onde a pesquisa foi realizada.
O trabalho teve como objetivo o registro dos lugares que ficaram na memória do povo Laklãnõ Xokleng através de fotos, entrevistas com os anciãos e sábios e visitas aos locais de acampamentos e cemitérios antigos do povo. Walderes ressaltou que este era um momento crucial para o levantamento, uma vez que quase não há registros da história antes do contato com os não-indígenas.
“É um ganho para minha própria comunidade, visto que muitos acreditam que nós, indígenas, não vamos conseguir. Muitos nos acham incapazes. Então, é uma forma também de mostrar que nós somos capazes sim e que temos muito ainda a aprender e ensinar nesse mundo dos não-indígenas”, disse Walderes.
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Prorrogada consulta pública sobre Política de Inovação e Empreendedorismo da UFSC
Foi prorrogada a data de encerramento para participação na consulta pública sobre a Política de Inovação e Empreendedorismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Devido a problemas de instabilidade constatados na plataforma “Consulta + Brasil”, o prazo foi estendido em 10 dias, sendo possível enviar as contribuições até 10 de agosto.Para participar, os interessados devem acessar o site, fazer o login com seu acesso “gov.br” (caso não possua, será necessário fazer o cadastro) e deixar a sua contribuição clicando nos balões ao final de cada frase ou preenchendo os campos ao final do documento.
Conheça a proposta e tire suas dúvidas sobre a Política de Inovação e Empreendedorismo da UFSC. Acesse o canal da Secretaria de Inovação (Sinova) no YouTube e assista à gravação da live de apresentação da proposta elaborada pelo Grupo de Trabalho, formado pelo ex-presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel, pelo procurador federal, Juliano Scherner Rossi, e pelos professores da UFSC, Roberto Carlos dos Santos Pacheco e Daniel Martins.
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UFSC participa de projeto para estudar efeitos de mudanças climáticas no microbioma do Oceano Atlântico
Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está participando de um projeto de pesquisa desenvolvido para explorar o Oceano Atlântico de ponta a ponta. Financiado pela União Europeia, o projeto internacional AtlantEco vai estudar os efeitos de mudanças climáticas no microbioma do oceano e tem como missão desenvolver ferramentas de diagnóstico e métricas para avaliar e prever mudanças no Atlântico.O projeto teve início em 1º de setembro de 2020, com data de término prevista para 31 de agosto de 2024. No entanto, acreditam os participantes, deverá ser prorrogado por mais um ano devido às dificuldades decorrentes da pandemia da Covid-19. Na UFSC, no momento participam da iniciativa os docentes Andrea Santarosa Freire, coordenadora do projeto; e Orestes Estevam Alarcon, coordenador do Projeto Veleiro ECO; e a pesquisadora Andréa Green Koettker, bolsista de pós-doutorado do projeto.
A Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu) dá apoio administrativo e financeiro ao trabalho. “Um dos desafios do AtlantECO será entender como o microbioma, poluentes, circulação oceânica e suas interações afetam o funcionamento dos ecossistemas, a biodiversidade e a sensibilidade às mudanças climáticas e, consequentemente, o potencial de uma exploração sustentável dos recursos naturais do Atlântico”, explica Andréa Green.
Até agora, devido à pandemia, todos os encontros entre os participantes globais estão sendo virtuais, mas a partir de agosto três embarcações começam a percorrer diferentes regiões da costa brasileira. O veleiro ECO (UFSC), o veleiro Tara (Fundação Tara Ocean, da França) e o navio Alpha Crucis (Instituto Oceanográfico da USP) farão coletas de plânctons, microplásticos, dados oceanográficos e outras variáveis. “As expedições ocorrerão em diferentes datas a partir de agosto. Estamos planejando essas expedições desde o início do ano, com o envolvimento de, pelo menos, 10 instituições do projeto e outros parceiros de diferentes nacionalidades em diversas regiões da costa brasileira”, conta Andréa.
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Site reúne todos os vídeos do tour virtual da Fortaleza de São José da Ponta Grossa
Que tal matar a saudade dos passeios na Fortaleza de São José da Ponta Grossa, em Florianópolis, conhecendo mais da história? Dez vídeos produzidos por alunos do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mostram por que foram construídas fortalezas na região, como eram disparados os canhões, para que serviam os diferentes edifícios de uma fortificação, entre outras curiosidades e detalhes históricos – como o dia em que a região se tornou território espanhol! Os vídeos, que somam mais de 17 mil visualizações, são resultado do Projeto Turismo Receptivo na Fortaleza de São José da Ponta Grossa, coordenado pelo IFSC.O Projeto Turismo Receptivo na Fortaleza de São José da Ponta Grossa não pode ser feito presencialmente desde o ano passado, devido à pandemia da Covid-19. Mas a ação começou de forma presencial há três anos. Em 2018 e 2019, alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo do Campus Florianópolis-Continente, do IFSC, guiaram mais de 3,8 mil visitantes pela fortaleza. A maioria desse público saiu muito satisfeito do passeio. Este ano, o projeto – que é coordenado pela professora Maria Helena Alemany Soares – deve ganhar uma outra versão virtual, contando dessa vez detalhes sobre a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones.
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Inscrições abertas para curso sobre ferramentas textuais aplicadas a artigo científico, relatório e TCC
O Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abriu inscrições para o Curso sobre Recursos Textuais aplicados aos gêneros artigo científico, relatório e TCC. As aulas têm início em 10 de agosto de 2021.
Serão abordados os seguintes tópicos: Estudo teórico e aplicado da leitura e produção textual de artigos científicos, TCC e Relatórios. Estrutura textual. Normas da ABNT. Aspectos linguísticos, discursivos, estruturais e situacionais dos gêneros textuais artigo científico, TCC e relatório e suas subseções. Meios de publicação e circulação textual. Orientação no acesso a sites de pesquisa acadêmica e publicação científica, a questão do plágio acadêmico e orientação na produção escrita destes gêneros textuais acadêmicos. A plataforma Lattes.
Turma 1: 2ªs feiras, das 17h00 às 18h00.
Turma 2: 2ªs feiras, das 19h00 às 20h00.
Turma 3: 3ªs feiras, das 18h00 às 19h00.
Inscrições aqui ou pela página do PIAPE
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CCE disponibiliza versão em Libras do edital da Mostra Expressões
Foi disponibilizada a versão em Libras do edital da Mostra Expressões. A iniciativa receberá trabalhos, em 14 categorias artístico-culturais, de discentes de graduação e pós-graduação do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).A Curadoria do projeto aproveita para esclarecer duas dúvidas frequentes:
1. Qualquer aluno ou aluna do Centro pode se inscrever em qualquer categoria. Por exemplo: discentes do curso de Design podem apresentar trabalho na categoria poesia, assim como alunos de Letras podem apresentar trabalho na categoria curta-metragem ou arte digital.
2. As inscrições em grupo podem reunir discentes de diferentes cursos. Por exemplo: uma equipe pode ser formada por um discente da graduação em Cinema, outro da graduação em Libras e um terceiro da pós em Literatura.
Mais informações pelo e-mail phabio.lopez6619@gmail.com
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Laboratório de Moluscos Marinhos comunica disponibilidade de produtos excedentes para comercialização
O Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM), que integra o Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comunica a disponibilidade de sementes de ostras do pacífico excedentes produzidas por sua unidade de pesquisa, extensão e ensino, situada na Estação de Maricultura Prof. Elpídio Beltrame, na Servidão dos Coroas, nº 503, na Barra da Lagoa, em Florianópolis.
Em atendimento à Portaria Normativa nº 68/2016/GR, de 23 de fevereiro, que regulamenta essa atividade no âmbito da UFSC, torna pública, então, a oferta para comercialização do excedente que não foi aproveitado pelas unidades universitárias.
Encontra-se disponível para venda um lote de 645.000 sementes diploides de ostras do pacífico ao valor de R$ 26,00 o milheiro. O valor do milheiro é baseado no histórico de custos do Laboratório de Moluscos Marinhos e no preço praticado por laboratório privado em Santa Catarina.
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Programa de Pós-graduação em Fungos, Algas e Plantas promove palestra sobre vegetação em montanhas
No dia 23 de julho, sexta-feira, às 13h, a doutora Thuane Bochorny, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), vai dar a palestra “Padrões e processos de diversificação de plantas em montanhas neotropicais” no âmbito dos seminários do Programa de Pós-graduação Biologia de Fungos, Algas e Plantas (PPGFAP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). “Cadeias de montanhas são centros globais de diversidade biológica que abrigam cerca de um terço de todas as espécies terrestres. Esses ambientes fascinam os cientistas há décadas, mas são notoriamente difíceis de explorar e estudar. Nosso conhecimento da distribuição da diversidade de espécies em montanhas é incompleto, assim como nosso entendimento sobre quais são os padrões e processos de diversificação de linhagens nesses ambientes de altitude”, afirma a professora Thuane Bochorny.
A palestra abordará sobre os avanços atuais no conhecimento sobre a diversificação de plantas nas principais cadeias de montanhas neotropicais, por meio de discussões e estudos apresentados sobre o tema. Também será possível acompanhar a palestra pelo YouTube do PPG FAP – UFSC no link https://www.youtube.com/watch?v=9QJzY5hB0MsAcompanhe as mídias do PPG FAP para ficar sabendo das próximas palestras:
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