
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.
A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
Estudantes e lideranças indígenas, pesquisadores e pesquisadoras, docentes, servidores técnicos administrativos e membros da comunidade externa poderão participar de diversos eventos da programação do Abril Indígena da UFSC, que começa nesta quarta-feira, 1º de abril, e se estende até o final do mês. O evento é organizado pela Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (Coema) da Pró-reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe).
A programação será realizada nos campi da UFSC ao longo do mês de abril e contará com atividades como rodas de conversa, palestras, mesas-redondas, apresentações culturais, oficinas e encontros formativos. As ações buscam articular diferentes saberes e promover o intercâmbio entre conhecimentos acadêmicos e tradicionais. Os eventos da programação serão divulgados no site do Abril Indígena.
De acordo com a Coema, o evento busca promover a valorização da diversidade étnico-racial, dar visibilidade às realidades e demandas dos povos indígenas e fortalecer o diálogo entre universidade, comunidades indígenas e sociedade. Também se configura como um espaço de reflexão crítica sobre as desigualdades históricas que marcam a relação do Estado brasileiro com os povos originários.
As atividades acadêmicas, culturais e políticas do Abril Indígena abordarão temas como direitos territoriais, saúde indígena, saneamento, políticas públicas voltadas aos povos indígenas, diversidade étnico-racial e presença e permanência indígena no ensino superior, entre outros, com atenção especial às realidades dos povos indígenas do Sul do Brasil.
Atualmente, a Universidade Federal de Santa Catarina conta com 225 estudantes indígenas, pertencentes a diferentes povos, entre eles Kaingang, Xokleng, Guarani, Baniwa, Kambeba, entre outros, expressando a pluralidade de territórios, saberes e identidades presentes na instituição.
“O Abril Indígena reafirma o compromisso da UFSC com a promoção da justiça social, da equidade e do reconhecimento da diversidade sociocultural. A iniciativa contribui para o fortalecimento da presença indígena na universidade e para a construção de um ambiente acadêmico mais inclusivo e plural. Além disso, promove o debate público sobre questões fundamentais para os povos originários, ampliando a conscientização da sociedade sobre direitos, desigualdades históricas e a importância do respeito à diversidade cultural”, afirma Juliane Pasqualeto, assistente social da Coema.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.
A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
Estudantes de graduação que desejam melhorar o foco e a produtividade já têm um compromisso marcado para o dia 22 de abril. O programa Academy UFSC, vinculado ao Departamento de Ciências da Administração e integrante do plano INOVA UFSC, realiza a live Pare de Adiar!, com o objetivo de conscientizar sobre os impactos da procrastinação na vida acadêmica e profissional.
O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube do Academy UFSC, das 19h às 20h15, e é totalmente gratuito. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia pela plataforma Sympla. Os participantes receberão certificado com carga horária de uma hora. A iniciativa busca incentivar, desde os primeiros semestres da graduação, uma postura mais eficiente diante das demandas acadêmicas. Durante a live, serão apresentadas estratégias práticas para combater a procrastinação, considerada um dos principais obstáculos ao desempenho e ao desenvolvimento pessoal.
Entre os destaques do encontro estão a análise dos gatilhos mentais que levam ao comportamento de ‘deixar para depois’, além de técnicas aplicáveis no dia a dia para promover mudanças de hábito e desenvolver uma postura mais proativa, especialmente em ambientes desafiadores. O facilitador do evento será Filipe Mescolotto, especialista em facilitação de aprendizagem, cofundador do Instituto Converse e instrutor do SEBRAE. Com experiência prática e abordagem dinâmica.
Mais informações podem ser encontradas no site institucional do Academy UFSC e no perfil oficial do programa no Instagram @academy.ufsc
Estudantes e lideranças indígenas, pesquisadores e pesquisadoras, docentes, servidores técnicos administrativos e membros da comunidade externa poderão participar de diversos eventos da programação do Abril Indígena da UFSC, que começa nesta quarta-feira, 1º de abril, e se estende até o final do mês. O evento é organizado pela Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (Coema) da Pró-reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe).
A programação será realizada nos campi da UFSC ao longo do mês de abril e contará com atividades como rodas de conversa, palestras, mesas-redondas, apresentações culturais, oficinas e encontros formativos. As ações buscam articular diferentes saberes e promover o intercâmbio entre conhecimentos acadêmicos e tradicionais. Os eventos da programação serão divulgados no site do Abril Indígena.
De acordo com a Coema, o evento busca promover a valorização da diversidade étnico-racial, dar visibilidade às realidades e demandas dos povos indígenas e fortalecer o diálogo entre universidade, comunidades indígenas e sociedade. Também se configura como um espaço de reflexão crítica sobre as desigualdades históricas que marcam a relação do Estado brasileiro com os povos originários.
As atividades acadêmicas, culturais e políticas do Abril Indígena abordarão temas como direitos territoriais, saúde indígena, saneamento, políticas públicas voltadas aos povos indígenas, diversidade étnico-racial e presença e permanência indígena no ensino superior, entre outros, com atenção especial às realidades dos povos indígenas do Sul do Brasil.
Atualmente, a Universidade Federal de Santa Catarina conta com 225 estudantes indígenas, pertencentes a diferentes povos, entre eles Kaingang, Xokleng, Guarani, Baniwa, Kambeba, entre outros, expressando a pluralidade de territórios, saberes e identidades presentes na instituição.
“O Abril Indígena reafirma o compromisso da UFSC com a promoção da justiça social, da equidade e do reconhecimento da diversidade sociocultural. A iniciativa contribui para o fortalecimento da presença indígena na universidade e para a construção de um ambiente acadêmico mais inclusivo e plural. Além disso, promove o debate público sobre questões fundamentais para os povos originários, ampliando a conscientização da sociedade sobre direitos, desigualdades históricas e a importância do respeito à diversidade cultural”, afirma Juliane Pasqualeto, assistente social da Coema.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, no dia 23 de abril, o Encontro Interdisciplinar e Intercultural em Estudos Indígenas: múltiplos(as) sujeitos(as) e pluriversidade de saberes. A atividade ocorre a partir das 8h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), e integra a programação do 3º Abril Indígena na universidade. O evento é promovido no âmbito do Laboratório de História Indígena (LABHIN) e tem como proposta reunir estudantes, pesquisadores, docentes e integrantes da comunidade externa para discutir e compartilhar experiências e conhecimentos relacionados aos estudos indígenas, a partir de perspectivas interdisciplinares e interculturais.
A iniciativa busca promover reflexões que dialoguem com saberes anticoloniais e contracoloniais, valorizando diferentes formas de produzir conhecimento que ultrapassam os modelos acadêmicos tradicionais. A proposta do encontro é estimular trocas de experiências que envolvam múltiplos sentidos, vivências e perspectivas de mundo. De acordo com a organização, o encontro pretende reunir contribuições de diversas áreas do conhecimento, como História, Direito, Filosofia, Ciências Sociais, Psicologia, Educação, Ciências da Saúde, Engenharias, Ciências da Natureza e Ciências Exatas, entre outras. A proposta é ampliar o diálogo entre diferentes campos e reconhecer que o conhecimento pode emergir de múltiplas experiências, subjetividades e vivências.
O público-alvo inclui a comunidade acadêmica e também o público externo interessado na temática. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre os dias 6 e 31 de março, por meio de formulário online. Os participantes inscritos receberão certificado de participação com carga horária de 4 horas.
Estudantes e lideranças indígenas, pesquisadores e pesquisadoras, docentes, servidores técnicos administrativos e membros da comunidade externa poderão participar de diversos eventos da programação do Abril Indígena da UFSC, que começa nesta quarta-feira, 1º de abril, e se estende até o final do mês. O evento é organizado pela Coordenadoria de Relações Étnico-Raciais (Coema) da Pró-reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe).
A programação será realizada nos campi da UFSC ao longo do mês de abril e contará com atividades como rodas de conversa, palestras, mesas-redondas, apresentações culturais, oficinas e encontros formativos. As ações buscam articular diferentes saberes e promover o intercâmbio entre conhecimentos acadêmicos e tradicionais. Os eventos da programação serão divulgados no site do Abril Indígena.
De acordo com a Coema, o evento busca promover a valorização da diversidade étnico-racial, dar visibilidade às realidades e demandas dos povos indígenas e fortalecer o diálogo entre universidade, comunidades indígenas e sociedade. Também se configura como um espaço de reflexão crítica sobre as desigualdades históricas que marcam a relação do Estado brasileiro com os povos originários.
As atividades acadêmicas, culturais e políticas do Abril Indígena abordarão temas como direitos territoriais, saúde indígena, saneamento, políticas públicas voltadas aos povos indígenas, diversidade étnico-racial e presença e permanência indígena no ensino superior, entre outros, com atenção especial às realidades dos povos indígenas do Sul do Brasil.
Atualmente, a Universidade Federal de Santa Catarina conta com 225 estudantes indígenas, pertencentes a diferentes povos, entre eles Kaingang, Xokleng, Guarani, Baniwa, Kambeba, entre outros, expressando a pluralidade de territórios, saberes e identidades presentes na instituição.
“O Abril Indígena reafirma o compromisso da UFSC com a promoção da justiça social, da equidade e do reconhecimento da diversidade sociocultural. A iniciativa contribui para o fortalecimento da presença indígena na universidade e para a construção de um ambiente acadêmico mais inclusivo e plural. Além disso, promove o debate público sobre questões fundamentais para os povos originários, ampliando a conscientização da sociedade sobre direitos, desigualdades históricas e a importância do respeito à diversidade cultural”, afirma Juliane Pasqualeto, assistente social da Coema.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.



