
A Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC) realiza, na próxima quarta-feira, 3 de setembro, a terceira edição do Festival Literário da UFSC (Flufsc). Com o subtítulo A poesia (que) nos devora, o evento dedicará um dia à reflexão sobre o poético na UFSC, com atividades no Teatro Carmen Fossari e na Igrejinha da UFSC, ambos no Departamento Artístico Cultural (DAC), no campus da Trindade, em Florianópolis.
Conforme a SeCArtE, neste ano, o Flufsc se reinventou e se ramificou, entrelaçando-se com outros eventos, como a Feira do Livro da UFSC, realizada de 11 a 14 de agosto, e o 8º Encontro Nacional do Mulherio das Letras, que ocorrerá entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, também na UFSC.
O objetivo do III Flufsc é provocar um espaço de debate sobre a o fazer poético nos aspectos de sua produção, circulação e recepção, contemplando a vivência de escritores nacionais e internacionais com o gênero. A programação contará com roda de conversas e lançamento de livros que tenham a poesia como diálogo, além da performance Com quantos paus se faz uma carreira, da escritora, poetisa, jornalista e ativista moçambicana Énia Lipanga.
O Festival Literário da UFSC – III Flufsc – A poesia (que) nos devora é um evento livre e aberto para toda comunidade. Mais informações sobre a programação, atividades e convidados estão disponíveis na página da SeCArtE.
Serviço
O quê: Festival Literário da UFSC – III Flufsc – A poesia (que) nos devora
Quando: 03/09/2025 | quarta-feira | das 9h30 às 21h
Onde: Teatro Carmen Fossari e Igrejinha da UFSC | Departamento Artístico Cultural (DAC) | Rua Desembargador Vítor Lima, 117 – Trindade, Florianópolis – SC
Quanto: Evento gratuito e aberto para toda comunidade
Classificação: Livre
Informações: secarte.ufsc.br/festival-literario-da-ufsc | secarte@contato.ufsc.br | (48) 3721-2376
A Igrejinha Musical, ação do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com o programa de extensão Ponteio da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), apresenta na quarta-feira, 10 de setembro, às 20h, recital com a violonista Marisa Sardo. O evento, que ocorre na Igrejinha da UFSC, é gratuito e aberto a comunidade, com entrada liberada por ordem de chegada.
Marisa Sardo é uma violonista clássica nascida em Chicago e uma das novas solistas internacionais em destaque. Com dupla cidadania americana e italiana, conquistou mais de 20 prêmios em competições internacionais, incluindo o 1º lugar no New York Laureate, Twisted Spruce e Grand Prize Virtuoso. Já se apresentou em cinco continentes e mais de 25 países, incluindo salas prestigiadas como o Concertgebouw (Amsterdã) e o Mozarteum (Salzburgo).
Reconhecida por seus programas diversos e envolventes, Marisa valoriza obras de compositoras, artistas pouco representadas e estreias de peças comissionadas. Seu álbum de estreia, lançado em 2023 pelo selo Frameworks Records, inclui obras de Sor, Mertz e von Sehrwald. Atua também como artista convidada, professora e defensora da música contemporânea para violão.
Marisa é graduada pela Northwestern University, Indiana University e New England Conservatory. Estudou com nomes como Eliot Fisk, Sérgio Assad e Oscar Ghiglia. Toca instrumentos feitos sob medida por Marshall Brune, Wilson Burnham e James Baur.
Igrejinha Musical
Idealizado em julho de 2022 pelo Departamento Artístico Cultural, o projeto busca incentivar e valorizar a música instrumental e autoral no espaço da Igrejinha da UFSC, promovendo acesso e difusão da cultura musical para toda a comunidade. O Igrejinha Musical apresenta durante o período letivo da Universidade atrações culturais gratuitas. As apresentações do Igrejinha Musical estão disponíveis no canal do YouTube do DAC.
Ponteio
O Programa de Extensão Ponteio da Udesc é uma iniciativa dedicada ao enriquecimento da formação em violão, oferecendo master classes com artistas renomados/as, performances artísticas e abertura à participação da comunidade. Ao complementar a formação acadêmica dos/as estudantes e promover a apreciação cultural, o Ponteio desempenha um papel vital no desenvolvimento musical e na difusão da arte do violão na sociedade.
Mais informações no site do DAC.
A persona artística de Letrux é marcada por uma linguagem intensa, poética, irônica e confessional — características que se refletem fortemente em seus livros e na sua música. Em Brincadeiras à parte, obra lançada pela Editora Planeta, a autora compartilha contos que exploram jogos e brincadeiras, abordando temas como sexualidade, feminismo, música, autoconhecimento, amizade e relacionamentos. O livro será lançado no dia 29 de setembro, na Igrejinha da UFSC, a partir das 18h, com entrada gratuita para o público.
Celebrando 20 anos de carreira, Letrux insere na obra pequenas pausas entre os textos, funcionando como interlúdios que convidam o leitor a respirar e refletir. Este é o seu segundo livro publicado pela Planeta, após Tudo que já nadei: Ressaca, quebra-mar e marolinhas, que reúne textos, poemas e aforismos.
A escrita de Letrux dialoga com a poesia marginal e o verso livre, incorporando uma sensibilidade moderna que trata de feminismos, questões de gênero, afetos líquidos e o esgotamento da vida contemporânea. Seus livros e músicas se entrelaçam, criando uma obra híbrida, ao mesmo tempo pop e literária, que ressoa especialmente entre leitores que buscam uma voz honesta, desafiadora e profundamente humana.
Ficha técnica:
Título: Brincadeiras à parte
Autor: Letrux
ISBN: 978-85-422-3754-2
176 páginas | R$ 39,90
Editora: Planeta
Sobre a autora:
Letícia Novaes, a Letrux, é referência na música independente contemporânea. Com quatro álbuns lançados, incluindo o finalista ao Grammy Latino de 2020, Letrux é cantora, compositora, atriz, escritora e poeta. Seus livros publicados incluem Zaralha – abri minha pasta (2015), Tudo que já nadei (2021) e Brincadeiras à parte (2025). Em seus trabalhos, Letrux discute questões de gênero, feminismo e direitos humanos, refletindo sobre o tempo presente de forma sensível e provocadora.
Serviço
O quê: Lançamento do livro Brincadeiras à parte – Letrux
Quando: 29 de setembro de 2025, às 18h
Onde: Igrejinha da UFSC (Rua Desembargador Vítor Lima, 117, Trindade, Florianópolis
Quanto: Entrada gratuita
Classificação: Livre
[INGRESSOS ESGOTADOS]
A professora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Maria de Lourdes Borges e o pianista Pablo Rossi apresentam o Concerto Filosófico: O Iluminismo de Kant na Música nesta quarta-feira, 1° de outubro, a partir das 19h, na Igrejinha da UFSC. A entrada é gratuita e aberta ao público.
O evento une filosofia e música para explorar o Iluminismo kantiano por meio da arte, combinando reflexões filosóficas sobre razão, liberdade e estética com a execução de peças musicais que dialogam com o espírito do Iluminismo.
Sobre o concerto
Na primeira parte, os organizadores buscam relacionar o Sapere Aude do Iluminismo kantiano com a música de Beethoven, enquanto uma ruptura com o Cânone do Classicismo. Como exemplo, serão interpretadas a Sonata ao Luar Op. 27 e as 32 Variações em Dó Menor.
Na segunda parte, Borges e Rossi apresentam a composição Erlkönig de Schubert/Liszt, que se baseia num poema de Goethe. O texto do Erlkönig poderia ser visto como a oposição entre misticismo e razão, representados respectivamente pelo Rei dos Elfos e pelo pai de um menino que está doente. Ainda de Schubert/Liszt, eles trazem a peça Grechten am Spinnrade, numa alusão ao Fausto de Goethe.
Por fim, questiona-se se o Iluminismo e sua hipertrofia da razão não seria responsável pela desconsideração da natureza. “Seria possível assimilar a preocupação com a sobrevivência da terra a um pensamento neoiluminista do século XXI?”. Nessa última parte, serão apresentadas obras de Gábri Mesquita e de Villa-Lobos.
Programação
I. Ludwig van Beethoven:
- Sonata Op. 27, No. 2 – “Ao Luar”;
- 32 variações em Dó Menor, WoO 80;
II. Schubert/Liszt:
- Erlkönig;
- Gretchen am Spinnrade;
III. Gábri Mesquita:
- Choro do Besouro;
IV. Villa-Lobos:
- Saudades das Selvas Brasileiras nos. 1 e 2;
- Dança do Índio Branco.
Sobre os idealizadores do concerto
Maria de Lourdes Borges graduou-se em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), concluiu o seu mestrado em Filosofia em 1990 e o doutorado em 1996, ambos pelo UFRGS. Foi coordenadora da Pós-Graduação em Filosofia da UFSC e Secretária de Cultura e Arte da mesma instituição. Atualmente é coordenadora do GT Kant-ANPOF e professora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC).
Pablo Rossi estreou nacionalmente aos treze anos, se apresentando com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), sob a regência do Maestro Roberto Minczuk, tendo sido o mais jovem solista a se apresentar com essa orquestra. Considerado pela crítica especializada um dos mais importantes nomes da nova geração de pianistas brasileiros, Pablo ganhou o primeiro lugar em mais de dez concursos internacionais e vem construindo uma brilhante carreira em palcos nacionais e internacionais. O artista tem colaborado com as Orquestras de Câmara do Kremlin, de Moscou e de Auvergne, as Sinfônicas de Kirov, Brasileira (OSB) e de São Paulo (OSESP) e as Filarmônicas da Ucrânia, Minas Gerais e Goiás, dentre outras.
Mais informações pelo e-mail mariaborges@yahoo.com.
Os pianistas Sam Machado e Weliton de Carvalho, do Duo Machado-Carvalho, apresentam no dia 8 de outubro o projeto Três tempos para quatro mãos, em um espetáculo gratuito na Igrejinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a partir das 19h. O recital didático apresenta um repertório que parte de músicas clássicas do século XVIII, passando pelo romantismo alemão oitocentista, até as diversas poéticas que moldam a música para piano do século XX. O percurso envolve obras de diferentes movimentos estéticos, incluindo sonoridades latino-americanas.
Organizado em três partes, o programa apresenta obras de Mozart, Schumann, Poulenc e Piazzolla. O espetáculo valoriza composições brasileiras com raízes em manifestações culturais afro-indígenas, com destaque para a Congada, de Francisco Mignone, o Maracatu da compositora Tia Inah Machado Sandoval e a Pianola, Ragtime de José Barbosa da Silva – conhecido como Sinhô, um pianista negro.
“Nosso objetivo é mostrar a variedade da música de câmara para piano a quatro mãos. Ao mesmo tempo, traçaremos um panorama histórico-musical multivacetado, com início e percurso no cânone europeu, finalizando com a rica e diversa música de concerto da América Latina”, afirma Sam Machado, pianista e diretor artístico do espetáculo. Natural de Aracaju (SE), Sam deu início à sua formação musical no Conservatório de Sergipe e é estudante do bacharelado em Piano da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).
O pianista e produtor cultural Weliton de Carvalho, nascido em Imbituba (SC), é aluno do doutorado em Música da Udesc e colabora em projetos de extensão e pesquisa na área de artes, com interesse no estudo de corpo em movimento e de muscalidades brasileiras para piano. Sua produção artística se reflete na atuação em grupos camerísticos com canto, viola, piano a quatro mãos e corais nas cidades de Chapecó e Florianópolis.
Com o objetivo de democratizar o acesso à música de câmara, a série de concertos será realizada gratuitamente em instituições públicas de ensino, como o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), no dia 30 de setembro, às 19h; a Udesc, no dia 3 de outubro, às 19h; e a UFSC. O duo fará ainda uma apresentação na Guarda do Embaú, em Palhoça, no Instituto Cultural Casa Nobre, no dia 11 de outubro, às 19h. Todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras, buscando acessibilidade comunicacional a uma maior
diversidade de públicos.
O projeto é executado com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e do Governo do Estado de Santa Catarina através do Edital Circuito Catarinense de Cultura 2024.
Serviço:
O quê: Três tempos para quatro mãos – recitais didáticos com repertórios para piano a quatro mãos, com o Duo Machado-Carvalho
Quando: 8 de outubro de 2025, às 19h
Onde: Igrejinha da UFSC (Rua Desembargador Vitor Lima, 117, Trindade)
Quanto: gratuito
A Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC) terá mais uma edição do projeto OFiC nas Igrejas, com um concerto na Igrejinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento gratuito acontecerá dia 16 de outubro às 19h, com entrada liberada por ordem de chegada.
A Formação de Cordas traz um programa que transita por diferentes épocas e estilos da música ocidental. A série tem o objetivo democratizar o acesso à música de concerto, promovendo apresentações em espaços históricos e religiosos da Grande Florianópolis. A iniciativa aproxima o público da música erudita em um ambiente acolhedor com valor simbólico.
A orquestra inova no formato dos programas musicais temáticos, que envolvem a plateia e convidam o público a participar do processo de performance, seguindo o conceito musicking. Além disso, valoriza a formação artística individual dos músicos, oferecendo projetos que incluem oficinas musicais, apresentações solos e em grupos menores, proporcionando um ambiente que incentiva o crescimento artístico. A apresentação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura com apoio do Departamento Artístico e Cultural da UFSC da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da UFSC.
Programação
Franz Schubert
“A Morte e a Donzela” (versão orquestral)
Bernard Herrmann
Suíte “Psycho”
George Gershwin
“Rhapsody in Blue” (com Pablo Rossi, piano)
Para mais informações na página do Departamento Artístico Cultural e no instagram @oficmusic.

Cartaz do evento que acontecerá na Igrejinha da UFSC. Recital de canto e piano Yorubá e as Outras Canções
A Igrejinha da UFSC receberá o recital de canto e piano Yorubá e as Outras Canções, na quarta-feira, 29 de outubro, às 20h, com interpretação do tenor Afonso Portela e do pianista Alexandre Dietrich. A apresentação terá entrada gratuita, com o objetivo de democratizar o acesso à música erudita de canto e piano. O recital é dedicado a composições inspiradas nas matrizes culturais e musicais africanas e brasileiras, transformadas em canções para canto e piano.
A série contempla quatro apresentações: a estreia será em Imbituba na sexta-feira, 25 de outubro, seguida por três recitais em espaços culturais de Florianópolis. Algumas obras revelam ritmos, melodias, harmonias e letras, muitas vezes no idioma yorubá, que dialogam com a herança afro-brasileira e foram incorporadas à cultura popular nacional.
Os recitais fazem parte do Edital PNAB – Política Nacional Aldir Blanc, promovido pelo Governo Federal e pelo Governo de Santa Catarina, por meio do Edital Circuito Catarinense de Cultura – 2024. O projeto conta com apoio institucional do Departamento Artístico Cultural (DAC) e da Secretaria de Cultura Arte e Esporte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Mais informações pelo e-mail silvestreproducoes2@gmail.com
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
O 15° Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA) segue até o próximo sábado, 8 de novembro, com espetáculos de teatro de animação nacionais e internacionais, para adultos e crianças, oficinas, mesas de conversas e bate-papos. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida em fitafloripa.com.br.
Para os espetáculos no TAC e no CIC, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla. Os links para cada evento estão disponíveis no site do FITA. Para os espetáculos realizados em outros espaços, os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência.
No total, são apresentadas 13 peças, sendo 11 brasileiras, 10 delas inéditas em Florianópolis, e 2 internacionais. As companhias internacionais são Yael Rasooly (França/Israel) e Roberto White (Espanha). As nacionais selecionadas, representando cinco estados brasileiros, são Cia. Peregrina Teatro (Florianópolis/SC), Artesanal Cia. de Teatro (Rio de Janeiro/RJ), Projeto GOMPA (Porto Alegre/RS), Cia. O Sombrista (Turvo/SC), La Luna Cia. de Teatro (Canelinha/SC), Lótus Cia. de Teatro (Florianópolis/SC), Cyathus Teatro de Animação (Nova Veneza/SC), Cia. Lumiato (Brasília/DF), Grupo de Teatro De Pernas pro Ar (Canoas/RS) e Trupe Motim de Teatro (Quixeré/CE) – este pela primeira vez no festival.
A programação começou no sábado, dia 1º, no Teatro Ademir Rosa. A Cia Peregrina, de Florianópolis, fez a performance Yetti – Erro 404 – Gelo Não Encontrado, no hall do Centro Integrado de Cultura (CIC). Em seguida, a diretora, cantora e atriz bonequeira Yael Rasooly apresentou o espetáculo francês Edith & Me, que estreou nacionalmente em Florianópolis (SC). A obra conta a história de uma cantora que é misteriosamente silenciada e imobilizada, impossibilitando sua atuação. Mas ela não está sozinha – a famosa cantora ícone Edith Piaf está lá para tirá-la da cama e trazê-la de volta à vida.
No domingo, 2 de novembro, foi a vez da Cia O Sombrista, de Turvo (SC), estrear o Diálogos Petrobras com a peça Além da Heroína, Uma História de Anita Garibaldi, na Igrejinha da UFSC. A peça, que será apresentada novamente nesta segunda-feira 3, às 20h, no mesmo espaço, aborda a temática da inclusão das mulheres na sociedade contemporânea. Ao destacar a figura de Anita Garibaldi, o espetáculo não apenas celebra uma heroína histórica, mas também humaniza suas vulnerabilidades, criando uma conexão com a mulher moderna e local.
O FITA é viabilizado pela Lei Rouanet Incentivo a Projetos Culturais e PNAB – Lei Nacional Aldir Blanc. Esta edição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras. Tem apoio do Interclass Hotel e APUFSC Sindical e apoio institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por meio Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Departamento de Artes (ART), Curso de Artes Cênicas e ABTB/Unima Brasil (Associação Brasileira de Teatro de Bonecos). Apresentado pela Petrobras, tem patrocínio do Giassi Supermercados e Metalúrgica Spillere. A produção é da Fazendo Fita Cia Artística e a realização do Circuito Catarinense de Cultura, Fundação Catarinense de Cultura, Governo de Santa Catarina, Ministério da Cultura e Governo do Brasil.
A Igrejinha da UFSC recebe o Quarteto Cruz e Sousa no dia 12 de novembro, quarta-feira, às 20h. O grupo de formação clássica é composto por músicos da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e busca democratizar o acesso à música de câmara em Florianópolis. A apresentação na UFSC será a última de um ciclo com concertos no Ribeirão da Ilha, na Lagoa da Conceição e no Estreito. Os eventos são gratuitos e abertos ao público de todas as idades. A programação completa está disponível aqui.
Os músicos buscam explorar novas perspectivas sobre a música de câmara, com um programa que inclui o Quarteto em Sol Maior da estadunidense Florence Beatrice Price, considerada uma das primeiras compositoras sinfônicas negras dos Estados Unidos. Além disso, o grupo também interpretará o Quinteto em Dó Maior, do compositor romântico alemão Franz Schubert — peça que contará com a participação especial do violoncelista convidado Érico Miranda Schmitt, músico que é bacharel em violoncelo pela Udesc e atua na Camerata de Florianópolis.
O Quarteto Cruz e Sousa é composto pelos violinistas Allan Jordam e João Titton, pelo violista Pedro Bernardo e pelo violoncelista Lucas Ropelato, músicos dedicados à valorização desta clássica formação instrumental no cenário catarinense. Através da música, buscam traduzir a profundidade poética que marca a obra do poeta que hoje é patrono da Academia Catarinense de Letras.
“Com esse projeto, queremos capilarizar o acesso à música de câmara em toda a cidade, abordando diferentes públicos. Vamos trazer em cada recital uma breve introdução sobre o repertório e a relevância estética e histórica das obras interpretadas”, explica o violista Pedro Bernardo. Segundo ele, a escolha dos locais onde serão realizadas as apresentações têm como base o contexto social de cada espaço. “Queremos proporcionar uma experiência intimista e de fácil acesso à comunidade, incentivando sempre o diálogo com o público”.
As apresentações do Quarteto Cruz e Sousa têm início no dia 26 de outubro, com um recital na Igreja Nossa Senhora da Lapa, no Ribeirão da Ilha. No dia seguinte, 27, os músicos levarão as obras de Florence Price e Franz Schubert até o Centro de Educação Popular (CEDEP), no bairro Monte Cristo, e no dia 2 de novembro, haverá uma apresentação na Casa de Máquinas da Lagoa da Conceição. O projeto “Nos bairros de Florianópolis” se encerra em 12 de novembro, com um concerto na Igrejinha da UFSC. Todos os recitais terão interpretação em Libras.
Sobre os músicos
Allan Jordam é violinista natural do Rio de Janeiro, estudante do curso de bacharelado em Música pela UDESC desde 2021. Atua como chefe de naipe, spalla e solista em diversas formações orquestrais. Já se apresentou em dezenas de concertos na cena cultural de Florianópolis.
Érico Schmitt é bacharel em violoncelo pela Udesc e violoncelista na Camerata de Florianópolis. Tem experiência tanto na música de câmara quanto em formações orquestrais, tendo sido líder de naipe da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina.
João Titton é violinista e professor na Udesc com mestrado pela University of Cincinnati. Foi spalla de importantes orquestras e atuou em grupos de câmara premiados. Participa como docente em festivais e possui extensa discografia.
Lucas Ropelato é violoncelista catarinense com mais de 10 anos de formação, tem participação em festivais por todo o Brasil, nas mais variadas formações musicais. Atua como assistente de produção em projetos culturais em Santa Catarina
Pedro Bernardoé violista e bacharelando em Música pela Udesc, atua como músico de câmara e orquestra, com experiência em diferentes formações. Participou de festivais nacionais e internacionais, com orientação de professores renomados.
Acesse o cronograma das apresentações.
A Igrejinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe mais uma edição da Roda de Choro da UFSC em 14 de novembro, às 18h30. O evento é livre e gratuito, com participação aberta. Para participar, basta trazer um instrumento musical.
A iniciativa reúne músicos de diferentes idades, aproximando discentes, docentes e a comunidade externa em um evento gratuito e com partilha de experiências artísticas. A Roda de Choro colabora com o fortalecimento de laços entre a comunidade interna e externa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e entre diferentes gerações.
O evento é uma realização do Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE).
No dia 22 de novembro (sábado), às 20h, a Igrejinha da UFSC será palco de um espetáculo musical com o duo formado por Ricardo Herz e Vanille Goovaerts.
A francesa Vanille Goovaerts (violino, rabeca e voz) e o brasileiro Ricardo Herz (violino e rabeca) unem seus talentos em uma apresentação vibrante, repleta de ritmo, improvisação e lirismo. O repertório passeia por composições autorais de ambos os artistas, além de clássicos do choro, valsa francesa, forró, xote e outros ritmos que celebram a diversidade musical.
Alternando-se entre violinos, rabecas e canto, o duo cria uma atmosfera envolvente e sensível, que encanta tanto os ouvidos quanto o coração do público. É uma oportunidade única de vivenciar a fusão de culturas e sonoridades em um show intimista e cheio de energia. A entrada é gratuita.
O violonista e pesquisador Danton Oestreich se apresentará em 27 de novembro, quinta-feira, na Igrejinha da UFSC, em Florianópolis. O evento faz parte da programação cultural paralela ao XXI Congresso da Associação Brasileira de Professores de Italiano (ABPI). Oestreich apresentará um recital inteiramente dedicado a Johann Sebastian Bach, seguido de uma conferência sobre sua pesquisa em estética e hermenêutica musical.
O programa do recital traz duas importantes suítes do repertório bachiano transcritas para violão: Suite em Sol menor (BWV 995) e Suite em Mi maior (BWV 1006a). As obras integram o Projeto BACH, iniciativa de Oestreich dedicada à criação de novas transcrições e à revisão interpretativa da obra do compositor alemão para o violão contemporâneo. Após o concerto, o artista apresentará a palestra em que discute aspectos interpretativos, estruturais e hermenêuticos da música bachiana, refletindo sobre paralelismos, figurações simbólicas e relações proporcionais presentes em suas composições.
Danton Oestreich é bacharel em Violão Clássico pela UFRGS e Mestre em Filosofia pela Unisinos, Danton Oestreich une atividade concertística e pesquisa teórica em hermenêutica e estética musical. Possui artigos publicados em periódicos especializados em música e filosofia. Estudou com nomes como Alvaro Pierri e Luis Orlandini e atuou como solista frente à Orquestra de Câmara da UNISC (2018 e 2019).
Desde 2021 desenvolve o Projeto BACH, que inclui, entre outras produções, a transcrição para dois violões do Cravo Bem Temperado – Livro I (2022), preservando as tonalidades originais dos 24 Prelúdios e Fugas. Desde 2023, atua em duas frentes de criação de novos repertórios: uma parceria com o compositor e artista plástico Roberto Velasco, e um projeto internacional de duo com o mestre japonês Akihito Obama (shakuhachi). Em 2025, abriu a XXI Mostra Fred Schneiter na Sala Cecília Meireles e lançou seu primeiro álbum solo, Cosmogonias, parceria com Velasco e o pintor Gonçalo Ivo.
Na terça-feira, 02 de dezembro, às 19h, o Coral da UFSC irá se apresentar na Igrejinha da UFSC. Este é um dos projetos culturais mais tradicionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Fundado em 1963, o grupo reúne estudantes, servidores e membros da comunidade externa em uma trajetória de mais de seis décadas dedicada à difusão do canto coral no estado.
O programa destaca a diversidade sonora construída ao longo de sua história, marcada por concertos, turnês, gravações e projetos que contribuíram diretamente para o surgimento e fortalecimento de inúmeros corais catarinenses. A apresentação contempla repertórios trabalhados nos ensaios semanais — sempre guiados pela busca pela expressão artística coletiva que caracteriza o grupo desde sua fundação.
A missão do Coral da UFSC é promover o canto coral como espaço de formação, convivência e expressão artística, reunindo vozes diversas em uma prática coletiva que integra, emociona e transforma. A alegria de cantar segue movimentando o grupo — e o compromisso com a cultura sustenta cada ensaio, projeto e nova voz que chega.
Com ensaios semanais sempre às terças e quintas, o coral mantém um trabalho contínuo de estudo vocal, prática musical, disciplina coletiva e construção de comunidade.
Mais informações no site do DAC e Instagram









