UFSC na mídia – Clipping: 19 de junho de 2012

19/06/2012 12:35
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    Assuntos que você encontrará no clipping de 19/06/2012:
    Sintufsc
    RU / IFSC / Greve
    Estádios solares na Rio+20
    Instituto Ideal / Paula Scheidt / Ricardo Ruther
    Pré-vestibular-UFSC / Secretaria de Educação / Roselane Neckel / Raimundo Colombo / Eduardo Deschamps
    Centro de Cultura e Eventos da UFSC / FAM 2012 / Mostra Catarinense
    Guto Pasko / Nara Normande / Mostra Doc-FAM
    Sopa com Letras: uma Noite de Poesia / Pedro Port /Coisas de Maria João
    OAB/SC / Túlio Cavallazzi / João Leonel Machado Pereira
    Curso de Medicina / UFFS / Chapecó / Passo Fundo
    Embriaguez ao volante / Fórum Parlamentar de Combate e Prevenção às Drogas / Polícia Militar /Laboratório de Transportes e Logística da UFSC

As reportagens anteriores podem ser acessadas no Repositório da UFSC. Clique AQUI.

UFSC na mídia – Clipping: 16, 17 e 18 de junho de 2012

18/06/2012 17:01
  • Confira o Clipping dos dias 16 e 17 de junho clicando AQUI!
    Assuntos que você encontrará no clipping de 16 e 17/06/2012:
    Seminário – Biologia – UFSC
    Pré-Vestibular – Secretaria de Educação – Roselane Neckel – Gustavo Kuerten – Guga – Eduardo Deschamps
    FITA 2012 – Circo UdiGrudi – 6º Festival Internacional de Teatro de Animação – Centro de Cultura e Eventos da UFSC
    Curso de Medicina – UFFS – Chapecó
    Centro de Cultura e Eventos da UFSC – FAM 2012 – Curtas Mercosul – Longas Mercosul – La vida Útil – Frederico Vieira
    Interações de afetividade – Carlos Reichenbach – FAM 2011 – CIC – Centro Integrado de Cultura – A Velha dos Fundos – Pablo José Meza
    Janela sul-americana –  Mostra Outros Olhares – Filmes uruguaios
    Nelson Pereira dos Santos
    Do governo dos vivos – Michel Foucault – Nildo Avelino – Ana Paula Bandeira
    Rio + 20 – Projetos catarinenses / Painel alunos escola municipal – Carlito Merss – Univille
    Engenharia de Materiais – André Michel Kehrwald – C-Pack / SC é um estado empreendedor – ACIJ – Associação Empresarial de Joinville – Mario Cezar de Aguiar
     
  • Confira o Clipping do dia 18 de junho clicando AQUI!
    Assuntos que você encontrará no clipping de 18/06/2012:
    Salim Miguel – Tércio da Gama- Livro Fantasia e (é) realidade – 13 textos surreais
    Vestibular – Educação do Campo – Santa Rosa de Lima
    Pré-Vestibular 2012 – Termo de Parceria – UFSC / Secretaria de Educação
    Prêmio Capes 2011 – Medicina – Enfermagem
    FAM 2012 -/ Temática Homossexual no FAM
    MEC  – ENEM / Sisu / Ensino Técnico
    Servidores Federais em Greve
    Institutos Federais oficializam greve nacional
    Eleições municipais Florianópolis – candidato Rodolfo Pinto da Luz
    Plano Diretor de Florianópolis – Ciclovias / Entrevista – Carlos Loch

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Na mídia: Estudo revela que RS lidera ranking nacional de emergência por estiagem

01/06/2012 12:02

Matéria publicada no jornal Zero Hora destaca estudo realizado pelo  Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da UFSC:

Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sobre duas décadas de desastres naturais transforma em números o que os agricultores gaúchos sentem na pele e no bolso. 

O relatório, divulgado pelo Ministério da Integração Nacional, mostra que o Rio Grande do Sul é líder em notificações de situação de emergência: foram 4.924. Destas, 2.643 (64%) por estiagem. São mais de 2,1 milhões de afetados em 457 municípios.


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Tags: desastres naturaisl cepedUFSCUFSC na mídia

Na mídia: Estudantes se mobilizam para manter o pré-vestibular de graça da UFSC

18/05/2012 14:53

Fonte: ClicRBS

 

Uma das metas da nova reitora da Universidade Federal de Santa Catarina, Roselane Neckel, é manter o pré-vestibular gratuito. E a preocupação não é só dela. Estudantes estão mobilizados pela causa e já criaram uma conta no Twitter para pedir apoio do governo estadual. Na manhã desta sexta-feira, o perfil na rede social contava com 123 seguidores.

Entre as mensagens postadas pelos estudantes, são frequentes os pedidos para que o governador Raimundo Colombo aprove o convênio com a UFSC.

Veja algumas mensagens:

— Emerson Lima — @RaimundoColombo @SalvePreDaUFSC pois não há desenvolvimento sem educação de qualidade acessível a todos #AprovaColombo

— Samara Silva —Ensino com qualidade e gratuito só o @prevestufsc tem @RaimundoColombo #APROVACOLOMBO

— Ana Hert — Preparação para o vestibular é indispensável para a educação pública. #APROVACOLOMBO e @SalvePreDaUFSC antes que seja tarde

— Jéssica Cardozo — lembrem-se: UMA ANDORINHA SÓ NÃO FAZ VERÃO! Todos juntos em prol do #APROVACOLOMBO @RaimundoColombo

E entre os apoiadores, o movimento no Twitter ganhou também a participação de Gustavo Kuerten.

“Movimento @SalvePreDaUFSC, mta gente precisa dessa preparação, parece-me uma boa iniciativa em pró da manutenção!! #Apoio”, escreveu Guga.

Realizado anualmente, o primeiro semestre do pré-vestibular de graça já foi perdido. Agora, a tentativa da UFSC é tentar manter a parceria no próximo semestre.

Desde 2008 o projeto contava com o apoio da Secretaria de Estado da Educação e atendeu mais de 5 mil alunos exclusivamente de colégios públicos.

— O governo estadual não quer dar continuidade ao projeto de inclusão social dos cursinhos espalhados por SC, que possibilita estudantes sem condições, inclusive econômicas, de ingressar na UFSC. Não podemos garantir nada enquanto não resolvermos essa parceria — lamenta a reitora Roselane, que afirma ter entre suas metas a inclusão de todas as classes sociais.

Uma das prioridades da reitora é dialogar com o governo estadual, que aplicava R$ 3 milhões por ano no projeto. Além do investimento, Roselane observa que a Secretaria de Educação também apoiava com a infraestrutura das escolas para a realização do curso. Em 2011, a ação foi realizada em 29 cidades, com 31 unidades de ensino e mais de 3,1 mil alunos.

Nos vestibulares para 2012, o Pré-Vestibular da UFSC aprovou 930 dos 1,2 mil concorrentes de escolas públicas que prestaram provas nas instituições públicas de Santa Catarina. O número representou 75% dos ingressos. Na Universidade Federal, das 889 vagas, 641 estudantes vieram do cursinho promovido pelo convênio.

Conforme o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, o governo não participará do convênio no primeiro semestre, pois precisou reorganizar o investimento da pasta por causa dos reajustes da folha de pagamento dos professores. Também citou os gastos na infraestrutura das escolas.

Para tentar manter o projeto, estão previstas negociações envolvendo a UFSC e a Secretaria de Estado da Fazenda.

Tags: Pré-Vestibular

UFSC na mídia: Zeca Pires e o começo de uma estrada internacional

15/05/2012 10:08

Em Lisboa para acompanhar a participação do longa-metragem A Antropóloga no Festival Itinerante de Língua Portuguesa (FESTin), o diretor Zeca Nunes Pires e a produtora Maria Emília de Azevedo destacaram a importância da participação no evento. Eles acreditam que este tenha sido um ponto de partida para uma carreira internacional do filme. (Roni Nunes | Lisboa/Especial DC)

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Tags: A Antropólogaestrada internacionalzeca pires

Na mídia: Falta de infraestrutura de dados espaciais limita pesquisa oceanográfica

19/04/2012 15:23

A inexistência de uma infraestrutura de dados espaciais integrada, aberta e e atualizada está atrapalhando a pesquisa oceanográfica no Brasil, de acordo com o professor Jarbas Bonetti, do Laboratório de Oceanografia Costeira da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A análise foi feita durante o workshop internacional Marine Data Management, realizado na sede da FAPESP nos dias 11 e 12 de abril.

Segundo Bonetti, pela falta de acesso a uma plataforma estruturada, que disponibilize dados de referência com acesso aberto, muitos cientistas e alunos de pós-graduação acabam investindo grande parte de seu tempo de pesquisa na geração de informações básicas, limitando o alcance de seus estudos. De acordo com ele, é preciso criar repositórios unificados de dados.

“Muitos doutorandos gastam boa parte do seu tempo de pesquisa na estruturação de uma base primária de dados. Com frequência, esse esforço não seria necessário, porque os dados já existem, entretanto, estão dispersos, não são interoperáveis, ou não estão disponíveis de forma aberta. Assim, durante anos, o aluno se dedica a um esforço exaustivo e no fim, na fase de interpretação, sobra pouco tempo e energia para que seja possível contribuir de forma efetiva para o avanço do conhecimento por meio de análises mais sofisticadas”, disse Bonetti à Agência FAPESP.

Bonetti analisou o impacto da falta de uma base de dados estruturada a partir de sua própria experiência de pesquisa, em um pós-doutorado realizado no Instituto Francês de Pesquisa para a Exploração do Mar, em Brest (França), entre 2007 e 2008.

No estudo, Bonetti cruzou diversas bases de referência para elaborar um mapa aplicando o conceito de “paisagens marinhas”. Mais tarde, ao tentar replicar o trabalho no Brasil, esbarrou em sérias dificuldades.

“A instituição francesa tinha uma base de dados estruturada, por isso tive muita facilidade em chegar a resultados conclusivos e úteis para os gestores. A maior parte do meu esforço consistiu em desenvolver um arcabouço conceitual e propor uma alternativa metodológica para integrar diversos dados espaciais”, disse.

Dentro do conceito de paisagem marinha, segundo Bonetti, é possível partir de uma série de dados relativamente genéricos – como profundidade, temperatura de fundo, tipo de substrato, penetração da luz e intensidade de correntes – para compreender como a comunidade biológica se organiza em função das características ambientais que dão suporte ao estabelecimento dos diversos habitats.

“Com essa metodologia, a partir de dados relativamente simples, é possível obter um primeiro diagnóstico da estrutura da camada de fundo dos oceanos. Com isso, pode-se otimizar a escolha de locais sensíveis para gestão mais efetiva ou fazer pesquisas mais verticalizadas”, disse.

A partir dos dados básicos que estavam disponíveis na região do Parque Marinho do Iroise, , Bonetti construiu um modelo de paisagens marinhas em uma área do litoral da Bretanha, na França. “Quando terminei o pós-doutorado, fiquei empolgado com os resultados e tinha a perspectiva de replicar o estudo no Brasil, em uma área bastante importante do ponto de vista do sistema brasileiro de unidades de conservação, que é a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, em Santa Catarina”, disse.

No entanto, Bonetti logo percebeu a dificuldade para encontrar no Brasil esse tipo de dados em formato acessível. O cientista teve que se dedicar exaustivamente a levantar dados de referência.

“Dependi de muito trabalho braçal para gerar informações extremamente básicas. Dependi também da colaboração de colegas que cederam dados brutos, a partir do contato com ex-orientandos que  tinham ainda disponíveis suas tabelas originais. Foi preciso aprender muitas coisas secundárias à investigação propriamente dita e gastar um bom tempo que poderia ter sido investido em análises mais profundas”, explicou.

Depois da experiência na França, Bonetti se convenceu de que a estruturação de dados primários em uma base comum e aberta permite que o pesquisador se dedique menos ao esforço de tratamento primário e possa investir mais tempo de pesquisa na análise e desenvolvimento de alternativas para se trabalhar com dados espaciais, buscando estabelecer relações e identificar como diferentes variáveis se comportam de maneira conjunta no espaço.

“Existem dados que têm um caráter mais preciso e específico. Mas me refiro a dados que são primários e fundamentais, como batimetria – os dados relacionados à profundidade”, afirmou. Segundo ele, não há uma base de dados batimétricos aberta disponível online. As cartas náuticas existentes, por exemplo, são disponibilizadas em formato semelhante ao de fotografias digitais e não em formato vetorial, que permitiria seu reprocessamento.

“Quando precisamos desses dados, temos que carregar as cartas náuticas no computador, georreferenciá-las, criar um mosaico e clicar com um mouse em cada um dos pixels que têm valor de profundidade. Isso transforma uma tarefa de dias em um trabalho de semanas ou meses”, afirmou.

As folhas topográficas em escala mais usadas nos projetos de pesquisa oceanográfica associada à plataforma continental interna, segundo Bonetti, baseiam-se em fotografias aéreas da década de 1960, com problemas de articulação – o que gera dificuldades para emendar as linhas de costa de uma carta em outra. Também são escassos os dados de altimetria nas áreas costeiras, fundamentais para quem trabalha na dinâmica de praias e avaliação da suscetibilidade costeira à subida do nível do mar.

“Eventualmente algumas prefeituras têm esses dados, ou alguns grupos fizeram levantamentos desse tipo, mas tudo isso está disperso e é de difícil acesso. Muito do esforço de coleta de dados está associado a projetos de pesquisa individuais. Esses dados acabam ficando muito restritos aos grupos que os produziram e o acesso depende de contatos pessoais”, afirmou.

Outro problema recorrente, segundo Bonetti, é a falta de metadados – as informações que explicam e contextualizam os dados. “Sem os metadados, o dado perde confiança e não pode ser articulado com outros dados semelhantes”, disse.

Bonetti sugere que, para contornar o problema, é fundamental que o poder público invista em programas de pesquisa que tenham continuidade e no qual os serviços de provisão de dados funcionem de maneira regular e eficiente. “Dados de referência como linha de costa, altimetria, batimetria, tipo de fundo e uso do solo precisam estar disponíveis para qualquer cientista ao alcance de um clique”, disse.

Segundo Bonetti, é fundamental também criar uma consciência de que o dado produzido por pesquisas financiadas com dinheiro público precisa ficar publicamente disponível.

“É preciso garantir a propriedade intelectual do dado, dar um tempo de carência para o pesquisador publicá-lo e é preciso estabelecer um padrão comum para que os dados sejam posteriormente comparáveis com outros. Mas o principal é criar uma cultura que veja o dado financiado pelo Estado e pelas agências públicas de fomento como um bem público”, disse.

Fonte: Agência Fapesp

Tags: jarbas bonettioceanografiareserva biológica marinha do arvoredoUFSC

Na mídia: Embraer e USP inauguram centro de engenharia de conforto em aviões. UFSC integra parceria

09/04/2012 16:56

A Embraer e a Universidade de São Paulo (USP) inauguraram no dia 5 de abril, nas dependências da Escola Politécnica (Poli), na capital paulista, o Centro de Engenharia de Conforto (CEC). Construído no âmbito de um projeto realizado pela Embraer com apoio da FAPESP e em parceria com a USP, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o centro de pesquisa visa aperfeiçoar o conforto no interior de aeronaves, harmonizando padrões de estética e de funcionalidade.

Para atingir esse objetivo serão realizados testes com participantes treinados e habituados a viagens aéreas sobre os fatores que influenciam a sensação de conforto no interior de uma aeronave. Entre eles estão vibração, temperatura, pressão, ergonomia e iluminação.

Avaliados nos últimos anos de forma isolada por diferentes grupos das universidades participantes do projeto, juntamente com a equipe técnica da Embraer, esses fatores deverão ser estudados de forma integrada no CEC.

“Os pesquisadores que participam do projeto vinham trabalhando nos últimos três anos em projetos específicos, como os de conforto térmico e vibração. Com a inauguração do centro será possível verificar, por exemplo, como esses dois aspectos se relacionam”, disse Jurandir Itizo Yanagihara, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da Poli e coordenador do projeto.

O centro de pesquisas reproduz um aeroporto, com sala de espera para o embarque, painéis de chegada e partida de vôos e rampa de acesso a um simulador de vôo, que simula todas as características do interior da cabine de uma aeronave.

Desenvolvido a partir de um modelo em tamanho real (mock up) e reformado de partes de cabines de jatos comerciais modelos 170 e 190, fabricados pela Embraer, o simulador – que tem 30 assentos e está instalado dentro de uma câmara de pressão –, reproduz condições muito próximas de um vôo real.

“Esse tipo de câmara é única no mundo. Só existe outra similar no Instituto Fraunhofer, na Alemanha, mas que é voltada para aviões de grande porte”, contou Yanagihara.

Segundo Yanagihara, uma das questões que serão avaliadas no novo centro de pesquisas é a influência da pressão interna na cabine sobre o conforto dos passageiros, sobre a qual há divergência na avaliação entre os dois maiores fabricantes de aviões no mundo (Boeing e Airbus) em relação à altitude ideal de vôo para não fazer com que os passageiros sintam mais cansaço durante uma viagem.

“Além de desenvolver modelos para prever o desconforto com variações de pressão dentro da cabine, os modelos também serão alimentados pelo trabalho experimental que estamos desenvolvendo”, disse Yanagihara.

Outros aspectos que estão sendo estudados no projeto são os efeitos da iluminação interna da cabine sobre a sensação de conforto e calor dos passageiros. Por meio de um novo sistema de iluminação de LED aeronáutico, que ainda não está presente nos aviões da Embraer, os pesquisadores avaliam qual a cor e a intensidade mais adequadas para diferentes fases do vôo, como uma cor mais fria e suave na decolagem e mais quente durante o serviço de bordo.

Em outro mock up, também instalado no centro de pesquisa, serão estudadas as possibilidade de controlar a temperatura ao redor dos passageiros (microclima) por meio das saídas de ar ou com sistemas de ventilação e de aquecimento das poltronas.

Os pesquisadores desenvolvem um difusor com uma geometria que cria uma corrente de ar mais circunscrita a uma região, de tal forma que o ambiente e microclima de um passageiro não altere o de seu vizinho de poltrona. “Existe um leque grande de possibilidades de estudos que poderemos realizar”, disse Yanagihara.

Para viabilizar o Centro de Engenharia de Conforto foi necessário desenvolver sistemas inéditos, como o de controle de variação de temperatura e umidade no interior da cabine – criado por uma empresa fundada por um engenheiro formado pela Poli –, e o sistema responsável por reproduzir os efeitos acústicos e de vibração dentro da cabine, construído por pesquisadores participantes do projeto.

Modelo de cooperação

Na avaliação de Mauro Kern, vice-presidente executivo de engenharia e tecnologia da Embraer, o projeto de pesquisa sobre conforto e design de cabines que a empresa conduz em parceria com as universidades está na vanguarda das pesquisas realizadas nessa área e representa um modelo de cooperação entre empresa e instituições de pesquisa para se fazer inovação.

“Ninguém consegue mais evoluir sozinho, somente com base em seus próprios esforços. Cada vez mais precisamos avançar na colaboração, fundindo ideias, como será feito nesse centro de pesquisas de classe mundial, que exigirá um esforço muito grande de coordenação”, disse.

A Embraer já mantinha parcerias de cooperação tecnológica com as universidades do projeto, como a UFSC, com quem realizava pesquisas sobre conforto vibroacústico, além da UFSCar, na área de ergonomia, e com a USP, sobre conforto térmico e pressão de cabine. Em 2005, a empresa procurou Yanagihara para construir uma rede de pesquisa envolvendo as três universidades e grupos de pesquisadores com quem a empresa já vinha realizando projetos.

A rede de pesquisa foi formada por integrantes dos departamentos de Engenharia Mecânica e de Engenharia de Produção da Poli e dos Institutos de Ciências Biomédicas e de Psiquiatria da USP, da engenharia de produção da UFSCar e da engenharia mecânica da UFSC.

Um dos resultados do projeto já absorvidos pela Embraer no desenvolvimento de suas aeronaves foi um modelo de predição de ruídos que a empresa utiliza no desenvolvimento do sistema de ar condicionado de algumas de suas aeronaves.

“Todo conhecimento gerado pelo projeto está sendo absorvido. A ideia é não esperarmos até a conclusão do projeto para usar as ferramentas que estão sendo criadas, mas aproveitarmos as janelas de oportunidades de aplicações”, disse André Gasparotti, gestor de projetos de desenvolvimento tecnológico nas áreas de conforto de cabine, design e ruído externo da Embraer.

O projeto está recrutando voluntários para participar dos testes de conforto em aeronaves. Os interessados podem se cadastrar pela página de internetwww.lete.poli.usp.br/confortodecabine/inicio.html .

Por Elton Alisson, da Agência Fapesp.

Fonte: http://agencia.fapesp.br/15414

Tags: aeronáuticaEngenharia MecânicaUFSC

Na mídia: UFSC e Grupo RBS consolidam parceria no curso de Jornalismo

04/04/2012 14:19

Pelo décimo ano seguido, a parceria entre a UFSC e o Grupo RBS oferece aos alunos do curso de Jornalismo a disciplina Cátedra UFSC-RBS. Ao longo deste semestre, 14 estudantes terão oficinas práticas semanais com editores, repórteres, colunistas e comunicadores do Diário Catarinense, da RBS TV, da CBN Diário e do clicRBS.

No último encontro, que ocorreu na Redação do DC, os alunos puderam exercitar os conceitos de jornalismo digital, assistiram a uma apresentação sobre as rotinas do online na RBS e fizeram exercícios práticos nas plataformas usadas pelo jornal para publicar conteúdos na internet. Essa foi a quarta aula do semestre.

Os alunos também já conheceram a história da Cátedra com os professores Eduardo Meditsch e Hélio Schuch, da UFSC. Também já participaram de um seminário — mediado por Mário Motta — sobre as mudanças no Jornalismo com o colunista Moacir Pereira, o diretor de Operações e Produto da RBS em SC, Walter Bier, o editor executivo de online, Marcelo Fleury, e os professores Antonio Brasil e Rita Paulino.

Fonte: Diário Catarinense.

 

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Na Mídia: Obra organizada por professores da UFSC ganha repercussão nacional

14/03/2012 11:10

O caderno Sabático, do Estado de S. Paulo, publicou neste final de semana resenha sobre De Santos e Sábios, obra inédita que reúne os ensaios do escritor irlandês James Joyce. Recém lançado pela Iluminuras, o livro foi organizado pelos professores de Literatura Sérgio Medeiros (diretor da Editora da UFSC), Dirce Waltrick do Amarante, do Curso de Artes Cênicas.

Além deles, participaram da tradução André Cechinel, doutor em Literatura pela UFSC e Caetano Galindo, professor de Literatura da UFPR, que também assinam artigos analisando a obra ensaística de James Joyce, que tem um enfoque estético e surpreendentemente político.

Acompanhe o material:

O outro lado de James Joyce De Santos e Sábios, livro de ensaios do escritor irlandês, surpreende pela diversidade de temas e por sua politização
Sábado, 10 de Março de 2012, 03h10

Antonio Gonçalves Filho

A reunião dos textos estéticos e políticos do irlandês James Joyce (1882 -1941) no livro De Santos e Sábios revela mais sobre o escritor do que talvez gostasse o autor de Ulysses. Há nesses ensaios tanto um homem generoso, capaz de fazer justiça ao visionário poeta e pintor William Blake, como um iconoclasta disposto a arrasar a reputação de contemporâneos como o dramaturgo irlandês Arnold F. Graves. Quatro tradutores se debruçaram sobre o livro The Critical Writings (1959), editado por Ellsworth Mason e Richard Ellman, buscando ainda apoio em outro livro, Occasional, Critical an Political Writing, para discutir as relações entre os ensaios de Joyce e sua obra ficcional, escrevendo cada um deles uma pequena introdução crítica a meia centena de textos produzidos entre 1896, quando o escritor tinha apenas 14 anos, e 1937.

A ordem cronológica, nesse caso, comprova a evolução tanto da sintaxe como do pensamento de Joyce. No primeiro texto que se conhece do irlandês, o futuro escritor refere-se ao olho como capaz de definir o caráter de um homem, ao revelar culpa e inocência, vício e virtude. Seria, segundo Joyce, a única exceção ao provérbio “não se deve confiar nas aparências”, parodiado por Oscar Wilde no seu mais célebre aforismo (“só os tolos não julgam pela aparência”). Sobre o compatriota, Joyce escreve um comovente ensaio no livro (relatando o fim do poeta e dramaturgo). Já no último texto, de 1937, Joyce não precisa olhar nos olhos do pirata Samuel Roth, primeiro editor americano de Ulysses, para acusá-lo de inescrupuloso – ele lançou uma edição truncada e, claro, o autor não recebeu seus direitos.

Como se sabe, o épico modernista foi banido nos EUA, em 1922, mesmo ano de sua publicação, na França.  Acusado de blasfêmia e obscenidade, só foi liberado em 1933.

Boa parte da literatura ocidental, observa um dos tradutores do livro, Caetano Galindo, continua a ignorar esse “vulcão” literário, passando ao largo de Ulysses, traduzido também por Galindo – a nova versão será lançada pela Companhia das Letras em abril. Já os que reconhecem o papel revolucionário de Joyce como ficcionista podem se surpreender com esses ensaios – alguns bem convencionais e escritos para jornais.

Surpreendentemente, Joyce se considerava um jornalista nato, apesar da constrangedora entrevista que fez, em 1903, com o piloto de corridas Henri Fournier. É certo que precisava de dinheiro para viver em Paris, mas a conversa com o francês, publicada no Irish Times, nada acrescenta à trajetória de Joyce.

Nesse mesmo ano, ele tentou começar uma carreira de crítico, ajudado por Lady Gregory, que o recomendou ao editor do Daily Express, segundo o tradutor André Cechinel. Provavelmente para impressionar o editor Longworth e afirmar sua autonomia, Joyce foi bastante cruel com a autora do livro Poets and Dreamers (ele classifica de “pitoresca” a obra de Lady Gregory, que não gostou da resenha). Talvez por precaução, no ano seguinte, 1904, Joyce assinou seu primeiro conto publicado, As Irmãs (incluído depois em Os Dublinenses), com o pseudônimo de Stephen Dedalus, nome que figuraria como um dos personagens de Ulysses. Detalhe: Joyce condena o uso de pseudônimos no texto Um Inútil (1903), publicado no mesmo Daily Express, sobre um livro de Valentine Caryl (aliás, Valentine Hawtrey, escritora de romances protofeministas como Suzanne, de 1906).

São sobre política (principalmente o eterno conflito entre ingleses e irlandeses) e o dramaturgo norueguês Henrik Ibsen (1828-1906) os melhores ensaios do livro De Santos e Sábios, organizado por Sérgio Medeiros e sua mulher Dirce Waltrick do Amarante, ambos tradutores de Joyce. Sobre artes visuais, Joyce parece um neófito perdido ao descrever o realismo do pintor húngaro Michael Munkácsy. Sobre filosofia, chega a canonizar Giordano Bruno como o pai da filosofia moderna, rebaixando Bacon e Descartes. Finalmente, sobre literatura, ele parece um tanto desconfiado dela na virada do século (ver o ensaio Drama e Vida, de 1900), a ponto de não poupar nem mesmo a tragédia grega – Joyce dizia que ela já cumprira seu papel. Mais tarde, ele mudaria de opinião, ao definir a literatura como “a arte mais elevada e espiritual”.

A defesa que faz da literatura como forma de combate à opressão – ele escreve sobre a censura às peças de Bernard Shaw, Ibsen e Oscar Wilde – comprova a observação da tradutora Dirce Waltrick do Amarante sobre a posição política de Joyce, visível, segundo ela, tanto na sua ficção como nos ensaios críticos. A “Grande Fome” (1845-8) que matou mais de metade dos irlandeses, fez com que os sobreviventes se voltassem contra o governo britânico, sempre acusado de uma política assassina por Joyce. Embora raramente mencione o fato histórico em suas obras de ficção, é o tema do ensaio Irlanda, Ilha de Santos e Sábios (1907), petardo contra o colonialismo inglês. Uma separação moral, escreve Joyce, existe entre os dois países: os ingleses desprezam os irlandeses por serem pobres, católicos – e, portanto, reacionários, acrescenta o escritor. Mas foram as leis inglesas que arruinaram as indústrias do país e o levaram à bancarrota, conclui.

“O Estado de São Paulo”, caderno Sabático

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UFSC na mídia: aluno da UFSC é vencedor do prêmio Odebrecht de sustentabilidade

13/03/2012 09:06

Nesta terça-feira, dia 13, no Rio de Janeiro, Eduardo Leite Souza, do curso de Arquitetura e Urbanismo, orientando do professor  Enedir Ghisi, do departamento de Engenharia Civil, será um dos cinco premiados nacionalmente na 4ª edição do Prêmio Odebrecht de Sustentabilidade. O estudante projetou uma esquadria que permite ventilação natural, controle da insolação e vista de dentro da casa para o exterior.

 
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Tags: 4ª edição do Prêmio OdebrechtEduardo Leite SouzaEnedir Ghisi

Na Mídia: Exposição na UFSC mostra a presença feminina nas arquibancadas de futebol

08/03/2012 08:05

Notícias do Dia Online

As mulheres estão presentes nos estádios desde 1910 em Florianópolis

Quando mulheres assistem a jogos de futebol nem sempre é para olhar para as pernas dos jogadores, como reza a lenda. Na exposição “100 Anos de Torcida: a Presença Feminina nas Arquibancadas de Futebol de Florianópolis”, que abre segunda (5) na Galeria da Ponte, na Capital, as antropólogas Mariane Pisani e Caroline Soares de Almeida mostram por meio de fotografias a devoção feminina ao esporte ao longo do último século.

Desde o início das práticas esportivas do futebol em Florianópolis, a partir de 1910, a presença feminina nas arquibancadas era constante e percebida pela imprensa local. Sempre “elegantemente trajadas”, conforme diziam as crônicas dos jornais da época, as mulheres tornavam as tardes esportivas de domingo mais graciosas. “As duas horas da tarde a concurrencia era extraordinária vendo-se as archibancadas repletas, os logares reservados ás Exmas. Famílias literalmente occupados por gentis representantes do bello sexo, que com a sua presença vinham dar maior realce á festa”, dizia uma matéria datada do ano de 1913 do extinto “Jornal do Commercio”.

O cronista Toujours, do “Jornal do Comércio”, por mais de uma vez procurou destacar a presença do público feminino, mantendo-as sempre respeitosamente ao lado de seus familiares. Na época, falar das jovens da elite sem vinculá-las à presença de familiares poderia soar demasiado ousado para elas. Não pela época em si, mas pela sociedade florianopolitana.

“Nossa intenção foi evidenciar no centenário do futebol em Florianópolis a presença das torcedoras nos estádios”, afirma Mariane Pisani. Para realizar o trabalho, as antropólogas fizeram observações em partidas de futebol e utilizaram  fotos dos acervos públicos e de coleções privadas existentes na cidade.

Mais de um século depois o discurso é o mesmo

Atualmente, a presença feminina nos estádios continua constante, mas ao contrário de 1910 as torcedoras não vinculam sua presença somente na companhia de familiares. Os times oferecem desconto nos ingressos para as torcedoras que viram sócias, mas aparentemente o discurso em relação à presença das mulheres continua o mesmo, pois as chamadas para afiliação enfatizam características “próprias” do ser feminino: “O charme e a beleza da torcedora avaiana dão o brilho nas arquibancadas”, divulga o site do time.

Saiba Mais
A Galeria da Ponte, localizada no prédio do CFH (Centro de Filosofia e Ciências Humanas) da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) é administrada pelo Navi (Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem), funcionando como um espaço para que pesquisadores exponham seus trabalhos fotográficos.

Serviço
O quê: Exposição “100 Anos de Torcida: a Presença Feminina nas Arquibancadas de Futebol de Florianópolis”
Quando: 5 a 26/3, 7h às 22h
Onde: Galeria da Ponte, prédio do Centro de Filosofia e Ciências da UFSC, Campus Trindade, Florianópolis, tel. 3721-9000
Quanto: Gratuito

Tags: antropologia feministafutebolGaleria da Ponte

UFSC na mídia: matéria sobre erva-mate está disponível no site do Globo Repórter

27/02/2012 17:28

Está disponível no site do Globo Repórter a matéria veiculada nesta última sexta-feira, 24/02, que trata das descobertas científicas de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sobre os benefícios das plantas medicinais em SC, em reportagem feita pela RBS TV do Estado.

A reportagem trata da pesquisa da equipe do professor do Departamento de Análises Clínicas, Edson Luiz da Silva, sobre a erva-mate no combate ao mau colesterol e no auxílio no tratamento da diabetes. A reportagem é de Kíria Meurer, imagens de Márcio Elias e apoio da jornalista Margarida Santi na produção e edição do programa.

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Tags: erva mate

UFSC na mídia: Globo Repórter de hoje mostrará pesquisa sobre erva-mate

24/02/2012 19:39

O Globo Repórter que será veiculado na noite desta sexta-feira (24) revela novas descobertas científicas de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sobre os benefícios das plantas medicinais em SC, em reportagem feita pela RBS TV do Estado.

Uma das novidades é o poder da erva-mate no combate ao mau colesterol e no auxílio no tratamento da diabetes. O vegetal atua ainda contra os radicais livres que aceleram o envelhecimento. Do norte ao sul do Brasil, a erva é consumida de formas bem diferentes.

A reportagem é de Kíria Meurer, imagens de Márcio Elias e apoio da jornalista Margarida Santi na produção e edição do programa. Depois de três anos acompanhando 250 voluntários, pesquisadores da UFSC sugerem o consumo de um litro de chá-mate por dia para reduzir as taxas de gordura e açúcar no sangue e até eliminar alguns quilos.

Mas qual a melhor receita? Mate gelado na praia ou bem quente numa roda de chimarrão? A equipe catarinense de reportagem foi ao município de Xaxim para acompanhar o plantio e a colheita da erva. Lá, também descobriram a forma mais saudável de aproveitar a erva e conversaram com os habitantes, fiéis ao tradicional chimarrão.

A repórter passou também pelo sudeste, que consome 60% do mate produzido no país, mas na versão tostada. Este índice levou os pesquisadores da UFSC a estudaram os efeitos do chá feito com a folha tostada. Entre os voluntários, a redução do colesterol chegou a 40%, e houve ainda a diminuição das taxas de açúcar no sangue, emagrecimento e melhora da pele. Satisfeitos com os resultados, pesquisadores levantam a possibilidade de se produzir mate em cápsulas.

Fonte: Acontecendo Aqui.

Tags: erva mate

Na mídia: UFSC Joinville aluga nova sede no bairro Santo Antônio

14/02/2012 15:09

Matrículas na casa nova: Universidade federal deixa a Univille e aluga nova sede no bairro Santo Antônio

Os alunos do curso de engenharia da mobilidade da UFSC Joinville vão começar o semestre em novo endereço na rua Presidente Prudente de Morais, no bairro Santo Antônio. A matrícula dos calouros está sendo feita no local e termina hoje. O novo prédio, que pertence ao Colégio Exathum, vai abrigar os 1,2 mil alunos até que o campus da UFSC, às margens da BR-101, fique pronto. As turmas do primeiro curso oferecido pela universidade começaram as aulas em 2009, nas salas da Univille. O setor administrativo e a sala dos professores foram instalados em um ginásio.

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Tags: bairro Santo Antônionova sedeUFSC JoinvilleUFSC na mídia

Na mídia: pesquisadores da UFSC cultivam vieiras na praia do Sambaqui

18/01/2012 15:44

Um grupo de moradores da praia do Sambaqui estava de mudança nesta quarta-feira. As vieiras cultivadas lá pelos pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram retiradas e serão levadas para Porto Belo. Lá elas vão passar de sementes a vieiras adultas. Espera-se que elas gostem da mudança, já que foram cultivadas com tanto carinho pela equipe da professora Marisa Bercht.

Bióloga, ela faz parte do Laboratório de Moluscos Marinhos (LLM) da UFSC desde 1996. O projeto, que começou em 1990, buscava soluções para o cultivo de ostras em grande escala em Florianópolis. Esse objetivo foi atingido há muitos anos e hoje a ostra da Ilha é considerada a melhor do Brasil.

— O Laboratório fez reformas de expansão e diversificou a linha de pesquisas. Hoje nós trabalhamos não só com duas espécies de ostras, mas com mexilhão, berbigão, polvo e vieiras — explica Marisa.

A pesquisadora, que se diz completamente apaixonada pelo que faz, afirma que as vieiras são consideradas o filé mignon do mar por serem muito saborosas e ainda por cima extremamente saudáveis.

— Nós estamos desenvolvendo uma técnica para produção em larga escala — explica.

As vieiras ainda são muito difíceis de encontrar, e por isso mesmo muito caras. A intenção é estabelecer o ambiente ideal para crescimento do molusco.

— Isso passa por muita tecnologia, vai desde resfriamento da água até maneiras de fazer com que as vieiras entrem na maturação.

Atualmente Florianópolis é a única região que produz semente de ostras no país.

— O governo investiu para formar novos produtores, mas é uma área de pesquisa muito dura. Nós temos que estudar, fazer pesquisa e trabalhar sete dias por semana para cuidar dos cultivos. E às vezes você faz o melhor que pode e dá uma contaminação no cultivo e você perde tudo. Só por amor mesmo que as pessoas ficam nessa área. Nem empresas privadas deram conta de desenvolver essas técnicas.

Para Marisa, a satisfação de estar criando novas maneiras de produção se une à de saber que os mariscos vão ser úteis como alimento.

Também existe produção de vieiras na Barra da Lagoa, Santo Antônio de Lisboa e Cacupé.

 

Por Roberta Ávila/ Diário Catarinense

Tags: Laboratório de Moluscos Marinhos

Na mídia: Bloco A do campus da UFSC em Joinville está previsto para julho deste ano

18/01/2012 14:31
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Representantes da UFSC e da empresa conferem os projetosFoto:Rodrigo Philipps / Agencia RBS

O trabalho na fundação dos blocos – de bate-estaca – do campus da UFSC em Joinville devem começar até o fim de fevereiro. Na tarde desta terça, representantes da universidade e da empresa vencedora do processo de licitação reuniram-se em Joinville para discutir os detalhes do projeto e bater o martelo em relação ao prazo para o começo das obras.

A previsão é de que esta, que é a primeira parte da obra do bloco A, fique pronta em julho. Antes disso, em abril, deve ser lançado um novo edital para o acabamento da obra.

Quem recebeu os representantes da Proaço, empresa de Ituporanga que venceu a licitação, foi o diretor administrativo do campus de Joinville, Francisco Alexandre Martins. Ele, que também é arquiteto, discutiu alguns detalhes do projeto e afirmou que, antes do segundo semestre de 2013, ainda não deve ter a mudança para o campus próprio.

— Depois do pré-moldado, são mais seis meses para as obras de acabamento, como colocação de portas, janelas, instalação elétrica e pintura —, afirma.

O valor da obra está orçado em R$ 4.198.042,39

Além disso, também são esperadas obras de infraestrutura para que a UFSC possa funcionar no terreno que fica às margens da BR-101.

— O que mais nos preocupa é a questão do acesso viário. Já estamos em contato com os responsáveis (a Autopista Litoral Sul) e está sendo projetado com duas marginais e uma passagem inferior —, explica Martins.

Na próxima semana, a UFSC fará a mudança para um novo prédio, na rua Prudente de Moraes, bairro Santo Antônio, onde deve ficar até as obras do complexo ficarem prontas.

Hoje, cerca de 900 alunos estudam no campus e este número deve chegar até 1,3 mil no fim de 2012. As aulas serão retomadas apenas em março.

 

Por Julimar Pivatto | julimar.pivatto@an.com.br/ Diário Catarinense

Tags: UFSC Joinville

Na mídia: Ordem para começar obras da UFSC em Joinville deve ser dada nesta terça

17/01/2012 13:42
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Limpeza e boa parte da burocracia da área já foram concluídas - Foto: Banco de Dados/ DC

A entrega da ordem de serviço para a construção do campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) às margens da BR-101, em Joinville, será feita nesta terça-feira à empresa contratada, na Univille, às 15 horas.

Técnicos da UFSC estarão reunidos com representantes da Proaço Estruturas, que tocará as obras do Bloco A, destinado aos estudantes do curso de engenharia de mobilidade (CEM).

Na reunião, também será definido o passo a passo da construção. Segundo o diretor administrativo do CEM, o arquiteto Francisco Alexandre Sommer Martins, a previsão é de que as obras comecem no dia 15 do mês que vem.

O bloco A terá 40 metros de largura por 80 metros de extensão. A área será de 9,8 mil m². A Proaço fará a parte de execução de fundações e estrutura de pré-fabricados, com um investimento de R$ 4,1 milhões. A previsão de término desta fase é julho de 2012. Para o acabamento, com mais seis meses de obras, vai ser preciso uma nova licitação.

Fonte: Diário Catarinense

Tags: UFSC Joinville

Na mídia: Secretaria de Saúde de Florianópolis pretende instalar UPA na emergência do HU

10/01/2012 15:46

A parceria ainda está em negociação e na próxima semana haverá nova reunião para discutir sobre a possibilidade da unidade 24 horas

Os moradores da Capital poderão ganhar uma espécie de UPA (Unidade de Pronto Atendimento) central, com atendimento 24 horas, neste primeiro semestre de 2012. A Secretaria da Saúde do município pretende fazer uma parceria com o HU (Hospital Universitário) e instalar o posto de pronto atendimento anexo à emergência do hospital, no bairro Trindade. De acordo com a secretaria e o diretor de medicina do HU, Sergio Duwe, o projeto ainda está em negociação. Segundo Duwe, a ideia é que a prefeitura disponibilize três médicos para auxiliar no atendimento, mas para isso será necessário realizar concurso.

A conversa sobre este projeto iniciou na última semana de dezembro e na próxima quarta-feira os responsáveis devem se reunir novamente para definir investimento, data e questões pendentes para dar continuidade ao projeto. “Se tivermos este posto aqui vai ser ótimo porque desafoga nossa emergência e conseguimos dar prioridade aos pacientes graves”, disse Duwe.

Na região continental da cidade também há uma UPA em construção desde agosto de 2010. A obra era para ser concluída até o fim do ano passado, mas devido a um problema na fundação da edificação, a obra foi adiada. Segundo informações da assessoria de imprensa da secretaria de saúde do município, a conclusão está prevista para até julho deste ano. A UPA Continente está sendo construída no Jardim Atlântico, terá 2.000m² e 135 profissionais, com capacidade para atender até 530 pacientes por dia.

Como funcionam as UPAS

A prioridade das UPAs 24 horas é atender os casos de urgência e emergência. O atendimento é feito por classificação de risco e não por ordem de chegada, os casos mais graves tem preferência. Atualmente Florianópolis conta com duas unidades ativas de 900m²cada, a UPA Norte, inaugurada em setembro de 2008 ao lado do TICAN (Terminal Integrado de Canasvieiras) e a UPA Sul, inaugurada em fevereiro de 2009 ao lado do TIRIO (Terminal Integrado do Rio Tavares).

De acordo com a secretaria de saúde de Florianópolis em 2011 as duas UPAs realizaram juntas mais de 290 mil atendimentos por ano. Cada unidade conta com 117 profissionais, a equipe básica possui dois médicos clínicos, dois pediatras, um cirurgião geral, um dentista e equipe de apoio.

Publicado por: Notícias do Dia, 10 de janeiro de 2012.

Tags: HUUFSC

Na mídia: ANTAQ apresenta à Marinha estudo sobre hidrovias elaborado em parceria com a UFSC

09/12/2011 15:42

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Fernando Fialho, e a equipe da Superintendência de Navegação Interior (SNI) apresentaram às autoridades da Marinha do Brasil do Comando do 9º Distrito Naval, vice- almirante Antônio Carlos Frade Carneiro e o capitão de mar e guerra Odilon Leite Andrade Neto, nesta quarta-feira (7), na sede da Agência, em Brasília, o Plano Nacional de Integração Hidroviária (PNIH). Foram discutidas também parcerias entre ANTAQ e Marinha, principalmente na área de transporte interestadual de passageiros e misto.

Elaborado pela agência reguladora em parceria com a Univesidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o PNIH tem dois objetivos básicos: oferecer estudos sobre as hidrovias nacionais, com diagnósticos, simulações, escolha de melhores rotas e análise de áreas de influência; e o Plano Geral de Outorgas Hidroviário (PGOH), que indicará novas áreas para a construção de instalações hidroviárias.

“Esse estudo contribuirá de forma significativa para a sociedade. Além disso, auxiliará o governo federal a elaborar políticas públicas para o setor hidroviário”, destacou o diretor-geral da ANTAQ. Para elaborar o PNIH, a ANTAQ conta com diversos parceiros estratégicos, além da UFSC. Entre eles estão: Ministério dos Transportes, Secretaria de Portos, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

O termo de cooperação entre ANTAQ e UFSC tem duração de 24 meses: iniciou-se em 8 de setembro de 2010 e termina em 8 de setembro de 2012. Ao final da parceria, o PNIH oferecerá para a sociedade diversas informações sobre a navegação interior brasileira, como, por exemplo, uma análise das bacias hidrográficas do Tocantins-Araguaia, do Sul, do Paraná-Tietê, do Paraguai, do São Francisco, do Solimões-Amazonas e do Parnaíba.

Participaram da apresentação o superintendente de Navegação Interior da ANTAQ, Adalberto Tokarski; o gerente de Fiscalização da Navegação Interior, Luiz Eduardo Alves; o gerente de Outorga e Afretamento da Navegação Interior, Walneon de Oliveira; o gerente de Desenvolvimento e Regulação da Navegação Interior, José Renato Ribas; e o especialista em Regulação de Transportes Aquaviários, Eduardo Pessoa.

Fonte: Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ)

Tags: ANTAQhidrovia

Planetário da UFSC completa quatro décadas encantando visitantes

09/12/2011 12:59

Atualmente o planetário localizado no campus da UFSC no bairro Trindade está integrado ao Observatório Astronômico e brinquedos interativos que representam um "embrião" do Parque Viva Ciência que a Universidade busca implantar no aterro da Baía Sul

Único em Santa Catarina, o Planetário da UFSC completa 40 anos no dia 12 de dezembro. Neste dia haverá sessões abertas ao público às 9h e 10h, às 14h30min e 16h. “Os planetários são simuladores do céu”, explica Edna Maria Esteves da Silva, que coordena o setor na UFSC. “Contemplar o céu estrelado numa noite sem Lua, longe da iluminação da cidade, desperta profunda emoção e encantamento nas pessoas. Os equipamentos de planetário fascinam pessoas de todas as idades, despertando muita emoção”, complementa a geógrafa.

Com 38 lugares, há anos o setor funciona em capacidade máxima, atendendo 15 mil pessoas por ano. Os visitantes são principalmente estudantes da educação básica. Em uma hora a turma recebe  informações sobre o céu da época, sobre constelações e acontecimentos astronômicos que possam ser destacados, como constelações visíveis naquele mês, eclipses ou a passagem de cometas.

Em seguida, os visitantes acompanham a exibição de filmes na cúpula do planetário, com material escolhido de acordo com a faixa etária. Toda quarta-feira o espaço é aberto ao público, a partir de 18h. Neste dia os visitantes podem também conhecer o Observatório Astronômico da Universidade, aberto para que a comunidade possa usar seus telescópios e fazer observações reais de estrelas e planetas. Todas as sextas-feiras o planetário é aberto para palestras do Grupo de Estudos de Astronomia.

Imagens e interatividade
Segundo a coordenadora do planetário, ainda que seja pequeno para atender a demanda (há sempre uma lista de espera), o setor tem como diferencial o fato de não trabalhar somente com a exibição de filmes. “A harmoniosa combinação do tema de uma sessão no planetário, com recursos de imagem, som e a interação de um apresentador podem levar o expectador a experiências ímpares de emoção”, defende Edna.

“Sempre recebemos as turmas com uma conversa, explicando fenômenos como as estações do ano, mostrando o sistema solar, respondendo perguntas, e assim percebemos que tipo de filme é mais adequado para a faixa etária que nos visita”, conta Edna.

Atuando desde 1971, o planetário da UFSC durante muitos anos funcionou com um projetor mecânico. Desde 2008 as apresentações ganharam qualidade com a instalação de um projetor digital, o Digistar, segundo do gênero na América do Sul. O equipamento foi adquirido com recursos da Finep, e como contrapartida a UFSC reformou as instalações do planetário para receber o novo projetor, um poderoso banco de dados sobre Astronomia. Com ele, as sessões que eram realizadas de forma verbal, utilizando como recursos didáticos a projeção do céu, um projetor de slides e um projetor de vídeo, passaram também a ser “shows” de imagens, locução e música.

“O novo equipamento pode projetar qualquer tema. Possui um potencial multidisciplinar, combinando com a vocação do Parque Viva Ciência que a UFSC busca implantar no aterro da Baía Sul, em Florianópolis”, lembra Edna. A expectativa da equipe é que com a construção do novo espaço mais pessoas possam ser atendidas.

Mais informações sobre o planetário: ednamesi@mbox1.ufsc.br / 3721-9241

Por Arley Reis / Jornalista da Agecom

Tags: planetário

UFSC na mídia: Maestro Edino Krieger recebe título de Doutor “Honoris Causa”

07/12/2011 15:24

Fonte: O Barriga Verde – 04 de Dezembro de 2011 – 10:42 –

Em sessão solene do Conselho Universitário, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) outorgará o título de Doutor Honoris Causa ao maestro brusquense Edino Krieger, às 19h de quinta-feira, 8, no auditório da Reitoria, em Florianópolis

Por Paulo Vendelino Kons

Edino Krieger possui uma riquíssima trajetória musical de um compositor atuante e tão jovem nos seus 83 anos, exemplo para as novas gerações de brasileiros / Foto: Arq.OBV

Compositor respeitado internacionalmente, com uma vida inteira dedicada à música, Edino Krieger foi criador das Bienais de Música Brasileira Contemporânea, diretor de música da Funarte, presidente do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, presidente da Academia Brasileira de Música por duas gestões e diretor da Sala Cecília Meireles. É presidente do Conselho de Administração do Instituto Aldo Krieger. Com peças orquestrais, música de câmara, peças para piano, obras para coro à capela e outras, o ecletismo de Edino Krieger perfila-se na história brasileira ao lado da música sacra do Padre José Maurício, da ópera de Carlos Gomes e do modernismo nacionalista de Villa-Lobos, dentre outros.

O Doutoramento “Honoris Causa” é uma prática tradicional com grande significado na vida acadêmica. O prestígio da universidade que o atribui é simultaneamente enriquecido pela eminência do mérito das personalidades que assim ficam associadas ao seu corpo de doutores.

SÍNTESE BIOGRÁFICA

De ascendentes alemães e italianos por parte de pai e portugueses e indígenas por parte de mãe, Edino Krieger nasceu em Brusque/SC em 17 de março de 1928. Filho de Gertrudes Régis e do Maestro Aldo Krieger, iniciou estudos de violino aos sete anos com seu pai, realizando recitais no Estado dos nove aos 14 anos, quando passou a estudar no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, com o maestro e compositor Hans-Joachim Koellreutter. Em 1948 iniciou estudos no Berkshire Music Center de Massachussets, nos Estados Unidos, com Aaron Copland. Em seguida frequentou a Juilliard School of Music de Nova York. Obteve bolsa do Conselho Britânico para estudar em Londres com Lennox Berkeley, da Royal Academy of Music, em 1955.

Compositor respeitado internacionalmente, com uma vida inteira dedicada à música, Edino Krieger foi criador das Bienais de Música Brasileira Contemporânea, diretor de música da Funarte, presidente do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, presidente da Academia Brasileira de Música por duas gestões e diretor da Sala Cecília Meireles.

Com peças orquestrais, música de câmara, peças para piano, obras para coro à capela e outras, o ecletismo de Edino Krieger perfila-se na história brasileira ao lado da música sacra do Padre José Maurício, da ópera de Carlos Gomes e do modernismo nacionalista de Villa-Lobos, dentre outros.

Tem recebido vários prêmios como compositor, desenvolvendo paralelamente intensa atividade como dirigente de instituições oficiais e particulares, como a Rádio MEC, a Rádio Jornal do Brasil, a Fundação dos Teatros do Rio de Janeiro, a Funarte, a Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Música e o Instituto Aldo Krieger.

Edino Krieger é um dos mais importantes compositores da música contemporânea, um instigante pensador cultural, um animador da vida musical desde o início de sua carreira. Possui uma riquíssima trajetória musical de um compositor atuante e tão jovem nos seus 83 anos, exemplo para as novas gerações de brasileiros.

SERVIÇO

Evento: Outorga do título de Doutor “Honoris Causa” ao maestro brusquense Edino Krieger

Data: 8 de dezembro de 2011

Horário: 19 horas

Local: Auditório da Reitoria, Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima

Trindade – Florianópolis – Santa Catarina

O INSTITUTO ALDO KRIEGER

O Instituto Aldo Krieger, também designada pela sigla IAK, é uma pessoa jurídica criada sob a forma de associação de direito privado, sem fins econômicos, inscrito no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica sob o número 05.745.094/0001-41. Fundado em 5 de julho de 2002, um ano antes das comemorações do Centenário de Nascimento do Maestro Aldo Krieger, possui sua sede própria no Museu Casa de Aldo Krieger, na rua Paes Leme, 63 – Centro de Brusque/SC.

O IAK tem como tem como objetivo promover, fomentar, executar e apoiar atividades de manutenção, conservação e divulgação do acervo e da obra do Maestro Aldo Krieger, bem como promover, incentivar e divulgar atividades culturais.

O Instituto Aldo Krieger foi Declarado de Utilidade Pública Municipal através da Lei nº 3.029 de 1º de outubro de 2007 e tem realizado regularmente atividades culturais e sendo aberto à visitação com agendamento prévio, desde a data de sua fundação. Site: www.iak.org.br.

Tags: Edino KriegerHonoris CausaUFSC