
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.


