Calendário de Eventos UFSC

abr
29
qua
Exposição: “AuMiautografias”
abr 29@7:00 – 22:00

O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.

A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.

Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Olhar da medusa” do artista Gavina
abr 29@7:30 – 22:00

O espaço expositivo Salão Circulação da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 30 de abril , a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.

Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.

Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Exposição: “Pedaços da violência”
abr 29@7:30 – 22:00

O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.

Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.

Júlia Steffen (1996), natural de Florianópolis, é artista, designer e produtora cultural.  É Mestra em Design pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduada em Design pela UFSC. Como artista visual, desenvolve estudos e projetos sobre o feminino em diversas áreas, como a escrita, colagem, audiovisual, desenho e pintura. Suas últimas exposições individuais foram “A Marca é Para Sempre” (2023), na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti e “100 mulheres – 5 perguntas”, na Reitoria da UFSC (2023), em Florianópolis. Nos últimos anos, foi contemplada com os seguintes prêmios: Edital Circuito Catarinense de Cultura 2024 com o projeto “Filhos da Violência”; Prêmio de Mérito Cultural SC – Edição Especial Lei Paulo Gustavo 2023; Prêmio de Incentivo à Cultura Elisabete Anderle – Edição 2022 com o projeto “Da dor à luta: histórias de mulheres sobreviventes da violência” e pelo Edital Aldir Blanc do Estado de Santa Catarina 2021 com o projeto “100 mulheres – 5 perguntas”.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
abr 29@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

abr
30
qui
Exposição ‘Olhar para além do isolamento’
abr 30@7:00 – 13:00

A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.

A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.

Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

 

 

Exposição: “AuMiautografias”
abr 30@7:00 – 22:00

O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.

A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.

Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Olhar da medusa” do artista Gavina
abr 30@7:30 – 22:00

O espaço expositivo Salão Circulação da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 30 de abril , a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.

Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.

Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Exposição: “Pedaços da violência”
abr 30@7:30 – 22:00

O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.

Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.

Júlia Steffen (1996), natural de Florianópolis, é artista, designer e produtora cultural.  É Mestra em Design pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduada em Design pela UFSC. Como artista visual, desenvolve estudos e projetos sobre o feminino em diversas áreas, como a escrita, colagem, audiovisual, desenho e pintura. Suas últimas exposições individuais foram “A Marca é Para Sempre” (2023), na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti e “100 mulheres – 5 perguntas”, na Reitoria da UFSC (2023), em Florianópolis. Nos últimos anos, foi contemplada com os seguintes prêmios: Edital Circuito Catarinense de Cultura 2024 com o projeto “Filhos da Violência”; Prêmio de Mérito Cultural SC – Edição Especial Lei Paulo Gustavo 2023; Prêmio de Incentivo à Cultura Elisabete Anderle – Edição 2022 com o projeto “Da dor à luta: histórias de mulheres sobreviventes da violência” e pelo Edital Aldir Blanc do Estado de Santa Catarina 2021 com o projeto “100 mulheres – 5 perguntas”.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
abr 30@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
5
ter
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 5@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
8
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Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 8@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
12
ter
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 12@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
15
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Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 15@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
19
ter
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 19@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
22
sex
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 22@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
26
ter
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 26@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
27
qua
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 27@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
28
qui
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 28@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

maio
29
sex
Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
maio 29@7:30 – 22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.