
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Janela da Arte da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 6 a 30 de abril, a mostra “AuMiautografias”, da fotógrafa Rosane Lima. A exposição apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis.
A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a Diretoria do Bem-Estar Animal da Prefeitura de Florianópolis (DIBEA) e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, Rosane Lima construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço expositivo “Lounge” da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de abril, a mostra “Palavra Bordada” da artista Maria Eugênia Ferreira de Castilho. O eixo central da exposição é a série Um Jardim para Manoel de Barros, um conjunto de bordados que a artista iniciou durante a pandemia. Ao observar o jardim de sua casa, ela encontrou nele um universo de delicadezas, miudezas e sonhos escondidos que a levou para as páginas das poesias e pensamentos do poeta.
A artista faz também homenagens afetivas a outros escritores, como Chico Buarque, Guimarães Rosa, Franklin Cascaes e Francisco José Pereira. Cada bordado carrega a marca do gesto repetido, do silêncio e do encontro da artista com a reflexão. Entre fios e palavras, Maria Eugênia costura sentidos, alinhava memórias e tece caminhos.
Maria Eugênia é artista têxtil autodidata, nascida na cidade de São Paulo e residente em Florianópolis desde 2001. Formada em Psicologia, começou a explorar o bordado e outras técnicas têxteis em 2012, mas foi durante a pandemia que passou a se dedicar exclusivamente à arte têxtil. Participou de exposições e feiras coletivas. “Palavra Bordada” é sua primeira exposição individual.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
O Hall Principal da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abriga, até 30 de abril, a exposição “Pedaços da Violência” da artista Júlia Steffen. A mostra é o resultado de oficinas realizadas em parceria com instituições como a UFSC, a Coordenadoria da Mulher da Prefeitura de Florianópolis, a Galeria Pedro Paulo Vecchietti, entre outras entidades e grupos autônomos, além da contribuição da própria artista.
Durante as oficinas, mulheres foram convidadas a pintar sobre o tema da violência contra a mulher, expressando frases, palavras ou desenhos que contemplam suas opiniões, vivências e cicatrizes sobre o tecido, suturando e misturando suas cicatrizes às de tantas outras mulheres. “Pedaços da Violência” nos mostra o que nos sobra de tanto abuso, violência, estupro, feminicídio. São mensagens de indignação, raiva, pedidos de paz, alegria pela saída da violência, lembranças das que já não estão e muitos outros sentimentos, que devem ser expostos e reafirmados diariamente para que nossas histórias sejam ouvidas e possamos continuar de pé. Que os restos e pedaços possam um dia se tornar um só.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico UDESC/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
O projeto de extensão Jornalismo e Ação Comunitária (JAC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza a mostra fotográfica Retratos em Movimento: moda, corpo e amputação, de forma gratuita, entre os dias 1° e 15 de abril, na sala Cruz e Sousa da Assembleia Legislativa (ALESC).
Coordenado pelas professoras Isabel Colucci Coelho e Melina de la Barrera Ayres e vinculado ao Departamento de Jornalismo da UFSC, o projeto integra ensino, pesquisa e extensão. Em celebração ao Abril Laranja, mês dedicado à conscientização sobre amputações, a mostra tem como objetivo propor um novo olhar sobre o corpo, destacando histórias de reinvenção e expressão.
Os protagonistas da mostra são pacientes atendidos pelo projeto Projeto de Extensão Reabilitação Multidisciplinar em Amputados (RAMP), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), coordenado pela professora Soraia Cristina Tonon da Luz, que assumem o papel de modelos em uma experiência que vai muito além de um desfile.
O JAC foi responsável pelos registros fotográficos de todo processo e pela curadoria e montagem da exposição, que imprime a marca do jornalismo comunitário ao captar as trajetórias dos participantes, valorizando suas experiências para além da amputação. Por meio do olhar jornalístico, o projeto transforma vivências em narrativas visuais, ampliando a visibilidade de pessoas frequentemente invisibilizadas.
As imagens revelam não apenas o resultado final, mas todo o processo: desde a criação de roupas adaptadas, desenvolvidas por estudantes de Moda, sob coordenação da professora Gabriela Kuhnen, com assessoria da Bullock Inclusion; até os bastidores, encontros e o desfile inclusivo realizado em 2025. É nesse percurso que o olhar do JAC se destaca, registrando não apenas corpos, mas histórias, afetos e processos de ressignificação.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) abre ao público, no dia 1º de abril, a exposição Olhar para além do isolamento, do artista visual Gelsyr Ruiz. A mostra segue até o dia 30 de abril, no hall do auditório da instituição, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Reunindo obras produzidas entre 2020 e 2025, a exposição reflete sobre um período marcado por distanciamentos e mudanças nas formas de convivência. Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe um percurso que conecta trabalhos inspirados na observação de comportamentos sociais, religiosos e políticos, e suas interferências no meio ambiente, no espaço urbano e nas relações humanas.
A paisagem ocupa papel central nas obras de Ruiz, sendo apresentada não apenas como representação visual, mas como espaço de memória e leitura. As produções exploram as marcas deixadas pelas ações humanas, revelando tensões, presenças e ausências em um cenário onde natureza e cultura estão em constante diálogo. A proposta da exposição convida o público a refletir sobre como o isolamento não interrompeu o mundo, mas transformou a forma de habitá-lo e compreendê-lo. Natural de Bagé (RS), Gelsyr Ruiz vive em Florianópolis desde 1980.
Sua trajetória artística inclui pesquisas em diversas linguagens, como pintura, desenho, gravura, fotografia, colagem e instalação. Ao longo da carreira, participou de exposições individuais e coletivas em importantes instituições culturais de Santa Catarina. Atualmente, é presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos (ACAP).
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
A exposição apresenta dois momentos do percurso artístico de Gavina. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza, revelando metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada.
Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), o artista visual Gavina é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela UDESC (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.



