Exposição: ‘As Aves-do-terror do Cenozóico Brasileiro’

23/09/2026 10:44
Quando:
1 de outubro de 2026@7:30 – 22:00
2026-10-01T07:30:00-03:00
2026-10-01T22:00:00-03:00
Onde:
Janela da Arte
Biblioteca Central da UFSC
Custo
Grátis
Contato:
BU/UFSC Exposições
(48) 99123-9034

A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina recebe, de 1º a 30 de outubro, na Janela da Arte, a exposição As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro, do artista e estudante de Ciências Biológicas Arthur Baggio. A mostra é gratuita e aberta à comunidade. A exposição apresenta uma coleção de obras de paleoarte inspiradas nas Phorusrhacidae, família de aves já extintas que viveu na América do Sul durante o período  Cenozóico, entre aproximadamente 50 e 15 milhões de anos atrás.

Conhecidas popularmente como aves-do-terror, essas aves chamam a atenção pelo tamanho e pelas características de seus crânios, que possuíam bicos grandes e curvados. Não voadoras e carnívoras, elas ocuparam o topo das cadeias alimentares em diferentes períodos da história da América do Sul, após a extinção dos dinossauros não avianos.

Nas obras expostas, Arthur Baggio reconstrói artisticamente algumas espécies do grupo a partir de referências paleontológicas, utilizando materiais como lápis, caneta e tinta guache. As ilustrações procuram representar esses animais em seus ambientes naturais, contribuindo para aproximar o público da paleontologia por meio da arte.

Sobre o artista

Natural do Rio Grande do Sul, Arthur Baggio desenvolveu desde a infância o interesse pela natureza e pela diversidade de formas de vida. O contato com os campos e riachos do Sul do Brasil despertou inicialmente sua curiosidade pelos animais atuais, que passaram a ser representados em seus desenhos. Com o tempo, o interesse se estendeu aos animais extintos, conhecidos por meio de livros e documentários.

Atualmente, Baggio cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e dedica-se à divulgação da paleontologia, área de maior interesse dentro de sua formação.  Para o artista, a produção visual atua como complemento à pesquisa e à divulgação científica, aproximando a arte e o conhecimento sobre a vida no passado da Terra.