
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.


