UFSC na mídia: cineasta fala sobre prêmio em Cannes

11/06/2019 16:59

A cineasta Nina Kopko foi entrevistada pelo G1. Formada em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a cineasta atuou como diretora-assistente do filme “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, vencedor do prêmio de melhor filme na mostra “Um certo olhar” (Un certain regard), principal festival paralelo de cinema de Cannes. Nina foi também a responsável pela sugestão de adaptação do livro homônimo de Martha Batalha para o cinema. Confira o texto completo aqui.

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UFSC na mídia: professor do CCA fala sobre o trigo e a evolução humana em entrevista à ‘BBC News Brasil’

30/05/2019 16:55

O professor Juliano De Dea Lindner do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi um dos entrevistados pela BBC News Brasil na matéria “Como o trigo ‘domesticou’ a humanidade – e vice-versa”. Lindner falou sobre a relação da evolução humana com o trigo. Confira o texto completo aqui.

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UFSC na mídia: ‘Le Monde Diplomatique Brasil’ publica artigo de professora da UFSC

28/05/2019 12:56

O jornal “Le Monde Diplomatique Brasil” publicou o artigo “Por que não a Filosofia?” da professora Franciele Bete Petry, do Departamento de Filosofia (UFSC), sobre o lugar da Filosofia no Brasil baseado nos contextos em que as teorias apareceram, “quais foram os projetos de nação a que elas serviram, quais interesses elas atenderam, com quais valores se comprometeram”.

Confira o texto.

 

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UFSC na mídia: ‘Folha de São Paulo’ publica artigo de professor da UFSC

11/02/2019 09:02

O jornal “Folha de São Paulo” publicou o artigo “Sertão de Guimarães Rosa pode ser visto como laboratório da condição humana,” do professor Berthold Zilly, do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (UFSC), sobre como o romance é considerado uma revelação do potencial expressivo da língua portuguesa.

Confira o texto.

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UFSC na mídia: Estado de S.Paulo publica resenha de peça traduzida por aluna da UFSC

14/01/2019 13:06

No sábado, dia 12 de janeiro, o jornal O Estado de S.Paulo publicou uma resenha de autoria do poeta e ensaísta Sérgio Medeiros sobre “A Armadilha de Medusa”, peça de Erik Satie traduzida pela primeira vez no Brasil pela estudante de doutorado da Pós-graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGET/UFSC), Marina Bento Veshagem. 

A tradução, lançada em novembro durante o III Seminário de Escrita Dramática, no Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC, tornou acessível uma obra de grande relevância no cenário do século XX, considerada precursora do teatro dadaísta, do surrealismo e do teatro do absurdo.

Confira a resenha completa a seguir ou por meio do endereço eletrônico https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,peca-do-musico-erik-satie-e-traduzida-pela-primeira-vez-no-brasil,70002674843.

 

Peça do músico Erik Satie é traduzida pela primeira vez no Brasil
Autor de ‘A Armadilha de Medusa’ foi considerado um precursor do dadaísmo e do surrealismo

Sérgio Medeiros*, Especial para o Estado
12 Janeiro 2019 | 16h00

Encenação da peça ‘A Armadilha de Medusa’, de Erik Satie, na Alemanha Foto: SONORE WANDBEHÄNG. Disponível em https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,peca-do-musico-erik-satie-e-traduzida-pela-primeira-vez-no-brasil,70002674843.

Grande intérprete da obra para piano de Erik Satie (1866-1925), Jean-Pierre Armengaud, também renomado musicólogo, dedicou um estudo de fôlego ao conjunto das criações musicais desse irreverente mestre francês, que realizou uma das mais significativas revoluções estéticas do século 20, tendo influenciado, entre outros compositores, John Cage e Gilberto Mendes, que viram nele um precursor do dadaísmo e do surrealismo. Sobre a “comédia lírica em um ato do Sr. Erik Satie com música de dança do mesmo senhor”, que acaba de ser publicada no Brasil sob o título A Armadilha de Medusa, em tradução de Marina Bento Veshagem, pesquisadora do programa de pós-graduação em estudos da tradução da UFSC, Armengaud afirmou que se tratava de um “objeto” aparentemente inclassificável, o qual ele próprio não conseguiria definir.

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UFSC na mídia: UFSC revela que havia estrutura de espionagem durante a ditadura militar

15/05/2018 11:29

Relatório que vai ser divulgado pela Comissão da Verdade da Universidade Federal de Santa Catarina mostra que havia uma estrutura de espionagem montada dentro da própria universidade contra estudantes e professores durante os anos de chumbo.

Assista à íntegra da matéria produzida pelo programa ‘Estudio I’ (GloboNews).

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/

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UFSC na mídia: Orestes Estevan Alarcon fala sobre veleiro pioneiro na exploração dos oceanos

08/05/2018 11:48

O professor Orestes Estevan Alarcon é engenheiro e um dos idealizadores de uma iniciativa inovadora que pode mudar completamente a maneira como ocorrem pesquisas nos oceanos brasileiros. É neste contexto que a Universidade Federal de Santa Catarina desenvolveu um veleiro de Expedições Científicas e Oceanográficas, o Veleiro ECO.

Assista à entrevista na íntegra.

Fonte: http://novotempo.com/

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UFSC na Mídia: UFSC Blumenau atende alunos que se prepararam para Olimpíada de Matemática

12/04/2018 10:32

A RICTV Record Santa Catarina fez uma matéria com a UFSC Blumenau, veiculada na última terça-feira, dia 10. Os professores da UFSC estão oferecendo aulas extras gratuitas a estudantes da rede pública e privada para ajudá-los a se preparar para a Olimpíada Brasileira de Matemática.

Confira a matéria abaixo.

 

 

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UFSC na mídia: Agressões aos aquíferos Guarani e Serra Geral são documentadas e divulgadas pela TV UFSC

20/02/2018 09:05

Rocha basáltica localizada na parte superior da escarpa é o afloramento mais evidente do aquífero Serra Geral – Cris Melo/Divulgação/ND

As fotos mostram trechos de mata e campo aberto, pequenos rios, trilhas, cânions, paredões de pedra, vales profundos e cercas que separam propriedades, tudo ornado pela neblina típica da Serra catarinense. Em outras imagens aparecem uma equipe filmando a paisagem agreste, um grupo caminhando próximo a um despenhadeiro, pessoas admirando cachoeiras do tipo “véu de noiva”, gado pastando em cenários de grama e araucárias. É gente de distintas origens e idades que está ali para mostrar onde nascem os rios Pelotas e Canoas, que muitos quilômetros adiante vão formar o Uruguai e correr em direção ao Prata, banhando vilas, cidades e florestas em suas margens.
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UFSC na mídia: Formado pela UFSC, brasileiro é produtor-executivo de filme indicado a 4 Oscars

26/01/2018 12:02

Um ano depois de começar a promover “Me chame pelo seu nome”, no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, o produtor-executivo formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Lourenço Sant’Anna, de 30 anos, colhe os frutos do trabalho. O longa-metragem foi indicado a quatro Oscars, incluindo o de melhor filme, e também concorre em outras premiações.

Lourenço entrou para a segunda turma do curso de cinema da UFSC, no campus de Florianópolis, e se formou em 2009. Ele é de Ribeirão Preto e agora mora em São Paulo, onde trabalha em uma produtora. “Me chame pelo seu nome” estreou nesta quinta-feira (25) em Florianópolis.

“Durante a faculdade, trabalhei em produções locais de Florianópolis, desde o FAM [Florianópolis Audiovisual Mercosul], onde atuei como assistente de produção. Produzi curtas-metragens, documentários e publicidade. Tive uma passagem pela New York University [em intercâmbio pela UFSC], me formei e me mudei para São Paulo”, resume Lourenço sobre sua trajetória da universidade ao mercado de trabalho.

Produção-executiva

“Me chame pelo seu nome” tem vários produtores e produtores-executivos de várias nacionalidades. Lourenço esclarece que seu trabalho envolve “levantar fundos, ajudar na contratação da equipe, discutir o roteiro, discutir o elenco, discutir a locação, ajudar a trazer uma distribuidora para comprar o filme, estratégia de lançamento, festivais”.

Ele iniciou o trabalho no longa-metragem indicado ao Oscar por meio da produtora da qual é funcionário. “A RT Features [de Rodrigo Teixeira, também produtor do longa] decidiu apostar no filme”, disse. Além dela, há uma produtora italiana e uma francesa. “O filme teve dificuldades de financiamento por ser um drama gay, por ser um filme independente. Mas alguns parceiros decidiram arriscar”, diz Lourenço.

Oscar

As indicações ao Oscar estão acima das expectativas dos envolvidos com a produção. “Acho que a gente sempre trabalha pensando no melhor, mas foi além do que todo mundo imaginava. Em Sundance, em janeiro [de 2017], o filme foi muitíssimo bem recebido. Fez uma carreira de festival grande”, conta o produtor-executivo.

Foi no próprio Festival de Sundance, onde promovia outro filme, que Lourenço soube das indicações. “Assisti de lá mesmo, às 6h30, pelo computador. Foi meio que um sonho se realizando, um reconhecimento pelo trabalho. Para a gente é muito importante porque faz com que o filme tenha uma exposição comercial melhor, mais pessoas ficam sabendo dele”, relata.

Além de “Me chame pelo seu nome”, Lourenço também ficou feliz por outra indicação, a da diretora Greta Gerwig, com quem já trabalhou em dois filmes nos quais ela escreveu o roteiro e atuou. Ele foi o produtor-executivo de “Frances Ha” e “Mistress America”. “Essas produções foram fantásticas. Ela é muito talentosa, divertida, honesta. É uma artista muito dedicada, a gente ficou muito contente quando ela foi indicada”, diz Lourenço.

Para quem quiser seguir o mesmo caminho que ele, o conselho é acadêmico e prático: “o curso de cinema é bem importante porque dá uma base geral de todas as áreas do cinema, te faz conhecer a filmografia mundial. Além da academia, a produção mesmo. Começar a produzir com os meios possíveis. Quando eu entrei, o curso estava no segundo ano, não tinha nada de equipamento. Mas conseguimos nos organizar, pegar emprestado de amigos. Tem que ir se aperfeiçoando e entendendo melhor o ofício”.

Além de melhor filme, “Me chame pelo seu nome” foi indicado a melhor ator (Timothée Chalamet), melhor roteiro adaptado (James Ivory) e melhor canção original (“The Mystery of Love”, de Sufjan Stevens).

Reportagem publicada no site G1 Santa Catarina em 25 de janeiro de 2018. Confira aqui.

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UFSC na mídia: pesquisadores estudam alternativa de tratamento contra o câncer

28/09/2017 17:41

Engenheiros mecânicos e médicos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) se juntaram para estudar uma alternativa de tratamento contra o câncer. Os profissionais estão desenvolvendo um tipo de implante com medicamentos que pode substituir a quimioterapia convencional.

A reportagem foi veiculada no Jornal da Record, em 27 de setembro, e pode ser conferida aqui.

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UFSC na mídia: pesquisadores da UFSC criam forma de obter energia solar em placas de cerâmica

29/08/2017 16:07

Foto: Guilherme Hahn.

Uma fachada ventilada, por onde o ar circula e faz trocas térmicas, deixando a temperatura interna mais agradável. No teto, um sistema refletivo, que diminui a absorção do calor, e na parede, a maior novidade de todas: um revestimento cerâmico capaz de acumular os raios solares e transformá-los em energia elétrica. Inédita no Brasil, a pesquisa realizada no campus Araranguá, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), quer criar uma alternativa para a utilização de energia fotovoltaica.

Em uma placa de cerâmica de 60cm x 120cm é adicionado um circuito elétrico no qual são aplicadas as células fotovoltaicas. Esse revestimento é instalado na fachada da casa ou do edifício e, conforme recebe raios solares, gera energia para abastecer o imóvel. O sistema é semelhante a placas ou telhas já existentes no mercado, porém tem o diferencial de ser utilizado também como parte do design. Na casa chamada de planta bioclimática, construída em Araranguá, diversas tecnologias são testadas para buscar eficiência energética.
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UFSC na mídia: Florianópolis concentra o menor número de obesos do país

17/07/2017 17:46

Receita que combina os prazeres da atividade física com uma dieta de poucas restrições está mudando o perfil da população da cidade. De cima ela exibe uma silhueta de dar inveja. Explore suas curvas e você vai descobrir por que Florianópolis é uma das cidades com melhor qualidade de vida do país.

Quem vê o gerente comercial Matheus Ricardo Almeida enchendo o carrinho de frutas e verduras não imagina, mas no último ano ele venceu uma prova daquelas. Matheus perdeu 43 quilos em 11 meses. Ele ajudou Florianópolis a alcançar uma proeza e tanto: a capital concentra o menor número de obesos do Brasil. A largada, para Matheus, foi abandonar a rotina de comida e bebidas industrializadas.

O biólogo Alex Rafacho, da Universidade Federal de Santa Catarina, pesquisou os efeitos do consumo excessivo de alimentos industrializados. O tipo de adoçante usado para realçar o sabor vira gordura e a maior parte dela vai parar direto na barriga. A pesquisa também revelou os efeitos de uma combinação bombástica: comer mal e viver estressado engorda ainda mais. Essa gordura acumulada na barriga também pode aumentar a fome.

Era assim com Matheus. Quanto mais ele comia, mais sentia vontade de comer. Foi aí que Ana Carmem Pintarelli entrou em cena. A mulher de Matheus descobriu o poder dos ingredientes de baixo e moderado índice glicêmico. São alimentos que ajudam a controlar a glicemia, o nível de açúcar no sangue. E o melhor de tudo: “Reduz a fome, principalmente pela questão da quantidade de fibras que tem nestes alimentos”, afirma Brunna Boaventura, professora de Nutrição da UFSC.

O vídeo da reportagem está disponível aqui.

Reportagem veiculada no Globo Repórter em 14 de julho de 2017.

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UFSC na mídia: Escola do Mar e UFSC promovem ações para preservar animais marinhos

16/06/2017 15:43

A Escola do Mar, projeto da Secretaria de Educação de Florianópolis, participa da Jornada, que acontece esta semana, sobre Acidificação dos Oceanos. O evento, que discute as origens e as conseqüências do aumento da acidez nas águas, foca também na compreensão dos problemas globais associados ao oceano, como a sobrepesca e a deficiência de estratégia de conservação. Estes temas estão sendo debatidos igualmente na ONU, Organização das Nações Unidas, para promover um desenvolvimento sustável.

No último sábado, numa atividade da Escola do Mar e do curso de Oceanografia da UFSC, universitários e professores receberam a comunidade para divulgar os temas da Jornada e quantificar o lixo flutuante. A bordo do barco-escola, utilizado pela Escola do Mar, também foram coletadas amostras de água e de sedimentos da Baía Norte para análise dos contaminantes derivados de petróleo e provenientes do uso de remédios (como hormônios das pílulas e os anti-inflamatórios), que são liberados no ambiente pelos esgotos domésticos.
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UFSC na mídia: equipe da UFSC vence concurso Engenheiro Cervejeiro com Imperial Stout

16/06/2017 14:07

Os estudantes João Luiz Mendes Lima Moretto, do curso de Engenharia de Alimentos, e Suzi Anne Timmermann, do curso de Engenharia Química, ambos da UFSC, foram os vencedores do 1º Concurso Engenheiro Cervejeiro com a cerveja do estilo Imperial Stout. Promovido pelo CREA-SC, sob a coordenação da Câmara Especializada de Engenharia Química (CEEQ), o concurso selecionou a melhor cerveja produzida pelos estudantes de Engenharia Química, Engenharia de Alimentos e Agronomia das universidades catarinenses cadastradas no Conselho.

Ao todo 30 equipes se inscreveram, sendo que 22 cumpriram os requisitos publicados no edital do concurso e tiveram seus trabalhos avaliados no dia 3 de junho. A premiação aconteceu durante a Reunião Plenária nº 855 do CREA-SC.

A equipe vencedora foi premiada com a produção da sua cerveja na Armada Cervejeira, com um curso de formação na Escola Superior de Cerveja e Malte, material cervejeiro da Master Brau Soluções Cervejarias e o troféu caneco produzido pela Cristal Blumenau.

1º UFSC – Engenharia Química e Engenharia de Alimentos – Florianópolis

Professora: Débora De Oliveira

Alunos: João Luiz Mendes Lima Moretto e Suzi Anne Timmermann

Cerveja: Imperial Stout

2º – Universidade do Oeste De Santa Catarina – Unoesc – Engenharia De Alimentos – São Miguel Do Oeste

Professora: Eliane Maria De Carli

Alunos: Geovane Carlos Moreira e Mickaela Andressa Herbert

Cerveja: Stout

3º – Faculdade Satc – Engenharia Química – Criciúma

Professor (a): Carolina Resmini Melo Marques

Alunos: Schaiane Langer Junkes e Daniel Dassoler

Cerveja: Stout

4º – Unesc – Engenharia Química – Criciúma

Professor: Antonio Cleber Gonçalves Junior

Alunos: Suellen Marinela Pereira Onguene e Afonso Bonga Machado

Cerveja: Porte

5º – Uniarp -Universidade Alto Vale Do Rio Do Peixe – Agronomia – Caçador

Professora: Angela Cristina Paviani

Alunos: Alex Sandro Cavalheiro Amaral e Cicero Jose Moreira De Oliveira

Cerveja: Weiss

Matéria publicada no site da Adjori-SC.

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UFSC na mídia: universidade começa a estudar desenvolvimento de prótese de voz no Brasil

29/05/2017 11:25

A pesquisa começou em fevereiro deste ano, mas promete um grande avanço para a saúde brasileira. O estudo para o desenvolvimento de novo modelo de prótese de voz (válvula traqueoesofágica), o único no Brasil, começou a ser feito pelo Laboratório de Vibrações e Acústica do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC, coordenado pelo professor Andrey Ricardo da Silva. Ele explica que a ideia surgiu há dois anos, quando a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) lançou o edital Viver sem Limite, que estimula estudos para a criação de novas tecnologias para auxiliar pessoas com cuidados especiais.
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UFSC na mídia: Centro de Eventos é um dos melhores espaços para shows de Florianópolis

17/05/2017 11:32

Foto: Acervo Agecom/UFSC

Desde setembro do ano passado, quando voltou a ser palco para eventos abertos à comunidade em geral e não só a acadêmica, o Centro de Cultura e Eventos (CCE) da UFSC tem sediado espetáculos de grande porte em Florianópolis: Sandy, Ney Matogrosso, Maria Rita, Diogo Nogueira, por exemplo. Com capacidade para 1.371 mil pessoas, quase 500 a mais que o Teatro Ademir Rosa (CIC) — um dos maiores do Estado —, o CCE retoma o posto de importante equipamento cultural de Santa Catarina.

Inaugurado em 2004, foi a partir de 2008 que o local passou a ser palco não só para eventos universitários, mas também culturais e abertos ao público. Entre 2012 e 2016, na gestão da ex-reitora Roselane Neckel, o espaço ficou restrito novamente às atividades acadêmicas — e não sem polêmica entre os produtores culturais e o próprio público da cidade, já que à época o teatro do CIC ainda estava fechado e Florianópolis ficou carente de locais para shows. Com a gestão do atual reitor, Luís Carlos Cancellier, a partir de maio de 2016, a agenda foi retomada.
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UFSC na Mídia: O outro argentino – Antologia e filme lançam luz sobre Di Benedetto

06/03/2017 11:30

Nome maioral das letras argentinas no século 20, Antonio Di Benedetto retorna aos holofotes com a tradução para o inglês de “Zama”, simultaneamente levado às telas pela premiada Lucrecia Martel. Além disso, volume de não ficção contrasta sua euforia no começo da carreira com a depressão após a prisão e o exílio.

No dia 15 de janeiro de 1944, a capital da província argentina de San Juan, próxima à fronteira com o Chile, sofreu um terremoto que destruiu 80% de seu casario e matou quase 15 mil pessoas. Apesar de sua proporção, a tragédia foi pouco documentada por causa da distância geográfica em relação a Buenos Aires e devido à precariedade dos meios de comunicação da época.

Quando a notícia chegou a Mendoza, município mais rico e com mais recursos daquela região (Cuyo), um repórter de 22 anos do jornal “La Libertad” viajou até a cidade em escombros.

A visão que teve ali marcaria sua vida e sua obra para sempre. “Os cadáveres recuperados pareciam conservar os gestos da defesa instintiva de seus últimos momentos. Uns tinham as mãos na cabeça, outros estavam encolhidos, como se tivessem tentado se proteger enquanto um muro caía sobre eles”, conta.

Entre as descrições de cenas como esta, fazia questão de publicar os nomes das vítimas. “É preciso que se conheça quem foram essas pessoas em vida”, escrevia Antonio Di Benedetto (1922-86), que, antes de se transformar em um dos autores mais importantes da Argentina no século 20, havia declarado sua obsessão pelo jornalismo, ofício ao qual devotou 43 anos.

Pouco conhecido no Brasil, Di Benedetto é autor de um clássico da literatura latino-americana, “Zama” (1956), recém-elogiado pelo Nobel J.M. Coetzee na “New York Review of Books” por ocasião de sua tardia tradução ao inglês.

A adaptação do romance para o cinema estreia em junho no circuito argentino. À frente dela está a premiada Lucrecia Martel (“O Pântano”), que dirige aqui um elenco internacional, capitaneado por atores como Daniel Giménez Cacho (México) e Matheus Nachtergaele (Brasil).

Paralelamente, acaba de sair na Argentina o volume “Escritos Periodísticos 1943-1986” (ed. Adriana Hidalgo), que traz a faceta menos conhecida do ficcionista, mas à qual ele próprio deu mais valor e dedicou mais tempo de vida: o jornalismo.

O volume traz coberturas de eventos regionais –caso do terrível terremoto de San Juan–, de festivais de cinema na Europa, de eleições em países da América Latina e do golpe militar na Bolívia em 1964.

Também estão no livro relatos sobre palestras de Jean-Paul Sartre e Eugène Ionesco que Di Benedetto viu em Paris e uma das últimas entrevistas que Julio Cortázar (1914-84), então vivendo na França, deu na Argentina.

A organizadora da obra, Liliana Reales, argentina que dá aulas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), diz que o jornalismo sempre foi o território de Di Benedetto, o mirante a partir do qual ele observava o mundo: “Ele dizia que havia perseverado para conseguir ser jornalista e continuar sendo jornalista. Seu texto tem um estilo particular, do cronista, mas é preciso nos dados e dotado de muito cuidado narrativo. Com o tempo vai ganhando em síntese, fica mais econômico, e isso se reflete nos romances”.

ROMANCISTA

O romance “Zama” (que saiu no Brasil pela Globo em 2006) deu ao autor projeção internacional, ao mesmo tempo em que, na Argentina, ajudou a fortalecer a literatura produzida fora do grande centro, Buenos Aires. Os autores principais dessa corrente no século 20 foram Di Benedetto e Juan José Saer (1937-2005), nascido em Santa Fe e que se radicou em Paris.

Para o crítico literário Carlos Gamerro, “Di Benedetto e Saer se parecem por escrever sem passar por Buenos Aires, nem física nem mentalmente. Em suas principais obras, ‘Zama’ e ‘O Enteado’ (ed. Iluminuras), recriam o período da conquista e da colonização hispânica da América, propondo sua própria versão do homem espanhol americano em formação”.

“Zama” se passa em 1790 e conta a história de Don Diego de Zama, um administrador da Coroa espanhola enviado aos confins do então chamado Vice-Reinado do Rio da Prata, a um território que hoje corresponde ao interior do Paraguai. As preocupações de Zama giram em torno dos anseios de uma improvável promoção –já que ele é um “criollo” (espanhol nascido nas Américas), segmento em geral preterido na ocupação de altos postos– e de um reencontro com a mulher, que ficou na capital.

Enquanto isso, leva uma vida pontuada por tormentos, agindo de maneira promíscua e refletindo sobre o deserto que era, naquele período, essa parte do continente.

“Até para ele [Zama], falta realidade à América. É uma terra plana e em cuja vastidão ele se sente perdido”, descreve Coetzee em sua resenha, publicada em janeiro na “New York Review of Books”.

A ideia de “deserto” povoa o imaginário cultural e histórico da Argentina desde o século 19, quando havia a utopia de levar a dita “civilização” ocidental até os confins de um país imenso, em sua maioria desabitado ou povoado por indígenas.

Para Reales, o “deserto” de Di Benedetto, presente em “Zama”, faz deste livro “parente de obras como ‘Pedro Páramo’, do mexicano Juan Rulfo, e ‘Grande Sertão: Veredas’, do brasileiro Guimarães Rosa”.

Gamerro leva o paralelo ainda mais longe. “Eu inscrevo Di Benedetto diretamente na literatura mundial. ‘Zama’ é um dos grandes relatos sobre a espera, comparável a ‘O Castelo’, de Kafka, a ‘Esperando Godot’, de Beckett, ou a ‘Ninguém Escreve ao Coronel’, de García Márquez.”

Ainda que lançada mais de 60 anos depois de o original ter sido escrito, a tradução de “Zama” ao inglês sem dúvida reforça a vocação universal do autor. Depois da história do oficial da Coroa espanhola, sairão nos EUA dois outros livros-chave dele, “El Silenciero” (1964) e “Los Suicidas” (1969).

BIOGRAFIA INFELIZ

Ler os escritos jornalísticos de Di Benedetto em seu princípio de carreira é se defrontar com um homem feliz com seu ofício. Nota-se ali a volúpia de reportar quase tudo o que vivia, dos fatos em si às expressões e gestos das pessoas com quem interagia. Ele também nutria gosto por viagens e por conhecer pessoas. As páginas traem ainda certa vaidade intelectual.

Sua felicidade, porém, teve fim num episódio bem específico. Em 24 de março de 1976, horas depois de uma junta militar dar um golpe e tirar do poder a presidente Isabel Perón, iniciando uma ditadura que duraria até 1983, o jornal “Los Andes” foi invadido por agentes da repressão.

À época, Di Benedetto era o diretor de Redação do diário, então o principal da região de Cuyo. O escritor não exercia militância política e não participava de organizações clandestinas; sua prisão até hoje não foi bem explicada.

“Naquele momento de começo da ditadura, os militares não foram atrás apenas de militantes mas também de artistas, intelectuais e jornalistas – qualquer um que estivesse numa posição em que pudesse questionar o regime. E Di Benedetto era uma figura de relevo, dirigindo um jornal importantíssimo”, explica Reales.

O escritor foi levado para um dos centros de detenção mais temidos do período, em La Plata, de onde também saíam os chamados “voos da morte”, durante os quais prisioneiros sedados e com pedras atadas aos pés eram atirados de aviões militares no rio da Prata, sem possibilidade física de reação.

Di Benedetto esteve nessa prisão por 17 meses e dez dias, período em que foi torturado e passou por pelo menos quatro simulações de execução. Do lado de fora, vários intelectuais, como Victoria Ocampo, Ernesto Sabato, Jorge Luis Borges e o Nobel alemão Heinrich Böll, faziam repetidos pedidos por sua liberação. A pressão foi tanta, de dentro e de fora do país, que os generais o liberaram sob a condição de que deixasse imediatamente a Argentina.

O escritor foi para a Europa e se instalou na Espanha. “Ele viveu na pobreza no exílio, além de andar sempre deprimido. O desterro tirou tudo dele: a vida que tinha, seus contatos, a possibilidade de transmitir, reportar as coisas –tudo o que o fazia feliz”, conta Reales. Sobreviveu graças a pequenos pagamentos por conferências, a colaborações para algumas publicações e à ajuda de amigos.

Quando a ditadura terminou, Di Benedetto voltou à Argentina e decidiu ficar em Buenos Aires, por considerar que seria mais fácil reconstruir sua carreira a partir dali. Mas a estratégia não funcionou. Apesar do reconhecimento tardio, dos prêmios e da atenção midiática, sentia-se mal o tempo todo e dizia isso a autores jovens que o procuravam, amigos e familiares.

“Não houve um verdadeiro retorno. Tudo o que a prisão e, depois, o desterro tiraram dele foi irrecuperável, fragilizou-o”, acrescenta Reales.

Nas entrevistas finais, que também integram a compilação, Di Benedetto dizia que não aguentava mais ter pesadelos e que os tratamentos pelos quais passava eram inócuos.

“Desde que cheguei a Buenos Aires, os pesadelos se sucedem de maneira maníaca, terrível. Acordo empapado em suor, gritando, com taquicardia. Te peço que falemos de outro assunto. Estou quebrado e a ponto de chorar”, disse a um jornalista do diário “Clarín”, poucos dias antes de morrer, em 10 de outubro de 1986.

Texto: Sylvia Colombo.

Fonte: Folha de São Paulo.

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UFSC na Mídia: Curta pensado no Neti, da UFSC, fala sobre adoção, deficiência e amor

27/08/2016 12:06

 

(Foto: Daniel Queiroz/ND)

(Foto: Daniel Queiroz/ND)

Mônica Siedler fez seu primeiro roteiro baseado na história real que vive com a filha de 28 anos

A socióloga do Neti (Núcleo de Estudos da Terceira Idade), da UFSC, e coordenadora do projeto Cinedebate em Gerontologia, Mônica Joesting Siedler, 60, está colocando em prática o primeiro roteiro de cinema da sua vida, e para ela em particular, ele tem um peso especial.

O curta-metragem “Ana e Gerth”, previsto para ser lançado até outubro, contará a história de duas amigas que se reencontraram depois de muitos anos. A própria roteirista e a amiga Maslova Maragno interpretam as personagens. A história tem muito em comum com a própria história de vida de Mônica e sua filha Natalia Siedler, 28, diagnosticada como autista. No filme, uma delas conta que deu a filha para a adoção, enquanto a outra diz ter adotado uma menina autista.  Ambas nasceram no mesmo dia, e nesse momento existe a dúvida e a possibilidade de serem mães adotiva e biológica da mesma jovem.

Na vida real, Natalia é filha biológica de Mônica, porém, no filme, ela vive o dilema entre as mães. “Me preocupo muito em discutir a deficiência de uma maneira mais normal, incluída, que fosse parte do dia a dia. Acho que a deficiência tem que ser colocada pelos pais, como coisa do cotidiano. Eu optei por falar da adoção, porque é uma escolha, e a deficiência também é algo que eu escolho tratar bem, é algo que acontece na vida das pessoas”, afirma a idealizadora do projeto. 

A história tem supervisão e apoio do cineasta Zeca Nunes Pires, direção de Irene Baldacin, e realização do Neti e TV UFSC. As gravações aconteceram em duas partes: uma ao final de julho, no Mercado Sehat, no Campeche, e a outra no dia 11 deste mês, na Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) de Florianópolis. Natalia, que participa de duas cenas, recebe atendimento na Apae há 15 anos, e para a instituição o curta é interessante para abrir os olhos da população. “Muitas pessoas não tem entendimento de qual é o trabalho da Apae, do que atende, e mais que isso, sobre o que é deficiência, e o entendimento de que antes da deficiência vem uma pessoa”, explica Rafael Bischoff, coordenador pedagógico.

A associação lida especificamente com deficiências intelectuais, porém, grande parte delas vem acompanhada de uma síndrome, ou do TEA (Transtorno Espectro Autista). No local, eles trabalham a educação profissional e a estimulação essencial, que inclui a motora e a cognitiva, porém, entre esses alunos, ainda tem os que ficarão por anos na associação, por estarem em um grau mais avançado da deficiência.

Participações voluntárias

Nas gravações, cerca de 60 alunos, entre crianças e adultos do centro de convivência, participaram do curta-metragem. “A ideia não é mostrar a deficiência só como a síndrome de Down, tem outras, mas tem que ser mais falado e mais discutido para ser melhor inserido na sociedade”, diz Mônica. Zeca já havia trabalhado com a Apae, com o documentário “Aplausos”, em 2011. “Estou fazendo esse trabalho espontaneamente, como colaborador, para que ganhe cara de filme mesmo, com cortes. Esse exercício de estar dentro da Apae é muito interessante. É a universidade fazendo o seu papel com a comunidade. Eu faço de coração porque gosto muito do trabalho deles”, afirmou o cineasta.

Os últimos takes contaram com a participação do contador de histórias e ex-aluno do Neti, Nestor José Rech, 63, como um contador mesmo. Ele já havia feito participações em propagandas, mas nada com o clima de cinema. Para ele, foi uma experiência diferente. “Não me preocupei com as câmeras, mas acho que é diferente estar contando uma história para os deficientes, pois eles reagem, às vezes dão gritos, e eu não posso perder a linha de pensamento, além disso, preciso sentir o que está chamando mais atenção deles na brincadeira”, afirma Nestor. 

Irene Baldacin estava fora da área do cinema há dez anos, mas diz que o projeto é um recomeço para ela. “Não tinha trabalhado ainda com público especial, mas participei da construção do roteiro, fiz a produção, e o apoio do Zeca é fundamental, da uma segurança muito grande”, afirma a diretora, que entrará agora na fase de edição e garante que há imagens suficientes para uma boa edição.

 

Fonte: Karin Barros, Jornal Notícias do Dia, 24/08/2016

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UFSC na mídia: UFSC elabora pesquisa para entender como os estudantes se deslocam até a universidade

25/04/2016 15:36

Por dia, mais de 50 mil pessoas passam pelo campus da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) em Florianópolis. Para saber de onde vêm e como chegam à universidade essas pessoas, uma equipe do DPAE (Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia) da UFSC faz uma pesquisa para traçar o perfil do público que entra e sai o tempo todo da campus da Trindade. A primeira etapa do trabalho terminará ainda este ano. Na sequência, a intenção do grupo do DPAE é tirar do papel projetos para melhorar a mobilidade local, como o da ciclovia com mais de dez quilômetros no entorno e dentro do campus, e o do bicicletário com chuveiros, café e oficina para pequenos reparos.

Os estudos começaram há duas semanas e seguem até dezembro. Neste primeiro momento, os pesquisadores fazem a contagem nos pontos de ônibus e entrevistam usuários do transporte coletivo para saber de onde eles vêm e qual o tempo gasto com deslocamento. O mesmo questionário, nesta etapa, também contempla os ciclistas.

Para responder aos questionamentos, a comunidade acadêmica e os demais frequentadores do campus podem acessar o site do DPAE e responder a enquete “Como você vai para a UFSC?”. No mesmo link está o acesso para as perguntas no Facebook. “A pesquisa é muito importante para traçarmos o perfil dos usuários de bicicleta, ônibus, motocicletas e automóveis. Não é necessária a identificação da pessoa”, disse a coordenadora de planejamento do DPAE, Camila Poeta Magrich. A contagem dos bicicletários existentes no campus também está em andamento.
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UFSC na mídia: UFSC Joinville terá projeto apoiado pelo Fundo Newton e pela Fapesc

29/02/2016 08:12

Um projeto no setor ferroviário submetido por pesquisadores da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), campus Joinville, em parceria com a Universidade de Newcastle. Este e outros cinco projetos de Santa Catarina foram selecionados por meio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) em edital internacional no âmbito do Fundo Newton. A chamada Fellowships, Research Mobility and Young Investigator foi lançada em 2015 pelo Research Council do Reino Unido, em parceria com o CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa).

Intitulado “Um método sistemático para a concepção de serviços ferroviários para ferrovias regionais, incorporando transferência e aplicação de novas tecnologias para o transporte de passageiros e carga”, o estudo tem o objetivo de iniciar e estabelecer uma parceria de longa duração em pesquisa ferroviária entre a Universidade de Newcastle e a UFSC Joinville.
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