Calendário de Eventos UFSC

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Exposição: “Palavra Bordada”
abr 17 – abr 29 dia inteiro

O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.

A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.

Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição ‘Olhar para além do isolamento’
abr 17@7:00 – abr 30@13:00

A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.

A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.

Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

 

 

Exposição: “AuMiautografias”
abr 17@7:00 – abr 30@22:00

O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.

A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.

Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Olhar da medusa” do artista Gavina
abr 17@7:30 – abr 30@22:00

O espaço expositivo Salão Circulação da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 30 de abril , a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.

Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.

Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Exposição: “Pedaços da violência”
abr 17@7:30 – abr 30@22:00

O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.

Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.

Júlia Steffen (1996), natural de Florianópolis, é artista, designer e produtora cultural.  É Mestra em Design pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduada em Design pela UFSC. Como artista visual, desenvolve estudos e projetos sobre o feminino em diversas áreas, como a escrita, colagem, audiovisual, desenho e pintura. Suas últimas exposições individuais foram “A Marca é Para Sempre” (2023), na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti e “100 mulheres – 5 perguntas”, na Reitoria da UFSC (2023), em Florianópolis. Nos últimos anos, foi contemplada com os seguintes prêmios: Edital Circuito Catarinense de Cultura 2024 com o projeto “Filhos da Violência”; Prêmio de Mérito Cultural SC – Edição Especial Lei Paulo Gustavo 2023; Prêmio de Incentivo à Cultura Elisabete Anderle – Edição 2022 com o projeto “Da dor à luta: histórias de mulheres sobreviventes da violência” e pelo Edital Aldir Blanc do Estado de Santa Catarina 2021 com o projeto “100 mulheres – 5 perguntas”.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
abr 17@7:30 – maio 29@22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

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Grupos presenciais gratuitos de cessação do tabagismo
abr 20@17:30 – 19:00

Os grupos presenciais de cessação do tabagismo, promovidos pelo Projeto de Extensão do Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo (NET-Tab), vinculado ao curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), terão atividades com novas turmas no primeiro semestre, entre 2 de março e 6 de junho de 2026.

As reuniões ocorrerão nas segundas-feiras, das 17h30 às 19h, na sala multiuso, no andar térreo, do bloco pedagógico do curso de graduação de Medicina UFSC, anexo ao Hospital Universitário (HU). Após esse período, estão previstas mais duas reuniões de manutenção para acompanhamento dos participantes. Durante os encontros, os inscritos terão acesso a estratégias práticas para lidar com os desafios de abandonar o cigarro, em um ambiente acolhedor que estimula a troca de experiências e o apoio mútuo.

A iniciativa existe desde 2008 e é coordenada pela professora Leila Steidle do Departamento de Clínica Médica com participação de profissionais capacitados na área.

Os encontros são gratuitos e destinados à comunidade em geral, especialmente pessoas que desejam parar de fumar e estudantes da área da saúde.

Mais informações pelo número (48) 99683-1645 ou pelo direct do Instagram @net_tab

 

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Exposição ‘Olhar para além do isolamento’
abr 22@7:00 – maio 5@13:00

A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.

A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.

Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

 

 

Exposição: “AuMiautografias”
abr 22@7:00 – maio 5@22:00

O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.

A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.

Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Olhar da medusa” do artista Gavina
abr 22@7:30 – maio 5@22:00

O espaço expositivo Salão Circulação da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 30 de abril , a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.

Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.

Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Exposição: “Pedaços da violência”
abr 22@7:30 – maio 5@22:00

O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.

Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.

Júlia Steffen (1996), natural de Florianópolis, é artista, designer e produtora cultural.  É Mestra em Design pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduada em Design pela UFSC. Como artista visual, desenvolve estudos e projetos sobre o feminino em diversas áreas, como a escrita, colagem, audiovisual, desenho e pintura. Suas últimas exposições individuais foram “A Marca é Para Sempre” (2023), na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti e “100 mulheres – 5 perguntas”, na Reitoria da UFSC (2023), em Florianópolis. Nos últimos anos, foi contemplada com os seguintes prêmios: Edital Circuito Catarinense de Cultura 2024 com o projeto “Filhos da Violência”; Prêmio de Mérito Cultural SC – Edição Especial Lei Paulo Gustavo 2023; Prêmio de Incentivo à Cultura Elisabete Anderle – Edição 2022 com o projeto “Da dor à luta: histórias de mulheres sobreviventes da violência” e pelo Edital Aldir Blanc do Estado de Santa Catarina 2021 com o projeto “100 mulheres – 5 perguntas”.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”
abr 22@7:30 – jun 3@22:00

O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia.  Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Evento online: Pare de Adiar!
abr 22@19:00 – 20:15

Estudantes de graduação que desejam melhorar o foco e a produtividade já têm um compromisso marcado para o dia 22 de abril. O programa Academy UFSC, vinculado ao Departamento de Ciências da Administração e integrante do plano INOVA UFSC, realiza a live Pare de Adiar!, com o objetivo de conscientizar sobre os impactos da procrastinação na vida acadêmica e profissional.

O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube do Academy UFSC, das 19h às 20h15, e é totalmente gratuito. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia pela plataforma Sympla. Os participantes receberão certificado com carga horária de uma hora. A iniciativa busca incentivar, desde os primeiros semestres da graduação, uma postura mais eficiente diante das demandas acadêmicas. Durante a live, serão apresentadas estratégias práticas para combater a procrastinação, considerada um dos principais obstáculos ao desempenho e ao desenvolvimento pessoal.

Entre os destaques do encontro estão a análise dos gatilhos mentais que levam ao comportamento de ‘deixar para depois’, além de técnicas aplicáveis no dia a dia para promover mudanças de hábito e desenvolver uma postura mais proativa, especialmente em ambientes desafiadores. O facilitador do evento será Filipe Mescolotto, especialista em facilitação de aprendizagem, cofundador do Instituto Converse e instrutor do SEBRAE. Com experiência prática e abordagem dinâmica.

Mais informações podem ser encontradas no site institucional do  Academy UFSC e no perfil oficial do programa no Instagram  @academy.ufsc

 

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Exposição: “Palavra Bordada”
abr 23 – maio 5 dia inteiro

O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.

A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.

Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição: “Olhar da medusa” do artista Gavina
abr 23@7:30 – maio 6@22:00

O espaço expositivo Salão Circulação da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 30 de abril , a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.

Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.

Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Exposição: “Pedaços da violência”
abr 23@7:30 – maio 6@22:00

O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.

Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.

Júlia Steffen (1996), natural de Florianópolis, é artista, designer e produtora cultural.  É Mestra em Design pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e graduada em Design pela UFSC. Como artista visual, desenvolve estudos e projetos sobre o feminino em diversas áreas, como a escrita, colagem, audiovisual, desenho e pintura. Suas últimas exposições individuais foram “A Marca é Para Sempre” (2023), na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti e “100 mulheres – 5 perguntas”, na Reitoria da UFSC (2023), em Florianópolis. Nos últimos anos, foi contemplada com os seguintes prêmios: Edital Circuito Catarinense de Cultura 2024 com o projeto “Filhos da Violência”; Prêmio de Mérito Cultural SC – Edição Especial Lei Paulo Gustavo 2023; Prêmio de Incentivo à Cultura Elisabete Anderle – Edição 2022 com o projeto “Da dor à luta: histórias de mulheres sobreviventes da violência” e pelo Edital Aldir Blanc do Estado de Santa Catarina 2021 com o projeto “100 mulheres – 5 perguntas”.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Encontro interdisciplinar e intercultural em estudos indígenas
abr 23@8:00

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, no dia 23 de abril, o Encontro Interdisciplinar e Intercultural em Estudos Indígenas: múltiplos(as) sujeitos(as) e pluriversidade de saberes. A atividade ocorre a partir das 8h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), e integra a programação do 3º Abril Indígena na universidade. O evento é promovido no âmbito do Laboratório de História Indígena (LABHIN) e tem como proposta reunir estudantes, pesquisadores, docentes e integrantes da comunidade externa para discutir e compartilhar experiências e conhecimentos relacionados aos estudos indígenas, a partir de perspectivas interdisciplinares e interculturais.

A iniciativa busca promover reflexões que dialoguem com saberes anticoloniais e contracoloniais, valorizando diferentes formas de produzir conhecimento que ultrapassam os modelos acadêmicos tradicionais. A proposta do encontro é estimular trocas de experiências que envolvam múltiplos sentidos, vivências e perspectivas de mundo. De acordo com a organização, o encontro pretende reunir contribuições de diversas áreas do conhecimento, como História, Direito, Filosofia, Ciências Sociais, Psicologia, Educação, Ciências da Saúde, Engenharias, Ciências da Natureza e Ciências Exatas, entre outras. A proposta é ampliar o diálogo entre diferentes campos e reconhecer que o conhecimento pode emergir de múltiplas experiências, subjetividades e vivências.

O público-alvo inclui a comunidade acadêmica e também o público externo interessado na temática. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre os dias 6 e 31 de março, por meio de formulário online. Os participantes inscritos receberão certificado de participação com carga horária de 4 horas.

 

 

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Exposição: “Palavra Bordada”
abr 24 – maio 6 dia inteiro

O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.

A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.

Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

Exposição ‘Olhar para além do isolamento’
abr 24@7:00 – maio 7@13:00

A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.

A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.

Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.

 

 

Exposição: “AuMiautografias”
abr 24@7:00 – maio 7@22:00

O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.

A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.

Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.

A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.